Mês: abril 2021

  • Modders brasileiros estão animados com Resident Evil Village – Especial

    Modders brasileiros estão animados com Resident Evil Village – Especial

    A franquia Resident Evil possui mais de 100 milhões de jogos vendidos e renome global, mas conta com um toque de popularidade especial no Brasil. Além de ter uma comunidade ativa no país com criadores de conteúdo como Resident Evil Database, alguns brasileiros movimentam os mods dos games da série. E eles estão ansiosos por Resident Evil Village, que está ganhando notoriedade por causa de uma vilã, a gigantesca Lady Dimitrescu.

    Quem acompanha notícias sobre os jogos da franquia certamente já deu de cara com vídeos mostrando personagens inusitados em Resident Evil. As modificações mais populares trocam antagonistas como Mr X e Nemesis por grandes ícones da cultura pop. As substituições vão desde o palhaço Pennywise até figuras excêntricas para o universo de zumbis, incluindo Pikachu e Terry Crews com gorro de Papai Noel.

    O brasileiro Marcos RC, que já é uma figura conhecida na cena de modificações de Resident Evil, é responsável por boa parte dessas obras. Além de ter feito mods engraçadas para os novos games da Capcom, o artista 3D também publica trabalhos com teor mais estético. As obras incluem novas skins para os protagonistas dos jogos e até produções 100% adultas.

    (Mod feito por Marcos RC. Imagem: YouTube/Reprodução)

    O desenvolvedor de 23 anos publica suas criações em sites como o Nexus Mods e redes sociais, bem como em um canal pago no Patreon. Segundo Marcos, as doações garantem uma renda extra, mas o artista fica grato mesmo é com a recepção positiva da comunidade.

    A prática de modificar para Resident Evil não é algo novo. Graças à influência de um amigo, Marcos trabalha com mods para os jogos da Capcom desde 2012. “Eu achei lindo como ele modificava o jogo e deixava tão bonito, os personagens, os cenários”, explicou o artista.

    Anos de trabalho

    Uma das principais inspirações para Marcos RC foi outro brasileiro, o Roger “DarknessValtier“, que possui mais tempo nessa estrada. Assim como muitas pessoas no começo dos anos 2000, Valtier tinha internet discada em sua casa. Após uma queda brusca de conexão, ele resolveu fuçar em um CD que possuía ferramentas de modificação. O que começou como uma simples curiosidade virou um hobby que dura até hoje, e tudo por causa dos jogos da Capcom.

    Ellie e Joel em Resident Evil 3 Remake. Mod de DarknessValtier.

    “Tudo começou porque eu queria jogar com a Rebecca no lugar da Jill em Resident Evil 1”, conta DarknessValtier. Após conseguir personalizar a protagonista do game, o fã da franquia de zumbis continuou fazendo trocas de modelos nos primeiros jogos da saga. O trabalho foi ganhando mais força e complexidade com o passar do tempo, o que garantiu reconhecimento.

    DarknessValtier é criador de mods famosos como Ellie em Resident Evil 2 e a versão clássica da Jill em Resident Evil 3 Remake. Os trabalhos foram tão longe que ganharam comentários de Neil Druckmann, diretor de The Last of Us, e por Julia Voth, a atriz que dava vida para a protagonista do RE3 original.

    O experiente criador de mods brasileiro disse que não esperava tanta repercussão de alguns mods. Porém, o apoio da comunidade e de desenvolvedores mostra que o trabalho está em um nível profissional.

    O público também apoia DarknessValtier por meio do Patreon, mas, assim como Marcos RC, ele continua no jogo pelo público. “Perco horas e dias na frente do PC fazendo mod pra galera se divertir”, explica DarknessValtier.

    Modificando jogos da Capcom

    O desenvolvimento de mods é uma prática popular, mas nem todas as empresas apoiam que os arquivos de seus jogos sejam editados pela comunidade. Enquanto empresas como Rockstar Games são mais incisivas, a Capcom parece ser mais tranquila com as modificações, o que incentiva o pessoal a continuar produzindo novidades. Entramos em contato com a companhia e a assessoria disse que não comenta oficialmente sobre esse assunto, mas não existem grandes casos da empresa processando usuários por modificações ou artes, como acontece com a Nintendo.

    Além da Capcom não acionar as autoridades para cima dos fãs, a RE Engine, o motor gráfico utilizado nos jogos da companhia, é amigável para o desenvolvimento de mods. Com isso, além de Resident Evil, jogos como Devil May Cry V também recebem conteúdos personalizados pela comunidade, incluindo crossovers inesperados como CJ do GTA substituindo Dante.

    “A RE Engine aceita praticamente tudo”

    – DarknessValtier

    Segundo DarknessValtier, fazer mods atualmente ainda dá trabalho, mas é consideravelmente mais fácil que antigamente. “Apesar de os gráficos estarem cada vez melhores e mais realistas, modificar acabou ficando mais fácil, pois a gente não estava mais limitado ao que as engines antigas dos jogos suportavam”, explica o desenvolvedor.

    Antigamente, os motores gráficos possuíam limite de texturas, polígonos e animações, o que acabava atrapalhando os modders e dificultando a implementação de ideias mais criativas. “A REengine aceita praticamente tudo sem limitação por software”, diz o DarknessValtier.

    Resident Evil Village terá mods rapidamente

    Mesmo com as facilidades, o processo de fazer um mod para Resident Evil ainda exige um tempo. Para sanar a dúvida da galera que está sedenta por Resident Evil Village, perguntamos para os especialistas uma estimativa de quando devem sair as primeiras modificações para o jogo da Lady Dimitrescu.

    De acordo com DarknessValtier, o maior obstáculo presente nos jogos da Capcom é a codificação, que exige engenharia reversa para desmontar os arquivos e implementar mods. No entanto, quando essa barreira é ultrapassada, a criação fica mais simples.

    Segundo Marcos RC, a comunidade conseguiu decifrar os códigos e fazer mods para o beta de Resident Evil RE: Verse, que ficou disponível por tempo limitado pela primeira vez entre 8 e 11 de abril. Em seu canal do YouTube, o desenvolvedor brasileiro até mostrou como seria Kratos, de God of War, dentro do multiplayer.

    Como o modo online foi modificado com tanta agilidade, a tendência é que as personalizações para Resident Evil Village não demorem muito tempo para aparecer, já que a base de desenvolvimento é a mesma. Marcos estima que as novidades devem começar a aparecer ainda na primeira semana após o lançamento.

    Um fator que pode acelerar o processo de produção de mods é a demonstração de Resident Evil Village, que será lançada no PC em 1° de maio, com uma hora de duração, e ficará disponível até o dia 9. A comunidade de modders poderá acessar o conteúdo por bastante tempo na Steam, o que pode ser tempo suficiente para desbloquear as travas de tempo. “A Capcom não lança essa demo pro PC logo porque sabe o que vai acontecer”, disse DarknessValtier. “Não tem como evitar”.

    Quanto tempo demora para um mod ser feito?

    Em relação ao tempo necessário para um mod ser feito, Marcos RC nos contou sobre seu processo de produção e disse que é possível realizar o trabalho com cerca de 3 a 5 horas de dedicação, dependendo dos detalhes e testes extras, com a produção dividida em etapas. “Um dia tiro tempo para criar pose, em outro dia fazer remap, rigging, o outro dia fazer correções no mod e finalizar”, explica o desenvolvedor.

    Os modders já estão se preparando para a chegada de Resident Evil Village

    O processo de criação pode ser mais demorado se o desenvolvedor fizer tudo do zero, como criar um modelo 3D para ser implementado no game. Por outro lado, também é possível baixar modelos prontos para aplicação ou usar obras prontas, o que agiliza o trabalho. Os próximos passos incluem a remapeamento e o rigging, que adiciona um esqueleto para o conteúdo receber animação no jogo. Em seguida, é necessário exportar e testar, o que também leva um tempo.

    Porém, como as expectativas para Resident Evil Village estão altas, a galera já está adiantando ideias para lançar novidades assim que possível para o jogo da Lady Dimitrescu. “Pretendo portar alguns mods que já fiz para Resident Evil 3 Remake e até penso em adicionar o “Executioner” do Resident Evil 5, acho que ficará show no Village”, explica Marcos RC.

