Categoria: Xbox

  • Xbox Series X: quantos jogos cabem no SSD interno do console?

    Xbox Series X: quantos jogos cabem no SSD interno do console?

    O Xbox Series X capricha na velocidade, mas o armazenamento do console também é grande? O Jornal dos Jogos está aqui para responder. O dispositivo vem com um SSD interno no padrão NVMe de 1 TB, mas que possui 802 GB de espaço utilizável para games e apps. Atualmente, o usuário pode aumentar essa capacidade usando um cartão de expansão da Seagate, que é bem caro, ou um HD externo com USB 3.0, que não tira proveito das telas de loading mais rápidas ou roda jogos feitos para a nova geração, mas funciona com o Quick Resume.

    Entretanto, a menos que você queira baixar o Game Pass inteiro, dá para sobreviver muito bem com o espaço de armazenamento disponível no Xbox Series X. Após uma semana de testes com o console, eu baixei 19 jogos digitais em seu armazenamento interno e, até o momento deste texto, ainda não desinstalei nenhum deles. Detalhe que o console tem suporte para jogos em disco, mas não utilizei títulos em mídia física, apenas baixados integralmente da Microsoft Store.

    biblioteca de jogos salvos no xbox series x

    Com 19 games instalados, cerca de 93% do armazenamento foi ocupado e ainda sobraram mais 52 GB para outros jogos e apps. Abaixo, você confere a lista de todos os jogos que eu intalei e seu respectivos tamanhos, para ter uma ideia da quantidade de conteúdo que cabe no SSD de 1 TB do Xbox Series X:

    Jogos que instalei no Series X (e ainda sobraram 53 GB de armazenamento livre):

    • Call of Duty Warzone – 105 GB
    • Forza Horizon 4 – 83 GB
    • Gears 5 – 72 GB
    • Dirt 5 – 65 GB
    • Kingdom Hearts HD 1.5 + 2.5 Remis – 57 GB
    • DOOM Eternal – 54 GB
    • Kingdom Hearts 3 – 45 GB
    • The Witcher 3 Wild Hunt Game of the Year Edition – 40 GB
    • Yakuza Like a Dragon – 37 GB
    • Watch Dogs Legion 35 GB
    • Fortnite – 30 GB
    • Gears Tactics – 28 GB
    • Yakuza 0 – 26 GB
    • Rocket League – 17 GB
    • Rogue Company – 12 GB
    • Vigor – 10 GB
    • Red Dead Redemption – 7 GB
    • Ori and the Will of the Wisps – 6 GB
    • The Touryst – 594 MB

    Como é possível ver acima, a lista de games é bastante eclética e inclui diversos jogos de tamanhos diferentes. Mesmo que você divida o Xbox Series X com toda a família, será possível garantir entretenimento para todos.

    E no Xbox Series S?

    O Xbox Series S utiliza a mesma arquitetura de SSD que o modelo principal da linha e também traz velocidades similares de transferência. Porém, a Microsoft cortou o armazenamento pela metade para garantir um preço mais competitivo.

    O console de nova geração de entrada vem com um SSD de 512 GB, mas que possui algo entre 360 e 380 GB utilizáveis para jogos e apps. O espaço é consideravelmente inferior ao presente no Xbox Series X, mas deve comportar cerca de 7 jogos, dependendo do tamanho dos arquivos, pelo menos da geração atual. Black Ops Cold War vai seguir a “escola PC de otimização” e ocupará pelo menos 136 GB de armazenamento do console, o que é MUITA COISA.

    O cartão de expansão de 1 TB da Seagate para os novos Xbox pode chegar bem caro ao Brasil. Para economizar, a dica é usar um HD externo e transferir jogos importantes para o SSD do Series S.

    A Microsoft conta com um cartão SSD de 1 TB para expansão de memória dos novos Xbox, mas o produto ainda está escasso no Brasil e deve custar algo na casa dos R$ 2 mil. Com isso em mente, a dica é utilizar um HD externo no padrão USB 3.0 para aumentar o espaço de armazenamento.

    HD externo para armazenamento

    Os HDs externos no padrão USB 3.0 são os únicos suportados nos consoles de nova geração. Os jogos do Xbox One rodam diretamente no dispositivo, mas sem tirar proveito da velocidade do SSD. Ainda assim, o milagroso Quick Resume funciona perfeitamente com soluções externas.

    Caso o armazenamento seja curto para você, a dica é usar um HD externo para salvar jogos maiores e transferí-los para o armazenamento interno na hora de jogar. O processo deve levar apenas alguns minutos, dependendo da velocidade do seu disco rígido, e garantir uma bela economia.

    O Xbox Series X e S estão disponíveis no Brasil desde 10 de novembro com preços de R$ 4.699 e R$ 2.799.

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  • Xbox Series X: The Witcher 3 impressiona no console mesmo sem patch

    Xbox Series X: The Witcher 3 impressiona no console mesmo sem patch

    A CD Projekt Red está preparando uma edição atualizada de The Witcher 3 para a nova geração. O upgrade gratuito contará com otimização para a next-gen, incluindo recursos para Ray Tracing. Enquanto as novidades não chegam, já é possível jogar a mais recente aventura de Geralt via retrocompatibilidade, e os resultados são promissores no Xbox Series X.

    A versão completa de The Witcher 3 ocupa 40 GB no armazenamento do Series X e, mesmo sem otimizações, já tira um grande proveito do SSD do console. Enquanto a experiência de jogar no Xbox One é regada de telas de loading gigantescas, o novo console muda essa experiência consideravelmente.

    O Xbox Series X conta com um recurso chamado Quick Resume, que retorna o gameplay no exato momento em que você parou de jogar na última vez que um jogo no console. Quando a ferramenta entra em ação, você precisa de poucos segundos para cair diretamente no gameplay de The Witcher 3.

    O tempo de boot e carregamento inicial também foi reduzido drasticamente no Series X. Como mostrado acima, os loadings no Xbox One original, lançado em 2013, são tão longos que é possível abrir o jogo duas vezes no console de nova geração. Lembrando que tudo isso acontece sem as otimizações que chegarão ao game futuramente, apenas utilizando a força bruta do SSD presente no novo Xbox.

    Viagem realmente rápida

    Outro aspecto que chama a atenção em The Witcher 3: Wild Hunt no Xbox Series X é a viagem rápida. Ao realizar um Fast Travel entre regiões próximas, o carregamento é praticamente inexistente, a tela de loading apenas aparece para evitar bugs do mapa sendo renderizado.

    A barra de carregamento só dá as caras na tela de carregamento quando a viagem é longa. Ao transportar Geralt de um extremo do mapa para outro, é necessário esperar alguns segundos, mas nada tão longo quanto o tempo de espera que temos no Xbox One.

