Call of Duty Modern Warfare é conhecido por ser um jogo exigente no PC, principalmente quando o assunto é armazenamento. Agora, seu sucessor chegou para roubar esse trono, pelo menos na tabela de especificações.
A Activision divulgou recentemente os requisitos mínimos e recomendados para rodar Call of Duty Black Ops Cold War no PC. E o jogo é bem exigente na parte de armazenamento, mesmo trazendo melhorias em comparação ao antecessor.
A desenvolvedora trará uma tecnologia modular de download, que só foi liberada atualmente em MW, e você precisará de apenas 50 GB para instalar o multiplayer do game no PC. Para aproveitar todo o conteúdo, é necessário ter um HDD de pelo menos 175 GB.
Reorganizei as minhas unidades de armazenamento aqui. (Imagem: Mateus Mognon)
Porém, as coisas não para por aí: os requisitos para jogar com Ray Tracing no talo e com resolução 4K recomendam o uso de uma unidade de armazenamento de até 250 GB. Ou seja, se você investiu grana em um processador robusto e já está de olho em uma RTX 3080, é melhor guardar uns trocados para uma unidade de armazenamento, caso seu espaço para arquivos seja limitado atualmente.
E pode ficar maior
Diferente de jogos como Cyberpunk 2077 e Assassin’s Creed Valhalla, o novo Call of Duty não menciona o SSD como uma obrigatoriedade. Ou seja, você pode continuar no HDD guerreiro sem problema, o negócio é ter espaço de armazenamento.
A Activision ressalta que os requisitos de armazenamento pode mudar no futuro
A Nvidia ressalta que o armazenamento listado nos requisitos vale para o lançamento no PC. Ou seja, o jogo pode ficar maior, ou menor [hahaha], com o passar do tempo. A empresa também recomenda guardar um espacinho extra do armazenamento para a instalação de atualizações, assim você evita que seu SSD de 250 GB seja tomado pelo game.
Requisitos Mínimos
O hardware necessário para rodar Black Ops Cold War
Sistema operacional: Windows 7 64-Bit (SP1) ou Windows 10 64-Bit (v.1803 ou superior)
CPU: Intel Core i3-4340 ou AMD FX-6300
Memória: 8GB de RAM
Armazenamento: 50GB (somente multiplayer), 175GB (todos os modos) de HDD
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 670 / GeForce GTX 1650 ou Radeon HD 7950
DirectX: 12
Requisitos Recomendados
Para rodar o jogo em 60 quadros por segundo com todas as opções no médio
Sistema operacional: Windows 10 64 Bit (versão mais recente)
CPU: Intel Core i5-2500K ou AMD Ryzen R5 1600X
Memória: 12GB de RAM
Armazenamento: 175GB de HDD
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 970 / GTX 1660 Super ou Radeon R9 390 / AMD RX 580
DirectX: 12
Requisitos para competitivo
Para quem vai priorizar as altas taxas de quadro
Sistema operacional: Windows 10 64 Bit (versão mais recente)
CPU: Intel i7-8700K ou AMD Ryzen 1800X
Memória: 16GB de RAM
Armazenamento: 175GB HD
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1080 / RTX 3070 ou Radeon RX Vega64
DirectX: 12
Requisitos para Ray Tracing
Segundo a descrição da empresa, para rodar o jogo com Ray Tracing ligado
Sistema operacional: Windows 10 64 Bit (versão mais recente)
CPU: Intel i7-8700K ou AMD Ryzen 1800X
Memória: 16GB de RAM
Armazenamento: 175GB de HD
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 3070
DirectX: 12
Requisitos para Ray Tracing no Ultra
Para rodar o jogo em altas taxas de quadro e com gráficos no talo, incluindo Ray Tracing e 4K
Sistema operacional: Windows 10 64 Bit (versão mais recente)
CPU: Intel i9-9900K ou AMD Ryzen 3700X
Memória: 16GB de RAM
Armazenamento: 250GB de HDD
Video: NVIDIA GeForce RTX 3080
DirectX: 12
Ray Tracing pesadão?
Outro detalhe que merece atenção nos requisitos é a ausência de GPUs da série RTX 20. Até mesmo nas recomendações para Ray Tracing, a Activision listou uma RTX 3070.
Para quem não tá ligado, a RTX 3070 é a GPU mais barata da nova série da Nvidia, mas também não economiza na performance. A placa de vídeo é mais potente que a RTX 2080 Ti, o produto top de linha da Nvidia nos últimos dois anos.
Com isso em mente, ou o Ray Tracing do novo COD será bem pesadão, ou estamos vendo uma campanha de marketing mascarada para incentivar o uso das novas RTX. Logo, o negócio é esperar por testes no lançamento para saber quais GPUs realmente aguentam o traçado de raios em tempo real no game.
Call of Duty Black Ops Cold War será lançado com sombras e oclusão de ambiente com Ray Tracing da Nvidia, além de suporte para DLSS 2.0. O jogo também contará com traçado de raios em tempo real nos consoles de nova geração, mas ainda não temos muitos detalhes sobre o assunto.
O novo Call of Duty será lançado em 13 de novembro no PC e consoles. O título contará com crossplay desde o lançamento, seguindo a tendência do bem-sucedido, e também problemático, Modern Warfare de 2019.
O Xbox Series X tem um formato retangular de 15,1 cm de largura, 15,1 cm de espessura e 30,1 cm de altura. Qualquer pessoa consegue essas medidas no Google, mas, de vez em quando, fica difícil visualizar o tamanho do console usando apenas as medidas.
Até mesmo a Microsoft já tentou facilitar a visualização do produto usando uma geladeira para que o público tenha ideia do tamanho do console. Como o Jornal dos Jogos teve a sorte de receber um Xbox Series X antecipadamente e só pode falar sobre o design do produto no momento, resolvemos comparar o dispositivo com objetos que você possivelmente tem em casa.
A brincadeira pode te ajudar a saber as dimensões do Xbox Series X, que pesa cerca de 4,5 Kg. Além disso, também colocamos o produto lado a lado com consoles da atual geração e os computadores que temos por aqui.
Xbox Series X contra consoles e PC
O Xbox Series X parece um bebê perto do NZXT H440
O gabinete mid tower possui cerca de 50 cm de altura, além de 20 de largura
Aqui está o Xbox Series X ao lado de um notebook Acer VX5 de 15,6 polegadas
O Xbox One original é mais alto que o Series X quando utilizado em pé
PS4 Slim, Xbox Series X e Xbox One Fat
O Xbox Series X ocupa mais espaço quando deitado
O PS4 Slim é consideravelmente mais fino que o Series X
Porém, o console da Sony é quase da mesma altura que o Xbox Series X em pé
Xbox Series X contra objetos brasileiros
O Xbox Series X ao lado do prato mais famoso do Brasil
Uma caixa de leite.
Seguindo na cozinha, uma embalagem com uma dúzia de ovos
O Xbox Series X tem praticamente a mesma altura da caixa de sabão em pó Omo tamanho família de 2,2 Kg. Por outro lado, é quase duas vezes mais grosso.