    Quanto aos conteúdos adultos, os especialistas apontam que possivelmente veremos muitas modificações voltadas para o público com mais de 18 anos. Apesar de as políticas da Capcom não apoiarem o uso de mods sexualmente explícitos em vídeo, os desenvolvedores apontam que o “amor da comunidade” pelos personagens deve estimular a criação de conteúdos do tipo, e de maneira rápida.

    Como começar a fazer mods?

    Se você quer aproveitar a onda da Lady Dimitrescu para entrar no mundo dos mods, os criadores de conteúdo brasileiros possuem algumas dicas. Apesar de o processo parecer complexo, os modders experientes dizem que os interessados podem aprender estudando o assunto e tentando. Marcos até possui alguns tutoriais que podem ser baixados de graça para ajudar quem está começando.

    O criador de mods ainda recomenda que os novatos estudem ferramentas de texturas e arquivos do jogos, importação de modelos e gerenciamento de modificações. Marcos também diz para os iniciantes não terem medo de se enturmar com a galera que manja do assunto e visitar grupos do Discord para trocar ideia com outros desenvolvedores.

    Além de estar aberto para aprender, também é necessário ter paciência. Segundo DarknessValtier, que já possui anos de experiência na área, os erros sempre vão acontecer, e é preciso ter tranquilidade para sempre continuar seguindo. “Você vai fica p*to, vai perder os cabelos”, diz o desenvolvedor. “Todo dia vai aparecer um bug ou glitch diferente, mas se você não se acalmar, relaxar e pensar, nunca vai progredir.”

    Resident Evil Village chega em 7 de maio no PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X e Series S. Confira os preços e requisitos para rodar o game.

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    Vejo como está a demo do castelo de Resident Evil Village

    Confira a dublagem de Resident Evil Village

  • Mesmo com problemas, Cyberpunk 2077 vendeu pra caramba – Novas da semana

    Mesmo com problemas, Cyberpunk 2077 vendeu pra caramba – Novas da semana

    Cyberpunk 2077 virou sinônimo de problemas após seu lançamento desastroso, mas já começou a virar referência em “recuperação”, pelo menos no lado financeiro. O RPG de mundo aberto vendeu 13,7 milhões de cópias em 2020. Detalhe: o game foi lançado em dezembro.

    Segundo um relatório fiscal, a CD Projekt Red conseguiu uma receita de US$ 563 milhões em 2020 graças ao impulso dado pelo game, que ainda não está disponível na PlayStation Store. E quanto a empresa gastou com os reembolsos e todo o probelma de lançamento? Cerca de US$ 51,3 milhões, segundo projeções do Ars Technica, o que ainda está longe de arranhar o valor total arrecadado pela companhia.

    Do valor total das despesas da companhia, apenas US$ 2,22 milhões vieram do programa de reembolso oferecido pela própria companhia na internet e em lojas como PlayStation Store, Steam e Microsoft Store. O baixo valor é bastante surpreendente, visto que o jogo bateu recordes de vendas digitais.

    A empresa teve vendas quatro vezes maiores que no ano anterior, o que mostra a importância de Cyberpunk 2077 na receita total da companhia. O jogo vendeu bem principalmente no PC, que foi responsável por 56% das cópias comercializadas, enquanto os consoles ficaram com o restante da porcentagem de vendas.

    O que essas informações significam? Apesar de todos os problemas, a companhia ainda conseguiu se sair bem no desastroso lançamento de Cyberpunk 2077. Os números podem até explicar porque a empresa resolveu apostar no desenvolvimento de múltiplos projetos simultaneamente. Afinal, em tese, o “crime” acabou compensando.

    Novidades da semana

    Video Pass

    A Sony apresentou nesta semana o PlayStation Plus Video Pass, um novo benefício para a PS Plus que está em testes na Polônia. A novidade traz filmes que podem ser assistidos pelos assinantes, estreando com um catálogo de 20 produções, incluindo Venom, Bloodshot e o novo Zumbilândia.

    Caso a ideia vingue, a novidade garante para a Sony um benefício extra para a PlayStation Plus, que já está recebendo uns jogos de qualidade, e também uma forma de concorrer com as Netflix da vida. Podia ser uma resposta ao Game Pass? Podia, mas de graça, até filme meia boca do Vin Diesel. 

    Novo Destiny?

    O serviço de vídeo não foi a única novidade da Sony. A empresa anunciou que o estúdio independente Firewalk está trabalhando em um novo game multiplayer para os consoles PlayStation.

    Apesar de a produtora não ser tão conhecida, a equipe conta com grandes nomes, incluindo desenvolvedores por trás de franquias como Destiny e Apex Legends. Enquanto o currículo surpreende, ainda não temos nome ou data de lançamento para o título.

    Mais frames por segundo

    Jogos do Xbox que receberam FPS Boost: Battlefield, Titanfall, Star Wars, Plants vs Zombies, Mirrors Edge, Unravel Two e Sea of Solitude

    A Microsoft expandiu o recurso FPS Boost do Xbox Series X e S para jogos que estão no EA Play. Com a novidade, os donos dos consoles da nova geração podem rodar games como Battlefield 1, Star Wars Battlefront 2 e Titanfall 2 em 120 quadros por segundo. A lista completa de jogos contemplados está na imagem acima.

    Fim do Paywall

    A Xbox Live Gold agora não é mais necessária para jogar games free to play no Xbox. A notícia é ótima para quem estava de olho no Xbox Series S, que capricha no custo-benefício e agora entrega títulos como Fortnite e Call of Duty Warzone sem nenhum custo.

    Você pode conferir todos os mais 50 jogos free to play que não necessitam de Live Gold nesta lista. Nossa dica? Visite a nova temporada de Warzone ou baixe Enlisted, que tem gráficos bonitões!

    Xbox com navegador decente!

    A Microsoft começou a testar suporte para mouse e teclado no novo Microsoft Edge para consoles Xbox. Com isso, você pode navegar por páginas e escrever com mais facilidade no Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S. A novidade ainda está disponível para um grupo bem pequeno de usuários, mas deve chegar de maneira abrangente no futuro.

    A novidade é bastante positiva, já que os usuários poderão usar o console para acessar redes sociais e até trabalhar com texto usando mouse e teclado. Isso não rola na versão atual do browser para Xbox, que é bem ruim. Além disso, o combo de periféricos pode até ser usado em serviços de streaming como o Stadia, que rodam no navegador do console (pelo menos por enquanto).

    Nova zona de guerra

    Call of Duty Warzone recebeu um evento memorável recentemente, além de grandes novidades. A terceira temporada de conteúdos para o game já está disponível e integra de vez o battle royale com Black Ops Cold War.

    A batalha em Verdansk agora acontece em 1984, com o mapa principal ganhando novos cenários oitentistas. A galera do PC também foi contemplada com o DLSS, recurso que garante um belo salto de desempenho no game para computador. Se você possui uma GPU RTX, vale a pena conferir!

    Classificados

    • O multiplayer de Call of Duty Black Ops Cold War está grátis até o dia 28 de abril. Os jogadores do PC, PlayStation e Xbox podem aproveitar o conteúdo sem custos e descontos de até 40% na versão completa do jogo por tempo limitado.
    • A segunda parte da demonstração de Resident Evil Village chega ao PS4 e PS5 hoje! Os jogadores poderão andar pelo castelo da Lady Dimitrescu por 30 minutos. O conteúdo fica disponível a partir das 21h de sábado e vai embora até semana que vem. Em 1° de maio, o conteúdo chega com uma hora de duração no PC, Xbox e PlayStation.
    • Se você curte um battle royale diferenciado, o nosso parceiro Rafz tem uma dica: Naraka Bladepoint. O game reúne até 60 jogadores em um campo de batalha com espadas, ganchos e armas de longo alcance. Além disso, cada personagem também conta com habilidades especiais. Você pode jogar de graça baixando o título pela Steam.
    • Para quem é fã de multiplayer com amigos, Warhammer: Vermintide 2 está de graça durante o fim de semana e pode ser comprado com até 75% de desconto no PC. Com isso, você pode comprar o jogo por menos de R$ 15 na Steam até 4 de maio. Vale a pena dar uma chance!

