Categoria: PC

  • Fortnite: lançado às pressas e com polêmica, game completa 5 anos

    Fortnite: lançado às pressas e com polêmica, game completa 5 anos

    Os games são a maior indústria do entretenimento atualmente mas não é todo título que rompe as barreiras da “comunidade gamer” e se torna um fenômeno cultural. Um desses raros casos é Fortnite, que completa 5 anos hoje nesta segunda (26).

    Lançado pela Epic Games em 26 de setembro de 2017, o jogo se tornou referência entre os games multiplayer e trouxe grandes mudanças para a indústria. Além de ser palco para shows gigantescos e até aparecer em um filme do Universo Cinematográfico da Marvel, Fortnite é um dos projetos que encabeça a tendência dos metaversos.

    No entanto, alcançar esse sucesso não foi fácil. Podemos dizer que, ao estilo Juscelino Kubitschek, a Epic Games viveu 50 anos em 5: com uma estrada recheada de polêmicas e momentos icônicos, Fortnite moldou muitos dos padrões que vemos hoje na indústria dos games, e nós vamos relembrar alguns momentos dessa breve, mas marcante trajetória, incluindo o nascimento do game.

    Como nasceu Fortnite

    “Estaríamos mortos sem a Unreal Engine”, declarou o CEO da Epic Games, Tim Sweeney, em entrevista ao Polygon no ano de 2016. Na época, a empresa não contava com jogos de sucesso e vivia praticamente dos royalties de seu motor gráfico, utilizado em games de todos os portes.

    A mais nova aposta da empresa para quebrar esse ciclo e finalmente despontar com um novo jogo era Fortnite, game anunciado ainda em 2011. Na época, o projeto era um multiplayer colaborativo de sobrevivência com mecânicas de construção.

    Após anos de desenvolvimento, o projeto foi lançado em acesso antecipado pela Epic em julho de 2017, mas pouca gente deu bola para o game. O motivo? Na época, a galera dos jogos multiplayer estava na febre do battle royale, que era encabeçada por PUBG.

    Feito na Unreal Engine, Playerunknown’s Battlegrounds nasceu como um mod e se tornou um jogo standalone de sucesso, mas com alguns problemas. Além de ser pesado para rodar no PC, o game era pago — o que não impediu o título de alcançar o topo de popularidade na Steam.

    De olho no sucesso do gênero battle royale, a Epic Games foi rápida e criou um spin-off de seu jogo de sobrevivência para disputar nesse segmento, o que acabou dando vida ao Fortnite que conhecemos hoje.

    Um battle royale feito em dois meses

    Em 26 de setembro de 2017, A Epic lançou Fortnite: Battle Royale, um projeto apresentado pouco tempo antes pela empresa com um grande diferencial de PUBG: a distribuição gratuita. Além de ser free-to-play e leve de rodar, o game também reaproveitou praticamente tudo que estava presente no modo de sobrevivência “Salve o Mundo”, o que deu um frescor para o seu gameplay.

    Com 100 jogadores por partida caindo do céu, o game trazia armas e mecânicas de construção em uma batalha com apenas um sobrevivente final. E no lançamento, o jogo era só isso: quem ganhava a partida era apenas transportado para o lobby com uma mensagem de parabéns.

    Segundo um funcionário da Epic Games, a empresa estava tão interessada em competir com PUBG que o modo battle royale de Fortnite foi construído em apenas dois meses. A companhia montou uma “força-tarefa” logo após o lançamento do modo PvE, em julho de 2017, visando adaptar o game para o gênero de batalha real.

    O modo battle royale foi criado em dois meses, logo após o lançamento da versão PvE de Fortnite

    A ideia acabou dando certo, mas também gerou polêmicas para a empresa na época. Logo após o primeiro trailer de Fortnite: Battle Royale ser lançado, a Bluehole, que desenvolvia PUBG na época, acusou o projeto de plágio. O CEO da desenvolvedora asiática disse que o lançamento não parecia algo legal, uma vez que PUBG era, e ainda é, feito na Unreal Engine, que é controlada pela Epic.

    A treta chegou a virar um processo, que veio a público em 2018, mas a dona de PUBG acabou encerrando a ação legal no mesmo ano.

    Sucesso de Fortnite

    Enquanto a versão de acesso antecipado de Fortnite: Battle Royale chegou rodeada e polêmicas e com muitas limitações, a Epic ganhou o coração de milhões de jogadores com a continuidade do projeto. Com um sistema de monetização cosmética, que chegou a influenciar grandes franquias como Call of Duty e Overwatch, Fortnite começou a receber muitas skins temáticas e crossovers de peso com filmes, séries e até outros games. De Goku até Neymar, você encontra muita gente na ilha em que as partidas acontecem.

    Kratos e Master Chief no mesmo game? Isso mesmo!

    O sucesso de Fortnite foi tanto que o game redefiniu muitos aspectos da indústria dos games. Junto com Minecraft, o battle royale praticamente obrigou a Sony a começar a aceitar crossplay entre consoles PlayStation e plataformas rivais.

    Além disso, mais recentemente, o jogo também foi usado pela Epic Games para começar uma grande guerra judicial com a Apple. Fortnite é tão grande que a empresa resolveu utilizar o game para iniciar um movimento para que App Store e Google Play diminuíssem as taxas cobradas para desenvolvedores de apps.

    Por causa disso, a disponibilidade do game nos iPhones ainda é um problema até hoje. Enquanto não é possível baixar o jogo diretamente no iOS, o game já funciona nos celulares da Apple, e qualquer dispositivo, por meio da nuvem. A parte boa é que a situação acabou rendendo frutos: tanto Google quanto Apple lançaram programas de redução de taxas após a treta judicial.

    Com tanta história nos últimos cinco anos, resta agora aguardar para ver o que vem por aí no futuro de Fortnite. Será que o jogo vai sobreviver mais meia década? Conte o que você acha lá no Twitter do Jornal.

