Em clima de Black Friday, a Microsoft iniciou uma grande promoção na loja digital de seus consoles, que traz jogos para Xbox Series S, Xbox Series X e Xbox One. Os grandes descontos incluem jogos como Red Dead Redemption 2 por um dos menores preços até hoje, Cyberpunk 2077 pela metade do preço e muitos jogos bons custando menos de R$ 20.
Confira abaixo uma lista com as principais promoções disponíveis atualmente na Black Friday do Xbox. Com mais de mil jogos participantes e até 90% de desconto, a promoção vai até o dia 1° de dezembro.
Red Dead Redemption 2 é um dos destaques das promoções do Xbox
Fallout New Vegas – R$ 7,25 (também no Xbox Game Pass)
Titanfall 2 – R$ 15,80 (também nO Xbox Game Pass Ultimate)
Promoções em mídia física e produtos
Para conferir todas as promoções disponíveis atualmente no Xbox, visite a loja do seu console ou a página de promoções do Xbox! Se você possui um Xbox One ou Xbox Series X com leitor de mídia física, vale a pena conferir também as promoções em disco.
Confira algumas das ofertas abaixo, incluindo produtos como o controle PowerA que analisamos no Jornal dos Jogos. Lembrando: os jogos em mídia física não rodam no Xbox Series S, que não possui leitor de discos.
Nesta segunda-feira (14) tivemos os anúncios dos jogos indicados pelo The Game Awards2022 que concorrerão no evento que é comumente chamado de Oscar dos videogames. Elden Ring e God of War aparecem em muitas categorias, o que já era esperado, mas um concorrente em específico surpreende entre os candidatos para jogo do ano. Claro que estamos falando do jogo do gatinho, Stray.
Com 10 indicações, o novo God of War foi o game que mais apareceu nas categorias da premiação. Elden Ring e Horizon Forbidden West aparecem logo em seguida, com sete nomeações. Já Stray teve surpreendentes seis indicações!
Mas não pense que são apenas gringos que concorrem ao lindo troféu do TGA. Na categoria de melhor treinador de eSports temos o brasileiro Matheus “bzkA” Tarasconi, técnico da equipe de Valorant da LOUD, que também está concorrendo na categoria de melhor de eSports. Além da LOUD e do bzKA, Nobru está concorrendo a melhor criador de conteúdo do ano.
Como votar no The Game Awards?
A votação já está aberta e pode ser realizada tanto no site como no Discord oficial do The Game Awards. Para votar no site você precisará de um simples cadastro que pode ser feito em segundos.
A cerimônia de premiação ocorrerá em Los Angeles no dia 8 de dezembro, com transmissão ao vivo na internet e o anúncio de novos games. Em edições anteriores, por exemplo, o evento contou com a revelação do Xbox Series X.
Todos os indicados do Game Awards 2022
Abaixo, confira uma lista com todos os indicados em todas as categorias do The Game Awards 2022. A edição deste ano conta com a estreia de um novo prêmio, que vai coroar a melhor adaptação de games para outras mídias.
Jogo do Ano
A Plague Tale: Requiem
Elden Ring
God of War Ragnarök
Xenoblade Chronicles 3
Stray
Horizon: Forbidden West
Melhor Direção de Jogo
Elden Ring
God of War Ragnarök
Horizon: Forbidden West
Stray
Immortality
Melhor Narrativa
Horizon Forbidden West
God of War Ragnarök
A Plague Tale: Requiem
Immortality
Elden Ring
Melhor Direção de Arte
God of War Ragnarök
Horizon Forbidden West
Elden Ring
Scorn
Stray
Melhor Trilha Sonora e Música
Oliver Deriviere, A Plague Tale: Requiem
Tsukasa Saitoh, Elden Ring
Bear McCreary, God of War Ragnarök
Two Feathers, Metal: Hellsinger
Yasunori Mitsuda, Xenoblade Chronicles 3
Melhor design de áudio
Call of Duty: Modern Warfare
Elden Ring
God of War Ragnarök
Gran Turismo 7
Horizon Forbidden West
Melhor atuação
Ashly Burch, Horizon Forbidden West
Charlotte McBurney, A Plague Tale: Requiem
Christopher Judge, God of War Ragnarök
Manon Gage, Immortality
Sunny Suljic, God of War Ragnarök
Jogos de maior impacto
A Memoir Blue
As Dusk Falls
Citizen Sleeper
Endling – Extinction is Forever
Hindsight
I was a Teenage Exorcist
Melhor jogo em andamento
Apex Legends
Destiny 2
FINAL FANTASY XIV
Fortnite
Genshin Impact
Melhor Indie
Cult of the Lamb
Neon White
Sifu
Stray
Tunic
Melhor jogo para celular
Apex Legends Mobile
Diablo Immortal
Genshin Impact
Marvel SNAP
Tower of Fantasy
Melhor suporte de comunidade
Apex Legends
Destiny 2
Final Fantasy XIV
Fortnite
No Man’s Sky
Inovação em acessibilidade
As Dusk Falls
God of War Ragnarök
Return to Monkey Island
The Last of Us Part I
The Quarry
Melhor VR/AR
After the Fall
Among Us VR
BONELAB
Moss: Book II
Red Matter 2
Melhor jogo de ação
Bayonetta 3
Call of Duty: Modern Warfare II
Neon White
Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge
Sifu
Melhor ação/aventura
Stray
Horizon Forbidden West
A Plague Tale: Requiem
God of War Ragnarök
Tunic
Melhor RPG
Pokemon Legends: Arceus
Xenoblade Chronicles 3
Elden Ring
Live a Live
Triangle Strategy
Melhor jogo de luta
The King of Fighters XV
MultiVersus
DNF Duel
JoJo’s Bizzare Adventure: All Star Battle R
Sifu
Melhor jogo para a família
Kirby and the Forgotten Land
Lego Star Wars: The Skywalker Saga
Mario + Rabbids Sparks of Hope
Splatoon 3
Nintendo Switch Sports
Melhor jogo de SIM/estratégia
Dune: Spice Wars
Mario + Rabbids Sparks of Hope
Total War: WARHAMMER III
Two Point Campus
Victoria 3
Melhor jogo de esportes/corridas
Grand Turismo 7
F1 22
OlliOlli World
NBA 2K23
FIFA 23
Melhor jogo multiplayer
Call of Duty: Modern Warfare II
MultiVersus
Overwatch 2
Splatoon 3
Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge
Criador de conteúdo do ano
Karl Jacobs
Ludwig
Nibellion
Nobru
QTCinderella
Melhor indie estreante
Neon White
NORCO
Stray
Tunic
Vampire Survivors
Melhor Adaptação
Arcane: League of Legends
Cyberpunk: Edgerunners
The Cuphead Show!
