O controle DualSense ganhou a atenção de muitos jogadores com suas funções de feedback háptico, que traz mais imersão no PS5. No entanto, as sensações durante o gameplay também podem ser alcançadas no PC, e de uma maneira bem extrema.
Recentemente, um vídeo ganhou bastante notoriedade no YouTube e redes sociais mostrando um projeto inusitado: um PC conectado a um motor no estilo máquina de lavar, que roda acompanhando os movimentos do game que está sendo executado no computador.
O motor utilizado no vídeo ao lado do componente de vibração de um controle. (Imagem: Jatin Patel/Teenengrr)
O vídeo tem bastante cara de Brasil e não é difícil encontrar publicações relacionando o projeto aos cursos do Senai. Apesar das brincadeiras, a produção não tem origem brasileira e, na verdade, foi criada por um programador indiano.
Como o projeto foi criado?
O PC com feedback háptico de máquina de lavar é um projeto de Jatin Patel, desenvolvedor de apps para iOS que trabalha com programação de Arduino em seu tempo livre. O vídeo foi publicado originalmente em seu canal doYoutube chamado Teenenggr e já possui mais de um milhão de visualizações.
Patel desenvolveu o projeto sozinho em aproximadamente três dias. Em entrevista ao Jornal dos Jogos, o programador disse que poderia ter feito o PC com feedback háptico em menos tempo, mas acabou passando por alguns problemas técnicos.
O grande protagonista do vídeo é um motor de 2800RPM, normalmente utilizado em aparelhos como máquinas de lavar. Os comandos realizados no game chegam ao aparelho por meio de um dispositivo Arduino. Quem estiver interessado pode até tentar fazer o projeto em casa, já que Patel divulgou todo o processo criativo, códigos e tutoriais no blog Teenenggr.
Mais projetos a caminho
O programador também disse que está motivado com a recepção positiva do vídeo e vai realizar mais projetos envolvendo Arduino futuramente. Enquanto não temos novidades, você já pode conferir outras soluções inusitadas criadas por Jatin Patel no canal do YouTube Teenenggr.
Durante os últimos meses, o programador criou outros componentes bastante inusitados. Em um de seus vídeos, Patel mostra um aparato menor para trazer feedback háptico para o PC, desta vez utilizando um sistema que funciona somente no mouse.
O programador também reviveu um icônico “Nokia tijolão”, desmontou o aparelho e, utilizando Arduino, conseguiu transformar o celular em um controle. Assim como a mesa gamer com feedback háptico, todo o desenvolvimento dos componentes inusitados é detalhado e tem seu código aberto no site Teenenggr, para que mais desenvolvedores possam tentar e aperfeiçoar os projetos.
A pandemia do coronavírus continua insana e a melhor forma de escapar dessa desgraça é ficando em casa, e existem vários motivos para você fazer isso atualmente. Instituições como Fundação Getúlio Vargas, Udemy e SENAI constantemente liberam cursos gratuitos em seus sites, o que pode ser um ótimo passatempo para quem pretende dar um upgrade no currículo. Se você não quer adicionar umas linhas no CVzão, outra possibilidade é aproveitar o tempo para ler, assistir e, claro, jogar.
Para quem só quer ficar de boas e evitar a enxurrada de informações sobre a doença, trago aqui uma dica valiosa de escape: figue em casa, lave bem as mãos e vá carpir um lote digital.
Jogue Stardew Valley
Se você busca por tranquilidade ou um game tão imersivo que vai te fazer esquecer da pandemia que nos assola, Stardew Valley é a pedida certa. Feito por um cara chamado Eric Barone, o game traz o melhor do gênero “Harvest Moon” para todos os consoles atuais, bem como PC e celular. Além disso, o game que está completando cinco anos ainda está recebendo suporte de seu criador e foi contemplado com uma atualização gigantesca recentemente.
Com gráficos pixelizados e uma trilha sonora deliciosa, o jogo vai além de um simulador de fazendinha e conta com todo um microverso na Vila Pelicanos, com a possibilidade de montar relações e fazer sua carreira no agronegócio de mentirinha prosperar de diversas formas.
Além do visual simples e um jeito amigável, o jogo te dá ferramentas para aproveitar a vida digital no interior ao máximo, o que garante vários momentos, grandes e pequenos, que vão te surpreender durante as centenas de horas de gameplay. E quando digo centenas, eu não estou brincando: basta ver a review que me convenceu a comprar o game. A parada é tão bom que você simplesmente quer se teleportar para dentro do jogo, e isso é tudo que precisamos agora.
Sou tão adepto da StardewValleyzação que, pouco antes do estouro do Coronavírus, até adquiri uma cópia extra do game para celulares. A versão de PC e consoles conta com multiplayer online para até quatro pessoas, oferecendo uma jogatina cooperativa divertida e memorável. Já o aplicativo de celular, minha segunda compra, não vem com multijogador, mas conta com todo o conteúdo da edição principal, controles adaptados para tela sensível ao toque e salvamento automático – você pode voltar a jogar de onde parou, o que permite fechar o app a qualquer momento! Além disso, também é possível migrar seu progresso para o computador sem muita dificuldade.
