Categoria: PC

  • Back 4 Blood é bom, mas devia ser mais barato

    Back 4 Blood é bom, mas devia ser mais barato

    Os órfãos de Left 4 Dead finalmente tem um gosto do que seria um novo jogo da franquia. A Warner e a Turtle Rock estão realizando um beta com Back 4 Blood, que será lançado em outubro, e o jogo é um sucesso. Se você quer experimentar, o teste publico está disponível na Steam, bem como nos consoles da antiga e nova geração, de graça até 16 de agosto.

    A fase inicial dos testes foi fechada para quem fez a pré-venda ou conseguiu um código de acesso. Ainda assim, o jogo alcançou quase 100 mil usuários simultâneos na Steam, garantindo um lugar na lista de 10 games mais populares da plataforma — e estamos falando só da loja da Valve, sem números da Epic Store ou consoles.

    A tendência é que o número de jogadores aumente ainda mais durante o beta aberto, quando qualquer pessoa com disposição poderá testar o jogo sem custos. A dica do Jornal é aproveitar o período e dar uma chance ao “sucessor espiritual” de Left 4 Dead.

    Tirando um ou outro problema técnico, Back 4 Blood entrega uma experiência divertida de multiplayer cooperativo em primeira pessoa. Alguns jogadores relataram problemas técnicos com o game durante o beta fechado, mas não enfrentei grandes falhas por aqui. Testamos a versão de PC e o jogo traz ambientes bem feitos, uma baita implementação do DLSS e dublagem de qualidade. Em suma, temos aqui um game divertido e que deve perdurar por bastante tempo, isso se o preço não atrapalhar.

    Facada

    O principal ponto de crítica para Back 4 Blood é o seu valor: cerca de R$ 280 no PC e consoles. Enquanto eu considero insanidade pagar quase R$ 300 em qualquer jogo, o caso do multiplayer da Warner é ainda mais preocupante.

    O novo game da Turtle Rock pode ser aproveitado tranquilamente com bots ao seu lado, mas a experiência é otimizada para grupos de quatro jogadores. Ou seja, além de você desembolsar R$ 280, mais três amigos também terão que gastar o mesmo valor, o que deixa a conta na casa dos R$ 1120 para fechar um squad. Isso é grana pra caramba.

    O jogo não é o único a enfrentar esse problema, que já matou títulos com potencial no passado. Predator Hunting Groungs, que chegou ao PlayStation e PC no ano passado, simplesmente flopou não apenas por ser um game meia boca, mas também por ficar atrás de um preço de R$ 150 na versão de console e computador.

    Lançamento no Game Pass

    Quem deve sair ganhando com esse preço cabuloso de Back 4 Blood é a Microsoft. O jogo da Warner chegará ao Xbox Game Pass de PC e consoles no dia de seu lançamento, 12 de outubro. Com isso em mente, fica difícil não recomendar o serviço como porta de acesso ao novo título da Turtle Rock.

    Ao invés de gastar R$ 280 em qualquer plataforma, os fãs podem aproveitar a assinatura da Microsoft, que possui valores a partir de R$ 30 mensais e testes por R$ 5, para montar um squad e matar zumbis com a galera gastando menos. A vida só não fica fácil para o pessoal do PlayStation, que vai ter que esperar uma promoção decente para conseguir jogar sem a carteira sangrar.

    Além de garantir um método de distribuição mais acessível para o jogo, o lançamento de Back 4 Blood no Game Pass também deve movimentar a comunidade do multiplayer. Assim, a tendência é que o título fique em evidência após o lançamento, rendendo mais cobertura da mídia, publicidade e, consequentemente, vendas.

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  • Tech Preview de Halo Infinite mostra potencial do multiplayer grátis

    Tech Preview de Halo Infinite mostra potencial do multiplayer grátis

    Halo Infinite ficou com a fama manchada após uma apresentação polêmica na E3 e um adiamento que deixou o Xbox Series X/S órfão de um grande título de lançamento. No entanto, o primeiro teste técnico realizado com o multiplayer do game mostra que a Microsoft está realizando um bom trabalho e deve entregar um modo online sólido futuramente.