    IT’S FREE

    • A Epic Games está distribuindo Alien Isolation de graça por tempo limitado! Se você não pegou o jogo no fim do ano passado, não perca a oportunidade. O resgate sem custos está disponível até 29 de abril, próxima quinta-feira. Hand of Fate 2 também tá com custo zerado na plataforma, só para constar.
    • Horizon Zero Dawn Complete Edition pode ser resgatado de graça no PlayStation 4 e PS5 até 14 de maio. Se você ainda não tem um console, mas tá pensando em comprar futuramente, também é possível pegar a cópia gratuita usando a PS Store ou PS App. Confira mais detalhes de como fazer isso aqui ó.

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  • PS Plus Video Pass: veja o catálogo de filmes e séries do serviço da Sony

    PS Plus Video Pass: veja o catálogo de filmes e séries do serviço da Sony

    A Sony apresentou nesta semana o PlayStation Plus Video Pass, um novo benefício para a PS Plus que está em testes na Polônia. A novidade traz filmes e séries que podem ser assistidos pelos assinantes sem custos extras.

    A empresa promete atualizar o catálogo com novos filmes a cada três meses. Além disso, a novidade só receberá longa-metragens e seriados feitos pela companhia. Se o benefício for bem recebido na Polônia, a tendência é que a plataforma ganhe mais espaço no resto do mundo.

    Filmes e séries do PS Plus Video Pass

    A plataforma estreia com um catálogo de 20 produções, incluindo Venom, Bloodshot e o novo Zumbilândia: Double Tap. No catálogo de séries, o Video Pass inclui Future Man e Community. Abaixo, você confere todas as obras disponíveis na estreia.

    Filmes

    Bloodshot
    Jumanji: Próxima Fase
    Zumbilândia: Atire Duas Vezes
    As Panteras
    Venom
    O Protetor 2
    Em Ritmo de Fuga
    Blade Runner 2049
    Anjos da Noite: Guerras de Sangue
    A Chegada
    Festa da Salsicha
    Inferno (2016)
    Trapaça
    É o Fim
    Bad Boys (1995)

    Séries

    Future Man (Temporadas 1-3)
    SuperMansion (Temporadas 1-3)
    Community (Temporadas 1-6)
    Deadly Class (Temporada 1)
    SWAT (Temporadas 1-2)
    Lost Girl (Temporadas 1-5)

    PS Plus Video Pass pode chegar ao Brasil?

    O novo serviço de vídeo da Sony estará disponível somente na Polônia por pelo menos um ano. Com isso em mente, a chegada do Video Pass no Brasil ainda é incerta. Caso os testes no país europeu sejam positivos, possivelmente a companhia vai expandir o benefício para mais locais no mundo.

    Segundo a Sony, a Polônia foi selecionada para ser o piloto do Video Pass após severas pesquisas feitas pela companhia. Os critérios para a escolha não foram detalhados, logo, fica difícil dizer se o Brasil estaria entre as prioridades da gigante japonesa para o possível lançamento global da novidade.

    Power Up na PS Plus

    worms rumble e ps5
    Worms Rumble é um dos indies que chegou direto na PS Plus.

    O novo serviço de vídeo pode ser considerado uma forma da Sony entrar no segmento de streaming. A companhia não possui uma plataforma para competir com empresas como Netflix. No entanto, a empresa japonesa é dona de um estúdio de cinema renomado e possui dois dos principais serviços de anime da atualidade, o Funimation e a Crunchyroll.

    A novidade também ajuda a fortalecer a PlayStation Plus. O serviço vem recebendo jogos de qualidade nos últimos meses, como o indie Oddworld Soulstorm e também Worms Rumble. Além disso, a companhia lançou a PS Plus Collection, que traz uma coletânea de jogos icônicos do PS4 para quem assina o serviço no PlayStation 5.

    A PlayStation Plus está disponível no Brasil com preços a partir de R$ 25,90 mensais.

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  • Fim de Verdansk mostra o pior e melhor de Call of Duty Warzone

    Fim de Verdansk mostra o pior e melhor de Call of Duty Warzone

    A Activision mostrou seu comprometimento com Call of Duty Warzone nesta semana com um evento grandioso para o game, mas que também mostra as principais fraquezas do battle royale. O início da terceira temporada ocorreu após a explosão de Verdansk, o principal mapa do jogo, que foi lançado gratuitamente em março de 2020 e já possui 100 milhões de usuários.

    O icônico campo de batalha foi destruído por uma bomba nuclear após um apocalipse zumbi. Durante a temporada anterior, o jogo de tiro recebeu diversas mecânicas com a temática, que resultaram em uma experiência interessante. Com o crescimento da “epidemia”, todos os soldados viraram mortos-vivos, o que gerou um battle royale zumbi com mais de 100 usuários por partida.

    Mandou bem

    Além da experiência com mortos-vivos, os jogadores puderam acompanhar todo o processo de destruição de Verdansk, e a Activision mandou muito bem nisso. O modo de jogo com zumbis que acaba no bombardeio do mapa durou cerca de três horas e, logo em seguida, o local ficou inacessível nas partidas.

    Os jogadores puderam assistir o fim de Verdansk. (Imagem: Mateus Mognon/Captura de tela)

    Durante a noite de 21 de abril, os jogadores só podiam realizar partidas em Rebirth Island, o mapa de pequeno porte de Warzone. A parte mais interessante: a ilha é próxima de Verdansk, o que permitia ver a bomba destruindo o campo de batalha original do battle royale.

    Para quem passou centenas de horas jogando Call of Duty Warzone durante o isolamento social, ver uma bomba destruindo o mapa no horizonte foi marcante. O battle royale se tornou uma grande válvula de escape para muitos gamers durante a pandemia. Com a explosão mirabolante, a Activision conseguiu mostrar que grandes mudanças estão chegando para o game. No entanto, algumas falhas ainda permanecem para manchar o nome do jogo.

    Mandou mal

    Enquanto os jogadores mais sortudos conseguiram aproveitar o evento e vivenciar o ápice de Call of Duty Warzone, outros usuários sofreram com um problema constante. Sim, eles: os servidores. O grande número de acessos simultâneos gerou uma fila para entrar battle royale e deixou as partidas instáveis.

    Durante o evento, os jogadores enfrentavam dois cenários. 1- conseguir entrar no game e encarar um jogo com personagens se movendo. Ou então 2 – ficar em uma fila de até 20 minutos para entrar no battle royale e enfrentar os problemas do item 1.

    Apesar de existirem jogadores que acham normal e aceitável um game online apresentar instabilidade, Warzone já enfrenta problemas do tipo há tempos. Além disso, a franquia rendeu nada menos que US$ 3 bilhões em vendas no ano passado. Dava pra ter direcionado um pouco dessa grana para os servidores.

    Filas de 20 minutos e patches de 25 GB são quase uma facada nas costas dos fãs, dona Activision.

    Outro ponto negativo do evento de Warzone foi o já conhecido patch de início de temporada. A Activision gerou um grande alarde para os momentos pós-destruição de Verdansk e prometeu que mais respostas chegariam a partir da 1h da madrugada do dia 22, com o início da terceira temporada.

    Os jogadores que ficaram acordados até tarde receberam uma atualização de 25 GB para o game. Detalhe: durante o dia anterior, a empresa já havia lançado um patch com 5 GB para o battle royale. A sequência de gigabytes acabou quebrando a cadência rápida criada pelo evento e, caso fosse evitada, poderia ter gerado um clima similar ao que rolou no lançamento de “Fortnite 2”.

    Conheçam Verdansk 84

    Com altos e baixos, estamos aqui hoje em uma nova realidade para o battle royale. Após o bombardeio, o principal mapa de Call of Duty Warzone voltou no tempo: agora, todo mundo joga em Verdansk de 1984, que traz um novo design e mudanças consideráveis em seu layout.

    O ano não foi escolhido por acaso e serve para acompanhar Call of Duty Black Ops Cold War, que traz uma temática oitentista. Quer você goste ou não, a temática veio para ficar no battle royale e a Activision disse que a versão conhecida de Verdansk nunca mais estará disponível.

