Mês: janeiro 2021

  • RIO Raised in Oblivion: conheça o shooter brasileiro pós-apocalíptico

    RIO Raised in Oblivion: conheça o shooter brasileiro pós-apocalíptico

    Se você sempre sonhou em ver um jogo de tiro ambientado no Brasil, precisa conhecer RIO Raised In Oblivion. O projeto feito pelo estúdio brasileiro First Phoeanix Studio é um game de tiro e sobrevivência online, inspirado em títulos como DayZ, que se passa em uma favela no Rio de Janeiro.

    Atualmente, o game está passando por períodos de pré-alpha no PC, única plataforma em que o título está confirmado até agora. Os testes estão matando a curiosidade de muitos fãs sobre o conteúdo do game e os desenvolvedores aproveitaram os feedbacks para revelar mais detalhes sobre o game.

    O jogo contará com skins inspiradas em artistas brasileiros, incluindo MC Carol. (Imagem: First Phoenix Studio/Reprodução)

    O time liderado por Bannaker Costa, que costuma publicar novidades do game na Twitch, está trabalhando para trazer mais conteúdos “brazukas” para o jogo. Em uma série de posts publicados no Facebook, o desenvolvedor trouxe mais detalhes sobre a produção.

    Mapa grande e brasileiro

    A equipe está trabalhando para aumentar o mapa de RIO e alguns testes já mostram como será a atmosfera do game. O principal local em que o game se passa é a região da Praça Seca, na zona Oeste do Rio de Janeiro, e um trailer divulgado no ano passado dá uma ideia do que esperar do projeto.

    O sistema de inventário também está ganhando aprimoramentos. Segundo o desenvolvedor, a versão final do jogo adotará um esquema similar ao que temos no jogo Escape from Tarkov. A mira também será refinada e ganhará desfoque lateral, para garantir mais precisão na hora dos tiros.

    A equipe também adquiriu uma engine de criação de personagens e até mostrou alguns exemplos de rostos. Os jogadores também estarão bem servidos na parte das armas: a equipe está trabalhando para aumentar o arsenal e trazer sons realistas para o game online.

    Na parte de ambientação, a First Phoenix promete que vai adicionar carros e mais itens que remetem ao cotidiano brasileiro. As futuras versões do game trarão orelhões, lixeiras e outros objetos que costumam aparecer nas ruas do Rio de Janeiro.

    Os jogadores também podem esperar referências ao nosso país na trilha sonora de RIO. O time já anunciou que vários artistas do país, incluindo MC Carol, terão skins temáticas dentro do jogo e também devem aparecer na trilha sonora do game.

    RIO Raised in Oblivion vai rodar em PC fraco?

    Além de novos conteúdos, a First Phoenix Studio realizará otimizações em RIO Raised in Oblivion. Segundo Bannaker Braulio, o time vai otimizar texturas e linhas de código para garantir melhorias de performance. “O jogo não é só aparência, estamos trabalhando muito para melhorar a nossa programação”, disse o desenvolvedor.

    O desenvolvedor também deu um feedback para quem pretende rodar o jogo em um PC que não é tão potente. Apesar de não garantir desempenho em computadores com gráficos integrados, o criador de RIO já disse que o game é capaz de rodar em 60 frames por segundo em GPUs como a GeForce GTX 1050.

    Considerando que RIO ainda está em estágios iniciais de desenvolvimento, possivelmente teremos melhorias de desempenho no game futuramente. O game estava previsto para sair em novembro do ano passado, mas acabou sendo adiado e deve ser lançado em algum momento de 2021.

    Enquanto isso, você pode conferir os requisitos mínimos e recomendados disponíveis na página de RIO Raised in Oblivion na loja Steam.

    Requisitos Mínimos

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 7 64 Bits Service Pack 1
    • Processador: Intel Core i3 de 2.4ghz ou AMD Ryzen 3 de 3.5GHz
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GTX 970 4GB / AMD R9 390
    • DirectX: Versão 11
    • Rede: Conexão de internet banda larga
    • Armazenamento: 40 GB de espaço disponível
    • Placa de som: Compatível com DirectX
    • Outras observações: Requer um processador e sistema operacional de 64 bits / Requer uma placa de vídeo RTX para Ray-Tracing quando estiver disponível

    Requisitos Recomendados

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 64 Bits
    • Processador: Intel Core i5 9400f ou AMD Ryzen 5 2600
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GTX 1070 8GB ou AMD RX 590 8GB
    • DirectX: Versão 12
    • Rede: Conexão de internet banda larga
    • Armazenamento: 40 GB de espaço disponível
    • Placa de som: Compatível com DirectX
    • Outras observações: Requer um processador e sistema operacional de 64 bits / Requer uma placa de vídeo RTX para Ray-Tracing quando estiver disponível

    Se você curte acompanhar a indústria de jogos feitos no Brasil, conheça também Fobia. O game de terror já possui uma nova demonstração gratuita para computador e chegará com suporte para Ray Tracing.

  • The Medium não é tão assustador, mas traz monstros que são bem reais

    The Medium não é tão assustador, mas traz monstros que são bem reais

    Desde que foi apresentado na Xbox Showcase de 2020, The Medium voou abaixo do meu radar por um simples motivo: eu tenho muito medo de jogos de terror. Um dos principais pontos de venda do projeto da Bloober Team é a trilha sonora produzida por Akira Yamaoka, que trabalhou nas músicas de Silent Hill, meu maior pesadelo no mundo dos games.

