Mês: dezembro 2020

  • Tá de férias? Dicas rápidas de games bons que merecem sua atenção

    Tá de férias? Dicas rápidas de games bons que merecem sua atenção

    Com tanto game maneiro sendo lançado diariamente, fica difícil saber pode onde começar a jogar. A Steam faz promoções gigantes, a Epic Games traz jogos gratuitos, o Game Pass não para de crescer e os exclusivos da Sony são bem interessantes.

    Se você está de férias e não sabe por onde começar a jogar, o Jornal dos Jogos está aqui para dar algumas dicas. Esta lista especial traz diversos games interessantes com uma breve descrição para te localizar sobre o produto.

    As dicas incluem games que podem ser jogados no Xbox Game Pass, EA Play ou que costumam aparecer em promoções no PC e consoles. Outro fator levado em conta é a “desvalorização”, já que certos games de qualidade costumam sofrer quedas bruscas no preço após certo tempo no mercado.

    Feliz 2021 e ótima jogatina!

    Deux Ex Mankind Divided e Human Revolution

    Jogou (ou não jogou) Cyberpunk 2077 e está sedento por um futuro distópico? A franquia Deus Ex tem jogos que estão cada vez mais baratos e que capricham na abordagem da temática. Mankind Divided, o mais recente da saga, sai por menos de R$ 10 na promoção da Steam.

    Rise of the tomb Raider

    A franquia Tomb Raider garante um alto nível de entretenimento e com jogos bem baratos. Rise of the Tomb Raider, considerado o melhor da trilogia atual, pode ser encontrado por menos de R$ 20 em promoções.

    Life is Strange 2

    Curte uma boa história e assumir o comando das escolhas dos protagonistas? Life is Strange 2 te coloca para fugir dos Estados Unidos com um adolescente triste e uma criança com poderes. Uma das histórias mais tocantes de 2019, que pode ser adquirida por menos de R$ 40 em promoções.

    A primeira “temporada” de Life is Strange também é sensacional e já pode ser encontrada por apenas R$ 7. Vale lembrar, também, que todos os jogos da saga possuem o primeiro episódio gratuito, o que pode ser uma boa pedida para os feriados de fim de ano.

    Titanfall 2

    Um jogos mais subestimados da geração PS4 e Xbox One, Titanfall 2 é um baita jogo de tiro em primeira pessoa. Apesar de ter falhado comercialmente por decisões da EA, o gameplay do título é tão bom que deu origem ao Apex Legends. A história do piloto e o robozão BT também merece atenção.

    Além de estar disponível no Game Pass Ultimate e EA Play, o jogo pode ser encontrado com valores bem amigáveis em promoções. A versão Ultimate está disponível por menos de R$ 30 na Steam Sale de fim de ano, por exemplo.

    Need for Speed Heat

    A franquia Need for Speed talvez nunca retorne aos seus anos de ouro da era PlayStation 1, mas um título da saga consegue trazer essa vibe atualmente: NFS Heat. Com um sistema de corridas de dia e noite, o game equilibra competição e perseguições contra a polícia.

    Need for Speed Heat pode ser jogado pelo Game Pass Ultimate de console e também está no EA Play em todas as plataformas.

    A Plague Tale Innocence

    A Plague Tale é um dos melhores jogos já lançados pela Focus Home. O jogo focado em história acompanha os irmãos Amicia e Hugo, que perdem seus pais para a Inquisição e precisam sobreviver a uma peste de ratos sozinhos.

    Com o clima de pandemia no ar, é um jogo que vale a pena conhecer! Além de estar disponível no Game Pass de PC e consoles, o jogo está custando R$ 35 na promoção da Steam.

    Tetris Effect Connected

    A nova edição de Tetris Effect é um dos meus games preferidos de 2020. O título moderniza um clássico com visuais incríveis e diversos modos de jogo. O multiplayer também merece destaque ao trazer mais formas de encarar os puzzles de pecinhas. Tetris Effect Connected está disponível no Game Pass de PC e console. Se não quer jogar, vale a pena correr atrás da trilha sonora, que é bem maneira.

    Call of the Sea

    Produção do estúdio indie Out of the Blue, Call of the Sea é uma joia que apareceu no Xbox Game Pass de PC e consoles. O game traz uma história cativante acompanhada de puzzles desafiadores, além de um visual bonitão no Xbox Series X. Para quem quiser comprar o game, ele custa R$ 37,99, mas como a jornada é bem curta, vale bastante a pena aproveitar pela assinatura da Microsoft.

    Stardew Valley

    Um dos melhores jogos da última década, Stardew Valley garante centenas de horas de gameplay com a história de uma pessoa que mudou para uma vila no interior e precisa cuidar de uma fazenda. Lançado em 2016, o game recebeu uma atualização gigante recentemente e possui ainda mais conteúdo para ser aproveitado.

    O preço? Stardew Valley pode ser encontrado em promoções por valores na casa dos R$ 15 no PC e Android. O jogo também possui versões para PS4, Xbox One e Switch.

    Yakuza

    Se você gosta de pancadaria, minigames cheio de personalidade e histórias cheias de reviravoltas, aproveite os feriados de fim de ano para conhecer a franquia Yakuza. A coleção de remasters da franquia está em promoção na PlayStation Store e boa parte dos games da franquia já está no Game Pass de PC e consoles. Recomendo começar a jornada por Yakuza 0, que é um dos mais recentes da saga e capricha na diversão.

    Oddworld: New ‘n’ Tasty

    Se você pegou todos os jogos grátis distribuídos pela Epic Games e não sabe por onde começar a jogar, minha dica é Oddworld: New ‘n’ Tasty. O jogo revitaliza os gráficos de um clássico do PS1 que é o primeiro de cinco jogos da Oddworld Inhabitants.

    O estúdio lançará em 2021 o game Oddworld Soulstorm e encarar New ‘n’ Tasty nesse comecinho de ano pode ser uma boa forma de se preparar para os futuros lançamentos da empresa indie.

    Haven

    Produzido pelo estúdio The Game Bakers, Haven acompanha a história de um casal que fugiu de sua terra natal para viver em um planeta isolado. A história cheia de paixão vem acompanhada de um mundo interessante de ser explorado e um sistema de combate meio meh, mas que vale a pena ser encarado para aproveitar a história.

    O game está disponível no Xbox Game Pass de PC e consoles, além de ser baratinho na Steam e PlayStation.

    Franquia Kingdom Hearts

    Quem me conhece, sabe: eu amo Kingdom Hearts e a franquia está entre as minhas preferidas de todos os tempos. Após anos de exclusividade no PlayStation, todos os jogos da saga já estão disponíveis no Xbox Game Pass de console! É uma ótima forma de conhecer Sora e todo o universo que combina Disney e Final Fantasy. O game também possui uma demo gratuita no PlayStation.

    Sunset Overdrive

    Um dos melhores exclusivos do Xbox One está cada vez mais barato. Desenvolvido pela Insomniac Games, que hoje faz parte da Sony, Sunset Overdrive é um jogo muito divertido e que está no Xbox Game Pass. Se você quiser comprá-lo, a versão de PC sai por apenas R$ 9,73 na Steam em tempos de promoção.

    Desperados 3

    Cheio de personagens cativantes, Desperados 3 é um baita jogo de estratégia e que pode ser comprado por valores na casa dos R$ 20 na promoção da Epic Games Store. Se você não se importa com a ausência de legendas em português, vale a pena dar uma chance ao game!

  • Stardew Valley recebe atualização gigante com coop local e nova região

    Stardew Valley recebe atualização gigante com coop local e nova região

    O ano de 2020 foi marcado por muita notícia ruim e várias polêmicas, inclusive no mundo dos games. No meio do tornado de confusões que foi a chegada de Cyberpunk 2077, o desenvolvedor independente Eric Barone presenteou a humanidade com um grande update para Stardew Valley em sua edição de computador.

    O jogo lançado em 2016 recebeu a atualização 1.5, que é a maior a chegar no game desde sua estreia, apesar de ocupar apenas 60 MB extras de espaço no PC. As novidades são muitas e incluem motivos para revisitar Stardew Valley ou finalmente dar uma chance ao indie, que já vendeu mais de 10 milhões de unidades, é bem barato e rende centenas de horas de gameplay.

    Coop local e nova fazenda

    A novidade mais animadora da versão 1.5 de Stardew Valley é o multiplayer local. Agora, é possível criar uma fazenda e explorar o mundo do game em até quatro jogadores em uma mesma máquina. O jogo já possui um modo cooperativo online, que também pode ser utilizado em conjunto com a tela dividida.

    Stardew Valley com multiplayer de tela dividida em ação. (Imagem: Mateus Mognon/Captura de tela)

    O multiplayer local pode ser iniciado a qualquer momento e em qualquer save, basta que o jogador entre nas configurações e selecione a opção de coop Local. O único requisito é ter casas suficiente na fazenda para os novos jogadores, mas isso pode ser configurado no menu inicial ou com a Robin.