    A terceira temporada de Call of Duty Warzone e Black Ops Cold War já está em andamento no PC e consoles. Além do novo mapa, armas e skins, os jogadores do PC também podem aproveitar o DLSS no game, recurso que garante até 70% de perforamance extra em GPUs da linha RTX.

  • Confira jogos gratuitos do Xbox que não precisam de Live Gold

    Confira jogos gratuitos do Xbox que não precisam de Live Gold

    A partir de hoje, os jogos online gratuitos disponíveis no Xbox não precisam mais de assinatura Xbox Live Gold. Ou seja, os games free-to-play agora realmente são free-to-play no Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S.

    A Microsoft anunciou a mudança em janeiro e já estava testando a implementação, mas, agora, a novidade já está disponível para todos os usuários dos consoles da marca. Segundo a empresa, mais de 50 jogos estão disponíveis gratuitamente na plataforma e não precisarão da Live Gold.

    A assinatura do serviço ainda será necessária para jogos premium. No entanto, se você atualmente joga títulos como Fortnite e Call of Duty Warzone, a Live Gold já não é mais necessária.

    A Live Gold continua existindo, mas não é necessária para jogos grátis como Warzone e Fortnite.

    A alteração era algo esperado pelos jogadores, visto que plataformas concorrentes não precisam de assinaturas pagas pra jogar online em games gratuitos. A novidade também deve render para a Microsoft, afinal, com mais pessoas acessando os Fortnites da vida, a tendência é que o número de microtransações aumente, garantindo uma taxa para a companhia.

    Custo-benefício do Xbox Series S

    O fim da obrigatoriedade da Live Gold também é uma ótima notícia para o Xbox Series S. O console mais barato da companhia agora é a máquina com melhor custo-benefício para jogos da atualidade.

    Xbox Series S ao lado do simbolo da Live Gold

    Na parte de games, o Xbox Series S agora traz Fortnite e Call of Duty Warzone totalmente de graça, bem como o catálogo do Xbox Game Pass. Além disso, o hardware conta com o melhor preço entre os consoles de nova geração, apesar de contar com limitações técnicas.

    Atualmente, estamos vivendo um momento complicado no mercado de games, já que os estoques de consoles estão limitados e o preço de peças de PC não para de subir. Nessa realidade, o Xbox Series S se destaca por ser uma porta de entrada para quem pretende apenas jogar sem gastar muito.

    Jogos grátis no Xbox

    Abaixo, você pode conferir todos os jogos gratuitos que estão disponíveis no Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S. Os títulos a seguir não precisam de Xbox Live Gold para serem jogados online.

    Conheça Enlisted, jogo grátis
    e com gráficos realistas

    Nesta semana, inclusive, comentamos aqui sobre Enlisted, que é uma ótima pedida para quem busca diversão sem muito gasto ou compromisso.

    • 3on3 FreeStyle
    • Aegis Wing
    • APB Reloaded
    • Apex Legends
    • Armored Warfare
    • Battle Ages
    • Battle Islands: Commanders
    • Bless Unleashed
    • Battle Islands
    • Brawlhalla
    • Call of Duty: Warzone
    • Crackdown
    • Crackdown 2
    • Crimson Alliance
    • Crossout
    • CRSED: F.O.A.D.
    • Darwin Project
    • Dauntless
    • DC Universe Online
    • Dead or Alive 5 Last Round: Core Fighters
    • Dead or Alive 6: Core Fighters
    • Defiance 2050
    • Destiny 2
    • Doritos Crash Course
    • Dungeon Defenders II
    • Enlisted
    • Eternal Card Game
    • Family Game Night
    • Fishing Planet
    • Fortnite
    • Galaxy Control: Arena
    • Gems of War
    • Happy Wars
    • Harm’s Way
    • Hawken
    • Hyper Scape
    • Killer Instinct
    • Korgan
    • Minion Masters
    • Neverwinter
    • Outriders (Demo)
    • Paladins
    • Path of Exile
    • Phantasy Star Online 2
    • Phantom Dust
    • Pinball FX2
    • Prominence Poker
    • Realm Royale
    • Rec Room
    • Resident Evil Revelations 2
    • ROBLOX
    • Rocket League
    • Rogue Company
    • Skyforge
    • SMITE
    • Spacelords
    • Spellbreak
    • Star Trek Online
    • Techwars Global Conflict
    • TERA
    • The Four Kings Casino and Slots
    • Too Human
    • Trove
    • Vigor
    • War Thunder
    • Warface
    • Warframe
    • World of Tanks
    • World of Warships: Legends
    • Yaris
  • PlayStation libera Horizon Zero Dawn e mais jogos de graça – Links para resgatar

    PlayStation libera Horizon Zero Dawn e mais jogos de graça – Links para resgatar

    A PlayStation liberou 10 jogos de graça por tempo limitado! Os games podem ser resgatados sem custos até dia 22 de abril e quem vincular os jogos à sua biblioteca ficará com os produtos para sempre. Um detalhe interessante é que você nem precisa ter um PS4 ou PS5 atualmente para resgatar os jogos.

    Além disso, também temos Horizon Zero Dawn Complete Edition, que está sem custos até o dia 14 de maio. A versão traz não apenas o jogo base, mas também a expansão Frozen Wilds. E o esquema de resgate é estilo Epic Games Store: assim que você vincula o jogo à sua biblioteca, ele é seu para sempre!

    Os títulos podem ser baixados e jogados sem custos por meio da loja PlayStation Store em ambos os consoles. No entanto, você também pode resgatar os jogos pelo site da Sony ou pelo aplicativo PS App simplesmente criando uma conta gratuita da PSN.

    jogos gratis no PS4 e PS5

    Logo, se você pretende comprar um console PlayStation futuramente, já é possível garantir alguns jogos de graça. Abaixo, você confere todos os jogos que estão sem custos e também um link para realizar o resgate por meio do site da PS Store.

    Horizon Zero Dawn Complete Edition

    Resgate aqui

    Aloy protagonista de Horizon Zero Dawn

    ABZÛ

    Resgate aqui

    ABZÛ

    Explore o mar em uma experiência imersiva dos mesmos criadores de Journey.

    Enter the Gungeon

    Resgate aqui

    Enter the Gungeon - Balas, armas e trocadilhos

    Um indie publicado pela Devolver Digital que traz exploração de masmorras e muito tiroteio.

    Rez Infinite

    Resgate aqui

    Rez Infinite

    O retorno de um clássico da SEGA, que agora traz suporte para PlayStation VR e gráficos aprimorados feitos pela mesma equipe por trás de Tetris Effect.

    Subnautica

    Resgate aqui

    Subnautica, disponível no Xbox Game Pass, ultrapassa marca de 05 milhões em  vendas - Xbox Power

    Explore um oceano alienígena após sua nave cair em um planeta desconhecido.

    The Witness

    Resgate aqui

    Explore um mundo cheio de puzzles criado pelo mesmo desenvolvedor responsável pelo icônico Braid.

    Astro Bot Rescue Mission

    Resgate aqui

    ASTRO BOT Rescue Mission

    O joguinho de realidade virtual com o mascote da PlayStation.

    Moss

    Resgate aqui

    Moss PS VR Game PS4 $29.99

    Jogo de puzzles para realidade virtual que é protagonizado por um ratinho muito fofo.

    Thumper

    Resgate aqui

    Mais um jogo imersivo para realidade virtual.

    Paper Beast

    Resgate aqui

    Uma experiência visual para o PlayStation VR inspirada na natureza.

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    Enlisted: conheça o jogo grátis para PC, PS5 e Xbox Series X/S

    Enlisted pode ser uma boa pedida para quem chegou na nova geração e quer ver o poder gráfico dos consoles sem gastar muito. O game que se passa na Segunda Guerra Mundial é um MMO grátis que capricha no visual e está disponível gratuitamente no PC, PS5 e Xbox Series X e Xbox Series S.