  • DLSS 3: entenda o que é e como funciona a nova tecnologia da Nvidia

    DLSS 3: entenda o que é e como funciona a nova tecnologia da Nvidia

    Ainda na última terça feira (20) a Nvidia fez sua grande apresentação anunciando a nova geração de placas de vídeo RTX 4000 Ada Lovelace e, dentre as novidades anunciadas, uma das que mais chamou a atenção foi a evolução DLSS 3 da conhecida tecnologia de upscaling da empresa que estará disponível somente para as novas placas. Mas o que muda com o DLSS 3? Por que ele é capaz de entregar ainda bem mais performance que a atual versão da tecnologia? entenda isso nessa matéria.

    Novas tecnologias integradas ao DLSS

    As versões anteriores do Deep Learning Super Sampling da Nvidia contavam basicamente com a sua funcionalidade de aumentar a resolução de uma imagem usando deep learning e economizar poder de processamento do chip gráfico entregando mais margem de performance.

    Nos jogos, a tecnologia tomava como referência a imagem renderizada em menor resolução e dados temporais do game a partir de motion vectors para reconstruir a imagem em maior resolução.

    Como funciona o DLSS 2

    Como esperado, o DLSS 3 vai manter essa funcionalidade, mas também vai integrar a tecnologia Nvidia Reflex que otimiza a comunicação entre GPU e CPU para reduzir a latência de comandos no jogo e também adiciona a função de Optical Multi Frame Generation, ou geração ótica de frames, para gerar ainda mais quadros intermediários completamente novos graças aos aceleradores de ópticos de fluxo presentes nas placas RTX 4000 da microarquitetura Lovelace.

    Sobre o Optical Multi Frame Generation

    Apesar da integração ao DLSS ser uma novidade, já conheciamos o NVIDA Reflex há um tempo nos jogos, mas a grande novidade é justamente a Optical Multi Frame Generation.

    Em um jogo compatível, o DLSS 3 vai atuar primeiro tomando como referência um frame renderizado “naturalmente” em menor resolução e criar fazer um upscaling para “preencher” os pixels que faltam e isso já da uma boa margem para performance. No entanto, os novos aceleradores também vão atuar para analisar o fluxo de frames na maior resolução, com auxilio também dos motion vectors do prórpio motor do game para gerar mais frames em tempo real completamente construídos por deep learning.

    Os aceleradores de fluxo ótico da microarquitetura Ada Lovelace analisam a cena e identificam aspectos e um frame que se movem durante uma cena, então fazem essa inferência para construir um novo quadro futuro. No entanto, essa tecnologia atuando sozinha pode criar alguns artefatos na cena, por isso os vetores de movimento do motor gráfico guiam a atuação do deep learning, para gerar frames coerentes com o movimento da cena que está sendo renderizada.

    Recaptulando tudo isso, o DLSS 3 vai atuar primeiro gerando um frame que foi renderizado na resolução 1080p, por exemplo, e ampliado para 4K pelo tradicional upscaling por IA. Depois, um próximo frame completo será apresentado, gerado apenas por inferência do deep learning e com basicamente nenhum trabalho da máquina, que tem o único trabalho de criar a imagem inicial na menor resoluçaõ de 1080p.

    Intercalando esses frames, podemos afirmar que seu hardware vai trabalhar para renderizar apenas 1/8 dos pixels exibidos, ou seja, 12,5% dos pixels exibidos. A Nvidia destaca que isso vai economizar recursos não apenas da placa gráfica, mas também do próprio processador do sistema que vai trabalhar em uma porcentagem menor dos quadros exibidos.

    DLSS 3 na prática

    Na prática, a Nvidia promete um salto de desempenho de até 4 vezes nos jogos com a aplicação da nova tecnologia e os exemplos já mostrados com gameplay já mostram saltos de performance absurdo em taxas de quadros de Cyberpunk 2077 e Microsoft Flight Simulator.

    Próximos jogos com DLSS 3

    Já foi anunciada a primeira leva de jogos que já vai contar com suporte para a tecnologia do DLSS 3 da Nvidia, como A Plague Tale: Requiem, Portal com RTX, Hogwards Legacy, Gollum, Bright Memory e a nova versão de The Witcher 3. Confira:

    DLSS 3 será exclusivo da RTX 40?

    Um ponto importante sobre o DLSS 3 é a sua compatibilidade: o serviço foi apresentado com a linha RTX 40 e terá recursos exclusivos com a nova geração de GPUs. A solução de geração de frames depende do poder de hardware das placas mais novas e, a princípio, funcionará apenas nos modelos mais recentes.

    No entanto, isso não significa que o DLSS deixará de receber atualizações para as placas de vídeo das séries RTX 20 e RTX 30. Segundo explica Alexandre Ziebert, do marketing técnico da Nvidia, a empresa ainda vai continuar desenvolvendo todos os outros recursos da solução, incluindo aprimoramentos de upscaling e o Nvidia Reflex, que funciona até mesmo em GPUs da série 10.

    Ou seja, os recursos que já são implementados com a versão 2.0 do DLSS ainda existirão e serão melhorados com o lançamento da nova edição da tecnologia. No entanto, a solução de geração de frames só estará disponível nos modelos mais novos.

    Veja também:

  • RTX Remix: veja o poder da plataforma de mods em imagens

    RTX Remix: veja o poder da plataforma de mods em imagens

    A indústria dos games passa por um momento recheado de remasters e remakes atualmente. Enquanto projetos como Resident Evil 4 prometem dar uma nova vida a jogos famosos, outros lançamentos acabam gerando polêmica, como The Last of Us Part 1. No PC, a comunidade de modders já está acostumada a aprimorar jogos antigos, e isso promete ficar ainda mais fácil com a plataforma RTX Remix.