Como é um jogo indie, Stardew Valley tem um preço bastante acessível em praticamente todas as plataformas em que está disponível e fica ainda mais interessante em promoções. Considerando o momento em que vivemos, porém, você com certeza pode comprar o game usando a grana que seria gasta com rolês durante os próximos meses.
Enquanto a versão de PC e console é linda e maravilhosa, minha dica para quem quer um entretenimento fácil e acessível é apostar na edição para celular. O aplicativo para Android e iOS custa menos de R$ 20, garante centenas de horas de gameplay e pode ser jogado a qualquer hora.
Além disso, o game tem suporte para compartilhamento de família no Android, função extremamente útil em tempos de pandemia. Isso significa que você pode comprar o jogo, pegar o email da Play Store de alguns familiares e amigos e dividir o acesso com eles, que poderão baixar e jogar o game a qualquer hora, sem precisar comprá-lo. Assim, mais gente pode jogar e manter a sanidade mental durante a quarentena.
Versão 1.5 no PC e consoles
Outro grande motivo para jogar Stardew Valley é a atualização 1.5, que saiu no fim do ano passado no PC e agora também está nos consoles. A novidade está disponível gratuitamente para quem já possui o game traz muita coisa nova.
O gameplay agora conta com modo cooperativo local com tela dividida. Além disso, o jogo também recebeu uma nova fazenda na praia e um mapa extra com tanto conteúdo que é praticamente outro game.
Confira todas as novidades de Stardew Valley 1.5 no nosso especial sobre a atualização aqui.
A Sony finalmente entendeu algo que a Microsoft já sabe faz um bom tempo: o PC é um baita lugar para vender jogos. Antes conhecida pela pirataria, a plataforma agora possui um mercado de games avaliado em aproximadamente US$ 30 bilhões e que está cada vez mais acostumado a pagar uma grana alta em títulos requentados de outras plataformas.
Segundo Jim Ryan, o comandante da Sony, Horizon Zero Dawn foi muito bem recebido no PC. As estimativas da SuperData também apontam isso. Mesmo chegando três anos de seu lançamento original jogo teve um lançamento tão bom quanto The Witcher 3 no PC e bateu um milhão de cópias vendidas na plataforma.
Após Aloy desbravar os campos tecnológicos do PC, chegou a vez de Days Gone. A Sony revelou que trará o jogo de zumbis que o Diego Kerber gosta aos computadores. O título será lançado entre março e junho na nova plataforma, e mais games “ex-clusivos” do PlayStation também chegarão na plataforma futuramente.
O motivo para a quebra de exclusividade é simples: grana. O PC nem sempre é um concorrente direto dos consoles e pode funcionar como uma plataforma complementar, o que abre um grande mercado em potencial para a Sony. Segundo Jim Ryan, tá cada vez mais caro fazer jogos de grande porte e a distribuição digital no computador garante uma forma rápida e barata para levar os títulos da empresa para mais compradores.
Como nós explicamos aqui, a Sony se posiciona no mercado como uma fábrica de consoles e experiências premium, o que exige recursos exorbitantes para a produção de jogos. Um The Last of Us 2, por exemplo, custa cerca de US$ 100 milhões para ser feito.
Nesse mundo de gastos elevados, lançar um jogo no PC pode ser uma baita forma de garantir uma montanha de dinheiro após o game perder seu brilho no console e sair dos holofotes. Afinal, como mostrou Horizon Zero Dawn, a Sony pode trazer aos computadores um produto bugado, custando R$ 200 e três anos depois do lançamento original que, ainda assim, os números de venda tendem a ser bons.
Nintendo $witch
Falando em port contestável e jogo caro, a Nintendo realizou uma Direct recentemente e apresentou diversas novidades para o Switch. O console portátil continua vivíssimo e receberá em 2022 o jogo Splatoon 3, que já ganhou um trailer com gameplay.
A Nintendo também confirmou que trará mais detalhes sobre a sequência de The Legend of Zelda: Breath of the Wild durante o ano de 2021. Para compensar os fãs sobre a falta de novidades, a companhia resolveu anunciar o relançamento de Zelda Skyward Sword, de 2011, por nada menos que R$ 299. O jogo recebeu suporte para resoluções mais altas e controles adaptados para o Switch, mas isso certamente não justifica o preço.
E como o assunto é preço alto, vale notar que a Nintendo também aumentou o preço da assinatura Switch Online de R$ 74 pra R$ 100 no plano individual, com a versão família chegando em R$ 175. A mudança de aproximadamente 30% começa a valer no dia 1° de abril e é mais uma prova que, apesar dos jogos bons e portabilidade, o Switch não é um console fácil de bancar.