    Produção do estúdio Gaijin Entertainment, o game de tiro em primeira pessoa mira no realismo e traz gameplay focado em batalhas de grande porte. O game coloca grupos de até 50 soldados para batalhar em momentos históricos do combate mais sangrento da história da humanidade.

    Enlisted rodando no Xbox Series X

    Enlisted está disponível atualmente com 12 classes de soldados, bem como veículos aéreos e terrestres, e um modo de jogo principal com squads. O game conta com dois mapas principais, a Batalha por Moscou e a Invasão da Normandia, mas os jogadores podem esperar mais conteúdos.

    Além de caprichar nos gráficos e trazer uma jogabilidade interessante, o jogo também promete entregar autenticidade histórica. “Você não verá um tanque Tiger em nossa campanha da Batalha de Moscou, porque naquela época, em 1941, ele ainda não estava em serviço no exército alemão”, explica o diretor Sergey Kolganov, no Xbox Wire.

    Onde baixar Enlisted

    O game de tiro pode ser baixado gratuitamente no PC e consoles de nova geração. O jogo está disponível digitalmente de graça nas plataformas e possui pacotes pagos. No entanto, já é possível se divertir e testar o que o projeto tem a oferecer sem gastar nada.

    Requisitos Mínimos – Enlisted

    • Sistema operacional: Windows 7 / 8 / 10 de 64bit
    • Processador: Intel Core i3 ou superior (modelos não foram especificados)
    • Memória RAM: 8 GB
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce 660 / AMD Radeon 78XX ou superior
    • DirectX: 11 ou superior
    • Armazenamento: 12 GB de espaço livre

    Requisitos Recomendados – Enlisted

    • Sistema operacional: Windows 7 / 8 / 10 de 64bit
    • Processador: Intel Core i5 ou superior (modelos não foram especificados)
    • Memória RAM: 8 GB
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce 1060 / AMD Radeon RX480 ou superior
    • DirectX: 11 ou superior
    • Armazenamento: 12 GB de espaço livre

    Enlisted possui crossplay?

    Enlisted possui três modos de crossplay e permite que jogadores de consoles não enfrentem usuários do PC.

    Além de estar disponível de graça em todas as plataformas, Enlisted também possui multiplayer compartilhado. O jogo já conta com suporte para crossplay no PC, PS5 e Xbox Series X e Xbox Series S.

    O crossplay vem ativado por padrão, mas os jogadores podem desativar a opção dentro do game. Além de desabilitar completamente a função, os usuários de consoles também podem retirar da busca quem está jogando no PC, para evitar brigas com quem usa mouse e teclado.

    Dá pra usar mouse e teclado em Enlisted nos consoles?

    Apesar de ser um jogo de tiro, Enlisted não conta com suporte para mouse e teclado nos consoles atualmente. Ao realizar testes no Xbox Series X, o game nem mesmo reconheceu os periféricos na interface inicial.

    Mesmo com a limitação, como dito acima, o jogador ainda pode disputar com usuários do PC se quiser, basta manter o crossplay ativado na opção “todos”. A desenvolvedora não comentou se vai trazer suporte para mouse e teclado ao game futuramente, logo, a única opção da galera dos consoles é mandar ver usando um controle.

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    A Sony revelou a data de lançamento e preço de Days Gone para PC. O jogo será um dos primeiros exclusivos PlayStation a chegar na plataforma e vai dar as caras na Steam e Epic Games Store em 18 de maio. O título chega por R$ 199,90 e com requisitos que não são assustadores.

    Além disso, a versão de computador contará com melhorias em comparação à versão original de Days Gone. Um trailer de gameplay foi divulgado pela PlayStation e mostra os aprimoramentos, que estão listados abaixo:

    • Gráficos aprimorados, incluindo mais detalhes, renderização de distância melhorada e folhagens detalhadas
    • Múltiplas configurações gráficas
    • Modo foto com super resolução
    • Framerate destravado
    • Suporte para monitores ultrawide com proporção 21:9
    • Comandos no Mouse e teclado, bem como em controles de outras marcas

    Preço e disponibilidade

    Enquanto o lançamento de Days Gone acontece no dia 18 de maio, os fãs mais ávidos já podem comprar o game na Steam e Epic Games Store. Nossa dica é evitar a pré-venda e aguardar testes, já que Horizon Zero Dawn chegou com problemas no computador.

    Steam: R$ 199,90
    Epic Games Store: R$ 199,90

    Days Gone chega ao PC com opção de dublagem em português brasileiro e também inclui conteúdos de pós-lançamento para o game. A versão de computador inclui os modos Novo Jogo +, Sobrevivência e Desafio, além de visuais extras para a motocicleta do protagonista.

    Requisitos Mínimos

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 64-bits
    • Processador: Intel Core i5-2500K 3.3GHz / AMD FX 6300 3.5GHz
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 780 (3 GB) / AMD Radeon R9 290 (4 GB)
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 70 GB de espaço disponível

    Requisitos recomendados

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 64-bits
    • Processador: Intel Core i7-4770K 3.5GHz / Ryzen 5 1500X 3.5GHz
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 1060 (6 GB) / AMD Radeon RX 580 (8 GB)
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 70 GB de espaço disponível
    • Outras observações: apesar de não ser requerido, o uso de um SSD é recomendado

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    Nvidia lançará GeForce Now no Brasil em 2021

    A plataforma de streaming de games GeForce Now está chegando ao Brasil. A Nvidia fechou uma parceria com a empresa Abya, que também trabalha com cloud gaming, para lançar o serviço de streaming de jogos para o nosso país em 2021.

    De acordo com o anúncio, a Abya ficará responsável pela distribuição do GeForce Now do Brasil e em outros países da América Latina, como Argentina e Paraguai. Além disso, a parceria promete entregar streaming de games com baixa latência, suporte local e preços localizados.

    Até o momento, a Nvidia não divulgou uma data para o GeForce Now chegar ao Brasil. No entanto, o site da plataforma já lista a Abya como parceira oficial para o laçamento no nosso país.

    Preço do GeForce Now

    O GeForce Now está disponível publicamente no exterior desde o ano passado e já possui cerca de 10 milhões de usuários. A plataforma é distribuída em dois planos atualmente:

    • Versão Grátis: permite jogar os games que você possui em lojas como Steam e Epic Store por uma hora via nuvem. A opção inclui uma fila de espera para acessar os servidores.
    • Plano Pago (Priority Membership): por US$ 9,99 mensais ou US$ 99,99 por ano, é possível jogar seus games via nuvem com gráficos RTX. A sessão dura até seis horas e você recebe prioridade para utilizar os servidores.

    A Nvidia lançou o GeForce Now com um plano Founders, que é exatamente igual ao Priority Membership, mas com preço de US$ 4,99 mensais. A assinatura promocional ainda está disponível, mas somente para quem entrou antes de março de 2021 na plataforma.

    Como funciona o GeForce Now

    A plataforma de streaming da Nvidia permite jogar games via nuvem, no entanto, funciona de maneira diferente de serviços como o Google Stadia. O GeForce Now faz a transmissão de games que você compra em plataformas como Steam, Epic Games Store e Ubisoft Connect. Os jogos podem ser enviados via nuvem para dispositivos como celular, tablet ou computadores mais fracos por meio de um aplicativo ou direto no navegador.

    Assim, você pode rodar games com gráficos similares aos presentes em GPUs da série RTX 30 apenas transmitindo o jogo via web para seu computador ou dispositivo móvel. Caso você queira jogar os games localmente, basta fazer o download em sua máquina utilizando a loja em que o produto foi comprado.

    Atualmente, a biblioteca do GeForce Now já conta com mais de 800 jogos compatíveis. Além disso, a plataforma também começou a receber games diretamente no lançamento, como foi o caso de Cyberpunk 2077.

    Beta no Brasil

    Você pode conferir mais detalhes sobre o GeForce Now visitando o site oficial da plataforma. Além disso, o portal da Abya possui um formulário para quem quiser se inscrever para receber novidades do serviço diretamente no e-mail.

    O registro também será utilizado para selecionar usuários para futuros betas da plataforma no Brasil. Logo, se você está interessado na chegada do GeForce Now por aqui, inscreva-se no site e siga o perfil oficial da plataforma da nossa região no Twitter.

