O jogo brasileiro 171, que promete entregar uma experiência de mundo aberto ambientada no Brasil, recebeu um novo gameplay exibindo fortes inspirações na vida cotidiana do país. Em um vídeo curto publicado no YouTube, o estúdio Betagames Group exibiu a mecânica de exploração de interiores no game.
Como mostra o vídeo, o game de mundo aberto em terceira pessoa permitirá que o jogador entre em residências para realizar assaltos. A desenvolvedora também ressaltou que a mecânica pode ser útil durante fugas contra as forças da lei. “Mas não se engane, a polícia não vai bater na porta para deter alguém perigoso”, descreve a Betagames Group.
Além do vídeo de gameplay com cerca de um minuto, a desenvolvedora também lançou algumas imagens mostrando os interiores com mais detalhes, que podem ser visualizadas nesta postagem. As capturas de tela exibem objetos bastante brasileiros nos cenários de 171, incluindo o clássico filtro de barro para água.
Motos, brigas e helicóptero
Os ambientes com vibe brasileira são apenas uma das novidades divulgadas recentemente no canal da Betagames Group no YouTube. Desde a campanha de financiamento realizada em 2020, a equipe também mostrou outras novidades que estão em desenvolvimento para 171.
No fim do ano passado, a equipe demonstrou como será a dirigibilidade de motocicletas no jogo. Em um vídeo curto, a Betagames exibe uma moto em ação, bem como o sistema de colisão que será utilizado no game.
Em outra produção publicada no YouTube, é possível ver um tiroteio com um helicóptero e as mecânicas de briga em 171. A produtora quer entregar um certo realismo e progressão para os combates corpo a corpo, enquanto o helicóptero promete ser bastante desafiador para os criminosos de plantão.
Quando 171 será lançado?
Atualmente, 171 está disponível em um pré-alpha fechado no computador, por meio da Steam, e pode ser jogado apenas por quem recebeu uma key ao apoiar o projeto no financiamento coletivo. A Betagames Group pretende lançar uma edição beta do jogo durante o ano de 2021.
O “GTA brasileiro” ainda não possui uma previsão de lançamento para a sua versão completa, mas a desenvolvedora já confirmou algumas plataformas em que o título estará disponível. Além do PC, 171 também chegará no Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series X e Series S, promete a Betagames Group.
Anunciada em setembro do ano passado, a compra da Bethesda pela Microsoft, avaliada em nada menos que US$ 7,5 bilhões, foi concretizada de maneira “real oficial”. O negócio foi aprovado recentemente na União Europeia e também na SEC, Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos, e a Xbox celebrou a chegada da Zenimax em sua casa.
A Microsoft oficializou a compra com uma publicação de Phil Spencer no Xbox Wire, além de soltar vários vídeozinhos nas redes sociais. Você pode conferir tudo que foi dito aqui, mas o resumo da ópera está disponível na edição de hoje do Jornal dos Jogos.
Investimento de peso
Com a aquisição feita, agora a Microsoft controla todos os estúdios da Bethesda e as principais franquias da companhia. Os novos jogos que entram para a coletânea da Xbox Game Studios incluem DOOM, The Elder Scrolls e Wolfenstein.
A empresa ainda não revelou muitos detalhes sobre lançamentos futuros envolvendo a Bethesda, mas já confirmou que a aquisição é muito boa para o Game Pass e alguns títulos lançados futuramente se tornarão exclusivos do Xbox e PC.
Ainda nesta semana, mais jogos da Bethesda chegarão ao Xbox Game Pass.
Futuros lançamentos da Bethesda, como The Elder Scrolls VI e Starfield, estarão disponíveis no Game Pass já no lançamento.
Os games da Bethesda chegarão primeiro ou rodarão melhor no Xbox, e alguns títulos lançados no futuro serão exclusivos das plataformas da Microsoft (Xbox One, Series X, Series S e PC).
Anteriormente, Phil Spencer disse que a exclusividade de jogos, sem lançamento no PlayStation, será analisada “caso a caso”.
A compra da Bethesda não deve ter muita influência para quem joga no PC e, no final das contas, traz alguns benefícios interessantes. Os jogadores no computador também receberão os games da empresa diretamente no Game Pass e ainda devem ter a opção de comprá-los na Steam (basta ver o sucesso de Sea of Thieves e Grounded na plataforma).
Para a galera do PlayStation, o negócio fica mais nebuloso. Phil Spencer já disse que pode deixar o console rival sem os games da Bethesda se quiser, mas também falou que não pretende tirar certos jogos de fãs apaixonados. O negócio agora é esperar para ver qual será o posicionamento da Xbox com todo esse poderio em suas mãos.
Novas da semana
E a compra da Bethesda não é a única novidade para o Xbox em 2021: Jason Ronald, um dos cabeças da marca, disse que a empresa possui jogos que serão lançados neste ano e ainda não foram anunciados. Lembrando que a Microsoft deve realizar um evento de games neste mês e a temporada da E3 começa em junho. Com isso em mente, talvez a companhia tenha mais cartas na manga além do problemático Halo Infinite, que ainda está em fase de conserto.
