Mês: outubro 2021

  • Lançamento de GTA Trilogy, God of War no PC e Ubisoft+ no Brasil

    Lançamento de GTA Trilogy, God of War no PC e Ubisoft+ no Brasil

    What a week, Capitão… Parece que todas as empresas de games se animaram e resolveram lançar notícias bombásticas em sequência. Além de finalmente termos um gameplay e data de lançamento para GTA Trilogy, a Sony confirmou que God of War será lançado no PC.

    Além disso, temos mais GeForce Now, a chegada do Ubisoft+ no Brasa e outras novidades interessantes da indústria do entretenimento eletrônico.

    Boa leitura, minha gente 😉


    GTA Trilogy na área

    Após um anúncio sem muitos detalhes, a Rockstar abriu a porteira e finalmente revelou a data de lançamento e apresentou um trailer para GTA Trilogy. A coletânea que traz remasterizações de GTA III, San Andreas e Vice City será lançada em 11 de novembro.

    O preço é de R$ 320 no PC, enquanto a galera dos consoles vai pagar R$ 300. A boa notícia fica para o pessoal que assina o Game Pass no Xbox One, Xbox Series X e S, que poderá jogar a versão remasterizada de GTA San Andreas com a assinatura desde o dia do lançamento da coletânea.

    A facada no valor vem acompanhada de melhorias na experiência gráfica. Além do jogo chegar em até 4K e 60 quadros por segundo nos consoles mais modernos, a edição de PC vem até com DLSS. Porém, alguns aspectos gráficos ainda são meio duvidosos.

    Você pode conferir os requisitos para computador e mais detalhes sobre melhorias visuais aqui.

    Uma nova casa para Kratos

    Confirmando vazamentos, a Sony anunciou que lançará God of War para PC. O game deixará de ser exclusivo das plataformas PlayStation em 14 de janeiro de 2022, mas a pré-venda já está aberta nos compiuters. O título pode ser adquirido na Steam e Epic Store por R$ 200, e a loja brasileira Nuuvem já está prometendo que oferecerá o jogo com preços competitivos.

    A edição de computadores traz melhorias significativas, incluindo framerate destravado, suporte para monitores ultrawide, DLSS e Nvidia Reflex, que melhora a resposta de comandos na hora da pancadaria. O game será vendido somente de maneira digital, já que a mídia física possivelmente ficaria encharcada com as lágrimas de uma galera que ficou pistola com o lançamento de God of War no PC.

    Alguns fãs mais fanáticos da PlayStation estão até fazendo publicações no Reclame Aqui protestando contra o lançamento. Apesar de quebrar a exclusividade de um título icônico do PlayStation, a estratégia da empresa japonesa pode render uma baita grana, além de potencialmente impulsionar as vendas do PS5.

    God of War no PC, dinheiro no bolso

    Lançado em 2018 no PS4, God of War já pode ser encontrado por valores na casa dos R$ 50 para o console. Mesmo tendo que abrir mão de uma fatia do valor de venda em lojas como Steam e Epic Store, a PlayStation ainda vai conseguir uma bela grana vendendo o premiado game por R$ 200 no computador.

    God of War mal foi anunciado para o PC e já foi parar entre os jogos mais vendidos da Steam, tal qual rolou com Days Gone, o que mostra o interesse dos usuários da plataforma na franquia. E quem curtir a história de Kratos e Atreus no computador e quiser continuar a jornada da dupla terá que adquirir um console PlayStation, já que o título não estará disponível fora das plataformas da Sony no lançamento.

    Ou seja, no final das contas, a chegada de God of War no PC garante grana no bolso da PlayStation, o que é essencial para a empresa continuar fazendo jogos caros e de grande porte. Além disso, finalmente poderemos jogar God of War com mods, e o diretor do game já fez um pedido: coloquem o trem Thomas para agir na mitologia nórdica.

    Novas da semana

    Mais Ubisoft

    A Ubisoft lançou o serviço de games Ubisoft+ no Brasil. Disponível no PC, a plataforma traz acesso a mais de 100 jogos da companhia por R$ 49,99 mensais, incluindo lançamentos como Far Cry 6 e versões completas dos títulos produzidos pela empresa.

    O funcionamento do Ubisoft+ segue os moldes do Xbox Game Pass: você pode baixar e jogar tudo do catálogo enquanto a assinatura estiver em dia. No entanto, diferente do serviço da Microsoft, a solução da Ubi não conta com streaming de games incluso. No entanto, os jogos podem ser vinculados e utilizados em plataformas de transmissões de games de terceiros, incluindo Stadia, Amazon Luna e GeForce Now, o único disponível no Brasil atualmente.

    Nova assinatura de games na área

    Vale a pena? Depende muito dos seus hábitos de gameplay. Se você quer aproveitar o lançamento de um grande título como Far Cry 6 sem precisar gastar mais de R$ 300, assinar o Ubisoft+ por um mês pode ser uma boa opção. Porém, para quem é paciente e curte esperar promoções, talvez seja melhor segurar as pontas, já que os games da Ubi costumam ficar baratos em algumas ofertas e são beeem grandes, podendo render muito mais de um mês de gameplay.

    GeForce Now mais potente

    GeForce Now mais potente

    Enquanto a versão brasileira do GeForce Now segue com novas inscrições suspensas por causa da superlotação inicial, a Nvidia anunciou uma expansão do serviço no exterior. Agora, a plataforma conta com um plano de “nova geração”, que traz servidores baseados na RTX 3080 e entrega streaming em 1440p em 120 frames por segundo.

    Além disso, em dispositivos da linha Nvidia Shield, a novidade permite jogar direto da nuvem em até 4K e 60 fps. Tudo isso também vem acompanhado de baixa latência e outras melhorias, mas com um preço. A versão “next-gen” do GeForce Now sai por US$ 99,99 por semestre nos Estados Unidos.

    Como a Abya ainda está lutando para manter a versão tradicional do serviço por aqui, possivelmente a edição parruda do GeForce Now não deve chegar ao Brasil tão cedo.

    Cyberatraso 2077

    A CD Projekt Red segue atrasando coisas envolvendo Cyberpunk 2077. Desta vez, a empresa adiou o upgrade do game para a nova geração, que agora só chegará no primeiro trimestre de 2022. Além do jogo futurista, o adiamento também pegou a edição de The Witcher 3: Wild Hunt para Xbox Series e PS5, que só vai dar as caras no segundo trimestre do ano que vem.

    Apesar das más notícias, a empresa segue investindo no mercado de games. Na semana passada, a companhia polonesa adquiriu a produtora The Molasses Flood, que fez indies como The Flame in the Flood.

    Novidades a caminhoNovidades a caminho

    A Sony marcou uma nova transmissão State of Play para o dia 27 de outubro, também conhecido como quarta-feira. A live terá 20 minutos e contará com novidades de jogos de parceiros da empresa. Ou seja, nada de informações sobre God of War Ragnarok e afins.

    Novo nome

    A Blizzard anunciou a nova alcunha do personagem de Overwatch McCree, que teve que trocar de nome por causa de múltiplas acusações de assédio que rolaram na empresa nos últimos meses e envolveram diversos funcionários. A partir de uma atualização que chega no dia 26 de outubro, o cowboy vai se chamar Cole Cassidy.

    Aparentemente, a mudança de nome não é a única ação da Activision Blizzard para controlar as polêmicas. A empresa diz que cerca de 40 funcionários tomaram um puxão de orelha nos últimos três meses por causa das acusações de comportamento indevido.

