Vai se criando um clima terrível no caso da Activision Blizzard, empresa que é dona de Overwatch, Call of Duty, Candy Crush e outras franquias que você possivelmente joga. Assim como o aquecimento global e as calotas polares, uma crise gigante está derretendo a imagem da companhia. Após um processo iniciado em julho, que investiga abusos e má conduta de funcionários na companhia, a situação só piora.
Nos últimos dias, novas acusações surgiram contra o CEO Bobby Kotick, que frequentemente vira matéria por receber bônus milionários, até mesmo quando rolam cortes de staff. Agora, porém, a polêmica é diferente: o executivo supostamente sabia dos assédios sofridos por funcionárias e, além de ser conivente, até estaria envolvido diretamente em alguns dos casos.
O negócio ficou tão pesado que mais de mil colaboradores da Activision Blizzard assinaram uma petição para a saída do CEO. Um grupo de funcionários também protestou em frente a sede da empresa pedindo a renúncia de Kotick.
Irritando gigantes
Além disso, segundo informações do jornalista Jason Schreier, Xbox e PlayStation estão querendo se afastar da Activision Blizzard por causa do escândalo.
De acordo com informações internas vazadas de Microsoft e Sony, Phil Spencer e Jim Ryan já teriam demonstrado preocupação com o assunto, o que pode influenciar na queda do polêmico CEO da Activision Blizzard. Afinal, as ações da gigante dos games seguem despencando e o fim de parcerias tão fortes pode piorar ainda mais a situação.
40%. Essa é a porcentagem de vendas digitais que Call of Duty Vanguard perdeu em relação ao seu antecessor, Call of Duty Black Ops Cold War, no Reino Unido. A expressiva redução nas cópias comercializadas na região refletem algo que vemos globalmente: o descontentamento de muitos jogadores com a franquia da Activision.
Desde a chegada de Modern Warfare (2019) e Warzone, a série acabou entrando em uma zona de conforto. O gameplay atual possui uma fórmula que funciona muito bem, mas os jogos estão cada vez mais parecidos: é difícil dizer onde um dos games acaba e o outro começa.
Excelente, mas…
Após mais de uma semana jogando COD Vanguard, atestamos que o game é muito bom. A campanha tem um tom cinematográfico bem legal, seguindo os padrões COD de revisão histórica, e a jogabilidade é deliciosa. Diferente de seu antecessor, o novo jogo também aborda muito bem os personagens, fazendo com que você se importe com os combatentes e a história sem ter que apelar majoritariamente para a nostalgia.
Seguindo uma estrutura que até lembra Cold War, o jogo acompanha um grupo de soldados na vibe “Vingadores”. Em uma história bastante fantasiosa, o grupo batalha contra as forças alemãs no final da Segunda Guerra Mundial, em uma operação secreta. Diferente do antecessor, que mais parecia uma propaganda estadunidense, o novo jogo acerta com esse conceito, já que coloca o time para lutar em uma causa que faz sentido — acabar com a galera que pretendia continuar o trabalho de Hitler.
Com uma pegada bem cinematográfica e cheia de momentos imersivos, a campanha eleva os padrões de qualidade da franquia. O grande destaque fica para o desenvolvimento de Polina Petrova, uma das personagens que mais ganham destaque na história.
Para cumprir a cota de inovação, a empresa também trouxe mecânicas únicas para cada um dos personagens, como um “sexto sentido” que deixa o tempo mais lento e comandos de pelotões. No entanto, a variedade de gameplay dos protagonistas acaba nem ganhando muito espaço, uma vez que a campanha é bem curta e cada um ganha, em média, umas duas missões para atuar.
Redenção?
O jogo também impressiona na hora dos créditos: são muitos nomes. Após o sucesso de Warzone, a Activision direcionou todos os seus esforços para a franquia Call of Duty. E o fruto desse trabalho é delicioso, mas não cai muito longe do pé. Com isso, fica difícil recomendar um jogo de R$ 300 que parece uma extensão dos últimos títulos da Activision. Pelo menos esse é o prognóstico atual.
