O ano de 2023 foi tão alucinante nos lançamentos de games que uma das maiores apostas da Ubisoft passou despercebida por muitos jogadores. Avatar: Frontiers of Pandora foi lançado em dezembro e voou abaixo do radar de muitos jogadores.
Baseado na obra de James Cameron, o game expande o universo dos filmes com uma jogabilidade em primeira pessoa. Com foco em história, o título coloca o jogador no papel de um Na’vi, em uma jornada que pode ser aproveitada de maneira solo ou cooperativa.
Jogo: Avatar: Frontiers of Pandora Lançamento: 07/12/2023 Plataforma de teste: Xbox Series X Preço: A partir de R$ 49,99/mês no Ubisoft+
Mas essa experiência vale a pena? Aproveitamos o recesso de fim de ano aqui no Jornal e mergulhamos nos mistérios de Pandora na versão de Xbox Series X do game, cedida pela Ubisoft para análise. Confira, a seguir, nossa opinião sobre o game!
Um belo e vasto planeta
Avatar: Frontiers of Pandora é um game de ação com elementos de RPG em mundo aberto, que permite ao jogador criar seu próprio personagem Na’vi e escolher seu caminho na história. O jogador pode se aliar a diferentes clãs do planeta Pandora, cada um com suas próprias missões, valores e habilidades.
Avatar: Frontiers of Pandora é muito bonito no Xbox Series X.
Com essa premissa, o título dá bastante espaço para o jogador explorar o que existe de melhor no jogo: seu mundo. Enquanto a Pandora do game certamente não é tão brilhante quanto a dos filmes de James Cameron, o jogo entrega visuais deslumbrantes.
Seguindo a fórmula que temos em títulos como Far Cry, Frontiers of Pandora também garante muita liberdade para o jogador. É possível explorar o planeta a pé, voando, escalando: tudo isso traz bastante imersão na experiência de ser um nativo do planeta.
Jogabilidade divertida, mas repetitiva
A semelhança com Far Cry vai além da exploração do mundo. O jogo oferece um gameplay que lembra muito os títulos da famosa franquia da Ubisoft, mas trazendo toques e adaptações para o mundo de Avatar.
Todo o combate e exploração utilizam a mesma “infraestrutura” da série Far Cry, o que deixa os comandos e a experiência bastante familiar para quem está acostumado com os títulos da franquia. No entanto, o gameplay é adaptado de maneira magistral para o mundo criado por James Cameron, com ótimos combates usando flechas e habilidades ligadas com o mundo misterioso de Pandora.
O problema, porém, acaba sendo o ‘excesso’ de diversão. Assim como em outros jogos da produtora, o mundo aberto acaba se tornando cansativo com o tempo. Nem mesmo a adição de novas mecânicas de tempos em tempos consegue quebrar o formato cansativo da jornada.
O jogo te dá as ferramentas para ser um Na’vi lutando por Pandora, dentro do universo de Avatar.
Algo que acaba atenuando esse sentimento é a jogabilidade cooperativa. Ao jogar com um amigo ou amiga ao seu lado, o gameplay certamente fica mais divertido, já que uma nova camada de interação é integrada ao título. Porém, a má notícia é que o modo coop não funciona localmente, obrigando a compra de duas cópias ou a assinatura do Ubisoft+.
Conclusão
Avatar: Frontiers of Pandora é um jogo lindo e que diverte, mas acaba sendo raso e repetitivo, o que deixa um gosto de oportunidade perdida. Considerando o tamanho da franquia de James Cameron, a Ubisoft certamente poderia ter aproveitado mais tempo de desenvolvimento para entregar uma experiência única e que fica ao nível do restante da franquia.
Vale a pena dar uma chance ao game por meio do Ubisoft+
Um possível adiamento certamente faria bem ao game no ponto mercadológico. Ao ser lançado no final de 2023, um dos anos mais acirrados do mundo dos games, o título acabou sendo ofuscado por outros títulos gigantes e até mesmo premiações, como o The Game Awards.
No entanto, como dissemos no nosso ‘5 motivos para jogar’, para quem é fã da franquia Avatar ou se diverte jogando Far Cry, a experiência de explorar Pandora certamente será divertida. A boa pedida mesmo é esperar uma promoção ou aproveitar o Ubisoft+, que custa só R$ 50 no PC e ainda inclui outros grandes títulos no catálogo, como The Crew Motorfest e o futuro Prince of Persia: The Lost Crown.
Avatar: Frontiers of Pandora está disponível para PlayStation 5, PC, Xbox Series S e X.
Quem é fã de longa data da franquia Yakuza já está acostumado com o protagonista Kazuma Kiryu, mas você sabia que os novos jogos da franquia possuem um novo personagem principal? Estamos falando de Ichiban Kasuga, o protagonista de Yakuza: Like a Dragon e também de Infinite Wealth, o próximo game da saga.
Se você não jogou o game de 2020 e está por fora da história do personagem, fique tranquilo. No espcial de hoje do Jornal dos Jogos, você vai descobrir quem é esse herói que estará ao lado de Kazuma Kiryu em Like a Dragon: Infinite Wealth. O que ele tem de especial? O que podemos esperar do próximo capítulo dessa saga? Confira tudo a seguir.
Quem é Ichiban Kasuga?
Ichiban Kasuga é um ex-membro da família Arakawa, uma subsidiária do clã Tojo, a maior organização yakuza do Japão no mundo dos games de Like a Dragon. Ele nasceu em 1977, dentro de um bordel chamado Shangri-la, onde foi abandonado pela sua mãe, uma prostituta.
Ele foi adotado pelo gerente do bordel, Jiro Kasuga, que lhe deu o nome de “Ichiban”, que significa “o primeiro” em japonês. Ichiban cresceu admirando os yakuza e sonhando em se tornar um deles. Mesmo crescendo em um ambiente hostil e cercado de perigos, o personagem sempre manteve certa inocência e bom coração, o que pode ser visto durante o gameplay de Like a Dragon.