    Como anda o Game Pass?

    Apesar de ser o queridão da galera, o Xbox Game Pass não cresceu tanto quanto a Microsoft esperava no último ano. Enquanto a empresa previa um aumento de 48% nas assinaturas até junho de 2021, a plataforma “só” conseguiu 37%.

    Um dos motivos para o serviço não ter ido tão bem quanto o esperado possivelmente é Halo Infinite, que deveria ter chegado com os consoles Xbox Series X e S, mas foi adiado e só vai chegar ao mercado em dezembro deste ano. Para a alegria dos acionistas, a tendência é que a finaleira de 2021 seja positiva para a plataforma, já que, além do novo jogo do Master Chief, o serviço receberá o aguardado Forza Horizon 5 e o remaster de GTA San Andreas.

    Nada de Xbox VR

    Resident Evil 4 VR foi lançado recentemente e colocou a realidade aumentada na mira de muitos jogadores, mas Phil Spencer ainda não entrou nessa onda. O chefão do Xbox disse que admira o trabalho de empresas como Valve, Oculus e até a PlayStation nesse segmento, mas a empresa não pretende investir na tecnologia tão cedo. Para o executivo, o foco da empresa ainda vai seguir no software — aka joguinhos e Xbox Game Pass.

    Crossover assustador

    Crossover assustador

    Aproveitando o clima de Halloween, Fortnite recebeu um pacote de itens inspirado em Resident Evil. A novidade inclui skins de Chris Redfield e Jill Valentine, com visuais clássicos e também inspirados em jogos recentes, como Resident Evil 3 Remake e Village. Enquanto o pacote capricha no conteúdo, o preço é tão assustador quanto os monstros da franquia da Capcom: o conjunto completo sai por 2.100 V-Bucks, o que dá mais de R$ 50.

    Classificados

    Resident Evil Village, um dos melhores jogos do ano, está em promoção em todas as plataformas. O jogo tá saindo por R$ 120 na Steam e pode ser comprado por R$ 166 nos consoles PlayStation e Xbox.

    A Epic Games Store está realizando uma promoção bem grande atualmente, incluindo The Witcher 3 completaço por R$ 20 e Hitman 3 saindo por R$ 57. Se você leu nosso resumão da semana passada e pegou um cupom de R$ 40 de desconto, as oportunidades são ainda maiores: o brilhante e original Oddworld Soulstorm, por exemplo, pode ser adquirido por apenas R$ 35,99.

    Com o Dia das Bruxas chegando, o terror tomou conta das promoções de games. A PlayStation está oferecendo até 75% de desconto em jogos de terror. As ofertas no Xbox seguem a mesma vibe, basta acessar a loja do console e aproveitar!

    Assinantes do Amazon Prime podem resgatar diversos jogos maneiros até a virada do mês, incluindo Ghostrunner, o assustador Alien Isolation e Star Wars Squadrons. Se você não é assinante e curtiu algum dos games, é possível testar o serviço da Amazon por 30 dias gratuitamente e o valor da assinatura é de R$ 9,90 mensais, o que não é muito caro.

    O Xbox Game Pass recebeu uma nova leva de jogos pesados recentemente. Para a galera do PC, o grande destaque fica por conta de Outriders, que finalmente foi liberado na assinatura. Além disso, Dragon Ball FighterZ agora está disponível para os usuários do serviço nos consoles — veja a lista completa.

    Ofertas extras

    PlayStation

    Xbox

    PC Gamer

    • Horizon Chase Turbo Complete Edition – R$ 37,99
    • Immortals Fenyx Rising – R$ 59,96 com cupom da Epic Store
    • The Witcher 3: GOTY Edition – R$ 19,99

    Lançamentos da vez

    Dois grandes games estão chegando nessa finaleira de outubro e merecem a atenção dos jogadores:

    Guardiões da Galáxia

    A Square Enix segue mandando bala em jogos de heróis da Marvel e a nova aposta da companhia são os Guardiões da Galáxia. Com lançamento marcado para 26 de outubro, o game terá foco em história e promete entregar um gameplay cheio de ação e piadocas infames.

    Na parte técnica, a versão de PC vem cheia de recursos da Nvidia, incluindo Ray Tracing e DLSS. Quem comprou uma placa de vídeo ou notebook com GPU da marca até pode receber o game de brinde — mais detalhes aqui.

    Age of Empires 4

    Pra galera saudosista do PC, o maior lançamento da semana, e talvez do ano, é Age of Empires 4. O aguardado game da franquia de estratégia em tempo real será lançado em 28 de outubro e chega diretamente ao Xbox Game Pass de computadores.

    Seguindo sua estratégia de oferecer jogos em diversas plataformas, a Microsoft também vai lançar o jogo fora de seus domínios. Além da versão da Microsoft Store, Age of Empires IV pode ser adquirido na Steam — o preço é R$ 200 em ambas as lojas.

    Vídeo em destaque

    A Activision bolou um material de divulgação bem interessante para Call of Duty Vanguard. A companhia montou uma estrutura gigantesca e convidou fotógrafos de guerra para “visitarem” a recriação digital do maior conflito de todos os tempos.

    A dupla de profissionais recebeu um equipamento especial que simula uma câmera e andou em cenários digitais de Call of Duty Vanguard para realizar capturas. O resultado da ação pode ser visto no vídeo acima.

    COD Vanguard tem lançamento marcado para 5 de novembro — confira nossas impressões com o beta.

    Tweet da semana

    Forza Horizon 5 tá chegando em novembro e uma prévia publicada no Twitter mostrou como estão os gráficos do game em um ambiente cheio de vegetações. O resultado é impressionante! Para quem está interessado no desempenho do game, o pessoal do Digital Foundry já testou o jogo de corrida e lançou um vídeo completaço sobre ele.

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  • GTA Trilogy: tudo sobre o remaster

    GTA Trilogy: tudo sobre o remaster

    Grand Theft Auto: The Trilogy – The Definitive Edition será lançado em 11 de novembro! O jogo contará com texturas em alta qualidade e certos controles inspirados em GTA V, dando uma nova vida para GTA III, San Andreas e Vice City.

    Na parte dos requisitos para computador, o jogo precisará de pelo menos 8 GB de memória RAM e uma GeForce GTX 760 de 2 GB para rodar. Um detalhe interessante é que GTA Trilogy possui suporte para DLSS, a tecnologia de upscaling da Nvidia com inteligência artificial.

    Supostos requisitos mínimos

    • Processador: Intel Core i5-2700K ou AMD FX-6300
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 760 2GB ou AMD Radeon R9 280 3GB
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Armazenamento: 45 GB de espaço livre
    • Sistema operacional Windows 10

    Supostos requisitos recomendados:

    • Processador: Intel Core i7-6600K/AMD Ryzen 5 2600
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 970 4GB/AMD Radeon RX 570 4GB
    • Memória: 16 GB RAM
    • Armazenamento: 45 GB de espaço livre
    • Sistema operacional: Windows 10

    Possível preço de GTA Trilogy

    A coletânea já está disponível em pré-venda e pode ser encontrada por valores na casa dos R$ 320 no PC. Fugindo dos padrões da plataforma, esse valor também é praticado na edição de PC, que será vendida por meio do Rockstar Launcher (nada de Steam, pelo menos por enquanto.

    Nos consoles, o valor de GTA Trilogy gira em torno de R$ 300.

    GTA Trilogy contará com versões para PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S e X, bem como no Nintendo Switch. Os jogadores do Xbox poderão aproveitar a versão remasterizada de GTA San Andreas no lançamento por meio do Xbox Game Pass.