    O suporte para Quick Resume e os loadings mais rápidos tornam The Witcher 3 uma baita experiência no Xbox Series X. Eu zerei o game pela primeira vez no Xbox One original e o aspecto que mais incomoda no console são as telas de carregamento gigantescas. Ver esse problema desaparecendo no jogo da CD Projekt Red, e também em outros games, é bastante satisfatório.

    E a qualidade gráfica?

    Em relação aos gráficos, o Xbox Series X também traz o melhor que The Witcher 3 tem para oferecer nas plataformas Xbox atuais, mas sem aprimoramentos. A CD Projekt deve lançar somente 2021 a atualização que prepara o game para a nova geração.

    Enquanto o upgrade não chega, os jogadores podem aproveitar The Witcher 3: Wild Hunt com as mesmas melhorias presentes na versão de Xbox One X. O game conta com suporte para resolução 4K e também um modo performance, que traz resolução dinâmica e 60 quadros por segundo.

    Tirando alguns bugs de sombra que rolaram na região de Toussaint durante algumas cutscenes, The Witcher 3: Wild Hunt está funcionando de maneira bela e rápida no Series X, mesmo sem otimizações. Ao comparar a qualidade da resolução Ultra HD com os 900p praticados no Xbox One original, a evolução do game fica nítida.

    O principal foco da CD Projekt atualmente é preparar o lançamento de Cyberpunk 2077, que foi adiado recentemente. Com isso, fica difícil dizer quando finalmente teremos uma edição de The Witcher 3 integralmente pensada para a nova geração. Mas, quando isso acontecer, estaremos prontos para testar as novidades no Xbox Series X.

    O console de nova geração da Microsoft chega ao Brasil em 10 de novembro e já está em pré-venda por R$ 4.699 no país, após receber um corte de preço. A empresa também vende por aqui o Xbox Series S, que custa R$ 2.799.

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  • Adiamento de Cyberpunk 2077 mostra o pior da indústria de games

    Adiamento de Cyberpunk 2077 mostra o pior da indústria de games

    A CD Projekt Red assustou o mundo gamer na semana do Halloween com mais um de seus clássicos comunicados com letras miúdas e fundo amarelo. A empresa adiou Cyberpunk 2077 em 21 dias, movendo o lançamento de 19 de novembro para 10 de dezembro.

    O quarto adiamento do RPG futurista seria apenas mais uma pedra na caminhada de desenvolvimento do aguardado game, apresentado originalmente em 2013. Porém, o buraco aqui é mais embaixo. A CD Projekt mudou a data de lançamento de Cyberpunk 2077 após o jogo passar da fase desenvolvimento Gold, que é considerada o marco definitivo de que um jogo não pode mais ser atrasado.

    Além disso, a companhia fez uma série de postagens garantindo aos fãs que o jogo não atrasaria. Até mesmo os investidores da empresa polonesa estavam confiantes no “agora vai, mas não foi.

    Em seu comunicado, a CD Projekt Red disse que a fase gold significa que o jogo está pronto para ser embalado em mídia física, mas que o trabalho ainda não acabou. Como a tecnologia atualmente permite que atualizações sejam enviadas digitalmente, a empresa trará melhorias para Cyberpunk 2077 por meio de um patch de lançamento.

    “Quebra de confiança”

    Assim como os outros atrasos, o adiamento da vez certamente fará bem para Cyberpunk 2077, afinal, jogos de mundo aberto costumam ter vários bugs aleatórios. Segundo a companhia, o principal motivo para a mudança de data são as versões de PS4 e Xbox One, que possuem uma base instalada gigantesca atualmente e merecem atenção.

    O principal problema aqui é a “quebra de confiança” com a comunidade. Como a empresa adiou o game do nada e após garantir que tudo estava fluindo, alguns jogadores mais “apaixonados” não lidaram bem com a notícia. O movimento chegou a gerar ameaças de morte para desenvolvedores, mostrando o pior lado de uma galera da nada amigável “comunidade gamer”.

    Desenvolvedor de Cyberpunk fala sobre ameaças de morte recebidas pela equipe por trás do game.

    Esse furor ao redor do adiamento acontece por causa da reputação da CD Projekt Red, que é conhecida por ser “boazinha” entre as grandes desenvolvedoras de games. Um exemplo disso é The Witcher 3: Wild Hunt, que receberá uma atualização gratuita com novos recursos para PS5 e Xbox Series X/S, algo que ainda não virou padrão. O que muita gente esquece, porém, é que isso não é feito apenas por boa vontade e a empresa pretende ganhar dinheiro com esse update.

    Mesmo assim, algumas pistas e acontecimentos deixam cada vez mais claro que nem tudo são flores no estúdio e, apesar das boas intenções, a CD Projekt continua sendo uma empresa que precisa lucrar e agradar investidores.

    A palavra assustadora

    https://twitter.com/jasonschreier/status/1321857302115151873

    Enquanto “adiamento” é a palavra que assusta a galera cheia de expectativas por Cyberpunk 2077, o termo que gera arrepios dentro da CD Projekt Red é “crunch”. A empresa prometeu que seus funcionários teriam liberdade de trabalho durante a reta final de desenvolvimento do aguardado game, mas inúmeros relatos apontam o contrário.

    Apesar das promessas da empresa, o jornalista Jason Schreier publicou, no mês passado, uma reportagem indicando que o ritmo de trabalho estava atingindo níveis exploratórios em Cyberpunk 2077. Recentemente, o assunto voltou às manchetes após Adam Kicinski, CEO da CD Projekt Red, dizer para investidores que o crunch realizado em Cyberpunk 2077 “não é tão ruim” assim.

    Para brindar essa situação, aparentemente a empresa avisou os funcionários sobre o adiamento no mesmo momento em que anunciou publicamente a nova data de lançamento de Cyberpunk 2077. A coleção de polêmicas não teve efeito positivo para a CD Projekt no mercado e o valor das ações da companhia despencaram recentemente. Ainda assim, ainda é possível encontrar fãs mais ávidos que desdenham do assunto.

    Cyberpunk até demais

    Enquanto todo esse caso é bem complexo, fica claro que o adiamento de Cyberpunk 2077 mostra como o jogo está envolvido em uma atmosfera… cyberpunk. Uma das principais características do gênero é a influência das megacorporações e, ironicamente, a CD Projekt Red já está chegando nesse nível.

    A empresa está longe de ser um conglomerado odiado e poderoso como Facebook. Porém, não é todo estúdio de games que consegue manter uma comunidade tão apaixonada a ponto de esquecer acusações de crunch e ameaçar desenvolvedores de morte após um adiamento. Afinal, nada é mais efetivo para o lançamento de um game que assassinar quem está na produção, não é mesmo ¯\_(ツ)_/¯

    Cyberpunk 2077 chega em 10 de dezembro no PC, Stadia e consoles da atual e nova geração. Se você quer esquecer as tretas que rondam o game, pega aqui essa notícia feliz sobre o jogo e confira os requisitos mínimos e recomendados para computador.