Sonic the Hedgehog 2
Uncharted
Jogo mais esperado
Final Fantasy XVI
Hogwarts Legacy
Resident Evil 4
Starfield
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
Melhor jogo de eSports
Counter-Strike: Global Offensive
DOTA 2
League of Legends
Rocket League
VALORANT
Melhor atleta de eSports
Jeong “Chovy” Ji-hoon (Gen.G, LOL)
Lee “Faker” Sang-hyeok (T1, LOL)
Finn “karrigan” Anderson (FaZe Clan, CS:GO)
Oleksandr “s1mple” Kostyliev (Natus Vincere, CS:GO)
Um dos jogos mais aclamados da geração passada de consoles, The Witcher 3: Wild Hunt já vendeu mais de 40 milhões de cópias desde seu lançamento. Sucesso absoluto, o jogo recebeu vários prêmios e alçou a franquia para o sucesso global, o que acabou garantindo uma remasterização para o PS5 e Xbox Series X/S, bem como aprimoramentos no PC.
Em maio deste ano, a CD Projekt Red anunciou, através do perfil oficial de The Witcher, que a versão de nova geração do game chegará para o público no dia 14 de dezembro!
FINALMENTE
A versão de nova geração de The Witcher 3 chega em 14 de dezembro! A atualização chega de graça no PC e consoles pra quem já possui o game 🐺 pic.twitter.com/OZla7D8xxB
Confira tudo que sabemos até aqui sobre a atualização da nova geração do The Witcher 3: Wild Hunt, que estará disponível gratuitamente para quem já possui o jogo.
Data de lançamento
A versão de nova geração de The Witcher 3 será lançada para a nova geração de consoles e PC em 14 de dezembro de 2022. O projeto foi adiado algumas vezes, mas estava prometido para o último trimestre deste ano. Agora, a CD Projekt confirmou de vez a data de chegada do game.
Preço da versão de nova geração
O upgrade de nova geração para o game será gratuito para todos que já possuem o The Witcher 3 em sua biblioteca. Assim, se você comprou o jogo para o PS4, Xbox One ou PC, poderá baixar a atualização e jogar nos novos consoles sem custo adicional.
Se você não comprou o game anteriormente, pode ficar tranquilo porque a edição de The Witcher 3: Wild Hunt para a próxima geração estará disponível como uma compra independente para PC, Xbox Series X e PlayStation 5.
Quais são os novos recursos?
O upgrade de nova geração para o The Witcher 3 deve trazer uma série de melhorias visuais e técnicas, incluindo ray tracing e tempo de carregamento mais rápido em todo o jogo base, ambas as expansões e todo o conteúdo extra. Tudo aprimorado para poder aproveitar ao máximo os hardwares da nova geração de consoles.
Além disso, os desenvolvedores de The Witcher estão trabalhando em conjunto com o modder Halk Hogan, famoso na comunidade por trazer diversos conteúdos para o jogo lançado em 2015, desta parceria podemos esperar texturas melhores na atualização.
DLC baseado na série da Netflix
Além da atualização gratuita para os jogadores que já possuem o game em sua biblioteca, a CDPR anunciou que lançará, também gratuitamente, uma nova DLC inspirada na série Witcher, produzida pela Netflix. Para os gamers de antiga geração e que não pretendem fazer um upgrade de console no momento, podem ficar tranquilos, a DCL também chegará para PS4, Xbox One e Switch.
O mercado de fones de ouvido gamers é dominado por marcas famosas como Logitech, Razer e HyperX, mas a JBL também possui uma linha de headsets que se destacam pelo custo-benefício. Um dos modelos mais acessíveis da série é o JBL Quantum 100, que chama a atenção em promoções como a Black Friday e Cyber Monday.
Com baixo custo, o produto com certeza chama a atenção por atuar com preços abaixo dos R$ 200. Mas, afinal, vale a pena investir no JBL Quantum 100? Após dois anos de uso com o produto, confira nossa opinião sobre o fone de ouvido baratinho voltado para games.
Confira as especificações completas do produto no site da JBL, bem como um resumo na ficha técnica a seguir. Abaixo, veja também nossa experiência ao usar o aparelho, que foi comprado em 2020 por R$ 180.
