Você conhece o Flakes Power? O youtuber e streamer brasileiro ganhou uma skin própria no Fortnite! O criador de conteúdo representa o país na série de personagens Ícones, que coloca pessoas do mundo real dentro do game de battle royale.
A skin de Flakes Power foi lançada em Fortnite no dia 25 de fevereiro. Além de trazer um visual que lembra o youtuber, o conjunto inclui uma picareta e um gesto especial que representam uma versão alternativa superpoderosa do youtuber. Com cores especiais, a edição Energia Flakastica possui uma espécie de transformação em Super Saiyan chamada Transflake-se, que pode ser ativada a qualquer momento.
Além do gesto de transformação e das picaretas Crescentes Elétricas, o conjunto também conta com o Acessório para as Costas Raio do Flakes. Mais itens especiais inspirados no youtuber chegarão em breve na loja de itens e já ficaram disponíveis de graça por meio de um campeonato realizado pela Epic.
Qual o preço da skin do Flakes Power?
A skin do Flakes Power está disponível em um pacote na loja do Fortnite por 1800 V-Bucks, a moeda do jogo da Epic. Se você não possui V-Bucks, é possível conseguir as moedas jogando no passe de batalha, adquirindo na loja ou assinando o Clube Fortnite, que custa R$ 38 mensais.
A Epic Games Store vende pacotes com 1000 V-Bucks por R$ 25, enquanto 2800 V-Bucks saem por R$ 62 na loja, garantindo 12% de desconto em relação à compra básica. Para quem possui interesse em investir pesado no game, também é possível comprar 5000 V-Bucks por R$ 98 ou 13500 V-Bucks por R$ 246.
Quem é Flakes Power?
O youtuber João Sampaio é de Joinville, Santa Catarina, e atua na internet como Flakes Power. Dono de um dos maiores canais do YouTube do Brasil sobre Fortnite, ele possui mais de 6,7 milhões de inscritos na plataforma e é parceiro de grandes marcas, incluindo Asus, Samsung e Red Bull.
Além da carreira como youtuber, ele também é empresário e fundou a Hero Base, uma organização de esports e criação de conteúdo. Fundada em 2021, a companhia é uma das primeiras do gênero no Brasil a dar foco em Fortnite e inclui até uma divisão para a criação de experiências no jogo, a Hero Create.
Flakes Power foi convidado pela Epic Games para se tornar uma skin de Fortnite devido a seu trabalho envolvendo o game. Afinal, além de fazer vídeos e lives com o jogo, o criador de conteúdo está movimentando o mercado com o battle royale.
Como a skin foi criada?
Em um video publicado pela Epic Games, Flakes Power revelou mais detalhes sobre a criação da skin. Ele conta que queria ser transportado para o jogo como um herói, com um visual poderoso, mas sem fugir de sua personalidade.
O criador de conteúdo também disse que, ao ser questionado sobre a presença de um óculos na skin, preferiu deixar o acessório presente no visual. O objetivo é garantir mais representatividade, já que “heróis também podem ter miopia”, comenta o youtuber.
Além de estar disponível em Fortnite, a skin de Flakes Power também ganhou vida. O YouTuber publicou um vídeo mostrando o visual prefeito or um profissional de cosplay.
Brasil no Fortnite
A chegada da skin de Flakes Power no Fortnite marca um grande momento do game para o Brasil. Afinal, o criador de conteúdo é o primeiro do país a receber um visual exclusivo no jogo, o que mostra a força do youtuber e a influência do nosso público para o battle royale.
Além de Flakes, outro brasileiro também já virou skin de Fortnite. O jogador de futebol Neymar Jr, que atualmente joga no PSG, ganhou um visual exclusivo no game em 2021. O pacote chegou com várias referências a futebol e, posteriormente, o astro da bola ainda ganhou mais espaço dentro do game, aparecendo em eventos do battle royale.
Durante a Copa do Mundo de 2022, por exemplo, era possível comprar skins de jogadores de futebol, incluindo algumas com visual do Neymar. Com ações como essa, o Brasil ganha cada vez mais espaço em Fortnite e, consequentemente, no mundo dos games.
Fortnite pode ser jogado de graça no PC, consoles Xbox, PlayStation e Nintendo Switch. O jogo também está disponível para celulares e roda via nuvem no xCloud e Nvidia GeForce Now.
A desenvolvedora Endnight Games lançou recentemente no PC o jogo Sons of The Forest, que virou um sucesso absoluto. O título de sobrevivência já alcançou a marca de mais de 400 mil jogadores simultâneos na plataforma.
Com tanto sucesso, fica a dúvida: Sons of The Forest será lançado para PS4, PS5 e consoles Xbox? Enquanto existe a chance do game chegar a mais plataformas, ainda é cedo para confirmar a informação e o título segue exclusivo do PC.