    Apresentada pela Nvidia no evento de revelação das GPUs Ada Lovelace, o RTX Remix é um software gratuito que promete facilitar a vida de modders que querem revitalizar games antigos. Com a novidade, será possível atualizar texturas e iluminação com Ray Tracing e DLSS.

    Funcionando com jogos que rodam em DirectX 8 e 9, a ferramenta ganhou demonstrações durante a transmissão ao vivo da Nvidia. Além disso, Portal 1 receberá uma versão com Ray Tracing, que será disponibilizada de graça na Steam.

    O poder do RTX Remix: comparativo de imagens

    Enquanto os bastidores do RTX Remix são recheados de detalhes técnicos, o objetivo da Nvidia é entregar uma plataforma simples de usar para modders. A novidade adapta os arquivos de games para um padrão universal, permite que diversas adições modernas sejam feitas, como Ray Tracing e DLSS, e depois exporta tudo como um mod qualquer, que pode ser distribuído em sites como o Nexus Mods.

    Para exemplificar a simplicidade do processo, a Nvidia divulgou imagens de The Elder Scrolls III: Morrowind após o jogo “receber um trato” no RTX Remix. Com a tecnologia gratuita, é possível adicionar pontos de luz e colocar Ray Tracing e DLSS no game, como é possível ver na imagem abaixo:

    Além de permitir a criação de mods com Ray Tracing e DLSS facilmente, o RTX Remix traz diversas opções de customização das tecnologias para os modders. É possível escolher os locais onde cada ponto de iluminação estará e até a intensidade.

    Quando o mod é empacotado para distribuição, uma interface para os jogadores também é disponibilizada. O menu que aparece no jogo permite customizar a experiência de traçado de raios e até adicionar efeitos de pós-processamento, como filtros.

    O RTX Remix também permite editar facilmente as texturas do game para a criação de modificações. Os modders podem adicionar novos objetos e texturas provenientes de vários apps, como o Blender, e até trabalhar de maneira colaborativa.

    A inteligência artificial também está presente no RTX Remix. O software conta com soluções que permitem atualizar a resolução de texturas e objetos automaticamente utilizando IA.

    Com as novidades trazidas na plataforma, trabalhos que levariam meses para serem realizados por modders podem ser feitos com muito mais agilidade. Basta que o jogo atenda os requisitos de uso do RTX Remix para aproveitar os benefícios da ferramenta.

    Quando o RTX Remix estará disponível?

    A Nvidia não revelou quando lançará o RTX Remix, mas a boa notícia é que a novidade não é exclusiva das placas RTX 40. Ou seja, para realizar trabalhos com Ray Tracing, basta ter uma GPU que aguente o tranco.

    Apesar de ainda não ter data de chegada, o RTX Remix já possui um site oficial com um formulário de notificação. Ou seja, se você é modder, faça a inscrição aqui e aguardar as novidades.

    Veja também:

  • RTX 4090 e RTX 4080: veja detalhes técnicos e preços das GPUs

    RTX 4090 e RTX 4080: veja detalhes técnicos e preços das GPUs

    Líder no mercado de GPUs, a Nvidia elevou novamente os padrões do segmento de games para PC. A companhia revelou, no dia 20 de setembro, a arquitetura Ada Lovelace, que faz sua estreia nas placas de vídeo RTX 4090 e RTX 4080.

    Os novos produtos chegam ao mercado com até quatro vezes mais desempenho que a geração anterior, a família de GPUs Ampere. Além disso, as placas de vídeo RTX 40 possuem grandes aprimoramentos em tecnologias já usadas pela Nvidia, incluindo evoluções no DLSS, Ray Tracing e processamento de vídeos.

    Confira abaixo mais detalhes sobre o que a arquitetura Ada Lovelace vai oferecer e mais detalhes sobre as GPUs da linha RTX 40, que chegam em breve ao mercado.

    Ada Lovelance: significado e evoluções da arquitetura

    Seguindo seus padrões de nomenclatura, a Nvidia resolveu homenagear mais uma personalidade histórica em sua nova geração de placas de vídeo. Ada Lovelance, que dá nome para a arquitetura das GPUs RTX 40, era uma matemática que ficou conhecida por criar o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina.

    A escolha do nome certamente não foi coincidência: a arquitetura Lovelace traz saltos impressionantes de desempenho e funcionalidades, grande parte pelo uso de soluções como inteligência artificial. Confira abaixo algumas das novidades presentes nas novas GPUs.

    • Multiprocessadores de streaming com até 83 teraflops de poder de sombreamento — mais de 2x a geração anterior
    • RT Cores de terceira geração com até 191 teraflops efetivos para Ray Tracing — 2,8x em relação à geração anterior
    • Tensor Cores de quarta geração com até 1,32 Tensor petaflops — 5x em relação à geração anterior usando aceleração FP8
    • Shader Execution Reordering (SER) que melhora a eficiência da execução reprogramando cargas de trabalho de sombreamento em tempo real para melhor utilizar os recursos da GPU. Um avanço tão significativo quanto a execução fora de ordem foi para as CPUs, o SER melhora o desempenho do Ray Tracing em até 3x e as taxas de quadros no jogo em até 25%
    • Ada Optical Flow Accelerator com desempenho 2x mais rápido permite que o DLSS 3 preveja o movimento em uma cena, permitindo que a rede neural aumente as taxas de quadros enquanto mantém a qualidade da imagem
    • Melhorias arquitetônicas fortemente acopladas à tecnologia de processo TSMC 4N personalizado resultam em um salto de até 2x na eficiência de energia
    • NVIDIA Encoders duplos (NVENC) reduzem os tempos de exportação pela metade e oferecem suporte a AV1. A codificação NVENC AV1 está sendo adotada pela OBS, Blackmagic Design DaVinci Resolve, Discord e muito mais.