Os consoles Xbox receberão um navegador decente! (Imagem: Tom Warren/The Verge)
Além dos novos jogos, o Xbox também receberá uma nova versão do Edge em um futuro próximo. A Microsoft já começou a testar a edição do navegador baseado em Chromium nos consoles da marca. A versão que usa a mesma tecnologia do Google Chrome até consegue abrir o Stadia e o GeForce Now no Xbox Series X/S e One, apesar de os serviços apresentarem eventuais problemas. De qualquer forma, a chegada do browser é uma grande adição ao ecossistema Xbox, já que o Edge Legacy chega a travar os consoles de tão ruim.
Parabéns, PS2!
A Sony divulgou uma lista com os jogos mais baixados no PlayStation em fevereiro no PS4 e PS5. FIFA 21 liderou em ambos os consoles no Brasil e Mortal Kombat 11 ficou em segundo na nova geração. A medalha de prata no PlayStation 4 ficou com GTA V, que chegou em 2013 e ainda tem lenha para queimar. A relação completa está aqui.
O PlayStation 2 está completando 21 anos de vida. O console mais popular de todos os tempos vendeu cerca de 155 milhões de unidades e foi a casa de grandes títulos como Bully, GTA San Andreas e Kingdom Hearts. Para celebrar o aniversário desse icônico console, confira nosso especial com jogos nostálgicos da plataforma e um artigo com a galera do Bomba Patch, que mantém o videogame atualizado até hoje.
A Remedy, desenvolvedora de Control, está trabalhando em nada menos que cinco novos games, de acordo com o CEO da empresa. Além de dois títulos feitos em parceria com a Epic Store, a companhia está criando um jogo com multiplayer cooperativo chamado Vanguard e mais um projeto misterioso. Vale ressaltar que a firma não possui os direitos de Quantum Break e Max Payne, mas já é 100% dona de Alan Wake, que até faz uma pontinha na expansão de Control.
Área Indie
O jogo de vikings Valheim continua crescendo e, após um mês no mercado, já vendeu cinco milhões de cópias. O game de sobrevivência com história e pegada cooperativa só está disponível no PC atualmente e, mesmo em acesso antecipado, já aparece entre os jogos mais populares da Steam. O indie feito por apenas cinco pessoas também está entre os 250 títulos com melhor avaliação na plataforma e figura entre os cinco mais jogados da loja da Valve. Parabéns ao pessoal da Iron Gate e Coffee Stain Publishing pelo lançamento primoroso!
Outro indie que está brilhando no PC é Loop Hero, que chegou em 4 de março e bateu 150 mil jogadores em apenas 24 horas. O título é publicado pela Devolver Digital e custa menos de R$ 30 no PC, um preço bastante convidativo para quem curte jogos de estratégia com gráficos pixelizados.
Fall Guys agora é da Epic Games. A dona de Fortnite comprou a Mediatonic na semana passada, o que já garantiu a promessa de crossplay e um sistema de contas para o jogo. Vai virar free-to-play? Não. Pelo menos por enquanto, segundo a desenvolvedora.
Rust está chegando ao PlayStation e Xbox até maio deste ano — confira o trailer. Disponível no PC desde 2013, o game teve um surto de popularidade recentemente e se tornou um dos títulos mais assistidos na Twitch em janeiro. Vamos ver se o sucesso perdura por mais alguns meses. No computador, o jogo que custa R$ 75,49 possui um pico diário de aproximadamente 120 mil jogadores ativos.
Classificados
Ratchet & Clank está de graça na PlayStation Store e pode ser resgatado sem custos até dia 31 de março nesta página. Não precisa ter PS Plus, é só ir até à loja e pegar para você. Dá para realizar o resgate apenas criando uma conta na PSN utilizando um e-mail. Ou seja, mesmo que você não tenha um console PS4 ou PS5, vale a pena garantir o jogo grátis. Vai que você compra um PlayStation no futuro ¯¯\_(ツ)_/¯
O primeiro episódio de Tell me Why está grátis na Steam e toda a história dos gêmeos Tyler e Alyson pode ser adquirida por apenas R$ 18,99 na plataforma. O jogo da Dontnod também está disponível no Game Pass. (Valeu pela dica, Filipe!)
Shadow of War está com um belo desconto na Steam! (Imagem: Warner Games)
A Warner está realizando uma promoção na Steam e tem jogos saindo com até 80% de desconto. Um dos destaque é Middle-Earth: Shadow of War, game que se passa no universo dos Senhor dos Anéis e sai por menos de R$ 30. Apesar do lançamento conturbado por causa de microtransações, o título está limpo atualmente, é bem divertido e vale o investimento.
O Xbox Game Pass Ultimate está recebendo Madden NFL 21, NBA 2K21, Star Wars Squadrons e mais jogos. A Live também está com descontos interessantes em produções da Ubisoft e games da franquia Call of Duty, que podem ser vistos aqui.
A PlayStation Store também está vendendo jogos com desconto, incluindo os já mencionados games da Ubisoft. Para quem busca por exclusivos, Bloodborne sai por R$ 51,93 por tempo limitado.