    Apesar de não ser um entusiasta da icônica franquia da Konami, ainda existiam dois pontos que mantinham meu interesse em The Medium. O jogo é o primeiro grande lançamento para o Xbox Series X/S e tem requisitos monstruosos, sendo um dos primeiros exemplos do potencial gráfico da nova geração. Além disso, como o nome indica, a produção do estúdio polonês conta com uma temática inspirada na doutrina espírita. Pra quem não está tá ligado, eu sou um entusiasta de assuntos religiosos.

    Dito isso, enfrentei meus traumas com jogos de terror e descobri que, no final das contas, The Medium não é tão assustador assim. Na verdade, os principais fantasmas que assustam Marianne são baseados em temas presentes na vida de muita gente.

    Eu vejo gente morta

    The Medium coloca o jogador na pele de Marianne, uma mulher que possui poderes mediúnicos e consegue entrar no mundo dos espíritos, uma realidade alternativa em que almas com negócios inacabados ficam presas após a morte. Assim como na religião espírita, a protagonista utiliza seu dom para ajudar os seres errantes a finalmente encontrarem a paz.

    O conceito fica bem claro logo nos primeiros minutos de gameplay. Enquanto bebe uma xícara de chá, Marienne nos conta sobre a morte de seu pai adotivo, Jack, que era dono de uma funerária. Durante a jogabilidade, podemos acompanhar a jornada da protagonista e entrar no mundo dos espíritos para finalmente enviar o senhorzinho para a luz.

    A história se desenvolve após uma ligação misteriosa dizendo para a protagonista ir até um Hotel abandonado e que foi local de uma grande catástrofe. Como dá pra imaginar, a rotina de uma médium fica bem movimentada ao visitar um local mal-assombrado e que foi palco de uma grande tragédia com dezenas de mortos.

    Realidade dupla

    Para dar um ar de tensão para o além-vida, a Bloober Team se inspirou nas artes do pintor Zdzisław Beksiński: o mundo surrealista traz ambientes devastados e um tom sépia que traz tristeza e melancolia ao gameplay. Além disso, temos criaturas deformadas e antropomórficas habitando a realidade que coexiste com o nosso mundo dentro do misterioso Hotel Niwa.

    A ambientação, aliada à temática do game, cria um clima perfeito de tensão, que fica ainda mais nítido nas sequências que misturam o mundo real e dos espíritos. Você já teve aquela sensação de que existe alguma coisa te observando? O objetivo da tela dividida é te fazer crer que essa dualidade está sempre presente, ao seu redor.

    Esse clima de tensão gerado pelo ambiente faz The Medium escapar do terror barato dos Jumpscares. Durante toda minha jornada no game, só me assustei com algo pulando na minha tela uma única vez. Essa característica aproxima o game de projetos como Alan Wake, que também traz uma temática de terror, mas coloca a história em primeiro lugar.

    Traumas (e fantasmas) reais

    O foco na história quer dizer que The Medium não assusta? Definitivamente não. Os monstros que habitam o mundo dos espíritos são horripilantes e, mais do que isso, trazem profundidade.

    Todos os vilões que você enfrenta no mundo dos espíritos de The Medium são frutos de traumas de pessoas reais que passaram pelo Hotel Niwa. Uma infância difícil, uma morte inesperada, um caso de abuso, uma vida marcada por depressão: tudo é combustível e pode criar um ser monstruoso.

    Não é complicado fazer uma ponte da temática com a vida. Afinal, pessoas passam diariamente por situações traumáticas e nem todo mundo busca por auxílio para lidar com isso. Em muitos casos, a solução mais fácil é internalizar o problema, o que pode gerar paranoias tão grandes quanto os seres que assombram o Hotel Niwa.

    O novo projeto da Bloober Team mostra esses problemas psicológicos de uma maneira bastante visual. Fantasmas que são comuns na nossa sociedade ganham rosto e forma para perseguir o jogador. Como armas não machucam almas, você precisa usar seus poderes de “terapeuta espiritual” para acabar com as ameaças.

    Não é difícil encontrar artes na internet que transformam sentimentos ruins em monstros, e The Medium faz esse trabalho usando os games. Em uma história bem amarrada de aproximadamente 10 horas, o game te leva em uma viagem espiritual em um universo cheio de originalidade, mas consegue trazer reflexões sobre como encaramos os fantasmas que nos afligem na vida real.

    THe Medium está disponível no PC, Xbox Series X e S. O preço do game é R$ 166,45, mas é possível jogá-lo pela assinatura Xbox Game Pass no computador e também consoles.

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  • The Medium é um ótimo jogo que chegou na hora errada – Análise

    The Medium é um ótimo jogo que chegou na hora errada – Análise

    Após ser adiado por causa de Cyberpunk 2077, The Medium chega ao mercado com um peso que não deveria carregar. Mesmo sendo um jogo independente, a produção da Bloober Team é um dos primeiros grandes lançamentos para o Xbox Series X e S, o que transformou o jogo em munição para uma guerra de consoles que não faz mais sentido.

    Parte da culpa disso cai no colo da Microsoft. Halo Infinite foi adiado e a empresa escorou o lançamento de seus novos consoles em versões atualizadas de jogos do Xbox One. No caso de Medium, a parte técnica do game acabou ganhando destaque em materiais de divulgação, principalmente o gameplay em tela dividida.