    Além de garantirem até quatro vezes mais desempenho que as GPUs RTX 30, as novas soluções da arquitetura Lovelace prometem grandes evoluções tecnológicas para as placas de vídeo RTX 40. O suporte para encoders AV1 duplos de oitava geração, por exemplo, prometem trazer um salto de desempenho na produção e edição de vídeos, além de evoluir a experiência de uso de apps como o Nvidia Broadcast.

    Outra solução que ganhou um salto de desempenho é o Deep Learning Super Sampling. O DLSS 3.0, nova geração da tecnologia, deixará de otimizar pixels para gerar novos frames, o que promete economizar desempenho da placa de vídeo e do processador — mais de 30 jogos receberão a novidade em breve.

    RTX 4090: a placa de vídeo mais poderosa do mundo

    O hardware que atualmente aproveita todo o poder da arquitetura Lovelace é a RTX 4090, a GPU mais potente para jogos da Nvidia. O hardware entrega nada menos que até quatro vezes mais desempenho que a RTX 3090 Ti ao rodar jogos em Ray Tracing.

    Com TDP de 450W, mesmo nível da 3090 Ti, a nova placa de vídeo conta com 24 GB de memória VRAM, 76 bilhões de transistores e 16.384 núcleos CUDA. O modelo tem potência o suficiente para segurar jogos de ponta em mais de 100 quadros por segundo em resolução 4K no PC.

    Confira abaixo alguns benchmarks da RTX 4090, divulgados pela Nvidia, competindo com a RTX 3090 Ti. Os jogos utilizados são Microsoft Flight Simulator, Warhammer 40.000 Darktide e Cyberpunk 2077, rodando com um novo modo de Ray Tracing chamado Overdrive:

    Preço e lançamento da RTX 4090

    A RTX 4090 chegará ao mercado em 12 de outubro e tem preço sugerido no Brasil de R$ 14.999. O modelo chegará ao nosso país por meio de fabricantes parceiras, incluindo ASUS, Colorful, Gainward, Galaxy, GIGABYTE, Innovision 3D, MSI, Palit, PNY e Zotac.

    RTX 4080: disponível em dois ‘sabores’

    image

    Segunda GPU apresentada pela Nvidia para a família Lovelace, a RTX 4080 chega com duas opções: 16 GB e 12 GB. Os produtos entregam até três vezes mais performance que a RTX 3080 Ti, como exibem os gráficos abaixo:

    O modelo mais potente da RTX 4080 conta com 9.728 núcleos CUDA e 16GB de memória Micron GDDR6X. O preço sugerido é de R$ 10.999, com lançamento previsto para novembro.

    Já a versão mais modesta da RTX 4080 possui 12 GB de VRAM e 7.680 núcleos CUDA, o que permite a comercialização com preço de R$ 8.199 no lançamento em novembro. Apesar de ter hardware inferior aos outros modelos, a placa ainda traz suporte para as novas tecnologias, como DLSS 3.0 e outros aprimoramentos.

    Especificações completas da RTX 4090 e RTX 4080

    Confira abaixo a ficha técnica completa das placas de vídeo RTX 4090 e RTX 4080, retirada do site oficial da Nvidia. Mais detalhes sobre os produtos estão disponíveis no portal da fabricante.

    GeForce

    RTX 4090

    GeForce

    RTX 4080 (16GB)

    GeForce

    RTX 4080 (12GB)

    Especificações da Placa de Vídeo:

    NVIDIA CUDA® Cores

    16384

    9728

    Boost Clock (GHz)

    2.52

    2.51

    Clock Básico (GHz)

    2.23

    2.21

    Especificações da Memória:

    Configuração de Memória Padrão

    24 GB GDDR6X

    16 GB GDDR6X

    Largura da Interface da Memória

    384 bits

    256 bits

    Suporte de Tecnologias:

    Ray Tracing Cores

    3ª geração

    3ª geração

    Tensor Cores

    4ª geração

    4ª geração

    Nome da Arquitetura NVIDIA

    Ada Lovelace

    Ada Lovelace

    NVIDIA DLSS

    3

    3

    NVIDIA Reflex

    Sim

    Sim

    NVIDIA Broadcast

    Sim

    Sim

    PCI Express Gen 4

    Sim

    Sim

    Resizable BAR

    Sim

    Sim

    NVIDIA® GeForce Experience™

    Sim

    Sim

    NVIDIA Ansel

    Sim

    Sim

    NVIDIA FreeStyle

    Sim

    Sim

    NVIDIA ShadowPlay

    Sim

    Sim

    NVIDIA Highlights

    Sim

    Sim

    NVIDIA G-SYNC®

    Sim

    Sim

    Drivers Game Ready

    Sim

    Sim

    Drivers NVIDIA Studio

    Sim

    Sim

    NVIDIA Omniverse

    Sim

    Sim

    Microsoft DirectX® 12 Ultimate

    Sim

    Sim

    NVIDIA GPU Boost™

    Sim

    Sim

    NVIDIA NVLink™ (pronto para SLI)

    No

    No

    Vulkan RT API, OpenGL 4.6

    Sim

    Sim

    NVIDIA Encoder (NVENC)

    2x 8ª Geração

    2x 8ª Geração

    NVIDIA Decoder (NVDEC)

    5ª Geração

    5ª Geração

    AV1 Encode

    Sim

    Sim

    AV1 Decode

    Sim

    Sim

    Capacidade CUDA

    8.9

    8.9

    VR Ready

    Sim

    Sim

  • The Sims 4 agora é grátis! Veja requisitos no PC

    The Sims 4 agora é grátis! Veja requisitos no PC

    The Sims é uma das maiores franquias da Electronic Arts, e desde 2003, conquistou uma legião de fãs que são apaixonados pelo simulador de “vida real”. Em 2014 saiu o último jogo da franquia até então, The Sims 4, que sem dúvidas é o mais completo da série. Apesar de ter alguns problemas, o game apresenta o maior números de conteúdos adicionais para tornar a gameplay mais divertida e duradoura.