    Vale lembrar que GTA Trilogy também receberá uma versão mobile, que está prevista para 2022. Confira mais detalhes no site oficial da Rockstar.

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  • Back 4 Blood diverte, mas sem deixar sombra de Left 4 Dead – Análise

    Back 4 Blood diverte, mas sem deixar sombra de Left 4 Dead – Análise

    Dezembro de 2020. Durante a edição anual do The Game Awards, o apresentador Geoff Keighley anuncia a “World Premiere” de mais um game. O trailer em questão exibe quatro sobreviventes em um apocalipse zumbi, trabalhando juntos para conter uma horda de mortos-vivos de diferentes tipos. Para a alegria dos órfãos da Valve, parecia que o aguardado Left 4 Dead 3 finalmente estava sendo revelado. Só que não.

    Naquela noite, o jogo revelado foi… Back 4 Blood. Produzido pela Turtle Rock, o mesmo estúdio por traz dos jogos de zumbi da Valve, o game é praticamente um sucessor espiritual da série Left 4 Dead. A diferença é que o game possui uma parceria com a Warner, que cuidou da distribuição do título para diferentes plataformas — PlayStation, Xbox e PC, incluindo lançamento direto no Xbox Game Pass.

    Como o próprio trailer de revelação destaca, a essência de gameplay é praticamente a mesma, o que certamente vai agradar os fãs de longa data da Turtle Rock. No entanto, o jogo possui algumas mudanças que certamente vão afetar a experiência de quem passou muitos anos dando tiro em Left 4 Dead.

    Redenção do estúdio

    Além de representar o resurgimento de Left 4 Dead, Back 4 Blood representa uma bela redenção para a Turtle Rock. Após os anos de sucesso ao lado da Valve, o último grande projeto da desenvolvedora foi Evolve, que foi lançado em 2015 e flopou hard. O game focado em partidas de multiplayer assimétricas se saiu tão mal que você nem pode mais adquirí-lo na Steam — só restou uma página para lembrar da vergonha do estúdio.

    Ao que parece, a Turtle Rock aprendeu com o erro e realizou um ótimo trabalho em parceria com a Warner. Back 4 Blood consegue entregar a diversão de Left 4 Dead com o frescor da atual geração de consoles. O problema, porém, é que alguns pequenos erros deixam o jogo em uma espécie de zona de conforto.

    Back 4 Blood podia sair da sombra de seu “antecessor” e ser um jogo com mais personalidade, mas alguns erros cometidos pela Turtle Rock tornam apenas o o projeto um “Left 4 Dead 3”.

    Gameplay clássico, mas
    com visual renovado

    Back 4 Blood capricha em conseguir trazer o gameplay cooperativo de “quatro contra zumbis” para a geração atual de consoles. Trazendo um grupo de personagens carismáticos sobrevivendo ao apocalipse, o jogo combina gráficos modernos com uma jogabilidade de tiro que funciona muito bem.

    Assim como em Left 4 Dead, é muito delicioso atirar em zumbis em Back 4 Blood. Explorar os belos cenários em busca de suprimentos e sobreviver com os amigos é bem divertido. Para deixar a experiência ainda mais imersiva, o game ainda traz dublagem em português brasileiro, com uma localização que segue os padrões de qualidade da Warner, que manda muito bem nesse assunto.

    Entretanto, a parte da sobrevivência no apocalipse zumbi pode ser árdua de vez em quando. Tanto no solo quanto em grupo, o jogo possui alguns momentos bem difíceis — tão difíceis que até parecem desbalanceamentos, o que pode causar certa frustração. Ainda assim, no geral, o sistema de armas e upgrades garante bastante poder de fogo para os jogadores enfrentarem as hordas de zumbis. Seguindo o conselho do Batman, basta se preparar e ter pensamento estratégico que tudo dá certo no final.

    Sistema de cartas é ótimo

    Enquanto Back 4 Blood vem chamando a atenção pelo seu estilo Left 4 Dead desde seu lançamento, o grande destaque do jogo fica para o sistema de cartas. Apesar de parecer confuso no começo, a novidade é uma grande adição ao gameplay e garante bastante variedade na jogabilidade.

    O sistema de progressão com cards permite que você monte baralhos com vantagens para os personagens, que por si só já possuem diferentes tipos de habilidades. Com isso, você pode tornar seu soldado mais forte, rápido ou dar foco para cura, por exemplo, o que permite balancear o time para tirar melhor proveito de cada um dos membros da equipe.

    Os cards garantem mais customização
    e variedade ao gameplay

    No começo de cada partida, o game também apresenta “cartas corrompidas”, que basicamente são modificações no cenário para garantir que cada visita a uma fase seja diferente. Ou seja, mesmo que você jogue várias vezes no mesmo local, Back 4 Blood tentará diversificar os inimigos para oferecer desafios diferentes.

    Sistemas como esse dão uma ideia de como Back 4 Blood tem potencial para ser muito mais que um Left 4 Dead 3, mas parece que a Turtle Rock se contentou com esse título, o que não é uma coisa ruim, convenhamos.

    Problemas…

    Como o próprio nome indica, Back 4 Blood é um jogo feito para ser aproveitado em grupos com até quatro jogadores. A experiência é otimizada para que você feche um esquadrão com seus amigos. Esse foco, porém, acaba sendo punitivo para quem busca enfrentar o game de outras formas.

    Back 4 Blood permite que você jogue toda a campanha principal em modo solo, acompanhado por bots. No entanto, o jogo sofre com grandes cortes que deixam a experiência longe do ideal. Além dos robôs burros que te acompanham, o usuário precisa lidar com limitações sem sentido impostas pela desenvolvedora.

    Back 4 Blood é lindo, mas não é amigável com jogadores “forever alone”.

    Ao jogar sozinho, você não recebe pontos de progressão, que servem para comprar novas cartas e skins para os personagens. As conquistas, que são incentivo para a galera que curte caçar troféus, também são desativadas no modo solo.

    Além disso, a desenvolvedora também não trouxe modo de tela dividida para Back 4 Blood, o que certamente seria uma adição interessante para o estilo do jogo. Detalhes como esses, que podem ser corrigidos no futuro, deixam o jogo na sombra da franquia Left 4 Dead.

    Sem Valve, mas com Xbox

    Para a infelicidade da galera que ainda está no jogo antigo da Valve, a nova produção da Turtle Rock também deixa de lado as contribuições da comunidade. Enquanto Left 4 Dead é altamente integrado com a Steam e recebe conteúdos feitos por fãs até hoje, Back 4 Blood é um jogo de R$ 250 “fechado”.

    A qualidade de Back 4 Blood, que conquistou uma base de fãs no PC mesmo com o preço alto, mostra como a Valve deixou passar uma grande chance. Afinal, se o jogo tivesse sido lançado como Left 4 Dead 3, com todos os benefícios entregues pela Steam, certamente teríamos um sucesso avassalador nas mãos da companhia.

    De qualquer forma, outra empresa acabou se aproveitando do potentical de Back 4 Blood: a Microsoft. O jogo é um dos lançamentos recentes que melhor se aproveita dos recursos do Xbox. O jogo conta com progressão compartilhada entre PC e consoles, chegou diretamente no Game Pass e ainda funciona via xCloud.

    Vale a pena?

    Se você está com preguiça de ler o textão e veio direto pra cá, nós resumimos aqui: Back 4 Blood é muito divertido e vale muito a pena com o Xbox Game Pass. Se você não quer assinar, a nossa dica é esperar uma promoção, já que R$ 250 é um valor bastante alto para um game do gênero.