Sons of The Forest foi lançado no computador em acesso antecipado. Ou seja, o game ainda não está finalizado: os jogadores podem comprar e jogar enquanto a desenvolvedora trabalha em conteúdos e refinamentos para a experiência. Com isso em mente, podemos dizer que o game nem mesmo está completo no PC.
Versão para PS4 e PS5
Até o momento, a Endnight Games não confirmou uma versão de Sons of The Forest para PlayStation 5 e PS4. No entanto, é possível que o jogo chegue aos consoles da Sony no futuro.
Em 2018, quando The Forest foi lançado no PC, a desenvolvedora independente trabalhou em conjunto com a Sony. Na época, o jogo que virou febre nos computadores foi lançado no PS4. Atualmente, o indie pode ser comprado no console por cerca de R$ 100 — R$ 36 em promoção.
Com isso em mente, existe a chance de Sons of The Forest ser lançado futuramente nas plataformas da Sony. No entanto, nada foi confirmado até agora.
Sons of The Forest para Xbox
O lançamento de Sons of The Forest para Xbox One, Xbox Series S e X é possível, mas a desenvolvedora não confirmou versões para os consoles até o momento. Apesar de The Forest não ter sido lançado nas plataformas da Microsoft, a empresa melhorou bastante sua relação com estúdios independentes nos últimos anos.
Com os programas ID@Xbox e Game Preview, a Microsoft constantemente lança jogos que estão em acesso antecipado nos consoles Xbox. Assim, existe a chance de a empresa tomar a iniciativa e tentar trazer Sons of The Forest com antecedência para seu ecossistema. No momento, porém, isso ainda não aconteceu.
Onde jogar Sons of The Forest?
O jogo do momento para PC pode ser jogado somente na Steam. A versão do game disponível na loja está em acesso antecipado e custa R$ 88,99 atualmente.
Com foco na sobrevivência e terror, Sons of The Forest é a sequência de The Forest, expandindo o universo do game original, bem como suas mecânicas e gameplay. Confira aqui os requisitos mínimos e recomendados para rodar o game no computador.
A franquia Yakuza ficou presa no oriente por muitos anos e só na última década começou a ganhar um pouco mais de espaço no nosso lado do mundo. Quando li notícias dizendo que a SEGA pensou por muito tempo que Like a Dragon Ishin, o novo remake da série, era impossível de ser adaptado para o ocidente, confesso que fiquei com um pé atrás com o game.
No entanto, após mais de 10 horas com o jogo, posso dizer com tranquilidade que algum executivo da empresa estava redondamente enganado em achar que o título não funcionaria como um jogo global. Apesar de ter como pano de fundo uma história que se passa no Japão de 1860, Like a Dragon Ishin está longe de ser uma experiência exclusivamente asiática.
Jogo: Like a Dragon Ishin Lançamento: 21/02 Plataforma de teste: Xbox Series X/Windows 11 Tempo de teste: 10 horas (só arranhamos a superfície) Preço: R$ 299,95 no Xbox PC e PlayStation
Trazendo o coração da franquia Yakuza em seu gameplay, o jogo possui uma história que pode tocar muitas pessoas, inclusive no Brasil, mesmo com a ausência de legendas em português.
Afinal, o que é Like a Dragon Ishin?
Antes de entrarmos nos méritos de Like a Dragon Ishin, vale a pena dar um pequeno contexto sobre o lançamento do jogo. Originalmente feito para PS3, o game passou por um tratamento ao estilo Kiwami e foi atualizado para funcionar melhor em plataformas atuais, além de receber aprimoramentos de jogabilidade e gráficos.
Como o jogo é um relançamento, o gameplay não é de turnos, como ocorre em Yakuza: Like a Dragon, o jogo mais recente da franquia. Ishin conta com um sistema de lutas com muita ação e quatro modos de pancadaria diferentes, incluindo espadas e até armas de fogo, bem como especiais, o que deixa o gameplay bem dinâmico.
Já na parte visual, você possivelmente vai reconhecer os rostos dos principais personagens da trama. O spin-off conta com o mesmo elenco dos games da franquia principal, mas em um contexto diferente: uma história que ocorre no passado do Japão.
Uma história de revolução
Segundo Masayoshi Yokoyama, chefe do estúdio Ryu Ga Gotoku Studio, a SEGA considerou por anos que Like a Dragon Ishin seria praticamente impossível de se adaptar para um cenário internacional. Afinal, estamos falando do spin-off de uma franquia popularmente oriental e que possui um pano de fundo bastante específico: o Japão na metade do século XIX.
Mesmo com tantas adversidades, você não precisa de muito tempo de jogo para conseguir encontrar identificações com a história de Like a Dragon Ishin, mesmo sendo brasileiro. Apesar de trazer alguns termos que remetem ao período histórico do Japão, o game traz uma grande história de revolução e vingança, temas que são bastante universais e conseguem captar e atenção de diferentes públicos.
Apesar da temática japonesa, Like a Dragon Ishin possui pontos que geram conexões em qualquer pessoa.