Ao que parece, Vanguard pode seguir o mesmo caminho de COD Infinite Warfare. O game futurista foi amplamente criticado em seu lançamento por mostrar a estagnação da série Call of Duty. Ainda assim, o título é muito bom e ganhou uma legião de fãs anos após seu lançamento, quando começou a aparecer em promoções.
Ironicamente, o jogo da vez a tomar o repúdio da comunidade se passa na Segunda Guerra Mundial, justamente o retorno que foi muito pedido por jogadores na época do lançamento de Infinite Warfare. Agora, os tempos mudaram, e talvez uma mudança de temática não seja suficiente para fazer a franquia voltar a vender bem.
Tiro na água
Com tantos serviços de games por aí, me admira que a Activision simplesmente não largou o osso das vendas convencionais para apostar em jogos mais modulares. Já imaginou poder comprar apenas o multiplayer de Call of Duty por um preço mais barato, ou jogá-lo gratuitamente, ao invés de levar o pacotão completo por R$ 300.
Ou então, que tal jogar qualquer campanha de Call of Duty em um serviço de assinatura de games, ao estilo Ubisoft+, focado nos jogos da franquia de guerra, e receber um desconto para comprar os outros conteúdos? Com um catálogo tão vasto de games de guerra, a Activision certamente poderia pensar em soluções mais amigáveis para o bolso dos usuários.
No entanto, ao que parece, estamos mais perto de termos uma (ainda maior) Fifização da franquia Call of Duty. A menos que uma grande mudança nos padrões da Activision aconteça, o que é bem difícil, os fãs possivelmente continuarão “comprando o mesmo jogo” anualmente.
A análise foi realizada em um Xbox Series X, com uma cópia do game cedida pela Activision Brasil. Em breve traremos mais opiniões acerca do multiplayer de Call of Duty Vanguard.
A lista de games indicados ao The Game Awards 2021 finalmente foi revelada. A premiação conta com a opinião dos principais veículos de mídia do mundo e reúne os jogos mais populares e bem avaliados do ano. Apesar de ter problemas, a lista ainda serve como um bom parâmetro para conhecer títulos de qualidade ou que merecem atenção.
Entre os grandes destaques, vale mencionar títulos como Psychonauts 2 eIt Takes Two, que receberam diversas indicações e estão entre os melhores do ano. Deathloop também aparece na lista de indicados ao GOTY, que premia o principal jogo de 2021. Os exclusivos Metroid Dread e Ratchet and Clank: Rift Apart fecham a lista do troféu principal.
Confira abaixo todos os indicados ao The Game Awards 2021. A votação está aberta nosite do TGA 2021até o dia 9 de dezembro, quando a premiação será realizada.
Melhor jogo do ano
Deathloop (Arkane Studios/Bethesda)
It Takes Two (Hazelight Studios/EA)
Metroid Dread (Mercury Steam/Nintendo)
Psychonauts 2 (Double Fine/Xbox Game Studios)
Ratchet & Clank: Rift Apart (Insomniac Games/SIE)
Resident Evil Village (Capcom)
Melhor direção
Deathloop (Arkane Studios/Bethesda)
It Takes Two (Hazelight Studios/EA)
Returnal (Housemarque/SIE)
Psychonauts 2 (Double Fine/Xbox Game Studios)
Ratchet & Clank: Rift Apart (Insomniac Games/SIE)
Melhor jogo contínuo
Apex Legends (Respawn/EA)
Call of Duty: Warzone (Infinity Ward/Raven/Activision)
Grand Theft Auto: The Trilogy – The Definitive Edition será lançado em 11 de novembro! O jogo contará com texturas em alta qualidade e certos controles inspirados em GTA V, dando uma nova vida para GTA III, San Andreas e Vice City.
Na parte dos requisitos para computador, o jogo precisará de pelo menos 8 GB de memória RAM e uma GeForce GTX 760 de 2 GB para rodar. Um detalhe interessante é que GTA Trilogy possui suporte para DLSS, a tecnologia de upscaling da Nvidia com inteligência artificial.