Seguindo seu sonho de ser um gangster, ele se juntou à família Arakawa aos 16 anos e se tornou um fiel seguidor do patriarca Masumi Arakawa, a quem ele considerava como um pai. Essa relação, no entanto, acabou rendendo problemas ao personagem.
Em 2000, Ichiban aceitou assumir a culpa por um assassinato que ele não cometeu, a pedido de Arakawa, para proteger o clã Tojo de uma guerra interna. Ele foi condenado a 18 anos de prisão e cumpriu sua pena sem reclamar, esperando ser recebido como um herói quando saísse.
Porém, ao ser libertado em 2018, ele descobriu que o mundo havia mudado muito: o clã Tojo havia sido destruído pela aliança Omi, uma organização rival de Osaka, e Arakawa havia aparentemente traído seus antigos companheiros e se aliado aos inimigos. Ichiban tentou confrontar Arakawa, mas foi baleado por ele e deixado para morrer nas ruas de Yokohama.
A história de Ichiban em Yakuza: Like a Dragon
Após ser abandonado na cadeia e traído, Ichiban sobreviveu ao tiro e foi salvo por um morador de rua chamado Yu Nanba, que se tornou seu primeiro amigo na nova cidade. Ichiban decidiu começar uma nova vida e descobrir a verdade por trás da traição de Arakawa.
Ele também fez novas amizades com pessoas de diferentes origens e profissões, como Koichi Adachi, um ex-policial demitido por corrupção; Saeko Mukoda, uma garçonete que busca vingança pela morte de sua irmã; Joon-gi Han, um assassino coreano que trabalha para uma gangue chinesa; Eri Kamataki, uma empresária que herdou uma empresa falida; e Tianyou Zhao, um mafioso chinês que controla o submundo de Yokohama.
Após ser abandonado por seu clã, Ichiban consegue novos aliados durante sua jornada.
Durante a jornada em Like a Dragon, podemos jogar com todos os personagens. No entanto, o ponto central de toda a história do principal jogo da franquia Yakuza acaba sendo Ichiban Kasuga e sua jornada de ascensão. Isso fica alegoricamente implícito em sua tatuagem de peixe-dragão nas costas, que também representa sua força e perseverança diante das adversidades.
Ichiban também é um personagem carismático, corajoso e leal, mas também impulsivo, ingênuo e cabeça-dura. Ele tem um grande senso de justiça e honra, mas também é capaz de se divertir e aproveitar as coisas simples da vida. Ele é fã de jogos de RPG e fantasia, e usa sua imaginação para transformar as batalhas do dia a dia em aventuras épicas.
O futuro de Ichiban
Após protagonizar seu próprio jogo, Ichiban agora dividirá os holofotes com Kazuma Kiryu, o grande nome da franquia Yakuza. Os dois serão os personagens principais de Like a Dragon: Infinite Wealth, que chega no dia 25 de janeiro de 2024.
O game se passará no ano de 2023 e colocará os dois protagonistas em uma missão implacável no Havaí. A improvável dupla une forças para combater criminosos e encontrar a mãe de Ichiban, que ele pensava estar morta.
Ou seja, além de muita variedade no gameplay, certamente poderemos esperar bastante emoção no novo jogo da Sega.
Os fãs de GTA já podem comemorar, o próximo jogo da franquia de sucesso da Rockstar Games, GTA 6, ganhou seu primeiro trailer. O vídeo, que vazou na web e depois foi publicado antecipadamente pela desenvolvedora, mostra o game que será ambientado na cidade de Vice City, uma versão fictícia de Miami, nos Estados Unidos.
A grande novidade é que GTA 6 terá uma protagonista feminina, chamada Lucia. Ela é uma presidiária e terá um envolvimento com Jason, que será um dos personagens principais do game.
Além disso, também temos um pouco mais de detalhes da vida paradisíaca e perigosa em Vice City. A cidade promete ser bastante viva e recheada de atividades, desde strip clubs até encontros com carros.
Lançamento de GTA 6
O trailer também revela que GTA 6 será lançado em 2025, exclusivamente para os consoles da nova geração: PS5 e Xbox Series S e X. O game promete ser o mais ambicioso e realista da série, com gráficos impressionantes, física avançada e uma enorme variedade de atividades para o jogador explorar. Por causa disso, o jogo não será lançado no Xbox One e PS4.
Quanto ao PC, a tendência é que a galera tenha que esperar: a versão de computadores não é mencionada nos comunicados da Rockstar para 2025. Com isso em mente, se a empresa seguir seus padrões, o jogo só deve chegar a partir de 2026 na plataforma.
GTA 6 ainda não tem uma data específica de lançamento, mas a Rockstar Games deve divulgar mais informações em breve. Enquanto isso, os fãs podem ver e rever o trailer que já temos do jogo e imaginar tudo que está vindo por aí!
Chegando após 13 anos do lançamento do jogo original da franquia, Alan Wake 2 é um jogo bastante aguardado. Ainda assim, o game conseguiu surpreender: com requisitos pesados e uma narrativa densa, o jogo se tornou a principal referência do que podemos esperar para o futuro dos games.
Desde que os consoles de nova geração chegaram ao mercado, já tivemos algumas obras marcantes e que conseguem entregar uma experiência diferenciada com o hardware atualizado. Alguns exemplos são Ratchet and Clank: Rift Apart e Spider-Man 2, que são títulos otimizados para o uso em SSD e deram motivos para deixar o PS4 e o Xbox One para trás.
No entanto, nenhum game acaba sendo tão “nova geração” até agora quanto Alan Wake 2. Afinal, o título chegou empurrando a tecnologia para frente.
Alan Wake 2 é pesado?
O novo jogo da Remedy já mostrou que seria diferenciado no anúncio de seus requisitos para PC. Trazendo suporte para o novo DLSS 3.5, o game utiliza a tecnologia da Nvidia em todos os seus presets no computador como recomendação.
Além disso, o jogo conta com placas de vídeo e processadores mais recentes em suas configurações recomendadas. O SSD, como já virou costume, também faz parte das especificações mínimas do game.