A altura do console também é bem próxima do pacote de 170 gramas de Cheetos Onda
Xbox Series X ao lado de uma cuia de chimarrão
Para os sulistas de plantão, uma lata de Polar ao lado do console da Microsoft
Sabe aquela garrafa de espumante que você ganhou e nunca abriu? É praticamente da mesma altura que o Series X
A garrafa de Coca-Cola de 2 litros é mais alta que o console
O Xbox Series X será lançado no Brasil em 10 de novembro e traremos, nos próximos dias, mais informações sobre o console e seu desempenho em jogos. Recentemente, a Microsoft cortou o preço do produto no Brasil e agora ele está custando R$ 4.599.
Os fãs do Xbox terão que desembolsar menos dinheiro para entrar na nova geração. A Microsoft anunciou uma redução nos preços do Xbox Series X e Xbox Series S no Brasil. As quedas chegam a até R$ 400 e aconteceram por causa da baixa no IPI que foi aprovada recentemente pelo governo, segundo a Microsoft.
O Xbox Series X chegou ao Brasil custando R$ 4.999, mas agora será vendido por R$ 4.599. Já o Series S ficou R$ 200 mais barato e teve seu preço reduzido de R$ 2.999 para R$ 2.799.
Preço atualizado dos consoles da Microsoft no Brasil. (Imagem: Xbox Brasil/Divulgação)
Xbox Series X: R$ 4.599
Xbox Series S: R$ 2.799
O Xbox Series X e S estão em pré-venda desde setembro no Brasil. Os fãs que compraram os videogames com preço de R$ 4.999 e R$ 2.999 não precisam se preocupar: a Microsoft disse que é possível obter reembolso do dinheiro. A companhia recomenda entrar em contato com o varejista responsável pela compra.
Você pode conferir todos as lojas parceiras da Microsoft que vendem o Xbox Series S e X no Brasil por meio desta página.
E o PS5, vai reduzir?
Além de ser benéfica para os fãs que já escolheram o Xbox como plataforma de nova geração, a redução dá uma bela pressionada na maior concorrente, a Sony. Com os novos preços, o Xbox Series X agora é mais barato que o PS5 e está encostado no PlayStation 5 Digital Edition, que deixa de lado o leitor de discos para entregar o preço de R$ 4.499.
Ao usar a carta da redução de IPI, Microsoft joga a bola para a Sony diminuir os preços do PS5. Será que a empresa vai fazer isso?
A mudança de preço também deixa o Xbox Series S na cola dos consoles mais potentes da geração atual, o Xbox One X e PS4 Pro. Com o preço de R$ 2.799, o produto se torna uma opção atraente para quem está em busca de um console e não tem tanta grana para gastar.
A Microsoft disse que a redução de impostos aprovada recentemente foi o motivo para a redução nos preços dos consoles. Logo, a expectativa é que a Sony também altere os preços do PS5 e PlayStation 5 Digital Edition. A empresa não comentou oficialmente sobre o assunto até o momento.
Ao usar o IPI como justificativa, a Microsoft deixa no ar que a Sony também deve reduzir o preço de seus consoles. Agora, resta esperar o movimento da rival.
Estamos com o Xbox Series X!
Para quem está ansioso por mais novidades sobre a nova geração, fique ligado no Jornal dos Jogos! Além de cobrirmos a chegada dos novos consoles via notícias e artigos, nós recebemos um Xbox Series X da Xbox Brasil!
Em breve traremos uma análise completa e mais detalhes sobre o principal console de nova geração da Xbox. Para ficar por dentro de todas as novidades, siga o Jornal dos Jogos no Twitter e nos recém-criados Instagram e Facebook. Assine também a nossa newsletter para receber o nosso jornal de games por e-mail!
Você lembra o que estava fazendo há oito anos? A AMD, nesta mesma época em 2012, estava estudando vender a sua sede para conseguir dinheiro e não falir. O processo foi confirmado em 2013 e a empresa teve que “alugar sua própria casa” para ter grana suficiente para se manter no mercado.
Ao lembrar de situações como essa, fica difícil acreditar que a AMD, atualmente, é a empresa que está concorrendo frente a frente com gigantes renomadas como Intel e Nvidia. Durante o mês de outubro, a empresa liderada pela brilhante Lisa Su, eleita CEO do ano em 2019, mostrou que não está para brincadeira.
Ainda nessa semana, a AMD desembolsou US$ 35 bilhões para comprar a Xilinx. Você possivelmente nunca ouviu falar dessa empresa, mas a aquisição garante uma grande presença da AMD no mercado de chips personalizados e expande ainda mais o alcance da firma, que está crescendo no setor de processadores e placas de vídeo para games.
Na primeira semana de outubro, a firma revelou a linha de processadores Ryzen 5000, que é a primeira baseada na arquitetura Zen 3. Após o lançamento dos chips Zen2, que já colocaram medo na Intel, a nova série consolida a marca como uma opção de CPU de ponta para games, trazendo inclusive preços que estão ao nível dos valores cobrados pela concorrente. A empresa deixou de ser a “underdog” do mercado para se igualar a sua maior rival.
Já no dia 28 de outubro, tivemos um vislumbre das placas de vídeo RX 6000, baseadas na arquitetura RDNA 2, mesma utilizada no PS5 e Xbox Series X e S. Enquanto a briga com a Intel já está aquecida há anos, as novas placas de vídeo mostram que a firma também tem forças para se destacar no mercado de GPUs e finalmente tirar uma fatia de mercado da Nvidia.
Alcançando a rival
Chegamos a um ponto em que a AMD zoa as placas da Nvidia por serem maiores e consumirem mais energia.
Quando a Nvidia anunciou a série RTX 30 com um salto considerável de performance, os rumores sobre a geração RX 6000 ainda apontavam que a AMD lançaria placas de vídeo para competir com a RTX 2080 Ti, antiga top de linha do lado verde da força. Eu mesmo pensava que o máximo que teríamos era uma extensão do que temos hoje: a AMD brigando na parte de baixo da tabela das GPUs, nos segmentos de entrada e intermediário. E definitivamente não foi isso que aconteceu.
A AMD fechou seu evento mostrando a RX 6900 XT, que, em tese, é capaz de brigar com a poderosa RTX 3090, com um tamanho menor e consumindo menos energia. Os benchmarks divulgados pela fabricante mostram a placa de vídeo alcançando e até batendo a gigantesca GPU em alguns games, o que já é bastante promissor.
Utilizando as novas firulas da AMD, como o overclock Rage Mode, a RX 6900 XT alcança o poder bruto da RTX 3090
Além da RX 6900 XT, a empresa também revelou a RX 8600 XT e a RX 8600, que competem com GPUs acima da RTX 3070 e são capazes de segurar 4K e 60 quadros por segundo (!!!!!). Para se ter uma ideia do quão grande é isso, as placas da geração atual da AMD atuam no mercado intermediário e lutam para ganhar espaço contra GPUs ao nível da RTX 2070 Super.
E o Ray Tracing?
É importante ressaltar, porém, que a AMD não mostrou testes com uma tecnologia importante: o Ray Tracing. Todos os benchmarks que colocam as placas de vídeo da empresa para brigar com GPUs Nvidia tratam apenas da força bruta, sem mencionar o desempenho das novas RX com traçado de raios. Ao que tudo indica, a empresa ainda está evoluindo sua técnica de traçado de raios e ainda deve apanhar para a rival nesse aspecto por um tempo.
A parte interessante, porém, é que a AMD está correndo atrás do prejuízo. Segundo o The Verge, a fabricante já está testando uma tecnologia para brigar com o DLSS. Para quem não tá ligado, o “Deep Learning Super Sampling” é o milagre da Nvidia para rodar jogos em 4K e 60 fps com Ray Tracing.