Supostos requisitos mínimos
Processador: Intel Core i5-2700K ou AMD FX-6300
Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 760 2GB ou AMD Radeon R9 280 3GB
A coletânea já está disponível em pré-venda e pode ser encontrada por valores na casa dos R$ 320 no PC. Fugindo dos padrões da plataforma, esse valor também é praticado na edição de PC, que será vendida por meio do Rockstar Launcher (nada de Steam, pelo menos por enquanto.
Nos consoles, o valor de GTA Trilogy gira em torno de R$ 300.
GTA Trilogy contará com versões para PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S e X, bem como no Nintendo Switch. Os jogadores do Xbox poderão aproveitar a versão remasterizada de GTA San Andreas no lançamento por meio do Xbox Game Pass.
Vale lembrar que GTA Trilogy também receberá uma versão mobile, que está prevista para 2022. Confira mais detalhes no site oficial da Rockstar.
Dezembro de 2020. Durante a edição anual do The Game Awards, o apresentador Geoff Keighley anuncia a “World Premiere” de mais um game. O trailer em questão exibe quatro sobreviventes em um apocalipse zumbi, trabalhando juntos para conter uma horda de mortos-vivos de diferentes tipos. Para a alegria dos órfãos da Valve, parecia que o aguardado Left 4 Dead 3 finalmente estava sendo revelado. Só que não.
Naquela noite, o jogo revelado foi… Back 4 Blood. Produzido pela Turtle Rock, o mesmo estúdio por traz dos jogos de zumbi da Valve, o game é praticamente um sucessor espiritual da série Left 4 Dead. A diferença é que o game possui uma parceria com a Warner, que cuidou da distribuição do título para diferentes plataformas — PlayStation, Xbox e PC, incluindo lançamento direto no Xbox Game Pass.
Como o próprio trailer de revelação destaca, a essência de gameplay é praticamente a mesma, o que certamente vai agradar os fãs de longa data da Turtle Rock. No entanto, o jogo possui algumas mudanças que certamente vão afetar a experiência de quem passou muitos anos dando tiro em Left 4 Dead.
Redenção do estúdio
Além de representar o resurgimento de Left 4 Dead, Back 4 Blood representa uma bela redenção para a Turtle Rock. Após os anos de sucesso ao lado da Valve, o último grande projeto da desenvolvedora foi Evolve, que foi lançado em 2015 e flopou hard. O game focado em partidas de multiplayer assimétricas se saiu tão mal que você nem pode mais adquirí-lo na Steam — só restou uma página para lembrar da vergonha do estúdio.
Ao que parece, a Turtle Rock aprendeu com o erro e realizou um ótimo trabalho em parceria com a Warner. Back 4 Blood consegue entregar a diversão de Left 4 Dead com o frescor da atual geração de consoles. O problema, porém, é que alguns pequenos erros deixam o jogo em uma espécie de zona de conforto.
Back 4 Blood podia sair da sombra de seu “antecessor” e ser um jogo com mais personalidade, mas alguns erros cometidos pela Turtle Rock tornam apenas o o projeto um “Left 4 Dead 3”.
Gameplay clássico, mas com visual renovado
Back 4 Blood capricha em conseguir trazer o gameplay cooperativo de “quatro contra zumbis” para a geração atual de consoles. Trazendo um grupo de personagens carismáticos sobrevivendo ao apocalipse, o jogo combina gráficos modernos com uma jogabilidade de tiro que funciona muito bem.
Assim como em Left 4 Dead, é muito delicioso atirar em zumbis em Back 4 Blood. Explorar os belos cenários em busca de suprimentos e sobreviver com os amigos é bem divertido. Para deixar a experiência ainda mais imersiva, o game ainda traz dublagem em português brasileiro, com uma localização que segue os padrões de qualidade da Warner, que manda muito bem nesse assunto.