    O jogo moderniza o estilo de Left 4 Dead com gráficos aprimorados e gameplay moderno, além de trazer recursos como crossplay. O sistema de cartas também é ótimo e garante bastante diversidade para o gameplay.

    No entanto, o jogo não vai muito além de seu “muso inspirador” e comete erros que poderiam ser evitados. A Turtle Rock parece aberta a ouvir a comunidade, o que é ótimo. Quem sabe no futuro, Back 4 Blood, com melhorias e um preço mais em conta, Back 4 Blood se torne um game ainda mais interessante do que já é atualmente.


    A Warner Games Brasil cedeu uma cópia do game para análise. Os testes foram realizados com o game no PC e Xbox Series X.

  • God of War: tudo sobre a versão de PC, que chega em janeiro

    God of War: tudo sobre a versão de PC, que chega em janeiro

    Após muitos rumores, agora é 100% oficial: God of War (2018) será lançado para computadores em 14 de janeiro de 2022. A edição de PC do game foi revelada em uma publicação no PlayStation Blog e a pré-venda já está aberta na Epic Games Store e Steam, com o jogo custando cerca de R$ 200.

    A Sony não escondeu informações no anúncio, que veio acompanhado de um trailer e muitos detalhes sobre a edição de PC. O grande destaque fica por conta das tecnologias da Nvidia, incluindo Reflex e DLSS — o jogo também deve ter suporte para o GeForce Now, que agora está disponível no Brasil.

    Abaixo, confira os principais detalhes sobre a versão de computador de God of War.

    Preço, data de lançamento e onde comprar

    Após cerca de quatro anos de exclusividade no PS4 e PS5, God of War será lançado no PC em 14 de janeiro de 2022. A edição de computadores já está disponível em pré-venda no computador na Epic Games Store e Steam por R$ 199,90.

    Futuramente, a tendência é que o jogo também dê as caras em lojas terceirizadas e apareça em promoções com valores mais amigáveis. A brasileira Nuuvem, por exemplo, já vende Days Gone e Horizon Zero Dawn, outros jogos da PlayStation que chegaram ao PC.

    No PlayStation, God of War já pode ser encontrado por valores na casa dos R$ 70 em mídia física e R$ 100 digitalmente.

    Melhorias da versão de PC

    Apesar de ser mais cara, a edição de computador de God of War contará com melhorias no PC. O game da Sony chegará ao computador com tecnologias exclusivas da Nvidia para as placas de vídeo RTX. ]

    O famoso DLSS garante upscaling de imagem via inteligência artificial, melhorando a relação de qualidade e desempenho principalmente em resoluções mais altas, como 4K e 1440p. Outra novidade na edição de PC é o Nvidia Reflex. A tecnologia aprimora a comunicação do game com o hardware para garantir respostas mais precisas a comandos.

    God of War de PC também vai funcionar com mouse e teclado, trazendo suporte para customização de comandos. Além disso, o jogo suportará diversos controles, indo além do Dualshock e o Dualsense. Caso o título siga os passos da versão de PC de Days Gone, o lançamento deve chegar até mesmo com mapeamento automático para controles Xbox.

    Veja também: Xbox precisa ser mais cinema e PlayStation quer ser mais Netflix

    Na parte de imagem, os jogadores podem esperar suporte pleno para resolução 4K, sombras aprimoradas e mais tecnologias gráficos. O game também funcionará com monitores ultrawide no padrão 21:9, garantindo uma experiência mais cinematográfica.

    Assim como a versão de PlayStation, God of War de PC também contará com dublagem e legenda em português brasileiro.

    Requisitos para PC

    A Sony ainda não divulgou os requisitos mínimos e recomendados de God of War no PC. A página da Steam apenas lista o Windows 10 como sistema operacional, DirectX 11 e pelo menos 80 GB para instalação.

    Veja também: A PlayStation está cada vez mais interessada do PC

    Como God of War foi lançado originalmente no PS4, a tendência é que o jogo chegue aos computadores trazendo requisitos amigáveis. O diretor do jogo, Cory Barlog, também já deixou claro que adoraria lançar o título no PC, mostrando que existe um “amor” da Santa Mônica Studios pela plataforma.

    Para quem busca um parâmetro de comparação, Days Gone é o mais recente jogo da Sony a chegar ao PC. O game teve um port caprichado para a plataforma e se destaca por rodar bem até mesmo em placas de vídeo modestas, como a GTX 1050 Ti — confira os requisitos mínimos e recomendados aqui.

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  • Filas do GeForce Now e os requisitos de GTA Trilogy

    Filas do GeForce Now e os requisitos de GTA Trilogy

    Mais um resumão de notícias da semana está no ar! Além das notícias, trazemos novidades. Caso você não tenha percebido, o Jornal dos Jogos agora tá de cara nova: a @zsbianca deu uma reformulada na nossa marca, que tá com uma carinha linda de Windows 11.

    Além disso, o GeForce Now finalmente chegou ao Brasil, e nós descobrimos o preço da plataforma antes de todo mundo! Por causa disso, saímos em tantos veículos renomados que já podemos montar uma Manopla do Infinito com sites de games e tecnologia citando nosso nome.

    Voltando ao assunto principal, nossa edição de hoje também conta com mais detalhes de GTA Trilogy, a Nintendo precificando assinaturas como se todo mundo fosse ryca e FIFA deixando de ser FIFA.

    Boa leitura 😉


    O futuro chegou

    O streaming de games era uma promessa que poderia demorar anos até se tornar realidade no Brasil, mas agora, cerca de um ano após a chegada da nova geração de consoles, nós conseguimos jogar via nuvem. Ou pelo menos tentar.

    Logo depois do xCloud dar as caras por aqui, chegou a vez da Nvidia: a fabricante de placas de vídeo, em parceria com a empresa Abya, trouxe a plataforma GeForce Now para o Brasil. Trazendo uma proposta bem diferente do Game Pass, o serviço te empresta um PC superpotente para rodar seus jogos de computador por R$ 45 mensais, preço que foi revelado em primeira mão pelo Jornal dos Jogos.

    Além da edição paga, o GeForce Now conta com um plano grátis. Sem gastar um tostão, você pode usar o processamento em nuvem para rodar games que possui no PC, ou jogos free-to-play como Fortnite e Apex Legends, durante sessões de 30 minutos — metade do tempo padrão visto no exterior, o que não pegou muito bem pra Abya. Além de ter que lidar com uma janela de jogo menor, você ainda precisa esperar em uma fila para acessar o servidor, o que pode ser bem mais nocivo do que parece.

    Os tempos de espera estavam tão grandes que a Abya suspendeu inscrições de novos usuários na plataforma por tempo indeterminado. Por outro lado, para quem conseguiu jogar, a experiência tá bem maneira. Vamos continuar de olho para conferir os desdobramentos dessa história, que marca um ponto importante no mercado de games brasileiro: com a chegada de duas grandes plataformas, somos oficialmente um país com streaming de games, mas, como quase tudo no Brasil, ainda temos que pegar fila.

    Novas da semana

    O que andam dizendo sobre GTA Trilogy?

    Grand Theft Auto: The Trilogy – The Definitive Edition ainda não ganhou data de lançamento ou qualquer gameplay, mas os rumores sobre o jogo seguem firmes e fortes. Nesta semana, três detalhes importantes apareceram em vazamentos, que ainda não foram confirmados: detalhes da jogabilidade, supostos preços e requisitos para PC.