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    Como jogar offline com o Xbox Game Pass no PC e Xbox

    O Xbox Game Pass e o Xbox Game Pass Ultimate trazem um catálogo robusto de jogos para PC e Xbox por uma assinatura mensal, mas não é difícil encontrar usuários que ficaram descontes com os serviços na hora em que a internet caiu. Por padrão, os games da assinatura só funcionam quando o usuário está logado em sua conta principal e, com isso, toda a biblioteca pode ficar inacessível se você perder a conexão.

    Para conseguir jogar offline, contudo, só é necessário realizar uma rápida configuração no seu Xbox ou computador com Windows 10. Abaixo, você confere como fazer para acessar sua biblioteca de jogos instalados pelo Xbox Game Pass mesmo quando a internet não estiver disponível em seu PC ou console.

    Jogar offline no PC

    Para conseguir acessar offline os games do Xbox Game Pass no computador, siga os seguintes passos:

    1. Abra o aplicativo da Microsoft Store no seu PC com Windows 10;
    2. Clique no menu de reticências (os três pontinhos) no canto superior direito;
    3. Abra a opção Configurações e habilite o botão “Permissões Offline”.

    Com a opção de Permissões offline habilitada, você poderá executar jogos sem a necessidade de realizar o login no aplicativo do Xbox. É importante ressaltar, no entanto, que você ainda precisa de conexão para baixar games e jogar online.

    Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S

    Os jogadores de consoles também podem habilitar a conta para acessar os jogos do Xbox Game Pass sem conexão com a internet. A opção pode até já estar habilitada no seu console, mas você pode verificar seguindo as instruções abaixo, que valem para o Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S.

    1. Clique no botão Xbox do controle, vá até à aba Perfil e Sistema e selecione Configurações;
    2. Acesse o menu Personalização;
    3. Clique na opção Meu Xbox principal e ative a opção “Defina esse Xbox como principal”.

    Com o Xbox ativado em sua conta, será possível acessar todos os jogos offline, inclusive por outras contas que estão utilizando o console. Do mesmo modo, o sistema também compartilhará benefícios como a própria assinatura do Games e da Live Gold com outras contas.

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    Outriders está longe de ser perfeito, mas é bem divertido

    Desde que foi apresentado ao mundo, Outriders deixou bem claro que teria tudo para ser mais um jogo de tiro bem genérico. Desenvolvido pela galera da People Can Fly, que fez Gears of War: Judgement, o game é um dos raros shooters publicados pela Square Enix, que não tem muita cultura nesse segmento.

    Quando vi os primeiros materiais de divulgação do game, esperava uma espécie de Ghost Recon Breakpoint com algumas mecânicas de Gears of War. No final das contas, felizmente, eu estava enganado. Em partes, pelo menos: Outriders me surpreendeu de maneira positiva quanto à história e gameplay, mas está longe de ser um jogo perfeito.

    Apesar da casca que parece genérica, Outriders consegue entregar uma experiência divertida e com alguns momentos empolgantes, pelo menos até o ponto em que eu joguei durante minhas cerca de 20 horas de gameplay. É uma experiência que não é perfeita e certamente não vale os R$ 280 cobrados atualmente, mas que merece um espaço no armazenamento de quem assina o Xbox Game Pass, que recebeu o jogo no lançamento, e na lista de desejos dos jogadores do PlayStation e PC.

    Carteirinha gamer

    Game: Outriders
    Plataformas jogadas: Xbox Series X e PC
    Horas jogadas até o texto: 24h

    O lançamento do game foi bastante problemático por causa de uma questionável conexão online obrigatória. No entanto, olhando para frente, é possível ver um projeto com bastante potencial de crescimento. E o melhor de tudo: Outriders não possui microtransações, o que deve garantir uma continuidade mais “limpa” para o game.

    Se você deixou o jogo passar batido no seu radar, Outriders é um game de tiro e ação com mecânicas de loot and shoot. O que isso significa? Você vai explorar os cenários em busca de equipamentos para evoluir seu personagem, como acontece em títulos ao estilo de Destiny e o já mencionado Ghost Recon Breakpoint.

    O game também conta com elementos de RPG e traz quatro classes principais para você escolher. Cada uma possui uma árvore de habilidades e poderes próprios, garantindo uma variedade a mais nos combates além do tradicional tiroteio com coberturas.

    Classes de Outriders

    • Technomancer: joga de longe e atua como suporte
    • Pyromancer: médio alcance e ataques de fogo
    • Trickster: ataca de perto com manipulação do tempo e teletransporte
    • Devastator: a classe tanque e que é capaz de controlar a terra

    Dúvidas comuns

    • Dá pra jogar sozinho? Sim
    • Exige conexão constante? Sim
    • Possui crossplay? Sim, mas está desativado
    • Possui progresso compartilhado? Não
    • É mundo aberto? Não

    As características de cada classe também incentivam o trabalho em grupo. Enquanto Outriders pode ser jogado integralmente no single-player, a experiência é otimizada para times de até três jogadores, que podem jogar e rejogar a história do game, missões secundárias e também aproveitar o modo de Expedições.

    Um filme de ação da Netflix

    Durante grande parte da minha jornada em Outriders, meus personagens desbravaram os confins do planeta Enoch sozinhos. Enquanto jogar com os amigos definitivamente agrega mais desafio e diversão para a experiência, o novo game da People Can Fly também é uma experiência interessante ao encarar a campanha totalmente no single-player.

    Outriders conta a história de remanescentes da humanidade que foram para o planeta Enoch após a Terra ser destruída. O local era visto como uma salvação para a raça humana, mas uma misteriosa tempestade alienígena transformou o local em um ambiente hostil e com monstros mutantes. O resultado? O que era pra ser um novo paraíso acabou se tornando um pandemônio.

    Momentos antes da desgraça acontecer…

    De maneira acelerada, Outriders te joga nesse universo e obriga a encarar um ambiente de guerra sem folgas. E você é um dos protagonistas nesse mundo, já que é um dos poucos felizardos que conseguiu sobreviver e ganhou poderes dentro de uma tempestade mortal do planeta.

    A velocidade dos fatos pode não agradar alguns jogadores, mas o ritmo da narrativa acompanha o gameplay frenético e garante uma experiência interessante. Não espere nada acima da média, mas a narrativa de Outriders possui pontos que geram interesse e curiosidade, principalmente se você curte ficção científica.

    Enquanto o enredo possui alguns momentos pastelões em suas 20 horas iniciais de jogo, vale ressaltar que a experiência também conta com pontos de imersão bem interessantes, como os combates em grande escala nos campos de batalha e as criaturas monstruosas. É como assistir um filme B de ação da Netflix: uma diversão rápida e sem muita profundidade, mas que tem seus momentos de brilho.

    Gameplay divertido e imperfeito

    Quando o assunto é gameplay, Outriders é bem simples. Independente da classe escolhida, o objetivo é cair pra cima dos inimigos combinando habilidades e tiros. O ritmo da jogabilidade garante sequências de tiroteio empolgantes, tanto com amigos quanto no single-player.

    Assim como outros games do gênero, existe a chance de o gameplay cair na repetitividade se você não investir um tempo para dar upgrade nas habilidades e equipamentos. Felizmente, esse processo não é complicado em Outriders.

    O game possui um sistema de coletar itens rapidamente e uma mecânica de modificar armas e equipamentos que garante bastante variedade para o gameplay. Enquanto as roupas podem receber skills que aprimoram as habilidades, as armas possuem mods que dão mais vida ou modificam os tiros, incluindo efeitos como queimar ou congelar inimigos.

    O sistema de personalizar itens combina muito bem com a jogabilidade ofensiva de Outriders. Como os protagonistas são quase semideuses, você ganha vida ao matar os inimigos em todas as classes. O jogador tem mais possibilidades para customizar as formas de atacar, seja indo para cima ou adotando estratégias mais básicas.

    O jogo também possui um sistema de dificuldade “personálizavel” e que estimula o jogador a mandar bala com graus de ameaça mais complexo: quanto maior o nível de dificuldade, melhores são as recompensas. No entanto, reduzir o grau de desafio para passar por um boss difícil, por exemplo, é algo que pode ser feito com bastante tranquilidade.