Entretanto, a parte da sobrevivência no apocalipse zumbi pode ser árdua de vez em quando. Tanto no solo quanto em grupo, o jogo possui alguns momentos bem difíceis — tão difíceis que até parecem desbalanceamentos, o que pode causar certa frustração. Ainda assim, no geral, o sistema de armas e upgrades garante bastante poder de fogo para os jogadores enfrentarem as hordas de zumbis. Seguindo o conselho do Batman, basta se preparar e ter pensamento estratégico que tudo dá certo no final.
Sistema de cartas é ótimo
Enquanto Back 4 Blood vem chamando a atenção pelo seu estilo Left 4 Dead desde seu lançamento, o grande destaque do jogo fica para o sistema de cartas. Apesar de parecer confuso no começo, a novidade é uma grande adição ao gameplay e garante bastante variedade na jogabilidade.
O sistema de progressão com cards permite que você monte baralhos com vantagens para os personagens, que por si só já possuem diferentes tipos de habilidades. Com isso, você pode tornar seu soldado mais forte, rápido ou dar foco para cura, por exemplo, o que permite balancear o time para tirar melhor proveito de cada um dos membros da equipe.
Os cards garantem mais customização e variedade ao gameplay
No começo de cada partida, o game também apresenta “cartas corrompidas”, que basicamente são modificações no cenário para garantir que cada visita a uma fase seja diferente. Ou seja, mesmo que você jogue várias vezes no mesmo local, Back 4 Blood tentará diversificar os inimigos para oferecer desafios diferentes.
Sistemas como esse dão uma ideia de como Back 4 Blood tem potencial para ser muito mais que um Left 4 Dead 3, mas parece que a Turtle Rock se contentou com esse título, o que não é uma coisa ruim, convenhamos.
Problemas…
Como o próprio nome indica, Back 4 Blood é um jogo feito para ser aproveitado em grupos com até quatro jogadores. A experiência é otimizada para que você feche um esquadrão com seus amigos. Esse foco, porém, acaba sendo punitivo para quem busca enfrentar o game de outras formas.
Back 4 Blood permite que você jogue toda a campanha principal em modo solo, acompanhado por bots. No entanto, o jogo sofre com grandes cortes que deixam a experiência longe do ideal. Além dos robôs burros que te acompanham, o usuário precisa lidar com limitações sem sentido impostas pela desenvolvedora.
Back 4 Blood é lindo, mas não é amigável com jogadores “forever alone”.
Ao jogar sozinho, você não recebe pontos de progressão, que servem para comprar novas cartas e skins para os personagens. As conquistas, que são incentivo para a galera que curte caçar troféus, também são desativadas no modo solo.
Além disso, a desenvolvedora também não trouxe modo de tela dividida para Back 4 Blood, o que certamente seria uma adição interessante para o estilo do jogo. Detalhes como esses, que podem ser corrigidos no futuro, deixam o jogo na sombra da franquia Left 4 Dead.
Sem Valve, mas com Xbox
Para a infelicidade da galera que ainda está no jogo antigo da Valve, a nova produção da Turtle Rock também deixa de lado as contribuições da comunidade. Enquanto Left 4 Dead é altamente integrado com a Steam e recebe conteúdos feitos por fãs até hoje, Back 4 Blood é um jogo de R$ 250 “fechado”.
A qualidade de Back 4 Blood, que conquistou uma base de fãs no PC mesmo com o preço alto, mostra como a Valve deixou passar uma grande chance. Afinal, se o jogo tivesse sido lançado como Left 4 Dead 3, com todos os benefícios entregues pela Steam, certamente teríamos um sucesso avassalador nas mãos da companhia.
De qualquer forma, outra empresa acabou se aproveitando do potentical de Back 4 Blood: a Microsoft. O jogo é um dos lançamentos recentes que melhor se aproveita dos recursos do Xbox. O jogo conta com progressão compartilhada entre PC e consoles, chegou diretamente no Game Pass e ainda funciona via xCloud.
Vale a pena?