Mínimo (baixo)
Resolução: 1080p
FPS: 30
GPU: GeForce RTX 2060 ou Radeon RX 6600
VRAM: 6 GB
DLSS/FSR2: Qualidade
CPU: Intel i5-7600k ou equivalente da AMD
RAM: 16 GB
Recomendado (Médio 1440p)
Preset gráfico: Médio
Resolução: 1440p
FPS: 30
GPU: GeForce RTX 3060 ou Radeon RX 6600 XT
VRAM: 8 GB
DLSS/FSR2: Balanceado
CPU: Ryzen 7 3700X ou equivalente da Intel
RAM: 16 GB
Recomendado (Médio 1080p)
Preset gráfico: Médio
Resolução: 1080p
FPS: 60
GPU: GeForce RTX 3070 ou Radeon RX 6700XT
VRAM: 8 GB
DLSS/FSR2: Desempenho
CPU: Ryzen 7 3700X ou equivalente da Intel
RAM: 16 GB
Ultra (Alto 4K)
Preset gráfico: Alto
Resolução: 4K
FPS: 60
GPU: GeForce RTX 4070 ou Radeon RX 7800 XT
VRAM: 12 GB
DLSS/FSR2: Desempenho
CPU: Ryzen 7 3700X ou equivalente da Intel
RAM: 16 GB
Mas o que esses requisitos significam? O jogo está mal otimizado? Na verdade, ao jogarmos Alan Wake 2 no PC e no PS5, concluímos que o game está longe de ser pesado porque é mal programado. O título, na verdade, só acaba elevando o nível dos games que conhecemos.
Gameplay evoluído
O ano de 2023 foi tão bom para os games que fica até difícil escolher quais foram os melhores lançamentos até agora. No entanto, lá em março, tivemos Resident Evil 4 Remake chegando com o ápice da fórmula do survival horror da Capcom.
Alan Wake 2 acaba adotando sistemas similares para o combate e movimentação, o que deixa o jogo bastante moderno em comparação ao título original da franquia, lá de 2010. No entanto, o que realmente impressiona é o que o jogo faz além disso.
O novo título da Remedy conta com dois protagonistas, que trazem histórias e mecânicas distintas. Enquanto a detetive Saga Anderson utiliza sua experiência como agente do FBI para investigar um caso, o escritor Alan Wake molda a sombria realidade da escuridão com suas palavras.
Ao jogar com Saga, temos um menu mental que é impressionante. Sempre que pressionamos o clássico “botão de pause”, a agente é instantaneamente transportada para dentro de sua mente, em um ambiente aberto e que pode ser explorado pelo jogador. Com isso, Alan Wake 2 mostra que claramente já temos tecnologia para inovar em interfaces básicas nos games daqui pra frente.
O gameplay com o escritor também não deixa a desejar. Além de ser transportado para uma “sala de escrita” mental quando o menu é aberto, o escritor altera a realidade em tempo real. Ou seja, assim que o jogador escolhe um dos prompts de escrita, o ambiente sofre alterações instantaneamente.
Gráficos de ponta
Além de trazer interações interessantes e que certamente vão aparecer em mais games futuramente, Alan Wake 2 não deixa a desejar nos gráficos. O jogo traz uma implementação de ponta de recursos de Ray Tracing no PC, por exemplo, o que justifica a recomendação de uso do DLSS em praticamente todos os presets gráficos.
As texturas e densidade dos cenários também impressionam no game. Seja explorando a floresta com Saga ou a cidade com Alan, é difícil não ficar surpreso com o visual do game de suspense e terror.
Falando nisso, é importante ressaltar, também, a veia criativa da Remedy com o game. Alan Wake 2 acaba sendo bastante confuso em alguns momentos, mas traz tanta personalidade com sua história que é capaz de conquistar até mesmo quem não é fã de jogos de horror.
Agora, resta apenas esperar para ver quais serão os próximos jogos a empurrarem os limites dos hardwares de nova geração. Para quem joga no PC e ainda está na geração GTX 10, talvez seja a hora de pensar em fazer um upgrade no computador, pois a tendência é que cada vez mais games deem trabalho para componentes, principalmente GPUs, mais antigas.
Alan Wake 2 pode ser jogado no PC, PS5 e Xbox Series S e X.
Está pensando em começar a jogar Yakuza? O Jornal dos Jogos está aqui para te ajudar! A icônica franquia iniciada no PS2 foi exclusiva do mercado oriental por muitos anos, mas finalmente ganhou mais espaço globalmente nos últimos anos.
O guia abaixo inclui detalhes sobre os principais games da saga e onde jogá-los atualmente. Com um humor peculiar e gameplay cheio de ação, a franquia Like a Dragon é bastante cativante.
Inclusive, vale ressaltar: os jogos da saga são conhecidos pelas alcunhas Yakuza ou Like a Dragon. Apesar dos dois nomes diferentes, ambos tratam-se da mesma série de jogos, que é produzida pela Sega e o Ryu Ga Gotoku Studio.
Qual o significado de Kiwami?
Além de terem os nomes Yakuza ou Like a Dragon, alguns dos jogos mais recentes da franquia carregam o “sobrenome” Kiwami. A palavra significa “extremo” em japonês e marca os remakes dos jogos originais da franquia, Yakuza 1 e 2.
O Ryu Ga Gotoku Studio atualizou os jogos antigos da série para consoles mais modernos, mas manteve o estilo de gameplay e história. Ou seja, se você pretende jogar em sistemas a partir do PS4 ou Xbox One, bem como o PC, o ideal é buscar pelas versões Kiwami para os games mais antigos.
No caso de Yakuza 3, 4 e 5, os jogos foram relançados para sistemas modernos com a alcunha Remastered. A partir de Yakuza 0 e Yakuza 6: The Song of Life, os games já começaram a sair nativamente para plataformas recentes no mercado.
Onde jogar os games da franquia?
Os jogos da franquia Yakuza estão disponíveis atualmente em consoles PlayStation, Xbox e também no PC. A disponibilidade vai desde o PS4 e Xbox One até a atual geração, o PS5, Xbox Series S e X.