Conheça o produto
Preço: em torno de R$ 180
Driver: 40 mm dinâmicos com haste flexível
Frequência de resposta dos drives: 20 Hz a 20.000 Hz
Impedância: 32 ohms
Cores: preto e branco
Conexão: via cabo com conector de 3,5 mm
Design: plástico com espuma superior antitranspirante e corino nas almofadas
Microfone: direcional removível
Botões: volume e mute para o microfone
Dimensões: 10,2 x 8,9 x 2,5 cm
Peso: 220 g
Como está o JBL Quantum após dois anos de uso? Veja pontos fracos
Enquanto o preço do headset pode ser baixo, a economia cobra seu preço no design do produto. Após um ano de uso, o corino do JBL Quantum 100 já começou a descascar, com praticamente todo o acabamento que entra em contato com a orelha caindo após 48 meses.
A queda do corino não atrapalha no uso, com as almofadas ainda sendo confortáveis de serem utilizadas e isolando o som de forma decente. O modelo também possui uma espuma superior antitranspirante, que melhora o uso durante longas sessões.
O maior problema, porém, fica para a construção em plástico combinada com um cabo que não é muito grande, com cerca de 1,2 metro. A combinação é receita para desastre e pode acabar causando danos rapidamente ao produto.
O JBL Quantum 100 possui o corpo integralmente feito de plástico em sua parte exterior. Enquanto a parte das almofadas pode ser dobrada para facilitar o transporte, o fone de ouvido conta com uma construção bastante frágil e que pode quebrar sem muita dificuldade.
Se você tem o costume de usar o fone conectado no PC, é bom ter bastante cuidado durante o uso. Sabe quando você vai sair do computador e acaba esquecendo que está usando o headset? Isso pode ser fatal para o corpo de plástico do Quantum 100.
Mesmo com poucos acidentes durante o uso do Quantum 100 durante dois anos, os dois lados do fone de ouvido já estão praticamente acabados. Enquanto a parte direito já exibe fortes desgastes, o lado direito só está funcionando por causa de meio rolo de fita adesiva.
Qualidades do fone de ouvido
Apesar de o design do fone de ouvido ser bastante simples, é importante ressaltar que o som é competente para um headset abaixo dos R$ 200. Mesmo com o corpo do headset todo escoriado, o JBL Quantum 100 ainda funciona bem por aqui.
Os drivers de 40 mm garantem uma boa experiência com música, videochamadas e também com games, e o botão de volume lateral permite ajustar o áudio com facilidade. Não estamos falando de um produto que vai te dar uma imersão gigantesca de áudio, mas para um modelo que possui conexão de 3,5 mm e é barato, a qualidade é bem decente.
O grande destaque do JBL Quantum 100, no final das contas, fica para sua versatilidade. O cabo com conexão de áudio de 3,5 mm permite que o dispositivo seja utilizado em computadores, celulares e também em consoles, como Nintendo Switch, PS5, Xbox Series S e X. Ou seja, o fone barato da JBL pode ser utilizado em qualquer produto com facilidade.
Além da conexão de áudio com bastante compatibilidade, o produto também possui microfone direcional removível, que pode ser flexionado para melhorar o uso e traz botão de mudo. O dispositivo de captura de som tem uma qualidade boa para o preço e pode ser retirado do corpo do fone, caso você queira utilizar o headset fora de casa ou precise do tamanho mais compacto para uma viagem.
Assim, o fone entrega uma experiência básica de qualidade para jogar online, mas também serve como uma solução prática para ser utilizada com o celular ou em viagens. No fim das contas, ele é mais um headset de entrada que um produto verdadeiramente gamer.
Pontos fortes
Microfone removível versátil
Entrada de 3,5 mm compatível com vários produtos
Som decente para a categoria de preço
Pontos fracos
Corino lateral desgastou rapidamente
Construção em plástico quebra muito fácil
Cabo podia ser maior
Vale comprar por R$ 175?
Atualmente, o JBL Quantum pode ser encontrado por preços na casa dos R$ 175 em lojas como a Amazon. Por esse preço, o modelo vale a pena para quem busca um dispositivo versátil, que não vai ficar apenas preso ao computador.
Além disso, é bom ficar de olho na questão do design de plástico do JBL Quantum 100. Por aqui, o produto quebrou com bastante facilidade, com o corino das almofadas se desgastando já no primeiro ano de uso.
Se você não se importa com o microfone removível, um modelo com qualidade similar de áudio e construção melhor, com hastes de metal, é o HyperX CloudX Core, que apareceu na Amazon em 2022 por R$ 107. Por esse preço, vale bem mais a pena apostar no modelo gamer da HyperX, que traz otimizações para o Xbox, mas conta com conexão 3,5 mm e também funciona no PC, celular e outros consoles.
Headset HyperX do Xbox por menos de R$ 110 em promoção
Antes da Black Friday, o fone de ouvido HyperX Cloud Core Xbox está com o menor preço na Amazon, com frete grátis e parcelamento
Warzone 2.0 será lançado em 16 de novembro e promete trazer uma experiência que vai além do battle royale. O jogo gratuito também contará com um modo chamado DMZ, que está sendo bastante comentado desde a revelação do título, mas ainda rende mistérios.
Seguindo os passos de jogos como Escape from Tarkov, o modo DMZ vai aproveitar toda a estrutura do battle royale, mas funcionará de forma diferente: os jogadores poderão andar livremente no mapa para cumprir objetivos e ir embora.
Como funciona o DMZ
O modo DMZ de Warzone 2.0 é definido como um modo de extração. Mais do que simplesmente matar inimigos, os jogadores precisam realizar objetivos no mapa, levando o tempo que precisarem dentro de Al Mazrah.