Se você está com preguiça de ler o textão e veio direto pra cá, nós resumimos aqui: Back 4 Blood é muito divertido e vale muito a pena com o Xbox Game Pass. Se você não quer assinar, a nossa dica é esperar uma promoção, já que R$ 250 é um valor bastante alto para um game do gênero.
O jogo moderniza o estilo de Left 4 Dead com gráficos aprimorados e gameplay moderno, além de trazer recursos como crossplay. O sistema de cartas também é ótimo e garante bastante diversidade para o gameplay.
No entanto, o jogo não vai muito além de seu “muso inspirador” e comete erros que poderiam ser evitados. A Turtle Rock parece aberta a ouvir a comunidade, o que é ótimo. Quem sabe no futuro, Back 4 Blood, com melhorias e um preço mais em conta, Back 4 Blood se torne um game ainda mais interessante do que já é atualmente.
A Warner Games Brasil cedeu uma cópia do game para análise. Os testes foram realizados com o game no PC e Xbox Series X.
A Rockstar Games finalmente anunciou Grand Theft Auto: The Trilogy — The Definitive Edition (para a infelicidade da galera do SEO, é isso tudo de nome). A coletânea possui versões remasterizadas de GTA III, San Andreas e Vice City, incluindo melhorias gráficas e aprimoramentos de gameplay.
O pacotão foi revelado com um vídeo nostálgico e, até o momento, nenhuma prévia de gameplay foi exibida pela desenvolvedora. Com isso, a Rockstar abriu uma grande caixa de Pandora e praticamente convidou o público a especular com imagens falsas, mas os detalhes oficiais não devem demorar para chegar.
O lançamento de GTA Trilogy acontecerá ainda em 2021, com versões para Switch, PlayStation 4 e 5, Xbox One, Series X e S, bem como PC. Além disso, edições da coletânea para Android e iOS chegarão em 2022.
Dito isso, tenha cautela ao compartilhar imagens com gráficos exageradamente atualizados que “vazarem” na internet. Afinal, estamos falando de um remaster de jogos de PS2 que vai sair futuramente para dispositivos portáteis.
O outro lado da moeda
Enquanto muita gente tá animada com a chegada da trilogia para plataformas modernas, o lançamento também está envolto em algumas polêmicas. Para começar, o “sangue” de alguns mods foi derramado antes da revelação de GTA Trilogy.
A Take-Two, que comanda a Rockstar, processou uma galera por trás de modificações famosas para os jogos antigos de GTA no PC. Até mesmo o gigantesco GTA Underground, que mistura o mapa de vários títulos da desenvolvedora, incluindo Bully, acabou morrendo.
A questão da preservação de conteúdos também está gerando debates: a Rockstar confirmou que vai retirar os jogos originais de circulação das plataformas modernas nesta semana. Com isso, uma galera não terá a chance de ver como era o trabalho original presente nos games, enquanto os modders perderão plataformas que foram utilizadas por anos para criação de conteúdos.
Detalhe que a empresa nem fez uma promoção para “enterrar” as versões originais. A parte boa é que os preços não são muito altos e cada um dos títulos pode ser encontrado em lojas como Steam por valores entre R$ 15 e R$ 20.
E o preço dos remasters?
O preço de GTA Trilogy também pode render polêmica. De acordo com informações vindas de uma varejista da Europa, a coletânea possivelmente chegará ao mercado com preço cheio no exterior. Ou seja, a tendência é que o pacote esteja disponível no Brasil custando até R$ 350 nos consoles, o que também pode se refletir na edição de computadores.
Enquanto o valor ainda não foi confirmado, não seria surpresa ver esse preço sendo praticado. Afinal, a Rockstar faz parte da Take-Two, a gigante dos games que foi uma das primeiras a defender games custando US$ 70.
Com tantas polêmicas e expectativas ao seu redor, GTA Trilogy vai ter que caprichar para não decepcionar sua gigantesca base de fãs.
A franquia Forza é famosa pela qualidade gráfica em seus jogos e, como era de se esperar, é um dos grandes destaques para os consoles Xbox em 2021. Forza Horizon 5 chega em breve e passará na América do Norte, mas precisamente no México.