A GOG está realizando uma promoção e oferecendo diversos descontos em jogos de pequeno e médio porte. O grande destaque? Hollow Knight com 50% saindo por R$ 13,99
Wargame: Red Dragon é um jogo de estratégia em tempo real que está de graça na Epic Games Store. Se você curte estratégia e tá sem nada pra jogar, dá um pulo lá na loja para resgatar o título até quinta (11), quando Surviving Mars será liberado sem custos.
Classificados Dia do Consumidor Edition
A Amazon está promovendo diversas promoções durante o dia do consumidor e o Jornal reuniu alguns descontos interessantes para o público que curta uns games. As ofertas incluem jogos em mídia física, incluindo Cyberpunk 2077 por menos de 100 pilas, consoles e acessórios.
As compras mais caras são elegíveis para o cupom SEMANAPP, que garantem um desconto extra de R$ 20. Os links são comissionados e dão uma força para a gente continuar na ativa sem pesar no bolso de ninguém ;).
Xbox
Cyberpunk 2077 de Xbox Series X/S e One – R$ 98,90
Minecraft Dungeons – Hero Edition (Inclui Hero Pass) de Xbox – R$ 29,90
Borderlands 3 – Edição Padrão – Xbox One – R$ 52,52
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A pandemia do coronavírus continua insana e a melhor forma de escapar dessa desgraça é ficando em casa, e existem vários motivos para você fazer isso atualmente. Instituições como Fundação Getúlio Vargas, Udemy e SENAI constantemente liberam cursos gratuitos em seus sites, o que pode ser um ótimo passatempo para quem pretende dar um upgrade no currículo. Se você não quer adicionar umas linhas no CVzão, outra possibilidade é aproveitar o tempo para ler, assistir e, claro, jogar.
Para quem só quer ficar de boas e evitar a enxurrada de informações sobre a doença, trago aqui uma dica valiosa de escape: figue em casa, lave bem as mãos e vá carpir um lote digital.
Jogue Stardew Valley
Se você busca por tranquilidade ou um game tão imersivo que vai te fazer esquecer da pandemia que nos assola, Stardew Valley é a pedida certa. Feito por um cara chamado Eric Barone, o game traz o melhor do gênero “Harvest Moon” para todos os consoles atuais, bem como PC e celular. Além disso, o game que está completando cinco anos ainda está recebendo suporte de seu criador e foi contemplado com uma atualização gigantesca recentemente.
Com gráficos pixelizados e uma trilha sonora deliciosa, o jogo vai além de um simulador de fazendinha e conta com todo um microverso na Vila Pelicanos, com a possibilidade de montar relações e fazer sua carreira no agronegócio de mentirinha prosperar de diversas formas.
Além do visual simples e um jeito amigável, o jogo te dá ferramentas para aproveitar a vida digital no interior ao máximo, o que garante vários momentos, grandes e pequenos, que vão te surpreender durante as centenas de horas de gameplay. E quando digo centenas, eu não estou brincando: basta ver a review que me convenceu a comprar o game. A parada é tão bom que você simplesmente quer se teleportar para dentro do jogo, e isso é tudo que precisamos agora.
Sou tão adepto da StardewValleyzação que, pouco antes do estouro do Coronavírus, até adquiri uma cópia extra do game para celulares. A versão de PC e consoles conta com multiplayer online para até quatro pessoas, oferecendo uma jogatina cooperativa divertida e memorável. Já o aplicativo de celular, minha segunda compra, não vem com multijogador, mas conta com todo o conteúdo da edição principal, controles adaptados para tela sensível ao toque e salvamento automático – você pode voltar a jogar de onde parou, o que permite fechar o app a qualquer momento! Além disso, também é possível migrar seu progresso para o computador sem muita dificuldade.
Como é um jogo indie, Stardew Valley tem um preço bastante acessível em praticamente todas as plataformas em que está disponível e fica ainda mais interessante em promoções. Considerando o momento em que vivemos, porém, você com certeza pode comprar o game usando a grana que seria gasta com rolês durante os próximos meses.
Enquanto a versão de PC e console é linda e maravilhosa, minha dica para quem quer um entretenimento fácil e acessível é apostar na edição para celular. O aplicativo para Android e iOS custa menos de R$ 20, garante centenas de horas de gameplay e pode ser jogado a qualquer hora.
Além disso, o game tem suporte para compartilhamento de família no Android, função extremamente útil em tempos de pandemia. Isso significa que você pode comprar o jogo, pegar o email da Play Store de alguns familiares e amigos e dividir o acesso com eles, que poderão baixar e jogar o game a qualquer hora, sem precisar comprá-lo. Assim, mais gente pode jogar e manter a sanidade mental durante a quarentena.
Versão 1.5 no PC e consoles
Outro grande motivo para jogar Stardew Valley é a atualização 1.5, que saiu no fim do ano passado no PC e agora também está nos consoles. A novidade está disponível gratuitamente para quem já possui o game traz muita coisa nova.
O gameplay agora conta com modo cooperativo local com tela dividida. Além disso, o jogo também recebeu uma nova fazenda na praia e um mapa extra com tanto conteúdo que é praticamente outro game.
Confira todas as novidades de Stardew Valley 1.5 no nosso especial sobre a atualização aqui.