Segundo define a Activision, o modo DMZ funciona com mundo aberto e traz foco em narrativa. Além disso, o mapa também inclui, além de outros jogadores e esquadrões, inimigos controlados por inteligência artificial.
Mais do que brigar com inimigos, você precisa cumprir missões no modo DMZ
O objetivo do modo é dar total liberdade para os jogadores encararem o mapa de Al Mazrah e cumprirem missões baseadas em facções, bem como objetivos secundários. Tudo isso acompanhado da luta pela sobrevivência para sair do mapa com segurança.
Qual a diferença do battle royale e o DMZ?
Como explicado acima, a principal diferença entre os dois modos de Warzone 2.0 está em como encarar o novo mapa. Enquanto os jogadores do battle royale tem como principal objetivo matar inimigos e sobreviver ao gás, o DMZ conta com uma experiência mais ampla, com um mapa totalmente aberto e com objetivos.
Mesmo com as diferenças, os dois modos ainda vão compartilhar similaridades. Assim como o battle royale, o mapa será o mesmo no DMZ, que também contará com estações de compra, ferramentas de loot e loadout de armas.
Graças à chegada do DMZ, o battle royale também receberá algumas mudanças, como informado pela Activision, incluindo algumas mecânicas que lembram jogos como PUBG. O loadout de Warzone 2.0, por exemplo, será diferente para funcionar melhor com o modo de extração, deixando a arma primária e uma mochila com os equipamentos quando o jogador morre.
A Activision promete que trará mais detalhes sobre o modo quando o lançamento de Warzone 2.0 estiver mais próximo. No entanto, alguns influenciadores já estão fazendo transmissões ao vivo com gameplays do novo modo de jogo, revelando mais detalhes sobre a jogabilidade.
Warzone 2.0, incluindo o modo DMZ, será lançado gratuitamente em 16 de novembro no PC e consoles PlayStation e Xbox.
Os controles do Xbox One, Xbox Series S e X funcionam com pilhas e cabo, mas também podem ser utilizados com um carregador com baterias licenciadas. O HyperX ChargePlay Duo é um produto oficial da HyperX que é compatível com os controles dos consoles da Microsoft.
O HyperX ChargePlay Duo está disponível no mercado há anos e estreou ainda na época do Xbox One. No entanto, o produto também é compatível com os acessórios do Xbox Series X e Series S, custando cerca de R$ 199 no comércio brasileiro.
Apesar de ter sido lançado na era Xbox One, a base carregadora também funciona com o Xbox Series X e S
Como muitos consumidores possuem dúvidas sobre o produto, o Jornal dos Jogos entrou em contato com a HyperX para saber mais detalhes sobre o produto! Confira:
HyperX ChargePlay Duo é compatível com Xbox Series X e S?
A base carregadora é compatível com controles novos
Apesar de ter sido lançado na época do Xbox One, o HyperX CharPlay Duo funciona com os controles do Xbox Series S e X. Segundo explica Osvaldo Júnior, Técnico de Produtos da HyperX, o produto é comercializado no Brasil com as otimizações para a nova geração desde o primeiro trimestre de 2021.
O HyperX ChargePlay Duo vem com duas baterias e quatro capinhas para controles em sua caixa, além da base carregadora. Como o design dos joysticks do Xbox One e Series S/X é levemente diferente, o produto conta com duas capas para cada tipo de controle.
Controles compatíveis com a base carregadora
Xbox Series S e X
Xbox One Wireless
Xbox One Series 1 Elite Wireless
Ou seja, se você possui um controle do Xbox Series S e X, pode comprar o produto sem medo, pois o HyperX ChargePlay Duo vai funcionar com os novos joysticks.
Comprei um modelo mais antigo, o que fazer?
Mesmo com a adaptação do produto para a nova geração, ainda existe a possibilidade do usuário comprar um modelo de lote anterior ao do início de 2021. Neste caso bem específico, é possível que o HyperX ChargePlay Duo venha sem as capinhas voltadas para o Xbox Series S e X.
Caso isso ocorra, o cliente pode entrar em contato com a HyperX para solicitar as capinhas para os controles de Xbox Series S e X. Segundo explica o Técnico de Produtos da marca, o consumidor tem cobertura da garantia e deve entrar em contato via chat ou redes sociais para obter auxílio da fabricante.
O que está incluso no HyperX ChargePlay Duo?
Além de trazer capinhas compatíveis com controles de Xbox One e Xbox Series S e X, o HyperX ChargePlay Duo chama a atenção pela praticidade. O modelo inclui duas baterias de 1400mAh recarregáveis e uma base para os controles.
O pacote inclui duas baterias recarregáveis para controles Xbox
Usando uma conexão sem fio, os controles são carregados enquanto estão na base, que pode ser ligada na tomada. Assim, além de alimentar as baterias, o produto permite organizar melhor os controles.
Um detalhe interessante é que a base carregadora também possui LEDs indicadores. As luzes, que ficam na parte superior do acessório, exibe o status da carga de cada joystick encostado.
Onde comprar a base carregadora para controle Xbox?
O HyperX ChargePlay Duo de Xbox está disponível no Brasil em diversas varejistas. Na Amazon, que normalmente oferece frete grátis para membros Prime, o preço normalmente fica em torno de R$ 199.
Lojas como Kabum e Pichau também comercializam o dispositivo por preço similar, mas eventualmente exigem um frete extra. A base carregadora também é distribuída nacionalmente, então é possível encontrar o produto em lojas menores, bem como em outros e-commerces online.
Lançado em 28 de outubro, Call of Duty Modern Warfare 2 está disponível no PC e consoles de antiga e nova geração. Ou seja, apesar de ser a nova fundação para a franquia, o game ainda não rompeu os laços com o PS4 e Xbox One.