    Dá um pulo no nosso site que reunimos todas as principais informações sobre o remaster de GTA III, San Andreas e Vice City.

    FIFA sem FIFA

    Após a Konami “matar” a franquia PES, o fim de mais uma era está chegando aos gramados virtuais: a EA Games vai parar de usar o nome FIFA em seus jogos de futebol. O motivo? Parece que a FIFA de verdade tava querendo US$ 1 bilhão a cada quatro anos apenas para emprestar seu nome para os jogos da série. Ou seja, não se surpreenda se FIFA 23 chegar ao mercado se chamando EA Sports FC.

    Nada de criptogames

    A Valve deu uma tesourada nos games baseados em criptomoedas e proibiu a distribuição de qualquer jogo que use tecnologias como NFT na Steam. E quanto uma porta se fecha, outra se abre: aproveitando o impacto da decisão, a Epic Games Store disse que a galera das criptomoedas é mais que bem-vinda na loja de Fortnite.

    Polêmica

    Lembra de Abandoned, o jogo indie que muitos acreditavam (e ainda acreditam) ser um Silent Hill secreto? Ele não está morto! A desenvolvedora BlueBox publicou no Twitter que está trabalhando em novidades e trará um prólogo jogável, que é praticamente um game standalone, em breve ao PS5.

    A empresa também falou sobre como não está sendo fácil lidar com os “fãs”. Os membros da equipe estão recebendo ameaças de morte, de acordo com uma publicação feita no Twitter da BB Games. Pra galera que faz isso, só temos uma coisa a dizer: bora se acalmar aí, pessoal. A vida é bem mais que videogame e guerra de consoles.

    O que rolou no DCFanDome?

    A Warner realizou mais uma edição do #DCFanDome e, como esperado, não ficou apenas nos filmes de super-herói. Além de trazer o trailer do Batman emo, a empresa revelou teasers para dois grandes jogos que chegam em 2022: Gotham Knights e Suicide Squad: Kill the Justice League.

    O jogo dos cavaleiros de Gotham recebeu um trailer de história focado na Corte das Corujas. O vídeo também foi disponibilizado com dublagem em português, mostrando a qualidade da localização para o nosso país.

    Seguindo o baile, o jogo do Esquadrão Suicida recebeu um trailer recheado de ação e mostrando que o título do game não é brincadeira. Arlequina e seus parceiros terão mesmo que caçar a Liga da Justiça, incluindo um Superman cheiradão de criptonita vermelha.

    O que tá faltando agora são detalhes sobre o gameplay. Como anunciado no ano passado, ambos os jogos terão foco na jogabilidade cooperativa, mas sem deixar de lado a história. Considerando a diversão trazida por Back 4 Blood com uma estratégia nessa vibe, existe muito potencial para a ideia dar certo.

    Manda mais DLSS que tá pouco

    Após anunciar que já passou da marca de 100 jogos com DLSS, a Nvidia segue trabalhando com desenvolvedores para trazer a tecnologia para cada vez mais games. Recentemente, a companhia anunciou que 10 novos títulos de peso estão trazendo o upscaling via inteligência artificial, que funciona nas GPUs RTX. Os destaques ficam para as remasterizações de Crysis e Alan Wake, além de Back 4 Blood.

    R$ 421,99

    Esse é o preço anual do plano família do Switch Online com jogos do Nintendo 64 e Mega Drive. Pois é, a Nintendo tá louca na droga com esses valores.

    A parte boa é que os mais de R$ 400 podem ser divididos em até oito contas. Ou seja, se você tiver amigos o suficiente para fechar essa baita “família”, dá pra conseguir a assinatura por um preço bacana.

    O valor do plano individual com os benefícios extras é de R$ 262,99 por ano, um belo aumento em relação aos R$ 100 cobrados na versão convencional do serviço.

    Não tá fácil ser fã da Nintendo, mas pelo menos a empresa continua trabalhando em jogos: Animal Crossing ganhou uma Direct para chamar de sua e a empresa revelou uma grande atualização para o game, que chegará em 5 de novembro.

    Magnífico

    Magnífico

    A Microsoft liberou as primeiras prévias de Forza Horizon 5, que terá belos gráficos. E quando eu digo belo, é tão Belo que o marido da Gracyanne Barbosa vai ter que mudar de nome. As imagens e vídeos mostram que a Playground está caprichando no visual do novo jogo de corrida, que tem lançamento marcado para 9 de novembro no PC e consoles Xbox, chegando diretão na dupla Game Pass e xCloud.

    Classificados

    Minecraft finalmente está chegando ao Xbox Game Pass de PC! Um dos game mais populares da era moderna dos videogame, o jogo dos bloquinhos estará disponível nas versões Java e Bedrock Edition na assinatura a partir de 2 de novembro.

    Para celebrar o DCFanDome, a Warner está distribuindo descontos em diversos games de seus heróis. O grande destaque fica para Injustice 2 Legendary Edition, com todos os personagens, por R$ 22,49 no PC. Confira todas as ofertas aqui.

    Pra quem tá com o Xbox Game Pass em dia, vale a pena dar um pulo na seção de brindes da assinatura. Além do Disney+ estar disponível para quem ainda não resgatou o mês grátis da assinatura, é possível garantir outros itens cosméticos interessantes, como skins para o recém-lançado Back 4 Blood.

    A Epic Games Store está oferecendo um pacote de skins para Paladins e um jogo indie de zumbi gratuitamente até quinta-feira (21). Já tivemos semanas melhores…

    Enquanto os jogos grátis não são dos melhores, a Epic Games Store está distribuindo um cupom de R$ 40 de desconto para quem recebe os comunicados via e-mail da empresa. Você pode fazer o cadastro e receber o bônus até 15 de novembro seguindo o passo a passo deste site.

    Se você é jogador da Nintendo e tem que lidar com os preços altos da companhia, visite a Nuuvem para garantir alguns descontos. A assinatura Switch Online padrão, que custa R$ 100 no site da Big N, sai por R$ 75 na loja brasileira.

    Ofertas extras:

    Xbox

    • Pacote Injustice 2 Legendary Edition + Mortal Kombat 11 Ultimate – R$ 157,15
    • Batman Arkham Collection – R$ 50
    • Controle sem fio Xbox Series X/S – R$ 399

    PlayStation

    PC Gamer

    Portátil

    Lançamento da vez: Crysis Trilogy

    A icônica frase “seu PC roda Crysis?” está mais atual do que nunca. A Crytek liberou Crysis Remastered, que reúne os três jogos da série em um pacotão com gráficos recentes. Para a alegria dos donos de GPUs Nvidia recentes, os games vem otimizados com tecnologias RTX, incluindo Ray Tracing e DLSS.

    A trilogia também é compatível com o GeForce Now. Ou seja, até seu celular e aquele notebook capenga podem ser capazes de rodar Crysis — se a fila do serviço deixar e sua internet for potente.

    Pra galera que tá com o Game Pass Ultimate em dia, vale lembrar que o primeiro jogo da série também está disponível na assinatura via EA Play. Quem quiser comprar o pacotão completo terá que desembolsar R$ 94,99 no PC, cerca de R$ 184 no Xbox e R$ 264 no PlayStation.

    Trailer em destaque

    Está de olho no Steam Deck? A Valve criou uma conta oficial para o console no Twitter chamada OnDeck e está publicando vídeos com vários games rodando no portátil. Um dos teasers mais legais mostra o console portátil encarando Devil May Cry V.