Novas da semana
Após lançar The Medium, o estúdio polonês Bloober Team disse que está trabalhando em um novo jogo de uma franquia consolidada, de uma publisher grande e famosa. A declaração chegou pouco tempo depois de rumores apontarem que pelo menos um novo Silent Hill estaria em desenvolvimento pelas mãos de um estúdio fora da Konami. Nada confirmado até agora.
A exclusividade temporária de Fall Guys está chegando ao fim e o game será lançado para Switch e consoles da família Xbox na metade do ano, possivelmente sem suporte para crossplay entre as plataformas. Vamos torcer para o jogo ficar vivo até lá.
Enquanto alguns jogos online lutam para prosperar, o indie Valheim, que pode ser aproveitado no single ou multiplayer, está na crista da onda da popularidade. A produção feita por cinco pessoas já vendeu mais de 3 milhões de cópias na Steam e chegou a superar Dota 2 em número de usuários simultâneos. Detalhe: o jogo de R$ 38 foi lançado há menos de um mês e está em acesso antecipado. De vez em quando, nem os bugs são capazes de atrapalhar a diversão.
A Microsoft apresentou um novo recurso para o Xbox Series X e S chamado FPS Boost. A solução, que já está disponível em cinco jogos, consegue dobrar e até quadruplicar a taxa de frames de games do Xbox One rodando nos consoles de nova geração. A ferramenta não vai funcionar em todos os títulos, mas é fácil de implementar e promete garantir mais games rodando em 60 frames por segundo sem a necessidade de patches gigantes ou atualizações pagas.
A BlizzCon 2021 aconteceu recentemente e teve novidades de Overwatch 2 e Diablo IV, mas o grande destaque fica por conta de Diablo 2 Resurrected. O remaster do icônico RPG será lançado em 2021 no PC e consoles, com gráficos renovados e progressão compartilhada. A boa notícia é que a Vicarious Vision, que fez o novo Tony Hawk’s, é uma das responsáveis pelo projeto. A má notícia é que a Blizzard, de Warcraft III: Reforged, também está envolvida na produção.
O jogo brasileiro Fobia, da Pulsatrix Studios, terá versões para PS4 e PS5. A desenvolvedora independente já havia confirmado o game nos consoles da linha Xbox e também no PC, que terá recursos RTX. Após uma campanha de sucesso no financiamento coletivo, o game de terror tem previsão de chegada para 2022.
O ano de 2022 também deve marcar o lançamento de Gran Turismo 7, que foi adiado pela Sony por causa de problemas de desenvolvimento causados pela pandemia. Os outros games da empresa ainda estão correndo bem e Horizon Forbidden West deve chegar ao PS4 e PS5 no final deste ano.
A PlayStation realizará uma transmissão ao vivo State of Play em 25 de fevereiro, quinta-feira. A empresa promete notícias sobre 10 jogos que estão chegando para o PS4 e PS5. Fique de olho no site da empresa.
Classificados
Yakuza Like a Dragon, que aparece toda vez na imagem de título dos Classificados da newsletter, receberá em breve legendas em português brasileiro. O título será o primeiro da franquia com localização voltada para o nosso país. O game não está em promoção e custa cerca de R$ 250 em todas as plataformas, mas traz uma experiência divertida, marcante e que merece a sua atenção.
A Microsoft anunciou o catálogo de jogos da Games With Gold de março de 2021, que definitivamente não é tão bom quanto o atual. O grande destaque fica por conta de Metal Slug 3, mas existem outros jogos na lista.
Se uma pandemia causada por um vírus mortal não é motivo suficiente para você ficar em casa no tempo livre, a Sony está aqui para ajudar: a empresa vai distribuir Ratchet and Clank de graça para todos os usuários do PS4 durante todo o mês de março. Basta resgatar e ser feliz, nem precisa ser assinante da PS Plus.
A empresa brasileira Hoplon lançou o jogo free-to-play Heavy Metal Machines para PlayStation e Xbox, com direito a multiplayer cross-plataforma e otimizações para a nova geração. O game que mistura MOBA com carros também pode ser jogado no PC gratuitamente.
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Se você sempre sonhou em ver um jogo de tiro ambientado no Brasil, precisa conhecer RIO Raised In Oblivion. O projeto feito pelo estúdio brasileiro First Phoeanix Studio é um game de tiro e sobrevivência online, inspirado em títulos como DayZ, que se passa em uma favela no Rio de Janeiro.
Atualmente, o game está passando por períodos de pré-alpha no PC, única plataforma em que o título está confirmado até agora. Os testes estão matando a curiosidade de muitos fãs sobre o conteúdo do game e os desenvolvedores aproveitaram os feedbacks para revelar mais detalhes sobre o game.
O jogo contará com skins inspiradas em artistas brasileiros, incluindo MC Carol. (Imagem: First Phoenix Studio/Reprodução)
O time liderado por Bannaker Costa, que costuma publicar novidades do game na Twitch, está trabalhando para trazer mais conteúdos “brazukas” para o jogo. Em uma série de posts publicados no Facebook, o desenvolvedor trouxe mais detalhes sobre a produção.