    Após ser um dos felizardos que foi selecionado para o Tech Preview de Halo Infinite, que aconteceu no finzinho de julho, consegui experimentar o grande lançamento da 343 Industries em sua versão de PC. Apesar de o jogo apresentar alguns problemas de desempenho no computador — algo que deve ser corrigido futuramente — já deu para ter uma ideia do que esperar desse aguardado título, que ainda não tem data de lançamento.

    Especificações do PC utilizado:

    • Processador: Intel I7-7700
    • Memória RAM: 16 GB
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 2070 SUPER 8GB
    • Outras observações: armazenamento em HD

    É bonito?

    Com tantas discussões envolvendo o visual de Halo Infinite, que será lançado para duas gerações de consoles e o PC, o primeiro aspecto notado ao jogar o Tech Preview foram os gráficos. Mesmo ainda em desenvolvimento, o game já exibiu um trabalho visual bem melhor que a icônica demo da campanha do ano passado. As texturas fazem com que armas possuam detalhes visíveis, como desgastes de uso, e os cenários contam com vários reflexos e efeitos de iluminação, com qualidade digna de um Halo.

    Vale notar, inclusive, que o Tech Preview é focado no multiplayer, que normalmente conta com gráficos otimizados para garantir taxas de quadros mais altas. O resultado promissor eleva as expectativas para a campanha, que deve garantir uma experiência visual ainda mais robusta.

    Halo Infinite Multiplayer 2

    Outro ponto interessante do teste são os loadings. Mesmo jogando em um HD, o jogo entregou carregamentos que não demoram e não apresentou problemas de textura. A otimização para o padrão de armazenamento mais antigo certamente possui ligação com o lançamento no Xbox One original, que também receberá o jogo — com limitações gráficas e de framerate.

    Passe de temporada

    Durante o período de teste inicial, Halo Infinite só contava com partidas contra bots e três mapas, com a possibilidade de mais jogadores se juntarem à partida. Fui azarado e só cai em um cenário o teste todo, mas já deu para sentir o potencial do multiplayer gratuito.

    Halo Infinite Menu Multiplayer

    Apesar das partidas limitadas, o primeiro Tech Preview também exibiu a estrutura básica do multiplayer e o sistema de passe de temporada do jogo. Além de trazer roupas coloridas para os espartanos de plantão, as novas seasons prometem contar com modos de jogo e atualizações para manter a comunidade ativa durante os próximos anos.

    A sobrevivência de jogos como Rainbow Six Siege, Fortnite e Call of Duty Warzone mostram que o sistema de passe de batalha funciona muito bem, e a implementação em Halo também pode dar certo. No entanto, os jogos mencionados acima também garantem uma bela competição para a nova aposta da Microsoft.

    Vai vingar?

    Mesmo com tantos concorrentes no segmento de “jogos multiplayer gratuitos”, Halo Infinite chegará com algumas cartas na manga que devem ajudar em sua popularização e, consequentemente, sucesso.

    Para começar, a Microsoft finalmente derrubou a obrigatoriedade da Live Gold para jogos free-to-play. Com o Xbox Series S vendendo que nem água e a grande base instalada do Xbox One, além do lançamento no PC, a tendência é que o multiplayer já ganhe o interesse de muitos curiosos que simplesmente curtem jogar o que é grátis.

    Além da ampla disponibilidade nas plataformas da Microsoft, a novidade também conta com um grande chamariz: o nome Halo. Não sou um árduo fã da franquia da Microsoft, muito menos de jogos de tiro em primeira pessoa, mas fiz a inscrição no Tech Preview justamente pelo apelo nostálgico. 

    Assim como muitos jogadores no Brasil, cresci jogando a franquia Halo na época do Xbox 360, console que está no hall dos mais populares do país — cortesia da pirataria. O lançamento do multiplayer grátis pode servir como ponte para reconectar antigos fãs com a fase atual da franquia, impulsionando até mesmo as vendas e popularidade da campanha single-player, que chegará no lançamento ao Game Pass de PC e consoles.

    Apesar do teste limitado, a franquia Halo parece estar no caminho certo para o futuro. Resta agora aguardar por mais testes para termos certeza que o jogo realmente será um sucesso. Para quem quer tentar uma oportunidade de jogar as próximas prévias antes do lançamento, basta fazer uma inscrição para o Halo Insider Program clicando aqui.

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  • Steam Deck e Switch OLED: julho foi o mês dos portáteis?