    Tweet da semana

    A Microsoft segue tirando proveito do visual diferentão do Xbox Series X. A companhia exibiu uma edição do caixotão baseada no Bob Esponja, para celebrar a chegada de Nickelodeon All Star Brawl, o Super Smash Bros dos desenhos animados. A empresa também revelou o preço e data de lançamento da geladeira Series X, que terá pré-venda começando em 19 de outubro.

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  • Com Geforce Now e xCloud, streaming de games é realidade no Brasil

    Com Geforce Now e xCloud, streaming de games é realidade no Brasil

    O streaming de games era uma promessa que poderia demorar anos até se tornar realidade no Brasil, mas agora, cerca de um ano após a chegada da nova geração de consoles, somos oficialmente um país que consegue jogar via nuvem. Ou pelo menos tentar.

    Logo depois do xCloud dar as caras por aqui, chegou a vez da Nvidia: a fabricante de placas de vídeo, em parceria com a empresa Abya, trouxe a plataforma GeForce Now para o Brasil. Trazendo uma proposta bem diferente do Game Pass, o serviço te empresta um PC superpotente para rodar seus jogos de computador por R$ 45 mensais, preço que foi revelado em primeira mão pelo Jornal dos Jogos.

    Além da edição paga, o GeForce Now conta com um plano grátis. Sem gastar um tostão, você pode usar o processamento em nuvem para rodar games que possui no PC, ou jogos free-to-play, durante sessões de 30 minutos — metade do tempo padrão visto no exterior, o que não pegou muito bem pra Abya. Além de ter que lidar com uma janela de jogo menor, você ainda precisa esperar em uma fila para acessar o servidor, o que pode ser bem mais nocivo do que parece.

    Alta demanda

    Tanto xCloud quanto GeForce Now enfrentaram um grande problema em seu lançamento no Brasil: ao jogar nas plataformas, você possivelmente terá uma experiência digital estilo INSS e terá que ficar em uma fila gigante por um tempo. Enquanto o serviço da Microsoft deixou jogadores esperando para jogar em sua primeira semana e já está resolvendo o problema, a Abya teve que tomar medidas drásticas para controlar a vontade do povo.

    Para evitar a formação de filas gigantescas, a companhia responsável pelo GeForce Now suspendeu o registro de novos usuários por tempo indeterminado. Mesmo assim, os clientes que conseguiram se registrar seguem enfrentando problemas, já que tem muita gente querendo usar o serviço até na versão paga.

    Para se ter uma ideia, a Abya revelou para o Jornal que mais de 330 mil contas se registraram apenas para a fase beta do GeForce Now na América Latina. Com o lançamento completo, o número deve estar ainda maior.

    Não estamos para a brincadeira

    As filas imensas deixam algo bem claro: o brasileiro está interessado no streaming de games. Em tempos de placas de vídeo caras e baixos estoques de consoles, as plataformas de transmissão podem se tornar uma saída para gamers novos e antigos continuarem jogando.

    O que falta, agora, é preparo pelo lado das empresas. A Abya trouxe o GeForce Now ao Brasil com apenas um servidor, e que não é exclusivo do nosso país com proporções continentais. A operação abrange toda a América do Sul e também inclui países como Argentina, Chile e Uruguai.

    Em entrevista cedida na semana passada ao Jornal dos Jogos, a empresa disse que buscaria melhorias para o serviço com o passar do tempo, e já deu sinais de que está disposta a ouvir os consumidores, o que é bastante positivo. Resta agora ver se alguma ação será tomada em breve.

    Os dias de estreia já mostram que é necessário investir em mais infraestrutura para garantir um funcionamento decente do serviço de streaming no Brasil. Afinal, quanto mais tempo de problemas, mais clientes em potencial vão se afastar do GeForce Now.

  • Por que o GeForce Now tem tanta fila e as assinaturas foram suspensas?

    Por que o GeForce Now tem tanta fila e as assinaturas foram suspensas?

    O GeForce Now chegou oficialmente ao Brasil e permite rodar jogos de PC diretamente da nuvem, em alta qualidade e, em certos casos, com recursos como Ray Tracing e DLSS. É como ter um “PC da Nasa” diretamente no seu navegador ou celular.

    Diferente do xCloud, que possui um catálogo rotativo por um preço mensal fixo, o serviço da Nvidia “empresta” um computador de alta potência para o usuário rodar games que possui em lojas como Steam e Epic Games, além de títulos free-to-play, incluindo Fortnite, Splitgate e Apex Legends. Ou seja, os jogos precisam ser seus para você tirar proveito da plataforma, ou estarem disponíveis de graça no PC.

    Graças ao seu modelo de negócios que envolve jogos free-to-play, o GeForce Now permite aproveitar os benefícios dos jogos em nuvem 100% de graça. No entanto, para isso, você possivelmente terá que ter bastante paciência.

    Em sua estreia, o serviço fez tanto sucesso que a Abya, que cuida da plataforma na América Latina, suspendeu novas assinaturas por tempo indeterminado. Quem teve a sorte de se inscrever gratuitamente também pode ficar de fora do gameplay, já que o serviço constantemente acusa que o GeForce Now “chegou limite” na região.

    Por quê o GeForce Now tem tanta fila de espera?

    Graças à grande demanda de usuários durante a estreia do serviço, o tempo de espera na versão brasileira do GeForce Now é bem grande. Um dos motivos para a fila enorme é o fato de que o servidor que atende o Brasil também é usado por outros países da América Latina, incluindo Uruguai, Chile e Argentina.

    Em entrevista ao Jornal dos Jogos, a Abya revelou que mais de 300 mil jogadores se registraram para o período beta do serviço na região da América Latina. Ou seja, com o lançamento abrangente, o número de jogadores certamente foi ainda maior, o que causou problemas durante a estreia da plataforma no nosso país.

    E como fazer para lidar com as filas? A dica é tentar acessar o serviço fora de horários de pico, como durante a noite. No entanto, durante os primeiros dias da plataforma no país, a tendência é que o acesso esteja lotado a quase todo o momento por causa dos novos jogadores e o furor para usar a plataforma.

    Com isso em mente, caso o uso do serviço faça sentido na sua rotina, talvez seja uma boa ideia utilizar a versão paga. Porém, com a adesão de novos usuários suspensa, talvez seja necessário esperar por mais tempo para conseguir entrar na plataforma e utilizá-la com seu potencial máximo.

    Como usar o GeForce Now grátis?

    A versão gratuita do GeForce Now exige apenas que você entre no site da Abya, que gerencia o serviço no Brasil, e crie uma conta gratuita usando um endereço de e-mail válido. Para isso, acesse esta página e clique no plano “Free”. Siga o passo a passo na tela para criar uma conta e realize o login logo em seguida.

    Com o plano gratuito, você pode rodar os jogos compatíveis com o GeForce Now que você possui em lojas de PC como Steam, Epic Games Store e Origin, basta aguardar na fila de espera para acessar os servidores. A versão sem custos permite utilizar o servidor por 30 minutos e, em seguida, o usuário é deslogado e precisa voltar para o fim da fila de espera.

    • Acesse o GeForce Now diretamente no navegador neste site.

    O GeForce Now pode ser rodado diretamente no navegador e também em aplicativos para PC e dispositivos Android e iOS. Você pode conferir o link para usar o serviço diretamente no Chrome ou em outros aparelhos nesta página da Abya.

    Como assinar o GeForce Now?