Mapa grande e brasileiro
A equipe está trabalhando para aumentar o mapa de RIO e alguns testes já mostram como será a atmosfera do game. O principal local em que o game se passa é a região da Praça Seca, na zona Oeste do Rio de Janeiro, e um trailer divulgado no ano passado dá uma ideia do que esperar do projeto.
O sistema de inventário também está ganhando aprimoramentos. Segundo o desenvolvedor, a versão final do jogo adotará um esquema similar ao que temos no jogo Escape from Tarkov. A mira também será refinada e ganhará desfoque lateral, para garantir mais precisão na hora dos tiros.
A equipe também adquiriu uma engine de criação de personagens e até mostrou alguns exemplos de rostos. Os jogadores também estarão bem servidos na parte das armas: a equipe está trabalhando para aumentar o arsenal e trazer sons realistas para o game online.
Na parte de ambientação, a First Phoenix promete que vai adicionar carros e mais itens que remetem ao cotidiano brasileiro. As futuras versões do game trarão orelhões, lixeiras e outros objetos que costumam aparecer nas ruas do Rio de Janeiro.
Os jogadores também podem esperar referências ao nosso país na trilha sonora de RIO. O time já anunciou que vários artistas do país, incluindo MC Carol, terão skins temáticas dentro do jogo e também devem aparecer na trilha sonora do game.
RIO Raised in Oblivion vai rodar em PC fraco?
Além de novos conteúdos, a First Phoenix Studio realizará otimizações em RIO Raised in Oblivion. Segundo Bannaker Braulio, o time vai otimizar texturas e linhas de código para garantir melhorias de performance. “O jogo não é só aparência, estamos trabalhando muito para melhorar a nossa programação”, disse o desenvolvedor.
O desenvolvedor também deu um feedback para quem pretende rodar o jogo em um PC que não é tão potente. Apesar de não garantir desempenho em computadores com gráficos integrados, o criador de RIO já disse que o game é capaz de rodar em 60 frames por segundo em GPUs como a GeForce GTX 1050.
Considerando que RIO ainda está em estágios iniciais de desenvolvimento, possivelmente teremos melhorias de desempenho no game futuramente. O game estava previsto para sair em novembro do ano passado, mas acabou sendo adiado e deve ser lançado em algum momento de 2021.
Enquanto isso, você pode conferir os requisitos mínimos e recomendados disponíveis na página de RIO Raised in Oblivion na loja Steam.
Requisitos Mínimos
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
SO: Windows 7 64 Bits Service Pack 1
Processador: Intel Core i3 de 2.4ghz ou AMD Ryzen 3 de 3.5GHz
Memória: 8 GB de RAM
Placa de vídeo: Nvidia GTX 970 4GB / AMD R9 390
DirectX: Versão 11
Rede: Conexão de internet banda larga
Armazenamento: 40 GB de espaço disponível
Placa de som: Compatível com DirectX
Outras observações: Requer um processador e sistema operacional de 64 bits / Requer uma placa de vídeo RTX para Ray-Tracing quando estiver disponível
Requisitos Recomendados
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
SO: Windows 10 64 Bits
Processador: Intel Core i5 9400f ou AMD Ryzen 5 2600
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: Nvidia GTX 1070 8GB ou AMD RX 590 8GB
DirectX: Versão 12
Rede: Conexão de internet banda larga
Armazenamento: 40 GB de espaço disponível
Placa de som: Compatível com DirectX
Outras observações: Requer um processador e sistema operacional de 64 bits / Requer uma placa de vídeo RTX para Ray-Tracing quando estiver disponível
Desde que foi apresentado na Xbox Showcase de 2020, The Medium voou abaixo do meu radar por um simples motivo: eu tenho muito medo de jogos de terror. Um dos principais pontos de venda do projeto da Bloober Team é a trilha sonora produzida por Akira Yamaoka, que trabalhou nas músicas de Silent Hill, meu maior pesadelo no mundo dos games.
Apesar de não ser um entusiasta da icônica franquia da Konami, ainda existiam dois pontos que mantinham meu interesse em The Medium. O jogo é o primeiro grande lançamento para o Xbox Series X/S e tem requisitos monstruosos, sendo um dos primeiros exemplos do potencial gráfico da nova geração. Além disso, como o nome indica, a produção do estúdio polonês conta com uma temática inspirada na doutrina espírita. Pra quem não está tá ligado, eu sou um entusiasta de assuntos religiosos.
Dito isso, enfrentei meus traumas com jogos de terror e descobri que, no final das contas, The Medium não é tão assustador assim. Na verdade, os principais fantasmas que assustam Marianne são baseados em temas presentes na vida de muita gente.
Eu vejo gente morta
The Medium coloca o jogador na pele de Marianne, uma mulher que possui poderes mediúnicos e consegue entrar no mundo dos espíritos, uma realidade alternativa em que almas com negócios inacabados ficam presas após a morte. Assim como na religião espírita, a protagonista utiliza seu dom para ajudar os seres errantes a finalmente encontrarem a paz.