    Steam Deck e Switch OLED: julho foi o mês dos portáteis?

    Com 31 dias longos e frios, o mês de julho contou com grandes novidades no mercado de games. O grande destaque ficou para os portáteis: a Nintendo apresentou uma nova edição do Switch e a Steam mostrou que também está de olho no mercado de consoles pequenos.

    Além disso, tivemos mudanças no mercado brasileiro e novidades que podem dar uma bela movimentada em gêneros populares do mundo dos jogos.

    Para mais notícias diárias e um resumão semanal, acompanhe nossa newsletter, que saiu recentemente com detalhes financeiros sobre as principais empresas de games™.

    Nada de Switch Pro

    Em um movimento ousado, a Nintendo apresentou, no começo de julho, o Nintendo Switch OLED. Enquanto muita gente esperava um novo console da empresa com hardware atualizado, o modelo apenas traz um novo tipo de tela, que é um pouco maior que a versão original do produto.

    Trazendo o mesmo chip Tegra lá de 2016, o Switch OLED também vem com um dock com conexão Ethernet e alguns aprimoramentos de design, como um “novo pézinho”. Com lançamento no Brasil previsto para 2022, o produto será lançado no exterior em outubro por US$ 350, um pouco mais caro que a versão padrão do console.

    Se cuida, Nintendo Switch

    Uma grande empresa do mundo dos games também resolveu pisar no território dominado pela Nintendo. Após a gigante japonesa revelar o Switch OLED, a Valve foi lá e apresentou seu próprio portátil: o Steam Deck.

    Com um hardware legal e a biblioteca da Steam, o console que chega em 2022 pode ser revolucionário, ou marcar mais um fracasso na carreira de produtos físicos da Valve. Com preços partindo de US$ 299, o projeto pode marcar uma nova era para a empresa de Gabe Newell no mercado de consoles.

    Vem pro Magalu

    Continuando sua onda de aquisições, a Magazine Luiza comprou a loja de hardware e games KaBum!, bastante conhecida pelo público PC Gamer. Quanto custou? Menos que uma placa de vídeo top de linha. Zoeira, minha gente: a estrela da Dança dos Famosos desembolsou US$ 1 bilhão + ações, o que deixou o negócio em cerca de R$ 3,5 bilhões.

    Em um ano e meio, a Magalu já foi às compras mais de 20 vezes e também levou para casa o Canaltech e o Jovem Nerd (o site, não o Alexandre Ottoni em pessoa). Se continuar nesse ritmo, a dona Luiza pode revelar que é a versão brasileira do Jeff Bezos e começar a investir em foguetes.

    Enquanto muita gente não se importa com esse tipo de negócio, a compra pode ter grandes consequências para o mercado de games e hardware no Brasil. Enquanto a aquisição pode garantir entregas mais rápidas em produtos da KaBum, não podemos esquecer que um grande conglomerado acaba de tirar mais uma loja independente do mercado, reduzindo opções para os consumidores.

    Netflix agora é gamer

    Mostrando que a Microsoft está certa em investir no Game Pass, a Netflix anunciou que vai entrar de vez no mercado de games em 2022. A companhia vai produzir jogos, inicialmente voltados para dispositivos móveis, e realizará a distribuição em seu catálogo de streaming.

    A empresa já flertou com narrativas interativas, mas agora a parada parece bem séria. Ou seja, em um futuro não tão distante, além de assistir filmes e séries, os assinantes da Netflix também poderão jogar algumas coisas dentro da plataforma, e sem custos adicionais.

    Enquanto isso não acontece, o serviço de streaming segue ganhando o ódio do proletariado. Para garantir mais “conteúdo de qualidade”, a Netflix aumentou o preço de sua mensalidade no Brasil.

    Para piorar a situação, o HBO Max deu as caras no Brasil com um preço bem interessante e o Amazon Prime, que já custa R$ 9,90, resolveu distribuir os dois jogos mais recentes de Battlefield de graça para assinantes. Ou seja, simplesmente não existe como te defender, dona Netflix.

    Sem bola nos PES

    A Konami meteu o louco e resolveu matar a franquia PES. Das cinzas do sucessor de Wining Eleven, a empresa erguerá eFootball, uma nova versão feita na Unreal Engine 4 que trará grandes mudanças em sua distribuição. Após ganhar muita grana no mobile, a Konami resolveu tranformar o novo título em um projeto free-to-play, em que os jogadores receberão atualizações sazonais sem custos.