A história acompanha o samurai Ryoma Sakamoto em busca do assassino de seu pai, enquanto, ao mesmo tempo, lida com o sonho de sua família de acabar com o sistema que comanda a sua região no Japão. Enquanto toda a história é desenhada em cima do passado nipônico, o jogo basicamente acompanha um protagonista justiceiro que luta contra a desigualdade social e busca vingança.
Enquanto a história conta com essa pegada que pode gerar identificação pela sua universalidade, o jogo também merece destaque pela ambientação. A temática samurai está recheada de referências culturais e é uma roupagem interessante para a jogabilidade.
A escolha de um período histórico com pistolas e katanas garante bastante diversidade ao gameplay, dando ao jogador um leque de possibilidades na hora de enfrentar cada combate. Para quem já jogou os games principais de Yakuza, a ideia é a mesma de sempre, mas com um pouco mais de ação à distância na hora dos combos.
A comunidade no centro
Enquanto o combate e a história de Like a Dragon Ishin já rendem bastante diversão, o senso de comunidade do game é o que realmente chama a atenção. Assim como em outros títulos da franquia Yakuza, o jogo conta com um mundo aberto limitado em tamanho, mas gigante em conteúdo.
O mapa pode ser explorado a pé e, no caminho para as missões principais, você facilmente vai se perder nas histórias que acontecem nos vilarejos japoneses. O jogo, inclusive, te incentiva a fazer isso: Sakamoto pode ajudar e ficar amigo dos transeuntes, o que rende virtude — uma moeda espiritual que pode ser trocada por bênçãos em um templo.
As lutas com espadas e armas de fogo são apenas uma parte da experiência
Você pode fazer aulas de dança em Like a Dragon Ishin
Entre a revolução e a vingança, eu sempre encontro tempo para ajudar um idoso a cortar lenha.
O combate do game é bastante diversificado
A história principal é bem interessante, mas você simplesmente vai se pegar fazendo coisas aleatórias por pura curiosidade. No caminho para a busca do assassino do pai do protagonista, acabei parando em um restaurante só porque a fila estava grande. Em outra ocasião, ajudei uma mãe e um filho a resolverem questões familiares no intervalo da narrativa principal.
Além disso, quando não estava com a espada na mão lutando contra bandidos, Sakamoto também aprendeu a pescar, fez aulas de dança e até deu uma passada no karaokê, para cantar a icônica “Baka Mitai” com um belo solo de flauta. Esses detalhes humanizam e universalizam o universo de Like a Dragon, até mesmo para um jogo que se passa no Japão feudal.
Posso jogar se não conheço Yakuza?
Mesmo trazendo o elenco principal da série e as peculiaridades da franquia Yakuza, que não é para todo mundo, Like a Dragon Ishin é bastante convidativo para novatos da saga. O jogo conta com uma história independente e que pode agradar quem está em busca de um game com várias horas de diversão e escapismo.
Com personagens carismáticos, o jogo é convidativo para quem não está por dentro da franquia Yakuza.
A combinação de ação, humor e uma história cheia de vingança e revolução faz o jogo lembrar um grande sucesso dos cinemas: RRR. Lançado pela Netflix, o filme indiano ganhou a atenção do mundo, mesmo tendo os clássicos trejeitos de Bollywood, com efeitos exagerados.
A narrativa envolvendo uma grande revolução popular, aliada a protagonistas de bom coração, fez o longa-metragem ganhar fãs no mundo todo. Apesar das diferenças de mídia, podemos dizer que Like a Dragon Ishin conta com as principais características do sucesso de RRR em um jogo.
Com jeito sério e canastrão, o protagonista Ryoma Sakamoto é apaixonante, trazendo uma vibe de justiceiro, mas com pitadas de inocência. O seu jeito de encarar o mundo pode até ser visto como uma mistura dos protagonistas do filme indiano, mas em um contexto diferente.
Like a Dragon Ishin está repleto de momentos engraçados e únicos.
Já o estilo de humor da franquia Yakuza pode colocado em paralelo com as produções exageradas de Bollywood. Assim como filmes ao estilo de RRR, a série Like a Dragon é recheada de poderes que não existem e momentos improváveis, mas que o jogador simplesmente aceita pelo contexto de cada momento.
Quer um exemplo? Uma das lutas de Like a Dragon Ishin ocorre em uma casa de banho, onde as partes íntimas dos personagens são censuradas com nuvens de fumaça que os acompanham a cada movimento. É muito ridículo e, ao mesmo tempo, engraçado. No final das contas, tudo acontece pela beleza ou diversão de cada momento, seja no filme indiano ou no jogo japonês.
Vale a pena?
Com sua história de vingança e roupagem feudal, Like a Dragon Ishin acaba se tornando uma divertida viagem ao Japão do passado. Mesmo com sua temática bastante focada no público nipônico, o jogo conta com uma trama bastante universal e momentos que podem tocar o coração de pessoas em diferentes lugares do mundo.