    Além do modo coop local, o jogo também recebeu grandes novidades de conteúdo. Os usuários agora podem iniciar uma fazenda com temática de praia, que traz algumas vantagens e desvantagens. A região garante mais possibilidades de pesca, mas o terreno arenoso não permite o uso de irrigadores automáticos.

    Nova fazenda possui temática de praia. (Imagem: Eric Barone/Twitter)

    Logo, a dica é que os jogadores de primeira viagem deixem o novo cenário para uma segunda jornada. Afinal, os aspersores fazem uma diferença gigantesca na produtividade da fazenda e ficar sem o sistema de irrigação pode irritar quem não gosta de regar manualmente.

    A nova versão de Stardew Valley também inclui opções avançadas para começar o jogo. Agora, os jogadores mais experientes podem randomizar os itens do Centro Comunitário e as recompensas da mina. O update também inclui itens extras para cultivo e produção, além de mais opções para personalizar o protagonista.

    Área inédita e novo personagem (spoilers)

    A atualização de Stardew Valley também inclui uma nova região com um personagem novo, mas essa parte do update não foi amplamente divulgada para evitar spoilers. Logo, se você quer 100% de surpresa ao jogar, pule para o próximo subtítulo.

    Leo, novo personagem de Stardew Valley

    Segundo descrevem as notas completas da atualização, a nova região de Stardew Valley se chama Ginger Island e faz parte do arquipélago de Fern Islands, que pode ser visitado após o conserto do barco na loja do Willy, o pescador. O local inédito possui um novo personagem chamado Leo, que possui uma história própria, com diálogos e eventos de história.

    Segundo a descrição no Wiki de Stardew Valley, Leo considera os pássaros da ilha como sua família, já que seus pais se perderam no mar. O personagem é tímido inicialmente e o jogador precisa conquistar sua confiança para que ele mude para a cidade.

    A região de Ginger Island também conta com três outros NPCs: Birdie, Gourmand Frog e Professor Snail. Além disso, o local possui a dungeon do vulcão, que muda a cada visita do jogador.

    Atualização chega em 2021 para consoles e mobile

    Todas as novidades da versão 1.5 de Stardew Valley já estão disponíveis na versão de PC do game, que está em promoção na Steam. O jogo sai por apenas R$ 16,74 na loja da Valve por tempo limitado, e depois retorna para o seu preço normal de R$ 24,99, que também é bem acessível para todo o conteúdo entregue.

    A grande atualização de Stardew Valley será lançada para a versão de consoles e smartphones em 2021. O jogo está disponível no PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X e S, Nintendo Switch e celulares Android e iOS.

    Stardew Valley é desenvolvido por apenas uma pessoa, logo, pode ser que a atualização para o simulador de fazendinha acabe demorando um pouco para dar as caras nas outras plataformas. De qualquer forma, a edição atual do game já é sensacional e pode ser uma baita distração durante a pandemia.

  • Xbox Series X: como está o console após a febre do lançamento?

    Xbox Series X: como está o console após a febre do lançamento?

    O Xbox Series X chegou ao mercado oficialmente em 10 de novembro e já passamos um bom tempo com o console aqui no Jornal dos Jogos. Além da análise já disponível neste link, produzimos diversos conteúdos de apoio sobre os games e as funcionalidades do dispositivo, que tem preço na casa dos R$ 4.599.

    Agora, cerca de um mês desde o Xbox Series X, o objetivo é contar como anda a experiência com o console após certo tempo de uso. Além disso, vamos apontar o que melhorou (ou não) desde a janela de lançamento do produto, que não é o único dispositivo de nova geração da Microsoft: a empresa também possui o Xbox Series S, que é focado em custo-benefício.

    Hardware silencioso

    Desde seu lançamento, o Xbox Series X impressiona com o hardware potente e silencioso. Após um mês de uso, o console continua quietinho e chegou a me fazer perceber barulhos que eu não dava muita atenção anteriormente. A ventoinha do dispositivo é tão sutil que faz meu computador parecer um monomotor.

    Mesmo em altas cargas de trabalho, o barulho do console é tão sutil que você ouve o HD externo maquinando arquivos ao invés do sistema de resfriamento do Xbox Series X. É necessário se aproximar do console para conseguir ouvir algum ruído.

    A parte exterior do console também brilha no meu setup com seu design que não é chamativo e parece um PCzinho, mas comecei a sentir falta de uma porta USB extra na frente. O console possui apenas uma entrada dianteira e duas na traseira, o que acaba limitando o uso de periféricos e acessórios, como mouse e teclado ou microfones e headsets com conexão USB.

    Retrocompatibilidade e 120 fps

    Desde seu lançamento, o Xbox Series X também cresceu na parte dos games. O console ainda não possui exclusivos de peso e The Medium foi adiado para janeiro de 2021, o que foi uma perda imensa. Por outro lado, a Microsoft está caprichando no suporte para retrocompatibilidade.

    Algumas tecnologias que viraram padrão na nova geração já estavam presentes no Xbox One, como o suporte para taxa de quadros variável e os 120 quadros por segundo. Apesar de as funções não terem sido aproveitadas anteriormente, a base serviu para facilitar a implementação das novidades no Xbox Series X e S.

    De acordo com desenvolvedores, os consoles da Microsoft garantem mais facilidade no port de jogos das gerações anteriores. Por causa disso, títulos como Call of Duty Warzone e Rocket League só rodam em 120 quadros por segundo no Xbox Series X e S.

    Rogue Company está entre os jogos que receberam 120 frames por segundo somente no Xbox Series X e S. (Imagem: Mateus Mognon)

    O hardware mais robusto da nova geração também garante mais estabilidade na hora de rodar jogos mais antigos. Os 30 quadros por segundo ainda são obrigatórios em certos títulos, como é o caso de Watch Dogs: Legion, mas algumas desenvolvedoras estão padronizando a opção de escolher entre 60 quadros por segundo ou gráficos mais rebuscados.

    Um bom exemplo disso é Yakuza: Like a Dragon, que ganhou minhas últimas semanas. O game conta com um modo focado em visuais mais rebuscados, mas a fluidez dos 60 quadros compensa rodar o título em resoluções abaixo do 4K.

    Cyberpunk 2077 chegou cheio de problemas no PS4 e Xbox One e não possui uma versão focada na nova geração. Porém, o Xbox Series X roda o jogo de maneira estável e traz modos de performance e desempenho, que permitem escolher entre taxas de quadros mais altas e um visual mais definido.

    Xbox Game Pass: a cereja do bolo

    Desde a chegada do Xbox Series X e S, o Game Pass também deu uma bela evoluída e mostrou seu poder para segurar o console nesse período sem grandes lançamentos. Além da integração com o EA Play, o serviço recebeu títulos de peso recentemente.

    A versão de console do game foi agraciada com Control e, um dos games mais premiados do ano passado, e também Skyrim. Recentemente, o serviço também recebeu os indies Haven e Call of the Sea, que foram lançados direto no catálogo, e Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age.

    Haven é um dos indies que chegou diretamente ao Xbox Game Pass. (Imagem: Mateus Mognon)

    Outro ponto interessante é que alguns desses títulos também chegaram ao PC. Como sou um jogador multiplataforma, vez ou outra acabo baixando títulos no console e Xbox, e ter o progresso compartilhado é bem maneiro.

    Além disso, a Microsoft começou a testar o xCloud no Brasil e a integração entre save na nuvem e Series X funciona bem, mostrando o potencial da plataforma por aqui. Começar a jogar no Xbox ou PC e poder continuar o progresso no celular, de qualquer lugar, é uma experiência bem interessante.

    Armazenamento e Quick Resume

    Na parte de armazenamento, o Xbox Series X também não deixa a desejar. Consegui salvar mais de 20 jogos no SSD de 1 TB do game desde seu lançamento e não senti falta de mais espaço. Para facilitar os testes no Xbox One, também adotei um HD externo para transportar os jogos entre os sistemas, o que me surpreendeu.

    Assim como os jogos salvos no SSD, os games do HD externo também se aproveitam do melhor recurso do Xbox Series X e S: o Quick Resume. A funcionalidade permite que o jogador intercale o gameplay entre diferentes games e volte rapidamente para o jogo. Enquanto rolam algumas falhas de vez em quando, é sempre bom quando o recurso faz o seu trabalho e agiliza a entrada no gameplay.

    No pior dos cenários, o jogador precisa passar rapidamente pelo boot do jogo ou lidar com alguns bugs. Recentemente joguei Call of The Sea no Xbox Series X e o áudio sumia sempre que o jogo abria com o Quick Resume, o que me obrigava a encerrar o app e reiniciá-lo sem a função.