    O game contará com partidas locais grátis, com um número limitado de times, e multiplayer com um passe de temporada com conteúdos. A Konami também vai oferecer mais modos de jogo como DLC — Rumo ao Estrelato e Master Liga ainda não foram confirmados, mas podem chegar como extensões pagas.

    Outro ponto importante é o multiplayer compartilhado. Além de chegar aos consoles, o jogo contará com uma versão para Android e iOS, incluindo crossplay com as versões principais. Ou seja, é a “Fortnitização do futebol”.

    Mais detalhes sobre eFootball chegam em agosto e, enquanto isso, o projeto segue em um limbo interessante. Uma implementação porca de microtransações pode matar o projeto, mas, se tudo der certo, talvez tenhamos um título capaz de mexer no mercado dominado por FIFA, que custa R$ 300 anualmente e já está gerando até fazendas de mineração com suas cartinhas.

  • Call of Duty Vanguard – Requisitos Mínimos  e Recomendados

    Call of Duty Vanguard – Requisitos Mínimos e Recomendados

    A Activision revelou os requisitos mínimos e recomendados oficiais de Call of Duty Vanguard. Trazendo a franquia de volta para a Segunda Guerra Mundial, o jogo promete corrigir as principais falhas de seus antecessores na parte técnica.

    Segundo a desenvolvedora Sledgehammer, o jogo vai ocupar menos espaço de armazenamento nos consoles de nova geração e no PC. Além disso, o título contará com um novo sistema para pegar trapaceiros, o Ricochet.

    Na parte de hardware, o jogo não deve ser desafiador. As especificações recomendadas, por exemplo, incluem componentes bastante populares, incluindo a placa de vídeo GTX 1060. A Activision também divulgou uma lista de peças para quem busca alto desempenho e competitividade, o que exige um PC mais potente.

    Requisitos Mínimos

    • CPU: Intel Core i3-4340 ou AMD FX-6300
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 ou AMD Radeon RX 470 com 2 GB de VRAM
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Armazenamento: a partir de 36 GB (somente multiplayer); 61 GB para mais conteúdos // 32 GB para streaming de texturas

    Requisitos Recomendados

    • CPU: Intel Core i5-2500K ou AMD Ryzen 5 1600X
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 ou AMD Radeon RX 580 com 4 GB de VRAM
    • Memória: 12 GB de RAM
    • Armazenamento: 61 GB no lançamento // 32 GB para streaming de texturas

    Requisitos para competitivo/ Ultra 4K

    • CPU: Intel Core i7-8700K ou AMD Ryzen 7 1800X // 4K: Intel Core i9-9900K ou AMD Ryzen 9 3900X
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 2070/RTX 3060 Ti ou AMD Radeon RX 5700XT com 8 GB de VRAM // 4K: NVIDIA GeForce RTX 3080 ou AMD Radeon RX 6800 XT
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Armazenamento: 61 GB no lançamento // 32 GB extras para streaming de texturas

    Call of Duty Vanguard tem lançamento marcado para o dia 5 de novembro. O game estará disponível no PC e consoles PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X e S.

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  • RIO: Raised in Oblivion já está disponível para PC na Steam

    RIO: Raised in Oblivion já está disponível para PC na Steam

    Após diversos adiamentos, o jogo brasileiro RIO: Raised in Oblivion agora está disponível para compra no Brasil. Para manter o prometido prazo de lançamento para julho, a First Phoenix liberou o game na Steam na noite do dia 30.

    RIO: Raised in Oblivion pode ser adquirido por R$ 57,49 na loja de games da Valve. Na compra via cartão de crédito, é possível adquirir o jogo em parcelas de até três vezes sem juros. O download inicial é de aproximadamente 11 GB, mas a página da Steam recomenda a instalação em uma unidade de armazenamento com pelo menos 40 GB de espaço livre.

    É importante ressaltar que RIO ainda não está pronto e, apesar da ausência da marcação de acesso antecipado, o título está em desenvolvimento. Logo, os jogadores de primeira viagem terão que enfrentar alguns bugs e limitações.