    A situação piora ainda mais quando vemos as principais inspirações utilizadas pela Bloober Team na concepção do game. A empresa utiliza em The Medium uma câmera similar aos primeiros títulos da saga Resident Evil e chamou ninguém menos que o principal compositor das músicas de Silent Hill para fazer a trilha sonora do jogo.

    Com tantas informações, certamente você já montou uma imagem de The Medium em sua mente. Após zerar o game no Xbox Series X e também jogar a versão de PC, venho informar que o jogo possivelmente não é o que você está imaginando — e é exatamente isso que faz o projeto da Bloober Team ser tão brilhante.

    Terror pacifista

    Apesar de ser inspirado em grandes clássicos do gênero survival horror, The Medium é tranquilo demais para se encaixar nesse gênero. Isso não quer dizer que o jogo não é assustador. Ao invés de jogar hordas de inimigos na sua cara, o projeto aposta em uma ambientação bastante imersiva para gerar um clima de suspense, com mecânicas focadas principalmente no stealth e defesa.

    Ao invés de brigar com criaturas sobrenaturais na base da bala, o jogo te coloca para entender os motivos da existência de cada ameaça. Nada de armas ou tiros. Em The Medium, os terrores e problemas são psicológicos, o que pode ser mais assustador que uma horda de zumbis.

    A premissa do projeto da Bloober Team certamente não é tão interessante comercialmente quanto um Resident Evil Village da vida; mas não se engane: The Medium é o melhor jogo focado em história disponível para os novos Xbox atualmente e uma grande adição ao Xbox Game Pass de PC, mesmo com os requisitos nada amigáveis para computador.

    Espíritos entre nós

    Se você possui algum interesse por religiões, já deve conhecer os interessantes conceitos da doutrina espírita, que é bastante popular no Brasil. The Medium não apenas pega emprestado temáticas como conversar com mortos, mas pavimenta um universo inteiro em cima dessa ideia.

    The Medium é protagonizado por Marianne, uma mulher que possui habilidades mediúnicas e consegue se comunicar com o mundo dos espíritos. Utilizando seu dom, ela entra na dimensão alternativa que abriga pessoas mortas que ainda não conseguiram desapegar do plano terreno.

    Nós conhecemos a personagem em um dia complicado. Após perder seu pai adotivo, Marianne recebe uma misteriosa ligação dizendo para ela ir até o Hotel Niwa, um resort isolado na Polônia que foi local de um massacre. Segundo o interlocutor do telefonema, o cenário da catástrofe possui respostas para um pesadelo que assombra a médium desde sua infância: a visão de uma garota correndo na floresta e morrendo após tomar um tiro.

    A combinação de uma protagonista que vê espíritos com um hotel mal-assombrado e cheio de gente morta renderia vários jumpscares, correto? Felizmente, não é o caso de The Medium. Ao chegar no Hotel Niwa, Marianna utiliza seu sexto sentido para encontrar o homem da ligação e acaba descobrindo segredos obscuros sobre si mesma, enquanto ajuda almas que ficaram presas no local.

    As habilidades mediúnicas da protagonista são traduzidas com maestria para o gameplay, com o propósito primordial de alavancar a história. No mundo dos espíritos, ela consegue manipular energia e conversar com resquícios de almas mortas. Já na “terra normal”, a protagonista utiliza seu sexto sentido para investigar detalhes da vida da pessoa.

    Ao unir as informações, Marianna ajuda os fantasmas a irem para um lugar melhor. É isso mesmo, galera: em 99% do tempo, você está trabalhando para AJUDAR e resolver os problemas de pessoas mortas. Tudo isso em um visual cinematográfico e com baixos níveis de ação, mas com um clima de suspense te rodeando o tempo todo.

    Narrativa cinematográfica

    Cuidado, pequenos spoilers à frente!

    Enquanto ajuda almas e descobre a verdade sobre si mesma no Hotel Niwa, a personagem também conhece o grande responsável por toda a tragédia do local: uma força maligna conhecida como Maw.

    Dublado por ninguém menos que Troy Baker, o vilão nem mesmo precisa aparecer para fazer você sentir arrepios. A Bloober Team usa ambientação e um trabalho brilhante de trilha sonora para dar vida ao espírito no mundo real, enquanto Marianne encara um ser demoníaco no mundo dos espíritos.

    Prossiga em segurança nos próximos parágrafos.

    O terror do vilão cresce exponencialmente no decorrer da história, já que o game sempre coloca a narrativa em primeiro lugar. Ao explorar o Hotel Niwa e a vida de seus ex-moradores, o jogador é presenteado com algo ainda raro no Xbox: uma narrativa cinematográfica de alta qualidade.

    Em cerca de 10 horas, o jogo entrega um universo cheio de possibilidades, viradas interessantes na história e personagens cativantes. Toda a narrativa é encerrada com um final que liga os pontos que o jogador caça durante o gameplay e traz um desfecho satisfatório e que abre ainda mais possibilidades para novos projetos nesse mesmo mundo.

    The Medium estava cercado por tanto hype que eu imaginei (e possivelmente outras pessoas também) que o jogo seria bem maior, teria aqueles puzzles cheios de exploração e segmentos desenfreados de ação. Para o bem da originalidade, a Bloober Team resolveu seguir um caminho diferente.

