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  • Tudo o que você precisa saber sobre Ghostwire Tokyo

    Tudo o que você precisa saber sobre Ghostwire Tokyo

    Ghostwire Tokyo está prestes a chegar para o PlayStation 5 e PC no dia 25 de março. O jogo de ação e aventura em primeira pessoa traz elementos sobrenaturais e ambientação no Japão, podendo chamar a atenção de muitos jogadores. Confira aqui tudo o que precisa saber sobre o game antes do lançamento.

    Ghostwire Tokyo foi desenvolvido pela Tango Gameworks, o mesmo estúdio japonês que lançou The Evil Within e The Evil Within 2. O game também está sendo distribuído pela Bethesda. O título foi revelado pela primeira vez ainda na E3 de 2019 por meio de um trailer cinemático, e finalmente vai ser lançado neste mês.

    História e Gameplay

    Ghostwire Tokyo é ambientado na capital do Japão que passou por um fenômeno sobrenatural que fez a população desaparecer. A partir disso, surgiram criaturas chamadas yokai na cidade, que são basicamente espíritos malignos. No meio disso, o jovem protagonista Rinko, que é possuído por uma entidade caçadora que lhe garante habilidades sobrenaturais, deve desvendar o que aconteceu em Tokyo e confrontar Hannya, o líder dos yokai.

    É interessante destacar que uma das habilidades do protagonista permite com que o protagonista leia a mente de animais na cidade para que possa entender melhor o que está acontecendo. Além da história principal, há ainda alguns objetivos secundários que são os contos, o que pode aumentar bastante a quantidade de horas jogadas e ajudar a entender a história.

    O gameplay é baseado em combate em primeira pessoa contra os espíritos malígnos. Há uma variedade de habilidades sobrenaturais que podem ser usar no confronto, com animações bem carregadas de efeitos especiais com bastante cor. Além disso, você também pode usar um arco e flecha em alguns inimigos distantes ou até mesmo fazer um abate furtivo se algum espírito ainda não te identificou.

    De acordo com os desenvolvedores, a história principal do game deve durar cerca de 15 horas de gameplay. No entanto, isso pode ser estendido para 30 ou 40 horas se você completar todas as missões secundárias.

    Recursos no PlayStation 5

    Além de suporte a recursos visuais como Ray Tracing em tempo real e HDR, Ghostwire Tokyo ainda conta com um total de seis configurações gráficas diferentes no PS5.

    • Qualidade: Resolução 4K e com RayTracing, taxa de quadros travada em 30fps.
    • Performance: Resolução inferior sem Ray Tracing, taxa de quadros travada em 60fps.
    • Qualidade com alta taxa de quadros: Esse modo é igual ao Qualidade, mas sem o limite de 30fps, que faz o jogo rodar entre 40 e 50 quadros por segundo.
    • Performance com alta taxa de quadros: Esse modo é igual ao performance, mas sem o limite de 60fps para quem tem monitores com mais de 60Hz.
    • Qualidade com alta taxa de quadros / Performance com alta taxa de quadros (com V-Sync): Esses dois últimos modos simplesmente adicionam o V-Sync, as duas últimas configurações mencionadas. Assim, você pode rodar em taxas de quadro destravadas sem screen tearing.

    Vale destacar que Ghostwire Tokyo também conta com interface, legendas e dublagem em Portugês (BR) em ambas as versões.

    Requisitos no PC – Ghostwire Tokyo

    Ghostwire Tokyo conta com uma boa qualidade gráfica, então não é qualquer PC que deve rodá-lo tranquilamente. Veja abaixo se a sua máquina se encaixa nas especificações divulgadas pela desenvolvedora.

    Requisitos mínimos:

    • Sistema: Windows 10 ou superior
    • Processador: Intel Core i7-4770K ou AM Ryzen 5 2600
    • RAM: 12 GB
    • GPU: Nvidia GTX 1060 ou Radeon RX 5500 (pelo menos 6GB de VRAM)
    • DirectX12
    • Armazenamento: 20 GB disponíveis
    • SSD recomendável

    Requisitos Recomendados

    • Sistema: Windows 10 ou superior
    • Processador: Intel Core i7-6700 ou AMD Ryzen 5 2600
    • RAM: 16 GB
    • GPU: Nvidia GTX 1080 ou Radeon RX 5600 (pelo menos 6GB de VRAM)
    • DirectX12
    • Armazenamento: 20 GB disponíveis
    • SSD

    A desenvolvedora confirmou ainda que Ghostwire Tokyo no PC vai contar tanto com o Ray Tracing em tempo real quanto com as principais tecnologias de upscaling de imagem, o DLSS e FSR e até o Unreal Engine Temporal Super Resolution (TSR). O canal Cycu1 no Youtube até teve acesso antecipado ao game e mostrou como estão implementadas as tecnologias.

