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  • The Medium já se pagou e eu quero uma sequência

    The Medium já se pagou e eu quero uma sequência

    O primeiro mês de 2021 ficou para trás e fevereiro já começou com várias novidades no mundinho dos jogos eletrônicos. Após as vilãs de Resident Evil roubarem corações, agora sabemos a altura da Lady Dimitrescu.

    Além disso, a Google deu os primeiros sinais de que o Stadia não está com a bola toda, além de a Amazon mostrar que não sabe muito bem como fazer games.

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    A semana também foi marcada pela chegada de The Medium, que roda mal no PC, mas está indo muito bem financeiramente.

    Tenha uma ótima leitura e perdão pelos eventuais vacilos. Meu cachorro quer muito passear agora e eu tenho que ir.
    – Mateus Mognon

    Jogo de Medium orçamento

    The Medium chegou ao mercado em 28 de janeiro e precisou de poucos dias para dar a volta em seu orçamento, que aparentemente está na casa dos US$ 7 milhões. Falando para um jornal polonês, a Bloober Team revelou que todos os custos de produção e marketing já foram cobertos.

    O jogo de terror com câmera fixa é o projeto mais ambicioso da produtora. Além do gameplay com dois mundos renderizados simultaneamente, a produção conta com a participação do dublador Troy Baker e um ator da série O Gambito da Rainha.

    O game também capricha na história e tem espaço para sequências. Além de um final aberto e cheio de surpresas, o personagem Thomas é pouco explorado e a protagonista Marianne tem um passado que certamente renderia um bom game. Já imaginou ser uma criança que mora numa funerária e conversa com espíritos?

    As possibilidades de um futuro promissor para The Medium são interessantes, mas a Bloober Team ainda precisa melhorar a sua fórmula com o game. O desempenho do jogo, principalmente no PC, está cabuloso e jogar em 60 quadros constantes é uma missão praticamente impossível. Vamos torcer para que as coisas melhorem na parte da performance.

    Nada de console killer

    O Stadia deu sua primeira grande afundada em 2021: o serviço passou por uma reformulação e agora focará em ser uma plataforma de streaming para games de terceiros, que não são produzidos pela Google. Ou seja, se você esperava um “The Last of Us” da vida feito para o streaming, não vai acontecer.

    Graças ao novo direcionamento, a empresa fechou sua produtora própria de games, o que vai impactar o trabalho de 150 funcionários. Com xCloud chegando com tudo ao Brasil, GeForce Now ganhando espaço e o Amazon Luna na esquina, vamos ver se o Stadia não vira mais um integrante do cemitério da Google futuramente.

    Continuando na editoria de “empresas grandes que não sabem lidar com games”, a Amazon aparentemente está gastando US$ 500 milhões anuais em sua divisão de jogos. Detalhe: até agora, a empresa só lançou títulos fracassados — tão fracassados que um deles chegou a ser deslançado de tão ruim.

    Os principais motivos para a sequência de falhas seriam problemas na engine Lumberyard e má gerência na Amazon Game Studios. O time é liderado por Mike Frazzini, que tem zero experiência com jogos e aparentemente alimenta um ambiente de trabalho bem nocivo dentro do estúdio.

    Com tudo isso, fica difícil aceditar que New World, o RPG da Amazon, vai surpreender quando chegar ao mercado neste ano. Afinal, não adianta ficar jogando dinheiro nos projetos sem ter uma visão consolidada para seguir com o negócio.