A Microsoft apresentou recentemente um novo controle para o Xbox Series X e S chamado Pulse Red. Também compatível com PC, o produto possui corpo vermelho, botões pretos e traseira branca.
O dispositivo é alimentado por pilhas, seguindo os padrões dos controles da Microsoft, e também funciona via cabo USB. A empresa ressalta que o periférico é compatível com baterias vendidas separadamente, incluindo o Kit Play and Charge oficial e o novo ChargePlay da HyperX, feito com o joystick do Xbox Series X e S em mente.
O controle Pulse Red estará disponível no exterior apartir de fevereiro e poderá ser comprado por US$ 64,99. O dispositivo chega com um teste de 14 dias para o Xbox Game Pass.
Até o momento, o produto não teve uma data de lançamento ou preço oficial revelados para o mercado brasileiro.
Cyberpunk 2077 era um dos jogos mais aguardados dos últimos tempos, mas os problemas de lançamento mancharam a imagem do RPG futurista. Talvez seja por isso que, após dois meses de seu lançamento, o título já pode ser encontrado pela metade do preço no PS4 e Xbox One.
A Amazon está vendendo Cyberpunk 2077 com mais de 50% de desconto na edição física padrão. O jogo para PS4 está saindo por R$ 129,90, enquanto a versão para Xbox One está custando R$ 114, ambas com frete grátis.
O e-commerce não é o único local que já está comercializando o jogo com valores mais atraentes. A Americanas também oferece o jogo no PS4 e Xbox One por R$ 116,91, além de trazer cashback por meio da plataforma AME.
Promoção somente na edição física
É importante ressaltar que as ofertas estão disponíveis para o game em mídia física. Ou seja, é necessário ter um console com drive de disco para jogar. Com isso em mente, se você possui um Xbox Series S ou PS5 Digital Edition, não existe sentido em aproveitar as promoções. Inclusive, o jogo ainda está fora da PlayStation Store, o que deixa o console de nova geração sem drive de disco totalmente sem acesso ao RPG.
Vale destacar, também, que jogar Cyberpunk 2077 no PS4 e Xbox One originais é uma experiência com limitações. As coisas estavam precárias no lançamento e alguns patches até já melhoraram a qualidade, mas ainda existem problemas. Logo, a promoção pode ser uma boa para quem possui o Xbox One X, PS4 Pro, PS5 ou Xbox Series X, que entregam o jogo de uma maneira mais satisfatória.
Desde que foi apresentado na Xbox Showcase de 2020, The Medium voou abaixo do meu radar por um simples motivo: eu tenho muito medo de jogos de terror. Um dos principais pontos de venda do projeto da Bloober Team é a trilha sonora produzida por Akira Yamaoka, que trabalhou nas músicas de Silent Hill, meu maior pesadelo no mundo dos games.
Apesar de não ser um entusiasta da icônica franquia da Konami, ainda existiam dois pontos que mantinham meu interesse em The Medium. O jogo é o primeiro grande lançamento para o Xbox Series X/S e tem requisitos monstruosos, sendo um dos primeiros exemplos do potencial gráfico da nova geração. Além disso, como o nome indica, a produção do estúdio polonês conta com uma temática inspirada na doutrina espírita. Pra quem não está tá ligado, eu sou um entusiasta de assuntos religiosos.
Dito isso, enfrentei meus traumas com jogos de terror e descobri que, no final das contas, The Medium não é tão assustador assim. Na verdade, os principais fantasmas que assustam Marianne são baseados em temas presentes na vida de muita gente.
Eu vejo gente morta
The Medium coloca o jogador na pele de Marianne, uma mulher que possui poderes mediúnicos e consegue entrar no mundo dos espíritos, uma realidade alternativa em que almas com negócios inacabados ficam presas após a morte. Assim como na religião espírita, a protagonista utiliza seu dom para ajudar os seres errantes a finalmente encontrarem a paz.
O conceito fica bem claro logo nos primeiros minutos de gameplay. Enquanto bebe uma xícara de chá, Marienne nos conta sobre a morte de seu pai adotivo, Jack, que era dono de uma funerária. Durante a jogabilidade, podemos acompanhar a jornada da protagonista e entrar no mundo dos espíritos para finalmente enviar o senhorzinho para a luz.
A história se desenvolve após uma ligação misteriosa dizendo para a protagonista ir até um Hotel abandonado e que foi local de uma grande catástrofe. Como dá pra imaginar, a rotina de uma médium fica bem movimentada ao visitar um local mal-assombrado e que foi palco de uma grande tragédia com dezenas de mortos.
Realidade dupla
Para dar um ar de tensão para o além-vida, a Bloober Team se inspirou nas artes do pintor Zdzisław Beksiński: o mundo surrealista traz ambientes devastados e um tom sépia que traz tristeza e melancolia ao gameplay. Além disso, temos criaturas deformadas e antropomórficas habitando a realidade que coexiste com o nosso mundo dentro do misterioso Hotel Niwa.