Como dissemos na nossa análise da campanha do jogo, que foi testado no Xbox Series X, os gráficos poderiam estar melhores, mas existem recursos interessantes na versão de consoles.
Suporte para tela dividida no multiplayer
Assim como os jogos anteriores da franquia, Call of Duty Modern Warfare 2 suporta multiplayer de tela dividida nos consoles. No entanto, existem algumas limitações, tanto no Xbox quanto no PlayStation.
O multiplayer split-screen está disponível somente nos modos multiplayer convencionais (6vs6), Invasão e Guerra Terrestre. O cooperativo, que é justamente feito para missões em dupla, não pode ser jogado em tela dividida, o que é uma grande oportunidade perdida
Como de costume na franquia, a franquia também não traz tela dividida na campanha. Ainda assim, a experiência de jogo no multiplayer para até duas pessoas é suficiente para garantir diversão, mesmo com uma queda nos gráficos no Xbox Series X.
Mouse e teclado no multiplayer e campanha
Além da tela dividida, o Xbox Series X suporta mouse e teclado em Call of Duty Modern Warfare 2. Os periféricos podem ser usados em todos os modos de jogo. Para ativar o uso do mouse, é necessário entrar nas configurações e selecionar o dispositivo para mira.
O jogo também oferece opções para configurar a sensibilidade do mouse, indo além da customização básica disponível no console. Assim, o jogador pode aprimorar a experiência de mira mesmo que o mouse não conte com muitas opções de sensibilidade e afins.
Funções extras
Além do suporte para tela dividida e mouse e teclado, a versão de Xbox de Modern Warfare 2 também conta com suporte para Fidelity FX Cas. O jogador pode ativar e até configurar a intensidade do efeito, que melhora a experiência visual no jogo.
Outro recurso bastante solicitado por jogadores, a barra de ajuste de campo de visão também está presente no game. A solução permite aumentar o FOV até mesmo durante a partida, garantindo mais customização para os jogadores.
Call of Duty Modern Warfare 2 está disponível nos consoles Xbox One, Xbox Series S e X por valores partindo de R$ 320. O jogo também possui versões para PC e PlayStation 4 e PS5.
Novembro será um mês movimentado para o mundo dos games com lançamentos de peso, que podem até concorrer ao prêmio de melhor jogo do ano.
Além de franquias icônicas retornarem, como God of War, Pokémon e Sonic, teremos a estreia de um novo jogo free-to-play aguardado. Estamos falando de Warzone 2.0, que será lançado para complementar a experiência de Call of Duty Modern Warfare 2, já disponível.
Confira abaixo as principais novidades chegando em novembro de 2022 no mundo dos games.
Football Manager 2023
8 de novembro
Football Manager 2023 é o simulador completo de futebol, que mais se aproxima da gestão real de um clube. No jogo, você poderá gerenciar todos os aspectos táticos de um time, poderá controlar o orçamento, prospectar, comprar ou vender jogadores. Além disso, você acompanhará os jogos do seu clube podendo alterar a qualquer momento os jogadores que irão a campo e qual o plano realizar para conseguir a tão desejada vitória.
Por questões de licenças, o FM não é mais comercializado no Brasil, mas ainda há maneiras de ter acesso ao game. Existem sites especializados em comprar e ativar o Football Manager na sua própria conta da Steam, ou ainda pode tentar mudar de região para ter acesso ao jogo no Game Pass, já que ele também será lançado no catálogo de jogos por assinatura da Microsoft.
Football Manager 2023 será lançado em 08 de novembro para PS5, Xbox Series S|X, Xbox One e PC.
Sonic Frontiers
8 de novembro
Sonic Frontiers é a primeira aventura do nosso ouriço azul em mundo aberto, onde ele terá que desvendar os mistérios das ruínas de uma antiga civilização, situada nas Starfall Islands e que é assolada por hordas robóticas.
Sonic Frontiers será lançado em 08 de novembro para PS5, PS4, Nintendo Switch, Xbox Series X|S, Xbox One e PC.
God of War Ragnarök
9 de novembro
God of War Ragnarök é a tão esperada sequência do aclamado God of War de 2018, que foi eleito melhor jogo do ano em seu lançamento. Enquanto os Deuses se preparam para para uma batalha profetizada que causará o fim do mundo, Kratos e Atreus devem viajar pelos Nove Reinos em busca de respostas.
Enquanto Atreus busca conhecimento para entender a profecia de “Loki” e definir o papel dele no Ragnarök, Kratos tenta se desacorrentar do medo de repetir erros do passado para ser o pai que Atreus precisa. Com a ameaça do Ragnarok se aproximando, Kratos e Atreus terão de escolher entre a segurança deles próprios e a dos reinos.
God of War Ragnarök será lançado em 09 de novembro para PS5 e PS4.
Warzone 2.0 – 16/nov
Warzone 2.0 é a continuação do battle royale gratuito da Activision, que chega em novembro com o mesmo motor gráfico do recém lançado Call of Duty: Modern Warfare 2, para aproveitar a nova geração de consoles. A sequência tem um mapa novo também, o Al Mazrah é um mapa maior, mais dinâmico e recompensador comparado ao mapa do jogo antecessor e neles os jogadores encontrarão enorme área metropolitana com cidades costeiras e uma cidade inteira para explorar.
Além disso, Warzone 2.0 traz uma tempestade diferente da tradicional, em que as zonas seguras são dividas entre o mapa ao longo de uma partida que converge em uma única zona segura à medida que a partida se aproxima do final.