    Após 8 anos do lançamento de The Sims 4, a EA anunciou que o jogo base ficará gratuito a partir de 18 de outubro para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC. Quem já possui o game ou adquiri-lo até 18 de outubro, vai receber de forma gratuita o “Kit Paraíso Desértico” para personalizar sua casa e seus Sims. Mais detalhes serão revelados na live especial Behind The Sims Summit, que também acontecerá na mesma data, nos canais oficiais do game.

    Será que meu pc roda? Confira os requisitos de The Sims 4

    The Sims 4 é um jogo muito leve e vai rodar facilmente na maioria dos computadores atuais. Além de não exigir um processador potente, os gráficos cartunescos também aliviam para a placa de vídeo.

    Requisitos Mínimos

    • SO: Windows 7, Windows 8, Windows 8.1, ou Windows 10
    • Processador: 1.8 GHz Intel Core 2 Duo, AMD Athlon 64 Dual-Core 4000+ ou equivalente
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce 6600 ou melhor, ATI Radeon X1300 ou melhor, Intel GMA X4500 ou melhor
    • DirectX: Versão 9
    • Armazenamento: 17 GB

    Requisitos Recomendados

    • SO: Windows 7, Windows 8, Windows 8.1, ou Windows 10
    • Processador: Intel core i5, AMD Athlon X4
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GTX 650 ou melhor
    • DirectX: Versão 9
    • Armazenamento: 18 GB

    Quase 5 mil reais em DLCs

    Apesar do jogo base ficar gratuito, o que já vai ser suficiente para garantir muitas boas horas de diversão, garantir a experiência completa de The Sims 4 não é barato. Para ter a experiência integral com o game, com todos os lançamentos feitos até agora, você terá que desembolsar quase 5 mil reais com as 57 DLCs de The Sims 4.

    Ou seja, a EA ainda é a EA: o movimento de tornar o jogo gratuito certamente é uma ideia da empresa para atrair mais jogadores e potencializar as vendas de DLCs.

  • Call of Duty Modern Warfare 2 – Impressões com o beta

    Call of Duty Modern Warfare 2 – Impressões com o beta

    A vida do jogador que é fã de Call of Duty pode ser considerada uma rotina: todo final de ano, no começo do último trimestre, um novo jogo da franquia chega com uma campanha que pode gerar polêmica e um multiplayer que não traz tantas mudanças. O padrão é esse desde a chegada de Modern Warfare (2019), que estabeleceu uma nova estrutura para a franquia, seguindo o modelo de passe de temporada, e dando vida para Warzone.

    Agora, a já famosa e até cansada fórmula da franquia, que arrecada bilhões anualmente, vai sofrer algumas mudanças. Call of Duty Modern Warfare 2 chega em outubro prometendo grandes evoluções no jogo, tornando-se a nova plataforma principal da lucrativa franquia de games de tiro.

    Call of Dudy Modern Warfare 2: veja requisitos do beta no PC

    Um gostinho do que está por vir já pode ser visto e testado pelos jogadores atualmente. A Infinity Ward começou a realizar os testes beta de multiplayer de COD MWII, já disponível no PS4 e PS5 — em breve, todo mundo poderá acessar o conteúdo.

    Após dois dias de testes no jogo, confira nossas impressões com o jogo de tiro da Activision

    Mudanças boas…

    Acho que a melhor forma de começar este texto é dizendo que algumas das expectativas em cima do jogo foram alcançadas, e estamos falando do teste beta. Apesar de não revolucionar a franquia, COD MWII traz algumas mudanças que refrescam o gameplay e garantem mais possibilidades de jogo.

    Movimentação e equipamentos
    estão renovados

    A movimentação cadenciada torna a jogabilidade mais tática, mas isso não reduz o ritmo frenético do jogo para algo mais parado. Modern Warfare 2 adota novas mecânicas que prometem garantir diferentes formas de abordar o cenário e encontros com inimigos, como a possibilidade de se jogar no chão e escalar beiras de prédios e muros.

    Outro ponto alto são os novos equipamentos que deixam a jogabilidade mais interessante. O arsenal agora inclui câmeras táticas, que trazem uma pegada de Rainbox Six Siege para o gameplay, além de soluções como o bastão elétrico, que mostra todo o potencial de animações que o jogo em para oferecer.

    Durante o beta, a diversidade de gameplay também aparece nos modos de jogo. Assim como títulos mais antigos da série, COD MWII adota um modo em terceira pessoa, que é estranho à primeira vista, mas garante uma abordagem diferente para a jogabilidade tradicional.

    E outras ruins

    Por outro lado, ainda existem pontos apresentados no beta que podem tirar os jogadores do sério. Por aqui, a mudança que mais desagradou até agora está no minimapa: COD MWII aposta em uma experiência mais imersiva e tirou os pontos vermelhos do radar.

    Agora, a única forma de saber onde estão os jogadores é usando VANTs e outros sistemas de reconhecimento, já que os inimigos não são identificados quando dão tiros. Enquanto a novidade estimula o jogador a prestar atenção nos sons e arredores, é bastante difícil fazer isso em mapas menores, quando vários jogadores estão andando ao mesmo tempo, e sem ter um headset mais potente.

    O minimapa sofreu mudanças que podem dificultar a vida dos jogadores em prol do “realismo”

    Como o jogo ainda está em beta, o feedback dos jogadores certamente pode fazer a Infinity Ward mudar de ideia e retrabalhar o minimapa. Caso isso não aconteça, a tendência é que até jogadores mais experiências precisem de um tempo para se adaptar ao novo padrão.

    Falando em adaptação, outra mudança que pode gerar confusão logo de cara é o Armeiro, que usa um sistema de “plataformas”. A quantidade de armas no beta de MW2 ainda é limitada, mas as diferenças do esquema perante ao que temos como padrão atualmente com certeza vai gerar algumas dores de cabeça.