    Preço de Ghostwire Tokyo

    Ghostwire Tokyo será lançado no dia 25 de março de 2022 para PlayStation 5 e PC, mas já está disponível para compra antecipada. Em primeiro lugar, para o PS5 você pode comprar uma versão em mídia física na Amazon, além da versão digital direto no console.

    Já no PC, o jogo estará disponível na Steam e você pode comprar uma chave de ativação em pré-venda por R$ 181,83 na Green Man Gaming. Lá a Edição Deluxe também está disponível por R$ 242,73. O jogo também está disponível em promoção por meio da Nuuvem.

  • Veja como salvar capturas de tela do PS5 no PS App

    Veja como salvar capturas de tela do PS5 no PS App

    Ainda em janeiro a Sony anunciou uma nova atualização que permitia que as capturas feitas no PlayStation 5 sejam automaticamente salvas no PlayStation App para que possam ser acessadas e compartilhadas pelo seu smartphone.

    A novidade chegou primeiro no exterior mas agora finalmente está disponível também no Brasil. Agora descubra todos os detalhes desse recurso que é um verdadeiro quebra galho.

    Como usar?

    • Primeiro, se você ainda não instalou, instale o PlayStation App para Android ou para iOS.
    • Depois de logar com sua conta na PSN, abra o app normalmente
    • Vá para a aba Biblioteca de jogos e então toque em Capturas
    • Agora você vai ver uma mensagem pedindo para que você habilite as Capturas no PlayStation App, clique em Habilitar
    • É só isso, a partir disso todas as capturas feitas no seu PS5 estarão disponíveis na aba Capturas do aplicativo

    Como é no PlayStation?

    Para usar esse recurso você não precisa alterar nada no PlayStation, enquanto a funcionalidade estiver habilitada, as capturas de tela e as capturas em vídeo serão transferidas automaticamente para o aplicativo.

    Assim que você gravar um vídeo ou tirar uma foto, o console conectado na internet automaticamente fará um upload dessas mídias para o PS App em sua resolução e qualidade originais, então não há compressão nesse processo. Você pode até monitorar isso na interface de Downloads e Uploads do PS5.

    Capturas organizadas

    Depois de habilitar o recurso e realizar as suas primeiras capturas no PlayStation, a aba Capturas no seu PS App deve se parecer um pouco com isso:

    As capturas de cada jogo estarão divididas em álbuns. Para baixar ou compartilhar uma mídia, basta abri-la, selecionar o ícone de Download no canto inferior direito para baixar a imagem no seu smartphone na pasta PS App e então compartilhar nas suas redes sociais normalmente.

    No app você também pode compartilhar essas capturas para seus amigos na PlayStation Network. Lembrando que elas estarão disponíveis no app por 14 dias, mas não vai perdê-las se salvar no armazenamento do seu smartphone.

    Nunca foi tão fácil

    E é só isso mesmo. Nunca foi tão simples salvar suas capturas em um outro dispositivos que não o PlayStatation 5 e a integração com o PS App foi muito bem implementada até onde eu experimentei. Agora é só aproveitar a praticidade e compartilhar as melhores capturas dos seus jogos para seus amigos.

    Veja também:

  • Vale a pena usar um HD externo no PlayStation 5?

    Vale a pena usar um HD externo no PlayStation 5?

    Os consoles de nova geração contam com armazenamento por SSDs super rápidos, que permitem carregamentos quase instantâneos nos jogos otimizados. Além do SSD integrado, o PlayStation 5 também conta com espaço para expansão do armazenamento usando um SSD NVMe PCIe 4.0.

    No entanto, um SSD desses ainda é muito caro e está acima do orçamento de muitos usuários, além de ser difícil encontrar no mercado. Portanto, tem alguma forma de usar um HD externo comum para armazenar os jogos? A resposta é sim e há formas diferentes de aproveitar esse recurso, mas ele tem suas limitações.

    Configurando o HD externo para o PS5

    O processo de configurar seu HD externo no PS5 é bem simples. Primeiro você deve conectá-lo por uma das portas USB traseiras e o console vai detectar o dispositivo de armazenamento externo. Em seguida, vá para as configurações e procure por Armazenamento.

    Dentro do menu Armazenamento, selecione Armazenamento estendido e uma mensagem vai aparecer pedindo para que você formate o seu HD externo para armazenar jogos e aplicativos do PlayStation. Vale destacar que esse processo vai apagar qualquer arquivo que estava no seu dispositivo de armazenamento anteriormente, então é bom garantir se não tem nada importante guardado lá.