Neste contexto, Like a Dragon Ishin é uma das melhores portas de entrada para a grande franquia Yakuza. Afinal, o jogo traz uma história independente e pode servir como introdução ao gameplay da grande maioria dos títulos da série.
O senso de comunidade criado pelas missões secundárias lembra bastante a vida de quem mora no interior ou em bairros que são conhecidos pela união. Após algumas horas de gameplay, Sakamoto já se torna um rosto conhecido da vizinhança, dando uma força para os vizinhos ou simplesmente acompanhando as fofocas da região.
Quer algo mais brasileiro que esse sentimento de comunidade? A vibe entregue pelo game, bem como outros títulos da franquia Yakuza, me faz sonhar com um jogo da série se passando no Brasil — algo que, infelizmente, jamais deve acontecer.
Uma pena, também, que o jogo não possui legendas em português brasileiro no momento. Afinal, grande parte da experiência de Like a Dragon Ishin é ler diálogos, o que fica bem difícil para uma grande parcela do público sem textos no nosso idioma.
Até o momento, a SEGA não comentou sobre a possível chegada de legendas em PT-BR ao game, mas existe um movimento para que isso aconteça no Brasil — os modders também devem liberar a localização para a versão de PC futuramente. Ficamos no aguardo de atualizações oficiais sobre o assunto.
Enquanto isso, vamos seguir nossa jornada, em inglês, ajudando pessoas, frequentando aulas de dança e cantando no Japão feudal. Afinal, sempre tem um transeunte precisando do auxílio de um bom samurai como Ryoma Sakamoto.
O Jornal dos Jogos testou Like a Dragon Ishin no Windows 11 e Xbox Series X. A cópia de review foi cedida pela SEGA.
Disponível por meio do Xbox Game Pass, Atomic Heart é um FPS com elementos de RPG desenvolvido pela Mundfish, Com uma estética que lembra BioShock, o título se passa em uma utópica União Soviética de 1955 e que tem sua trama girando em torno de uma revolução tecnológica contra os humanos.
O jogo, que sem dúvidas é um dos lançamentos mais aguardados do mês, chega já está disponível para jogar em todas as plataformas, além de estar disponível no primeiro dia para os assinantes do Game Pass de PC e consoles. É importante frisar também que Atomic Heart chega traduzido e dublado em PT-BR.
Como jogar pelo Xbox Game Pass?
O lançamento da Mundfish e da Focus Home está disponível em platformas como PC por valores na casa dos R$ 200. Enquanto o preço já é acessível em comparação aos grandes lançamentos AAA, o título pode ser jogado com um valor aina mais baixo pelo Xbox Game Pass.
A versão Ultimate do serviço pode ser assinada por R$ 5 no primeiro mês. Além disso, por um valor similar ao de Atomic Heart, é possível assinar o Xbox Game Pass por um ano! Veja como fazer isso no nosso tutorial.
Requisitos de Atomic Heart no PC
Atomic Heart prometeu muito graficamente desde seu primeiro trailer e trechos de gameplays mostrados, o que pode preocupar o público do PC quanto à performance em suas máquinas. Então vamos ver os requisitos para rodar Atomic Heart no PC.
Atomic Heart é acessível em suas configurações permitindo que usuários com uma configuração intermediária possam rodar o jogo em 1080p/60 FPS.
Qualidade mínima (1080p/30 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador:AMD Ryzen 3 1200 or Intel Core i5-2500
Memória:8 GB de RAM
Placa de vídeo:AMD Radeon R9 380 or NVIDIA GeForce GTX 960
DirectX: Versão 12
Armazenamento:90 GB
Qualidade mínima (1080p/60 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador:AMD Ryzen 3 1200 ou Intel Core i5-6500
Memória:8 GB de RAM
Placa de vídeo:AMD Radeon R9 580 ou NVIDIA GeForce GTX 1060
DirectX: Versão 12
Armazenamento:90 GB
Qualidade média (1080p/60 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador:AMD Ryzen 5 1400 ou Intel Core i5-6600K
Memória:16 GB de RAM
Placa de vídeo:AMD Radeon RX 5600 XT ou NVIDIA GeForce GTX 1070
DirectX: Versão 12
Armazenamento:90 GB
Qualidade alta (1080p/60 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador:AMD Ryzen 5 1600 ou Intel Core i5-7600K
Memória:16 GB de RAM
Placa de vídeo:AMD Radeon RX 5700 XT ou NVIDIA GeForce GTX 1080
DirectX: Versão 12
Armazenamento:90 GB de SSD
Qualidade ultra (1080p/60 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador:AMD Ryzen 5 2600X ou Intel Core i7-7700K
Memória:16 GB de RAM
Placa de vídeo:AMD Radeon RX 6700 XT ou NVIDIA GeForce RTX 2070 Super
DirectX: Versão 12
Armazenamento:90 GB de SSD
4K Ultra (1080p/60 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador:AMD Ryzen 5 3600X ou Intel Core i7-8700K
Memória:16 GB de RAM
Placa de vídeo:AMD Radeon RX 6800 XT ou NVIDIA GeForce RTX 3080
Mais uma edição do Jornal dos Jogos está no ar. Enquanto as notícias da semana estão mornas no período de Carnaval, temos grandes promoções rolando no mundo dos games. Além disso, lançamentos aguardados estão chegando nos próximos dias!