    Em desenvolvimento

    Em uma publicação feita no Facebook, os responsáveis pela First Phoenix Studio deixaram claro que o jogo ainda precisa de mais tempo de desenvolvimento. O lançamento na Steam visa angariar fundos para a equipe conseguir grana para aprimorar o game.

    O estúdio independente disse que pretende lançar atualizações semanais para melhorar RIO: Raised in Oblivion. “Infelizmente não temos mais renda para manter a nossa equipe, e a única opção é lançar o projeto e ir melhorando com o tempo”, explica a produtora.

    Uma das limitações anunciadas pelos desenvolvedores está nos servidores do game. Enquanto a equipe está negociando para o first person shooter suportar até 5 mil usuários simultaneamente, RIO chegou à Steam aguentando até 400 jogadores ao mesmo tempo.

    De acordo com a First Phoenix Studio, o lançamento inicial do game traz sistemas como criação de personagem, loot e troca de tiros. O time já prometeu que trará melhorias em mecânicas como inventário global, safe zone e também na compra de skins, uma das formas de apoiar o jogo financeiramente.

    Vale a pena?

    O Jornal dos Jogos testou o jogo em seu lançamento e a experiência está longe de ser estável. Os servidores estão caindo constantemente, o gameplay apresenta algumas falhas, como controles que param de responder, e a performance apresenta travamentos mesmo em uma placa de vídeo top de linha.

    Por outro lado, a parte gráfica de RIO é bem interessante — tirando o sistema de criação de personagens, que ainda precisa de polimentos. O cenário com pegada brasileira garante bastante imersão para o jogador e está ao nível de títulos como PUBG. Uma pena que a jogabilidade ainda não deslanchou e precisa urgentemente de aprimoramentos.

    No momento, RIO Raised in Oblivion é um investimento interessante para quem acredita no projeto e pretende ajudar financeiramente. Se você está em busca de algo mais sólido e jogável, a dica é aguardar mais um tempo.

    Mesmo com os problemas, o FPS teve uma adesão positiva da comunidade. Na manhã de sábado (31), o game chegou a aparecer em segundo lugar na página de jogos mais vendidos da Steam no Brasil. Bannaker Braulio, um dos principais desenvolvedores de RIO, disse no Facebook que está animado com a recepção e a equipe já está trabalhando em aprimoramentos.

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  • Steam Deck pode ser revolucionário para a Valve

    Steam Deck pode ser revolucionário para a Valve

    Pouco tempo após a Nintendo apresentar o Switch OLED, a Valve finalmente saiu da sua zona de conforto e mostrou que não vive apenas de Summer Sale e skins de arma em CS:GO. A companhia está produzindo o Steam Deck, que é basicamente um PC portátil.

    Com um hardware que come Nintendo Switch no café da manhã, o Deck promete trazer a biblioteca da Steam e a liberdade do PC para um dispositivo de pequeno porte. Segundo a empresa, vai dar até pra instalar o Windows e rodar jogos da Epic Store e Xbox Game Pass no aparelho.

    Enquanto a companhia tem um passado tenebroso com hardware (aka Steam Machines e Steam Controller), a chegada do Steam Deck pode mudar o jeito que a empresa vê o mercado de consoles. Em um mundo com placas de vídeo cada vez mais caras, vender um dispositivo com hardware fechado e mais barato (a partir de US$ 399) pode acelerar os lucros com a comercialização de jogos e microtransações na Steam.

    Uma nova estratégia?

    A estratégia de colocar produtos na mão do povo por um preço acessível e conseguir lucro na venda de jogos é utilizada por Microsoft, Sony e Nintendo no mercado de consoles. Como a Valve pretende manter sua natureza aberta e o foco no PC, o investimento da empresa em produtos que parecem com videogames tradicionais pode ser bastante positivo para o público.

    Afinal, a Steam conta com preços mais baixos que PlayStation e Microsoft Store, possui promoções bem grandes e um catálogo gigantesco de games. Além disso, temos a cereja do bolo: um mercado de troca de itens que garante grana para os jogadores.

    Além disso, o console portátil da Valve ainda vem acompanhado da sincronização com o PC: se o jogador tem uma máquina Pica das Galáxias™ para trabalhar ou jogar, é possível aproveitar os mesmos jogos do Deck com gráficos melhores.