    Em outros casos, porém, o uso da função é quase milagroso. Deixei o Xbox Series X desligado por dois dias e abri Need For Speed Heat direto do HD externo. Mesmo assim, o tempo de resposta proporcionado pelo Quick Resume foi tão alto que cheguei a bater o carro quando voltei diretamente ao gameplay.

    Gravação precisa melhorar

    A interface do Xbox Series X é bem parecida com a UI do Xbox One e cumpre o seu papel com um visual organizado. O problema, porém, é que algumas funções ainda precisam de otimizações para entregar uma experiência de qualidade.

    Uma das minhas maiores decepções com o Xbox Series X é o sistema de captura de vídeos de gameplay, que falhou algumas vezes durante o uso. Quando gravo clipes utilizar fones, por exemplo, o sistema não captura o áudio e deixa o vídeo mudo.

    As screenshots funcionam perfeitamente,
    mas a gravação de clipes precisa melhorar

    A pior parte é quando a gravação fica com partes “congeladas” ao ser capturada em resolução 4K. O problema praticamente inviabiliza o uso do conteúdo quando ocorre múltiplas vezes em um mesmo arquivo, já que os clipes na resolução podem ser capturados no SSD com no máximo um minuto de duração. Além disso, o compartilhamento dos vídeos para redes sociais não funciona direito e, desde o lançamento, não consegui enviar um clipe diretamente do console para o Twitter.

    A experiência com os vídeos é totalmente diferente do sistema de capturas de tela, que funcionam perfeitamente e deveria ser exemplo de facilidade de uso. As screenshots em 4K podem ser salvas automaticamente na Xbox Live, o que permite baixar a captura no celular ou computador, além de compartilhar de maneira rápida em redes sociais.

    Navegador…

    Enquanto a gravação de gameplay me decepcionou como criador de conteúdo, minha pior experiência no sistema do Xbox Series X como usuário foi o navegador Microsoft Edge. Precisei da ferramenta poucas vezes, mas nunca obtive resultados satisfatórios. O console chegou a congelar por completo em um dos casos que usei o browser, forçando uma reinicialização na base do botão Power.

    Os problemas no aplicativo se devem à versão defasada do navegador que está presente no Xbox. Como o próprio logo indica, o browser presente nos consoles é baseado no Microsoft Edge Legacy, que será descontinuado pela empresa em 2021.

    O Xbox Series X ainda usa o Edge Legacy…

    A nova versão do Edge, que é baseada na mesma tecnologia do Google Chrome, é espetacular e funciona muito bem no PC. Porém, a Microsoft não deu informações de quando lançará a novidade nos consoles, apesar do interesse dos usuários.

    Além de apresentar falhas durante o uso, o Edge para Xbox também não possui suporte para mouse, o que seria um baita diferencial para os consoles da linha. O teclado funciona e é uma mão na roda na hora de digitar, mas poder mexer a seta apenas pelo controle acaba limitando o uso do browser.

    Caso a Microsoft lance a versão aprimorada do Edge no Xbox, seria muito interessante ver o programa suportando mouse e teclado. A velocidade do SSD tornaria o navegador interessante para zapear nas redes sociais e até realizar ações de produtividade, como escrever no Google Docs. É um detalhe pequeno e que não parece difícil de implementar, mas faria muita diferença para usuários “multitarefa.”

    Pilhas

    Outro ponto que gera polêmica e fica evidente durante o uso do Xbox Series X são as pilhas. O console mais potente de nova geração é um produto premium que custa mais de R$ 4 mil, mas seu controle não vem com uma fonte de alimentação além das duas pilhas que acabam em cerca de uma semana.

    A utilização de pilhas garante mais opções de alimentação para o usuário. Porém, com o preço cobrado pelo produto, o controle certamente podia trazer uma bateria em sua embalagem. Afinal, estamos falando de um dispositivo premium e que, quando vendido separadamente, sai por mais de R$ 500.

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    Com isso em mente, os novos jogadores que estão chegando ao Xbox precisam estar cientes: você vai gastar uma graninha frequentemente com pilhas ou terá que comprar uma solução mais duradoura, mas que pesa mais no bolso. Como eu já possuo um Xbox One aqui em casa e um carregador de pilhas, optei por adquirir dois pares de pilhas recarregáveis para usar no controle do Series X.

    Outra opção para usar o controle sem fio é adotar baterias recarregáveis. A Microsoft possui um kit próprio que custa algo na casa dos R$ 300, o que é um valor bem salgado em comparação às pilhas, que podem ser compradas com carregador por R$ 149,90.

    A HyperX também possui o ChargePlay Duo, que traz duas baterias e uma base de carregamento por cerca de R$ 270. A solução traz um bom custo-benefício em comparação ao kit da Microsoft, mas só possui baterias compatíveis com controles do Xbox One atualmente — fontes de alimentação voltadas para o controle do Series X/S começam a ser vendidas em 2021.

    Para quem não quer gastar, vale ressaltar que o controle possui uma porta USB e pode ser jogado com cabo. A conexão também permite alimentar o controle com uma powerbank, o que não é tão conveniente, mas funciona.

    Conclusão

    Após um mês de mercado, o Xbox Series X ainda não possui um grande jogo para chamar de seu, mas conta com uma arma forte para conquistar novos usuários: o Xbox Game Pass. O serviço continua recebendo jogos variados e de qualidade, incluindo o aclamado Control, e os testes com o xCloud mostram um futuro promissor para a marca no Brasil.

    Em relação ao hardware, o Series X ainda não tem muito material para mostrar todo o seu potencial, mas não decepciona com os games atuais. A retrotompatibilidade é vasta e inclui melhorias em diversos jogos, até mesmo em Cyberpunk 2077. O grande destaque, porém, fica por conta do sistema de resfriamento do dispositivo, que funciona praticamente sem barulhos.

    Os saves integrados e a rapidez da Xbox Live garantem comodidade na hora de continuar o gameplay iniciado em outra máquina e compartilhar screenshots. O sistema ainda precisa de alguns polimentos, principalmente na captura de vídeo e no navegador, mas a experiência de uso geral é bastante positiva.

    O ano de 2021 promete ser bastante positivo para o console e logo em janeiro teremos o lançamento de The Medium, considerado o primeiro “exclusivo” de grande porte para a plataforma. Agora é esperar para ver se todo o potencial do hardware poderoso será aproveitado no futuro.

    Leia também:

    Xbox Series S vale a pena? Conheça o console custo-benefício da Microsoft

    Xbox Series X – Análise do console

    Xbox Series X: The Witcher 3 impressiona no console mesmo sem patch

  • Epic Games Store: como pegar jogos grátis e aproveitar o cupons de R$ 40

    Epic Games Store: como pegar jogos grátis e aproveitar o cupons de R$ 40

    A Epic Games Store continua dando fortes investidas para ganhar usuários. Neste fim de ano, a companhia iniciou uma promoção que traz 15 jogos gratuitos para PC, descontos em lançamentos e CUPONS ILIMITADOS de R$ 40 para ser utilizado na compra de games.

    Se você está em busca de novos games para a virada, confira aqui como resgatar os jogos grátis da Epic Store e como aproveitar o desconto oferecido pela loja.

    Como resgatar os jogos gratuitos da Epic Store

    A Epic Store vai dar um total de 15 jogos gratuitos neste fim de ano e começou distribuindo Cities Skylines gratuitamente, seguindo com Oddworld: New ‘n’ Tasty. Cada título estará disponível sem custos durante 24 horas na loja, então é sempre bom ficar ligado para não perder a oferta.

    O jogo gratuito do dia é divulgado na página inicial da Epic Games Store às 13h. A loja também deixa uma contagem regressiva indicando quanto tempo ainda resta até o próximo game sem custos ser liberado.

    Para resgatar o jogo gratuito, o usuário precisa entrar na página do game clicando na imagem presente na tela inicial da Epic Games Store. Em seguida, basta clicar em “Obter” e fazer login em sua conta para vincular o game à sua biblioteca.

    Lista de possíveis jogos gratuitos

    Um vazamento que ocorreu durante o início da promoção revelou quais podem ser os possíveis jogos gratuitos que devem aparecer durante toda a promoção da Epic Games Store. A lista não é confirmada, mas acertou os jogos dos primeiros cinco dias da promoção.

    Com isso em mente, existe grande chance de os outros títulos também aparecerem de graça na loja, inclusive Jurassic World Evolution, que está em promoção na Steam por R$ 8.