O conceito fica bem claro logo nos primeiros minutos de gameplay. Enquanto bebe uma xícara de chá, Marienne nos conta sobre a morte de seu pai adotivo, Jack, que era dono de uma funerária. Durante a jogabilidade, podemos acompanhar a jornada da protagonista e entrar no mundo dos espíritos para finalmente enviar o senhorzinho para a luz.
A história se desenvolve após uma ligação misteriosa dizendo para a protagonista ir até um Hotel abandonado e que foi local de uma grande catástrofe. Como dá pra imaginar, a rotina de uma médium fica bem movimentada ao visitar um local mal-assombrado e que foi palco de uma grande tragédia com dezenas de mortos.
Realidade dupla
Para dar um ar de tensão para o além-vida, a Bloober Team se inspirou nas artes do pintor Zdzisław Beksiński: o mundo surrealista traz ambientes devastados e um tom sépia que traz tristeza e melancolia ao gameplay. Além disso, temos criaturas deformadas e antropomórficas habitando a realidade que coexiste com o nosso mundo dentro do misterioso Hotel Niwa.
A ambientação, aliada à temática do game, cria um clima perfeito de tensão, que fica ainda mais nítido nas sequências que misturam o mundo real e dos espíritos. Você já teve aquela sensação de que existe alguma coisa te observando? O objetivo da tela dividida é te fazer crer que essa dualidade está sempre presente, ao seu redor.
Esse clima de tensão gerado pelo ambiente faz The Medium escapar do terror barato dos Jumpscares. Durante toda minha jornada no game, só me assustei com algo pulando na minha tela uma única vez. Essa característica aproxima o game de projetos como Alan Wake, que também traz uma temática de terror, mas coloca a história em primeiro lugar.
Traumas (e fantasmas) reais
O foco na história quer dizer que The Medium não assusta? Definitivamente não. Os monstros que habitam o mundo dos espíritos são horripilantes e, mais do que isso, trazem profundidade.
Todos os vilões que você enfrenta no mundo dos espíritos de The Medium são frutos de traumas de pessoas reais que passaram pelo Hotel Niwa. Uma infância difícil, uma morte inesperada, um caso de abuso, uma vida marcada por depressão: tudo é combustível e pode criar um ser monstruoso.
Não é complicado fazer uma ponte da temática com a vida. Afinal, pessoas passam diariamente por situações traumáticas e nem todo mundo busca por auxílio para lidar com isso. Em muitos casos, a solução mais fácil é internalizar o problema, o que pode gerar paranoias tão grandes quanto os seres que assombram o Hotel Niwa.
O novo projeto da Bloober Team mostra esses problemas psicológicos de uma maneira bastante visual. Fantasmas que são comuns na nossa sociedade ganham rosto e forma para perseguir o jogador. Como armas não machucam almas, você precisa usar seus poderes de “terapeuta espiritual” para acabar com as ameaças.
Não é difícil encontrar artes na internet que transformam sentimentos ruins em monstros, e The Medium faz esse trabalho usando os games. Em uma história bem amarrada de aproximadamente 10 horas, o game te leva em uma viagem espiritual em um universo cheio de originalidade, mas consegue trazer reflexões sobre como encaramos os fantasmas que nos afligem na vida real.
THe Medium está disponível no PC, Xbox Series X e S. O preço do game é R$ 166,45, mas é possível jogá-lo pela assinatura Xbox Game Pass no computador e também consoles.
Após ser adiado por causa de Cyberpunk 2077, The Medium chega ao mercado com um peso que não deveria carregar. Mesmo sendo um jogo independente, a produção da Bloober Team é um dos primeiros grandes lançamentos para o Xbox Series X e S, o que transformou o jogo em munição para uma guerra de consoles que não faz mais sentido.
Parte da culpa disso cai no colo da Microsoft. Halo Infinite foi adiado e a empresa escorou o lançamento de seus novos consoles em versões atualizadas de jogos do Xbox One. No caso de Medium, a parte técnica do game acabou ganhando destaque em materiais de divulgação, principalmente o gameplay em tela dividida.
A situação piora ainda mais quando vemos as principais inspirações utilizadas pela Bloober Team na concepção do game. A empresa utiliza em The Medium uma câmera similar aos primeiros títulos da saga Resident Evil e chamou ninguém menos que o principal compositor das músicas de Silent Hill para fazer a trilha sonora do jogo.
Com tantas informações, certamente você já montou uma imagem de The Medium em sua mente. Após zerar o game no Xbox Series X e também jogar a versão de PC, venho informar que o jogo possivelmente não é o que você está imaginando — e é exatamente isso que faz o projeto da Bloober Team ser tão brilhante.