    Direto ao ponto

    The Medium é um jogo de terror com câmera fixa, focado em atmosfera e narrativa. Com um level design primoroso, o game é feito sob medida para o papel de apresentar uma história e construir um universo — e faz isso muito bem. Se você quer algo a mais do que isso, infelizmente vai se decepcionar, mas aí a culpa recai nas expectativas criadas em cima do jogo.

    Em um mundo repleto de lançamentos diários no mundo dos games, fazer um jogo de terror com história marcante e que funciona até com quem não curte muito o gênero pode parecer pouco; contudo, basta fazer um testezinho rápido: se você entrar na Steam agora, não levará muito tempo para encontrar um game de terror em primeira pessoa, cheio de puzzles feitos para serem muito complexos e com ferramentas para fazer o gameplay render. Se duvidar, você acaba caindo num jogo feito pela própria Bloober Team com essas características.

    The Medium não é o sucessor espiritual de Silent Hill e nem um Resident Evil antigo com gráficos atualizados. The Medium é… The Medium, um jogo que bebe de muitas fontes para criar algo único e cheio de originalidade.

    Com seu jeito diferente, The Medium possivelmente vai passar despercebido por muitos jogadores simplesmente por fugir de certos padrões. Porém, esse é o seu maior diferencial. Em um mundo onde jogos são cada vez maiores, The Medium prefere fazer o básico de uma forma bem feita, direta e marcante.

    Além de estar disponível para compra no PC e Xbox Series X e S, The Medium chega ao Xbox Game Pass no dia de seu lançamento no serviço para consoles e computador.


    A Xbox Brasil forneceu acesso antecipado ao game para o Jornal dos Jogos.

  • Mudanças no Xbox, Medium chegando e as vilãs de Resident Evil

    Mudanças no Xbox, Medium chegando e as vilãs de Resident Evil

    O recesso da newsletter do Jornal dos Jogos finalmente acabou e estamos aqui para comentar as principais notícias dos últimos dias. Além disso, vamos celebrar o retorno dos nossos e-mails com um presentinho para a galera que nos acompanha: um mês de Xbox Game Pass de PC!

    Antes de chegarmos ao brinde, bora mandar bala nas notícias e opiniões do Jornal mais Gamer™ desse Brasil. Os destaques da edição ficam para o brilhante mês de janeiro da Xbox e a chegada de Resident Evil Village.

    O despertar da Microsoft

    O ano de 2021 já está deveras movimentado no mundo dos games, mas precisamos destacar aqui o mês de janeiro do Xbox, que pode terminar como um dos melhores para a marca em muito tempo. Após um deslize gigantesco na semana passada, quando tentou dobrar o preço da Live Gold nos Estados Unidos, a empresa finalmente acabou com o “paywall” nos jogos gratuitos de seus consoles.

    Em breve, jogos como Fortnite, Call of Duty Warzone e Rocket League não precisarão de uma assinatura Live Gold no Xbox One, Xbox Series S e X. Como explicamos aqui, a novidade pode ser ótima para o console de nova geração de entrada da empresa, que está cada vez mais interessante em tempos de crise.

    Game Pass brilhando

    Enquanto o fim da Live Gold nos jogos free-to-play é um momento “não fez mais que sua obrigação”, a Microsoft realizou outros movimentos importantes no primeiro mês de 2021. A empresa trouxe jogos interessantes para os assinantes da Live neste mês e anunciou um lineup bem maneiro para fevereiro, incluindo Gears 5.

    Porém, quem está realmente feliz são os assinantes do Game Pass. O serviço recebeu uma série de jogos de peso neste mês, incluindo Injustice 2, Desperados III e mais títulos da franquia Yakuza. Além disso, a empresa liberou um mês de Disney+ grátis para os usuários da versão Ultimate.

    Ainda essa semana, o serviço também recebe The Medium, que será um dos primeiros jogos feitos com o Xbox Series X e S em mente. Com o adiamento de Halo Infinite, o game de terror da Bloober Team pode ser um dos primeiros projetos a mostrar o potencial da nova geração de consoles da Microsoft. Já dou o spoiler de que estamos com o título em mãos e traremos mais opiniões sobre a história de Marianne no dia 27.

    Exclusivo na PS Plus

    Enquanto a Microsoft ainda luta para trazer exclusivos para os novos Xbox, a PlayStation lançará um dos jogos do PS5 direto na PlayStation Plus em fevereiro. A empresa ainda não revelou o lineup completo da assinatura para o mês que vem, mas confirmou já no ano passado que Destruction All Stars estará disponível no serviço por dois meses.

    Para quem não tá ligado, Destruction All Stars é um jogo online e deveria ter saído com o PS5, mas acabou sendo adiado pela Sony. A produção traz uma vibe de Twisted Metal, mas com uma pegada family friendly — Fortnite fazendo escola.

    O lançamento na PS Plus mostra que a Sony também está ligada na importância dos serviços, mas não abre mão das exclusividades. Nesta semana, inclusive, a empresa teve a audácia de lançar uma DEMONSTRAÇÃO de Resident Evil Village somente no PS5. Demo. Exclusiva. Sem condições…

    Resident Evil: Waifus

    A Capcom precisou de apenas uma transmissão para revelar tudo que precisávamos saber sobre Resident Evil Village e ganhar a atenção de muita gente. O game que já possui uma demo no PS5 será lançado para os consoles da oitava e nona geração, bem como no PC, em 7 de maio de 2021. O título terá dublagem em português brasileiro (finalmente) e já está disponível para compra com valores a partir de R$ 180.