A ambientação, aliada à temática do game, cria um clima perfeito de tensão, que fica ainda mais nítido nas sequências que misturam o mundo real e dos espíritos. Você já teve aquela sensação de que existe alguma coisa te observando? O objetivo da tela dividida é te fazer crer que essa dualidade está sempre presente, ao seu redor.
Esse clima de tensão gerado pelo ambiente faz The Medium escapar do terror barato dos Jumpscares. Durante toda minha jornada no game, só me assustei com algo pulando na minha tela uma única vez. Essa característica aproxima o game de projetos como Alan Wake, que também traz uma temática de terror, mas coloca a história em primeiro lugar.
Traumas (e fantasmas) reais
O foco na história quer dizer que The Medium não assusta? Definitivamente não. Os monstros que habitam o mundo dos espíritos são horripilantes e, mais do que isso, trazem profundidade.
Todos os vilões que você enfrenta no mundo dos espíritos de The Medium são frutos de traumas de pessoas reais que passaram pelo Hotel Niwa. Uma infância difícil, uma morte inesperada, um caso de abuso, uma vida marcada por depressão: tudo é combustível e pode criar um ser monstruoso.
Não é complicado fazer uma ponte da temática com a vida. Afinal, pessoas passam diariamente por situações traumáticas e nem todo mundo busca por auxílio para lidar com isso. Em muitos casos, a solução mais fácil é internalizar o problema, o que pode gerar paranoias tão grandes quanto os seres que assombram o Hotel Niwa.
O novo projeto da Bloober Team mostra esses problemas psicológicos de uma maneira bastante visual. Fantasmas que são comuns na nossa sociedade ganham rosto e forma para perseguir o jogador. Como armas não machucam almas, você precisa usar seus poderes de “terapeuta espiritual” para acabar com as ameaças.
Não é difícil encontrar artes na internet que transformam sentimentos ruins em monstros, e The Medium faz esse trabalho usando os games. Em uma história bem amarrada de aproximadamente 10 horas, o game te leva em uma viagem espiritual em um universo cheio de originalidade, mas consegue trazer reflexões sobre como encaramos os fantasmas que nos afligem na vida real.
THe Medium está disponível no PC, Xbox Series X e S. O preço do game é R$ 166,45, mas é possível jogá-lo pela assinatura Xbox Game Pass no computador e também consoles.
Após ser adiado por causa de Cyberpunk 2077, The Medium chega ao mercado com um peso que não deveria carregar. Mesmo sendo um jogo independente, a produção da Bloober Team é um dos primeiros grandes lançamentos para o Xbox Series X e S, o que transformou o jogo em munição para uma guerra de consoles que não faz mais sentido.
Parte da culpa disso cai no colo da Microsoft. Halo Infinite foi adiado e a empresa escorou o lançamento de seus novos consoles em versões atualizadas de jogos do Xbox One. No caso de Medium, a parte técnica do game acabou ganhando destaque em materiais de divulgação, principalmente o gameplay em tela dividida.
A situação piora ainda mais quando vemos as principais inspirações utilizadas pela Bloober Team na concepção do game. A empresa utiliza em The Medium uma câmera similar aos primeiros títulos da saga Resident Evil e chamou ninguém menos que o principal compositor das músicas de Silent Hill para fazer a trilha sonora do jogo.
Com tantas informações, certamente você já montou uma imagem de The Medium em sua mente. Após zerar o game no Xbox Series X e também jogar a versão de PC, venho informar que o jogo possivelmente não é o que você está imaginando — e é exatamente isso que faz o projeto da Bloober Team ser tão brilhante.
Terror pacifista
Apesar de ser inspirado em grandes clássicos do gênero survival horror, The Medium é tranquilo demais para se encaixar nesse gênero. Isso não quer dizer que o jogo não é assustador. Ao invés de jogar hordas de inimigos na sua cara, o projeto aposta em uma ambientação bastante imersiva para gerar um clima de suspense, com mecânicas focadas principalmente no stealth e defesa.
Ao invés de brigar com criaturas sobrenaturais na base da bala, o jogo te coloca para entender os motivos da existência de cada ameaça. Nada de armas ou tiros. Em The Medium, os terrores e problemas são psicológicos, o que pode ser mais assustador que uma horda de zumbis.
A premissa do projeto da Bloober Team certamente não é tão interessante comercialmente quanto um Resident Evil Village da vida; mas não se engane: The Medium é o melhor jogo focado em história disponível para os novos Xbox atualmente e uma grande adição ao Xbox Game Pass de PC, mesmo com os requisitos nada amigáveis para computador.
Espíritos entre nós
Se você possui algum interesse por religiões, já deve conhecer os interessantes conceitos da doutrina espírita, que é bastante popular no Brasil. The Medium não apenas pega emprestado temáticas como conversar com mortos, mas pavimenta um universo inteiro em cima dessa ideia.
The Medium é protagonizado por Marianne, uma mulher que possui habilidades mediúnicas e consegue se comunicar com o mundo dos espíritos. Utilizando seu dom, ela entra na dimensão alternativa que abriga pessoas mortas que ainda não conseguiram desapegar do plano terreno.