  • Xbox Series X traz vibe de PC com design verticalizado

    Xbox Series X traz vibe de PC com design verticalizado

    O futuro chegou! O mês de novembro marca a estreia da nova geração de consoles e o Jornal dos Jogos obteve, com acesso antecipado, uma unidade do Xbox Series X. O produto estará disponível nas prateleiras do nosso Brasil no dia 10 custando R$ 4.599, após receber um corte de preço anunciado recentemente.

    Logo de cara, o visual do Xbox Series X chama a atenção por ser consideravelmente diferente dos dispositivos da geração atual. Afinal, ele é bem mais “caixa” do que qualquer outro console. Como ainda não podemos exibir o produto em ação, confira aqui alguns detalhes interessantes e mudanças realizadas no visual do dispositivo.

    O Xbox Series X ao lado do gabinete NZXT H440

    Ainda esse mês, a Microsoft também lançará o Xbox Series S. O produto focado em custo-benefício traz visual similar aos consoles da atual geração. Você pode conferir um unboxing do produto lá no Adrenaline.

    Densidade é a palavra

    Um termo que define o Xbox Series X muito bem é “denso”. O design do console pode parecer grande, mas, na verdade, o dispositivo é consideravelmente compacto. O formato cúbico dá um ar diferenciado em comparação PS4 e Xbox One, mas as medidas garantem pouco consumo de espaço com produto em pé.

    PS4 Slim, Xbox Series X e Xbox One Fat

    Como só podemos falar do design do Series X atualmente, eu fiz uma série de fotos com o console ao lado de itens cotidianos, bem como um PC e consoles da geração vigente. O resultado é surpreendente, já que o console está a par de outros modelos na altura.

    O Xbox Series X só não pode ser subestimado quando o assunto é peso. O corpo do console possui aproximadamente 4,44 kg, cerca de 1 Kg a mais que o Xbox One Fat. A culpa para isso é o sistema de resfriamento robusto presente no dispositivo, que traz uma CPU AMD Zen 2, mesma utilizada nos Ryzen 3000, e GPU baseada na arquitetura RDNA 2.

    O Xbox Series X conta com um sistema de resfriamento robusto, o que explica o peso do console. (Imagem: Microsoft/Divulgação)

    Mesmo com tanto peso e poder, seu design retangular com 15 cm de largura/comprimento e 30 centímetros de altura não ocupa tanto espaço quando o console está em pé. O tamanho extra nas laterais, porém, pode atrapalhar na hora de encontrar um móvel para guardar o dispositivo deitado.

    Os consoles da geração atual contam com uma largura abaixo dos 10 centímetros, o que facilita colocar o produto embaixo da TV, por exemplo. No caso do Xbox Series X, é mais fácil encontrar um espaço para deixar o dispositivo em pé.

    Vertical ou horizontal

    Apesar de ser mais “gordinho” que os consoles da atual geração, o Xbox Series X funciona tanto na horizontal quanto na vertical. O sistema de resfriamento do console possui aberturas embaixo, na traseira e também em cima, onde o ar quente é dissipado por uma robusta ventoínha.

    Os pés emborrachados presentes na lateral direita do Xbox Series X permitem usar o console na horizontal sem problemas. Quando o console está deitado, porém, a base continua presa e o usuário não tem a opção de retirá-la. Além disso, o botão Power também fica com a orientação errada, para a infelicidade dos gamers com TOC.

    Não é LED na parte de cima

    Para a infelicidade dos tripofóbicos, o Xbox Series X é cheio de buracos

    O corpo do Xbox Series X é totalmente preto e a parte de cima do console conta com aberturas com detalhes em verde. Desde a apresentação do console, a Microsoft lançou alguns materiais de divulgação que podem criar a ilusão da presença de luzinhas na parte de cima do dispositivo, mas isso não acontece.

    Verticalização dos consoles

    A pintura nos furos de dissipação superiores segue um formato que dá um efeito de movimento que acompanha o ângulo da visão. É um toque visual interessante, barato e que não consome energia (não que LEDs influenciem tanto assim na conta de luz).

    Tanto a pintura especial na parte de cima quanto a base fixa são sinais de que o Xbox Series X claramente é um console feito para ser utilizado na vertical. O produto segue a “escola PC” não apenas no hardware potente, mas no design.

    Essa “PCização” dos consoles não é uma exclusividade do Series X. O PlayStation 5 possui uma base móvel e funciona na horizontal ou vertical, mas o produto também possui um design que parece bem mais amigável em pé. A diferença do console da Sony está nas medidas: o PS5 é mais fino, mas não economiza na altura e possui cerca de 40 centímetros de altura — aka, ainda mais alto que o concorrente.

    O PlayStation 5 com disco mede 39 cm de altura, 10,4 cm de largura e 26 cm de comprimento. O peso é de 4,5 Kg. (Imagem: The Verge/Reprodução)

    Para quem está de olho em qualquer um dos consoles top de linha, minha dica é arranjar uma trena ou fita métrica e já fazer as medidas de seus móveis. Aqui em casa, a estante que comportava o Xbox One é estreia demais para o Series X e foi necessário rearranjar as posições para colocar o produto em pé.

    Esse detalhe pode parecer secundário, mas a altura extra dos consoles de nova geração é uma grande quebra para a indústria. Desde a primeira geração de consoles, lá na época do Megavox Odissey, os consoles são utilizados horizontalmente como padrão.

    Medidas do Xbox Series X

    Receber um produto bem grandinho em casa e não ter a estrutura para comportá-lo logo de cara pode ser frustrante. Logo, vale a pena medir seu setup e garantir que nada vai ficar fora lugar com um console de nova geração, independente se ele é o Xbox Series X ou o PS5.

    O Xbox Series X chega ao Brasil em 10 de novembro por R$ 4.599. A Microsoft lança na mesma data o Xbox Series S, que estará disponível nas lojas por R$ 2.799. A Sony lança o PlayStation 5 e PS5 Digital Edition em 19 de novembro por aqui, com preços de R$ 4.999 e R$ 4.499, respectivamente.

  • Veja o Xbox Series X ao lado de outros consoles e objetos

    Veja o Xbox Series X ao lado de outros consoles e objetos

    O Xbox Series X tem um formato retangular de 15,1 cm de largura, 15,1 cm de espessura e 30,1 cm de altura. Qualquer pessoa consegue essas medidas no Google, mas, de vez em quando, fica difícil visualizar o tamanho do console usando apenas as medidas.

    Até mesmo a Microsoft já tentou facilitar a visualização do produto usando uma geladeira para que o público tenha ideia do tamanho do console. Como o Jornal dos Jogos teve a sorte de receber um Xbox Series X antecipadamente e só pode falar sobre o design do produto no momento, resolvemos comparar o dispositivo com objetos que você possivelmente tem em casa.