    O serviço de streaming de games pode ser assinado no Brasil em duas versões. O plano mensal custa R$ 44,99 mensais, enquanto a versão de seis meses sai por R$ 243, o equivalente a R$ 40,50 por mês. Graças a alta demanda de usuários, as assinaturas estão suspensas atualmente no site oficial da Abya.

    A edição paga do GeForce Now possui acesso prioritário aos servidores. Ou seja, o tempo de espera em filas é reduzido ou inexistente, dependendo do horário e do jogo escolhido. Além disso, as sessões de gameplay podem durar até seis horas, sem a necessidade de interromper o gameplay para realizar login novamente, e incluem gráficos com Ray Tracing e DLSS nos jogos compatíveis.

    Caso você queira ser um dos primeiros a assinar o serviço quando a versão paga for liberada novamente, acesse o site da Abya e faça um registro com seu e-mail.

    O GeForce Now vale a pena para você?

    A problemática chegada do GeForce Now no Brasil mostra que o nosso país é um mercado promissor para o streaming de games. No entanto, a plataforma da Nvidia pode não servir para todos os jogadores, já que traz um modelo de negócios diferente do Xbox Game Pass.

    Em sua edição paga, o GeForce pode ser uma ótima ferramenta para quem possui uma biblioteca gigante de jogos na Steam/Epic Games e não pode trocar de placa de vídeo, já que os preços seguem estratosféricos atualmente.

    Em tempos de hardware caro, o GeForce Now é uma ótima opção para quem joga no PC e não consegue adquirir uma nova placa de vídeo.

    Além disso, o serviço pode servir para quem possui um computador muito ruim e quer utilizar jogos free-to-play populares, incluindo Fortnite, e até títulos mais competitivos, como CS:GO e Splitgate. Com uma boa conexão de internet, o GeForce Now entrega gráficos de qualidade e latência imperceptível, até mesmo em jogos online.

    No entanto, se você quer um catálogo vasto de jogos e sem a necessidade de comprá-los, talvez valha a pena considerar o Xbox Game Pass Ultimate. A assinatura da Microsoft segue o modelo “Netflix” e entrega mais de 300 jogos via streaming no xCloud. O preço da assinatura é de R$ 45 mensais, mas é possível usar o primeiro mês por R$ 5 e converter Live Gold para conseguir um desconto na assinatura anual — veja como fazer isso.

  • GeForce Now chega ao Brasil com preço de Game Pass e jogos grátis

    GeForce Now chega ao Brasil com preço de Game Pass e jogos grátis

    A Nvidia e a Abya lançam nesta quinta-feira (14) o GeForce Now no Brasil. O serviço de streaming roda games pesados de PC em celulares e computadores mais fracos, com todo o “trabalho pesado” acontecendo na nuvem. O grande diferencial da plataforma é seu plano grátis, além da possibilidade de utilizar games free-to-play.

    Em entrevista ao Jornal dos Jogos, a Abya revelou os preços do GeForce Now no Brasil, que terá valor localizado e poderá ser assinado com soluções de pagamento brasileiras. Além da edição gratuita, a plataforma contará com valores que são similares ao Xbox Game Pass Ultimate, que também conta com streaming de games.

    Preços do GeForce Now no Brasil

    • Plano grátis – streaming com gráficos GTX e fila de espera
    • Mensal – R$ 44,99/mês com gráficos RTX e acesso prioritário aos servidores
    • Semestral – valor equivalente a R$ 40,50/mês com gráficos RTX e acesso prioritário aos servidores

    A versão gratuita do GeForce Now permite jogar em nuvem em sessões de até 30 minutos, com fila de espera para acessar os servidores. Além disso, os gráficos não trazem recursos RTX, como Ray Tracing e DLSS, mas a Nvidia promete o padrão visual de mais alta qualidade disponível.

    Por que o GeForce Now tem tanta fila
    e as assinaturas foram suspensas?

    Para a versão paga, as sessões de gameplay podem durar até seis horas e o acesso aos servidores é prioritário. Os gráficos do game também incluem suporte para as tecnologias RTX, garatindo o maior nível visual oferecido pela Nvidia.

    Como o lançamento do xCloud mostrou aos brasileiros, a fila de espera para jogar pode ser um ponto decisivo para alguns jogadores apostarem na edição premium do GeForce Now. A plataforma terá um servidor compartilhado entre países da América do Sul, o que deve deixar o uso da plataforma na versão gratuita bastante “congestionado”.

    É igual ao Game Pass Ultimate e xCloud?

    Apesar do preço similar e o uso de tecnologia em nuvem, o GeForce Now funciona de maneira diferente do Xbox Game Pass Ultimate e o xCloud. Enquanto a plataforma da Microsoft possui uma assinatura que “aluga” jogos, o serviço da Nvidia segue um caminho diferente.

    Os assinantes e usuários da versão grátis do GeForce Now podem jogar games que possuem em lojas como Steam, Epic Games Store e Origin. A lista completa de títulos compatíveis com o streaming pode ser vista no site da Abya. Ou seja, o GeForce Now basicamente empresta um PC superpoderoso para você rodar seus jogos de computador.

    Quer um exemplo? Se você possui The Witcher 3 na Steam, vai viajar e quer jogar sem ter que levar seu PC Gamer inteiro nas costas, basta realizar login no GeForce Now e utilizar o celular e um controle Bluetooth para acessar o jogo em nuvem. Segundo a Nvidia, a plataforma recebe suporte para novos jogos semanalmente, desde grandes lançamentos até indies e títulos free-to-play.

    Inclusive, a presença de games grátis promete ser o grande diferencial do GeForce Now. Mesmo no plano gratuito, o serviço permite acessar e jogar via nuvem títulos como Fortnite, Apex Legends e Slipgate, tanto em celular quanto em PCs bem fracos. No entanto, a tendência é que a fila para entrar nesses título seja bem grande, principalmente no lançamento da plataforma.

    Mouse e teclado e controles da tela

    Além de seguir um modelo de negócios diferente do Game Pass, o GeForce Now traz mais liberdade para os usuários. A plataforma permite usar mouse e teclado no gameplay de PC e traz a possibilidade de habilitar controles na tela em qualquer jogo no celular.

    Além disso, o usuário tem mais poder na hora de configurar a transmissão do jogo para o computador ou celular. Antes de rodar um game via nuvem, o GeForce Now realiza uma verificação de rede e sugere a melhor qualidade para a conexão do usuário, mas também é possível simplesmente personalizar a exibição.

    O serviço permite configurar fatores como a taxa de quadros do streaming, entre 30 e 60 quadros por segundo, e a resolução de exibição. Além disso, a plataforma oferece algumas configurações prontas, como transmissão balanceada, que equilibra qualidade com gasto de dados, e competitiva, voltada 100% para qualidade e baixa latência.

    Os gráficos são melhores que o Game Pass?

    Outro fator que o GeForce Now sai na frente é o suporte para tecnologias gráficas mais avançadas. Os servidores funcionam com Ray Tracing e DLSS, além de trazerem bastante poder de processamento. Segundo a Nvidia, o hardware da nuvem varia de acordo com o jogo que está sendo rodado: o serviço otimiza o uso de GPU de acordo com a demanda gráfica do game.

    Em uma comparação direta, as GPUs de servidor utilizadas nos PCs em nuvem da Nvidia trazem desempenho similar a uma RTX 2080. No entanto, para games mais fracos, o desempenho pode ser similar a uma RTX 2060, por exemplo. Você pode ver o perfil do hardware utilizado ao acessar a plataforma e usar o atalho Ctrl+Alt+F6.