    Enquanto datas e preços são importantes, tem uma galera que só está interessada mesmo nas vilãs do game. Basta dar uma voltinha na internet para ver que Lady Dimitrescu e suas filhas ganharam o coração de muita gente que gosta de apanhar de mulher bonita.

    Além das vilãs chamativas, o game também ganhou destaque por outro motivo: as semelhanças com Resident Evil 4. A história se passa em um vilarejo com castelo, Ethan terá uma maleta bem parecida com a do Leon e comprará itens de um mercador.

    Com todas essas semelhanças, o remake de Resident Evil 4 fica praticamente confirmado, mas o lançamento ainda deve demorar.

    Quick Play

    • Cyberpunk 2077 recebeu mais uma atualização com melhorias, mas a gente só deve ver o jogo pronto no final de 2021. Os reembolsos já começaram a chegar e o game ainda tá fora da PlayStation Store.
    • HITMAN 3 já está entre nós e temos uma recomendação para você: confira o canal do Lucas Mendieta, brasileiro que é um dos melhores jogadores da franquia no mundo. Duvida? Ele chegou a entrar no Livro dos Recordes por matar o Sean Bean em meio minuto e está cometendo assassinatos em 20 segundos no lançamento da IO Software.
    • A Vicarious Vision fez parte da infância de muita gente e ganhou diversos prêmios com o Tony Hawk’s Pro Skater 1+2. Se você queria mais jogos do estúdio, pode tirar o cavalo da chuva: a desenvolvedora agora faz parte da Blizzard e servirá como apoio para as franquias da empresa.
    • Caso você tenha perdido, a Disney trouxe a Lucasfilm de volta ao mundo dos games. Logo de cara, a empresa revelou um jogo do Indiana Jones feito pela Bethesda e um Star Wars de mundo aberto que será lançado pela Ubisoft.

    Classificados

    • A primeira grande promoção da PlayStation Store está rolando e traz descontos de até 75% em games do PS4 e PS5. As ofertas incluem Yakuza 0 e Titanfall 2 por R$ 20, Bloodborne por R$ 52 e diversos títulos de peso abaixo de R$ 100.
    • Se você joga no Xbox, os consoles da marca também estão com jogos em promoção. O grande destaque fica por conta dos títulos da franquia Resident Evil com desconto.
    • Falando em Microsoft, a empresa vai transformar todos o seu progresso ganho em conquistas em janeiro em pontos do programa de fidelidade Microsoft Rewards, que permite resgatar cartões presente e assinaturas de graça. Se você não conhece essa belezinha, visite o site para resgatar seus brindes.

    Como nós estamos jogando pacas aqui no Jornal, conseguimos dois códigos do Xbox Game Pass de PC e vamos sortear um hoje! A ativação pode ser realizada em microsoft.com/redeem, basta fazer login em sua conta e adicionar o código abaixo:

    RGFC4-X4D❤V-7629J-P7X7M-RKVTZ

    Substitua o emoji de coração pela primeira letra do nome do meu cachorro. A letra em questão também é a inicial do principal jogo da Xbox Live Gold de fevereiro ;).

    Semana que vem tem mais um código por aqui. Bebam água e não promovam aglomerações!

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  • Live Gold não será necessária para jogos grátis no Xbox

    Live Gold não será necessária para jogos grátis no Xbox

    Finalmente! A Microsoft ouviu a comunidade e, dentro dos próximos meses, vai retirar a obrigatoriedade da assinatura Live Gold para jogos free-to-play no Xbox. A mudança valerá para todos os consoles da marca e será ótima para quem joga games gratuitos como Fortnite, Call of Duty Warzone ou Rocket League.

    A mudança foi anunciada após uma treta enorme causada pela própria Microsoft. A empresa tentou dobrar o valor da Live Gold, o que não pegou bem para a companhia. A dona da Xbox revogou o aumento de preço e aproveitou a ocasião para revelar a alteração no serviço.

    Enquanto a gratuidade total dos jogos free-to-play ainda não tem data para começar, a empresa disse que a novidade chegará nos próximos meses no Xbox One, Series S e X. A companhia também já anunciou os jogos que serão distribuídos na assinatura no mês de fevereiro.

    Gold de fevereiro

    Os assinantes de fevereiro da Xbox Live Gold e do Xbox Game Pass Ultimate poderão resgatar os seguintes jogos sem custos adicionais, além do valor da assinatura:

    Gears 5 – disponível entre 1 e 28 de fevereiro
    Resident Evil – disponível entre 1 e 28 de fevereiro
    Dandara: Trials of Fear Edition – disponível entre 16 de fevereiro e 5 de março
    Indiana Jones and the Emperor’s Tomb – disponível entre 1 e 15 de fevereiro
    Lost Planet 2 – disponível entre16 e 28 de fevereiro

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  • Mudança na Live Gold torna Xbox Series S o custo-benefício definitivo nos games

    Mudança na Live Gold torna Xbox Series S o custo-benefício definitivo nos games

    O principal problema do Xbox finalmente será corrigido pela Microsoft: em breve, a assinatura Live Gold não será um pré-requisito para jogar games free-to-play online, como é o caso de Fortnite e Call of Duty Warzone. Com a mudança, o Xbox Series S, o console next-gen baratinho da marca, se torna o custo-benefício definitivo para games atualmente.