    Novas da semana

    • Enquanto o PS4 e o Xbox One ainda lutam para encarar Cyberpunk 2077, o CEO da Tesla, Elon Musk, promete que as novas versões do Model S e Model X vão rodar o jogo da CD Projekt Red. Os carros terão um novo painel inteligente com uma tela grandona e um sistema tão potente quanto o PS5 e Xbox Series X. Essa é a promessa, pelo menos.
    • Um canal do YouTube revelou que a Warner é dona da mecânica de Nêmesis, utilizada nos jogos Shadow of Mordor e Shadow of War. O sistema que cria interações orgânicas de hierarquia no universo dos games foi patenteado pela empresa em 2016, por isso a tecnologia não foi implementada em outros games. Enquanto jogos como Yakuza poderiam se aproveitar da função, a Warner só deve utilizar a mecânica em seus jogos, incluindo o futuro Gotham Knights.
    • Falando em Nêmesis, o vilão de Resident Evil que carrega esse nome é menor que a Lady Dimitrescu, que estará no próximo jogo da franquia. Após a internet gerar bastante furor ao redor da personagem, a Capcom revelou que a vampirona possui 2,90 metros de altura. É uma ameaça e tanto.
    • O exclusivo de PS5 Returnal foi adiado em aproximadamente um mês e agora sai em 30 de abril. O jogo não é o único que teve a data de chegada alterada recentemente: The Lord of the Rings: Gollum não será lançado neste ano e foi adiado pela Daedalic para 2022. O motivo? A desenvolvedora fez uma parceria com a Nacon, que vai ajudar na criação do projeto.
    • A Epic Games revelou um amontoado de números sobre sua atuação no mercado em 2020. Os destaques: a empresa ganhou 52 milhões de novos usuários durante o ano passado e já conta com mais de 160 milhões de users registrados. Ainda assim, dos US$ 700 milhões obtidos pela loja no ano, apenas US$ 256 milhões vieram da venda de jogos de terceiros. Ou seja, grande parte da galera que usa a Epic está lá por causa dos jogos grátis ou pra gastar em Fortnite e Rocket League.

    Classificados

    • Os novos jogos da PlayStation Plus chegaram e os assinantes têm títulos de peso para resgatar. O serviço traz em fevereiro Destruction AllStars, exclusivo de PS5, Concrete Genie e também Control: Ultimate Edition.
    • O lado verde da força também recebeu novos jogos na Xbox Live Gold. A Microsoft já liberou três games para os assinantes: Gears 5, Resident Evil e Indiana Jones and the Emperor’s Tomb. Ainda neste mês, os usuários também poderão resgatar Lost Planet 2 e Dandara: Trials of Fear Edition.
    Imagem
    Dandara é muito bom e cheio de referências à cultura brasileira.
    • O jogo brasileiro Dandara: Trials of Fear Edition também está de graça para PC. O título pode ser resgatado sem custos até quinta-feira (4) na Epic Games Store.
    • A Valve realizará em breve mais uma edição do Steam Game Festival, que trará mais de 500 demos de jogos não lançados para a plataforma. O evento começa no dia 3 de fevereiro e os usuários poderão baixar e jogar os conteúdos até dia 9. Uma ótima chance para conhecer jogos indies sem pagar nada.
    • O Xbox Game Pass receberá novos jogos em breve! As novidades começam a chegar no dia 4 de fevereiro e incluem Project Winter, The Falconeer e Final Fantasy XII The Zodiac Age. Para quem está interessado, o Jornal dos Jogos patrocina um mês de um código do Game Pass de PC com o código abaixo:

    GYC72-2❤Y❤7-T4GXX-Y2HHG-QCR3Z

    A key pode ser resgatada em microsoft.com/redeem, basta logar com a sua conta Xbox e mandar bala. Os corações devem ser substituídos pela primeira letra do nome da protagonista de The Medium, ou então do meu nome, dá na mesma.


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  • The Medium não é tão assustador, mas traz monstros que são bem reais

    The Medium não é tão assustador, mas traz monstros que são bem reais

    Desde que foi apresentado na Xbox Showcase de 2020, The Medium voou abaixo do meu radar por um simples motivo: eu tenho muito medo de jogos de terror. Um dos principais pontos de venda do projeto da Bloober Team é a trilha sonora produzida por Akira Yamaoka, que trabalhou nas músicas de Silent Hill, meu maior pesadelo no mundo dos games.