Além disso, a empresa também apresentou outras firulas para enriquecer o ecossistema das placas de vídeo Radeon. Uma das tecnologias que acompanha as RX 6000 promete ganhos de até 30% de desempenho quando a placa de vídeo é pareada com um processador AMD Ryzen da linha 5000.
Além disso, a empresa está criando um sistema que segue os moldes do Nvidia Reflex e promete entregar jogos com menos latência, mas em um padrão aberto e mais acessível. Inclusive, o “DLSS da AMD” também será open source e deve aparecer até mesmo em consoles.
Unir um processador Ryzen 5000 com uma placa da nova geração da AMD garantirá ganhos de desempenho, segundo a empresa
Fora isso, também temos as melhorias trazidas na arquitetura RDNA 2. A tecnologia é 30% mais eficiente que a primeira geração RDNA e suporta frequências até 30% mais altas. A AMD também revelou a tecnologia Infinity Cache, que usa um armazenamento extra para dar um up de performance na GPU, e também o Rage Mode, um overclock que promete ser tão de boas que qualquer um vai conseguir operar.
Mesmo com tudo isso, ainda é cedo para cravar que a AMD roubará o trono de Intel ou Nvidia. Ainda assim, temos um cenário interessante para o mercado, já que a competição está apertando tanto nos processadores quanto nas placas de vídeo. Além disso, a AMD é a primeira a oferecer dois componentes para games de alto desempenho com vantagens na compra conjunta, algo que pode mudar no decorrer de 2021 com a chegada das GPUs gamer da Intel.
A AMD ainda não dá uma “surra de performance” em suas concorrentes e isso pode decepcionar alguns fãs. Porém, é importante lembrar que estamos falando de uma empresa que esteve em processo de falência há menos de 10 anos. Protagonizar uma virada tecnológica desse nível tão rápido é algo que merece reconhecimento, agora é esperar para ver se Lisa Su consegue manter o ritmo.
Em entrevista para o portal Game Reactor, o líder da divisão Xbox na Microsoft, Phil Spencer, comentou que todos os exclusivos do Xbox também serão levados ao PC. Em um modelo de negócios inédito e com a intenção de fechar mais aquisições grandiosas, o PC terá importante papel na construção do ecossistema Xbox.
“Se nós lançarmos um jogo first-party, ele eventualmente chegará ao PC”, comentou Phil Spencer durante a entrevista. Ao ser questionado sobre sua relação com outras plataformas, incluindo o Switch, o líder da divisão foi categórico: “meu objetivo é fazer jogos que podem ser jogados pelo máximo de pessoas possível”.
Gears 5 foi um dos pioneiros da nova estratégia e lançou no Xbox, Steam e Xbox Game Pass para PC e console no mesmo dia. (Fonte: Microsoft/Reprodução)
A atual estratégia da marca Xbox, segundo Phil, é expandir o alcance artístico do Xbox Game Studios. Em um freio ao comentário anterior, ele alerta que podem adotar estratégias de lançamentos assíncronos para impulsionar a venda de hardware, mas isso não impediria a chegada dos títulos aos PCs, seja através da Microsoft Store ou Steam.
E os exclusivos?
Segundo Phil, levar exclusivos para outras plataformas pode ser utilizado como ferramenta de marketing para impulsionar a compra de consoles; ao passo que existem indícios de que essa estratégia causa o efeito contrário, levando jogadores para o PC. “Eles funcionam? Existem dados que dizem que sim e dados que dizem que não”, ressalta o executivo.
“A empolgação por jogar é maior que a expectativa por exclusivos”
Phil Spencer
Para ele, a “empolgação por jogar” é maior que a “expectativa por exclusivos”, e mencionou a pandemia de covid-19 como um grande catalisador para esse mercado, devido às recomendações de isolamento social e quarentena. “Eles (os games exclusivos) são poderosas ferramentas de marketing e podem levar para grandes jogos; mas na perspectiva geral, não seria melhor que mais pessoas pudessem aproveitar os games no nosso ecossistema?”, questionou Spencer.
Aquisição da Bethesda não resultará em perdas para os players de PC. (Fonte: Microsoft/Reprodução)
Ciente de que essa política impacta negativamente na venda de consoles e acessórios, Phil ainda defende a estratégia e considera, de forma legítima, o PC como integrante do ecossistema Xbox. Ele afirma que está contente com os jogos que estão sendo desenvolvidos pela Xbox Game Studios e se diz confortável com o futuro desses jogos no PC.
Xbox Game Pass como uma religião
Finalmente saindo da fase Beta para PC, o Xbox Game Pass tomou proporções enormes para a Microsoft e é tratado como um dos principais produtos da companhia. Ao ser perguntado sobre uma possível presença do Game Pass para PlayStation ou Nintendo Switch, Phil Spencer esquivou, mas levantou as demais possibilidades:
(Fonte: Igor Almenara/Reprodução)
“Para nós, é algo sobre prioridade e alcançar mais jogadores. Por isso, fomos para o PC depois do Xbox, porque há muitos jogadores lá, internacionalmente, que não possuem Xbox, e que poderíamos atingir. Posteriormente, fomos para o mobile, já que há um bilhão de celulares Android no planeta. […] Ainda temos que ir atrás do iOS, vamos chegar lá em algum momento. Há também as smart TVs, Chromebooks, Amazon Fire TV. Todas as discussões que tivermos serão pautadas no possível alcance de novos jogadores. […] Honestamente, amo o Switch e o PlayStation, eles fizeram um ótimo trabalho como parte da indústria; mas não tenho certeza de que eles compõem a próxima grande base de usuários para nós, mas ainda estamos abertos para diálogos”.
Vale lembrar que recentemente Phil Spencer mencionou a possível chegada de um “Xbox Stick” para levar a gameplay por streaming do xCloud para TVs, nos mesmos moldes do Chromecast para o Stadia. Considerando o frescor e a recorrência dos comentários do líder da divisão em relação à inclusão das TVs ao ecossistema, podemos aguardá-la como “próxima grande novidade” para o Xbox.
Gerações “mais curtas”
Ciente de que os ciclos no PC são mais curtos, Phil Spencer reconhece que incluir a plataforma ao ecossistema implica em “gerações mais curtas”. O PC evolui constantemente, com lançamentos de CPUs e GPUs acontecendo em intervalos bem curtos, nas mais variadas faixas de preço e isso pode acelerar o lançamento de novos aparelhos Xbox.
“Eu não acho que teremos um mundo onde o ciclo dos consoles imita o que vemos nas placas de vídeo, onde parece que a cada ano há algo novo. […] O console você quer que seja colocado na sala, abaixo da TV e quer que ele funcione. […] Talvez, o ciclo irá aprimorar um pouco, quando comparado com os anos anteriores. Nós ainda estamos dando suporte para o Xbox One. […] Nós da indústria podemos nos perder nessa de ‘novo, novo, novo’, mas ainda temos muitos consumidores que estão felizes com seu Xbox One comprado no lançamento, e queremos que eles continuem felizes pelos próximos anos.”, comentou.