    A Microsoft disse que a mudança será implementada nos próximos meses. A novidade foi revelada em um cenário nada favorável para a empresa, que tentou dobrar o preço da Live Gold na quinta-feira (22). Após o público reclamar, a companhia revogou o reajuste e revelou que o serviço não será mais necessário para jogos free-to-play.

    (Imagem: Microsoft/Divulgação)

    A alteração mostra que a empresa está aberta para feedbacks, mas a Microsoft não fez mais que sua obrigação. Jogos free-to-play já podem ser acessados sem custos no PlayStation 4 e o Windows tem zero cobranças para jogar online, mesmo em títulos premium.

    Ótima notícia para o Xbox Series S

    A queda da obrigatoriedade da Live Gold para jogos free-to-play pode gerar uma queda no número de assinaturas do serviço, mas ainda vai render para os bolsos da Microsoft. Com mais pessoas jogando Fortnite, Call of Duty e afins, a empresa pode ter um retorno maior com as taxas da Microsoft Store na realização de microtransações, como vendas de skins e Passes de Temporada.

    Além disso, os consoles da empresa, que já ganham a atenção pelo Game Pass, agora entram no radar de muitos gamers casuais que só querem um método barato para jogar ocasionalmente. A mudança casa muito bem com a proposta do Xbox Series S, o console de entrada da empresa para a nova geração.

    Xbox series s vale a pena
    Xbox Series S, o console mais barato da nova geração. (Imagem: Mateus Mognon/Montagem)

    O Xbox Series S é feito para rodar jogos em resoluções abaixo do 4K (Full HD ou 1440p) e traz alguns recursos que marcam a nova geração. O console conta com armazenamento em SSD, que garante loadings mais rápidos, suporte para Ray Tracing e 120 frames por segundo.

    Graças a um corte na potência da GPU e o armazenamento de apenas 512 GB, o Xbox Series S está disponível por valores na casa dos R$ 2.799. Ou seja, o produto tem uma bela vantagem de valor em relação aos outros consoles de nova geração e está muito interessante até para quem está pensando em montar um PC.

    Hardware tá caro pra caramba

    Uma imagem que resume muito bem o mercado de PCs atualmente. (Imagem: Mateus Mognon/Montagem)

    Se em 2020 as coisas já não estavam simples quando o assunto é preço, o ano de 2021 chegou mostrando que tudo que é ruim sempre pode piorar. A pandemia e o dólar continuam aumentando o preço dos hardwares e a galera do PC ainda está lidando com mais duas tempestades que influenciam no bolso.

    Primeiro, a Guerra Comercial entre os Estados Unidos e China continua pegando fogo. Graças a um imposto que voltou a vigorar em 2021, rolou um aumento de até 25% nas placas de vídeo na Terra do Tio Sam. Como de praxe, um pouquinho disso também vai respingar no nosso mercado — um aumento de aproximadamente 9%, segundo as estimativas.

    Para piorar a situação, as criptomoedas voltaram com tudo em 2021 e tem muita gente comprando placas de vídeo para mineração. Com isso, os estoquem ficam menores e, consequentemente, os preços sobem.

    Custo-benefício

    Neste cenário complicado para compras, o Xbox Series S se torna uma ótima porta de entrada para quem está em busca de uma máquina para jogar. Afinal, montar um PC com Ray Tracing e um hardware minimamente equivalente ao console não tá fácil.

    O Xbox Series S e os outros consoles da Microsoft também contam com uma versão mais robusta do Xbox Game Pass, que já traz o EA Play na versão Ultimate. Além da integração com a plataforma da Eletronic Arts, o catálogo da versão de console do serviço é consideravelmente mais robusto que no PC.

    O Game Pass de console possui um catálogo mais robusto que a versão de PC. (Imagem: Mateus Mognon)

    É boleiro? A assinatura conta com PES 2021, FIFA 20 e um teste de FIFA 21. Gosta de RPGs? A plataforma oferece Skyrim, The Witcher 3 e Dragon Age: Inquisition. Quer jogos de história? A Plague Tale Innocence, Tell me Why, What Remains of Edith Finch e o novo The Medium podem te agradar.

    O fim da cobrança da Live Gold para aproveitar jogos free-to-play quebra a barreira que faltava para o console ser perfeito para os brasileiros que querem economizar na hora de jogar. Com a mudança, o Xbox Series S finalmente tem poder para roubar o título do PS4 de “console para rodar Fortnite e Warzone”, e ainda brindar os jogadores com mais benefícios, incluindo loadings mais rápidos e qualidade visual aprimorada.

    Mas antes…

    O maior empecilho para o jogador fica por conta do armazenamento do console. O Xbox Series S tem cerca de 360 GB de espaço utilizável para guardar jogos, não possui leitor de discos e o caríssimo SSD de expansão oficial mal aparece em terras brasileiras.

    Você pode utilizar HDs externos para aumentar o armazenamento do Series S, mas alguns jogos exigem o SSD para rodar. (Imagem: Mateus Mognon)

    O SSD só é obrigatório para jogos otimizados para a nova geração e, atualmente, ainda é possível se virar muito bem com um HD externo para aumentar o espaço para jogos. As unidades de armazenamento com USB 3.0 funcionam com o Quick Resume e conseguem rodar jogos do Xbox One tranquilamente no Xbox Series S.

    O HD externo também pode ser utilizado para guardar jogos da nova geração, mas é necessário realizar a transferência para o armazenamento principal na hora de jogar, o que exige alguns minutos. O SSD interno do console comporta em média sete jogos, o que não é muita coisa, mas é o suficiente para sobreviver na base do custo-benefício.