    Apesar de não ser um entusiasta da icônica franquia da Konami, ainda existiam dois pontos que mantinham meu interesse em The Medium. O jogo é o primeiro grande lançamento para o Xbox Series X/S e tem requisitos monstruosos, sendo um dos primeiros exemplos do potencial gráfico da nova geração. Além disso, como o nome indica, a produção do estúdio polonês conta com uma temática inspirada na doutrina espírita. Pra quem não está tá ligado, eu sou um entusiasta de assuntos religiosos.

    Dito isso, enfrentei meus traumas com jogos de terror e descobri que, no final das contas, The Medium não é tão assustador assim. Na verdade, os principais fantasmas que assustam Marianne são baseados em temas presentes na vida de muita gente.

    Eu vejo gente morta

    The Medium coloca o jogador na pele de Marianne, uma mulher que possui poderes mediúnicos e consegue entrar no mundo dos espíritos, uma realidade alternativa em que almas com negócios inacabados ficam presas após a morte. Assim como na religião espírita, a protagonista utiliza seu dom para ajudar os seres errantes a finalmente encontrarem a paz.

    O conceito fica bem claro logo nos primeiros minutos de gameplay. Enquanto bebe uma xícara de chá, Marienne nos conta sobre a morte de seu pai adotivo, Jack, que era dono de uma funerária. Durante a jogabilidade, podemos acompanhar a jornada da protagonista e entrar no mundo dos espíritos para finalmente enviar o senhorzinho para a luz.

    A história se desenvolve após uma ligação misteriosa dizendo para a protagonista ir até um Hotel abandonado e que foi local de uma grande catástrofe. Como dá pra imaginar, a rotina de uma médium fica bem movimentada ao visitar um local mal-assombrado e que foi palco de uma grande tragédia com dezenas de mortos.

    Realidade dupla

    Para dar um ar de tensão para o além-vida, a Bloober Team se inspirou nas artes do pintor Zdzisław Beksiński: o mundo surrealista traz ambientes devastados e um tom sépia que traz tristeza e melancolia ao gameplay. Além disso, temos criaturas deformadas e antropomórficas habitando a realidade que coexiste com o nosso mundo dentro do misterioso Hotel Niwa.

    A ambientação, aliada à temática do game, cria um clima perfeito de tensão, que fica ainda mais nítido nas sequências que misturam o mundo real e dos espíritos. Você já teve aquela sensação de que existe alguma coisa te observando? O objetivo da tela dividida é te fazer crer que essa dualidade está sempre presente, ao seu redor.

    Esse clima de tensão gerado pelo ambiente faz The Medium escapar do terror barato dos Jumpscares. Durante toda minha jornada no game, só me assustei com algo pulando na minha tela uma única vez. Essa característica aproxima o game de projetos como Alan Wake, que também traz uma temática de terror, mas coloca a história em primeiro lugar.

    Traumas (e fantasmas) reais

    O foco na história quer dizer que The Medium não assusta? Definitivamente não. Os monstros que habitam o mundo dos espíritos são horripilantes e, mais do que isso, trazem profundidade.

    Todos os vilões que você enfrenta no mundo dos espíritos de The Medium são frutos de traumas de pessoas reais que passaram pelo Hotel Niwa. Uma infância difícil, uma morte inesperada, um caso de abuso, uma vida marcada por depressão: tudo é combustível e pode criar um ser monstruoso.

    Não é complicado fazer uma ponte da temática com a vida. Afinal, pessoas passam diariamente por situações traumáticas e nem todo mundo busca por auxílio para lidar com isso. Em muitos casos, a solução mais fácil é internalizar o problema, o que pode gerar paranoias tão grandes quanto os seres que assombram o Hotel Niwa.