    A brincadeira pode te ajudar a saber as dimensões do Xbox Series X, que pesa cerca de 4,5 Kg. Além disso, também colocamos o produto lado a lado com consoles da atual geração e os computadores que temos por aqui.

    Xbox Series X contra consoles e PC

    Xbox Series X contra objetos brasileiros

    O Xbox Series X será lançado no Brasil em 10 de novembro e traremos, nos próximos dias, mais informações sobre o console e seu desempenho em jogos. Recentemente, a Microsoft cortou o preço do produto no Brasil e agora ele está custando R$ 4.599.

  • Microsoft reduz preço do Xbox Series X e S no Brasil!

    Microsoft reduz preço do Xbox Series X e S no Brasil!

    Os fãs do Xbox terão que desembolsar menos dinheiro para entrar na nova geração. A Microsoft anunciou uma redução nos preços do Xbox Series X e Xbox Series S no Brasil. As quedas chegam a até R$ 400 e aconteceram por causa da baixa no IPI que foi aprovada recentemente pelo governo, segundo a Microsoft.

    O Xbox Series X chegou ao Brasil custando R$ 4.999, mas agora será vendido por R$ 4.599. Já o Series S ficou R$ 200 mais barato e teve seu preço reduzido de R$ 2.999 para R$ 2.799.

    Preço atualizado dos consoles da Microsoft no Brasil. (Imagem: Xbox Brasil/Divulgação)
    • Xbox Series X: R$ 4.599
    • Xbox Series S: R$ 2.799

    O Xbox Series X e S estão em pré-venda desde setembro no Brasil. Os fãs que compraram os videogames com preço de R$ 4.999 e R$ 2.999 não precisam se preocupar: a Microsoft disse que é possível obter reembolso do dinheiro. A companhia recomenda entrar em contato com o varejista responsável pela compra.

    Você pode conferir todos as lojas parceiras da Microsoft que vendem o Xbox Series S e X no Brasil por meio desta página.

    E o PS5, vai reduzir?

    Além de ser benéfica para os fãs que já escolheram o Xbox como plataforma de nova geração, a redução dá uma bela pressionada na maior concorrente, a Sony. Com os novos preços, o Xbox Series X agora é mais barato que o PS5 e está encostado no PlayStation 5 Digital Edition, que deixa de lado o leitor de discos para entregar o preço de R$ 4.499.

    Xbox Series S e X
    Ao usar a carta da redução de IPI, Microsoft joga a bola para a Sony diminuir os preços do PS5. Será que a empresa vai fazer isso?

    A mudança de preço também deixa o Xbox Series S na cola dos consoles mais potentes da geração atual, o Xbox One X e PS4 Pro. Com o preço de R$ 2.799, o produto se torna uma opção atraente para quem está em busca de um console e não tem tanta grana para gastar.

    Conheça os consoles de nova geração

    A Microsoft disse que a redução de impostos aprovada recentemente foi o motivo para a redução nos preços dos consoles. Logo, a expectativa é que a Sony também altere os preços do PS5 e PlayStation 5 Digital Edition. A empresa não comentou oficialmente sobre o assunto até o momento.

    Ao usar o IPI como justificativa, a Microsoft deixa no ar que a Sony também deve reduzir o preço de seus consoles. Agora, resta esperar o movimento da rival.

    Estamos com o Xbox Series X!

    Para quem está ansioso por mais novidades sobre a nova geração, fique ligado no Jornal dos Jogos! Além de cobrirmos a chegada dos novos consoles via notícias e artigos, nós recebemos um Xbox Series X da Xbox Brasil!

    Em breve traremos uma análise completa e mais detalhes sobre o principal console de nova geração da Xbox. Para ficar por dentro de todas as novidades, siga o Jornal dos Jogos no Twitter e nos recém-criados Instagram e Facebook. Assine também a nossa newsletter para receber o nosso jornal de games por e-mail!

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  • Exclusivos do Xbox Series X também chegarão ao PC, afirma Phil Spencer

    Exclusivos do Xbox Series X também chegarão ao PC, afirma Phil Spencer

    Em entrevista para o portal Game Reactor, o líder da divisão Xbox na Microsoft, Phil Spencer, comentou que todos os exclusivos do Xbox também serão levados ao PC. Em um modelo de negócios inédito e com a intenção de fechar mais aquisições grandiosas, o PC terá importante papel na construção do ecossistema Xbox.

    “Se nós lançarmos um jogo first-party, ele eventualmente chegará ao PC”, comentou Phil Spencer durante a entrevista. Ao ser questionado sobre sua relação com outras plataformas, incluindo o Switch, o líder da divisão foi categórico: “meu objetivo é fazer jogos que podem ser jogados pelo máximo de pessoas possível”.

    Gears 5 foi um dos pioneiros da nova estratégia e lançou no Xbox, Steam e Xbox Game Pass para PC e console no mesmo dia. (Fonte: Microsoft/Reprodução)

    A atual estratégia da marca Xbox, segundo Phil, é expandir o alcance artístico do Xbox Game Studios. Em um freio ao comentário anterior, ele alerta que podem adotar estratégias de lançamentos assíncronos para impulsionar a venda de hardware, mas isso não impediria a chegada dos títulos aos PCs, seja através da Microsoft Store ou Steam.

    E os exclusivos?

    Segundo Phil, levar exclusivos para outras plataformas pode ser utilizado como ferramenta de marketing para impulsionar a compra de consoles; ao passo que existem indícios de que essa estratégia causa o efeito contrário, levando jogadores para o PC. “Eles funcionam? Existem dados que dizem que sim e dados que dizem que não”, ressalta o executivo.

    “A empolgação por jogar é maior que a
    expectativa por exclusivos”

    Phil Spencer

    Para ele, a “empolgação por jogar” é maior que a “expectativa por exclusivos”, e mencionou a pandemia de covid-19 como um grande catalisador para esse mercado, devido às recomendações de isolamento social e quarentena. “Eles (os games exclusivos) são poderosas ferramentas de marketing e podem levar para grandes jogos; mas na perspectiva geral, não seria melhor que mais pessoas pudessem aproveitar os games no nosso ecossistema?”, questionou Spencer.

    Aquisição da Bethesda não resultará em perdas para os players de PC. (Fonte: Microsoft/Reprodução)

    Ciente de que essa política impacta negativamente na venda de consoles e acessórios, Phil ainda defende a estratégia e considera, de forma legítima, o PC como integrante do ecossistema Xbox. Ele afirma que está contente com os jogos que estão sendo desenvolvidos pela Xbox Game Studios e se diz confortável com o futuro desses jogos no PC.