Nós conhecemos a personagem em um dia complicado. Após perder seu pai adotivo, Marianne recebe uma misteriosa ligação dizendo para ela ir até o Hotel Niwa, um resort isolado na Polônia que foi local de um massacre. Segundo o interlocutor do telefonema, o cenário da catástrofe possui respostas para um pesadelo que assombra a médium desde sua infância: a visão de uma garota correndo na floresta e morrendo após tomar um tiro.
A combinação de uma protagonista que vê espíritos com um hotel mal-assombrado e cheio de gente morta renderia vários jumpscares, correto? Felizmente, não é o caso de The Medium. Ao chegar no Hotel Niwa, Marianna utiliza seu sexto sentido para encontrar o homem da ligação e acaba descobrindo segredos obscuros sobre si mesma, enquanto ajuda almas que ficaram presas no local.
As habilidades mediúnicas da protagonista são traduzidas com maestria para o gameplay, com o propósito primordial de alavancar a história. No mundo dos espíritos, ela consegue manipular energia e conversar com resquícios de almas mortas. Já na “terra normal”, a protagonista utiliza seu sexto sentido para investigar detalhes da vida da pessoa.
Ao unir as informações, Marianna ajuda os fantasmas a irem para um lugar melhor. É isso mesmo, galera: em 99% do tempo, você está trabalhando para AJUDAR e resolver os problemas de pessoas mortas. Tudo isso em um visual cinematográfico e com baixos níveis de ação, mas com um clima de suspense te rodeando o tempo todo.
Narrativa cinematográfica
Cuidado, pequenos spoilers à frente!
Enquanto ajuda almas e descobre a verdade sobre si mesma no Hotel Niwa, a personagem também conhece o grande responsável por toda a tragédia do local: uma força maligna conhecida como Maw.
Dublado por ninguém menos que Troy Baker, o vilão nem mesmo precisa aparecer para fazer você sentir arrepios. A Bloober Team usa ambientação e um trabalho brilhante de trilha sonora para dar vida ao espírito no mundo real, enquanto Marianne encara um ser demoníaco no mundo dos espíritos.
Prossiga em segurança nos próximos parágrafos.
O terror do vilão cresce exponencialmente no decorrer da história, já que o game sempre coloca a narrativa em primeiro lugar. Ao explorar o Hotel Niwa e a vida de seus ex-moradores, o jogador é presenteado com algo ainda raro no Xbox: uma narrativa cinematográfica de alta qualidade.
Em cerca de 10 horas, o jogo entrega um universo cheio de possibilidades, viradas interessantes na história e personagens cativantes. Toda a narrativa é encerrada com um final que liga os pontos que o jogador caça durante o gameplay e traz um desfecho satisfatório e que abre ainda mais possibilidades para novos projetos nesse mesmo mundo.
The Medium estava cercado por tanto hype que eu imaginei (e possivelmente outras pessoas também) que o jogo seria bem maior, teria aqueles puzzles cheios de exploração e segmentos desenfreados de ação. Para o bem da originalidade, a Bloober Team resolveu seguir um caminho diferente.
Direto ao ponto
The Medium é um jogo de terror com câmera fixa, focado em atmosfera e narrativa. Com um level design primoroso, o game é feito sob medida para o papel de apresentar uma história e construir um universo — e faz isso muito bem. Se você quer algo a mais do que isso, infelizmente vai se decepcionar, mas aí a culpa recai nas expectativas criadas em cima do jogo.
Em um mundo repleto de lançamentos diários no mundo dos games, fazer um jogo de terror com história marcante e que funciona até com quem não curte muito o gênero pode parecer pouco; contudo, basta fazer um testezinho rápido: se você entrar na Steam agora, não levará muito tempo para encontrar um game de terror em primeira pessoa, cheio de puzzles feitos para serem muito complexos e com ferramentas para fazer o gameplay render. Se duvidar, você acaba caindo num jogo feito pela própria Bloober Team com essas características.
The Medium não é o sucessor espiritual de Silent Hill e nem um Resident Evil antigo com gráficos atualizados. The Medium é… The Medium, um jogo que bebe de muitas fontes para criar algo único e cheio de originalidade.
Com seu jeito diferente, The Medium possivelmente vai passar despercebido por muitos jogadores simplesmente por fugir de certos padrões. Porém, esse é o seu maior diferencial. Em um mundo onde jogos são cada vez maiores, The Medium prefere fazer o básico de uma forma bem feita, direta e marcante.
Além de estar disponível para compra no PC e Xbox Series X e S, The Medium chega ao Xbox Game Pass no dia de seu lançamento no serviço para consoles e computador.
A Xbox Brasil forneceu acesso antecipado ao game para o Jornal dos Jogos.
Finalmente! A Microsoft ouviu a comunidade e, dentro dos próximos meses, vai retirar a obrigatoriedade da assinatura Live Gold para jogos free-to-play no Xbox. A mudança valerá para todos os consoles da marca e será ótima para quem joga games gratuitos como Fortnite, Call of Duty Warzone ou Rocket League.
A mudança foi anunciada após uma treta enorme causada pela própria Microsoft. A empresa tentou dobrar o valor da Live Gold, o que não pegou bem para a companhia. A dona da Xbox revogou o aumento de preço e aproveitou a ocasião para revelar a alteração no serviço.