    Mas ainda é cedo para fantasiar desse jeito. O Steam Deck será lançado no mercado só em 2022 e possivelmente não chegará ao Brasil. Mesmo assim, se o produto não flopar como as Steam Machines, já podemos considerar o portátil uma vitória para Gabe Newell.

  • Psychonauts 2 está muito mais caro no PlayStation que no Xbox

    Psychonauts 2 está muito mais caro no PlayStation que no Xbox

    Quem frequenta o Twitter certamente se deparou com alguma postagem comparando os preços de Psychonauts 2 no PlayStation e Xbox. O jogo da Double Fine está mais caro nas plataformas da Sony, saindo por R$ 319,90

    A versão da Xcaixa custa R$ 250 na Microsoft Store — o mesmo preço da Steam—, mas a galera das plataformas Microsoft não precisa, necessariamente, comprar o jogo. Como o estúdio fundado por Tim Schafer agora é parte da Xbox Game Studios, o título chega diretamente ao Game Pass nos consoles e PCs.

    O motivo para o valor mais alto no console da Sony ainda não está claro, mas a dona do PlayStation não anda com uma fama muito boa quando o assunto é precificação dos games no Brasil. Recentemente, a empresa foi criticada por deixar a linha de jogos PS Hits mais cara, o que garante um precedente contra a empresa.

    Vale notar, também, que o valor de Psychonauts 2 lá fora é US$ 60 em ambas as plataformas, o que deixa esse pepino nas mãos, e no bolso, dos Sonystas brasileiros.

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  • Psychonauts 2: veja os requisitos mínimos e recomendados no PC

    Psychonauts 2: veja os requisitos mínimos e recomendados no PC

    Após uma década e meia de espera, a Double Fine finalmente vai continuar a história de Raz. O jogo Psychonauts 2 será lançado em 25 de agosto no PC e consoles trazendo grandes melhorias em relação ao jogo original, que chegou em 2005.

    A nova experiência criada por Tim Schafer e sua equipe promete entregar uma jogabilidade de plataforma psicodélica e com um estilo gráfico único. Mesmo com o grande salto trazido em relação ao jogo original, a tendência é que os jogadores de PC não tenham dificuldades em encarar o game, como é possível ver nos requisitos listados na Steam.

    Requisitos Mínimos

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 7 (64 bit)
    • Processador: Intel Core i3-3225 ou AMD Phenom II X6 1100T
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 1050 ou AMD Radeon RX 560 com pelo menos 2 GB de VRAM
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 30 GB de espaço disponível

    Requisitos Recomendados

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 (64 bit)
    • Processador: Intel Core i7-7700K ou Ryzen 5 1600
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 1060, AMD Radeon RX 580 com 6 GB de VRAM
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 30 GB de espaço disponível

    Psychonauts 2 exige pelo menos 8 GB de RAM para rodar e 30 GB de armazenamento disponível no HDD ou SSD. Quando o assunto é placa de vídeo, até mesmo uma GTX 1050 de notebook deve conseguir tirar o game de letra.

    Disponível no Xbox Game Pass

    Como parte da Xbox Game Studios, a Double Fine lançará Psychonauts 2 diretamente no Xbox Game Pass. Os jogadores poderão baixar o título por meio da assinatura em 25 de agosto no PC, Xbox One, Xbox Series X e S.

    Além disso, Psychonauts 2 será lançado para PlayStation 4 e trará retrocompatibilidade com o PS5. Sem as otimizações para o console de nova geração da Sony, o jogo só rodará em 4K e 60 quadros por segundo no Xbox Series X.

    O preço de lançamento de Psychonauts para todas as plataformas gira em torno de R$ 250.

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  • Dicas de games: Indoorlands, The Sims 4 e Psychonauts

    Dicas de games: Indoorlands, The Sims 4 e Psychonauts

    Tá sem nada para jogar? O Jornal dos Jogos te dá uma força na escolha de novos games para aproveitar atualmente. Confira algumas dicas de games que merecem estar no seu radar! Saca só:

    Indie em destaque: Indoorlands

    Cresceu jogando RollerCoaster Tycoon e tá com saudade do gênero “construção de parquinho”? O estúdio independente Pixelsplit lançou recentemente Indoorlands, um novo simulador que tem muita cara de jogo clássico.