Warzone 2.0 será lançado em 16 de novembro para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC.
Goat Simulator 3
17 de novembro
Goat Simulator 3 é o caos em forma de cabra e chega neste mês com uma nova experiência rural de mundo aberto, que vai te colocar de novo nas patas da protagonista favorita de ninguém (de acordo com as palavras dos desenvolvedores, nós o amamos).
Goat Simulator 3 traz também a oportunidade de fazer maluquices em grupo, já que no novo jogo da Coffee Stain é possível convidar até três pessoas no modo cooperativo local ou online e destruir tudo como um time ou competir nos minijogos e perder as amizades no processo. Normal.
Goat Simulator 3 será lançado em 17 de novembro para PS5, Xbox Series X|S e PC.
Pokémon Scarlet e Pokémon Violet
18 de novembro
Pokémon Scarlet e Pokémon Violet introduzem a 9º geração de Pokémons em um jogo situado na região de Paldea, uma vasta área cheia de lagos, picos imponentes, desertos, vilarejos e cidades em expansão. Com novos personagens, novos monstrinhos e nova região, Pokémon Scarlet e Violet te permite ser um desafiante na Victory Road, onde você desafiará Ginásios em lugares diferentes e terá como objetivo alcançar a classificação Campeão ou participar da Path of Legends em que você enfrentará gigantescos Pokémon Titans que guardam ingredientes raros.
Pokémon Scarlet e Pokémon Violet será lançado em 17 de novembro para Nintendo Switch.
Evil West
22 de novembro
Quando uma ameaça sombria consome a fronteira estadunidense, resta a você, um dos últimos agentes em um instituto de caça a vampiros ultra-secreto, salvar a humanidade de um terror profundo que emerge das sombras.
Evil West é um FPS em terceira pessoa com algumas características de jogos hack and slash e chega com visuais deslumbrantes, pronto para tirar o máximo dos hardwares de nova geração. Além de combater o mau sozinho, você poderá chamar um amigo para em modo co-op participar deste combate visceral e explosivo ambientado no velho oeste.
Evil West será lançado em 22 de novembro para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC
A Activision adotou uma estratégia diferente, mas interessante, no lançamento de Call of Duty Modern Warfare II, o remake do clássico jogo da franquia de tiro. Enquanto o jogo completo chega no dia 28 de outubro, a campanha foi liberada com uma semana de antecedência para quem realizou a pré-compra do game.
Ou seja, a empresa finalmente resolveu compensar os fãs que costumam adquirir os jogos da série antes mesmo do lançamento — e que certamente nem precisam ler análises ou acompanhar conteúdos técnicos para já pular para a ação.
A estreia desse novo formato de distribuição já mostra que COD MWII vem para trazer mudanças. A expectativa é que o jogo quebre a monotonia da franquia, que atingiu o seu ápice com o lançamento de Vanguard, no ano passado. Além de continuar a história do aclamado remake de 2019, o jogo vem para se tornar a nova base da série de jogos.
Se você está interessado na história do jogo e ainda não está convencido das promessas da Infinity Ward, estamos aqui para dar uma força. O Jornal dos Jogos recebeu uma cópia de avaliação do game e já encerrou a campanha principal de COD MWII. Enquanto o multiplayer ainda não chega, confira abaixo nossa opinião sobre o modo história.
Jogo: Call of Duty Modern Warfare II Lançamento: 28/10 Plataforma de teste: Xbox Series X Tempo de conclusão: 9 horas e meia Preço: a partir de R$ 320 no Xbox
Legado de peso
Quando o assunto é história, Call of Duty Modern Warfare II chega com uma missão nada simples. O jogo é a sequência do MW de 2019, que possui uma campanha sólida e bastante memorável, com um elenco de peso e missões que geraram impacto.
Não obstante, o jogo também carrega o nome de Modern Warfare 2, o clássico game da saga que é favorito de muitos jogadores. O título também possui passagens que marcaram o imaginário gamer, incluindo a polêmica missão No Russian, que gera debates até hoje.
Mesmo com tanto legado em seu nome, o jogo conseguiu atender minhas expectativas — e deve agradar os fãs de Call of Duty com sua campanha recheada de ação e clichês militares. Com um elenco cativante e gameplay diversificado, Call of Duty Modern Warfare II é o jogo que melhor sintetiza a essência da franquia.
O retorno de Capitão Price e sua turma
Seguindo a história do jogo de 2019, o novo MWII possui o retorno de personagens icônicos, como Capitão Price e Gaz, mas equilibra a nostalgia com o frescor de novos personagens. Dando um novo direcionamento para a história, o jogo também inclui soldados como Alejandro Vargas, líder das forças mexicanas conhecidas como “Los Vaqueiros.”
Modern Warfare II equilibra nostalgia e novidade em sua campanha
O time de elite é reunido para encarar uma grande ameaça, que resume muito bem os “perigos” que assombram a franquia. Desta vez, um terrorista iraniano está trabalhando com russos e um cartel mexicano para bombardear os Estados Unidos. Ou seja, temos aqui um grande crossover de medos estadunidenses, com uma equipe internacional de soldados pronta para “salvar o mundo.”
A presença de personagens favoritos dos fãs e novos soldados garante um equilíbrio interessante para a campanha. Enquanto temos os clássicos temas da franquia, a chegada do núcleo mexicano garante uma abordagem interessante dos carteis de drogas. Para quem estava em busca de algo que fugisse dos clichês que dominaram campanhas como Cold War, a nova história certamente terá um frescor interessante.