    Xbox não é um PC

    Vale ressaltar, também, uma parada bastante óbvia: o Xbox Series S não é um computador. O console possui suporte para mouse e teclado, mas apenas em jogos compatíveis com a função.

    Além disso, os aplicativos estão limitados às ofertas da Microsoft Store do console. Enquanto o produto não decepciona nas plataformas de vídeo, como Netflix e Disney+, a navegação web não é das melhores atualmente. Se você quer entrar em redes sociais, por exemplo, é necessário usar a versão ultrapassada do Microsoft Edge, que ainda não foi atualizado para Xbox e não funciona com mouse.

    O navegador dos consoles Xbox é o Microsoft Edge antigo e não possui suporte para mouse. (Imagem: Mateus Mognon)

    Para quem é streamer, o console permite realizar transmissões diretamente para a Twitch e funciona com qualquer webcam ou microfone via USB. Basta plugar e sair utilizando. É importante ressaltar, porém, que a interface não conta com muitas opções para personalizar a transmissão.

    Ou seja, o Xbox Series S é um baita custo-benefício para quem pretende JOGAR. Se você quer ir além dos games ou precisa de uma máquina para trabalhar, o ideal ainda é comprar um PC. Porém, como os preços não estão nada amigáveis, os consoles ficam cada vez mais interessantes para quem simplesmente quer sentar no sofá e bater uma partidinha.

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  • Resident Evil Village terá botão de defesa e maleta de RE4 – Resumão do Showcase

    Resident Evil Village terá botão de defesa e maleta de RE4 – Resumão do Showcase

    A Capcom revelou uma série de novidades sobre Resident Evil Village hoje (21). As revelações vão desde gameplay até detalhes sobre disponibilidade e dublagem do game! Confira um resumão aqui no Jornal dos Jogos!

    Data de lançamento, preço e demo

    Resident Evil Village será lançado em 7 de maio de 2021. O game terá versões para PC (Steam), PS4, Xbox One, PlayStation 5 e Xbox Series X e S.

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    Quem possui o console de nova geração da Sony já pode experimentar a demonstração gratuita Maiden, que é exclusiva do PS5. Até o fim do segundo trimestre (entre abril e junho), a Capcom lançará mais uma demo de RE: Village, que estará disponível para todas as plataformas.

    Agora que temos uma data de lançamento, a pré-venda do game começou em todas as plataformas. Confira os preços:

    Gameplay: maleta nostálgica e defesa

    A Capcom também revelou detalhes sobre a jogabilidade de Resident Evil Village. Além de trazer tiroteios em primeira pessoa, o game também contará com um botão apenas para bloqueio, ação que promete ser importante durante a jornada.

    Além disso, a empresa deu uma prévia do sistema de gerenciamento de itens de Village. O game contará com uma maleta inspirada em Resident Evil 4 e também contará com um mercador para vender itens.

    Imagem

    Dublagem em português

    Aantes do show principal, a Capcom também anunciou que Resident Evil Village contará com dublagem em português brasileiro. O título será o primeiro da série a ter vozes no nosso idioma.

    Enquanto as legendas já dão uma bela mão para acompanhar a história, a dublagem é um grande presente para a comunidade brasileira que é apaixonada por Resident Evil. A novidade também pode ser um indicativo de que mais games da Capcom contarão com localização completa em PT-BR.

    Re:Verse

    Ah, e a Capcom também apresentou Re:Verse, um multiplayer que reúne os principais personagens da franquia. O conteúdo estará disponível gratuitamente dentro de Resident Evil Village.

    A empresa justificou o lançamento como uma celebração dos 25 anos da franquia Resident Evil. Para comemorar a data, a empresa também vai lançar conteúdos especiais do game em The Division 2, produção da Ubisoft.

    Para quem estava esperando uma coletânea com jogos antigos da saga, não foi dessa vez…

  • Xbox Game Pass: confira os jogos adicionados em janeiro

    Xbox Game Pass: confira os jogos adicionados em janeiro

    O Xbox Game Pass abriu o ano de 2021 de maneira bastante positiva. A Microsoft adicionou diversos jogos de peso para o serviço durante o mês, além de trazer o Disney+ como benefício para a versão Ultimate, que está saindo por apenas R$ 5.

    Durante a primeira metade do mês, o serviço recebeu a atualização de temporada de PES 2021 no Xbox One, Xbox Series X e S. Graças à parceria com o EA Play, os usuários da edição Ultimate também já podem baixar FIFA 20 e um teste do novo FIFA 21 nos consoles.

    O serviço também recebeu o jogo de luta Injustice 2 no PC e Xbox, uma ótima pedida para quem curte os heróis da DC Comics. Enquanto a concorrente da Marvel luta para emplacar nos cinemas, a empresa manda muito bem no mercado de games.

    Janeiro também marcou a chegada de What Remains of Edith Finch e Control na versão de PC do Xbox Game Pass. A novidade garante mais dois títulos famosos para a versão de computador da assinatura, que ainda não possui um catálogo tão completo quanto a edição de consoles da plataforma.

    O Xbox Game Pass também começou o ano recebendo mais três jogos de Yakuza remasterizados e o jogo de estratégia Desperados 3. Os títulos já estão disponíveis na assinatura para PC e também Xbox.