    O processo de formatação não demora muito e logo você recebe o aviso que a unidade USB foi formatada como armazenamento estendido do console e pode ser usada para armazenar jogos e aplicativos.

    Jogos de PlayStation 4 no HD externo

    Depois desse processo, você já pode jogar os jogos com versões para PlayStation 4 diretamente pelo HD externo. Para facilitar a sua vida no futuro, ainda no menu de Armazenamento você pode selecionar Local de instalação e definir que os jogos e aplicativos de PS4 sejam armazenados por padrão no drive externo.

    Apesar disso, se você já tinha alguns jogos ou aplicativos de PS4 instalados, você precisa transferi-los manualmente para o HD externo. Para isso, você precisa voltar para o menu de configurações de armazenamento, selecionar Armazenamento do console e depois Jogos e aplicativos. Ao abrir a lista, selecione qualquer item e clique na opção Selecionar itens para mover.

    A partir disso você pode selecionar qualquer jogo ou aplicativo para PlayStation 4 e transferi-lo para o HD externo. No meu exemplo eu transferi Ratchet & Clank e o app HBO Max. O processo vai depender da velocidade da sua unidade de armazenamento externo, no meu caso a transferência durou cerca de 5 minutos, mas isso pode variar.

    Nos meus testes com Ratchet & Clank rodando direto do HD, fiquei impressionado que o tempo para abrir o jogo e o tempo de carregamento para uma missão do jogo em si não foi muito longo. Mesmo com uma velocidade de armazenamento limitada o PS5 conseguiu uma boa experiência com o tempo de carregamento desse jogo.

    Jogos de PS5 “reservados” no HD externo

    Além da transferência de jogos em sua s versões de PlayStation 4, você também pode “reservar” o seu game de PlayStation 5 no HD externo durante um período em que não está jogando e , quando quiser jogar depois, ao invés de baixá-lo novamente você pode simplesmente transferir os arquivos do HD externo para o armazenamento interno. Para isso é só ir no gerenciador de armazenamento do console novamente e mover algum game do PS5 para o armazenamento externo.

    Depois do processo de transferência ser concluído, você ainda vai poder ver o jogo listado na página inicial do console, mas ele está ali em “stand-by”, já que ao invés de aparecer uma opção para jogá-lo, há um botão para copiar o conteúdo para o armazenamento interno. Esse processo demora menos que baixar o jogo de novo pela internet (no caso de uma mídia digital) e pode ser bem prático para gerenciar o precioso armazenamento do SSD do seu PS5, deixando os jogos que você acessa com menos frequência “engavetados” mas ainda com um fácil acesso.

    O que usar como armazenamento externo?

    Para expandir o armazenamento interno do seu PlayStation 5 você tem basicamente três opções: Um HD externo comum, o mais tradicional, o SSD NVMe PCIe 4.0 com velocidade suficiente para rodar os jogos de PS5 ou, por fim, um SSD SATA externo que vai funcionar da mesma forma que um HD externo mas com mais velocidade.

    O HD externo é a opção mais barata e mais comum, você pode achar modelos como esse da Segate de 1 TB por R$ 310 na Amazon, ou esse da Toshiba de 1 TB por R$ 326,21.

    O SSD externo é a opção intermediária, que funcionará da mesma forma que um HD externo mas com mais velocidade na transferência dos jogos. Você pode achar modelos SATA aqui no Brasil como esse da Kingston de 480 GB por R$ 367 ou comprar pela china por lojas como o Aliexpress por preços menores. Eu pessoalmente tenho uma boa experiência com a marca Weijinto, e você pode encontrar um modelo da marca de 1 TB por R$ 387,91. Para conectar esse tipo de SSD ao PS5 você precisa de um adaptador SATA para USB 3.0, como esse aqui.

    SSD + adaptador para USB 3.0

    Para armazenar e jogar os jogos de PS5 diretamente do armazenamento externo, você precisa de um SSD NVMe na interface PCIe 4.0 e com velocidade de leitura sequencial de pelo menos 5.500 MB/s. Essa opção é bem mais cara do que as comentadas acima, já que um dos modelos mais baratos disponíveis no Brasil é o Kingston KC3000 de 1TB que pode ser comprado por R$ 1299,90 aqui. Você também pode achar o mesmo modelo um pouco mais barato no Aliexpress se estiver disposto para importar o produto, ou até escolher lá a versão de apenas 512 GB por R$ 656,79.