    Assim como a questão do minimapa, o Armeiro também é uma questão de adaptação e, com o tempo, talvez as novidades simplesmente entrem na memória muscular dos jogadores. Afinal, como mostrado no vídeo acima, o objetivo é facilitar a transição entre armas e equipamentos.

    Resta aguardar para ver o que muda ou não até mesmo durante o andamento do beta.

    Baixe para experimentar

    O beta de Call of Duty Modern Warfare 2 está disponível atualmente para jogadores de PS4 e PS5, mas no próximo fim de semana, de 24 a 26 de setembro, estará disponível para todos os jogadores, incluindo PC e Xbox. A dica do Jornal é baixar o conteúdo e testar tudo que está disponível.

    Como COD é um jogo online que perdura por pelo menos um ano, vale a pena testar as águas e ver se o novo gameplay é para você. Considerando os padrões da Infinity Ward e o investimento no jogo, certamente teremos ajustes a serem realizados antes mesmo do lançamento oficial.

    Ou seja, baixar o beta e já começar a ter uma ideia do que está por vir é uma ótima pedida para quem está pensando em comprar o jogo, que custa mais de R$ 300 no PC e consoles.

    Veja também:

  • GTA 6: o que sabemos sobre o game

    GTA 6: o que sabemos sobre o game

    GTA V foi lançado pela Rockstar em 2013, mas ainda segue firme e forte até hoje. Passando por três gerações de consoles, o game finalmente será sucedido por um game já confirmado pelo estúdio, que deve se chamar GTA 6.

    Em fevereiro de 2022, a empresa confirmou que está trabalhando “ativamente no desenvolvimento do próximo título da série Grand Theft Auto”. Apesar de estar dando bastante foco ao game, a Rockstar ainda não revelou quando e em quais plataformas o jogo será lançado.

    No entanto, uma reportagem da Bloomberg, lançada no fim de agosto, finalmente revelou detalhes sobre o futuro game da série GTA. Além disso, um grande vazamento de informações, supostamente vindo do Slack da Rockstar em setembro, trouxe imagens e vídeos de gameplay do game.

    Confira abaixo algumas informações divulgadas, que não foram confirmadas pela Rockstar Games e outros estúdios envolvidos com o jogo.

    Gameplay vazado de GTA 6

    Os vídeos e imagens vazados de GTA 6 em setembro de 2022 supostamente vieram do Slack da Rockstar após um ataque hacker, que teria comprometido até o código-fonte do jogo. Com mais de 3 GB de arquivos rodando pela internet, o vazamento foi confirmado pelo jornalista Jason Schreier e aparentemente traz imagens de 2019, de uma versão pré-alpha. Veja alguns pontos obtidos com as informações:

    • Os dois protagonistas devem se chamar Jason e Lucia, e o jogador poderá alternar entre eles durante o gameplay. Os vídeos mostram ambos engajando em atividades criminosas, como assaltos, e também na vida noturna da cidade do game.
    • GTA 6 deve mesmo se passar em Vice City, que será inspirada em Miami. As imagens vazadas mostram a cidade inacabada, com texturas que ainda lembram GTA 5.

    Protagonistas de GTA 6

    • Segundo os vazamentos, o game pode ser o primeiro a ter uma protagonista feminina com desenvolvimento. Enquanto o primeiro GTA contava com mulheres jogáveis, o novo jogo trará uma garota de origem latina com desenvolvimento de história em um papel de liderança no jogo.
    • A protagonista do novo GTA pode ser interpretada pela atriz Alexandra Cristina Echavarri, que colocou uma informação em seu currículo dando a entender que estará presente no projeto da Rockstar.
    • GTA 6 contará com dois protagonistas: além da personagem feminina, o game terá uma pessoa para fazer par com ela, em uma dinâmica ao estilo Bonnie e Clyde, segundo as especulações.

    Ambientação de GTA 6

    • O novo game da Rockstar deve se passar em uma cidade baseada em Miami e sua região, o que deve garantir uma vibe similar ao clássico GTA: Vice City. O mapa promete ser gigante, com mais áreas para serem exploradas que GTA V.
    • Além da localização baseada em Miami, o game deve receber novas cidades em atualizações, o que deve garantir bastante longevidade ao game. Até o momento, não existem especulações sobre quais locais também devem ser adicionados ao game pós-lançamento

    Lançamento de GTA 6

    • A data exata de lançamento de GTA 6 ainda não foi revelada em rumores ou pela Rockstar, mas algumas especulações apontam que o jogo deve ser lançado entre 2023 e 2024. A maior pista disso seria um relatório financeiro da Take-Two, que é dona da franquia.
    • Após realizar mudanças em seus estúdios para garantir um ambiente de trabalho mais saudável, a Rockstar teria alterado o ritmo de desenvolvimento de GTA 6, dando mais tempo para as equipes trabalharem no jogo. Assim, pode ser que o título acabe demorando mais do que o esperado para chegar, mas é por uma boa causa.
    • Mesmo com o desenvolvimento demorado, GTA 6 atualmente é a maior prioridade da Rockstar Games. A empresa anunciou que não lançará novas atualizações de grande porte para Red Dead Online para garantir mais força de trabalho para o próximo grande lançamento da franquia.

    GTA 6 estará disponível em quais plataformas?

    Enquanto ainda não existem informações sobre onde GTA 6 será lançado, o jogo possivelmente deve deixar a geração antiga de consoles para trás. O game deve chegar somente nas novas gerações do PlayStation e Xbox para alcançar gráficos mais potentes e aproveitar melhor tecnologias como SSD.

    Assim, a tendência é que GTA 6 chegue ao PS5, Xbox Series X e Xbox Series S. O game também deve ter uma versão de PC, com venda em lojas como Steam e Epic Store, além do Rockstar Launcher.