PlayStation: todos os jogos da franquia estão disponíveis para compra e podem ser jogados pela PS Plus Extra;
Xbox: além da compra individual, a série completa está disponível no Xbox Game Pass, com suporte para nuvem na versão Ultimate, que custa R$ 5 no primeiro mês;
PC: a franquia está disponível em lojas como a Steam e também no PC Game Pass, incluindo suporte para jogar na nuvem.
Os preços dos jogos da franquia Yakuza partem de R$ 67,99 no computador, variando para cada plataforma. Em promoções no PC, os jogos mais antigos da série já chegaram a custar R$ 16,99.
No entanto, os novos lançamentos da série Yakuza chegam com preço cheio ao mercado. Like a Dragon Ishin, por exemplo, está disponível no lançamento por valores partindo de R$ 294,90 — uma demo grátis está disponível em todas as plataformas.
Ordem cronológica para jogar Yakuza em 2023
Com quase 10 jogos em sua franquia principal, a franquia Yakuza possui uma cronologia para ser jogada, além da ordem tradicional de lançamento. Confira, a seguir, qual a ordem mais interessante para encarar a franquia, de acordo com a seleção do Jornal dos Jogos.
Like a Dragon: Ishin
O mais recente lançamento da franquia pode ser considerada a porta de entrada para a franquia no quesito tempo. O motivo? O jogo não possui ligação direta com a história principal da saga e se passa em 1860. Ou seja, acontece anos antes de todo o restante da narrativa.
Apesar disso, Like a Dragon Ishin é o lançamento mais recente da saga, mesmo sendo um remake, e inclui as principais características da saga. O humor e construção de mundo icônicos da franquia, além de seus atores, estão presentes no game.
Yakuza 0
Este jogo é um prelúdio da série, que se passa em 1988, apresentando a história de como Kazuma Kiryu e Goro Majima se tornaram membros da Yakuza. Trazendo diversos minigames icônicos, o game conta com os primórdios da história e os personagens principais do restante da série.
Mesmo sendo um prequel, Yakuza 0 pode ser considerado a melhor porta de entrada para quem pretende jogar todos os jogos da história em sequência. Além de ser o ponto zero da narrativa, o gameplay está atualizado, já que o título foi lançado em 2015.
Yakuza Kiwami
Lançado originalmente em 2005 e remasterizado com a versão Kiwami, o primeiro jogo da franquia Yakuza apresenta a história de Kazuma Kiryu, um membro da yakuza que é preso pelo assassinato de um líder do clã rival. O jogo se passa em Tóquio e apresenta uma jogabilidade que combina combates em tempo real e elementos de RPG.
Yakuza 2 Kiwami
Considerado um dos melhores da série, o jogo de 2006 é uma sequência direta do primeiro game da saga, acontecendo um ano após a história de estreia da franquia. Kazuma Kiryu está de volta e, agora, está em uma missão para deter um conflito entre o clã Tojo e a máfia chinesa.
Yakuza 3 Remastered
Yakuza 3 se passa dois anos após os eventos de Yakuza 2, com Kazuma Kiryu agora em Okinawa, longe dos conflitos que dominavam sua vida. Porém, as coisas acabam saindo do controle: um orfanato é ameaçado e o gângster que protagoniza a franquia é obrigado a retornar às suas raízes.
Yakuza 4 Remastered
Lançado originalmente em 2010, Yakuza 4 é o primeiro da franquia a contar com quatro protagonistas jogáveis. Cada personagem possui uma história e estilo de combate, garantindo bastante variedade para a jornada, que envolve a morte do irmão de um grande mafioso japonês.
Yakuza 5
Seguindo a linha do jogo anterior, Yakuza 5 apresenta cinco personagens jogáveis, com histórias e estilo de gameplay próprios. A narrativa principal é pulverizada e se passa em vários lugares do país asiático, sempre trazendo temas ligados à máfia japonesa.
Yakuza 6: The Song of Life
Yakuza 6 mostra a jornada do icônico protagonista em busca de respostas sobre o desaparecimento de sua filha adotiva, Haruka. O game marca o final da história de Kazuma Kiryu, abrindo portas para uma nova leva de protagonistas a partir do próximo jogo.
Yakuza: Like a Dragon
Lançado em 2020, Yakuza: Like a Dragon ressignificou a franquia ao trazer um novo protagonista e gameplay. Com jogabilidade em turnos, mas sem abandonar a essência da série, o jogo acompanha a caminhada de Ichiban Kasuga, que foi preso devido a seu grupo da yakuza, mas acabou sendo abandonado pelos seus parceiros.
O jogo marca um reinício para a franquia, mas também conta com referências a personagens dos títulos anteriores. Assim, a experiência fica melhor se você já conhece os games anteriores da saga, mas também é possível pular direto para Yakuza: Like a Dragon.
É importante ressaltar, novamente, que Like a Dragon Ishin não faz parte da cronologia oficial da franquia Yakuza. Com isso em mente, também é possível jogar o game depois de todos os outros jogos da franquia. Independente do ponto de partida, certamente a franquia pode ganhar um lugar no seu coração.
Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name
Unindo os novos e antigos fãs da franquia, Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name é um jogo de 2023 que chegou para abrir caminho para o futuro da franquia. O game em questão é protagonizado por Kazuma Kiryu e mostra o caminho do personagem até Like a Dragon: Infinite Wealth, o próximo game da franquia.
Trazendo jogabilidade de ação, o título não é tão grande quanto outros jogos da franquia, mas garante cerca de 30 horas de gameplay, o que já é muita coisa. Se você está de olho no próximo game da franquia, este título é uma pedida certa. E a boa notícia: The Man Who Erased His Name é multiplataforma e está disponível no Xbox Game Pass.
Like a Dragon: Infinite Wealth
Com lançamento marcado para 25 de janeiro de 2024, Like a Dragon: Infinite Wealth é o maior lançamento da franquia nos últimos anos. O game é o sucessor de Yakuza: Like a Dragon e The Man Who Erased His Name, unindo as histórias mais recentes da franquia.