    Enquanto Planet Coaster, que também é muito bom, mira em uma experiência mais moderna, Indoorlands aposta em um visual mais vintage. Além do estilo gráfico mais poligonal, o título adota uma visão isométrica com muita vibe de início dos anos 2000.

    Além do visual nostálgico, o game também garante uma experiência desafiadora na hora de montar seu próprio Beto Carrero World. Indoorlands conta com seis temáticas de parque e mais de 500 peças de decoração, além de oito tipos de brinquedos e 15 lojas.

    Ainda não é muita coisa, mas o jogo vai evoluir com o tempo. A Pixelsplit liberou o jogo na Steam em acesso antecipado e o preço fica abaixo dos R$ 30. Um ponto negativo é a ausência de suporte para o idioma português brasileiro, mas isso pode ser corrigido no decorrer do desenvolvimento.

    Como envelheceu o primeiro Psychonauts?

    Enquanto muitos jogos da geração PlayStation 2 envelheceram mal, algumas pérolas permanecem no imaginário gamer até hoje e merecem ser revisitadas. Para quem tem um Xbox ou PC, a dica do Jornal é dar uma chance para Psychonauts.

    Apesar de rodar em proporção 4:3 até no Xbox Series X, o jogo da Double Fine Productions conta com um gameplay que ainda funciona muito bem. Além disso, a história criada por Tim Schafer é cheia de originalidade e momentos divertidos.

    O jogo está disponível no Xbox Game Pass de PC e consoles, além de sair por apenas R$ 10 na Steam. Revisitar esse clássico é uma ótima forma de se preparar para Psychonauts 2, que será lançado pela Microsoft, a nova dona da Double Fine, em 25 de agosto.

    Lançamento da vez: The Sims 4 – Vida campestre

    A StardewValleyzação de The Sims 4 é real. O jogo da EA Games recebeu a expansão Vida Campestre, que possui um nome bastante descritivo.

    Para quem sempre sonhou em ter uma fazenda no The Sims 4, agora é a hora. A nova expansão conta com diversos animais e itens temáticos da vida no campo. Só não tem cavalo, o que deixou uma galera meio pistola. Felizmente, a revolta pela ausência dos equinos deve ser resolvida com mods no PC.

    O novo conteúdo será lançado por R$ 159 na Origin, mas a dica é esperar. Durante as promoções realizadas pela EA, os bundles que unem expansões e itens extras costumam valer bastante a pena, uma boa pedida para quem é viciado em The Sims e não quer gastar tanto.

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  • Novidades de GTA 6, os preços da Sony e o hacker de Apex Legends

    Novidades de GTA 6, os preços da Sony e o hacker de Apex Legends

    Abrimos nossa newsletter dessa semana com um caso peculiar: uma empresa gigante do mundo dos games foi feita de boba por um hacker. Neste domingo, a EA Games tomou uma rasteira monumental de um cara. Os jogadores do popular battle royale Apex Legends ficaram trancados para fora do jogo por causa de um protesto que aconteceu no game.

    Aproveitando a tranquilidade do feriado de 4 de julho nos Estados Unidos, um hacker espalhou diversas mensagens em Apex Legends dizendo para a EA Games “salvar Titanfall“. O antigo jodo da Respawn ainda conta com uma comunidade ativa, mas está infestado de hackers.

    Para fazer a EA provar um pouco do veneno, o “justiceiro” utilizou as mensagens de protesto como bloqueio. Os conteúdos apareceram no menu de seleção de partida e os jogadores ficaram impossibilitados de entrar no battle royale por horas.

    Além de ter feito tudo isso no domingo de 4 de julho, feriado nos Estados Unidos, o hacker escolheu um fim de semana de evento in-game para a peripécia. A Respawn quase o dia todo tentando resolver a treta e o jogo só foi restabelecido depois das 23h, quase no início da madrugada de segunda-feira.

    A desenvolvedora confirmou que os dados de jogadores não ficaram em risco durante o ataque. Com isso, a imagem da EA Games é a única ameaçada nesse caso.

    Jogar tem limites

    Quem teve uma semana tão complicada quanto a EA Games foi a PlayStation. A empresa foi alvo de críticas de jogadores dentro e fora do Brasil. Por aqui, a empresa tomou paulada da comunidade por aumentar os preços de jogos da linha PS Hits e da assinatura PS Plus.