Terror pacifista
Apesar de ser inspirado em grandes clássicos do gênero survival horror, The Medium é tranquilo demais para se encaixar nesse gênero. Isso não quer dizer que o jogo não é assustador. Ao invés de jogar hordas de inimigos na sua cara, o projeto aposta em uma ambientação bastante imersiva para gerar um clima de suspense, com mecânicas focadas principalmente no stealth e defesa.
Ao invés de brigar com criaturas sobrenaturais na base da bala, o jogo te coloca para entender os motivos da existência de cada ameaça. Nada de armas ou tiros. Em The Medium, os terrores e problemas são psicológicos, o que pode ser mais assustador que uma horda de zumbis.
A premissa do projeto da Bloober Team certamente não é tão interessante comercialmente quanto um Resident Evil Village da vida; mas não se engane: The Medium é o melhor jogo focado em história disponível para os novos Xbox atualmente e uma grande adição ao Xbox Game Pass de PC, mesmo com os requisitos nada amigáveis para computador.
Espíritos entre nós
Se você possui algum interesse por religiões, já deve conhecer os interessantes conceitos da doutrina espírita, que é bastante popular no Brasil. The Medium não apenas pega emprestado temáticas como conversar com mortos, mas pavimenta um universo inteiro em cima dessa ideia.
The Medium é protagonizado por Marianne, uma mulher que possui habilidades mediúnicas e consegue se comunicar com o mundo dos espíritos. Utilizando seu dom, ela entra na dimensão alternativa que abriga pessoas mortas que ainda não conseguiram desapegar do plano terreno.
Nós conhecemos a personagem em um dia complicado. Após perder seu pai adotivo, Marianne recebe uma misteriosa ligação dizendo para ela ir até o Hotel Niwa, um resort isolado na Polônia que foi local de um massacre. Segundo o interlocutor do telefonema, o cenário da catástrofe possui respostas para um pesadelo que assombra a médium desde sua infância: a visão de uma garota correndo na floresta e morrendo após tomar um tiro.
A combinação de uma protagonista que vê espíritos com um hotel mal-assombrado e cheio de gente morta renderia vários jumpscares, correto? Felizmente, não é o caso de The Medium. Ao chegar no Hotel Niwa, Marianna utiliza seu sexto sentido para encontrar o homem da ligação e acaba descobrindo segredos obscuros sobre si mesma, enquanto ajuda almas que ficaram presas no local.
As habilidades mediúnicas da protagonista são traduzidas com maestria para o gameplay, com o propósito primordial de alavancar a história. No mundo dos espíritos, ela consegue manipular energia e conversar com resquícios de almas mortas. Já na “terra normal”, a protagonista utiliza seu sexto sentido para investigar detalhes da vida da pessoa.
Ao unir as informações, Marianna ajuda os fantasmas a irem para um lugar melhor. É isso mesmo, galera: em 99% do tempo, você está trabalhando para AJUDAR e resolver os problemas de pessoas mortas. Tudo isso em um visual cinematográfico e com baixos níveis de ação, mas com um clima de suspense te rodeando o tempo todo.
Narrativa cinematográfica
Cuidado, pequenos spoilers à frente!
Enquanto ajuda almas e descobre a verdade sobre si mesma no Hotel Niwa, a personagem também conhece o grande responsável por toda a tragédia do local: uma força maligna conhecida como Maw.
Dublado por ninguém menos que Troy Baker, o vilão nem mesmo precisa aparecer para fazer você sentir arrepios. A Bloober Team usa ambientação e um trabalho brilhante de trilha sonora para dar vida ao espírito no mundo real, enquanto Marianne encara um ser demoníaco no mundo dos espíritos.
Prossiga em segurança nos próximos parágrafos.
O terror do vilão cresce exponencialmente no decorrer da história, já que o game sempre coloca a narrativa em primeiro lugar. Ao explorar o Hotel Niwa e a vida de seus ex-moradores, o jogador é presenteado com algo ainda raro no Xbox: uma narrativa cinematográfica de alta qualidade.
Em cerca de 10 horas, o jogo entrega um universo cheio de possibilidades, viradas interessantes na história e personagens cativantes. Toda a narrativa é encerrada com um final que liga os pontos que o jogador caça durante o gameplay e traz um desfecho satisfatório e que abre ainda mais possibilidades para novos projetos nesse mesmo mundo.
The Medium estava cercado por tanto hype que eu imaginei (e possivelmente outras pessoas também) que o jogo seria bem maior, teria aqueles puzzles cheios de exploração e segmentos desenfreados de ação. Para o bem da originalidade, a Bloober Team resolveu seguir um caminho diferente.
Direto ao ponto
The Medium é um jogo de terror com câmera fixa, focado em atmosfera e narrativa. Com um level design primoroso, o game é feito sob medida para o papel de apresentar uma história e construir um universo — e faz isso muito bem. Se você quer algo a mais do que isso, infelizmente vai se decepcionar, mas aí a culpa recai nas expectativas criadas em cima do jogo.