    Xbox Game Pass como uma religião

    Finalmente saindo da fase Beta para PC, o Xbox Game Pass tomou proporções enormes para a Microsoft e é tratado como um dos principais produtos da companhia. Ao ser perguntado sobre uma possível presença do Game Pass para PlayStation ou Nintendo Switch, Phil Spencer esquivou, mas levantou as demais possibilidades:

    (Fonte: Igor Almenara/Reprodução)

    “Para nós, é algo sobre prioridade e alcançar mais jogadores. Por isso, fomos para o PC depois do Xbox, porque há muitos jogadores lá, internacionalmente, que não possuem Xbox, e que poderíamos atingir. Posteriormente, fomos para o mobile, já que há um bilhão de celulares Android no planeta. […] Ainda temos que ir atrás do iOS, vamos chegar lá em algum momento. Há também as smart TVs, Chromebooks, Amazon Fire TV. Todas as discussões que tivermos serão pautadas no possível alcance de novos jogadores. […] Honestamente, amo o Switch e o PlayStation, eles fizeram um ótimo trabalho como parte da indústria; mas não tenho certeza de que eles compõem a próxima grande base de usuários para nós, mas ainda estamos abertos para diálogos”.

    Vale lembrar que recentemente Phil Spencer mencionou a possível chegada de um “Xbox Stick” para levar a gameplay por streaming do xCloud para TVs, nos mesmos moldes do Chromecast para o Stadia. Considerando o frescor e a recorrência dos comentários do líder da divisão em relação à inclusão das TVs ao ecossistema, podemos aguardá-la como “próxima grande novidade” para o Xbox.

    Gerações “mais curtas”

    Ciente de que os ciclos no PC são mais curtos, Phil Spencer reconhece que incluir a plataforma ao ecossistema implica em “gerações mais curtas”. O PC evolui constantemente, com lançamentos de CPUs e GPUs acontecendo em intervalos bem curtos, nas mais variadas faixas de preço e isso pode acelerar o lançamento de novos aparelhos Xbox.

    Conheça os consoles da nova geração

    “Eu não acho que teremos um mundo onde o ciclo dos consoles imita o que vemos nas placas de vídeo, onde parece que a cada ano há algo novo. […] O console você quer que seja colocado na sala, abaixo da TV e quer que ele funcione. […] Talvez, o ciclo irá aprimorar um pouco, quando comparado com os anos anteriores. Nós ainda estamos dando suporte para o Xbox One. […] Nós da indústria podemos nos perder nessa de ‘novo, novo, novo’, mas ainda temos muitos consumidores que estão felizes com seu Xbox One comprado no lançamento, e queremos que eles continuem felizes pelos próximos anos.”, comentou.

    A existência do Xbox One X sinaliza a tendência de gerações mais curtas ou “aprimoramentos” no meio da geração. (Fonte: Microsoft/Reprodução)

    Em termos de desenvolvimento, Phil Spencer pensa num sistema que desafogue os desenvolvedores e agilize o processo de aprendizado de estruturas através do GameCore, componente subjacente do Windows Core OS, o projeto da Microsoft para futuras iterações do Windows 10 e suas variantes. Com ele, o desenvolvedor poderia, supostamente, “programar e executar de qualquer lugar”, proporcionando uma relação mais próxima entre o Xbox e PC.

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  • PS5 e Xbox mostram suas faces e terror domina jogos brasileiros

    PS5 e Xbox mostram suas faces e terror domina jogos brasileiros

    O lançamento do PlayStation 5 e Xbox Series X/S está no horizonte e os consoles chegarão acompanhados de lançamentos como Cyberpunk 2077 e Assassin’s Creed Valhalla. O mês de novembro promete ser um dos mais movimentados no mundo dos games, mas um esquenta para tudo que está por vir já rolou agora em outubro.

    PlayStation e Xbox fizeram movimentos para levantar a bola de seus consoles e chamar a atenção dos consumidores nas últimas semanas. Até mesmo a Ubisoft deu uma mexida em seus negócios para comportar a next-gen. No lado verde da força, também rolou uma treta imensa e que definitivamente não pegou bem para a marca da Microsoft no Brasil.

    Em relação aos games, o destaque fica para o financiamento coletivo: os projetos Fobia e Ordem Paranormal brilharam no Catarse, mostrando um futuro promissor para os jogos de terror feitos no Brasil.

    Enquanto novembro não chega, confira aqui no Jornal dos Jogos como anda a “pré-temporada” para a nova geração de consoles.

    As armas da PlayStation

    Quem acompanha o Jornal dos Jogos com certeza já viu nossos artigos falando sobre o PlayStation 5 e PS5 Digital Edition. Enquanto nós abordamos aspectos técnicos e mercadológicos dos consoles, a Sony revelou recentemente mais detalhes sobre a experiência que os usuários terão com o console.

    Interface revelada
    Em uma publicação no Youtube, a empresa japonesa apresentou o rosto do PS5, que traz grandes evoluções em relação ao que temos no PS4. O console trará um sistema mais inteligente, que até dará dicas para o jogador, e a PS Store integrada, garantindo mais velocidade no uso.

    Fan inteligente
    Além da interface, a Sony também promete que a ventoínha de resfriamento do PS5 será “smart”. A empresa lançará atualizações para otimizar o uso do fan com base nos jogos rodados. Ou seja, a exepectativa é que o resfriamento melhore a longo prazo.

    Além dos games
    A fabricante do PS5 revelou quais serão os serviços de streaming que estarão no console de nova geração. Logo no lançamento, será possível baixar e rodar Netflix, Apple Disney Plus, Spotify, Twitch e Youtube. Mais plataformas chegam futuramente, incluindo Prime Video (assistam Borat 2!).

    DualSense da galera
    O controle do PS5 e a caixa do console de nova geração começaram a aparecer em publicações na internet recentemente. Enquanto o visual da embalagem já é bem conhecido, o DualSense foi visto em ação contínua num vídeo… com o Microsoft xCloud. Pensa num casamento inesperado.

    Imagem que explode a cabeça de fanboys

    O preço de ser um samurai
    Na metade de outubro, a Sony também aumentou o preço de Ghost of Tsushima na PS Store, de R$ 279 para R$ 299. Enquanto o motivo do aumento possivelmente é o dólar, que também deixará a versão física de Cyberpunk 2077 mais cara, o timing é o que mais chama a atenção: o reajuste aconteceu bem no lançamento de Legends, o modo multiplayer gratuito do game. Que coincidência inoportuna.

    De cara nova
    Falando em preços, vale a pena ressaltar que a PlayStation Store foi atualizada com um novo visual. A loja agora traz um design em braco e que é mais limpo, combinando com os padrões do PlayStation 5. Como usuário da versão web da plataforma, atesto: ficou beeeem melhor.

    Polêmica
    Em uma atualização recente de firmware, a Sony também lançou um recurso capaz de gravar conversas em chats no PlayStation 4. A função estará disponível no PS5 e os jogadores poderão enviar os arquivos de voz para a empresa “aprimorar a moderação”. A companhia disse que será bem transparente sobre as gravações, mas uma galera está preocupada com a possível invasão de privacidade causada pela função. Tenso, my friends.