    • 17 de dezembro: Cities: Skylines
    • 18 de dezembro: Oddworld: New n Tasty
    • 19 de dezembro: The Long Dark
    • 20 de dezembro: Defense Grid 1
    • 21 de dezembro: Alien: Isolation
    • 22 de dezembro: Metro 2033 (Original ou Redux)
    • 23 de dezembro: Tropico 5
    • 24 de dezembro: Inside
    • 25 de dezembro: Darkest Dungeon
    • 26 de dezembro: My Time at Portia
    • 27 de dezembro: Night in the Woods
    • 28 de dezembro: Stranded Deep
    • 29 de dezembro: Solitairica
    • 30 de dezembro: Torchlight II
    • 31 de dezembro: Jurassic World Evolution

    Cupons ilimitado de R$ 40

    Os cupons de R$ 40 da Epic Games Store são vinculados à sua conta e aparecem assim que você faz login na plataforma. O valor também aparece aplicado automaticamente em jogos compatíveis, que devem custar pelo menos R$ 59,99.

    Os cupons de R$ 40 distribuído pela Epic Games Store são ilimitados durante a promoção, mas expiram em 7 de janeiro de 2021, às 13h. Ou seja, o desconto extra é válido apenas para essa promoção. Abaixo, nós trazemos uma série de games que ficam com um preço camarada

    Se você quer aproveitar os descontos e ajudar o Jornal dos Jogos, não esqueça de usar a tag de indicação “supermognon” na hora de finalizar a compra!

    Dicas de games para usar com os cupons

    A lista abaixo inclui os jogos que podem ser comprados com cupons de R$ 40 durante a promoção de fim de ano. Vale ressaltar que o bônus não pode ser usado em games abaixo de R$ 59,99.

    Alguns jogos possuem descontos para estrategicamente ficaram abaixo do “valor de corte”, o que garante preços na casa dos R$ 50. Isso inclui Crysis Remastered por R$ 34,19, Assassin’s Creed Odyssey por R$ 53,99, Red Dead Online (sem modo campanha) por R$ 27,99 e Disaster Report 4 por R$ 56,99 (tem uma demo gráris)

    Agora, confira jogos que podem ser utilizados com o cupom e ficam com um preço bem amigável na Epic Games Store.

    Hades

    O indie da Supergiant Games que concorreu ao prêmio de Jogo do Ano pode ser comprado por R$ 19,99 usando o cupom de R$ 40. Para isso, o jogador precisa selecionar a versão que custa R$ 49,99 e também inclui a trilha sonora.

    Mortal Shell

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    O RPG Mortal Shell, que traz uma vibe de Dark Souls, pode ser comprado por R$ 22,99 usando o cupom de R$ 40 da Epic Games Store. Durante a promoção, o que está custando R$ 62,99.

    The Pathless

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    O indie The Pathless pode ser adquirido por R$ 35,99 com o cupom de R$ 40 da Epic Games Store aplicado.

    Desperados 3

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    Desperados 3 é um dos melhores jogos de estratégia de 2020 e está custando R$ 21,22 na Epic Games Store com o cupom de R$ 40.

    Assassin’s Creed Origins: Gold Edition

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    A edição Gold de Assassin’s Creed Origins custa R$ 19,99 com o cupom de R$ 40 da Epic Games Store. As versões básicas do jogo ficam abaixo do “valor de corte” do cupom.

    Star Wars Jedi Fallen Order

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    Star Wars Jedi Fallen Order pode ser comprado por R$ 55,60 durante a promoção da Epic Games Store e usando o cupom de R$ 40 de desconto. Com o adiamento da integração entre EA Play e Game Pass no PC, a promoção é uma boa alternativa para quem está interessado no game!

    Death Stranding

    Death Stranding está com corte de 50% no preço na Steam e Epic Games Store. Usando o cupom de R$ 40 de desconto da Epic, o game sai por R$ 79,50. Vale ressaltar que o título ganhou uma atualização recentemente no PC com conteúdos gratuitos inspirados em Cyberpunk 2077.

    Red Dead Redemption 2

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    Red Dead Redemption 2 é um baita jogo, mas continua caro no PC… O jogo da Rockstar está custando R$ 160,13 na promoção da Epic Games Store e sai por R$ 120 com o cupom de R$ 40 aplicado na hora da compra.

    Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2

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    Exclusivo da Epic Games Store no PC, Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 sai por R$ 109,25 com o cupom de R$ 40. Não é aqueeele preço, mas o jogo normalmente custa R$ 200 na plataforma.

    Immortals Fenyx Rising

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    Immortals Fenyx Rising é o Zelda Breath of the Wild da Ubisoft que recebeu aprovação do Diego Kerber! O jogo foi lançado no começo do mês por exagerados R$ 250 no PC, mas sai por R$ 127 com o desconto e o cupom de R$ 40 da Epic Store. Bem melhor, né?

    Assassin’s Creed Valhalla

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    O novo Assassin’s Creed Valhalla também está em promoção na Epic Games Store. O jogo está com desconto e sai por R$ 125,99 com a aplicação do cupom da Epic Games Store de R$ 40.

    Far Cry New Dawn + Far Cry 5

    A Epic Games Store está vendendo um pacote com Far Cry New Dawn e Far Cry 5, os dois jogos mais recentes da franquia, por R$ 59,99 durante a promoção de fim de ano. Ao utilizar o cupom de desconto extra, dá pra comprar tudo isso por apenas R$ 19,99.


    E aí, o que achou das nossas dicas? Confira mais jogos em promoção no site da Epic Games Store. Deixe sua sugestão lá no nosso post do Twitter!

    Lembrando que os descontos vão até 7 de janeiro de 2021, data que também marca o fim do cupom de R$ 40 da plataforma.

  • EA Play no Game Pass de PC adiado, jogos grátis e Vin Diesel no ARK 2

    EA Play no Game Pass de PC adiado, jogos grátis e Vin Diesel no ARK 2

    Os últimos dias foram dominados por Cyberpunk 2077, mas o mundo dos games é mais que o RPG futurista da CD Projekt Red no mundo dos games. A vida anda agridoce para quem joga no PC, já que a integração de EA Play e Game Pass foi adiada, mas um caminhão de jogos grátis está chegando.

    A semana também foi marcada pelo The Game Awards, que além de premiar os principais jogos de 2020, também foi palco de apresentação para projetos promissores.

    Novas da semana

    O dia 15 de dezembro deveria marcar a data da integração entre EA Play e Xbox Game Pass no PC, mas virou a data do adiamento do benefício. A Microsoft anunciou que a novidade só chegará em 2021 para os membros do serviço no computador.

    A empresa não deu grandes explicações para o adiamento justamente no dia em que a integração deveria ser lançada. A publicação no Xbox Wire diz que as empresas precisam de mais tempo para “oferecer a melhor experiência” dentro do Game Pass. Será que rolou um problema técnico cabuloso?

    Among Plataformas

    Enquanto o EA Play não chegou para o Game Pass do PC, um indie bastante popular foi anunciado para o catálogo do serviço. O hit Among Us chega em breve na assinatura da Microsoft para os computadores, que também receberá outros jogos de peso.

    A Nintendo também realizou uma transmissão focada em indies e lançou Among Us para o Switch, que se tornou o primeiro console a rodar o jogo do impostor.

    Velociraptors e Furiosos

    Vin Diesel deu as caras no Game Awards do ano passado para apresentar um jogo meia boca do Velozes e Furiosos. Em 2020, o careca mais famoso de Hollywood voltou a dar as caras na premiação, mas com um projeto diferente: ARK II.

    O ator vai interpretar um personagem chamado Santiago no jogo de dinossauros da Wildcard e, além disso, também vai atuar como produtor executivo do projeto. O resultado de tudo isso poderá ser jogado em 2022, primeiro no PC e Xbox Series X e S, que garantiu exclusividade temporária para o peculiar jogo.

    De Dead Space para PUBG

    Outro game apresentado no The Game Awards que chamou a atenção foi The Callisto Protocol, o jogo de estreia do Striking Distance, estúdio do antigo líder da Visceral e um dos responsáveis por Dead Space. O teaser de revelação capricha no terror, mas o que é mais surpreendente no projeto é a aleatoriedade de seu universo.

    De acordo com Glen Schofield, The Callisto Protocol se passa no mesmo mundo de outro game bastante popular, e não estamos falando de Dead Space. O jogo de terror se passa no universo de Playerunknown’s Battlegrounds. Isso mesmo, o jogo de battle royale da PUBG Corp, que vai publicar o projeto da Striking Distance.

    The Callisto Protocol acontece 300 anos após os eventos do multiplayer e promete expandir o universo do “pai” de todos os jogos de battle royale. “Eu apresentei o jogo e fizemos o que tinha que ser feito para ajustá-lo ao enredo de PUBG”, explicou Schofield. Conseguiram minha curiosidade.

    E os prêmios?

    Se você perdeu o The Game Awards 2020, todas as novidades reveladas e vencedores podem ser conferidos no site do Jornal dos Jogos. Resumindo, The Last of Us 2 bateu recorde de estatuetas conquistadas.