  • Yu-Gi-Oh! Relembre jogos icônicos da franquia

    Yu-Gi-Oh! Relembre jogos icônicos da franquia

    De cardgame de sucesso até baralho do diabo, Yu-Gi-Oh! é uma franquia que faz muito sucesso com as cartas físicas e também nos games. A série da Konami é uma das principais fontes de renda da companhia e segue bastante popular atualmente após o lançamento de Yu-Gi-Oh! Master Duel.

    Disponível de graça no PC, consoles e celular, Yu-Gi-Oh! Master Duel se destaca por trazer diversas cartas e permitir que o jogador migre seu progresso entre plataformas, além de trazer crossplay. O game também é bastante leve de se rodar no computador.

    Mesmo com o sucesso de Master Duel, é válido lembrar que a franquia Yu-Gi-Oh! conta com muitos jogos icônicos e que marcaram época. Para relembrar os melhores, listamos aqui 5 jogos do cardgame da Konami que são muito bons!

    Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories

    Com regras bastante abertas e distantes do que conhecemos atualmente, Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories permitia quase tudo nos duelos. O game de PS1 te colocava para duelar contra personagens icônicos do anime em uma experiência que marcou gerações.

    Yu-Gi-Oh Duelist Of The Roses

    Yu-Gi-Oh Duelist Of The Roses é um clássico da franquia de truco do diabo que foi lançado no PS2 e traz uma jogabilidade, no mínimo, diferente. Você movia os monstros pelo campo, que era uma espécie de tabuleiro. Simplesmente memorável!

    Yu-Gi-Oh! GX – Tag Force Evolution

    A franquia Yu-Gi-Oh tem vários jogos aclamados pelo fãs, mas nenhum é tão bom quanto Yu-Gi-Oh! GX – Tag Force Evolution. Além de seguir as regras tradicionais do baralho do capeta, o jogo te transforma em um estudante no COLÉGIO DOS DUELISTAS. É a novela Malhação da Konami.

    Lançado na geração do PS2, o game também contou com uma versão de PSP e ganhou sequências no mesmo estilo. Para quem curte emulação, não é difícil de rodar o jogo até no celular — uma pena que a Konami retirou essa pérola das lojas digitais.

    Yu-Gi-Oh Power of Chaos

    Para a galera do PC que curte uma canastra satânica, a franquia Yu-Gi-Oh Power of Chaos é o ápice da saga. Lançada no início dos anos 2000, a trilogia ainda garante uma das melhores experiências de simplesmente jogar Yu-Gi-Oh digitalmente: sem firulas, com carregamento rápido e várias cartas icônicas.

    Com três jogos bem simples e diretos, a série também virou uma plataforma para modders, que adicionaram novas cartas e personagens para duelar. Se duvidar, você acha até mesmo uma versão do Ronaldinho Gaúcho pro jogo.

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    Yu-Gi-Oh! Master Duel: veja requisitos para rodar no PC

  • Call of Dudy Modern Warfare 2: veja requisitos do beta no PC

    Call of Dudy Modern Warfare 2: veja requisitos do beta no PC

    Call of Duty Modern Warfare 2 finalmente chegará em outubro, mas o game já conta com um beta aberto que começa hoje (16), a partir das 14h, para jogadores do PS4 e PS5. Posteriormente, o teste também chegará aos consoles Xbox e no PC, e os requisitos para rodá-lo já foram divulgados pela Infinity Ward.

    Apesar de o beta ainda não contar com os requisitos finais de COD MWII, a ficha de hardware dá uma ideia do que podemos esperar nesse quesito da aguardada versão final do game. Por enquanto, os requisitos não se distanciam tanto do que já temos como hardware necessário para encarar os jogos mais recentes da franquia.

    No entanto, vale ressaltar que a Infinity Ward e os outros estúdios da Activision devem fazer mudanças na ficha até o lançamento em 28 de outubro, então não se atenha à listagem pensando na versão completa de COD MWII. Veja abaixo os requisitos mínimos e recomendados para rodar o beta de Call of Duty Modern Warfare 2.

    Requisitos Mínimos – COD Modern Warfare 2

    • OS: Windows 10 – 64 Bit
    • CPU: Intel Core i5-3570 ou AMD Ryzen 5 1600X
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 ou AMD Radeon RX 470
    • Memória de vídeo: 3GB
    • RAM: 16GB RAM
    • Armazenamento: 25GB
    • Drivers: NVIDIA: 516.79 ou AMD: 21.9.1

    Requisitos Recomendados – COD Modern Warfare 2

    • OS: Windows 10 – 64 Bit ou mais recente
    • CPU: Intel Core i7-4770K ou AMD Ryzen 7 1800X
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 ou AMD Radeon RX 580
    • Memória de vídeo: 3GB
    • RAM: 16GB RAM
    • Armazenamento: 25GB
    • Drivers: NVIDIA: 516.79 ou AMD: 21.9.1

    Segundo as informações, os jogadores de PC poderão aproveitar os testes com um hardware que não é tão moderno assim, mas é indicado ter 16 GB de RAM para obter um desempenho de qualidade. Quando o assunto é instalação, basta ter 25 GB de armazenamento livre para baixar o beta.

    Datas do beta de COD MW2

    O beta de COD MWII começa com um período de exclusividade nos consoles PlayStation, mas será liberado para mais jogadores nos próximos dias. Confira todas as datas abaixo — o horário de liberação costuma ser às 14h, pelo horário de Brasília.

    • 16 a 18/09 – beta de acesso antecipado exclusivo do PlayStation
    • 18 a 20/09 – beta aberto para jogadores do PlayStation
    • 22 a 24/09 – beta de acesso antecipado no Xbox e PC, e aberto no PlayStation, com crossplay entre plataformas
    • 24 a 26 de setembro – beta aberto com crossplay entre todas as plataformas

    Quando o assunto é conteúdo, a versão beta de Call of Duty Modern Warfare 2 é focada no multiplayer. Os jogadores poderão testar os principais modos de jogo, incluindo algumas novidades, e soluções como o sistema de armas e o hub de jogo. Confira tudo que estará disponível no site oficial.