    Em 28 de janeiro, a Microsoft também lançará o jogo de terror The Medium diretamente no Game Pass de consoles e PC. O título será um dos primeiros jogos feitos com o Xbox Series X e S em mente, e promete ser pesadão no PC.

    Novos jogos do Xbox Game Pass em janeiro

    • eFootball PES 2021 Season Update (xCloud e Xbox) – 7 de janeiro
    • Injustice 2 (xCloud, PC e Xbox) – 7 de janeiro
    • The Little Acre (xCloud e Xbox) – 7 de janeiro
    • Neoverse (PC) – 14 de janeiro
    • Torchlight III (xCloud e Xbox) – 14 de janeiro
    • What Remains of Edith Finch (PC) – 14 de janeiro
    • YIIK: A Postmodern RPG (PC) – 14 de janeiro
    • Control (PC) – 21 de janeiro
    • Desperados III (xCloud, Xbox e PC) – 21 de janeiro
    • Donut County (xCloud, Xbox e PC) – 21 de janeiro
    • Outer Wilds (xCloud) – 21 de janeiro
    • Cyber Shadow (xCloud, Xbox e PC) – 26 de janeiro
    • The Medium (Xbox Series X|S e PC) – 28 de janeiro
    • Yakuza 3,4 e 5 Remastered (Xbox e PC) – 28 de janeiro

    Final Fantasy XV e Gris saindo em fevereiro

    Como nem tudo são vitórias nessa vida, a Microsoft também anunciou algumas baixas para o serviço de assinatura, que vai perder alguns jogos em 1° de fevereiro. A lista de títulos saindo do Game Pass inclui Final Fantasy XV e Gris.

    Final Fantasy XV (PC e Xbox)
    Indivisible (PC e Xbox)
    Fishing Sim World: Pro Tour (PC e Xbox)
    Sea Salt (PC e Xbox)
    Gris (PC)

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    Como resgatar Disney+ grátis com Xbox Game Pass Ultimate no PC ou celular

    O serviço de games Xbox Game Pass Ultimate traz mais de 100 jogos para os consoles Xbox e PC, mas recentemente também recebeu outro benefício interessante. A Microsoft liberou, recentemente, 30 dias grátis de Disney+ para os assinantes.

    O resgate do benefício está disponível até dia 31 de janeiro de 2021. Após você pegar o código com sua conta do Game Pass, é possível realizar a ativação até 2 de março para usufruir dos 30 dias grátis.

    Resgate os 30 dias grátis de Disney+ pelo PC

    Mesmo que você não jogue, a assinatura do Xbox Game Pass Ultimate traz um ótimo custobenefício psra quem simplesmente quer aproveitar os principais conteúdos do Disney+ durante um mês. A plataforma já possui as duas temporadas de The Mandalorian, filmes da Marvel e conteúdos da Pixar. Além disso, a série WandaVision estrrou no serviço recentemente.

    1 – Assine o Xbox Game Pass Ultimate por R$ 5

    O plano trimestral do Xbox Game Pass Ultimate está disponível por apenas R$ 5 por tempo limitado. A oferta é válida para novos assinantes e também funciona para algumas pessoas que já utilizaram o serviço anteriormente.

    Visite este site da Microsoft e clique em “Associe-se ao Ultimate” para adquirir a assinatura. É importante ressaltar que o plano adquirido precisa ser o Ultimate para receber o acesso ao Disney+.

    Após a assinatura ser realizada, você pode cancelar a cobrança recorrente do serviço nas configurações de sua conta.

    2 – Baixe o app do Xbox para PC

    Com a assinatura do Xbox Game Pass Ultimate realizada, você pode resgatar os 30 dias de Disney+ por meio do aplicativo do serviço para computador. Para isso, entre neste site e baixe o app do Xbox para Windows 10.

    Com o app baixado, faça login com a mesma conta utilizada para assinar o Xbox Game Pass Ultimate.

    3 – Entre na aba de Vantagens

    O Disney+ está disponível para resgate no app do Xbox por meio da aba de Vantagens. A divisão aparece como um dos botões na parte central da interface, logo abaixo dos slides com jogos em destaque.

    Após abrir na aba de Vantagens, desça a interface e clique no quadro do Disney+. A interface exibirá detalhes da oferta e o botão “resgatar online”, que abre um site para realizar a ativação do código.

    Em seguida, basta acompanhar as instruções do site do Disney+ para criar um perfil e aproveitar os 30 dias de teste gratuito da plataforma.

    E pelo celular?

    O resgate dos 30 dias gratuitos de Disney+ também pode ser feito pelo celular. Ou seja, além de você não precisar ter um console Xbox, o benefício pode ser resgatado até mesmo por quem só utiliza um smartphone.

    Para realizar o procedimento pelo celular, assine o Game Pass Ultimate por R$ 5 pelo site da Microsoft. Em seguida, baixe o aplicativo do Xbox Game Pass para Android ou iOS.

    Com o aplicativo instalado, faça login com a sua conta utilizada para se inscrever no serviço. Em seguida, clique no botão central com sua imagem de perfil para acessar o menu de Vantagens.

    Quando ver a palavra “Vantagens”, procure pela opção “Mostrar Tudo” e busque pelo quadro do Disney+. Clique para abrir e depois vá à opção “Ir para www.disneyplus.com” para resgatar o código e concluir o cadastro.

    Mas, lembre-se, o código do serviço de streaming só estará disponível de graça para assinantes do Ultimate até 31 de janeiro. Corra para aproveitar a oferta!

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