    O novo projeto da Bloober Team mostra esses problemas psicológicos de uma maneira bastante visual. Fantasmas que são comuns na nossa sociedade ganham rosto e forma para perseguir o jogador. Como armas não machucam almas, você precisa usar seus poderes de “terapeuta espiritual” para acabar com as ameaças.

    Não é difícil encontrar artes na internet que transformam sentimentos ruins em monstros, e The Medium faz esse trabalho usando os games. Em uma história bem amarrada de aproximadamente 10 horas, o game te leva em uma viagem espiritual em um universo cheio de originalidade, mas consegue trazer reflexões sobre como encaramos os fantasmas que nos afligem na vida real.

    THe Medium está disponível no PC, Xbox Series X e S. O preço do game é R$ 166,45, mas é possível jogá-lo pela assinatura Xbox Game Pass no computador e também consoles.

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    The Medium é um ótimo jogo que chegou na hora errada – Análise

    Após ser adiado por causa de Cyberpunk 2077, The Medium chega ao mercado com um peso que não deveria carregar. Mesmo sendo um jogo independente, a produção da Bloober Team é um dos primeiros grandes lançamentos para o Xbox Series X e S, o que transformou o jogo em munição para uma guerra de consoles que não faz mais sentido.

    Parte da culpa disso cai no colo da Microsoft. Halo Infinite foi adiado e a empresa escorou o lançamento de seus novos consoles em versões atualizadas de jogos do Xbox One. No caso de Medium, a parte técnica do game acabou ganhando destaque em materiais de divulgação, principalmente o gameplay em tela dividida.

    A situação piora ainda mais quando vemos as principais inspirações utilizadas pela Bloober Team na concepção do game. A empresa utiliza em The Medium uma câmera similar aos primeiros títulos da saga Resident Evil e chamou ninguém menos que o principal compositor das músicas de Silent Hill para fazer a trilha sonora do jogo.

    Com tantas informações, certamente você já montou uma imagem de The Medium em sua mente. Após zerar o game no Xbox Series X e também jogar a versão de PC, venho informar que o jogo possivelmente não é o que você está imaginando — e é exatamente isso que faz o projeto da Bloober Team ser tão brilhante.

    Terror pacifista

    Apesar de ser inspirado em grandes clássicos do gênero survival horror, The Medium é tranquilo demais para se encaixar nesse gênero. Isso não quer dizer que o jogo não é assustador. Ao invés de jogar hordas de inimigos na sua cara, o projeto aposta em uma ambientação bastante imersiva para gerar um clima de suspense, com mecânicas focadas principalmente no stealth e defesa.

    Ao invés de brigar com criaturas sobrenaturais na base da bala, o jogo te coloca para entender os motivos da existência de cada ameaça. Nada de armas ou tiros. Em The Medium, os terrores e problemas são psicológicos, o que pode ser mais assustador que uma horda de zumbis.

    A premissa do projeto da Bloober Team certamente não é tão interessante comercialmente quanto um Resident Evil Village da vida; mas não se engane: The Medium é o melhor jogo focado em história disponível para os novos Xbox atualmente e uma grande adição ao Xbox Game Pass de PC, mesmo com os requisitos nada amigáveis para computador.

    Espíritos entre nós

    Se você possui algum interesse por religiões, já deve conhecer os interessantes conceitos da doutrina espírita, que é bastante popular no Brasil. The Medium não apenas pega emprestado temáticas como conversar com mortos, mas pavimenta um universo inteiro em cima dessa ideia.

    The Medium é protagonizado por Marianne, uma mulher que possui habilidades mediúnicas e consegue se comunicar com o mundo dos espíritos. Utilizando seu dom, ela entra na dimensão alternativa que abriga pessoas mortas que ainda não conseguiram desapegar do plano terreno.

    Nós conhecemos a personagem em um dia complicado. Após perder seu pai adotivo, Marianne recebe uma misteriosa ligação dizendo para ela ir até o Hotel Niwa, um resort isolado na Polônia que foi local de um massacre. Segundo o interlocutor do telefonema, o cenário da catástrofe possui respostas para um pesadelo que assombra a médium desde sua infância: a visão de uma garota correndo na floresta e morrendo após tomar um tiro.