    Os aumentos são uma péssima notícia para quem comprou o PS5 Digital Edition, que só roda títulos vendidos na loja da PlayStation. Atualmente, porém, está complicado comprar qualquer versão do console, cortesia da crise dos chips. De qualquer forma, a resposta da empresa foi bem whatever, o que piorou ainda mais a situação:

    Lá fora, a companhia virou alvo de críticas por causa de comentários de desenvolvedores. Aparentemente a Sony não facilita a vida de quem produz games e cobra para destacar títulos em promoções e nas páginas da loja do PS4 e PS5.

    As acusações chegam pouco tempo após o processo da Epic Games revelar que a Sony também possui uma taxa extra para games que utilizam crossplay. Ou seja, além da vida dos consumidores da PlayStation estar complicada, a situação dos desenvolvedores também não parece fácil.

    Novas da semana

    Novidades de GTA 6

    GTA 6 parece estar virando realidade. O jogo de mundo aberto da Rockstar virou pauta de um especialista em vazamentos e os detalhes que surgiram na web foram confirmados por jornalistas. Ao que parece, o game ainda está em pré-produção e deve depois de 2023.

    Além disso, especulações apontam que o blockbuster pode trazer uma mulher como protagonista, um novo estilo de mapa e até uma criptomoeda. Enquanto grande parte das informações são rumores, já tem gente no Brasil jogando desde 2016 um GTA 6 bem real, mas que foi concebido pelo Perigo de Todo Mundo Odeia o Chris.

    Comprinhas

    Enquanto aumenta preços no Brasil, a PlayStation adquire estúdios no exterior. A empresa comprou a produtora Housemarque, responsável por Returnal, e a companhia holandesa Nixxes, especialista em ports para PC.

    Terror

    A Bloober Team fechou uma parceria com a Konami para o desenvolvimento de novos projetos. Nada foi anunciado até agora, mas a expectativa é que o estúdio de The Medium assuma a criação de um novo Silent Hill — para a infelicidade dos fãs da Blue Box Games.

    Combate morto

    A NetherRealm anunciou o fim da produção de novos conteúdos para Mortal Kombat 11. A empresa de Ed Boom vai focar em seu próximo projeto, que possivelmente é Injustice 3.

    Jogando na nuvem

    O serviço de streaming xCloud agora roda com gráficos do Xbox Series X. Além disso, jogadores do exterior podem abrir o serviço diretamente no navegador, inclusive em dispositivos da Apple. No Brasil, a plataforma segue em beta no Android, mas o lançamento completo deve acontecer ainda em 2021.

    Caçada em realidade aumentada

    The Witcher Monster Slayer, que mistura o universo de Geralt de Rivia com o gameplay de Pokémon Go, recebeu uma data de lançamento. O projeto chega aos celulares compatíveis com realidade aumentada em 21 de julho para Android e iOS.

    Atrasada pra festa

    A BioWare não vai participar da próxima edição do EA Play, que rola no dia 22 de julho, bem depois da E3 2021. Enquanto Mass Effect e Dragon Age ficarão de fora do show, podemos esperar novidades de jogos como Battlefield 2042 e Apex Legends. Reza a lenda que um novo Dead Space também pode dar as caras.

    Classificados

    • Os jogos da PS Plus de julho estão bem legais e incluem A Plague Tale: Innocence e Call of Duty Black Ops 4.
    • Os jogos da Xbox Live Gold não estão bem legais, pra variar… Com exceção de Conker, que é um clássico maneiríssimo.
    • O Xbox Game Pass recebeu quatro novos jogos logo no primeiro dia de julho, incluindo o brilhante indie Limbo. A promoção que oferece Disney+ grátis também está rolando.
    • Falando em indie, um jogo independente está de graça na Epic Games Store.
    • Se você tá com grana de sobra pra gastar em games, a Steam está realizando uma de suas maiores promoções do ano atualmente. Confira os descontos até 8 de julho.
    • Seguindo na onda de Gabe Newell, a loja brasileira Nuuvem também está distribuindo descontos. A promoção de inverno vai até o dia 9 deste mês e engloba ofertas em diversas franquias, incluindo Resident Evil.

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