A existência do Xbox One X sinaliza a tendência de gerações mais curtas ou “aprimoramentos” no meio da geração. (Fonte: Microsoft/Reprodução)
Em termos de desenvolvimento, Phil Spencer pensa num sistema que desafogue os desenvolvedores e agilize o processo de aprendizado de estruturas através do GameCore, componente subjacente do Windows Core OS, o projeto da Microsoft para futuras iterações do Windows 10 e suas variantes. Com ele, o desenvolvedor poderia, supostamente, “programar e executar de qualquer lugar”, proporcionando uma relação mais próxima entre o Xbox e PC.
É 2020, a imensa maioria de voos internacionais foram cancelados devido à pandemia; passagens foram reagendadas, o turismo mundial enfrenta uma crise sem precedentes por causa do isolamento social e políticas públicas. Do outro lado, os turistas de plantão enfrentam uma única saudade: viajar.
Microsoft Flight Simulator 2020 cumpre um bom papel ao levar pessoas para vários destinos do mundo, com representações reais e em proporção 1:1, praticamente recriando uma Terra digital. Ainda assim, nos tripulantes regulares de voos internacionais, não é a experiência de pilotar que criou a saudade em seus corações, mas a de vivenciar a viagem — e, muitas vezes, ter a experiência de trafegar até o destino, algo que comumente é feito em aviões.
(Igor Almenara/Reprodução)
Aí entra o Airplane Mode, o “simulador de voo” onde você não figura como o piloto, mas como passageiro da classe econômica. O game garante uma “experiência imersiva” de longas viagens, onde tudo acontece em tempo real: desde o momento que o avião manobra entre pistas, até o pouso — e isso tudo com bastante fidelidade.
Gameplay interessante (é sério)
A começar pela minha surpresa, Airplane Mode é inesperadamente “divertido” (aspas para ressaltar a peculiaridade do sentimento). À primeira vista, o game não me surpreendeu: a ausência de tutoriais, controles simplificados ao clique e o ponteiro do mouse me deixaram ressabiado. “É só mais um simulador genérico”, pensei.
Daí, as coisas começaram a me deixar desconfiado. Tive poucas experiências com voos, tampouco viajei para fora do nosso grande Brasil, mas Airplane Mode replicava a rotina de voo com precisão logo de início. Já sentado na cadeira, a aeromoça solicitou que eu apertasse os cintos e uma comissária de bordo abriu o microfone para os avisos iniciais de voo — calmamente, e com todas as conhecidas frases de segurança, avisos e orientações.
Os avisos iniciais envolvem até vídeos reproduzidos no centro de mídia de cada assento, seguidos de um comunicado breve do piloto, que conta a previsão de chegada e finaliza desejando boa viagem para todos. Então, finalmente estalou que Airplane Mode é, sem dúvidas, uma representação precisa de uma viagem.
O EAD se mistura com o trabalho home office em Airplane Mode. (Igor Almenara/Reprodução)
Modos de jogo
Assim que aberto, o game dispensa maiores apresentações e te lança diretamente para o menu principal. Sóbria, a tela apresenta dois modos de jogo: de Halifax, Canadá (YHZ) até Nova Iorque, Estados Unidos (JFK), uma viagem com duração de 2 horas e 35 minutos; e de Nova Iorque, Estados Unidos (JFK), até Reykjavik, na Islândia (KEF), uma viagem com duração precisa de 5 horas e 45 minutos.
(Igor Almenara/Reprodução)
E não se engane: a duração das viagens é, precisamente, a duração da sessão de jogo, simulado nos mínimos detalhes. Felizmente o título oferece alguns métodos de “fast travel”, que falarei mais a frente nas atividades disponíveis como passageiro.
Na mesma tela, o jogo dispõe as configurações de vídeo. Basicamente, elas se resumem a “low”, “medium” e “high”, sem fornecer detalhes sobre cada uma das opções. Ao lado, a resolução desejada para renderização, e só.
Selecionado o voo, tudo começa.
Eu sou um passageiro, eu rodo sem parar
Leva um tempo para desvendar que os controles se resumem ao mouse. Aprender como ele funciona é uma tarefa fácil, mas não significa que sejam responsivos. Eles apresentam inconsistências em várias ocasiões e você vai errar o comando repetidas vezes.
É um simulador construído sem capricho, atendendo o mínimo possível para ser chamado de jogo.
Graficamente, Airplane Mode não impressiona. O visual é datado, as texturas são pouco definidas e sem brilho, nada é rico em detalhes, mas o que é apresentado já é o suficiente para criar a atmosfera de jogo. A frente do jogador, um monitor com controle remoto; ao lado, passageiros da mesma viagem que se movem em coreografias repetidas e sem muita expressividade. O mesmo acontece com as aeromoças.
A aeronave se prepara para decolar e começa voo, evento deveras turbulento e que te atrapalha ao clicar nos itens. Abaixo do banco está a bolsa de mão do passageiro, contendo os itens mais interessantes da viagem: um livro (totalmente em inglês), um caderno de folhas quadriculadas, uma caneta, remédios para dormir e um cabo USB para recarregar o celular. O smartphone fica junto da revista, saquinho para vômito e guia para emergências.
Nesses itens estão os maiores passatempos para o passageiro. A revista é recheada de conteúdo (que aparentemente não varia), com Sudoku e palavras-cruzadas — tudo em inglês. É possível jogar e rabiscar a revista com a caneta, que oferece precisão sem igual com o mouse; da mesma forma, dá para desenhar no caderno e detonar o livro.
As atividades são as mesmas para os diferentes voos, e na primeira viagem já te largam na mesmice.
A mala também inclui fones de ouvido Bluetooth que podem ser pareados ao celular ou ao monitor para consumir filmes, uma seleção de músicas ou podcasts. Do celular, é possível acessar o programa de milhas, pegar informações sobre a viagem, acessar as configurações do jogo e tirar fotos, ferramentas indispensáveis para o turista.
A galeria é uma seleção imensa de fotos de gatinhos. (Igor Almenara/Reprodução)
Eventualmente, uma aeromoça começará a servir as refeições, e cabe ao passageiro selecioná-las no menu do centro de mídia através do controle ou clicando diretamente nas opções. Elas variam para cada tipo de voo e podem ser simples refrigerantes, ou refeições completas, que você pode “comer” clicando neles e entregando o lixo para a comissão, bem como faria numa viagem real.
O display oferece um catálogo de 3 filmes em preto e branco e uma animação protagonizada por Perna Longa, dos Looney Toones. Nesse mesmo menu, há também os jogos: o clássico Paciência e Blackjack, todos jogáveis a partir do clique na tela. Não é algo lá muito atrativo, mas é o suficiente para proporcionar a experiência de viajar, mesmo que de forma limitada. É parear os fones com o display, reclinar (levemente) os bancos e aproveitar.
Além de não permitir erros, o gabarito está incompleto. (Igor Almenara/Reprodução)
Se tudo isso já tiver te levado ao tédio, mas ainda assim você quiser finalizar a viagem, é possível tomar os remédios para dormir — seja uma só pílula ou toda a cartela. Minutos depois, o personagem cai no sono, simulado por uma tela preta, acordando horas depois, variando esse tempo de acordo com a quantidade de unidades ingeridas.
Performance no PC e inconvenientes
O setup onde o game foi testado é composto por um Ryzen 5 3600, combinado com 16 GB de RAM e uma Nvidia RTX 2060 Super (uma baita máquina, convenhamos). O game rodou bem e alcançou altíssima taxa de quadros, diferente do que rola em Flight Simulator. Porém, o PC precisou habilitar todas as fans para garantir o resfriamento da máquina, o que dá um toque de realismo e simula o barulho das turbinas de um avião. Em comparação, o cenário estava bem parecido com a gameplay de games AAA, mas não necessariamente entregando a mesma experiência visual.