    O lado verde da força

    A Microsoft também apresentou grandes novidades para o Xbox em outubro, incluindo a interface de usuário que estará presente no Xbox Series X e Xbox Series S. Além disso, também temos a data de lançamento dos consoles no nosso país, aka 10 de novembro, e mais uma treta das brabas que foi protagonizada pela Xbox Brasil.

    Novo rosto do Xbox
    A Microsoft não só apresentou a nova interface de usuário do Xbox, mas também já liberou a nova UI. O novo padrão de design será adotado em todos os produtos da marca e já pode ser visto no Xbox One e apps para Android e iOS. Ao que parece, “integração” é o rolê da empresa para a nova geração, mas alguns recursos, como certas animações, só estarão disponíveis na nova geração. Um tour completo pode ser assistido aqui (em 4K e com legendas)

    Servidor caseiro
    A interface atualizada também veio acompanhada do recurso Remote Play para Android e iOS. Com a novidade, você pode transmitir os jogos instalados no Xbox One (e futuramente do Series S e X) para o celular. A função também está disponível no PC e até permite realizar o sonho de “rodar” Red Dead 1 no computador.

    Jogando no celular
    Além do streaming para smartphones e tablets, a Xbox também expandiu o suporte para jogos com controles direto na tela. Agora, mais dez jogos podem ser aproveitados sem a necessidade de um controle, incluindo Tell Me Why. O investimento reforça a atenção da empresa com o Game Pass, que já está no Android e deve chegar para mais plataformas em breve.

    Direto na TV
    O Game Pass/xCloud supostamente chegará ao iOS em 2021, mas tem mais coisa vindo por aí. A Microsoft pode ir além do mobile e até mesmo brigar com o Chromecast futuramente. Phil Spencer levantou a ideia de lançar um “TV Stick” baratinho para rodar jogos via nuvem na TV. É por essas e outras que o executivo diz que possui plataformas suficientes e “não precisa do PS5” para vender jogos da Bethesda.

    Xbox Series Kitchen

    A Microsoft também estendeu a linha Xbox para os eletrodomésticos. A companhia levou o meme da aparência do Xbox Series X ao pé da letra e lançou uma geladeira com o design do console. A empresa produziu apenas três unidades do refrigerado dispositivo e uma delas está com Snoop Dogg, que é um fã de verdade e até critica a marca quando necessário. Gostamos da brincadeira, mas faltou uma tela na geladeir para dar suporte ao xCloud.

    Data de lançamento!
    Nesta semana, a Xbox Brasil também divulgou quando você verá o Xbox Series X e S nas prateleiras das lojas no Brasil. A divisão brazuka conseguirá acompanhar o lançamento global e os consoles chegarão por aqui em 10 de novembro, dia que também marca a integração do EA Play com o Game Pass. Não tem Xbox All Access, mas aqui é Brasil e quase toda loja parcela o que você quiser em dezenas de vezes sem juros.

    Que papelão
    Em 16 de outubro, a Microsoft demitiu Isadora Basile, que esteve a frente do canal Xbox Brasil por apenas um mês. Por meio do Twitter, a influenciadora disse que os motivos para o desligamento foram os contantes ataques e ameaças online [vindos de fanboys fervorosos e com claras tendências machistas].

    A empresa deu respostas diferentes sobre o assunto e deixou a polêmica ainda mais nebulosa. De qualquer forma, está claro que a Xbox Brasil poderia ter dado mais apoio para a funcionária durante os ataques sofridos em serviço e também formulado uma melhor estratégia de comunicação. Afinal, a marca já tem um histórico com fãs chatos e anda repercutindo com frequência no exterior por causa desses deslizes. Para se aprofundar no assunto, recomendo dar uma lida nesses textos de Wargner Wakka e Arthur Pieri.


    Novas da semana
    Pra não perder a carteirinha gamer

    Tocando o terror
    O youtuber Cellbit anunciou um jogo de terror chamado Ordem Paranormal: Enigma do Medo e quebrou a plataforma Catarse — literalmente, o site caiu. O projeto é inspirado em uma série de RPGs de sucesso do produtor de conteúdo e precisou de apenas uma semana para arrecadar R$ 2 milhões. Detalhe: cerca de 90% dos apoiadores nunca tinham ajudado outro projeto na plataforma de financiamento coletivo, que agora está no radar de mais gente.

    E o Fobia?

    corredor com protagonista de fobia e outra personagem do game de terror

    O sucesso da campanha de Ordem Paranormal também ajudou outro projeto que curtimos aqui no Jornal dos Jogos: o jogo de terror Fobia. O indie ficou em financiamento até ontem (25) e arrecadou mais de R$ 81 mil. Se você está ansioso para ver o que a galera da Pulsatrix está aprontando, uma demonstração já está disponível de graça no PC.

    Brasil em Cyberpunk 2077
    Além de brilhar no financiamento coletivo, o Brasil também estará presente em Cyberpunk 2077. O pessoal do Jovem Nerd revelou que o palhaço Ozob estará presente no jogo como um mercenário. O personagem até terá dublagem de seu criador, Azaghal, na versão brasileira do game, que chega em 19 de novembro.

    Adeus, Uplay

    A Ubisoft anunciou que fundirá dois de seus aplicativos, a Uplay e o Club, para formar um novo megazord chamado Ubisoft Connect. O programa será a central dos jogos da empresa no PC, contará com recompensas para usuários e também suporte para progresso compartilhado. Assim, seus saves e conteúdos nos Assassin’s Creeds da vida serão totalmente independentes das plataformas. Noice!

    Nada de RTX 30
    Para a galera do PC que está com a grana pronta para uma placa da série RTX 30, temos péssimas notícias. Meus parças do Adrenaline conversaram com fornecedores e a situação não está fácil: a tendência é que as GPUs só comecem a aparecer de maneira abrangente no mercado a partir do fim do ano. A parte boa? Dá pra ir guardando mais dinheiro, evitar preços inflados de lançamento e esperar o movimento da AMD, que apresentará a Big Navi no dia 28 de outubro.


    O lugar das promoções e jogos gratuitos

    Jogos de teror na Epic Games: se você está na vibe do Halloween, a loja do PC está dando Costume Quest 2 e Layers of Fear 2 até 29 de outubro. Na quinta, a empresa começa a distribuir gratuitamente Blair Witch e um jogo dos Caça-Fantasmas. Tem vários descontos rolando também, vale a pena dar uma passada por lá.

    Warzone de terror: Call of Duty Modern Warfare completou um ano e recebeu um grande evento inspirado no Dia das Bruxas. O modo gratuito Warzone está com temática de Halloween até dia 2 de novembro, com direito a zumbis e vilões do cinema. Diversão garantida em galera, se o PC de alguém não der problema.