Tenha uma boa leitura e aproveite o feriado! 📰🎮
Bágdex evoluindo
Pouco tempo após o início da campanha de financiamento coletivo do “Pokémon brasileiro”, o jogo Bágdexjá conseguiu arrecadar sua meta inicial e bateu um dos objetivos secundários. Com mais de 500 mil angariados até agora, a Caramelo Games agora busca mais fundos para aumentar o projeto com uma expansão e outras funções, incluindo. um centro de treinamento customizável e dublagem completa. Você pode ajudar comprando o game antecipadamente por valores partindo de R$ 35.
Lies of P chegando… em agosto
O soulslike do Pinóquio conhecido como Lies of P ganhou uma janela de lançamento: o game chega em agosto de 2023. Enquanto não temos uma data definida, a IGN lançou um novo trailer do jogo, que estará disponível no Xbox Game Pass de PC e consoles.
MultiVersus flopando
Apesar de ser uma espécie de Smash Bros grátis com bastante diversão, MultiVersus pode não estar se saindo bem no quesito jogo como serviço. De acordo com dados da Steam, o jogo perdeu cerca de 99% de sua base de jogadores no PC desde o lançamento, que ocorreu em julho do ano passado. A terceira temporada de conteúdos do game foi adiada recentemente e só deve sair em 31 de março.
Lembra de Projeto AILA, o novo jogo da Pulsatrix que terá MaxMRM como diretor criativo? O game recebeu seu primeiro teaser trailer recentemente, mostrando mais detalhes dos gráficos na Unreal Engine. Enquanto ainda não temos um gameplay, a desenvolvedora de Fobia promete novidades em breve, incluindo uma campanha de financiamento coletivo.
O valor da Quantic Dream
A gigante NetEase, que contratou o criador da franquia Yakuza, comprou a produtora francesa Quantic Dream no ano passado. Agora, o possível valor da aquisição foi revelado: cerca de 100 milhões de euros. O montante é considerável, mas dá ao estúdio asiático o direito de franquias como Detroit Become Human, além do futuro Star Wars Eclipse.
Ubisoft (sozinha) na E3
Falando em empresas francesas, a Ubisoft disse que pretende aparecer na E3 2023. Isso, no entanto, se a feira de games realmente acontecer. Diversas gigantes da indústria não estariam interessadas em dar as caras no evento, como a PlayStation e a Nintendo.
Lançamento da semana: Like a Dragon Ishin
Semana feliz para os fãs de Yakuza (a franquia de games, não a máfia japonesa). O remake de Like a Dragon Ishin chega dia 21 de fevereiro no PC e consoles, mas quem comprou a versão Deluxe já pode jogar. O spin-off da série traz os astros da saga no Japão dos anos 1860, em uma história de revolução com samurais.
A SEGA enviou uma cópia de testes para o Jornalzito e temos boas impressões iniciais. O game está bem otimizado no PC e conta com entrega inteligente no Xbox, com upgrade gratuito para nova geração e compra cruzada entre computador e consoles da Microsoft.
Na parte do gameplay, o jogo retorna para a ação beat’em-up, misturando pancadaria, espadas e armas de fogo. Tudo isso acompanhado de um humor peculiar, uma ambientação interessante e muito texto para ler. O ponto negativo fica para a ausência de legendas em português brasileiro no lançamento — os modders já estão trabalhando para corrigir isso no PC.
Confira abaixo os principais lançamentos da semana, que também incluem o aguardado Sons of the Forest e Atomic Heart.
Like a Dragon Ishin (21/02) – PC, PlayStation 4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X
🐉Para quem ficou interessado em Like a Dragon Ishin, o jogo ganhou uma demo grátis em todas as plataformas — veja como baixar aqui.
🔵A Sony anunciou mais jogos para a PS Plus Extra e Deluxe, incluindo The Quarry e Horizon Forbidden West, que chega um ano depois de seu lançamento no catálogo das assinaturas;
🟢A Nuuvem está oferecendo o Xbox Game Pass e a Live Gold em promoção: basta usar o cupom 25NUUBOX para garantir R$ 25 de desconto! Confira nosso guia de como adquirir o serviço anualmente;
💻BRASIL MENCIONADO: a Steam está realizando a promoção Made in Brazil e jogos do nosso país estão com desconto na loja. Confira as ofertas nesta página até dia 23 de fevereiro;
💻O jogo grátis desta semana na Epic Store é Warpips!Resgate até 23 de fevereiro;
Mais ofertas
iClamper Energia 5 Tomadas – R$ 49,90 e frete grátis
As adaptações de games para filmes e séries estão a todo vapor: em 31 de março, uma obra cinematográfica de Tetris será lançada no Apple TV+. O filme, no entanto, não vai transformar os blocos em personagens dramáticos: como o trailer mostra, o longa-metragem vai contar a história por trás da origem e popularização do jogo, que é um dos mais vendidos de todos os tempos.