Vale mencionar algumas outras decisões duvidosas e problemas constantes: o celular não funciona bem, chegando a travar se você exagerar demais nas tarefas e sendo bem problemático na maior parte do tempo. Além disso, o saco de vômito se recusa a voltar para o compartimento inicial se você não insistir bastante. E a pior de todas: ninguém, absolutamente ninguém, joga Sudoku ou palavras-cruzadas com caneta, devido à possibilidade de errar e não conseguir apagar.
Preferi cair no sono in-game do que cair no sono na vida real enquanto jogava. (Igor Almenara/Reprodução)
Imagino que basta mais algumas horas de gameplay para encontrar mais problemas nas viagens. Em uma ligeira pesquisa no Google, encontrei relatos de jogadores que tiveram PCs congelados, sistemas com performance sendo extraída ao máximo e outros graves problemas para um jogo desse porte. Não fui acometido por nenhum deles, mas acho que sou uma exceção.
Aleatoriedades e “fator replay”
Airplane Mode aposta firme no fator replay e na simulação real de situações de viagens. O jogo não possui qualquer tipo de controle ou seleção de eventos e, por causa disso, não deu para conferir todas as possibilidades do simulador. Nas viagens que fiz, pude vivenciar pequenas turbulências, mas o voo terminou bem e sem maiores surpresas.
O celular é o equivalente a um dos primeiros smartphone Android. (Igor Almenara/Reprodução)
Nesse quesito, Airplane Mode pode surpreender. Particularmente, não cheguei a pesquisar se o jogo pode cessar devido a um acidente, se as turbulências podem ser mais assustadoras ou se o personagem do jogador pode, de fato, passar mal. Para conferir todas essas possibilidades, é necessário destrinchar o game repetidas vezes e aproveitá-lo na integra, algo muito difícil de fazer quando o jogo é tão desinteressante que você prefere viver o cotidiano real.
Um simulador para quem?
Airplane Mode é um título vazio aos olhos do gamer padrão e me surpreenderia se figurasse como um título famoso nas plataformas de streaming, mas o título chega para atender pessoas carentes por viagem, uma categoria crescente em tempos de pandemia. Mesmo que não leve ninguém a novos países e localidades, pode ser uma forma interessante de reviver “o prazer de viajar”.
E falo isso sério. Segundo o site Engadget, a empresa First Airlines — empresa que oferece simulação de viagens em realidade virtual — viu seus ingressos de experiências virtuais crescendo em 50% desde o começo da pandemia. Então há, sim, público para esse tipo de jogo, mas é algo extremamente nichado.
(Tóquio First Airlines/Divulgação)
No fim, cabe a você decidir se vale pagar R$ 25,89 (na Steam) para ter a experiência de viajar na classe econômica, com direito a passageiros escandalosos, bebês chorões, atendimento de qualidade questionável e pouca coisa para fazer enquanto espera.
Confesso que achei o game curioso e, em poucas horas, conferi todo o conteúdo possível (sem destrinchar livros e revistas com detalhes). Em meu setup, confesso que até considerei o game imersivo e uma forma que pode suprir a ausência de viagens, pelo menos em parte, ainda que não seja feito para todo mundo.
Conclusão
Airplane Mode é um “Simulador de voo” onde você assume o papel de passageiro da classe econômica, com poucas atividades para se distrair e remédios para te ajudar a encurtar a viagem. É uma criação do estúdio AMC Games que pode satisfazer os turistas de plantão que tiveram seus itinerários cancelados pela pandemia, mas nada além disso. Se este não for seu caso, o tédio te alcançará rapidamente e o jogo se tornará apenas uma piada que custa cerca de R$ 25.
O lançamento do PlayStation 5 e Xbox Series X/S está no horizonte e os consoles chegarão acompanhados de lançamentos como Cyberpunk 2077 e Assassin’s Creed Valhalla. O mês de novembro promete ser um dos mais movimentados no mundo dos games, mas um esquenta para tudo que está por vir já rolou agora em outubro.
PlayStation e Xbox fizeram movimentos para levantar a bola de seus consoles e chamar a atenção dos consumidores nas últimas semanas. Até mesmo a Ubisoft deu uma mexida em seus negócios para comportar a next-gen. No lado verde da força, também rolou uma treta imensa e que definitivamente não pegou bem para a marca da Microsoft no Brasil.
Em relação aos games, o destaque fica para o financiamento coletivo: os projetos Fobia e Ordem Paranormal brilharam no Catarse, mostrando um futuro promissor para os jogos de terror feitos no Brasil.
Enquanto novembro não chega, confira aqui no Jornal dos Jogos como anda a “pré-temporada” para a nova geração de consoles.
As armas da PlayStation
Quem acompanha o Jornal dos Jogos com certeza já viu nossos artigos falando sobre o PlayStation 5 e PS5 Digital Edition. Enquanto nós abordamos aspectos técnicos e mercadológicos dos consoles, a Sony revelou recentemente mais detalhes sobre a experiência que os usuários terão com o console.
Interface revelada Em uma publicação no Youtube, a empresa japonesa apresentou o rosto do PS5, que traz grandes evoluções em relação ao que temos no PS4. O console trará um sistema mais inteligente, que até dará dicas para o jogador, e a PS Store integrada, garantindo mais velocidade no uso.
Fan inteligente Além da interface, a Sony também promete que a ventoínha de resfriamento do PS5 será “smart”. A empresa lançará atualizações para otimizar o uso do fan com base nos jogos rodados. Ou seja, a exepectativa é que o resfriamento melhore a longo prazo.
Além dos games A fabricante do PS5 revelou quais serão os serviços de streaming que estarão no console de nova geração. Logo no lançamento, será possível baixar e rodar Netflix, Apple Disney Plus, Spotify, Twitch e Youtube. Mais plataformas chegam futuramente, incluindo Prime Video (assistam Borat 2!).
DualSense da galera O controle do PS5 e a caixa do console de nova geração começaram a aparecer em publicações na internet recentemente. Enquanto o visual da embalagem já é bem conhecido, o DualSense foi visto em ação contínua num vídeo… com o Microsoft xCloud. Pensa num casamento inesperado.
Imagem que explode a cabeça de fanboys
O preço de ser um samurai Na metade de outubro, a Sony também aumentou o preço de Ghost of Tsushima na PS Store, de R$ 279 para R$ 299. Enquanto o motivo do aumento possivelmente é o dólar, que também deixará a versão física de Cyberpunk 2077 mais cara, o timing é o que mais chama a atenção: o reajuste aconteceu bem no lançamento de Legends, o modo multiplayer gratuito do game. Que coincidência inoportuna.
De cara nova Falando em preços, vale a pena ressaltar que a PlayStation Store foi atualizada com um novo visual. A loja agora traz um design em braco e que é mais limpo, combinando com os padrões do PlayStation 5. Como usuário da versão web da plataforma, atesto: ficou beeeem melhor.
Polêmica Em uma atualização recente de firmware, a Sony também lançou um recurso capaz de gravar conversas em chats no PlayStation 4. A função estará disponível no PS5 e os jogadores poderão enviar os arquivos de voz para a empresa “aprimorar a moderação”. A companhia disse que será bem transparente sobre as gravações, mas uma galera está preocupada com a possível invasão de privacidade causada pela função. Tenso, my friends.