    A combinação de uma protagonista que vê espíritos com um hotel mal-assombrado e cheio de gente morta renderia vários jumpscares, correto? Felizmente, não é o caso de The Medium. Ao chegar no Hotel Niwa, Marianna utiliza seu sexto sentido para encontrar o homem da ligação e acaba descobrindo segredos obscuros sobre si mesma, enquanto ajuda almas que ficaram presas no local.

    As habilidades mediúnicas da protagonista são traduzidas com maestria para o gameplay, com o propósito primordial de alavancar a história. No mundo dos espíritos, ela consegue manipular energia e conversar com resquícios de almas mortas. Já na “terra normal”, a protagonista utiliza seu sexto sentido para investigar detalhes da vida da pessoa.

    Ao unir as informações, Marianna ajuda os fantasmas a irem para um lugar melhor. É isso mesmo, galera: em 99% do tempo, você está trabalhando para AJUDAR e resolver os problemas de pessoas mortas. Tudo isso em um visual cinematográfico e com baixos níveis de ação, mas com um clima de suspense te rodeando o tempo todo.

    Narrativa cinematográfica

    Cuidado, pequenos spoilers à frente!

    Enquanto ajuda almas e descobre a verdade sobre si mesma no Hotel Niwa, a personagem também conhece o grande responsável por toda a tragédia do local: uma força maligna conhecida como Maw.

    Dublado por ninguém menos que Troy Baker, o vilão nem mesmo precisa aparecer para fazer você sentir arrepios. A Bloober Team usa ambientação e um trabalho brilhante de trilha sonora para dar vida ao espírito no mundo real, enquanto Marianne encara um ser demoníaco no mundo dos espíritos.

    Prossiga em segurança nos próximos parágrafos.

    O terror do vilão cresce exponencialmente no decorrer da história, já que o game sempre coloca a narrativa em primeiro lugar. Ao explorar o Hotel Niwa e a vida de seus ex-moradores, o jogador é presenteado com algo ainda raro no Xbox: uma narrativa cinematográfica de alta qualidade.

    Em cerca de 10 horas, o jogo entrega um universo cheio de possibilidades, viradas interessantes na história e personagens cativantes. Toda a narrativa é encerrada com um final que liga os pontos que o jogador caça durante o gameplay e traz um desfecho satisfatório e que abre ainda mais possibilidades para novos projetos nesse mesmo mundo.

    The Medium estava cercado por tanto hype que eu imaginei (e possivelmente outras pessoas também) que o jogo seria bem maior, teria aqueles puzzles cheios de exploração e segmentos desenfreados de ação. Para o bem da originalidade, a Bloober Team resolveu seguir um caminho diferente.

    Direto ao ponto

    The Medium é um jogo de terror com câmera fixa, focado em atmosfera e narrativa. Com um level design primoroso, o game é feito sob medida para o papel de apresentar uma história e construir um universo — e faz isso muito bem. Se você quer algo a mais do que isso, infelizmente vai se decepcionar, mas aí a culpa recai nas expectativas criadas em cima do jogo.

    Em um mundo repleto de lançamentos diários no mundo dos games, fazer um jogo de terror com história marcante e que funciona até com quem não curte muito o gênero pode parecer pouco; contudo, basta fazer um testezinho rápido: se você entrar na Steam agora, não levará muito tempo para encontrar um game de terror em primeira pessoa, cheio de puzzles feitos para serem muito complexos e com ferramentas para fazer o gameplay render. Se duvidar, você acaba caindo num jogo feito pela própria Bloober Team com essas características.

    The Medium não é o sucessor espiritual de Silent Hill e nem um Resident Evil antigo com gráficos atualizados. The Medium é… The Medium, um jogo que bebe de muitas fontes para criar algo único e cheio de originalidade.