    Nem tudo são Flores

    Apesar de divertir, Outriders também deixa claro algumas deficiências em sua jogabilidade. O sistema de cover nem sempre atua como deveria e a movimentação é meio travada, o que pode acabar atrapalhando em certos combates mais intensos.

    Além disso, o game deixa de lado algumas mecânicas que seriam interessantes no seu estilo de gameplay. Apesar de os poderes serem o grande foco, o jogador só possui um botão de ataque corporal, limitando o uso das forças sobrenaturais às habilidades de cada classe.

    Outriders se vende como um jogo de ação frenética, mas também se beneficiaria de algumas mecânicas voltadas para movimentos furtivos. Classes como Trapaceiro certamente ficariam ainda mais interessantes com um sistema de stealth para surpreender inimigos desavisados.

    Outro ponto que merece críticas no game é a conexão constante com os servidores da People Can Fly. Mesmo que você jogue totalmente sozinho, só é possível acessar o game conectado na internet. Para um jogo que é focado na campanha e pode ser aproveitado offline, a obrigatoriedade de conexão se torna um grande fardo, principalmente quando os servers do jogo estão fora do ar.

    DLSS e Modo Foto no PC

    Pra quem joga no computador, Outriders chegou apresentando alguns bugs e também engasgos bem chatos. A desenvolvedora já está trabalhando em consertos e, atualmente, o restante da edição de computadores está bem maneira.

    O game conta com suporte para o DLSS da Nvidia, o que garante um belo upgrade de performance nas GPUs RTX. Até mesmo modelos como a RTX 2060 conseguem encarar o game em qualidade 4K e 60 quadros por segundo graças ao uso da tecnologia, enquanto placas mais antigas e produtos da AMD também estão conseguindo tirar um ótimo proveito do game.

    O Nvidia Ansel permite ver as cenas de Outriders com novos ângulos.

    Outro ponto que merece destaque e que quase passou despercebido por aqui é o Modo Foto Ansel, que está disponível em GPUs da Nvidia com o programa GeForce Experience. Além de servir como botão de pause, a função permite fazer capturas em alta qualidade e com diversos ângulos no game, aproveitando os efeitos visuais presentes nos poderes e o visual dos monstros.

    Disponível no Game Pass de console

    Aos donos de um Xbox, o grande destaque de Outriders é a chegada no Xbox Game Pass direto no lançamento. Enquanto o game está longe de valer os R$ 280 cobrados, baixar e jogar pela assinatura faz o custo-benefício valer a pena.

    Graças ao Game Pass, o Xbox traz o melhor custo-benefício com Outriders.

    Além da distribuição barata, o game está rodando bem no Xbox Series X, uma das plataformas em que testei o jogo. O console mais potente da nova geração está segurando Outriders com tranquilidade em resolução 4K dinâmica e 60 quadros por segundo, garantindo um bom equilíbrio de visual e estabilidade.

    Vale a pena jogar no Xbox pelo custo-benefício

    O game não tira todo o proveito da função Quick Resume, que não te joga direto no gameplay por causa da conexão com os servidores. No entanto, a ferramenta quase sempre entra em ação para cortar os créditos iniciais, garantindo uma entrada mais rápida no jogo.

    Tanto no PC quanto nos consoles da nova geração, Outriders também fica melhor com o uso de um SSD. O game não possui um mundo aberto e o jogador frequentemente precisa viajar pelo mapa, o que acontece mais rápido em um armazenamento veloz. A People Can Fly também pesou a mão nas cutscenes desnecessárias, como animações de abrir portas e escalar, e a velocidade do SSD ajuda a passar pelos inconvenientes de maneira mais rápida.

    Vale a pena?

    Após cerca de 20 horas de gameplay em OUtriders, tenho uma longa jornada pela frente no game, mas estou contente com o jogo até agora. Apesar dos problemas, o game possui um ritmo divertido e uma história mediana que se passa em um universo interessante e cheio de pontos que geram curiosidade.

    A experiência está longe de valer os R$ 280 cobrados atualmente e só recomendo o download imediato para quem é assinante do Xbox Game Pass nos consoles. Se esse não é o seu caso, coloque o jogo na lista de desejos e espere uma promoção generosa. Enquanto isso, vale a pena dar uma chance para a demo gratuita, que pode ser jogada no PC, PlayStation e Xbox, e permite migrar o progresso para a versão completa.

  • 5 jogos icônicos do PS3

    5 jogos icônicos do PS3

    A Sony confirmou que vai encerrar a PlayStation Store do PS3 em 2 de julho de 2021. Com isso, os jogadores não poderão mais comprar games digitais no console.

    Quem já possui games adquiridos na plataforma ainda poderá realizar o download doa games. No entanto, quem quiser comprar novos games estará limitado às cópias físicas.

    Para manter o legado do icônico console vivo, reunimos aqui cinco jogos icônicos que saíram no PlayStation 3.

    Relembre 5 jogos icônicos do PS3
    Relembre 5 jogos icônicos do PS3

    Além da loja do PS3, a Sony vai encerrar a PSN do PSP em 2 de julho. O ecommerce de games do PS Vita também receberá um ponto final em 2021.

    A Sony anunciou que planeja encerrar a loja digital de games do PS Vita em 27 de agosto. Com o fim da PSN nas três plataformas, as estimativas aponta que mais de 2 mil jogos que são vendidos somente de maneira digital na PSN vão desaparecer.

    Para manter o legado do console vivo, relembre cinco jogos icônicos do PS3:

    Uncharted (2007)

    A saga de Nathan Drake começou com Uncharted, que recebeu sequêncis no PS3, uma coletânea no PS4. O console de oitava geração também é a casa de Uncharted 4: A Thief’s End.

    God of War 3

    O fim da saga de Kratos na Grécia Antiga, God of War 3 é recheado de batalhas épicas e momentos memoráveis.

    Red Dead Redemption

    Um dos títulos mais famosos da Rockstar, Red Dead Redemption segue “exclusivo” do PS3 nas plataformas da Sony atualmente. O jogo não foi relançado no PS4 ou PS5 e a Rockstar ainda não deu pistas sobre um remaster, que certamente faria sucesso.

    BioShock Infinite

    Um dos jogos mais memoráveis da 2K Games, Bioshock Infinite leva a famosa franquia da Irrational Games para os céus. O game ainda segue vivo nos consoles mais atuais em BioShock The Collection.

    The Last of Us

    Lançado em 2013, The Last of Us pode ser considerado um dos maiores legados do PlayStation 3. O game da Naughty Dog marcou época na plataforma e ganhou uma legião de fãs, além de um remaster e sequência no PS4.

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  • Após Cyberpunk 2077, CD Projekt Red vai fazer vários jogos ao mesmo tempo

    Após Cyberpunk 2077, CD Projekt Red vai fazer vários jogos ao mesmo tempo

    Cyberpunk 2077 teve um lançamento tão desastroso que estamos aqui, três meses depois, ainda comentando sobre as atualizações gigantes que prometem consertar o game. A CD Projekt Red sentiu a cutucada em sua reputação e, recentemente, apresentou uma “receita” para tentar dar a volta por cima em seus próximos lançamentos.

    Falando para os investidores, a empresa revelou que pretende desenvolver múltiplos jogos AAA simultaneamente. Isso mesmo: a partir de 2022, a companhia que lançou um patch de 500 correções para Cyberpunk 2077, três meses após a chegada do produto ao mercado, quer fazer mais de um jogo de grande porte por vez.

    O plano infalível

    Segundo a companhia, os times vão utilizar o motor RED Engine em todos os games, o que permitirá aos desenvolvedores compartilhar experiências e mecânicas entre os projetos. A empresa também está reformulando sua abordagem para jogos conectados e promete trazer elementos conectados para todas as suas franquias futuramente, mas sem perder a essência do RPG de mundo aberto single-player.

    Eu não sei vocês, mas todo esse papo me passou uma vibe de “Ubisoftização” da CD Projekt Red. Ao que tudo indica, a CD Projekt Red vai fazer diversos jogos de grande porte, com pequenos elementos online e que compartilham certos aspectos entre si. Eu não posso julgar a companhia, mas os acionistas estão fazendo isso.