A franquia é sinônimo de boa otimização e, ao que tudo indica, com Forza Horizon 5 não será diferente. A Microsoft já liberou os requisitos para rodar o game no PC e a lista de hardwares é bastante amigável, incluindo componentes como o processador AMD Ryzen 3 1200 nos requisitos mínimos.
Já nos requisitos recomendados, aparecem peças como o Intel Core i5-8400 e as placas de vídeo GTX 1070 e RX 590, além dos já clássicos 16 GB de RAM. Quando o assunto é armazenamento, o game exige 110 GB de espaço livre, sem a necessidade de um SSD — mas o uso do componente mais rápido é recomendado.
Requisitos Mínimos
SO: Windows 10 64bits
Processador: Intel i5-4460 ou AMD Ryzen 3 1200
Memória: 8 GB de RAM
Placa de vídeo: Nvidia GTX 970 ou AMD RX 470
Armazenamento: 110 GB de espaço disponível
Requisitos Recomendados
SO: Windows 10 64bits
Processador: Intel i5-8400 or AMD Ryzen 5 1500x
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: Nvidia GTX 1070 ou AMD RX 590
Armazenamento: 110 GB de espaço disponível
Em uma imagem divulgada pela desenvolvedora, também é possível ver os requisitos ideais para o game, que incluem hardwares mais potentes.
Os requisitos são mais absurdos e incluem placas como RX 6800 XT e a RTX 3080, garantindo poder para rodar elementos como Ray Tracing, que além do Ray Tracing convencional, usará a tecnologia para aprimorar os aúdios do game. Além disso, a companhia recomenda o uso de um SSD, o que faz uma grande diferença nas telas de loading.
Na época do lançamento do Xbox Series X, nós mostramos por aqui como o uso do componente pode fazer a diferença. Em Forza Horizon 4, a diferença nas telas de carregamento com um SSD é gritante.
Preço e data de lançamento de Forza Horizon 5
Forza Horizon 5 tem lançamento marcado para o dia 09 de novembro de 2021. A versão de PC está disponível na Steam custando R$ 249,00 na edição padrão. O jogo também estará disponível no Xbox One, Xbox Series X e S pelo mesmo preço, trazendo compatibilidade com PC e também xCloud com uma única compra.
Para quem não quer gastar no game, Forza Horizon 5 também estará disponível para o Xbox Game Pass no dia do lançamento, em 9 de novembro. Atualmente, a assinatura está em promoção e sai por R$ 5 no primeiro mês.
Segundo a Pesquisa Games Brasil, o celular é a plataforma favorita dos brasileiros e se tornou o local preferido para jogar de 41,6% dos gamers do nosso país. Apesar de já ter flertado com os games mobile, nunca me tornei um entusiasta do meio, mas um pedaço de plástico de R$ 40 está mudando esse cenário.
Estou falando de um acessório que não possui um nome oficial, mas aparece em lojas online como “suporte” ou “base para utilizar o celular com um controle de Xbox. A missão do aparato é anexar o celular na horizontal com um controle do Xbox Series X e S, ou de Xbox One. Como possuo alguns joysticks da Microsoft por aqui, resolvi apostar no produto.
Esse pedaço de plástico custa cerca de R$ 40 e consegue juntar seu celular e controle Xbox. (Imagem: Mateus Mognon)
Apesar de ser simples a ponto de você questionar o preço de R$ 40 (esse é o valor na Amazon), a presilha plástica pode fazer uma grande diferença na hora de jogar no celular.
Confortável
A principal magia do acessório é melhorar o conforto na hora de jogar. A presilha permite utilizar o celular na horizontal enquanto segura o controle do Xbox. O design do suporte permite pressionar o botão de sincronização o joystick e também utilizar fones de ouvido no celular.
A extensão do clipe também não deixa a desejar. Atualmente, estou utilizando o “brinquedinho” com um Samsung Galaxy S20 FE, que possui uma tela de 6,5 polegadas. O acessório aguenta o celular com a capinha de proteção com folga e deixa o smartphone preso com rigidez durante o uso.