    Com seu jeito diferente, The Medium possivelmente vai passar despercebido por muitos jogadores simplesmente por fugir de certos padrões. Porém, esse é o seu maior diferencial. Em um mundo onde jogos são cada vez maiores, The Medium prefere fazer o básico de uma forma bem feita, direta e marcante.

    Além de estar disponível para compra no PC e Xbox Series X e S, The Medium chega ao Xbox Game Pass no dia de seu lançamento no serviço para consoles e computador.


    A Xbox Brasil forneceu acesso antecipado ao game para o Jornal dos Jogos.

  • Xbox Game Pass: confira os jogos adicionados em janeiro

    Xbox Game Pass: confira os jogos adicionados em janeiro

    O Xbox Game Pass abriu o ano de 2021 de maneira bastante positiva. A Microsoft adicionou diversos jogos de peso para o serviço durante o mês, além de trazer o Disney+ como benefício para a versão Ultimate, que está saindo por apenas R$ 5.

    Durante a primeira metade do mês, o serviço recebeu a atualização de temporada de PES 2021 no Xbox One, Xbox Series X e S. Graças à parceria com o EA Play, os usuários da edição Ultimate também já podem baixar FIFA 20 e um teste do novo FIFA 21 nos consoles.

    O serviço também recebeu o jogo de luta Injustice 2 no PC e Xbox, uma ótima pedida para quem curte os heróis da DC Comics. Enquanto a concorrente da Marvel luta para emplacar nos cinemas, a empresa manda muito bem no mercado de games.

    Janeiro também marcou a chegada de What Remains of Edith Finch e Control na versão de PC do Xbox Game Pass. A novidade garante mais dois títulos famosos para a versão de computador da assinatura, que ainda não possui um catálogo tão completo quanto a edição de consoles da plataforma.

    O Xbox Game Pass também começou o ano recebendo mais três jogos de Yakuza remasterizados e o jogo de estratégia Desperados 3. Os títulos já estão disponíveis na assinatura para PC e também Xbox.

    Em 28 de janeiro, a Microsoft também lançará o jogo de terror The Medium diretamente no Game Pass de consoles e PC. O título será um dos primeiros jogos feitos com o Xbox Series X e S em mente, e promete ser pesadão no PC.

    Novos jogos do Xbox Game Pass em janeiro

    • eFootball PES 2021 Season Update (xCloud e Xbox) – 7 de janeiro
    • Injustice 2 (xCloud, PC e Xbox) – 7 de janeiro
    • The Little Acre (xCloud e Xbox) – 7 de janeiro
    • Neoverse (PC) – 14 de janeiro
    • Torchlight III (xCloud e Xbox) – 14 de janeiro
    • What Remains of Edith Finch (PC) – 14 de janeiro
    • YIIK: A Postmodern RPG (PC) – 14 de janeiro
    • Control (PC) – 21 de janeiro
    • Desperados III (xCloud, Xbox e PC) – 21 de janeiro
    • Donut County (xCloud, Xbox e PC) – 21 de janeiro
    • Outer Wilds (xCloud) – 21 de janeiro
    • Cyber Shadow (xCloud, Xbox e PC) – 26 de janeiro
    • The Medium (Xbox Series X|S e PC) – 28 de janeiro
    • Yakuza 3,4 e 5 Remastered (Xbox e PC) – 28 de janeiro

    Final Fantasy XV e Gris saindo em fevereiro

    Como nem tudo são vitórias nessa vida, a Microsoft também anunciou algumas baixas para o serviço de assinatura, que vai perder alguns jogos em 1° de fevereiro. A lista de títulos saindo do Game Pass inclui Final Fantasy XV e Gris.

    Final Fantasy XV (PC e Xbox)
    Indivisible (PC e Xbox)
    Fishing Sim World: Pro Tour (PC e Xbox)
    Sea Salt (PC e Xbox)
    Gris (PC)

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