O lado verde da força
A Microsoft também apresentou grandes novidades para o Xbox em outubro, incluindo a interface de usuário que estará presente no Xbox Series X e Xbox Series S. Além disso, também temos a data de lançamento dos consoles no nosso país, aka 10 de novembro, e mais uma treta das brabas que foi protagonizada pela Xbox Brasil.
Novo rosto do Xbox A Microsoft não só apresentou a nova interface de usuário do Xbox, mas também já liberou a nova UI. O novo padrão de design será adotado em todos os produtos da marca e já pode ser visto no Xbox One e apps para Android e iOS. Ao que parece, “integração” é o rolê da empresa para a nova geração, mas alguns recursos, como certas animações, só estarão disponíveis na nova geração. Um tour completo pode ser assistido aqui (em 4K e com legendas)
Servidor caseiro A interface atualizada também veio acompanhada do recurso Remote Play para Android e iOS. Com a novidade, você pode transmitir os jogos instalados no Xbox One (e futuramente do Series S e X) para o celular. A função também está disponível no PC e até permite realizar o sonho de “rodar” Red Dead 1 no computador.
Jogando no celular Além do streaming para smartphones e tablets, a Xbox também expandiu o suporte para jogos com controles direto na tela. Agora, mais dez jogos podem ser aproveitados sem a necessidade de um controle, incluindo Tell Me Why. O investimento reforça a atenção da empresa com o Game Pass, que já está no Android e deve chegar para mais plataformas em breve.
Direto na TV O Game Pass/xCloud supostamente chegará ao iOS em 2021, mas tem mais coisa vindo por aí. A Microsoft pode ir além do mobile e até mesmo brigar com o Chromecast futuramente. Phil Spencer levantou a ideia de lançar um “TV Stick” baratinho para rodar jogos via nuvem na TV. É por essas e outras que o executivo diz que possui plataformas suficientes e “não precisa do PS5” para vender jogos da Bethesda.
Xbox Series Kitchen
A Microsoft também estendeu a linha Xbox para os eletrodomésticos. A companhia levou o meme da aparência do Xbox Series X ao pé da letra e lançou uma geladeira com o design do console. A empresa produziu apenas três unidades do refrigerado dispositivo e uma delas está com Snoop Dogg, que é um fã de verdade e até critica a marca quando necessário. Gostamos da brincadeira, mas faltou uma tela na geladeir para dar suporte ao xCloud.
Data de lançamento! Nesta semana, a Xbox Brasil também divulgou quando você verá o Xbox Series X e S nas prateleiras das lojas no Brasil. A divisão brazuka conseguirá acompanhar o lançamento global e os consoles chegarão por aqui em 10 de novembro, dia que também marca a integração do EA Play com o Game Pass. Não tem Xbox All Access, mas aqui é Brasil e quase toda loja parcela o que você quiser em dezenas de vezes sem juros.
Que papelão Em 16 de outubro, a Microsoft demitiu Isadora Basile, que esteve a frente do canal Xbox Brasil por apenas um mês. Por meio do Twitter, a influenciadora disse que os motivos para o desligamento foram os contantes ataques e ameaças online [vindos de fanboys fervorosos e com claras tendências machistas].
A empresa deu respostas diferentes sobre o assunto e deixou a polêmica ainda mais nebulosa. De qualquer forma, está claro que a Xbox Brasil poderia ter dado mais apoio para a funcionária durante os ataques sofridos em serviço e também formulado uma melhor estratégia de comunicação. Afinal, a marca já tem um histórico com fãs chatos e anda repercutindo com frequência no exterior por causa desses deslizes. Para se aprofundar no assunto, recomendo dar uma lida nesses textos de Wargner Wakka e Arthur Pieri.
Pra não perder a carteirinha gamer
Tocando o terror O youtuber Cellbit anunciou um jogo de terror chamado Ordem Paranormal: Enigma do Medo e quebrou a plataforma Catarse — literalmente, o site caiu. O projeto é inspirado em uma série de RPGs de sucesso do produtor de conteúdo e precisou de apenas uma semana para arrecadar R$ 2 milhões. Detalhe: cerca de 90% dos apoiadores nunca tinham ajudado outro projeto na plataforma de financiamento coletivo, que agora está no radar de mais gente.
E o Fobia?
O sucesso da campanha de Ordem Paranormal também ajudou outro projeto que curtimos aqui no Jornal dos Jogos: o jogo de terror Fobia. O indie ficou em financiamento até ontem (25) e arrecadou mais de R$ 81 mil. Se você está ansioso para ver o que a galera da Pulsatrix está aprontando, uma demonstração já está disponível de graça no PC.
Brasil em Cyberpunk 2077 Além de brilhar no financiamento coletivo, o Brasil também estará presente em Cyberpunk 2077. O pessoal do Jovem Nerd revelou que o palhaço Ozob estará presente no jogo como um mercenário. O personagem até terá dublagem de seu criador, Azaghal, na versão brasileira do game, que chega em 19 de novembro.
Adeus, Uplay
A Ubisoft anunciou que fundirá dois de seus aplicativos, a Uplay e o Club, para formar um novo megazord chamado Ubisoft Connect. O programa será a central dos jogos da empresa no PC, contará com recompensas para usuários e também suporte para progresso compartilhado. Assim, seus saves e conteúdos nos Assassin’s Creeds da vida serão totalmente independentes das plataformas. Noice!
Nada de RTX 30 Para a galera do PC que está com a grana pronta para uma placa da série RTX 30, temos péssimas notícias. Meus parças do Adrenaline conversaram com fornecedores e a situação não está fácil: a tendência é que as GPUs só comecem a aparecer de maneira abrangente no mercado a partir do fim do ano. A parte boa? Dá pra ir guardando mais dinheiro, evitar preços inflados de lançamento e esperar o movimento da AMD, que apresentará a Big Navi no dia 28 de outubro.
O lugar das promoções e jogos gratuitos
Jogos de teror na Epic Games: se você está na vibe do Halloween, a loja do PC está dando Costume Quest 2 e Layers of Fear 2 até 29 de outubro. Na quinta, a empresa começa a distribuir gratuitamente Blair Witch e um jogo dos Caça-Fantasmas. Tem vários descontos rolando também, vale a pena dar uma passada por lá.
Warzone de terror: Call of Duty Modern Warfare completou um ano e recebeu um grande evento inspirado no Dia das Bruxas. O modo gratuito Warzone está com temática de Halloween até dia 2 de novembro, com direito a zumbis e vilões do cinema. Diversão garantida em galera, se o PC de alguém não der problema.
Reforços no Game Pass: a Microsoft continua reforçando o lineup do Game Pass: o catálogo recebeu nesta semana o jogo Rainbow Six Siege, um dos maiores sucessos da Ubisoft atualmente. A empresa também trouxe Dishonored 2 de volta para a plataforma, algo que era esperado por motivos de compra bilionária da Bethesda.
Promoção na PS Store: para quem curte jogos digitais e tem um PS4, vale a pena dar uma passada na PlayStation Store. Além de estar de cara nova, a loja iniciou uma promoção de Halloween com descontos de até 60%. Lembrando que o PS5 terá uma retrocompatibilidade bem abrangente com o console atual, logo, também dá pra “fazer um rancho” pensando na nova geração.