    Kingston KC3000

    Outras dicas

    Para ser usado como armazenamento externo do PS5, o dispositivo externo precisa ter pelo menos 250 GB de armazenamento e uma conexão USB 3.0. Você pode usar até um pen drive se ele realmente cumprir essas especificações.

    As capturas de tela e capturas de vídeo não podem ser armazenados no armazenamento externo, somente no interno. Se você quer exportar essas capturas para outro lugar, precisa conectar outra unidade de armazenamento, como um pen drive e, a galeria do PS5, selecionar as mídias desejadas e copiar para a unidade USB.

    Antes de remover a sua unidade de armazenamento externo do PlayStation 5, você precisa ir em Configurações > Armazenamento > Armazenamento estendido USB e selecionar Remover do PS5 com segurança.

    Veja também:

  • Cyberpunk 2077: como está rodando no PS5 e Xbox Series X/S

    Cyberpunk 2077: como está rodando no PS5 e Xbox Series X/S

    Após meses de promessas e adiamentos, a CD Projekt Red finalmente lançou o upgrade de nova geração de Cyberpunk 2077. A novidade chegou gratuitamente para o console por meio do patch 1.5, que também conta com melhorias de gameplay e novidades até para o PC.

    Todas as novidades estão disponíveis nas notas de patch da atualização, que está disponível em português brasileiro no site de Cyberpunk. Em suma, temos grandes atualizações de gameplay que deixam o jogo mais “inteligente”, incluindo IA mais responsiva, melhorias no sistema de trânsito e da polícia.

    A galera do PC também recebeu refinamentos no Ray Tracing, com um novo sistema de sombras desenvolvido em parceria com a Nvidia. Com isso, a versão de computador ainda é a mais completa quando o assunto são gráficos, principalmente por causa do poder das placas de vídeo mais caras presentes no mercado.

    No entanto, o patch de nova geração traz mudanças significativas para o jogo no Xbox Series X/S e PS5. Confira abaixo os gameplays divulgados pela CD Projekt Red e mais detalhes sobre cada versão.

    PlayStation 5

    A versão de PlayStation 5 de Cyberpunk 2077 possui dois modos gráficos: performance e Ray Tracing (RT). Ao rodar o título com foco na qualidade visual, o gameplay inclui efeitos de traçados de raio, resolução dinâmica de até 4K e efeitos de sombra mais precisos, com a penalidade do game rodar em 30 fps.

    No modo de performance, as sombras com Ray Tracing são desativadas, mas o framerate pode chegar em até 60 quadros por segundo.

    • Modo performance: 4K e 60 quadros por segundo (com raras quedas de frames)
    • Modo Ray Tracing: 4K e 30 quadros por segundo, com sombras com RT

    Os jogadores do PS5 precisam ficar atentos na hora de instalar a atualização. Como o console permite instalar versões diferentes do mesmo jogo, vale a pena conferir se você está mesmo com a edição de Cyberpunk 2077 para PS5 no seu dispositivo. Caso contrário, será necessário realizar uma instalação completa.

    Xbox Series X e S

    No Xbox Series X e S, cada console lidar com o jogo de uma forma diferente. Como Cyberpunk 2077 é um game bastante pesado em GPU, o Series S acabou ficando sem efeitos de Ray Tracing em seu gameplay, mas roda em uma resolução mais alta.

    Já o Xbox Series X é capaz de entregar uma experiência visual parecida com o PS5 em Cyberpunk 2077.

    Xbox Series X

    • Modo performance: 4K e 60 quadros por segundo (com raras quedas de frames)
    • Modo Ray Tracing: 4K e 30 quadros por segundo, com sombras com RT

    Xbox Series S

    • Modo performance: 1440p e 30 quadros por segundo (sem efeitos de RT)

    Vale ressaltar que Cyberpunk 2077 é compatível com o sistema de entrega inteligente da Microsoft. Ou seja, após o download do Patch 1.5, o jogo já estará otimizado para a nova geração, sem a necessidade de passos extras para realizar a implementação da atualização.

    Demo limitada e promoção

    Além de lançar o upgrade de nova geração, a CD Projekt Red liberou uma demo gratuita de Cyberpunk 2077 para a nova geração de consoles. O conteúdo, porém, está disponível de maneira limitada no PS5 e Xbox Series X e S.

    A demonstração tem cinco horas de duração e pode ser jogada em até 30 dias. Além disso, os jogadores só podem aproveitar o conteúdo se começarem a jogar até dia 15 de março.

    Para jogar a demo, que não está disponível no PC, basta acessar a página do game na loja do Xbox ou PlayStation. O conteúdo da demonstração poderá ser carregado para a edição completa de Cyberpunk 2077, que está em promoção atualmente no PC e consoles.