    Reforços no Game Pass: a Microsoft continua reforçando o lineup do Game Pass: o catálogo recebeu nesta semana o jogo Rainbow Six Siege, um dos maiores sucessos da Ubisoft atualmente. A empresa também trouxe Dishonored 2 de volta para a plataforma, algo que era esperado por motivos de compra bilionária da Bethesda.

    Promoção na PS Store: para quem curte jogos digitais e tem um PS4, vale a pena dar uma passada na PlayStation Store. Além de estar de cara nova, a loja iniciou uma promoção de Halloween com descontos de até 60%. Lembrando que o PS5 terá uma retrocompatibilidade bem abrangente com o console atual, logo, também dá pra “fazer um rancho” pensando na nova geração.

    Na vibe de Kafka: para quem busca um jogo diferentão, a dica de hoje é Methamorphosis. Disponível na Steam, o game possui uma demonstração gratuita e custa menos de R$ 50. A história? Você está em um dia meio Franz Kafka e acorda no corpo de uma barata. Com visão em primeira pessoa (ou inseto?), o título te convida a ver a vida pelos olhos do invertebrado e descobrir um mundo desconhecido pelos humanos.


    Ainda não cansou de ler? Então confira nosso especial sobre os consoles da nova geração! Possui alguma reclamação? Entre em contato com o nosso serviço de atentimento ao leitor falando diretamente comigo lá no Twitter.

    E fique ligado no Facebook, Instagram e Twitter do Jornal dos Jogos para não perder as nossas postagens. As redes sociais ainda estão com cheiro de novo, mas prometemos que muito conteúdo está por vir e aparecerá por lá ;).

  • Microsoft lançará ‘Xbox Stick’ para streaming do xCloud na TV

    Microsoft lançará ‘Xbox Stick’ para streaming do xCloud na TV

    O poderoso líder da divisão Xbox da Microsoft, Phil Spencer, afirmou em entrevista que a companhia pretende lançar um “streaming stick” — nos moldes do Amazon Fire TV Stick e Google Chromecast — para levar a gameplay do xCloud e Xbox Game Pass para a TV por streaming. Com isso, em, tese, você nem precisará de um console para acessar os jogos da assinatura.

    A revelação foi feita através de uma entrevista para o site Stratechery. Spencer discutiu o potencial de lançar produtos para várias faixas de preço, além das atuais alternativas — em breve, a empresa lançará o Xbox Series X e Series S. Segundo o executivo, o suposto “Xbox Stick” chegaria em algum momento do futuro, considerando que já está nos planos da companhia.

    “Eu acho que você verá hardware ainda mais barato como parte de nosso ecossistema”, respondeu Phil Spencer. “Você pode nos imaginar com algo que apenas incluímos à assinatura do Game Pass que te garante a capacidade de transmitir jogos do xCloud pela sua televisão e comprando apenas o controle”, complementou.

    Os consoles de nova geração podem não ser os únicos dispositivos com a marca Xbox no futuro.

    Não é difícil associar esse comentário aos atuais dongles ou sticks para TV. O Chromecast já comprovou que é possível levar uma experiência robusta de gameplay através desses gadgets — no caso da Google, pelo Stadia. Ao lançar um dispositivo semelhante, o Xbox estaria ainda mais próximo de atingir seu objetivo de “alcançar todas as faixas de preço” e levar o ecossistema Xbox para “qualquer bolso”.

    Do fundo do baú

    Além de estar de acordo com a proposta da Microsoft, o Xbox Stick não é uma novidade dentro da companhia. Em 2016, a gigante já preparava dispositivos de streaming para seus consoles, mas o então conhecido Xbox TV foi cancelado sem maiores explicações.

    Na época, o mercado e a mídia especulavam que o Xbox TV chegaria por US$ 99, mas pouco foi revelado ou descoberto sobre o dispositivo. Além disso, a ideia de “gaming por streaming” não tinha espaço no mercado e a Microsoft estava nos primeiros passos do que se tornaria o Azure, enorme projeto de infraestrutura de servidores internacional elaborado pela companhia.

    “Em 2016, streaming de games era somente uma ideia, e a Microsoft ainda estava evoluindo o Azure.”

    Ainda assim, essa impossibilidade não impedia a Microsoft de vislumbrar as amplas possibilidades proporcionadas por uma robusta infraestrutura de rede do futuro. Como o site The Verge relembra, a gigante já estudava a tecnologia e conceituava o que conhecemos hoje como games por streaming desde 2013.

    Como descreve o site, fontes próximas contaram que oficiais da Microsoft demonstraram um protótipo do serviço em uma reunião interna. Os executivos apresentaram uma gameplay de Halo 4 direto de um Windows Phone e um PC, mas renderizado em servidores remotos.

    Atualmente, o serviço xCloud já oferece uma experiência nesses moldes. A plataforma utiliza servidores em nuvem para levar, sem custos adicionais ao consumidor, os jogos do Xbox Game Pass Ultimate para o Android — e futuramente ao iOS.

    Xbox Game Pass Platinum

    Na mesma entrevista, Phil Spencer também comentou sobre uma nova opção de assinatura para o Xbox Game Pass. O usuário com o suposto plano Xbox Game Pass Platinum — como é nomeado até o momento — garantiria acesso a novos hardwares da linha Xbox.

    Mesmo que Phil Spencer diga que a marca esteja abandonando as “gerações de consoles”, a declaração indica que o Xbox Series X não deve ser o último modelo da marca. Sendo assim, a empresa lançará novos dispositivos para a série Xbox, estes com especificações mais parrudas e preparados para jogos ainda não imaginados.

    O líder da divisão Xbox poupou os detalhes do modelo de assinatura e ainda devemos esperar por pronunciamentos oficiais para ter informações sobre o plano. Contudo, a afirmação revela que a Microsoft pretende atuar no mercado em qualquer frente que conseguir imaginar.

    O Xbox Series X e Series S chegam ao Brasil e no mundo dia 10 de novembro deste ano, marcando o início de uma nova geração pelo lado da Microsoft. A versão parruda, o Series X, sairá por R$ 4.999; enquanto o Series S, para gameplay em até 1440p e sem leitor de disco, ficará por R$ 2.999.

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  • Call of Duty Modern Warfare continua firme e forte após um ano de lançamento

    Call of Duty Modern Warfare continua firme e forte após um ano de lançamento

    “As regras mudaram”. Essa é a primeira frase dita por Capitão Price no trailer de revelação de Call of Duty Modern Warfare, lançado há um ano, em 25 de outubro. A sentença faz alusão à campanha do game, que aborda as diferentes faces das guerras atuais, mas também se aplica ao modelo de negócio da franquia da Activision.

    Após anos seguindo um modelo com vendas de DLCs e mapas, a Activision mudou sua atuação para não perder espaço para concorrentes que vão desde Battlefield até Fortnite. A aposta foi alta e, para a alegria dos acionistas, o resultado foi positivo: após 365 dias de mercado, Call of Duty Modern Warfare se tornou o maior jogo da franquia e, mesmo com problemas, fez história no mercado de games.