O acessório é bem simples e pode mudar a sua relação com os jogos no smartphone. (Imagem: Mateus Mognon)
O suporte é otimizado para o controle do Xbox Series X/S e até vem com um buraquinho para comportar o novo botão Share. A embalagem também inclui uma “almofadinha” que adapta o design para o joystick do Xbox One.
Vale lembrar que o controle do Xbox One S vem com Bluetooth e pode ser utilizado com mais suportes disponíveis no mercado. Alguns dos produtos contam até com designs mais elaborados e funcionam melhor como um tripé ou base. No entanto, como grande parte desses produtos são feitos de plástico barato, é sempre bom ser cuidadoso para garantir mais longevidade para o acessório.
Limitações do celular
Independente do suporte ou controle, ainda existem pontos no mundo mobile que podem atrapalhar o jogador clássico de consoles e PCs. O primeiro ponto são as interfaces. Tirando jogos 100% pensados para mobile, muitos games não adaptam a interface para as telas menores, o que dificulta visualizar os conteúdos no celular.
Dependendo do tamanho de sua tela, você precisará colar o rosto no celular para ler menus e interfaces. (Imagem: Mateus Mognon)
Até mesmo blockbusters como Fortnite pecam no quesito visualização. Ao jogar no controle, o usuário fica mais afastado da tela, o que não combina muito bem com as fontes pequenininhas utilizadas nos menus.
A situação também não é amigável na hora do streaming de games. Durante os últimos dias, testei o gameplay com a base e o controle no Xbox. O gameplay flui sem problemas, até que o jogador precise ler alguma informação na tela.
Cadê meu GeForce Now?
Para quem joga no PC e está em busca de mais liberdade, o uso de um clipe para aliar o celular com o controle também é uma boa pedida. O Steam Link funciona muito bem com controles Bluetooth e permite que você transmita jogos do seu PC para o celular.
O suporte para resolução ultrawide no PC também garante uma visualização melhor no celular. Enquanto o xCloud limita o streaming na proporção 16:9, o Steam Link permite que o jogo seja enviado ao celular em 21:9, aproveitando melhor a visualização do conteúdo.
Controle do Xbox Series S com presilha e celular Galaxy S20 FE rodando o beta do xCloud. (Imagem: Mateus Mognon)
O maior empecilho em usar o Steam Link é a dependência do computador. A plataforma permite até mesmo que você desligue o PC pelo celular, mas o streaming só funciona com os dois aparelhos conectados na mesma rede.
A limitação mostra o valor do GeForce Now, a plataforma da Nvidia que chegará gratuitamente no Brasil ainda em 2021. O serviço permitirá fazer streaming de games do PC diretamente da nuvem para o celular, garantindo mais liberdade na hora de jogar.
Com a expansão de soluções como o GeForce Now e xCloud no nosso país, está cada vez mais simples jogar um game AAA em qualquer lugar. Nesse cenário, pagar R$ 40 para ter um pouco mais de conforto na hora de aproveitar os games no smartphone certamente é um bom negócio. Agora só precisamos esperar que as empresas trabalhem em mais opções de acessibilidade pensadas para as telas menores.
Após quase um ano de testes limitados, o xCloud finalmente foi lançado no Brasil. Para quem não tá ligado, temos aqui um fato que pode revolucionar a indústria de games no Brasil a longo prazo.
O xCloud é que um serviço de games via nuvem, que funciona independente de um console ou PC gamer poderoso. Em um tempo onde chips são raros, isso é uma ótima notícia pra quem não tem grana pra uma GPU potente ou um console de nova geração. Você pode rodar jogos como Gears 5 e Marvel’s Avengers em um notebook ou celular capenga, basta ter uma conexão de internet decente — o recomendado é acima dos 10 Mbps.