  • Cyberpunk 2077 e mais jogos estão em promoção no Xbox

    Cyberpunk 2077 e mais jogos estão em promoção no Xbox

    A CD Projekt Red anunciou a chegada da versão de nova geração de Cyberpunk 2077. Com isso, o game futurista finalmente conta com otimizações para consoles como o PS5, Xbox Series X e S. Para comemorar o lançamento, a empresa deixou o jogo disponível com 50% de desconto por tempo limitado, além de lançar uma demo.

    No caso das plataformas da Microsoft, os jogadores curiosos para experimentar as novidades podem garantir o jogo pela metade do preço, saindo por R$ 124,50. Se você quiser experimentar o título antes da compra, a demo de Cyberpunk 2077 tem duração de cinco horas, com progresso que pode ser migrado para a versão completa do game.

    O desconto de 50% é um dos maiores já visto para o game na versão digital e está disponível para Xbox One, Xbox Series X e S. A galera do PlayStation e PC também podem aproveitar um desconto similar no título digital. A edição física do game, por outro lado, já apareceu por valores bem mais acessíveis em lojas como a Amazon — a versão de PS5 está saindo por R$ 78,99.

    Vale lembrar que o game também possui suporte para entrega inteligente nos consoles da Microsoft, o que garante migração de saves e upgrade gratuito da linha Xbox One para a nova geração. A loja de games digitais do Xbox conta com várias promoções para as próximas semanas, e Cyberpunk 2077 é apenas um dos destaques.

    Mais promoções no Xbox

    Além de Cyberpunk 2077, outros games de peso estão em promoção para Xbox atualmente. Os descontos incluem a versão completa de The Witcher 3, indies como Going Under e até jogos de corrida, como Need for Speed Heat.

    Confira alguns dos descontos na tabela abaixo — grande parte dos descontos vai até dia 22 de fevereiro. Veja mais ofertas no site oficial.

    GamePublisherDesconto
    Cyberpunk 2077CD PROJEKT S.A.50%
    Max Payne 3 (assinantes Live Gold)Rockstar Games55%
    Sniper Ghost Warrior Contracts 2Ci Games40%
    Hunting Simulator 2 Xbox Series X|SNACON50%
    The AscentID40%
    Overcooked! All You Can EatID50%
    Serious Sam 4ID33%
    Before We LeaveID40%
    BlightboundID50%
    CarrionID40%
    Crown TrickID60%
    Eldest SoulsCi Games35%
    EmbrID60%
    Epic ChefID25%
    Genesis Alpha OneID75%
    Going UnderID65%
    Golf with your friendsID75%
    Greak: Memories of AzurID40%
    Hell Let LooseID25%
    Hotline Miami CollectionID50%
    Hotshot RacingID80%
    Human Fall FlatID70%
    The Witcher 3: Wild Hunt – GOTYCD PROJEKT S.A.80%
    Thronebreaker: The Witcher TalesCD PROJEKT S.A.70%
    NFS HEATEA80%
    F1® 2021EA70%
    Crash Team Racing Nitro-FueledActivision60%
    THE CREW 2 – Special EditionUbisoft80%
    Assetto Corsa505 Games80%
    Midnight Club: Los Angeles CompleteRockstar Games33%
    Project CARS 2 – Deluxe EditionBANDAI NAMCO85%
    Trials® RisingUbisoft50%

    Veja também

  • Sifu: bom de bater, ruim de apanhar – Primeiras impressões

    Sifu: bom de bater, ruim de apanhar – Primeiras impressões

    Jogar Sifu é uma experiência interessante. Para quem curte dar uns tabefes digitais, o game certamente é a melhor pedida que existe atualmente. Experiente no assunto, a desenvolvedora Sloclap criou um dos melhores jogos para bater em pessoas virtualmente, mas você também vai levar umas pancadas.

    Uma carta de amor aos filmes de Kung-Fu, o jogo traz uma história de vingança e vilões bem marcantes e originais. Para chegar até eles e vingar o seu dojô, porém, você terá que bater em muita gente, e isso não é uma tarefa simples.

    Quando o assunto é gameplay, Sifu capricha ao focar todo o seu esforço em poucas mecânicas, mas que são muito bem feitas. Os golpes encaixam muito bem até mesmo em lutas com grandes grupos de inimigos, enquanto as batalhas contra chefes garantem um show de movimentos de artes marciais.

    Difícil de dominar

    A grande barreira que pode afastar Sifu de mais jogadores é a sua dificuldade, que acaba sendo um ponto alto do título. O jogo em si conta com mecânicas simples, com poucos botões realizando todas as ações, mas dominar os combos e o ambiente pode ser uma tarefa complicada.