Enquanto a gratuidade total dos jogos free-to-play ainda não tem data para começar, a empresa disse que a novidade chegará nos próximos meses no Xbox One, Series S e X. A companhia também já anunciou os jogos que serão distribuídos na assinatura no mês de fevereiro.
Gold de fevereiro
Os assinantes de fevereiro da Xbox Live Gold e do Xbox Game Pass Ultimate poderão resgatar os seguintes jogos sem custos adicionais, além do valor da assinatura:
Gears 5 – disponível entre 1 e 28 de fevereiro Resident Evil – disponível entre 1 e 28 de fevereiro Dandara: Trials of Fear Edition – disponível entre 16 de fevereiro e 5 de março Indiana Jones and the Emperor’s Tomb – disponível entre 1 e 15 de fevereiro Lost Planet 2 – disponível entre16 e 28 de fevereiro
O principal problema do Xbox finalmente será corrigido pela Microsoft: em breve, a assinatura Live Gold não será um pré-requisito para jogar games free-to-play online, como é o caso de Fortnite e Call of Duty Warzone. Com a mudança, o Xbox Series S, o console next-gen baratinho da marca, se torna o custo-benefício definitivo para games atualmente.
A Microsoft disse que a mudança será implementada nos próximos meses. A novidade foi revelada em um cenário nada favorável para a empresa, que tentou dobrar o preço da Live Gold na quinta-feira (22). Após o público reclamar, a companhia revogou o reajuste e revelou que o serviço não será mais necessário para jogos free-to-play.
(Imagem: Microsoft/Divulgação)
A alteração mostra que a empresa está aberta para feedbacks, mas a Microsoft não fez mais que sua obrigação. Jogos free-to-play já podem ser acessados sem custos no PlayStation 4 e o Windows tem zero cobranças para jogar online, mesmo em títulos premium.
Ótima notícia para o Xbox Series S
A queda da obrigatoriedade da Live Gold para jogos free-to-play pode gerar uma queda no número de assinaturas do serviço, mas ainda vai render para os bolsos da Microsoft. Com mais pessoas jogando Fortnite, Call of Duty e afins, a empresa pode ter um retorno maior com as taxas da Microsoft Store na realização de microtransações, como vendas de skins e Passes de Temporada.
Além disso, os consoles da empresa, que já ganham a atenção pelo Game Pass, agora entram no radar de muitos gamers casuais que só querem um método barato para jogar ocasionalmente. A mudança casa muito bem com a proposta do Xbox Series S, o console de entrada da empresa para a nova geração.
Xbox Series S, o console mais barato da nova geração. (Imagem: Mateus Mognon/Montagem)
O Xbox Series S é feito para rodar jogos em resoluções abaixo do 4K (Full HD ou 1440p) e traz alguns recursos que marcam a nova geração. O console conta com armazenamento em SSD, que garante loadings mais rápidos, suporte para Ray Tracing e 120 frames por segundo.
Graças a um corte na potência da GPU e o armazenamento de apenas 512 GB, o Xbox Series S está disponível por valores na casa dos R$ 2.799. Ou seja, o produto tem uma bela vantagem de valor em relação aos outros consoles de nova geração e está muito interessante até para quem está pensando em montar um PC.
Hardware tá caro pra caramba
Uma imagem que resume muito bem o mercado de PCs atualmente. (Imagem: Mateus Mognon/Montagem)
Se em 2020 as coisas já não estavam simples quando o assunto é preço, o ano de 2021 chegou mostrando que tudo que é ruim sempre pode piorar. A pandemia e o dólar continuam aumentando o preço dos hardwares e a galera do PC ainda está lidando com mais duas tempestades que influenciam no bolso.
Primeiro, a Guerra Comercial entre os Estados Unidos e China continua pegando fogo. Graças a um imposto que voltou a vigorar em 2021, rolou um aumento de até 25% nas placas de vídeo na Terra do Tio Sam. Como de praxe, um pouquinho disso também vai respingar no nosso mercado — um aumento de aproximadamente 9%, segundo as estimativas.
Para piorar a situação, as criptomoedas voltaram com tudo em 2021 e tem muita gente comprando placas de vídeo para mineração. Com isso, os estoquem ficam menores e, consequentemente, os preços sobem.
Custo-benefício
Neste cenário complicado para compras, o Xbox Series S se torna uma ótima porta de entrada para quem está em busca de uma máquina para jogar. Afinal, montar um PC com Ray Tracing e um hardware minimamente equivalente ao console não tá fácil.
O Xbox Series S e os outros consoles da Microsoft também contam com uma versão mais robusta do Xbox Game Pass, que já traz o EA Play na versão Ultimate. Além da integração com a plataforma da Eletronic Arts, o catálogo da versão de console do serviço é consideravelmente mais robusto que no PC.
O Game Pass de console possui um catálogo mais robusto que a versão de PC. (Imagem: Mateus Mognon)
É boleiro? A assinatura conta com PES 2021, FIFA 20 e um teste de FIFA 21. Gosta de RPGs? A plataforma oferece Skyrim, The Witcher 3 e Dragon Age: Inquisition. Quer jogos de história? A Plague Tale Innocence, Tell me Why, What Remains of Edith Finch e o novo The Medium podem te agradar.