    A principal polêmica entre as vitórias fica para o prêmio de melhor estúdio para a Naughty Dog, que ganhou manchetes em 2020 devido aos casos de crunch para terminar o game. Para piorar, a situação também se repetiu no Brazil Game Awards e mostrou que, no final das contas, o juri da premiação brasileira releva e esquece certas situações tão rápido quanto a galera do exterior.

    Cybertretas 2077

    Nós já fizemos um textão no Jornal dos Jogos falando sobre as tretas de Cyberpunk 2077 e seu lançamento horroroso, mas parece que a situação só piora. Em sua última carta de fundo amarelo, a empresa disse que não seria complicado conseguir o reembolso nos consoles, mas existem relatos de que a experiência é outra.

    Os principais problemas para devolver o game e conseguir o dinheiro de volta estariam rolando no PlayStation 4 e PS5. A Sony não possui uma plataforma própria para reembolso, os usuários precisam falar com atendentes e nem sempre as solicitações são respondidas. Para quem não quer passar por essa dor de cabeça, a promessa é que o jogo estará melhor até fevereiro de 2021. Not cool, CD Projekt Red.

    Fortnite em PC fraco

    Após lançar recursos de Ray Tracing em Fortnite, a Epic Games quer expandir o alcance de Fortnite no PC. A empresa anunciou uma edição do jogo focada em computadores fracos.

    A desenvolvedora promete um download menor e gráficos piores. Porém, os frames por segundo são mais altos em notebooks e PCs fracos, o que deve ajudar a manter a estabilidade na hora de cair no battle royale. Mais detalhes aqui.

    Classificados

    • A Ubisoft está oferecendo games e itens grátis até dia 18 de dezembro! Após dar recompensas de Assassin’s Creed Valhalla, a empresa está distribuindo gratuitamente o jogo de PC Starlink: Battle for Atlas;
    • A Steam deve realizar uma promoção grandiosa futuramente, mas já está com alguns descontos maneiros. Para quem gosta de dinossauros e jogos de gerenciamentos, a empresa está vendendo Jurassic World Evolution com 90% de desconto, deixando o jogo por apenas R$ 8. A promoção vai até dia 22 de dezembro e, se você não é fanboy de loja, recomendo dar uma segurada: a Frontier distribuiu Elite Dangerous de graça na Epic Store recentemente e pode repetir a dose com o game de parque dos dinossauros.
    • O Xbox Game Pass Ultimate está em promoção e três meses do serviço podem ser contratados por apenas R$ 5. A oferta é maneira tanto para quem joga nos consoles quanto no PC, já que o serviço recebeu várias novidades

    Indie da vez: Call of the Sea

    Enquanto eu lidava com os bugs de Cyberpunk 2077, resolvi dar uma explorada no catálogo do Game Pass e encontrei um indie bem maneiro lançado recentemente: Call of the Sea. A produção do estúdio Out of the Blue e da Raw Fury parece uma fusão de conceitos que encontramos em obras de H.P. Lovecraft e filmes do Guillermo del Toro.

    O game utiliza perspectiva em primeira pessoa, se passa nos anos 1930 e acompanha uma professora de artes com uma doença rara. Seu amado e aventureiro marido foi em busca de uma cura para a enfermidade em uma ilha e acaba desaparecendo.

    O objetivo do jogador é ajudar a protagonista Norah a encontrar Henry, mas a personagem acaba se descobrindo durante sua misteriosa jornada em uma ilha no Pacífico Sul. Durante meu gameplay no Xbox Series X, fui presenteado com belos gráficos e alguns quebra-cabeças extremamente desafiadores. O grande destaque, porém, é a história.

    Call of the Sea traz uma pegada cinematográfica, narrativa envolvente e um universo bem interessante. Os puzzles complicados me fizeram dar uma pausa na jornada algumas vezes, mas rapidamente eu voltava para o gameplay em busca de respostas para a história.

    Para quem está ocupado com outros jogos, trago uma boa notícia: Call of the Sea não é muito longo e eu matei praticamente todo o jogo em um domingo. É uma experiência surpreendente e com um dos melhores finais que vi em jogos de história em 2020.

    Call of the Sea está disponível para jogar no Game Pass de Xbox e PC. Atualmente o título é exclusivo de console no Xbox One e Series X/S. Com sua qualidade narrativa e gráficos bonitos, o projeto da Out of the Blue pode ser considerado um dos games mais interessantes para jogar nesse início de geração morno para os dispositivos da Microsoft.


    Aviso importante: essa é a última edição da nossa newsletter de notícias em 2020, então desejamos a todos os leitores um ótimo final de ano (o que é bem difícil no meio de uma pandemia, né).

    Ainda assim, a produção de conteúdo não para: lançaremos nas próximas semanas alguns conteúdos especiais, incluindo análises, reportagens e entrevistas! Siga o Jornal dos Jogos nas redes sociais pra não perder nada 😉

  • Lançamento de Cyberpunk 2077 mancha a imagem da CD Projekt Red

    Lançamento de Cyberpunk 2077 mancha a imagem da CD Projekt Red

    Após diversos adiamentos e muitas expectativas, vivemos em um mundo em que Cyberpunk 2077 pode ser comprado e jogado no PC e consoles. O problema, porém, é que a qualidade do game é tão horrenda em algumas plataformas que parte das 8 milhões de pessoas que adquiriram o título em pré-venda estão buscando formas de reembolso.

    Apesar de ter se saído muito bem nas notas iniciais, Cyberpunk 2077 não agradou na parte do desempenho. O jogo roda (quase) perfeitamente em hardwares de ponta no PC, mas o está dando trabalho em computadores modestos e frequentemente sofre com bugs. Eu não sou perito na cultura cyberpunk, mas chuto que furar o teto do carro e andar com as nádegas à mostra em posição de “T” não será algo normal no futuro.

    Enquanto bugs bizarros e uma linha de frametime instável assolam os jogadores do PC, existem pessoas que estão sofrendo ainda mais para rodar o RPG da CD Projekt Red: a galera dos consoles.

    Perdão pelo vacilo

    A situação de Cyberpunk 2077 nos consoles é tão preocupante que a CD Projekt Red teve que fazer algo que não rola todo dia: admitir e pedir desculpas para o público (e também para os investidores). As redes sociais da companhia amanheceram nesta segunda-feira (14) com um comunicado de letras miúdas e fundo amarelo, mas, desta vez, a imagem não trouxe uma mensagem de adiamento para o game.

    A imagem pode conter: texto

    A empresa mandou um “perdão pelo vacilo” e disse que errou ao não mostrar o jogo rodando nas versões base do PS4 e Xbox One. Segundo a desenvolvedora, as atualizações para dar uma recauchutada chegarão até fevereiro do ano que vem.

    Além do pedido de desculpas, a empresa também abriu um canal para ajudar no reembolso de qualquer versão do game. Os jogadores descontentes e que não querem esperar por patches podem realizar o procedimento enviando um e-mail para helpmerefund@cdprojektred.com.

    Falta de transparência

    Enquanto o pedido de desculpas pode ser visto como um símbolo de “humildade” da CD Projekt Red, não é preciso analisar com profundamente a situação para perceber o quão problemática é a sua cartinha. O timing do comunicado é o primeiro ponto a ser considerado.

    A empresa só veio se desculpar com os jogadores quase uma semana após o lançamento do game. Durante os últimos dias, o game recebeu enxurradas de feedbacks negativos devido ao desempenho e o backlash gerou uma queda brusca nas ações da companhia.

    O comunicado dá a entender que a empresa não foi transparente com seu público. A CD Projekt Red deixa evidente que poderia ter exibido Cyberpunk 2077 rodando no Xbox One e PS4, mas optou por não fazer isso. Para piorar a situação, o CEO Adam Kicinski ainda deu uma declaração duas semanas antes do lançamento dizendo que o RPG estava rodando “surpreendentemente bem” nos consoles da oitava geração.

    Quer mais? A empresa também foi bem restritiva nos conteúdos pré-lançamento. Além de ter distribuído poucas cópias de review de Cyberpunk 2077 e somente para PC, a companhia proibiu a divulgação de imagens até um dia antes do lançamento.

    Notas

    Se o marketing agressivo e a falta de transparência não fossem suficientes para manchar a imagem da empresa, os principais agregadores de notas também exibem a vergonha que foi o lançamento de Cyberpunk 2077 na oitava geração. As consequências do lançamento desastroso no PS4 e Xbox One podem ser vistas no Metacritic e no OpenCritic.

    Enquanto as notas do game figuraram na casa dos 90 pontos para a versão de PC no Metacritic, a história é outra para os consoles. No momento deste texto, as edições de PS4 e Xbox One estavam com notas na casa dos 50 devido aos problemas de desempenho.