    O game possui um sistema de mortes bastante peculiar: graças a um amuleto mágico, você pode ressuscitar sempre que é derrubado, mas acaba ficando um ano mais velho. Ao cair mais vezes em uma mesma fase, o número fica maior, o que cria um efeito cascata que praticamente te obriga a recomeçar certas sessões do zero.

    Quando você fica 10 anos mais velho, um pouco de sua vida total vai embora, mas você ganha golpes mais fortes. O ciclo acaba depois dos 70 anos, quando os ressurgimentos acabam. Ou seja, é preciso calcular cada morte para não chegar ao final do game na terceira idade, o que pode diminuir as chances de sobreviver.

    Felizmente, o game conta com um sistema de checkpoints a cada fase concluída. Assim, você pode voltar para certos pontos e tentar reduzir a sua idade, mas terá que abrir mão do progresso e seus upgrades. Basicamente, é um ciclo que lembra jogos como Hades, em que você aprende com a morte.

    Repetitivo em sua essência

    Enquanto o funcionamento do sistema é bastante interessante, a repetitividade dos ciclos pode acabar afastando jogadores, já que você terá que jogar o mesmo cenário múltiplas vezes para melhorar seu score e chegar “mais conservado” nas fases difíceis. Por outro lado, o combate instigante é capaz de garantir muitas horas de diversão: apesar de cansativo, o processo de voltar para fases anteriores e tentar o melhor desempenho é bem legal e pode render horas de diversão.

    Até o momento, cheguei até a fase 2 e, apesar do fluxo estar interessante, resolvi retornar ao começo para tentar minha “melhor idade”. Para quem está começando, minha dica é tentar ser mestre das esquivas e defesa, o que pode facilitar bastante o combate a longo prazo — o jogo não te dá muitas dicas, mas segurar o botão de defesa (L1) e movimentar o analógico é uma mecânica essencial para sobreviver a longo prazo.

    Sifu é um jogo que coloca o personagem principal para brigar em prol da resolução de um grande trauma, alimentado pela sede de vingança. A repetitividade pode cansar, mas traz um tempero para o universo criado dentro do game. Afinal, é bastante simbólico ver uma pessoa de 20 anos envelhencendo para se tornar mais experiente e matar os assassinos de seu pai e mestre.

    Meu PC roda?

    Enquanto brigar em Sifu pode ser desafiador, rodar o jogo no PC é bem fácil. O game está roda tranquilamente até mesmo em computadores mais fracos e, graças ao seu estilo gráfico, o visual produzido na Unreal Engine não fica tão prejudicado mesmo em especificações mais simples.

    Para quem tem uma GPU RTX, o jogo também conta com suporte para DLSS, a tecnologia de upscaling da Nvidia. Como o jogo é consideravelmente leve, talvez você não precise do recurso, mas a implementação está muito boa até em Full HD, garantindo altas taxas de quadro.

    Confira, abaixo, os requisitos mínimos e recomendados de Sifu no computador.

    Requisitos Mínimos

    • Sistema Operacional: Windows 8.1
    • Processador: AMD FX-4350 ou Intel Core i5-3470 ou equivalente
    • Placa de vídeo: Radeon R7 250 ou GeForce GT 640 ou equivalente
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Armazenamento: 22 GB

    Requisitos Recomendados

    • Sistema Operacional: Windows 10
    • Processador: AMD FX-9590 ou Intel Core i7-6700K ou equivalente
    • Placa de vídeo: GeForce GTX 970 ou Radeon R9 390X ou equivalente
    • Memória: 10 GB de RAM
    • Armazenamento: 22 GB

    Onde comprar Sifu?

    Sifu está disponível atualmente para jogar no PC, PlayStation 4 e PS5. A versão de computador é exclusiva da Epic Store e pode ser comprada por R$ 75,99, mas sai por cerca de R$ 25 por tempo limitado graças a um cupom da loja.

    Para os donos de um console PlayStation, o título está mais salgado: R$ 214. Ou seja, se você possui um PS4 ou PS5, é uma boa ideia aguardar uma promoção para adquirir o game.


    A key para testes foi cedida pela Theogames e a Sloclap.

  • Rainbow Six Extraction: veja requisitos para rodar no PC

    Rainbow Six Extraction: veja requisitos para rodar no PC

    Um dos principais lançamentos da Ubisoft em 2022, Rainbow Six Extraction chega já no mês de janeiro e tem uma missão interessante: manter o nome da franquia em alta após o sucesso de R6 Siege. Para garantir bastante abrangência, o multiplayer cooperativo felizmente não é tão pesado de se rodar no PC.