Além de trazer Ichiban e Kiryu como protagonistas, o game também promete impressionar com seu gameplay. O jogo contará com gameplay em turnos em uma cidade aberta, mas vai mais longe com outras mecânicas que incluem até mesmo o gerenciamento de uma ilha própria.
Curtiu a premissa? Like a Dragon: Infinite Wealth está chegando para PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S e X.
E aí, qual é o seu jogo favorito da franquia Like a Dragon/Yakuza?
O The Game Awards 2023 é um evento anual que celebra os melhores jogos do ano, reconhecendo os talentos e as conquistas da indústria de videogames. O evento também apresenta novidades e trailers exclusivos de jogos futuros, além de performances musicais e convidados especiais.
A edição de 2023 do The Game Awards será realizada em 7 de dezembro, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e terá transmissão ao vivo pela internet. A lista de indicados foi anunciada recentemente, revelando os jogos que concorrem em diversas categorias, como Jogo do Ano, Melhor Narrativa, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.
Trazendo games como Baldur’s Gate 3 e Alan Wake 2 como destaque, o evento conta com mais de 30 categorias. Confira, abaixo, a lista com todos os jogos indicados ao The Game Awards 2023.
Jogo do ano
Alan Wake 2 (Remedy Entertainment/Epic Games Publishing)
Baldur’s Gate 3 (Larian Studios)
Marvel’s Spider-Man 2 (Insomniac Games/SIE)
Resident Evil 4 (Capcom)
Super Mario Bros. Wonder (Nintendo EPD/Nintendo)
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (Nintendo EPD/Nintendo)
Melhor Direção
Alan Wake 2 (Remedy Entertainment/Epic Games Publishing)
Baldur’s Gate 3 (Larian Studios)
Marvel’s Spider-Man 2(Insomniac Games/SIE)
Super Mario Bros. Wonder (Nintendo EPD/Nintendo)
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (Nintendo EPD/Nintendo)
Melhor narrativa
Alan Wake 2 (Remedy Entertainment/Epic Games Publishing)
Baldur’s Gate 3 (Larian Studios)
Cyberpunk 2077: Phantom Liberty (CD Projekt Red)
Final Fantasy XVI (Square Enix)
Marvel’s Spider-Man 2 (Insomniac Games/SIE)
Melhor direção de arte
Alan Wake 2 (Remedy Entertainment/Epic Games Publishing)
Hi-Fi Rush (Tango Gameworks/Bethesda Softworks)
Lies of P (Round8 Studio/Neowiz Games)
Super Mario Bros. Wonder (Nintendo EPD/Nintendo)
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (Nintendo EPD/Nintendo)
Melhor música
Alan Wake 2, Composer Petri Alanko (Remedy Entertainment/Epic Games Publishing)
Gran Turismo (PlayStation Productions/Sony Pictures)
The Last of Us (PlayStation Productions/HBO)
The Super Mario Bros. Movie (Illumination/Nintendo/Universal Pictures)
Twisted Metal (PlayStation Productions/Peacock)
Jogo mais aguardado
Final Fantasy VII Rebirth (Square Enix)
Hades II (Supergiant Games)
Like A Dragon: Infinite Wealth (Ryu Ga Gotoku Studio/Sega)
Star Wars Outlaws (Massive Entertainment/Ubisoft)
Tekken 8 (Bandai Namco/Arika)
Criador de conteúdo do ano
IronMouse
PeopleMakeGames
Quackity
Spreen
SypherPK
Melhor jogo de esports
Counter-Strike 2 (Valve)
Dota 2 (Valve)
League of Legends (Riot Games)
PUBG Mobile (LightSpeed Studios/Tencent Games)
Valorant (Riot Games)
Melhor atleta de esports
Lee “Faker” Sang-hyeok (League of Legends)
Mathieu “ZywOo” Herbaut (CS:GO)
Max “Demon1” Mazanov (Valorant)
Paco “HyDra” Rusiewiez (Call of Duty)
Park “Ruler” Jae-hyuk (League of Legends)
Phillip ”ImperialHal” Dosen (Apex Legends)
Melhor equipe de esport
Evil Geniuses (Valorant)
Fnatic (Valorant)
Gaimin Gladiators (Dota 2)
JD Gaming (League of Legends)
Team Vitality (Counter-Strike)
Melhor técnico de esport
Christine “potter” Chi (Evil Geniuses – Valorant)
Danny “zonic” Sorensen (Team Falcons – Counter-Strike)
Jordan “Gunba” Graham (Florida Mayhem – Overwatch)
Remy “XTQZZZ” Quoniam (Team Vitality – Counter-Strike)
Yoon “Homme” Sung-young (JD Gaming – League of Legends)
Melhor evento de esports
2023 League of Legends World Championship
Blast.tv Paris Major 2023
EVO 2023
The International Dota 2 Championships 2023
VALORANT Champions 2023
Como votar o The Game Awards?
Os vencedores do Game Awards são definidos em uma votação com um júri técnico e também com participação do público. Você pode votar em seus jogos favoritos acessando o site da publicação. E aí, quem você acha que leva o prêmio de jogo do ano (GOTY) em 2023?
Dentre todas as linhas de games seguidas pela Activision nos 20 anos de Call of Duty, Modern Warfare certamente é uma das mais famosas e nostálgicas. Seja pelos jogo originais ou por Modern Warfare de 2019, que consolidou a primeira versão de Warzone, o nome “MW” carrega um peso importante e imponente dentro da franquia, que é uma das mais populares no mundo dos jogos.
Em 2023, a gigante dos games aposta em um reboot de Call of Duty Modern Warfare 3, mas seguindo um caminho bem diferente do jogo original. O novo título chega apenas um ano depois de seu antecessor, compartilhando muitas características técnicas.
O lançamento completo do game acontece no dia 10 de novembro, quando teremos a liberação do multiplayer e do modo zumbis em mundo aberto, além de uma futura integração de MW3 com Warzone. O Jornal dos Jogos obteve acesso antecipado à campanha do game, cortesia de uma chave fornecida pela Activision Brasil para Xbox Series X.