    Falando em atalho, outros recursos rápidos da Nvidia também podem ser utilizados durante o gameplay, como é o caso do Highlights, que captura os principais momentos e jogadas de partidas online.

    Requisitos para usar o GeForce Now no Brasil

    O GeForce Now pode ser baixado por meio do site oficial da plataforma e possui aplicativos para diferentes aparelhos, como PC, Android e iOS. Nos dispositivos da Apple, porém, é necessário usar o navegador Safari.

    Abaixo, você confere os requisitos para utilizar o serviço:

    • Internet: conexão de pelo menos 15 MB/s para streaming de 720p a 60 quadros por segundo e 25 MB/s para streaming em 1080p e 60 fps.
    • Windows: computador com Windows 7 ou superior com sistema de 64-bit
    • Celular Android: pelo menos 2 GB de RAM e Android 5.0 compatível com OpenGL ES3.2 ou superior
    • iPhones e iPads: navegador Safari rodando no iOS 14.2, iPadOS 13 ou superior.

    Confira mais detalhes, como os controles compatíveis com o GeForce Now, no site oficial da plataforma.

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    O xCloud não é o único streaming de games que vai entrar na vida dos jogadores brasileiros. A Abya, parceira da Nvidia, confirmou que a plataforma GeForce Now está quase chegando ao nosso país. Após realizar testes fechados, a companhia disse que o lançamento amplo do serviço ocorrerá muito em breve.

    Pra quem não tá ligado, o GeForce Now é um serviço de streaming de games que deve mudar a vida de quem joga no PC e tem centenas de títulos na Steam e Epic Games Store. Utilizando um app que roda em qualquer celular meia boca ou notebook capenga, o jogador pode acessar um “PC da NASA” via nuvem e realizar a transmissão de jogos que estão em sua biblioteca em lojas digitais. A plataforma também funciona diretamente no navegador, tal qual a solução da Microsoft.

    O Jornal conseguiu acesso antecipado ao beta do GeForce Now no Brasil e o resultado é muito promissor. O serviço da Nvidia entrega uma experiência similar ao xCloud, mas com ainda mais liberdade. A plataforma permite gerenciar a qualidade do streaming, habilitar 60 quadros por segundo durante a transmissão e até configurar os gráficos do jogo rodando em nuvem.

    Quem acompanha nosso Twitter até viu uma pequena prévia de The Witcher 3 rodando em um celular com o serviço: a plataforma entrega uma experiência de qualidade, com poucos travamentos e belos gráficos, incluindo HairWorks e outras firulas visuais.

    Quanto vai custar no Brasil?

    A distribuidora Abya só precisa, agora, trazer mais informações em relação ao preço do serviço no Brasil para o lançamento oficial. Lá fora, a plataforma possui assinaturas premium e uma edição gratuita, com fila de espera, o que deve ser repetido no Brasil.

    Em um comunicado enviado ao Jornal dos Jogos, a empresa confirmou que os valores praticados no Brasil serão praticados em reais e “realmente competitivos”. Ou seja, a cobrança será localizada para o nosso país e não deve mudar de acordo com as movimentações do dólar.

    No exterior, o GeForce Now conta atualmente com dois planos principais. Enquanto a edição gratuita traz fila de espera e permite jogar games da sua conta sem custos, a versão paga traz gráficos mais rebuscados, com RTX e DLSS, e priorização na hora de entrar nos servidores — você não precisa esperar para jogar.

    Jogos e qualidade de streaming

    A Abya também garante que o GeForce Now não deixará o público na mão quando o assunto é qualidade e catálogo de games. A companhia ressalta que o serviço possui compatibilidade com jogos grátis, incluindo Rocket League e Fortnite, e títulos de grandes publishers como a EA Games e Ubisoft — confira a lista aqui.

    Você pode jogar Fortnite direto no navegador usando o GeForce Now

    A insfraestrutura do serviço no Brasil também promete entregar games em alta qualidade e baixa latência, desde que sua conexão seja de qualidade. “Nós acreditamos que o GeForce NOW Powered by ABYA superará todas as expectativas e é incomparável em termos de experiência”, disse a companhia, em comunicado enviado ao Jornal.

    Por aqui, essa promessa se tornou verdadeira até agora: mesmo durante o beta, conseguimos jogar, em alta definição e sem lag perceptível, utilizando uma internet de 200 MB e o app do serviço no celular e PC. Resta agora aguardar para ver como será o desempenho do serviço com muitos usuários simultâneos, algo que impactou o xCloud com filas enormes de espera em alguns jogos.

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  • GTA Trilogy: anúncio tem pouca informação e muita polêmica

    GTA Trilogy: anúncio tem pouca informação e muita polêmica

    A Rockstar Games finalmente anunciou Grand Theft Auto: The Trilogy — The Definitive Edition (para a infelicidade da galera do SEO, é isso tudo de nome). A coletânea possui versões remasterizadas de GTA III, San Andreas e Vice City, incluindo melhorias gráficas e aprimoramentos de gameplay.

    O pacotão foi revelado com um vídeo nostálgico e, até o momento, nenhuma prévia de gameplay foi exibida pela desenvolvedora. Com isso, a Rockstar abriu uma grande caixa de Pandora e praticamente convidou o público a especular com imagens falsas, mas os detalhes oficiais não devem demorar para chegar.

    O lançamento de GTA Trilogy acontecerá ainda em 2021, com versões para Switch, PlayStation 4 e 5, Xbox One, Series X e S, bem como PC. Além disso, edições da coletânea para Android e iOS chegarão em 2022.

    Dito isso, tenha cautela ao compartilhar imagens com gráficos exageradamente atualizados que “vazarem” na internet. Afinal, estamos falando de um remaster de jogos de PS2 que vai sair futuramente para dispositivos portáteis.

    O outro lado da moeda

    Enquanto muita gente tá animada com a chegada da trilogia para plataformas modernas, o lançamento também está envolto em algumas polêmicas. Para começar, o “sangue” de alguns mods foi derramado antes da revelação de GTA Trilogy.

    A Take-Two, que comanda a Rockstar, processou uma galera por trás de modificações famosas para os jogos antigos de GTA no PC. Até mesmo o gigantesco GTA Underground, que mistura o mapa de vários títulos da desenvolvedora, incluindo Bully, acabou morrendo.

    A questão da preservação de conteúdos também está gerando debates: a Rockstar confirmou que vai retirar os jogos originais de circulação das plataformas modernas nesta semana. Com isso, uma galera não terá a chance de ver como era o trabalho original presente nos games, enquanto os modders perderão plataformas que foram utilizadas por anos para criação de conteúdos.

    Detalhe que a empresa nem fez uma promoção para “enterrar” as versões originais. A parte boa é que os preços não são muito altos e cada um dos títulos pode ser encontrado em lojas como Steam por valores entre R$ 15 e R$ 20.

    E o preço dos remasters?

    O preço de GTA Trilogy também pode render polêmica. De acordo com informações vindas de uma varejista da Europa, a coletânea possivelmente chegará ao mercado com preço cheio no exterior. Ou seja, a tendência é que o pacote esteja disponível no Brasil custando até R$ 350 nos consoles, o que também pode se refletir na edição de computadores.

    Enquanto o valor ainda não foi confirmado, não seria surpresa ver esse preço sendo praticado. Afinal, a Rockstar faz parte da Take-Two, a gigante dos games que foi uma das primeiras a defender games custando US$ 70.

    Com tantas polêmicas e expectativas ao seu redor, GTA Trilogy vai ter que caprichar para não decepcionar sua gigantesca base de fãs.

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