    Vale lembrar que o título contará com funções especiais em placas Nvidia, incluindo suporte para DLSS — em modelos RTX — e Nvidia Reflex.

    Se você está de olho no lançamento, confira abaixo o hardware necessário para rodar o novo jogo da Ubisoft.

    Baixo em Full HD 1080p

    • CPU: Intel i5-4460 ou AMD Ryzen 3 1200
    • GPU: Nvidia GeForce GTX 960 4GB ou AMD RX 560 4GB
    • RAM: 8GB (dual-channel)
    • Sistema Operacional: Windows 10 64-bit
    • Armazenamento: 85GB

    Alto em Full HD 1080p

    • CPU: Intel i7-4790 ou AMD Ryzen 5 1600
    • GPU: Nvidia GeForce GTX 1660 6GB ou AMD RX 580 8GB
    • RAM: 16GB (dual-channel)
    • Sistema Operacional: Windows 10 64-bit
    • Armazenamento: 85GB

    Alto em Quad HD 1440p

    • CPU: Intel i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600X
    • GPU: Nvidia GeForce RTX 2060 6GB ou AMD RX 5600CT 6GB
    • RAM: 16GB (dual-channel)
    • Sistema Operacional: Windows 10/11 64-bit
    • Armazenamento: 85GB

    Ultra 2160p

    • CPU: Intel i9-9900K ou AMD Ryzen 7 3700X
    • GPU: Nvidia GeForce RTX 3080 10GB ou AMD RX 6800XT 16GB
    • RAM: 16GB (dual-channel)
    • Sistema Operacional: Windows 10/11 64-bit
    • Armazenamento: 85GB (+9GB para texturas HD)

    Preço e disponibilidade

    Rainbow Six Extraction chega ao PC e consoles PlayStation e Xbox com preços entre R$ 169,99 e R$ 189,90. Enquanto o valor pode assustar pela natureza multiplayer do jogo, a Ubisoft adotou meios de distribuição mais atraentes para o game.

    Além de chegar ao Ubisoft+, Rainbow Six Extraction será lançado diretamente no Xbox Game Pass em 20 de janeiro. O jogo estará disponível no serviço para consoles, PC e também na nuvem. Vale ressaltaer que Rainbox Six Siege também pode ser jogado na assinatura de consoles e nuvem. O game também chegará na plataforma para PC no dia 20 de janeiro.

    Veja também

  • Ride 4: veja requisitos e preço do jogo no PC

    Ride 4: veja requisitos e preço do jogo no PC

    O jogo de corrida Ride 4 ganhou notoriedade recentemente por causa de um vídeo de gameplay no PlayStation 5. Apesar de ter ganhado fama graças ao console da Sony, o game também conta com versões para Xbox e PC, bem como consoles da geração passada.

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  • Call of Duty Vanguard: está na hora de mudar?

    Call of Duty Vanguard: está na hora de mudar?

    Após três anos jogando Call of Duty de maneira quase diária, está cada vez mais difícil saber onde um jogo da franquia termina e outro começa. Enquanto segue enfrentando polêmicas trabalhistas, a Activision liberou gratuitamente o multiplayer de COD Vanguard em todas as plataformas em que o game está disponível durante um fim de semana.

    O teste rotineiro visa preparar os servidores para o lançamento do jogo, mas também garante uma janela de tempo considerável para testar o gameplay. Enquanto muitas pessoas acabaram ficando sem jogar por causa de falhas técnicas, eu fui um dos felizardos que conseguiu abrir Vanguard no PC e aproveitar o beta, enfrentando apenas os empecilhos “in-game”.

    No final das contas, o teste limitado mais pareceu um fim de semana comum. Trazendo muitas similaridades com seus antecessores, o multiplayer de Vanguard apenas parece uma extensão de seus irmãos, Black Ops Cold War e Modern Warfare (2019). Considerando apenas o período de beta, o multiplayer de Vanguard parece uma síntese dos dois últimos jogos da franquia, que ajudaram a moldar o bilionário modelo de negócios da franquia da Activision.

    Igual, mas diferente

    Com uma pegada tão frenética quanto Warzone, o game possui alguns toques de Cold War, incluindo habilidades e soluções. Em alguns casos, o imenso número de possibilidades até parece preguiça: o jogador é apresentado a tantos menus e opções de personalização de arma que parece estar lidando com dois jogos diferentes, mas reunidos em apenas um campo de batalha.