Em um mundo repleto de lançamentos diários no mundo dos games, fazer um jogo de terror com história marcante e que funciona até com quem não curte muito o gênero pode parecer pouco; contudo, basta fazer um testezinho rápido: se você entrar na Steam agora, não levará muito tempo para encontrar um game de terror em primeira pessoa, cheio de puzzles feitos para serem muito complexos e com ferramentas para fazer o gameplay render. Se duvidar, você acaba caindo num jogo feito pela própria Bloober Team com essas características.
The Medium não é o sucessor espiritual de Silent Hill e nem um Resident Evil antigo com gráficos atualizados. The Medium é… The Medium, um jogo que bebe de muitas fontes para criar algo único e cheio de originalidade.
Com seu jeito diferente, The Medium possivelmente vai passar despercebido por muitos jogadores simplesmente por fugir de certos padrões. Porém, esse é o seu maior diferencial. Em um mundo onde jogos são cada vez maiores, The Medium prefere fazer o básico de uma forma bem feita, direta e marcante.
Além de estar disponível para compra no PC e Xbox Series X e S, The Medium chega ao Xbox Game Pass no dia de seu lançamento no serviço para consoles e computador.
A Xbox Brasil forneceu acesso antecipado ao game para o Jornal dos Jogos.
A Capcom revelou uma série de novidades sobre Resident Evil Village hoje (21). As revelações vão desde gameplay até detalhes sobre disponibilidade e dublagem do game! Confira um resumão aqui no Jornal dos Jogos!
Data de lançamento, preço e demo
Resident Evil Village será lançado em 7 de maio de 2021. O game terá versões para PC (Steam), PS4, Xbox One, PlayStation 5 e Xbox Series X e S.
Quem possui o console de nova geração da Sony já pode experimentar a demonstração gratuita Maiden, que é exclusiva do PS5. Até o fim do segundo trimestre (entre abril e junho), a Capcom lançará mais uma demo de RE: Village, que estará disponível para todas as plataformas.
Agora que temos uma data de lançamento, a pré-venda do game começou em todas as plataformas. Confira os preços:
A Capcom também revelou detalhes sobre a jogabilidade de Resident Evil Village. Além de trazer tiroteios em primeira pessoa, o game também contará com um botão apenas para bloqueio, ação que promete ser importante durante a jornada.
Além disso, a empresa deu uma prévia do sistema de gerenciamento de itens de Village. O game contará com uma maleta inspirada em Resident Evil 4 e também contará com um mercador para vender itens.
Dublagem em português
Aantes do show principal, a Capcom também anunciou que Resident Evil Village contará com dublagem em português brasileiro. O título será o primeiro da série a ter vozes no nosso idioma.
Enquanto as legendas já dão uma bela mão para acompanhar a história, a dublagem é um grande presente para a comunidade brasileira que é apaixonada por Resident Evil. A novidade também pode ser um indicativo de que mais games da Capcom contarão com localização completa em PT-BR.
Re:Verse
Ah, e a Capcom também apresentou Re:Verse, um multiplayer que reúne os principais personagens da franquia. O conteúdo estará disponível gratuitamente dentro de Resident Evil Village.
A empresa justificou o lançamento como uma celebração dos 25 anos da franquia Resident Evil. Para comemorar a data, a empresa também vai lançar conteúdos especiais do game em The Division 2, produção da Ubisoft.
Para quem estava esperando uma coletânea com jogos antigos da saga, não foi dessa vez…
O Xbox Game Pass abriu o ano de 2021 de maneira bastante positiva. A Microsoft adicionou diversos jogos de peso para o serviço durante o mês, além de trazer o Disney+ como benefício para a versão Ultimate, que está saindo por apenas R$ 5.
Durante a primeira metade do mês, o serviço recebeu a atualização de temporada de PES 2021 no Xbox One, Xbox Series X e S. Graças à parceria com o EA Play, os usuários da edição Ultimate também já podem baixar FIFA 20 e um teste do novo FIFA 21 nos consoles.
O serviço também recebeu o jogo de luta Injustice 2 no PC e Xbox, uma ótima pedida para quem curte os heróis da DC Comics. Enquanto a concorrente da Marvel luta para emplacar nos cinemas, a empresa manda muito bem no mercado de games.
Janeiro também marcou a chegada de What Remains of Edith Finch e Control na versão de PC do Xbox Game Pass. A novidade garante mais dois títulos famosos para a versão de computador da assinatura, que ainda não possui um catálogo tão completo quanto a edição de consoles da plataforma.
O Xbox Game Pass também começou o ano recebendo mais três jogos de Yakuza remasterizados e o jogo de estratégia Desperados 3. Os títulos já estão disponíveis na assinatura para PC e também Xbox.
Em 28 de janeiro, a Microsoft também lançará o jogo de terror The Medium diretamente no Game Pass de consoles e PC. O título será um dos primeiros jogos feitos com o Xbox Series X e S em mente, e promete ser pesadão no PC.