Além do equilíbrio entre nostalgia e novidade, Call of Duty Modern Warfare 2 é praticamente um filme de ação de alto orçamento jogável. Com reviravoltas dignas de longa-metragens protagonizados por Tom Cruise e cia, o jogo conta com sequências memoráveis que, graças à câmera em primeira pessoa, garantem uma perspectiva cheia de imersão para o jogador.
Para quem é fã da franquia ou curte bastante ação em primeira pessoa, com certeza vale a pena dar uma chance para a história de COD MWII, ou simplesmente assistir tudo no YouTube como se fosse um filme.
O futuro da franquia
Enquanto a história se conclui muito bem durante a campanha, que não é muito longa, a Activision deixou algumas portas abertas para o futuro da saga Modern Warfare. Enquanto o jogo de 2019 terminou dando pistas sobre a Tark Force 141, o game da vez se encerra com referências a mais clássicos da série MW original.
Spoilers de pequeno porte se você clicar no botão abaixo
Enquanto a história termina mencionando o vilão Makarov, que ainda não deu as caras no remake, a cena pós-créditos faz uma alusão para a clássica missão No Russian. Ou seja, possivelmente teremos uma participação maior dos russos em um possível MW3, ou numa DLC de história.
Como o multiplayer acaba sendo o principal foco da franquia, ainda não está claro se os acenos para mais história são apenas um teaser para um futuro Modern Warfare 3 Remake ou de um DLC de história. No entanto, conhecendo a Activision, possivelmente só teremos novos desfechos para a saga de Price e seus parceiros daqui há alguns anos.
Valeria, uma das novas personagens introduzidas na história de COD: MWII
De qualquer forma, é interessante ver que a Infinity Ward está conseguindo expandir esse novo universo de Modern Warfare com maestria. Enquanto o jogo de 2019 ainda tem minha campanha favorita dessa nova saga, o game da vez conta com passagens memoráveis e que também merecem aclamação.
A criação de um novo núcleo mexicano de personagens, bem como o retorno de personagens como Farah, também mostra o comprometimento da franquia em ir para frente, não apenas olhar para o passado. Uma abordagem assim, que foge da simples reciclagem de narrativa, é ideal para justificar o lançamento de remakes e ajuda a compensar o alto preço que o jogo cobra.
Gameplay da campanha
Enquanto a história de Modern Warfare II não é tão impactante quanto seu antecessor de 2019, é interessante notar as evoluções no gameplay. Apesar de a história da campanha ser curta, o jogo conta com uma ampla variedade de missões para apresentar as mecânicas e funcionalidades que estarão presentes no multiplayer.
A jogabilidade na água, por exemplo, ganha um grande trecho de missão só para ela. No entanto, o destaque fica para algumas sequências de ação bem orquestradas, como a missão em que o jogador está em um avião em queda. Outro ponto bastante marcante é a missão que te coloca para controlar ataques aéreos, dando um panorama do poder destrutivo desse tipo de armamento.
Call of Duty MWII vai além do simples tiroteio em primeira pessoa
A abordagem globalizada da história também permite que o jogador visite diferentes cenários durante a jornada de Price e seus parceiros de equipe. De Amsterdã até a fronteira do México, o game traz belos cenários que podem ser explorados, incluindo alguns que são mais abertos, garantindo opções de exploração ao jogador.
Para quem curte stealth, Call of Duty MWII também possui algumas missões que trazem gameplay focado na furtividade, com armamentos improvisados. Em alguns casos, a jogabilidade silenciosa também é uma das opções disponíveis, dando mais liberdade para que o jogador faça suas escolhas de como abordar as lutas contra inimigos.
Os problemas na jogabilidade
Assim como no multiplayer, a campanha de Call of Duty Modern Warfare II possui uma movimentação mais cadenciada, que deixa o jogo mais tático. No entanto, em alguns casos, isso também deixa a jogabilidade mais truncada: o personagem corre como se estivesse com má vontade e, em algumas sequências que exigem pulo, os saltos podem apresentar falhas.
O gameplay com carros, adicionado em algumas missões, também poderia ser melhor. Enquanto a jogabilidade segue os padrões que já vimos em games como Warzone, sem grandes evoluções, a pior parte fica no som: os veículos ainda possuem bastante limitação em seu barulho, o que contrasta bastante como restante da sonoplastia do game.
Imersão e detalhes técnicos
A imersão trazida pela câmera em primeira pessoa também merece elogios. Para quem está jogando em uma televisão ou monitor maior, com os gráficos em alta qualidade, o jogo garante uma experiência bem cinematográfica. No entanto, a experiência visual certamente poderia ser melhor.
Por aqui, testamos o game no Xbox Series X e o visual está muito bom, mas nada de outro mundo ou que grite “nova geração de consoles”. Em alguns casos, também pegamos artefatos de imagem, claramente ligados ao sistema de resolução dinâmica, mas nada que seja tão gritante ou incômodo. Como o jogo ainda está saindo no PS4 e Xbox One, talvez os estúdios da Activision não tenham conseguido soltar todo o potencial gráfico da franquia.
Na parte técnica, vale a pena mencionar que o jogo traz FidelityFX CAS, dando mais opções para o jogador personalizar a parte gráfica no console, bem como suporte para customização de campo de visão (FOV). Diferente da Blizzard com Overwatch 2, a Activision também implementou o uso de mouse e teclado no console, garantindo a possibilidade de jogo além do controle.
Vale a pena jogar a campanha de COD MWII?