    Na parte de gameplay, o título também deixa um gosto de “mais do mesmo”. Até o modo “Campeões”, uma das principais novidades, parece uma reciclagem do “Gunfight”. Enquanto o modo de Modern Warfare coloca pequenos grupos de jogadores em um “X1” limitado, Vanguard resolveu estender o número de batalhas com um sistema de vidas.

    “Modo de Campeões é um
    Gunfight com mais equipes”

    Para quem já gastou muitas horas em Warzone, a maior surpresa acaba ficando para os ambientes destrutíveis. A mudança dá um breve ar de Rainbow Six Siege para o game, permitindo matar inimigos por frestas. No entanto, seguindo o tom mais casual da franquia COD, as madeiras podem ser derrubadas com mais facilidade.

    Mesmo assim, a familiaridade no gameplay é assustadora, mas não surpreendente. Afinal, a fórmula atual de Call of Duty funciona muito bem e, como Cold War mostrou no ano passado, até mesmo a falta de conteúdo no lançamento não impede que as pessoas comprem um novo título da franquia.

    Visual de Segunda Guerra

    O principal ponto que diferencia Vanguard de seus antecessores é o visual, e nisso a Activision mandou bem. Apesar das limitações do beta, o game já deixa bastante evidente o trabalho de ambientação bem feito dos diversos estúdios da Activision. Mesmo em um PC top de linha, os gráficos pareciam borrados, como se estivessem sendo renderizados com um filtro de resolução, mas a experiência visual é interessante.

    Assim como todo COD recente, é muito bom sair correndo, explodir o ambiente e assassinar inimigos. Porém, as semelhanças com os antecessores levantam uma grande dúvida: o quanto vale comprar apenas uma “skin”de Segunda Guerra Mundial para um COD que sofreu poucas alterações?

    Call of Duty Vanguard chega em 5 de novembro de 2021 para PlayStation, Xbox e PC.

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  • Insominiac Games é a nova queridinha da PlayStation?

    Insominiac Games é a nova queridinha da PlayStation?

    A Sony realizou um evento para apresentar novos jogos para o PS5 pegou pesado. A empresa confirmou o retorno de franquias famosas e novidades inesperadas. No meio disso tudo, ficou evidente que um novo estúdio está ganhando o carimbo de “queridinho da PlayStation”: a Insomniac Games.

    Enquanto a PlayStation Showcase contou com diversos momentos empolgantes, a desenvolvedora consagrada por dar vida ao dragão Spyro protagonizou dois dos principais anúncios. A Insomniac não apenas está produzindo Spider-Man 2, mas também lançará um jogo do Wolverine.

    Nova aposta

    Se você não tá ligado, a Insomniac pode ser considerada uma das mais recentes apostas da Sony no mundo dos games. Após desenvolver o Spider-Man de PS4, a empresa foi adquirida, em 2019, e virou parte da PlayStation Studios.

    Com o sucesso do jogo do Homam-Aranha, que também é o principal herói da Sony nos cinemas, era questão de tempo até a empresa expandir a atuação da Insomniac. Porém, a empresa não brincou em serviço. Além de remasterizar o Spider-Man de PS4 para PlayStation 5, a companhia lançou Spider-Man Miles Morales, um dos títulos de estreia do novo console da marca.

    Neste ano, o estúdio ainda lançou Ratchet & Clank: Em Uma Outra Dimensão, que ganhou o coração de muitos jogadores do PS5. No entanto, o verdadeiro “ouro” da companhia ainda está nos super-heróis.

    Futuro repleto de heróis

    Durante a PlayStation Showcase, a Sony deixou claro que a Insomniac pode se tornar a casa da empresa para jogos de heróis. Spider-Man 2 foi revelado trazendo uma expansão do universo criado nos jogos anteriores, colocando Peter Parker e Miles Morales para brigar com Venom.

    O jogo dos aranhas só chegará em 2023, mas deve surfar na onda dos filmes de heróis, o que é ótimo para a Sony. A empresa está expandindo seu universo cinematográfico e, além de “emprestar” o Homem-Aranha para a Disney, está apostando suas fichas no universo do aracnídeo em filmes como Venom, Morbius e a sequência de Homem-Aranha no Aranhaverso.

    Veja nosso resumo de notícias semanal

    Além de alimentar a fanbase do Homam-Aranha, a Insomniac também está trabalhando em um novo jogo do Wolverine. A produção está nas mãos da mesma equipe que fez Spider-Man Miles Morales e traz um roteirista que trabalhou no aclamado Spec Ops: The Line.

    Considerando o trabalho primoroso do estúdio no Spider-Man de PS4, a tendência é que o leque de jogos de super-heróis nas mãos da Insomiac só cresça.

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