    No caso do OpenCritic, o fiasco é ainda maior. O site está exibindo uma mensagem na página do game com um aviso falando que a CD Projekt escondeu o desempenho de Cyberpunk 2077 para Xbox One e PS4, o que acabou gerando disparidades nas análises em comparação ao game no PC. A “plaquinha da vergonha” será retirada em fevereiro de 2021, quando os patches que melhoram o jogo já estiverem disponíveis.

    Toda a vergonha do lançamento de Cyberpunk 2077 foi passada no crédito e no débito pelos jogadores

    Apesar da recepção negativa das versões de console, toda a vergonha da CD Projekt Red foi passada no crédito e no débito pelos jogadores. O game vendeu oito milhões de cópias e teve o maior lançamento da história do PC. Assim como OpenCritic, vamos ter que esperar até fevereiro para vermos como o game vai evoluir, mas não precisamos esperar para se decepcionar ainda mais com a CD Projekt Red.

    Oitava geração não era o foco

    Logo após toda a treta envolvendo os consoles e reembolsos, a CD Projekt também trocou uma ideia com seus investidores sobre o assunto. O papo deveria servir para limpar a barra da empresa acabou se tornando mais uma mancha de óleo no oceano de expectativas em cima da companhia.

    A descrição da reunião foi publicada online e a CD Projekt explica que, basicamente, negligenciou a versão de PS4 e Xbox One de Cyberpunk 2077. “Nós definitivamente não passamos tempo suficiente cuidando disso”, explica Michał Nowakowski, um dos comandantes da desenvolvedora.

    Imagem
    Imagem: Twitter/Nibellion

    O executivo também revela que PlayStation e Xbox confiaram na CD Projekt Red na hora de certificar o game para o lançamento nos consoles. Segundo Nowakowski, as empresas acreditavam que a desenvolvedora estava preparando melhorias para a versão de lançamento do game no PS4 e Xbox One, o que claramente não aconteceu.

    A CD Projekt Red também explica que seu foco primordial no desenvolvimento foram as versões de PC e consoles de nova geração. Vale destacar, porém, que a edição de computador ainda conta com problemas bem sérios, como ausência de Ray Tracing em GPUs AMD e um bug que desativa funções de CPUs Ryzen.

    Além disso, Cyberpunk 2077 ainda não foi lançado na nova geração de consoles. O game está disponível no PS5 e Xbox Series X/S via retrocompatibilidade e será efetivamente otimizado para as plataformas em uma atualização que chega em 2021.

    Ou seja, o resumo da Ópera:

    • Cyberpunk 2077 foi lançado com sérios problemas no PS4 e Xbox One, a empresa estava ciente das falhas e omitiu os detalhes do público;
    • A versão de PC foi o grande foco da desenvolvedora e não enfrenta grandes problemas, mas carece de otimizações, correções de bugs e ainda não possui suporte para certos recursos básicos em alguns hardwares;
    • O PS5 e Xbox Series X/S também ganharam atenção especial da desenvolvedora, mas só rodam Cyberpunk 2077 via retrocompatibilidade atualmente;

    O que aprendemos com tudo isso?

    Graças a esse lançamento tão conturbado, fica difícil manter a confiança na CD Projekt Red, já que claramente a empresa cruzou vários sinais vermelhos sabendo das consequências trazidas pelos problemas. Enquanto muitas pessoas se decepcionaram com Cyberpunk 2077 por causa das expectativas, a empresa também falhou no básico: entregar um produto que funciona.

    Depois do sucesso de The Witcher 3: Wild Hunt, a CD Projekt Red acabou ganhando a fama de “amigona da vizinhança” com suas políticas de focar em jogos single-player, entregar conteúdos gratuitos e lançar expansões de qualidade. O que os fãs não podem esquecer é que tudo isso ainda é um método de negócio e que visa dar lucro para a empresa, mesmo que isso signifique entregar produtos quebrados e receber acusações de crunch e má gerência.

    Como o lançamento de Cyberpunk 2077 provou, a CD Projekt Red está disposta a arriscar sua imagem para ganhar uns trocados a mais e os problemas do certamente deixarão uma mancha no currículo da empresa. Resta agora esperar pelas atualizações que serão lançadas até fevereiro, que podem servir como uma “narrativa de redenção” e colocar a companhia para concorrer ao prêmio de “Melhor Jogo Contínuo” em 2021 no The Game Awards 2021.

    Atualização (18/12)

    A treta com a CD Projekt Red escalou de maneira anormal em 17 de dezembro: a PlayStation recebeu tantos pedidos de reembolso por causa de problemas que resolveu retirar Cyberpunk 2077 de sua loja digital. Com isso, todos os jogadores do PS4 e PS5 que compraram o game digitalmente na plataforma podem solicitar seu dinheiro de volta.

    A Microsoft não retirou o jogo de sua loja, mas expandiu o sistema de reembolso no Xbox. A empresa possui uma plataforma automatizada para reembolsos, o que certamente vai facilitar a vida dos consumidores descontentes.

    Enquanto os jogadores podem solicitar reembolsos com poucos cliques, quem não ficou feliz com as notícias foram os acionistas da CD Projekt Red. O valor das ações da empresa despencaram na manhã após a divulgação da saída do game da PS Store. Resta agora saber se a gerência da companhia vai tirar a folga de fim de ano dos desenvolvedores para consertar a versão de Cyberpunk 2077 para PS4 e Xbox One. É o crunch especial de natal.

  • Among Us, Skyrim e Man of Medan: em breve no Xbox Game Pass

    Among Us, Skyrim e Man of Medan: em breve no Xbox Game Pass

    No meio do show da The Game Awards, a Microsoft divulgou (mais) algumas grandes surpresas que estão para chegar no Xbox Game Pass para console, PC e Android. O pacote complementa o que vimos algumas semanas atrás e deixa o gamer de computador ainda mais farto de opções para passar o verão mergulhado em games do serviço.

    (Fonte: Microsoft/Divulgação)

    Além daquele catálogo recheadíssimo anunciado anteriormente e da introdução do EA Play para o Xbox Game Pass Ultimate, o serviço dará espaço para os seguintes games:

    • The Elder Scrolls V: Skyrim (Android via xCloud e consoles Xbox) — 15 de dezembro;
    • Mørkredd (Android, consoles Xbox e PC) – já disponível;
    • Among Us (PC) — 17 de dezembro;
    • Beholder: Complete Edition (Android via xCloud e consoles Xbox) — 17 de dezembro;
    • Conde Vein (Android e Console) — 17 de dezembro;
    • The Dark Pictures Anthology: Man of Medan (PC) — 17 de dezembro;
    • Monster Train (consoles Xbox) — 17 de dezembro;
    • MotoGP 20 (Android via xCloud, consoles Xbox e PC) — 17 de dezembro;
    • My Friend Pedro (Android via xCloud) — 17 de dezembro;
    • Neoverse (Android via xCloud, consoles Xbox e PC) — 17 de dezembro;
    • Wilmot’s Warehouse (consoles Xbox e PC) — 17 de dezembro;

    Como já mencionado anteriormente, as adições ao catálogo do Xbox Game Pass para Android ainda é exclusiva dos países que já possuem o serviço devidamente lançado. Aqui no Brasil, o Microsoft xCloud ainda está em fase de acesso antecipado que conta com a participação de alguns usuários selecionados pela Microsoft — e, felizmente, estamos entre eles! Confira as primeiras impressões dos games por streaming do xCloud no Brasil.

    Será um verão movimentadíssimo para assinantes do Xbox Game Pass. Para quem ainda não é, pode aproveitar a promoção de 3 meses do Xbox Game Pass Ultimate por míseros R$ 5. É uma baita oportunidade.

  • The Game Awards 2020: confira todos os vencedores e destaques da premiação

    The Game Awards 2020: confira todos os vencedores e destaques da premiação

    O The Game Awards 2020 foi realizado na noite desta quinta-feira e, além de premiar os maiores jogos do ano, também contou com algumas novidades para o futuro. Se você resolveu ir dormir mais cedo e perdeu a premiação, trazemos aqui um resumão com os principais tópicos que rolaram no evento online.

    Em relação às apresentações, o Game Awards 2020 trouxe grandes anúncios de games e vídeos de gameplay para projetos já anunciados. Os tópicos abaixo trazem, de maneira beeem resumida, alguns dos destaques da noite.

    Os vencedores do TGA 2020

    Na parte “Oscar” do evento, The Last of Us Parte 2 passou o rodo e bateu recorde de vitórias. O jogo levou sete categorias e se tornou o título com mais estatuetas do Game Awards.

    A produção da Naughty Dog definiu o último ano do PlayStation 4 com uma história pesada e que esbanja qualidades técnicas. Não podemos esquecer, porém, que a produção também foi protagonista de um escândalo de crunch, algo que foi bem comum em 2020.