Assim como Netflix ou Amazon Prime Video, você pode acessar o catálogo pagando uma mensalidade e abrindo os títulos diretamente no navegador web ou em um aplicativo. O primeiro mês sai por R$ 5 para novos assinantes, o que colocou a plataforma no radar de muitos jogadores.
E como funciona?
O xCloud pode ser acessado diretamente no site xbox.com/play ou nos aplicativos do Xbox Game Pass para celulares e computadores Windows. Com exceção de uma centena de jogos que traz suporte para comandos diretamente na tela, o serviço exige que você tenha um controle Bluetooth ou com cabo para jogar — a plataforma não funciona com mouse e teclado no PC.
Após os R$ 5 do primeiro mês, o Xbox Game Pass Ultimate, que traz o xCloud incluso, custa R$ 45 mensais, mas você pode conseguir acesso com um preço mais em conta. A Microsoft permite converter até 36 meses de Xbox Live Gold para a assinatura, garantindo uma boa barganha para quem está pensando em usar o serviço por bastante tempo.
Problemas
Surpreendentemente, o xCloud chegou ao Brasil funcionando muito bem, mas ainda existem espaços para melhorias. Em uma conexão boa, o delay dos comandos se torna bastante aceitável e deixa a experiência interessante para jogar casualmente.
A resolução, por outro lado, é mais incômoda: para quem joga no PC, é necessário lidar com imagens que claramente ficam abaixo do Full HD. Os artefatos também podem incomodar, mas, assim como o delay, são raros em uma conexão de qualidade.
O problema mais chamativo no serviço, porém, é a fila. Atualmente, tem tanta gente usando a plataforma que está praticamente impossível acessar alguns jogos mais populares, principalmente durante a noite. Para contornar a situação, a dica é apostar em jogos “menos populares”, que normalmente carregam instantaneamente.
O xCloud chegou ao Brasil e pode ser aproveitado por meio do Xbox Game Pass Ultimate, que atualmente custa R$ 5 em seu primeiro mês — o valor sobe para R$ 45 mensais após a promoção. Para quem já testou a plataforma e quer utilizar o serviço por mais tempo, é possível garantir a assinatura por um valor mais acessível utilizando um benefício fornecido pela própria Microsoft.
A Microsoft permite converter até 36 meses da assinatura Xbox Live Gold em Xbox Game Pass Ultimate. Com isso, o jogador pode conseguir acesso ao catálogo completo da plataforma, incluindo EA Play e xCloud, com um valor mais baixo. Assim, é possível assinar o Game Pass Ultimate anualmente por R$ 200, por exemplo.
A conversão de Live Gold para Game Pass Ultimate está listada nas regras do serviço.
Veja abaixo como conseguir realizar a conversão para garantir até três anos se Game Pass Ultimate mais barato. É importante ressaltar, porém, que você não pode estar com uma assinatura ativa do serviço, já que nesse caso, a Microsoft converte os 12 meses de Gold para apenas quatro de Ultimate.
Como converter 12 meses de Live Gold em 1 ano de Game Pass Ultimate
Plataformas como a Nuuvem permitem adquirir códigos da Xbox Live Gold com desconto e sem prazo de validade. Nossa indicação e adquirir a assinatura na loja brasileira, que é confiável e ocasionalmente oferece descontos para a compra da assinatura.
Compre a assinatura de 12 meses da Live Gold no site da Nuuvem.
Se quiser 36 meses de Xbox Game Pass Ultimate, o máximo permitido na conversão, realize a compra de três códigos de 12 meses de Live Gold.
Após realizar a compra na Nuuvem, faça o resgate dos códigos no site microsoft.com/redeem — realize login na mesma conta que você usa no Xbox.
Uma tela exibirá a opção de converter todos os meses de Live Gold para Xbox Game Pass. Siga as instruções para realizar a conversão.
Os jogos disponíveis no Xbox Game Pass Ultimate podem ser baixados e instalados no PC, Xbox One e Xbox Series X e S. Os jogos em nuvem via xCloud funcionam em celulares e computadores com Windows via app, além de estarem disponíveis no navegador por meio do site xbox.com/play.
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