    A versão completa do game será lançada em 28 de outubro, mas já está disponível em pré-venda.

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  • Call of Duty Modern Warfare 2: veja novidades do multiplayer

    Call of Duty Modern Warfare 2: veja novidades do multiplayer

    A Activision apresentou, durante o evento COD Next, o novo multiplayer de Call of Duty Modern Warfare 2, o próximo grande lançamento da franquia. Seguindo os passos de Modern Warfare 2019, o jogo promete entregar um modo multiplayer com bastante ação e agilidade.

    Os estúdios liderados pela Infinity Ward disseram que ouviram os feedbacks dos jogadores e trouxeram melhorias baseadas na experiência obtida nos últimos jogos da franquia. Apesar de não contar com tanto gameplay cru, o trailer oficial do multiplayer de MWII mostra um pouco do que esperar da versão online do game.

    Abaixo, confira as principais novidades que estarão presentes no modo multiplayer Call of Duty Modern Warfare II. O jogo não promete ser revolucionário, mas contará com mecânicas novas, incluindo algumas que já existem em títulos como Fortnite e Rainbow Six Siege, além de títulos anteriores da franquia.

    Lembrando, também, que a Activision lançará gratuitamente Warzone 2, que possui integração com o jogo.

    Combate na água

    Uma das principais mudanças de MWII em relação ao Modern Warfare de 2019 é o combate na água, que também estará disponível em Warzone 2. Os jogadores poderão se enfrentar submersos e utilizar veículos e equipamentos na água, tudo com física otimizada para o cenário.

    “A física hídrica da mecânica de jogo no Modern Warfare II captura as correntes e as corredeiras nos rios e grandes ondes que se formam nos oceanos”, explica a Infinity Ward. “A água pode estar limpa, turva, poluída, ou ter detritos boiando e emergindo na superfície.”

    Movimentação

    A movimentação ágil e frenética de COD estará ainda mais evoluída em Modern Warfare 2. O jogo terá a opção de se segurar na beirada de prédios e construções, garantindo esconderijo, mas limitando o jogador ao uso de pistolas.

    Além disso, o Call of Duty MWII terá a opção de Apoio, para fixar a arma em locais para melhorar a precisão, e melhorias na corrida tática, que permitirá deslizar ou cair no chão dependendo da velocidade.

    “Pense em ‘Deslizar’ como algo mais focado no combate já que você aterrissa com sua arma para cima, enquanto ‘Cair’ não te move tão longe na horizontal, mas te deixa realizar uma queda tática rapidamente, permitindo um mergulho na janela de um edifício ou uma rápida queda atrás de cobertura para evitar fogo inimigo”, explica a Infinity Ward.

    Veículos aprimorados

    Com diversas opções de veículos, Call of Duty Modern Warfare 2 finalmente contará com veículos com maior destrutibilidade. Assim como em Fortnite e outros jogos, será possível furar os pneus e quebrar vidros de carros, por exemplo.

    Os jogadores também contarão com novas formas de interagir com os veículos. MWII permitirá montar no teto de carros, por exemplo, e também inclinar-se na janela para atirar — até mesmo o motorista poderá fazer isso.

    Novos equipamentos

    O arsenal de equipamentos e melhorias de campo de MWII será mais vasto. O jogo contará como uma câmera tática, trazendo um toque de Rainbow Six Siege ao game, e até um “ataque DDoS, para identificar equipamentos inimigos e pará-los temporariamente.

    Armas

    COD MWII promete trazer mais opções de customização no Armeiro, incluindo uma novidade chamada Plataforma de Armas. O jogo vai agrupar as armas de maneira diferente do que vimos anteriormente — veja a explicação completa aqui.

    Além da mudança estrutural, o jogo agora conta com diferenças nos acessórios para as armas. Enquanto alguns serão específicos para cada tipo de arma, outros serão universais e poderão ser usados em todo o arsenal, como munições, lentes e lasers.

    Terceira pessoa

    Impressionando uns, assombrando outros, o modo de terceira pessoa foi oficializado em Modern Warfare 2. Os jogadores poderão aproveitar a novidade em listas de jogo específicas com a nova perspectiva — o teste beta poderá trazer mudanças nesse sentido.

    https://twitter.com/CallofDuty/status/1570465036816232448

    Os jogadores poderão trocar o lado da visão de ombro e a câmera terá alguns movimentos automáticos para melhorar a visibilidade, como zoom e paradas para evitar colisões. A mira será um X que vai ficar no meio da tela, mas o jogo também contará com uma marcação extra caso o usuário esteja próximo de objetos, mostrando onde a bala vai acertar. A perspectiva também muda para primeira pessoa com certas miras, para melhorar a precisão.

    Mais modos de jogos

    Além de modos tradicionais 6 contra 6, Modern Warfare 2 também trará algumas novidades para os jogadores. O modo Nocaute traz uma jogabilidade rápida, de 2 contra 2, em que as equipes devem pegar e proteger um saco de dinheiro.

    Outra estreia é o Resgate de Prisioneiros. Como o nome indica, o modo segue o clássico resgate de refém, com duas equipes se enfrentando. Para os fãs do Ground War, a novidade fica para o Invasão, que colocará jogadores e bots controlados por IA para batalhar.

    Preços de COD MWII

    Você pode conferir todas as novidades do multiplayer de Call of Duty Modern Warfare 2 no site oficial do game. Lembrando que o beta aberto do jogo começa nesta sexta (16) no PS4 e PS5, chegando depois no PC e consoles Xbox.

    O game chegará em 28 de outubro. Veja abaixo os preços em cada plataforma:

    Veja os preços abaixo:

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