    Além de The Last of Us 2, jogos como Final Fantasy VII Remake, Hades e Among Us levaram duas categorias cada na premiação. Todos os vencedores podem ser vistos abaixo, em destaque:

    Jogo do Ano

    Animal Crossing: New Horizons (Nintendo)
    DOOM Eternal (id Software/Bethesda)
    Final Fantasy VII Remake (Square Enix)
    Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE)
    Hades (Supergiant Games)
    The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE)

    Melhor Direção de Jogo

    Final Fantasy VII Remake (Square Enix)
    Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE)
    Hades (Supergiant Games)
    Half-Life: Alyx (Valve)
    The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE)

    Melhor Narrativa

    13 Sentinels: Aegis Rim (George Kamitani)
    Final Fantasy VII Remake (Kazushige Nojima, Motomu Toriyama, Hiroki Iwaki, Sachie Hirano)
    Ghost of Tsushima (Ian Ryan, Liz Albl, Patrick Downs, Jordan Lemos)
    Hades (Greg Kasavin)
    The Last of Us Part II (Neil Druckmann, Halley Gross)

    Melhor Direção de Arte

    Final Fantasy VII Remake (Square Enix)
    Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE)
    Hades (Supergiant Games)
    Ori and the Will of the Wisps (Moon Studios/Xbox Game Studios)
    The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE)

    Melhor Trilha e Música

    DOOM Eternal (Mick Gordon)
    Final Fantasy VII Remake (Nobuo Uematsu, Masahi Hamauzu, Mitsuto Suzuki)
    Hades (Darren Korb)
    Ori and the Will of the Wisps (Gareth Coker)
    The Last of Us Part II (Gustavo Santaolala, Mac Quale)

    Melhor Design de Som

    DOOM Eternal (id Software/Bethesda)
    Half-Life: Alyx (Valve)
    Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE)
    Resident Evil 3 (Capcom)
    The Last of Us Part 2 (Naughty Dog/SIE) 

    Melhor Performance

    Ashley Johnson – Ellie, The Last of Us Part II
    Laura Bailey – Abby, The Last of Us Part II
    Daisuke Tsuji – Jin Sakai, Ghost of Tsushima
    Logan Cunningham – Hades, Hades
    Nadji Jeter – Miles Morales, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales

    Jogo de Impacto

    If Found… (DREAMFELL/Annapurna)
    Kentucky Route Zero: TV Edition (Cardboad Computer/Annapurna)
    Spiritfarer (Thunder Lotus Games)
    Tell Me Why (Dontnod Entertainment/Xbox Game Studios)
    Through the Darkest of Times (Paintbucket Games)

    Melhor Jogo Contínuo

    Apex Legends (Respawn/EA)
    Destiny 2 (Bungie)
    Call of Duty Warzone (Infinity Ward/Activision)
    Fortnite (Epic Games)
    No Man’s Sky (Hello Games)

    Melhor Jogo Independente

    Carrion (Phobia Game Studio)
    Fall Guys: Ultimate Knockout (Mediatonic/Devolver)
    Hades (Supergiant Games)
    Spelunky 2 (Mossmouth)
    Spiritfarer (Thunder Lotus Games)

    Melhor Jogo Mobile

    Among Us (InnerSloth)
    Call of Duty Mobile (TiMi Studios/Activision)
    Genshin Impact (miHoYo)
    Legends of Runeterra (Riot Games)
    Pokémon Café Mix (Genius Sonority)

    Melhor Suporte da Comunidade

    Apex Legends (Respawn/EA)
    Destiny 2 (Bungie)
    Fall Guys (Mediatonic/Devolver)
    Fortnite (Epic Games)
    No Man’s Sky (Hello Games)
    Valorant (Riot Games)

    Inovação em Acessibilidade

    Assassin’s Creed Valhalla (Ubisoft Montreal/Ubisoft)
    Grounded (Obsidian/Xbox Game Studios)
    HyperDot (Tribe Games)
    The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE)
    Watch Dogs Legion (Ubisoft Toronto/Ubisoft)

    Melhor Jogo VR/AR

    Dreams (Media Molecule/SIE)
    Half-Life: Alyx (Valve)
    MARVEL’s Iron Man VR (Camoflaj/SIE)
    STAR WARS: Squadrons (Motive Studios/EA)
    The Walking Dead: Saints & Sinners (Skydance Interactive)

    Melhor Jogo de Ação

    DOOM Eternal (id Software/Bethesda)
    Hades (Supergiant Games)
    Half-Life: Alyx (Valve)
    Nioh 2 (Team Ninja)
    Streets of Rage 4 (DotEmu)

    Melhor Jogo de Ação/Aventura

    Assassin’s Creed Valhalla (Ubisoft Montreal/Ubisoft)
    Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE)
    MARVEL’s Spider-Man: Miles Morales (Insomniac Games/SIE)
    Ori and the Will of the Wisps (Moon Studios/Xbox Game Studios)
    Star Wars Jedi: Fallen Order (Respawn/EA)
    The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE)

    Melhor RPG

    Final Fantasy VII Remake (Square Enix)
    Genshin Impact (miHoYo)
    Persona 5 Royal (Atlus, P Studios)
    Wasteland 3 (inXile Entertainment/Koch)
    Yakuza: Like a Dragon (Ryu Ga Gotoku Studio/Sega)

    Melhor Jogo de Luta

    Granblue Fantasy: Versus (Arc System Works/Cygames)
    Mortal Kombat 11/Ultimate (NetherRealm Studios/WB Games)
    Street Fighter V: Champion Edition (Dimps/Capcom)
    One Punch Man: A Hero Nobody Knows (Spike Chunsoft/Bandai-Namco)
    UNDER NIGHT IN-BIRTH Exe: Late[cl-r] (French Bread/Arc System Works)

    Melhor Jogo para Família

    Animal Crossing: New Horizons (Nintendo)
    Crash Bandicoot 4: It’s About Time (Toys for Bob/Activision)
    Fall Guys: Ultimate Knockout (Mediatonic/Devolver)
    Mario Kart Live: Home Circuit (Velan Studios/Nintendo)
    Minecraft Dungeons (Mojang/Double Eleven/Xbox Game Studios)
    Paper Mario: The Origami King (Intelligent Systems/Nintendo)

    Melhor Jogo de Estratégia/Simulação

    Crusader Kings III (Paradox Development Studio/Paradox)
    Desperados III (Mimimi Games/THQN)
    Gears Tactics (Splash Damage/The Coalition/Xbox Game Studios)
    Microsoft Flight Simulator (Asobo/Xbox Game Studios)
    XCOM: Chimera Squad (Firaxis/2K)

    Melhor Jogo de Esporte/Corrida

    Dirt 5 (Codemasters Cheshire/Codemasters)
    F1 2020 (Codemasters Birmingham /Codemasters)
    FIFA 21 (EA Vancouver/EA Sports)
    NBA 2K21 (Visual Concepts/2K)
    Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 (Vicarious Visions/Activision)

    Melhor Jogo Multiplayer

    Animal Crossing: New Horizons (Nintendo)
    Among Us (InnerSloth)
    Call of Duty: Warzone (Infinity Ward/Raven/Activision)
    Fall Guys: Ultimate Knockout (Mediatonic/Devolver)
    Valorant (Riot Games)

    Melhor Estreia de Jogo Indie

    Carrion (Phobia Game Studio/Devolver)
    Mortal Shell (Cold Symmetry/Playstack)
    Raji: An Ancient Epic (Nodding Heads Games)
    Röki (Polygon Treehouse/CI Games)
    Phasmophobia (Kinetic Games) 

    Criador de Conteúdo do Ano

    Alanah Pearce
    NickMercs
    TimtheTatman
    Jay Ann Lopez
    Valkyrae

    Melhor Jogo de Esports

    Call of Duty: Modern Warfare (Infinity Ward/Raven/Activision)
    Counter-Strike: Global Offensive (Valve)
    Fortnite (Epic Games)
    League of Legends (Riot Games)
    Valorant (Riot Games)

    Melhor Atleta de Esports

    Ian “Crimsix” Porter / Call of Duty
    Heo “Showmaker” Su / League of Legends
    Kim “Canyon” Geon-bu / League of Legends
    Anthony “Shotzzy” Cuevas-Castro / Call of Duty
    Matthieu “ZywOo” Herbaut / CS:GO

    Melhor Equipe de Esports

    DAMWON Gaming / League of Legends
    Dallas Empire / Call of Duty
    San Francisco Shock / Overwatch League
    G2 Esports / League of Legends
    Team Secret / DOTA2

    Melhor Evento de Esports

    BLAST Premier: Spring E2020 European Finals (CS:GO)
    Call of Duty League Championship 2020
    IEM Katowice 2020 (CS:GO)
    League of Legends World Championship 2020
    Overwatch League Grand Finals 2020

    Melhor Apresentador de Esports

    Eefje “Sjokz” Depoortere
    Alex “Machine” Richardson
    Alex “Goldenboy” Mendez
    James “Dash” Patterson
    Jorien “Sheever” van der Heijden

  • Cyberpunk 2077: não está fácil rodar o game no Xbox One e PS4

    Cyberpunk 2077: não está fácil rodar o game no Xbox One e PS4

    Cyberpunk 2077 chegou ao mercado, vendeu mais de 8 milhões de cópias e já virou um dos maiores sucessos da indústria, mas nem tudo são flores nesse lançamento. Quem comprou o game nos consoles da oitava geração pode ter se decepcionado com a qualidade do RPG futurista, e com razão.