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O novo lançamento da franquia Yakuza chega ao mercado em 21 de fevereiro: Like a Dragon Ishin traz uma versão atualizada do jogo do PS3, com gráficos e gameplay atualizados para computadores modernos e consoles PlayStation 5, Xbox One, PlayStation 4, Xbox Series X e Series S.
Para quem joga no computador, um detalhe a ser considerado antes de jogar são os requisitos mínimos e recomendados. Felizmente, o jogo não é tão pesado na plataforma. Segundo a página oficial do game na Steam, é possível encarar Like a Dragon Ishin até mesmo em computadores mais modestos.
Enquanto a instalação do game exige cerca de 60 GB de espaço livre, é possível ter uma experiência em Full HD com GPUs a partir da GTX 960. Isso facilita a vida de quem joga em notebooks ou não fez upgrades no PC nos últimos anos.
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 2060, 6 GB or AMD Radeon RX Vega 56, 8 GB
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 60 GB de espaço disponível
Demo gratuita e preço de Like a Dragon Ishin
Like a Dragn Ishin possui uma demonstração gratuita que pode ser jogada no PC e também nos consoles Xbox e PlayStation. Para quem é usuário do computador, além de permitir uma prévia do gameplay, a demo também pode servir como panorama técnico.
Para baixar a demonstração, basta acessar a página do game na loja oficial de sua plataforma de preferência. No caso do PC, por exemplo, o download está disponível na Steam, no botão “baixar”.
Como o nome indica, a Combat Demo de Like a Dragon Ishin permite testar o combate do game. A demonstração inclui dois cenários, além de trazer configurações gráficas na versão de PC.
Like a Dragon Ishin será lançado globalmente em 23 de fevereiro e pode ser comprado por R$ 299,95 no computador. O preço é o mesmo na versão padrão de Xbox e também no PlayStation — a edição física para PS4, com upgrade grátis para PS5, sai mais barata, por R$ 294,99 e frete grátis.
Vale ressaltar que Like a Dragon Ishin não possui legendas em português brasileiro atualmente, mas o último grande lançamento da franquia recebeu localização para o nosso idioma após sua estreia. Além disso, um grupo de modders já anunciou que está trabalhando em legendas em PT-BR para o jogo no PC.
Como jogar o acesso antecipado e resgatar o bônus da Deluxe Edition
Para quem tem pressa, a compra da versão Deluxe Edition, que sai por R$ 350, garante acesso antecipado ao game em todas as plataformas. Ou seja, já é possível começar a jogar hoje mesmo.
Além disso, a versão Deluxe de Like a Dragon Ishin inclui os seguintes bônus para o game:
Conjunto do Capitão do Shinsengumi • Kit de Apoio de Crescimento do Ryoma • Kit de Materiais para Melhoria de Espada • Kit de Materiais para Melhoria de Arma de Fogo • Conjunto de Expansão de Armamento da Terceira Divisão • Visual do Dragão de Dojima
Três armas extras: • Kijinmaru Kunishige, uma espada preta com uma guarda branca • Tsuyano Usukurenai, uma espada banhada em sangue • Canhão de Navio Preto, um canhão extraído de navios ocidentais
Segundo explica a SEGA, o resgate dos itens bônus pode ser feito logo após o fim do capítulo 1 da história. Ao iniciar o capítulo 2, desça as escadas para o primeiro andar e, antes de sair do Teradaya Inn, vá para a esquerda — ao ir para a direita, você iniciará uma cena da campanha, o que impedirá o resgate do bônus.
Após pegar a esquerda, vire à direita na segunda sala e saia da sala do outro lado para o corredor, e vire à esquerda novamente. Você encontrará um homem chamado Bakumatsu Bob, que permitirá o resgate dos bônus de pré-encomenda e DLC.
The Last of Us Part I é um dos jogos mais premiados dos videogames, que teve uma nova versão anunciada e lançada para PS5 ainda em 2022. Porém, a Naughty Dog, desenvolvedora do game, anunciou que o jogo também chegaria para o PC, seguindo a tendência da Sony de trazer seus exclusivos para a plataforma.
Em dezembro do ano passado foi anunciado que o jogo chegaria para o PC em 3 de março. No entanto, recentemente o game foi adiado em algumas semanas em sua versão de computadores.