Na vibe de Kafka: para quem busca um jogo diferentão, a dica de hoje é Methamorphosis. Disponível na Steam, o game possui uma demonstração gratuita e custa menos de R$ 50. A história? Você está em um dia meio Franz Kafka e acorda no corpo de uma barata. Com visão em primeira pessoa (ou inseto?), o título te convida a ver a vida pelos olhos do invertebrado e descobrir um mundo desconhecido pelos humanos.
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O poderoso líder da divisão Xbox da Microsoft, Phil Spencer, afirmou em entrevista que a companhia pretende lançar um “streaming stick” — nos moldes do Amazon Fire TV Stick e Google Chromecast — para levar a gameplay do xCloud e Xbox Game Pass para a TV por streaming. Com isso, em, tese, você nem precisará de um console para acessar os jogos da assinatura.
A revelação foi feita através de uma entrevista para o site Stratechery. Spencer discutiu o potencial de lançar produtos para várias faixas de preço, além das atuais alternativas — em breve, a empresa lançará o Xbox Series X e Series S. Segundo o executivo, o suposto “Xbox Stick” chegaria em algum momento do futuro, considerando que já está nos planos da companhia.
“Eu acho que você verá hardware ainda mais barato como parte de nosso ecossistema”, respondeu Phil Spencer. “Você pode nos imaginar com algo que apenas incluímos à assinatura do Game Pass que te garante a capacidade de transmitir jogos do xCloud pela sua televisão e comprando apenas o controle”, complementou.
Os consoles de nova geração podem não ser os únicos dispositivos com a marca Xbox no futuro.
Não é difícil associar esse comentário aos atuais dongles ou sticks para TV. O Chromecast já comprovou que é possível levar uma experiência robusta de gameplay através desses gadgets — no caso da Google, pelo Stadia. Ao lançar um dispositivo semelhante, o Xbox estaria ainda mais próximo de atingir seu objetivo de “alcançar todas as faixas de preço” e levar o ecossistema Xbox para “qualquer bolso”.
Do fundo do baú
Além de estar de acordo com a proposta da Microsoft, o Xbox Stick não é uma novidade dentro da companhia. Em 2016, a gigante já preparava dispositivos de streaming para seus consoles, mas o então conhecido Xbox TV foi cancelado sem maiores explicações.
Na época, o mercado e a mídia especulavam que o Xbox TV chegaria por US$ 99, mas pouco foi revelado ou descoberto sobre o dispositivo. Além disso, a ideia de “gaming por streaming” não tinha espaço no mercado e a Microsoft estava nos primeiros passos do que se tornaria o Azure, enorme projeto de infraestrutura de servidores internacional elaborado pela companhia.
“Em 2016, streaming de games era somente uma ideia, e a Microsoft ainda estava evoluindo o Azure.”
Ainda assim, essa impossibilidade não impedia a Microsoft de vislumbrar as amplas possibilidades proporcionadas por uma robusta infraestrutura de rede do futuro. Como o site The Vergerelembra, a gigante já estudava a tecnologia e conceituava o que conhecemos hoje como games por streaming desde 2013.
Como descreve o site, fontes próximas contaram que oficiais da Microsoft demonstraram um protótipo do serviço em uma reunião interna. Os executivos apresentaram uma gameplay de Halo 4 direto de um Windows Phone e um PC, mas renderizado em servidores remotos.
Atualmente, o serviço xCloud já oferece uma experiência nesses moldes. A plataforma utiliza servidores em nuvem para levar, sem custos adicionais ao consumidor, os jogos do Xbox Game Pass Ultimate para o Android — e futuramente ao iOS.
Xbox Game Pass Platinum
Na mesma entrevista, Phil Spencer também comentou sobre uma nova opção de assinatura para o Xbox Game Pass. O usuário com o suposto plano Xbox Game Pass Platinum — como é nomeado até o momento — garantiria acesso a novos hardwares da linha Xbox.
Mesmo que Phil Spencer diga que a marca esteja abandonando as “gerações de consoles”, a declaração indica que o Xbox Series X não deve ser o último modelo da marca. Sendo assim, a empresa lançará novos dispositivos para a série Xbox, estes com especificações mais parrudas e preparados para jogos ainda não imaginados.
O líder da divisão Xbox poupou os detalhes do modelo de assinatura e ainda devemos esperar por pronunciamentos oficiais para ter informações sobre o plano. Contudo, a afirmação revela que a Microsoft pretende atuar no mercado em qualquer frente que conseguir imaginar.
O Xbox Series X e Series S chegam ao Brasil e no mundo dia 10 de novembro deste ano, marcando o início de uma nova geração pelo lado da Microsoft. A versão parruda, o Series X, sairá por R$ 4.999; enquanto o Series S, para gameplay em até 1440p e sem leitor de disco, ficará por R$ 2.999.
“As regras mudaram”. Essa é a primeira frase dita por Capitão Price no trailer de revelação de Call of Duty Modern Warfare, lançado há um ano, em 25 de outubro. A sentença faz alusão à campanha do game, que aborda as diferentes faces das guerras atuais, mas também se aplica ao modelo de negócio da franquia da Activision.
Após anos seguindo um modelo com vendas de DLCs e mapas, a Activision mudou sua atuação para não perder espaço para concorrentes que vão desde Battlefield até Fortnite. A aposta foi alta e, para a alegria dos acionistas, o resultado foi positivo: após 365 dias de mercado, Call of Duty Modern Warfare se tornou o maior jogo da franquia e, mesmo com problemas, fez história no mercado de games.
Ainda no ano passado, Modern Warfare foi eleito o mais jogado da franquia nesta geração. O título também continuou popular com o passar do tempo e se tornou o game mais vendido da série fora de sua janela de lançamento.
Todo esse sucesso tem motivo: o game se destaca em diversos aspectos de conteúdo, apesar de pecar na parte técnica.
Retorno da campanha single-player
O grande destaque no lançamento de Call of Duty Modern Warfare foi a campanha solo do jogo, que retornou após um Black Ops 4 focado em multiplayer. Produzido pela Infinity Ward e a Raven, o título ressuscita um dos jogos mais populares da história da franquia, mas com uma nova pegada.
Farrah é uma das protagonistas da história
A campanha traz personagens icônicos da subsérie Modern Warfare, incluindo o famoso Capitão Price, mas também apresenta novos rostos para a narrativa. A história é pesada e, apesar de ser chocante, se destaca por justificar cada ação polêmica realizada no jogo.
Toda a campanha gira em torno da moralidade de ser um soldado. Além de simular a famosa briga entre “bonzinhos” e “vilões”, o jogo também te coloca em situações que farão sua mão tremer na hora de puxar o gatilho virtual.
Uma das missões de Call of Duty Modern Warfare te coloca na pele de uma criança durante a guerra
O game também impressiona na parte visual. Além de contar com gráficos de cair o queixo, a desenvolvedora criou fases focadas em ambientes noturnos que se destacam pela imersão. Esse “feeling” também foi carregado para o multiplayer, que é, de longe, a parte mais revolucionária de Modern Warfare para a franquia.
Multiplayer compartilhado
Enquanto o retorno da campanha já foi um grande feito para Modern Warfare, a estrutura do multiplayer é o maior destaque do jogo. A Activision deixou de lado os mapas pagos para adotar um sistema de temporada: agora, todos os jogadores recebem os principais conteúdos gratuitamente, enquanto algumas roupinhas, skins de armas e firulas cosméticas podem ser compradas na loja.