    Enquanto Cyberpunk 2077 está rodando bem no PS5 e Xbox Series X/S via retrocompatibilidade, o Xbox One e PS4 não estão tankando o game. O jogo até roda, mas a qualidade está consideravelmente abaixo do ideal. Talvez eu esteja sendo chato, mas dá pra ver que não sou a única pessoa descontente com a qualidade entregue pela CD Projekt Red nos consoles lançados lá em 2013, e também e seus sucessores que não são “Pro” ou “X”.

    Sites como IGN compilaram uma série de relatos mostrando bugs horrendos que estão rolando em Cyberpunk 2077 no PS4 e Xbox One. O pessoal do Digital Foundry também testou o título no PlayStation 4 e o resultado pode ser visto acima (not good, friends).

    Além disso, basta dar uma passeada pelas redes sociais para encontrar relatos de jogadores sobre problemas que vão desde texturas faltando até quedas bruscas na taxa de quadros. Enquanto eu ainda não testei o jogo no console da Sony, minhas andanças por Night City no Xbox One não foram felizes.

    Como Cyberpunk 2077 está rodando no Xbox One Fat?

    Minha jornada principal por Night City está acontecendo em dois consoles da Microsoft: o Xbox Series X e o Xbox One Fat, lançado em 2013. O save compartilhado permite migrar entre as plataformas com facilidade, o que deixa evidente os problemas do game no Xbox One.

    O primeiroincoveniente, e também o “menos grave”, é a resolução: o game claramente roda abaixo de Full HD em diversos momentos e conta com filtros para dar aquela enganada nos olhos. Ao jogar em uma TV 4K, os artefatos de imagem são perceptíveis. As capturas de tela abaixo mostram um comparativo entre o visual entregue pelo Xbox One e o Xbox Series X, que ainda não recebeu uma versão própria de Cyberpunk 2077 e só roda o game via retrocompatibilidade.

    Colocar o Xbox One ao lado do Xbox Series X é covardia, mesmo com a ausência de uma versão de Cyberpunk para a nova geração. Ainda assim, a comparação dá uma ideia do buraco gráfico que os jogadores da oitava geração de consoles estão metidos.

    Graças a baixa resolução, o jogo parece “desfocado” no Xbox One
    Mesmo em ambientes sem muitos NPCs ou ação, o Xbox One entrega resoluções baixas
    Em ambientes lotados, a qualidade cai ainda mais

    A baixa resolução é acompanha de texturas que costumam demorar para carregar. Com isso, alguns personagens do mundo acabam virando um amontoado de pixels. Em outros casos, os objetos simplesmente aparecem alguns segundos depois do restante da cena.

    A pior, parte, porém, vai além dos gráficos…

    Taxa de quadros instável

    Como pessoa que passou um bom tempo da vida jogando em notebooks com gráficos integrados, eu não me preocupo com o visual quando o game em questão é pesado e meu sistema possui limitações. Porém, manter uma taxa de quadros estável é essencial para conseguir jogar, principalmente no caso de títulos com câmera em primeira pessoa.

    Em Cyberpunk 2077, a taxa de quadros é bastante instável e figura abaixo dos 30 frames por segundo em regiões movimentadas no PS4 e Xbox One. A simples ação de caminhar acaba causando náuseas por causa dos problemas. Durante tiroteios, então, fica bem complicado enfrentar os inimigos.

    Nesse sentido, a experiência de jogar nos consoles mais antigos fica até pior que enfrentar Cyberpunk 2077 em um PC de entrada. Afinal, a versão de computador traz mais possibilidades para equilibrar os gráficos e buscar uma taxa de quadros estável. Além disso, ainda existe a possibilidade de fazer upgrades no hardware, o que não acontece nos consoles.

    A CD Projekt ainda não lançou o port de Cyberpunk 2077 para a nova geração, o que torna difícil acreditar em otimizações robustas para o PS4 e Xbox One

    Enquanto alguns bugs podem ser removidos com atualizações, é difícil de acreditar que Cyberpunk 2077 receberá grandes melhorias de desempenho no Xbox One e PS4. A CD Projekt Red ainda nem terminou de implementar o Ray Tracing em placas de vídeo AMD e também não lançou uma versão para o game para PS5 e Xbox Series X e S.

    Para piorar a situação no Brasil, o lançamento no Xbox ainda teve um bug bizarro que deixa Cyberpunk 2077 sem dublagem em português. Enquanto uma solução não chega, ou você usa o jogo com vozes em inglês, ou precisa seguir um complexo passo a passo que inclui mudar a região do console e reinstalar todo o game.

    Com isso em mente, se você está em dúvida se vale a pena comprar Cyberpunk 2077 para PS4 e Xbox One, siga por sua conta e risco. Dá pra jogar, mas a experiência definitivamente não será tão satisfatória nas versões mais básicas dos consoles.

    Para saber como Cyberpunk 2077 está rodando no Xbox Series X, confira esse artigo.

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  • Cyberpunk 2077 roda no Xbox Series X em 60 fps e traz modo de resolução [comparativo]

    Cyberpunk 2077 roda no Xbox Series X em 60 fps e traz modo de resolução [comparativo]

    O aguardado Cyberpunk 2077 chega em 10 de dezembro e os jogadores do Xbox Series X poderão andar por Night City em duas configurações gráficas diferentes. Apesar de não contar com um patch voltado para a nova geração, o game funciona no console nos modos qualidade e desempenho — algo que aparentemente não está presente no PS5.

    O jogador pode acessar as configurações do modo de exibição na aba de vídeo, dentro do menu de ajustes do game. Por aqui, Cyberpunk 2077 abriu com o modo desempenho no padrão. Assim, o jogador roda o game mirando nos 60 quadros por segundo, com eventuais quedas no framerate em locais mais populosos.

    O modo de resolução traz alguns aprimoramentos para a aparência do game, segundo a descrição fornecida pela desenvolvedora, mas acaba diminuindo o framerate para 30 quadros por segundo. O Jornal dos Jogos conseguiu fazer capturas de tela em ambos os modos no Xbox Series X, que podem ser vistas abaixo. Recomendamos visualizar as imagens em um monitor ou TV, já que as diferenças não são tão grandes.

    A mudança mais perceptível entre os dois modos fica por conta da oclusão de ambiente e sombras, que ganham mais densidade e profundidade com o modo de resolução. Ao jogar em uma TV 4K de 43 polegadas, preferi adotar o modo com 60 frames por segundo e não notei grandes quedas na qualidade.

    Vale frisar que os recursos de Ray Tracing NÃO ESTÃO PRESENTES na versão do game para PS5, Xbox Series X e S. O patch com otimizações gráficas especificas só chegará no ano que vem e, enquanto isso, o jogo roda na nova geração via retrocompatibilidade, tirando proveito apenas do “poder bruto” do hardware.

    A imagem sem a legenda da missão (deslize para esquerda) está no Modo de Resolução
    Deslize para a esquerda para ver a imagem em modo resolução
    Deslize para a esquerda para ver a imagem em modo resolução
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    Quick Resume está funcionando

    Além de trazer dois modos de exibição, a versão do game no Xbox Series X também conta com suporte para o Quick Resume. A função permite abrir o jogo rapidamente e pular menus e telas iniciais.

    Como o jogo conta com vários créditos no início, é uma bela mão na roda. O Quick Resume também permite intercalar o gameplay entre diferentes jogos, permitindo “minimizar” Cyberpunk 2077 para abrir outro game, por exemplo. Lembrando que a função também funciona em HDs externos.

    Cyberpunk 2077 está disponível no Xbox Series X e S por meio da retrocompatibilidade com o Xbox One. Uma atualização que tira proveito de todo o poder da nova geração chegará aos consoles da Microsoft e também ao PS5 durante o ano de 2021.

    Fique ligado no Jornal dos Jogos para mais conteúdos sobre Cyberpunk 2077. Em breve traremos comparativos do jogo no Xbox One e Xbox Series X, além de testes na edição de PC.

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