Com isso, The Last of Us Part I será lançado para PC em 28 de março. Ou seja, a versão de computador do remaster vai dar as caras no computador cerca de seis meses após a estreia no PS5, que aconteceu em 2 de setembro.
“Queremos ter certeza de que a estreia de The Last of Us Part I para PC está na melhor forma possível”, disse a Naughty Dog na mensagem de adiamento. “Essas poucas semanas adicionais permitirão garantir que esta versão de The Last of Us corresponda aos seus e aos nossos padrões.”
Além de garantir mais tempo de desenvolvimento, o adiamento também permitirá que a Sony pegue carona no sucesso da série de The Last of Us — novos episódios chegam semanalmente nos canais HBO e no streaming HBO Max. Por outro lado, a versão de PC do game chegará na mesma época do lançamento de Resident Evil 4 Remake, previsto para estrear em 24 de março.
Quanto custa The Last of Us 1 no PC?
A versão de computadores de The Last of Us está disponível em pré-venda atualmente com o preço padrão de R$ 249,90 na Steam e Epic Games Store. No entanto, já é possível comprar o jogo antecipadamente com desconto.
A loja brasileira Nuuvem oferece a versão de The Last of Us Part 1 da Steam com 10% de desconto. Assim, o jogo está saindo por R$ 223,99, com cashback em moedas da plataforma.
Em grau de comparação, a versão de PS5 de The Last of Us Part 1 está saindo por R$ 248,42 na PlayStation Store por tempo limitado, mas o valor padrão é de R$ 350. Na Amazon, a edição física é comercializada por R$ 299,90.
Requisitos para rodar The Last of Us
A Naughty Dog ainda não revelou os requisitos mínimos e recomendados de The Last of Us Part 1. No entanto, como o jogo chega no final de março, a tendência é que as especificações de hardware sejam reveladas em breve.
É válido ressaltar, porém, que o jogo não deve ser tão leve de rodar. Apesar de The Last of Us ter sido lançado originalmente em 2013, no PS3, a versão que chega ao PC é a remasterização para PS5. Com isso em mente, a tendência é que o game possua requisitos mais exigentes.
Além do jogo base, The Last of Us Part 1 também conta com o DLC Left Behind.
Um jogo que pode ser considerado como parâmetro para os requisitos é Returnal. Também exclusivo do PS5, o game da Housemarque chegou recentemente ao PC com especificações que incluem a GTX 1060 nos requisitos mínimos.
Já na parte das implementações extras para a plataforma, é possível que a Naughty Dog traga suporte para DLSS, AMD FSR e, quem sabe, ultrawide em The Last of Us Part 1. As soluções foram implementadas no lançamento de Uncharted no PC, por exemplo.
Assim como a versão de PS5, The Last of Us Part 1 de PC também contará com legendas e dublagem em português brasileiro, garantindo uma experiência 100% localizada para os jogadores. O título ainda inclui, além do jogo base, o DLC Left Behind, que traz um aprofundamento na história de Ellie.
Mais um game da PlayStation estrou no PC: a Sony liberou, em 15 de fevereiro, Returnal para computadores. O jogo foi lançado originalmente em 2021 como exclusivo do PS5.
A edição de computadores, assim como outros lançamentos da PlayStation, chega com recursos exclusivos para PC. Além de trazer dublagem em português brasileiros e gráficos similares ao PS5, o jogo possui aprimoramentos extras, possíveis graças ao hardware mais potente da nova plataforma.
O trailer acima exibe todas as novidades que estão presentes na versão de PC de Returnal. Confira abaixo alguns dos destaques da edição de computador:
Nvidia DLSS
Nvidia NIS
AMD FSR
Suporte para ultrawide
Ray Tracing de sombras e reflexos
Dolby Atmos
Recursos do DualSense
Assim como no PS5, o jogo também conta com suporte para gameplay cooperativo online.
Seu PC roda Returnal?
Como Returnal é um jogo que saiu originalmente no PS5, os requisitos para rodá-lo são pesados. A GTX 1060, por exemplo, aparece nos requisitos mínimos. Confira a seguir os requisitos completos:
Placa de vídeo: NVIDIA RTX 2070 Super (8 GB) / AMD Radeon RX 6700 XT (12 GB)
Preço de Returnal no PC
Returnal pode ser comprado no computador atualmente com desconto. O jogo está disponível na loja brasileira Nuuvem por R$ 223,99. A chave do game pode ser ativada na Steam.
Em grau de comparação, a edição de PS5 do game já está com grandes descontos atualmente. A versão física de Returnal pode ser adquirida por valores na casa dos R$ 189 na Amazon.
Está sem grana para comprar Wild Hearts, o novo lançamento da EA? Pois saiba que é possível jogar gratuitamente sem a necessidade de torrent, basta utilizar o Xbox Game Pass Ultimate! Assim como outros títulos da Eletronic Arts, o game possui um teste sem custos para quem assina o serviço, que custa apenas R$ 5 no primeiro mês.