A novidade não mexeu no balanceamento do game e garantiu que todos os jogadores permanecessem juntos no multiplayer. Em jogos anteriores, alguns mapas ficavam escondidos atrás de DLCs pagos, o que limitava o alcance e sobrevida dos conteúdos.
Além de democratizar o acesso às novidades, a Activision também implementou crossplay em Call of Duty Modern Warfare. Com a funcionalidade, os jogadores não possuem limitações de plataformas na hora de jogar.
O crossplay e a adição de novos conteúdos estenderam a vida de Modern Warfare
Assim, mesmo que você tenha um PC e seu amigo jogue em um Xbox ou PlayStation, o matchmaking permite montar esquadrões para todo mundo se unir. A mudança, aliada aos novos conteúdos, garantiu que muitas pessoas continuassem jogando o multiplayer até hoje.
Apesar de modos como o Spec Ops serem um flop total, o jogo entrega uma experiência bastante frenética e divertida em jogos mais tradicionais, como mata-mata em equipe e o novo Gunfight. O lançamento foi meio conturbado por falta de balanceamento, mas Modern Warfare evoluiu tanto que, após um ano, entrega uma das experiências de tiro online mais completas da atualidade.
Sucesso do battle royale
O sucesso da parte multiplayer de Modern Warfare chegou ao ápice com Call of Duty Warzone, um modo de battle royale que chegou em março de 2020. A novidade chegou para surfar na onda de títulos como Fortnite e PUBG, mas com um belo atraso.
Apesar de ter chegado tarde para a festa, Warzone brilhou ao trazer inovações interessantes ao gênero de batalha real. O game conta com missões para deixar os jogadores engajados e uma “segunda chance” para quem morre.
Todo jogador abatido é enviado ao Gulag, uma prisão em que dois soldados se enfrentam pela chance de retornar ao jogo. Além disso, as equipes também têm a chance de comprar o retorno de parceiros com a grana obtida em missões.
O battle royale gratuito também se aproveita da estrutura do multiplayer de Modern Warfare. O gameplay acontece em um mapa com locais utilizados no multiplayer e as mesmas armas, com um sistema de progresso compartilhado.
Além da qualidade, o grande destaque de Warzone é o preço: o battle royale é gratuito e todo a sua monetização vem dos cosméticos vendidos no passe de batalha. Isso impulsionou o alcance do game e, para muitas pessoas, transformou Verdansk em um ponto de encontro para os jogadores. Afinal, não é todo game que possui jogabilidade de tiro de qualidade, bastante conteúdo e crossplay.
A empreitada no gênero battle royale deu tão certo que Warzone já possui mais de 75 milhões de jogadores e continuará vivo até mesmo após o lançamento de Black Ops Cold War. O movimento é bastante interessante, já que a Activision terá que manter dois jogos vivos durante o ano que vem.
Problemas e o futuro
O sucesso monstruoso de Call of Duty Modern Warfare e Warzone pode até se tornar um grande problema para Black Ops Cold War. Antigamente, os jogos da série possuíam um certo “prazo de validade”, já que muitas pessoas abandonavam o multiplayer com o passar do tempo e migravam para os títulos mais recentes da franquia.
Por outro lado, Call of Duty Modern Warfare e Warzone continuam vivíssimos, mesmo poucos dias antes do lançamento de Black Ops Cold War. A Activision lançou um grande evento de Halloween no game recentemente com grandes novidades de conteúdo, incluindo um modo temporário com zumbis.
Eu testei Call of Duty Black Ops Cold War durante a fase beta do game e o jogo traz evoluções gráficas, promete trazer uma experiência rebuscada de Ray Tracing e um novo ritmo de gameplay. Porém, não existem tantos motivos para gastar mais de R$ 200 e migrar para o novo game logo de cara.
Além do sucesso de Warzone, o principal motivo que me leva a esperar para pular no novo COD são os erros do jogo atual. Enquanto Modern Warfare teve problemas durante seu lançamento, Warzone ainda gera dores de cabeça até hoje.
Modern Warfare e Warzone são gigantes e possuem bugs. Será que isso continuará em Black Ops Cold War?
Warzone virou sinônimo de falta de otimização e Modern Warfare completo ocupa mais de 200 GB de armazenamento no PC. Ainda é cedo para julgar Black Ops Cold War, mas o jogo teve um beta pesando até 40 GB e que também apresentou problemas técnicos (confira detalhes na live feita no Adrenaline).
Enquanto o futuro de Call of Duty ainda está em aberto, uma coisa é certa: Call of Duty Modern Warfare envelheceu muito bem durante seu primeiro ano no mercado e, mesmo que morra com o tempo, marcou a história da principal franquia de jogos de tiro da atualidade.
Quando a Microsoft apresentou o design do Xbox Series X, muita gente brincou que o console parecia uma geladeira. A empresa até chegou a fazer brincadeiras com o assunto, e parece que o espírito da zoeira ainda está presente na divisão de games da companhia.
Pouco antes do lançamento de seus novos consoles, a Microsoft produziu geladeiras com o formato do console. Os produtos trazem o tamanho e funções de um refrigerador convencional, mas com o design do Xbox Series X e alguns detalhes a mais.
Xbox Series X ao lado da geladeira que imita o design do console
A youtuber iJustine, que recebeu uma das três geladeiras produzidas, fez um unboxing do curioso eletrodoméstico. O produto foi entregue em uma caixa que replica a aparência da embalagem do Xbox Series X, só que bem maior.
Em relação ao refrigerador, todo o design do produto é feito para imitar o Xbox Series X. Até mesmo a traseira vem com uma tampa que imita o console da Microsoft, enquanto a parte frontal possui uma luz no formato do logo da marca de games.
A geladeira Xbox Series X possui iluminação verde
Ao abrir a geladeira, a youtuber mostra que o eletrodoméstico conta com iluminação externa em verde. Quando a porta é aberta, o produto também emite o som de boot do console de nova geração da Microsoft.
Snoop Dogg também recebeu geladeira do Xbox
Além de iJustine, um conhecido jogador do Xbox também foi agraciado com o Xbox Series X gigante: o rapper Snoop Dogg. Em uma publicação feita em suas redes sociais, o cantor mostrou o produto em ação.
O refrigerador customizado aparece cheio de bebidas e, além disso, também inclui um bolo dedicado a Snoop Dogg. O rapper é famoso por ser um jogador dedicado e até já fez críticas para a Xbox Live, ameaçando trocar para a PlayStation caso “Bill Gates não desse um jeito” nas coisas.
Snoop Dogg também participou de uma icônica campanha para o lançamento do remake de Spyro. A Activision fez um drone em forma de dragão para voar pelos Estados Unidos e levar uma cópia do jogo para o rapper.
Segundo iJustine, a Microsoft fez apenas três unidades da geladeira do Xbox Series X. O terceiro produto será sorteado pela marca futuramente, então fique ligado nas redes sociais da empresa para mais novidades.
O Xbox Series X já está disponível em pré-venda no Brasil e pode ser comprado por R$ 4.999. A Microsoft também já está vendendo o Xbox Series S, que possui cortes na performance para entregar o preço de R$ 2.999. Os produtos serão lançados no Brasil em 10 de novembro.
Conheça todos os consoles de nova geração e suas características no nosso especial.