Jogo: Call of Duty Modern Warfare 3 Lançamento: 10/11/2023 Plataforma de teste: Xbox Series S Tempo de teste: 5 horas Preço: A partir de R$ 299.
Enquanto curtimos a história entregue nos outros dois jogos, aqui as coisas ficaram bem nebulosas. A empresa apostou alto na nostalgia em sua curta campanha, mas acabou pecando em inovação e conteúdo.
Uma campanha curta, mas cheia de nostalgia
Nostalgia é uma palavra que define bem os melhores momentos da curta campanha single-player de Call of Duty Modern Warfare 3. O jogo tenta gerar sentimentos no jogador ao trazer personagens clássicos da franquia MW, como o vilão Marakov, e continuar a história de personagens importantes do reboot, como Farah, Ghost e Price.
Durante a breve jornada no game, temos lampejos do passado de Call of Duty, principalmente de suas versões mais. Além de uma versão “repaginada” da polêmica missão No Russian, temos um passeio no passado de Verdansk, o mapa que foi casa da primeira versão de Warzone.
O jogo conta com uma missão ao estilo “No Russian”.
Para quem passou horas e horas no battle royale em seu auge, a campanha certamente trará alguns toques de nostalgia. Durante algumas das missões, podemos saber um pouco mais da história do local e seu passado, o que certamente vai agradar quem pulou em Verdansk por meses e meses.
No entanto, o brilho da campanha acaba por aí. Os estúdios da Activision claramente não dedicaram tanto tempo para a campanha em MW3, o que acabou fazendo com que várias oportunidades interessantes fossem perdidas.
Missões breves e reciclagens
Com 15 missões disponíveis, o jogo foi concluído por aqui em cerca de 5 horas, no modo normal. A rápida jornada ocorre porque grande parte das missões “cinematográficas” acabam sendo curtinhas.
Com isso, várias das missões que geram um sentimento de nostalgia e esplendor acabam passando muito rápido. Exemplo disso é “A Passageira”, a nova missão polêmica que chega para ser a nova No Russian: a experiência foi tão rápida que quase parecia um teaser para o próximo desafio.
Para compensar as missões cinematográficas curtas, MW3 apostou em mecânicas de “mundo aberto”. Consideradas uma revolução pelo estúdio, a novidade acabou sendo implementada de uma forma que pareceu preguiçosa.
COD MW3 permite voar pelos céus de Verdansk mais uma vez, mas peca no “mundo aberto.
As fases abertas colocam o jogador em um pequeno mapa que pode ser explorado de diferentes formas, com inimigos espalhados e caixas que permitem coletar armamentos e coletes. O jogador pode até montar um loadout com tudo que encontra pelo caminho e, caso rejogue ou morra, pode escolher quais equipamentos utilizar.
No fim das contas, a experiência lembra bastante o que temos no modo DMZ de Warzone, mas sem o fator multiplayer. As missões de mundo aberto basicamente colocam o jogador para cumprir pequenos objetivos enquanto está cercado por bots.
Oportunidades perdidas
Call of Duty Modern Warfare até consegue divertir e gerar certa emoção com suas missões curtas e, eventualmente, recicladas. No entanto, em sua curta campanha, o que realmente fica evidente é que o jogo acaba sendo uma grande oportunidade perdida.
Assim como ocorreu com outros grandes lançamentos da empresa, Modern Warfare 3 claramente podia ter ficado de molho por mais um ano, no mínimo. Assim, os times da Activision teriam tempo para investir em uma campanha de qualidade e inovações de peso, tanto para o single-player quanto multiplayer.
COD: MW3 perdeu a chance de ser um jogo grandioso.
O novo MW3 chega com uma decepção em um momento perfeito para não decepcionar. A franquia completou 20 anos em 2023 e deixou sua independência de lado, já que agora faz parte da Microsoft.
Considerando o peso do nome Modern Warfare 3 e todo o fator histórico acima, além da qualidade dos jogos anteriores da saga, estávamos esperando por aqui um game, no mínimo, grandioso vindo da Activision em 2023. Uma pena que não recebemos isso no modo single-player.
Agora, resta aguardar pelo multiplayer, que será lançado dia 10 e testado futuramente aqui no Jornal dos Jogos. No momento, só podemos dizer que pagar R$ 300 por essa campanha definitivamente não vale a pena. Se você só quer saber da história, a dica é esperar o jogo entrar no Game Pass a partir do ano que vem.
Jusant foi amor ao primeiro trailer, e alguns meses depois, o trabalho da Dont’Nod chega a nós mostrando todos os aspectos de um excelente jogo. Trazendo mecânicas diferentes, uma belo estilo visual, trilha encantadora e uma mensagem profunda, o título encanta sem uma linha de diálogo sequer.
Já conhecemos a qualidade da Dont’Nod quando o assunto é narrativa, já que a desenvolvedora é responsável por Life Is Strange. Em Jusant, por outro lado, a empresa francesa entrega um jogo de escalada contemplativo, curto e relaxante.
Com essas características, o título entra para a lista de games relaxantes que chegaram ao Game Pass neste ano. O serviço também receneu Planet of Lana e outros projetos nesta mesma pegada anteriormente, incluindo Unpacking, Townscaper e A Short Hike, por exemplo.
Jusant é o famoso “tudo que é bom dura pouco“
Sendo um jogo curto, Jusant não se torna enjoativo. O título apresenta, ao longo de seus 6 capítulos, mecânicas novas e desafios diferentes que nos permitem ficar vidrados 100% do tempo.
O mecanismo de segurar nas rochas, animais ou plantas ao fazer a escalada com os dois botões no analógico, é algo diferente do que vemos em outros títulos que muitas vezes só precisamos apertar um botão. É uma mecânica que traz um certo estranhamento no início, gerando algumas confusões.