O fim da cobrança da Live Gold para aproveitar jogos free-to-play quebra a barreira que faltava para o console ser perfeito para os brasileiros que querem economizar na hora de jogar. Com a mudança, o Xbox Series S finalmente tem poder para roubar o título do PS4 de “console para rodar Fortnite e Warzone”, e ainda brindar os jogadores com mais benefícios, incluindo loadings mais rápidos e qualidade visual aprimorada.
Mas antes…
O maior empecilho para o jogador fica por conta do armazenamento do console. O Xbox Series S tem cerca de 360 GB de espaço utilizável para guardar jogos, não possui leitor de discos e o caríssimo SSD de expansão oficial mal aparece em terras brasileiras.
Você pode utilizar HDs externos para aumentar o armazenamento do Series S, mas alguns jogos exigem o SSD para rodar. (Imagem: Mateus Mognon)
O SSD só é obrigatório para jogos otimizados para a nova geração e, atualmente, ainda é possível se virar muito bem com um HD externopara aumentar o espaço para jogos. As unidades de armazenamento com USB 3.0 funcionam com o Quick Resume e conseguem rodar jogos do Xbox One tranquilamente no Xbox Series S.
O HD externo também pode ser utilizado para guardar jogos da nova geração, mas é necessário realizar a transferência para o armazenamento principal na hora de jogar, o que exige alguns minutos. O SSD interno do console comporta em média sete jogos, o que não é muita coisa, mas é o suficiente para sobreviver na base do custo-benefício.
Xbox não é um PC
Vale ressaltar, também, uma parada bastante óbvia: o Xbox Series S não é um computador. O console possui suporte para mouse e teclado, mas apenas em jogos compatíveis com a função.
Além disso, os aplicativos estão limitados às ofertas da Microsoft Store do console. Enquanto o produto não decepciona nas plataformas de vídeo, como Netflix e Disney+, a navegação web não é das melhores atualmente. Se você quer entrar em redes sociais, por exemplo, é necessário usar a versão ultrapassada do Microsoft Edge, que ainda não foi atualizado para Xbox e não funciona com mouse.
O navegador dos consoles Xbox é o Microsoft Edge antigo e não possui suporte para mouse. (Imagem: Mateus Mognon)
Para quem é streamer, o console permite realizar transmissões diretamente para a Twitch e funciona com qualquer webcam ou microfone via USB. Basta plugar e sair utilizando. É importante ressaltar, porém, que a interface não conta com muitas opções para personalizar a transmissão.
Ou seja, o Xbox Series S é um baita custo-benefício para quem pretende JOGAR. Se você quer ir além dos games ou precisa de uma máquina para trabalhar, o ideal ainda é comprar um PC. Porém, como os preços não estão nada amigáveis, os consoles ficam cada vez mais interessantes para quem simplesmente quer sentar no sofá e bater uma partidinha.
A Capcom revelou uma série de novidades sobre Resident Evil Village hoje (21). As revelações vão desde gameplay até detalhes sobre disponibilidade e dublagem do game! Confira um resumão aqui no Jornal dos Jogos!
Data de lançamento, preço e demo
Resident Evil Village será lançado em 7 de maio de 2021. O game terá versões para PC (Steam), PS4, Xbox One, PlayStation 5 e Xbox Series X e S.
Quem possui o console de nova geração da Sony já pode experimentar a demonstração gratuita Maiden, que é exclusiva do PS5. Até o fim do segundo trimestre (entre abril e junho), a Capcom lançará mais uma demo de RE: Village, que estará disponível para todas as plataformas.
Agora que temos uma data de lançamento, a pré-venda do game começou em todas as plataformas. Confira os preços:
A Capcom também revelou detalhes sobre a jogabilidade de Resident Evil Village. Além de trazer tiroteios em primeira pessoa, o game também contará com um botão apenas para bloqueio, ação que promete ser importante durante a jornada.
Além disso, a empresa deu uma prévia do sistema de gerenciamento de itens de Village. O game contará com uma maleta inspirada em Resident Evil 4 e também contará com um mercador para vender itens.
Dublagem em português
Aantes do show principal, a Capcom também anunciou que Resident Evil Village contará com dublagem em português brasileiro. O título será o primeiro da série a ter vozes no nosso idioma.
Enquanto as legendas já dão uma bela mão para acompanhar a história, a dublagem é um grande presente para a comunidade brasileira que é apaixonada por Resident Evil. A novidade também pode ser um indicativo de que mais games da Capcom contarão com localização completa em PT-BR.
Re:Verse
Ah, e a Capcom também apresentou Re:Verse, um multiplayer que reúne os principais personagens da franquia. O conteúdo estará disponível gratuitamente dentro de Resident Evil Village.
A empresa justificou o lançamento como uma celebração dos 25 anos da franquia Resident Evil. Para comemorar a data, a empresa também vai lançar conteúdos especiais do game em The Division 2, produção da Ubisoft.
Para quem estava esperando uma coletânea com jogos antigos da saga, não foi dessa vez…