    Será que estamos vivendo um famoso “momento antes da desgraça acontecer? (Imagem: CD Projekt Red)

    Logo após a divulgação dos resultados financeiros, as ações da CD Projekt Red fecharam em queda. Além do plano aparentemente não ter agradado o pessoal que coloca dinheiro na firma, a empresa segue com o mesmo time de gerência que fez o lançamento de Cyberpunk 2077, o que não é um sinal muito legal, né.

    Mais jogo, menos propaganda

    De qualquer forma, parece que a desenvolvedora está disposta a tentar acertar desta vez, mesmo com tudo apontando para o lado contrário. A CD Projekt disse que vai diminuir os investimentos em marketing e só fará propagandas quando o lançamento dos games estiver bem próximo.

    Além disso, a firma adquiriu o estúdio Digital Scapes, que foi renomeado para CD Projekt Vancouver. Formada por ex-funcionários de gigantes como BioWare, a produtora é especializada em jogos multiplayer, o que pode ser útil na nova empreitada da criadora de Cyberpunk no mundo online.

    Novas da semana

    Dê um trocado pro seu bruxo

    A versão de The Witcher 3: Wild Hunt com Ray Tracing e otimizações para PS5 e Xbox Series X e Series S chega ainda em 2021. A CD Projekt Red confirmou o lançamento do upgrade gratuito para a segunda metade do ano. Desenvolvida em parceria com a Saber Interactive, a atualização será liberada para os donos do game atual sem custos. Com isso em mente, vale a pena aproveitar a promoção que traz a edição completa da aventura de Geralt por apenas R$ 20.

    Adeus, amigo otimizado

    É com pesar que comunicamos o fim de PUBG Lite, a versão otimizada do battle royale PlayerUnknown’s Battlegrounds. Lançado no ano passado por aqui, o jogo rodava em qualquer torradeira e foi um dos grandes divertimentos da galera do Adrenaline durante a pandemia.

    A página do game na web já foi encerrada e os servidores serão oficialmente desativados em 29 de abril. Uma grande baixa para a galera que não tá conseguindo dar upgrade no PC nesses tempos complicados.

    Olá, amigo não otimizado

    Enquanto jogos otimizados vão embora, Call of Duty Warzone segue cada vez maior. A Activision liberou a nova temporada de conteúdos para o game com patches que chegam a ter 133,6 GB. Quem possui só o battle royale foi presentado com uma atualização de aproximadamente 50 GB, enquanto o número chega a ser duas vezes maior para quem possui Modern Warfare instalado no PC.

    A boa notícia é que a atualização também reduz o tamanho total do game após a instalação. Quem possui Modern Warfare no PC verá o jogo ficando cerca de 30 GB menor, enquanto Warzone ocupará cerca de 10 GB a menos em todas as plataformas.

    Fortnite recebe skin do meme Stonks

    Pegadinhas

    Os vencedores das piadas de primeiro de abril são a Remedy e Epic Games. O estúdio responsável por Alan Wake, e que pode lançar um novo título da franquia, imaginou como seria Control se lançado na era do PlayStation 1.

    Já a Epic Games transformou o meme Stonks, um dos meus preferidos da atualidade, em uma skin de Fortnite. Diferente do Controle de PS1, você pode comprar a roupa de investidor no battle royale.

    Oi, altona

    Para quem já estava com saudade da Lady Dimitrescu, o IGN divulgou um novo gameplay de Resident Evil Village no PS4 Pro. Os cinco minutos dão grande foco na vilã do game, que será lançado em 7 de maio.

    Êta jogo bão

    It Takes Two chegou na semana passada e eu estou apaixonado. Após alguns dias jogando o novo projeto da Hazelight, garanto que é uma experiência que vale a pena para quem ama jogos cooperativos e um humor pastelão. A narrativa passa do ponto de vez em quando, mas o gameplay é tão inventivo e variado que cada fase parece um novo jogo.

    It Takes Two é muito divertido!

    Para entender melhor, o negócio é você mesmo testar: o Passe de Amigo de It Takes Two permite jogar a introdução do game gratuitamente em todas as plataformas sem ter o jogo, tanto online quanto no coop de sofá. Baixe agora e veja você mesmo!

    Êta preço ruim

    A franquia Kingdom Hearts já está disponível no PC com preços exorbitantes. Cada jogo sai por pelo menos R$ 200 e, como fã da saga, recomendo dar uma segurada e esperar uma promoção. Se você quer meter o louco e já sair jogando, vale a pena pegar Kingdom Hearts 3, que tá saindo com 20% de desconto e acompanha três meses de Disney+, tempo suficiente pra ver The Mandalorian, WandaVision e Falcão e o Soldado Invernal.

    Como está Outriders?

    A próxima grande aposta da Square Enix no mercado de games ocidental chegou: Outriders foi lançado em 1 de abril no PC, PlayStation e Xbox. A edição de computador tem como destaque o uso do DLSS, que dá um up nos frames após você atualizar o driver da placa de vídeo.

    Imagem
    Não esqueça de atualizar o driver!

    O jogo também tem um brilho especial para a galera do Xbox. A Square Enix lançou o jogo diretamente no Xbox Game Pass de consoles. Com isso, os donos do Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S podem aproveitar o game sem realizar a compra com preço cheio.

    Outriders também possui uma demonstração gratuita em todas as plataformas. O conteúdo dá uma bela ideia do que o jogo “loot and shoot” entrega com sua história bastante original. A produção do estúdio People Can Fly te coloca para sobreviver em Enoch, um planeta que devia ser a nova Terra, mas acabou desolando os poucos seres humanos que restaram em um futuro distópico.

    Nós recebemos o game para testes da Nvidia e já passamos umas três horas no mundo devastado de Outriders. Até o momento, a experiência está bem divertida e completa, com o grande destaque sendo os poderes especiais de cada classe.

    O gameplay lembra bastante uma mistura de Gears, The Division e Quantum Break. Meu maior receio é que a experiência se torne repetitiva, mas o jogo conta com uma árvore de habilidades vasta e diversas armas, o que pode evitar esse problema. Fique ligado no Jornalzito para mais detalhes sobre o game futuramente.

    Classificados

    • Tales of the Neon Sea o jogo gratuito da Epic Games Store nesta semana. A loja também está realizando uma promoção com descontos em indies como The Last Campfire até blockbusters como Red Dead Redemption 2. Vale a pena conferir.
    • Falando em jogo grátis, a PlayStation está distribuindo NOVE games sem custos até 22 de abril. Reunimos todos os games nesse post e explicamos como resgatá-los até mesmo sem ter um console da marca atualmente.
    • A PlayStation Plus de abril tá caprichada e inclui Days Gone e Zombie Army 4: Dead War no PS4. Quem é dono de um PlayStation 5 também poderá resgatar Oddworld Soulstorm sem custos já no lançamento, uma estratégia acertada e cada vez mais comum da Sony.

    Grátis por tempo limitado

    • A primeira fase de Hitman 3 pode ser jogada de graça até dia 5 no Xbox, PlayStation e PC. O conteúdo pode ser acessado em Hitman 3 Starter Pack, que também inclui um nível de tutorial gratuito. O download vale a pena, já que a IO Interactive promete que mais fases e alvos elusivos serão liberados sem custos no futuro.
    • A EA Games vai realizar um beta aberto e gratuito para Knockout City de 2 até 4 de abril. Os jogadores podem baixar o game de queimada em todas as plataformas e aproveitar o multiplayer com crossplay durante o teste. Não sabemos se é bom, mas acho que vale a tentativa.

    Promoções de Páscoa

    • A Nuuvem tá com uma promoção de Páscoa cabulosa no PC com mais de 1.000 jogos com corte de até 90%. Os descontos incluem Mortal Kombat 11 com 75% de desconto e Horizon Zero Dawn Complete Edition por R$ 100, mas por tempo limitado. A loja também está oferecendo seus famosos combos Nuuvem Select, que trazem dois jogos selecionados por 100 pilas. Os descontos vão até dia 9 de abril.

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