Além do teste ser gratuito no PC e consoles Xbox, o progresso no game também fica salvo. Assim, se você comprar Wild Hearts futuramente, poderá continuar de onde parou no teste de 10 horas.
Ficou interessado? Veja como funciona abaixo!
Demo de 10 horas de Wild Hearts
A demonstração de 10 horas de Wild Hearts já está disponível para jogadores no PC e também nos consoles Xbox Series X e S. Para usar, basta ter uma assinatura ativa do Xbox Game Pass Ultimate, que inclui o catálogo do EA Play.
No Xbox Series S e X, vá até a aba de jogos e entre no catálogo do EA Play;
No PC, faça o download do EA App e realize login com a conta vinculada ao Xbox Game Pass Ultimate;
Busque por Wild Hearts no catálogo e faça o download do game.
A demonstração de 10 horas de Wild Hearts é interessante porque inclui o conteúdo completo. Além disso, o tempo de gameplay só é contado quando o jogo está aberto.
Jogar Wild Hearts sem o Game Pass Ultimate
Além do Game Pass Ultimate, também é possível testar Wild Hearts usando somente a assinatura do EA Play. O serviço está disponível no PC, PlayStation e também Xbox.
No computador, o serviço sai por R$ 20 mensais quando assinado pelo PC. Ou seja, vale mais a pena utilizar via Xbox Game Pass Ultimate. No PlayStation e Xbox, o EA Play também possui um teste que pode sair por apenas R$ 6, mas o valor padrão é de R$ 19,90.
Vale salientar também que a promoção só é válida para novos clientes, ou seja, que não assinaram o serviço anteriormente, e pode não estar disponível em alguns momentos.
Se você vai jogar Wild Hearts no PC, vale a pena conferir os requisitos mínimos e recomendados do jogo para computador. O game possui requisitos consideravelmente exigentes, então será necessário ter um sistema potente para garantir uma boa experiência.
Requisitos Mínimos
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
Quer comprar Wild Hearts? O jogo está disponível atualmente no PC, PS5 e Xbox Series S e X. Os preços variam em cada plataforma, mas ficam na casa dos R$ 300, valor que tem se tornado padrão na indústria.
A versão de PC pode ser adquirida por R$ 299 na Steam, enquanto os jogadores do Xbox podem comprar o jogo por R$ 305 com a assinatura EA Play ou Game Pass Ultimate, ou no preço padrão de R$ 339. A edição de PS5 sai por R$ 338,90 digitalmente.
O lançamento de Wild Hearts acontece em 16 de fevereiro.
Hogwarts Legacy foi lançado no PC e consoles recentemente, alcançando números impressionantes de jogadores, mesmo tendo ligação com a polêmica JK Rowling. Enquanto o jogo está agradando os fãs da saga Harry Potter, um detalhe técnico pode chamar a atenção: ocasionalmente, as portas do castelo exibem um símbolo redondo azul, parecido com o ícone de loading em sistemas como o Windows.
Afinal, por que isso acontece? Qual o motivo para as portas de Hogwarts Legacy demorarem para abrir e exibirem um ícone de carregamento? Enquanto não existe uma resposta oficial da Warner sobre isso, é possível presumir o motivo para isso.
Portas que carregam em Hogwarts Legacy
As portas do castelo apresentam ícones de carregamento para evitar telas de loading dentro de Hogwarts. Este é um recurso técnico adotado pela Avalanche Studios para tornar a experiência de jogo mais direta e imersiva.
Como o castelo de Hogwarts Legacy é bem grande, nem todas as áreas são carregadas ao mesmo tempo. Com isso, algumas portas exibem o ícone azul enquanto o resto do local é carregado para o jogador entrar.
Após alguns segundos de carregamento, as portas se abrem e liberam as áreas para o jogador.
Ou seja, as portas carregando não são um bug ou erro, apenas um recurso dentro do jogo. Assim, não se preocupe com esse pequeno detalhe, pois seu sistema não está com problemas.
Como fazer o jogo carregar mais rápido?
Vale ressaltar, inclusive, que o carregamento nas portas acontece até mesmo nos consoles de nova geração, o PS5 e Xbox Series S e X, que possuem SSDs mais rápidos. Assim, pode ser difícil escapar das portas com ícone azul.
A melhor maneira de ter o game carregamento mais rápido é fazendo a instalação em um SSD, principalmente se você joga no computador. Além das portas com ícone azul carregarem mais rápido, as telas de loading ao mudar de área também serão menores.
Hogwarts Legacy pode ser jogado atualmente no PC, PS5 e Xbox Series S e X. Em 4 de abril, o jogo será lançado para PS4 e Xbox One — a edição de Nintendo Switch chega em 25 de julho.
Atualmente, a versão do game mais barata está no PC. A loja brasileira Nuuvem vende Hogwarts Legacy da Steam por valores partindo de R$ 219.