Novos jogos do Xbox Game Pass em janeiro
eFootball PES 2021 Season Update (xCloud e Xbox) – 7 de janeiro
Injustice 2 (xCloud, PC e Xbox) – 7 de janeiro
The Little Acre (xCloud e Xbox) – 7 de janeiro
Neoverse (PC) – 14 de janeiro
Torchlight III (xCloud e Xbox) – 14 de janeiro
What Remains of Edith Finch (PC) – 14 de janeiro
YIIK: A Postmodern RPG (PC) – 14 de janeiro
Control (PC) – 21 de janeiro
Desperados III (xCloud, Xbox e PC) – 21 de janeiro
Donut County (xCloud, Xbox e PC) – 21 de janeiro
Outer Wilds (xCloud) – 21 de janeiro
Cyber Shadow (xCloud, Xbox e PC) – 26 de janeiro
The Medium (Xbox Series X|S e PC) – 28 de janeiro
Yakuza 3,4 e 5 Remastered (Xbox e PC) – 28 de janeiro
Final Fantasy XV e Gris saindo em fevereiro
Como nem tudo são vitórias nessa vida, a Microsoft também anunciou algumas baixas para o serviço de assinatura, que vai perder alguns jogos em 1° de fevereiro. A lista de títulos saindo do Game Pass inclui Final Fantasy XV e Gris.
Final Fantasy XV (PC e Xbox) Indivisible (PC e Xbox) Fishing Sim World: Pro Tour (PC e Xbox) Sea Salt (PC e Xbox) Gris (PC)
O serviço de games Xbox Game Pass Ultimate traz mais de 100 jogos para os consoles Xbox e PC, mas recentemente também recebeu outro benefício interessante. A Microsoft liberou, recentemente, 30 dias grátis de Disney+ para os assinantes.
O resgate do benefício está disponível até dia 31 de janeiro de 2021. Após você pegar o código com sua conta do Game Pass, é possível realizar a ativação até 2 de março para usufruir dos 30 dias grátis.
Resgate os 30 dias grátis de Disney+ pelo PC
Mesmo que você não jogue, a assinatura do Xbox Game Pass Ultimate traz um ótimo custo–benefício psra quem simplesmente quer aproveitar os principais conteúdos do Disney+ durante um mês. A plataforma já possui as duas temporadas de The Mandalorian, filmes da Marvel e conteúdos da Pixar. Além disso, a série WandaVision estrrou no serviço recentemente.
1 – Assine o Xbox Game Pass Ultimate por R$ 5
O plano trimestral do Xbox Game Pass Ultimate está disponível por apenas R$ 5 por tempo limitado. A oferta é válida para novos assinantes e também funciona para algumas pessoas que já utilizaram o serviço anteriormente.
Visite este site da Microsoft e clique em “Associe-se ao Ultimate” para adquirir a assinatura. É importante ressaltar que o plano adquirido precisa ser o Ultimate para receber o acesso ao Disney+.
Após a assinatura ser realizada, você pode cancelar a cobrança recorrente do serviço nas configurações de sua conta.
2 – Baixe o app do Xbox para PC
Com a assinatura do Xbox Game Pass Ultimate realizada, você pode resgatar os 30 dias de Disney+ por meio do aplicativo do serviço para computador. Para isso, entre neste site e baixe o app do Xbox para Windows 10.
Com o app baixado, faça login com a mesma conta utilizada para assinar o Xbox Game Pass Ultimate.
3 – Entre na aba de Vantagens
O Disney+ está disponível para resgate no app do Xbox por meio da aba de Vantagens. A divisão aparece como um dos botões na parte central da interface, logo abaixo dos slides com jogos em destaque.
Após abrir na aba de Vantagens, desça a interface e clique no quadro do Disney+. A interface exibirá detalhes da oferta e o botão “resgatar online”, que abre um site para realizar a ativação do código.
Em seguida, basta acompanhar as instruções do site do Disney+ para criar um perfil e aproveitar os 30 dias de teste gratuito da plataforma.
E pelo celular?
O resgate dos 30 dias gratuitos de Disney+ também pode ser feito pelo celular. Ou seja, além de você não precisar ter um console Xbox, o benefício pode ser resgatado até mesmo por quem só utiliza um smartphone.
Para realizar o procedimento pelo celular, assine o Game Pass Ultimate por R$ 5 pelo site da Microsoft. Em seguida, baixe o aplicativo do Xbox Game Pass para Android ou iOS.
Com o aplicativo instalado, faça login com a sua conta utilizada para se inscrever no serviço. Em seguida, clique no botão central com sua imagem de perfil para acessar o menu de Vantagens.
Quando ver a palavra “Vantagens”, procure pela opção “Mostrar Tudo” e busque pelo quadro do Disney+. Clique para abrir e depois vá à opção “Ir para www.disneyplus.com” para resgatar o código e concluir o cadastro.
Mas, lembre-se, o código do serviço de streaming só estará disponível de graça para assinantes do Ultimate até 31 de janeiro. Corra para aproveitar a oferta!