No entanto, após algumas escaladas, pegamos o jeito desse sistema e fazemos saltos numa montanha gigantesca sem receio e com mais confiança. Por falar em uma montanha gigantesca, algo que também nos auxilia nesse ganho de confiança são os pitões, que podemos fixar em alguns pontos nas paredes para poder ter mais segurança e muitas vezes alcançar passagens e pontos que não são possíveis apenas pulando.
Visual deslumbrante
Tendo uma base sólida e sem problemas na gameplay, sobra espaço para os artistas digitais da Dont’Nod trabalharem na arte, mapas e gráficos de Jusant. Seguindo um estilo cartunesco, que particularmente achei parecido com Sable no anúncio (mas não tinha nada a ver), o jogo sobra no visual e exalta sempre os elementos da natureza.
Podemos perceber essa exaltação a beleza na posição que a câmera fica aberta em certos momentos de gameplay, fazendo composições belíssimas. Toda a montanha que escalamos também é uma obra de arte. Durante o gameplay, passeamos por diferentes locais, conhecendo a história do lugar: clima árido em um lado, verdejante e movimentado do outro, interior oco em alguns pontos, cheio de vestígios de uma civilização que vivia em contato com a natureza belíssima.
Tudo é misterioso em Jusant
Ao longo da escalada temos a ajuda de uma ilustre e curiosa criaturinha chamada Ballast. Ele traz uma conexão ainda maior com a natureza, nos permitindo abrir novos caminhos, encontrar colecionáveis e fazer um carinho nessa fofa criatura.
Como tudo no mundo de Jusant é envolto de mistérios, como Ballast, vamos conhecendo a história do lugar através das cartas e anotações que encontramos durante nossa escalada. Particularmente, gosto dessa forma de apresentar a narrativa: é intrigante e dá a opção ao jogador para só seguir escalando ou jogar o game novamente para procurar todas as cartas e se aprofundar ainda mais nesse curioso planeta.
Vale a pena jogar?
Jusant é o tipo de jogo que vale colocar na sua lista para ser jogado entre aqueles AAA que você está zerando no momento. É um jogo curto e incrível, que pode ser finalizado em uma tarde. Mas não tenha pressa, pois Jusant é exatamente sobre isso: paciência, contemplação e serenidade. É um daqueles games para colocar em cheque os purista que falam que game não é arte.
Jusant está disponível no PC e consoles PlayStation e Xbox. O jogo também está disponível desde o lançamento na assinatura Xbox Game Pass.
O Xbox Game Pass reúne mais de 300 jogos em seu catálogo, com diversos gêneros diferentes para atender o variado público que assina o serviço da Microsoft. Dentre os gêneros, o serviço tem um vasto catálogo de jogos de corrida para serem jogados, mas dentre tantas opções, qual jogar? Bom, foi exatamente por isso que reunimos uma lista com os melhores jogos de corrida disponíveis no Game Pass.
8. Dirt 5
Dirt 5 é uma mudança completa na franquia de jogos da Rally da Codemasters, que abandona a simulação presente nos outros jogos e dá espaço a uma gameplay mais arcade. Dirt 5 é um jogo mais divertido e colorido, adotando muitas das ideias que vemos em Forza Horizon. O game traz mais de 70 pistas em locais diferentes e fantásticos ao redor do globo, que te convida e se aventurar e gastar boas horas.
7. F1 22
F1 22 é o jogo da Fórmula 1 desenvolvido pela Codemasters e publicado pela EA Sports que traz aos fãs do automobilismo a experiência de correr nos circuitos mais badalados do mundo. O game traz todo o grid atualizado da temporada 2022 e tem uma melhora nos gráficos em relação ao jogo de 2021. Infelizmente o ponto fraco desta edição é sua jogabilidade, que torna muito difícil a pilotagem para quem usa controle, especialmente. Além disso, é muito difícil manter o carro na pista sem assistências, o que não deve ser um problema para jogadores iniciantes. Felizmente esse problemas foram corrigidos na edição de 2023, que pode ser conferida na nossa análise.
6. Need for Speed Unbound
Need for Speed Unbound é o mais recente jogo da saga NFS lançado em 2022 e que rapidamente chegou ao Game Pass pela EA Play. O jogo chegou com uma customização mais robusta para todos os carros e outros tipos de efeitos visuais. Como o Mateus ressaltou em sua análise, NFS Unbound o jogo aprimora algumas ideias apresentadas no Heat e deixa o jogo muito divertido, com um potencial gigante para ser explorado.
5. Need for Speed Heat
NFS Heat é um jogo que tenta buscar algumas ideias dos games clássicos da franquia e chega a Palm City, uma cidade linda e cheia de luzes, com uma lista de carros gigante e muita customização disponível. O jogo chegou para restabelecer a confiança com os fãs da franquia que foi abalada por uma sequência de lançamentos ruins e traz uma gameplay gostosa de pilotar. Graficamente não inova muito, mas ainda é um jogo muito bonito e que vale a pena uma chance.
4. MotoGP 22
MotoGP 22 é um dos melhores jogo de simulação de motos que você pode encontrar para jogar. O game traz para os videogames a experiência de jogar na principal categoria do esporte no mundo e se orgulha de ter uma experiência realista e imersiva. Porém, o que é visto como algo positivo pela desenvolvedora e fãs mais antigos da saga, pode ser algo ruim para novatos. A curva de aprendizado do MotoGP 22 é alta e difícil de dominar a pilotagem. Uma opção arcade para a categoria são os jogos Ride, tão divertidos quanto.
3. Forza Horizon 4
Forza Horizon 4 é mais um game da famosa franquia Forza e que nesta edição trouxe mais de 450 carros, uma trilha sonora emocionante e uma linda Grã-Bretanha. A novidade desta edição é a implementação das estações dinâmicas que dão uma vida a mais no mapa, algo que não é forte dessa franquia. O jogo é lindo, a jogabilidade é ótima, é possível explorar o mapa com seus amigos e o jogo ainda é muito bem otimizado para o PC. Forza Horizon 4 é uma ótima experiência para os fãs de corrida.