Recheada de clichês militares, cenas de ação exageradas e tiroteios imersivos, a campanha de Modern Warfare II Remake sintetiza muito bem a essência de Call of Duty. Além de ganhar jogadores antigos com a nostalgia, o jogo expande o universo da saga com novos personagens e histórias, abrindo portas para uma sequência.
O gameplay bastante variado garante uma experiência cinematográfica para os jogadores. Enquanto o visual está bonito, o jogo claramente ainda não alcança todo o potencial que poderia ter, graficamente falando.
Para quem é fã da franquia e já está pensando em gastar os R$ 320 do jogo em breve, vale a pena aproveitar o período de pré-lançamento, antes do dia 28, pois a campanha já está liberada e também garante alguns brindes para o multiplayer.
No entanto, se você está com a grana curta e só está mesmo interessado na história de Call of Duty, algo que é bastante inconvencional nesses tempos de multiplayer, não precisa correr para comprar o game, pois a história é curta — mesmo que tenha um fator replay interessante. Se este é o seu caso, vale a pena conferir a história pelo YouTube e futuramente, durante uma promoção, aproveitar para jogar a campanha, que possui momentos bem legais de serem assistidos, mas ainda melhores com o controle na mão.
Em uma das missões mais polêmicas da história da franquia Call of Duty, um grupo de quatro atiradores aparece em um elevador e se prepara para um massacre em um aeroporto de Moscou. Antes do início da ação, que o jogador acompanha em primeira pessoa, o líder da empreitada, o vilão Makarov, relembra: “No Russian”.
Enquanto a fala, em um primeiro momento, parece remeter ao fato de que os atiradores não devem atirar em pessoas russas, o significado é diferente: o grupo não deve falar russo durante a ação. O personagem do jogador, que é um espião infiltrado, só descobre isso no final, quando leva um tiro de Makarov e fica morto no local, para que os americanos sejam incriminados pelo atentado.
Disponível no Call of Duty Modern Warfare 2 e também na versão remasterizada de 2020, a missão No Russian certamente é uma das mais comentadas da história da série. Afinal, o game coloca o jogador no papel de um terrorista, dando a possibilidade de assassinar pessoas inocentes.
Com uma temática tão pesada, um legado famoso na franquia e a situação atual do mundo, existiam dúvidas sobre como a polêmica missão seria abordada em Call of Duty Modern Warfare II, o novo remake da série. Com a campanha já disponível para quem fez a pré-compra do jogo, agora temos uma resposta de como No Russian foi abordada na releitura do clássico game.
Cuidado: o texto a seguir pode conter spoilers da história de Call of Duty Modern Warfare 2 de 2022
Como No Russian aparece no novo Call of Duty MWII?
Em um primeiro momento, a solução da Activision e da Infinity War para abordar No Russian foi, simplesmente, não abordar a missão. Enquanto existem russos envolvidos na trama do novo Modern Warfare II, o jogo nem mesmo deu abertura para a presença da polêmica missão em seu enredo.
O grande foco da campanha de COD MWII fica para conflitos com um terrorista iraniano e também com um cartel mexicano. As verdadeiras ameaças russas só aparecem como referências no final do jogo, abrindo portas para uma continuação.
No entanto, No Russian aparece em Call of Duty Modern Warfare 2 em forma de cena pós-créditos. Após a conclusão da campanha principal, o jogador é apresentado a uma cena que se passa em um avião. Uma pessoa monta uma arma e envia uma mensagem de texto, possivelmente para Makarov, dizendo que está pronta, e em seguida recebe a mensagem: No Russian.
Modern Warfare 3 Remake ou DLC de história?
Ou seja, caso No Russian e o vilão Makarov realmente ganhem vida na nova franquia Modern Warfare, isso só deve acontecer em um possível MW3 Remake ou em conteúdos extras lançados futuramente para o jogo que está saindo agora. É importante ressaltar, no entanto, que nada foi confirmado até agora: existe, também, a chance de o conteúdo ser apenas um aceno, uma referência aos fãs de longa data da franquia.
Considerando a situação atual geopolítica do mundo, com a Rússia em guerra com a Ucrânia, a ausência de No Russian em Call of Duty Modern Warfare 2 é até positiva. Afinal, a presença da missão poderia colocar ainda mais lenha na fogueira das relações internacionais que vivemos atualmente.
Resta agora aguardar para ver o que o futuro da franquia nos reserva. Algumas especulações apontam que Call of Duty Modern Warfare 2 pode receber DLCs de história futuramente, o que pode incluir missões voltadas para o núcleo de vilões russos. Segundo especulações que vazaram ainda em outubro, a Activision estaria planejando o lançamento de conteúdos premium em 2023 e 2024 para COD MW2, o que seria uma oportunidade interessante para expandir a campanha.
No entanto, caso a Activision guarde as reviravoltas para um possível Call of Duty Modern Warfare 3, a conclusão dessa história ainda pode demorar. Afinal, a companhia ainda possui ciclos de desenvolvimento longos entre seus jogos — algo que também pode mudar no futuro.
Como eu já disse em textos anteriores sobre a franquia no Jornal, acho um delito a Activision lançar um jogo da série Call of Duty por ano. Em um mundo de jogos que evoluem constantemente, a empresa certamente poderia aproveitar melhor COD MW2 e trazer conteúdos de história como conteúdo extra: assim, a empresa manteria o multiplayer vivo, ao mesmo tempo em que poderia aproveitar melhor os desdobramentos da história em um único título.
Call of Duty Modern Warfare 2 chega em 28 de outubro no PC e consoles PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S e X. As capturas presentes neste artigo foram realizadas na versão de Xbox Series X, disponível por a partir de R$ 329.