    Ainda no ano passado, Modern Warfare foi eleito o mais jogado da franquia nesta geração. O título também continuou popular com o passar do tempo e se tornou o game mais vendido da série fora de sua janela de lançamento.

    Todo esse sucesso tem motivo: o game se destaca em diversos aspectos de conteúdo, apesar de pecar na parte técnica.

    Retorno da campanha single-player

    O grande destaque no lançamento de Call of Duty Modern Warfare foi a campanha solo do jogo, que retornou após um Black Ops 4 focado em multiplayer. Produzido pela Infinity Ward e a Raven, o título ressuscita um dos jogos mais populares da história da franquia, mas com uma nova pegada.

    Farrah é uma das protagonistas da campanha de Modern Warfare
    Farrah é uma das protagonistas da história

    A campanha traz personagens icônicos da subsérie Modern Warfare, incluindo o famoso Capitão Price, mas também apresenta novos rostos para a narrativa. A história é pesada e, apesar de ser chocante, se destaca por justificar cada ação polêmica realizada no jogo.

    Toda a campanha gira em torno da moralidade de ser um soldado. Além de simular a famosa briga entre “bonzinhos” e “vilões”, o jogo também te coloca em situações que farão sua mão tremer na hora de puxar o gatilho virtual.

    missao de criança em call of duty modern warfare
    Uma das missões de Call of Duty Modern Warfare te coloca na pele de uma criança durante a guerra

    O game também impressiona na parte visual. Além de contar com gráficos de cair o queixo, a desenvolvedora criou fases focadas em ambientes noturnos que se destacam pela imersão. Esse “feeling” também foi carregado para o multiplayer, que é, de longe, a parte mais revolucionária de Modern Warfare para a franquia.

    Multiplayer compartilhado

    Enquanto o retorno da campanha já foi um grande feito para Modern Warfare, a estrutura do multiplayer é o maior destaque do jogo. A Activision deixou de lado os mapas pagos para adotar um sistema de temporada: agora, todos os jogadores recebem os principais conteúdos gratuitamente, enquanto algumas roupinhas, skins de armas e firulas cosméticas podem ser compradas na loja.

    A novidade não mexeu no balanceamento do game e garantiu que todos os jogadores permanecessem juntos no multiplayer. Em jogos anteriores, alguns mapas ficavam escondidos atrás de DLCs pagos, o que limitava o alcance e sobrevida dos conteúdos.

    Além de democratizar o acesso às novidades, a Activision também implementou crossplay em Call of Duty Modern Warfare. Com a funcionalidade, os jogadores não possuem limitações de plataformas na hora de jogar.

    O crossplay e a adição de novos conteúdos
    estenderam a vida de Modern Warfare

    Assim, mesmo que você tenha um PC e seu amigo jogue em um Xbox ou PlayStation, o matchmaking permite montar esquadrões para todo mundo se unir. A mudança, aliada aos novos conteúdos, garantiu que muitas pessoas continuassem jogando o multiplayer até hoje.

    Apesar de modos como o Spec Ops serem um flop total, o jogo entrega uma experiência bastante frenética e divertida em jogos mais tradicionais, como mata-mata em equipe e o novo Gunfight. O lançamento foi meio conturbado por falta de balanceamento, mas Modern Warfare evoluiu tanto que, após um ano, entrega uma das experiências de tiro online mais completas da atualidade.

    Sucesso do battle royale

    O sucesso da parte multiplayer de Modern Warfare chegou ao ápice com Call of Duty Warzone, um modo de battle royale que chegou em março de 2020. A novidade chegou para surfar na onda de títulos como Fortnite e PUBG, mas com um belo atraso.

    Apesar de ter chegado tarde para a festa, Warzone brilhou ao trazer inovações interessantes ao gênero de batalha real. O game conta com missões para deixar os jogadores engajados e uma “segunda chance” para quem morre.

    Todo jogador abatido é enviado ao Gulag, uma prisão em que dois soldados se enfrentam pela chance de retornar ao jogo. Além disso, as equipes também têm a chance de comprar o retorno de parceiros com a grana obtida em missões.

    O battle royale gratuito também se aproveita da estrutura do multiplayer de Modern Warfare. O gameplay acontece em um mapa com locais utilizados no multiplayer e as mesmas armas, com um sistema de progresso compartilhado.

    Além da qualidade, o grande destaque de Warzone é o preço: o battle royale é gratuito e todo a sua monetização vem dos cosméticos vendidos no passe de batalha. Isso impulsionou o alcance do game e, para muitas pessoas, transformou Verdansk em um ponto de encontro para os jogadores. Afinal, não é todo game que possui jogabilidade de tiro de qualidade, bastante conteúdo e crossplay.

    A empreitada no gênero battle royale deu tão certo que Warzone já possui mais de 75 milhões de jogadores e continuará vivo até mesmo após o lançamento de Black Ops Cold War. O movimento é bastante interessante, já que a Activision terá que manter dois jogos vivos durante o ano que vem.

    Problemas e o futuro

    O sucesso monstruoso de Call of Duty Modern Warfare e Warzone pode até se tornar um grande problema para Black Ops Cold War. Antigamente, os jogos da série possuíam um certo “prazo de validade”, já que muitas pessoas abandonavam o multiplayer com o passar do tempo e migravam para os títulos mais recentes da franquia.

    Por outro lado, Call of Duty Modern Warfare e Warzone continuam vivíssimos, mesmo poucos dias antes do lançamento de Black Ops Cold War. A Activision lançou um grande evento de Halloween no game recentemente com grandes novidades de conteúdo, incluindo um modo temporário com zumbis.

    Eu testei Call of Duty Black Ops Cold War durante a fase beta do game e o jogo traz evoluções gráficas, promete trazer uma experiência rebuscada de Ray Tracing e um novo ritmo de gameplay. Porém, não existem tantos motivos para gastar mais de R$ 200 e migrar para o novo game logo de cara.

    Além do sucesso de Warzone, o principal motivo que me leva a esperar para pular no novo COD são os erros do jogo atual. Enquanto Modern Warfare teve problemas durante seu lançamento, Warzone ainda gera dores de cabeça até hoje.

    Modern Warfare e Warzone são gigantes e possuem bugs. Será que isso continuará em Black Ops Cold War?

    Warzone virou sinônimo de falta de otimização e Modern Warfare completo ocupa mais de 200 GB de armazenamento no PC. Ainda é cedo para julgar Black Ops Cold War, mas o jogo teve um beta pesando até 40 GB e que também apresentou problemas técnicos (confira detalhes na live feita no Adrenaline).

    Enquanto o futuro de Call of Duty ainda está em aberto, uma coisa é certa: Call of Duty Modern Warfare envelheceu muito bem durante seu primeiro ano no mercado e, mesmo que morra com o tempo, marcou a história da principal franquia de jogos de tiro da atualidade.