2. Forza Horizon 5
Forza Horizon 5 expande o jogo anterior da franquia em uma aventura pelas belas paisagens do México. O jogo chegou em 2021 com uma lista ainda maior de carros e uma trilha sonora muito gostosa para se ouvir enquanto explora o mapa do jogo cheio de conquistas a coletar e corridas para disputar. Tudo de bom no Forza Horizon 4, pode ser também dito neste game.
1. Forza Motorsport
O novo jogo da franquia da Microsoft chama a atenção com gráficos de ponta e bastante realismo. Trazendo soluções como Ray Tracing e uma longa lista de veículos, o jogo é uma ótima pedida para quem curte jogos de carro que tem uma pegada mais puxada para a simulação.
O Xbox Game Pass é um serviço de assinatura que oferece acesso a mais de 100 jogos para Xbox, PC e dispositivos móveis. Com valores que partem de R$ 30 mensais, o serviço pode ser assinado via Microsoft Store ou diretamente no site do Xbox. E aí, você curte os jogos de corrida disponíveis na plataforma?
The Finals é um FPS online gratuito que combina o jogo rápido de Call of Duty, mapa destrutível como BF4 e habilidades que vemos em outros jogos do gênero. O projeto é desenvolvido pela Embark Studios e conta com desenvolvedores veteranos da série Battlefield.
A versão beta do jogo foi lançada recentemente e pode ser jogada até o dia 5 de novembro gratuitamente no PC, através da Steam. O título também pode ser jogado sem custos em beta nos consoles PS5 e Xbox Series S e X.
Apesar de uma versão beta do jogo, The Finals chegou a ter um pico de 267 mil pessoas jogando ao mesmo tempo na Steam e continua mantendo números altos na plataforma. As avaliações são muito boas, apesar de seus problemas (afinal é uma beta).
Mas será que uma combinação tão atípica pode funcionar? Nós testamos o game aqui no Jornal dos Jogos! Confira as impressões e mais detalhes sobre o game abaixo!
Como funciona o jogo?
The Finals é um game jogado em trios, que tem 3 modos de jogo atualmente, Dinheiro rápido, Coloca no conta e Torneio, que pode ser ranqueado ou casual. Todos esses modos têm em comum o mesmo objetivo, ganhar moedas através de uma extração ou eliminação de outras equipes: você pega o cofre e leva-o até um ponto de extração para ganhar esse dinheiro.
As particularidades ficam por conta de cada modo, o jogo rápido, por exemplo, acaba quando o primeiro time atingir o objetivo de dinheiro. O modo coloca na conta é um pouco diferente, cada membro pode coletar moedas individualmente e depositá-las no ponto de extração. Já o torneio, funciona como uma espécie de battle royale dividido em rodadas, com as mesmas regras do jogo rápido, mas de uma forma que escala até uma final, quando os dois últimos trios se enfrentam.
Outro diferencial do gameplay de The Finals são os eventos da partida, que obviamente acontecem durante o jogo. Entre eles, megadano, que aumenta o dano causado à arena; chuvas de meteoro ao redor das estações de extração, ou os mortos explodem que te explode assim que você elimina uma pessoa. Esses são apenas alguns dos eventos presentes no jogo.
Problemas
Uma beta tem problemas, obviamente. Porém, preciso ser justo e dizer que experimentei apenas alguns desses problemas, como bugs de cenário em que meu personagem ficava preso em alguns lugares. Hackers, que encontrei em uma partida e logo foram banidos, mas que parece ser uma realidade do jogo nesta beta. Esperamos que a Embark faça um bom trabalho para evitar mais problemas com essa gente na versão final. Mas no geral, os problemas foram muito poucos para uma beta, algo muito surpreendente.
Polêmicas
Problemas no jogo em si, The Finals praticamente não tem. O que não podemos dizer o mesmo para a Embark. O designer de áudio de The Final, Andreas Almström, comentou em um podcast que foram usadas vozes de inteligência artificial para fazer a conversão do texto em fala. Segundo Andreas, a razão por terem utilizado uma IA para as vozes do jogo é que a ferramenta chegou a um nível extremamente poderoso, permitindo que as ideias dos designers de jogos sejam experimentadas mais rapidamente.
A decisão do estúdio não agradou muito outras pessoas da indústria como atores e designers de áudio, que vieram a público demonstrar sua opinião no X.
Aparentemente a beta de The Finals chegou com um problema que não mostra o botão para convidar amigos da Steam, um problema que pode ser resolvido facilmente. Basta entrar nas configurações e deixar a opção multiplataforma em “ligado”. Lembrando que seu amigo também precisa estar com essa opção ativada.
Requisitos The Finals no PC
A página da Steam do game não mostra ainda os requisitos finais do jogo, mas podemos ter uma noção dos requisitos divulgados para a beta fechada, do começo do ano. The Finals é bonito mas leve, tanto em performance quanto em armazenamento. Exigindo 15 GB de espaço em disco para baixá-lo. Algo raro nos dias de hoje, já que qualquer jogo do gênero exige mais de 25 GB.
Requisitos mínimos
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador: Intel Core i5 6600K ou AMD Ryzen 5 1500
Memória: 12 GB de RAM
Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 970 ou AMD Radeon RX 580
Armazenamento: 15 GB
Requisitos recomendados
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador: Intel Core i5 9600K ou AMD Ryzen 5 3600
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: Nvidia GeForce RTX 2070 ou AMD Radeon RX 5700 XT
Armazenamento: 15 GB
O que melhorar para a versão final?
O jogo está divertido e bem otimizado, mas incompleto. Os modos de jogo ainda são poucos para sustentar o game por muito tempo e nesta de beta só tivemos 3 mapas disponíveis. Apesar dos mapas serem relativamente grandes, podendo fazer o jogador rodar muito durante uma partida, a variedade ainda é pequena se compararmos com seus concorrentes.
O arsenal também é outro aspecto que precisa ser melhorado e implementado mais armas, mais variações para a arma primária e secundária de cada classe. Outra preocupação que ditará o quão jogado The Finals vai ser jogado, será a forma como a Embark Studios cuidará dos cheaters no game. No momento, é um bom jogo com muito potencial!