EA FC 25 está entre nós! Nesta quarta-feira (17), a EA revelou o primeiro teaser oficial do principal jogo de futebol da atualidade, que pelo segundo ano consecutivo carrega o nome EA FC, após não ter renovado com a FIFA para utilizar o clássico nome.
Junto com o lançamento do trailer, tivemos algumas novidades, como a data oficial de lançamento, preços e requisitos do game no PC. Esta data também marca o início da pré-venda do jogo, que está marcado para ser lançado no dia 27 de setembro.
Requisitos do EA FC 25 no PC
Nenhuma novidade nos requisitos. São basicamente os mesmos do jogo passado. A esperança para este ano é que a EA tenha aprendido com o lançamento passado e invista em otimização, visto que o EA FC 24 ainda hoje é problemático no PC.
Requisitos mínimos
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador: Intel Core i5-6600K ou AMD Ryzen 5 1600
Memória: 8 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1050 Ti (4GB) ou AMD Radeon RX 570 (4GB)
Armazenamento: 100 GB
Requisitos recomendados
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador: Intel Core i7-6700 ou AMD Ryzen 7 2700X
Memória: 12 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1660 ou AMD RX 5600 XT
Armazenamento: 100 GB
Quanto custa EA Sports FC 25?
EA FC 25 já tem data de lançamento anunciada e está disponível na pré-venda, com alguns bônus para quem adquirir a versão Ultimate do game até o dia 20 de agosto. É interessante ressaltar que o EA FC 25 será lançado também para a antiga geração de consoles, o Xbox One e PS4. EA FC 25 também o clássico teste de 10 horas via EA Play e começará no dia 20 de setembro. Veja abaixo os respectivos preços para cada plataforma:
Xbox Series X|S
Edição Standard do EA SPORTS FC 25: R$ 349,00
Edição Ultimate do EA SPORTS FC 25: R$ 499,00
PlayStation
Edição Standard do EA SPORTS FC 25: R$ 349,90
Edição Ultimate do EA SPORTS FC 25: R$ 499,50
PC
Edição Standard do EA SPORTS FC 25: R$ 299,00
Edição Ultimate do EA SPORTS FC 25: R$ 429,00
E aí, você vai jogar EA FC 25? Conte pra gente nas redes sociais e no Substack do Jornal!
A Square Enix surpreendeu durante a Xbox Game Showcase de 2024, evento que faz parte do Summer Game Fest. Durante a live da Microsoft, a empresa anunciou Life is Strange Double Exposure, que continua a história do primeiro jogo da icônica franquia narrativa.
Desenvolvido pela Deck Nine Games, que já trabalha na série, este novo título tem como destaque o retorno de Max Caufield, a primeira protagonista de Life is Strange. Agora adulta, ela volta a usar seus poderes para salvar uma amiga, em um jogo de mistério com escolhas que envolve realidades paralelas.
Ficou interessado no game? Então confira tudo sobre Life is Strange Double Exposure a seguir!
Qual a história do game?
Apesar de não se chamar Life is Strange 3, Double Exposure é uma continuação do universo do primeiro Life is Strange. Enquanto o retorno de Chloe não foi confirmado, o trailer de revelação mostra que teremos Max adulta no novo game.
A Square Enix promete uma história capaz de atrair tanto os novatos quanto os veteranos da série. Na trama, acompanhamos Max Caulfield, a talentosa fotógrafa residente na prestigiada Universidade de Caledon, que se vê confrontada com um mistério aterrorizante quando descobre sua amiga mais próxima, Safi, brutalmente assassinada na neve.
Safi é a nova amiga de Max que está em perigo.
Determinada a mudar o curso dos acontecimentos, Max tenta desesperadamente utilizar seu poder de retroceder no tempo, inadvertidamente abrindo uma fenda para uma linha do tempo paralela onde Safi ainda vive, porém sob constante perigo. Com o destino de Safi e a ameaça do assassino pendendo sobre ambas as realidades, cabe a Max navegar entre os dois mundos alternativos para desvendar o mistério e evitar futuras tragédias.
Gameplay de escolhas e novos gráficos
Além de revelar detalhes da história, a Square Enix também deu uma prévia do visual e gameplay de Double Exposure. O game contará com visão em terceira pessoa e escolhas na história, algo que já é comum na franquia Life is Strange.
O jogo promete gameplay renovado e gráficos de ponta.
O visual do jogo também está renovado. A Deck Nine promete entregar gráficos de ponta no novo jogo, com a protagonista Max apresentando um novo aspecto. Os jogadores também podem esperar visuais alternativos inspirados em franquias da Square Enix, incluindo Final Fantasy VII.
Mais detalhes sobre a jogabilidade serão revelados em 13 de julho, quando uma transmissão ao vivo será realizada para exibir tudo sobre Life is Strange Double Exposure.
Onde jogar o novo Life is Strange?
Com o lançamento agendado para 29 de outubro de 2024, Life is Strange: Double Exposure estará disponível para Xbox Series X|S, PlayStation 5 e PC. Uma versão para Nintendo Switch também está em desenvolvimento, segundo o comunicado oficial da Square Enix.
Life is Strange: Double Exposure estará disponível em três edições – Padrão, Deluxe e Ultimate. Quem comprar a Edição Ultimate garantirá acesso antecipado aos Capítulos 1 e 2 a partir de 15 de outubro de 2024, duas semanas antes do lançamento oficial do jogo.
Até o momento, no entanto, a pré-venda digital do game ainda não começou no Brasil. E aí, você está ansioso para jogar a nova aventura de Max?
Nesta última sexta feira (7) aconteceu a Summer Game Fest em Los Angeles, o primeiro de uma série de eventos que acontecerão até o dia 10, entre eles o SFG, Xbox Showcase, PC Gaming Show e Ubisoft Forward. O show contou com a apresentação de novos games e atualizações de lançamentos passados.
Entre diversos comerciais, o SFG de 2024 trouxe uma boa variedade de games indies e novos anúncios, mas como já tinha sido avisado antes, foi um evento bem pé no chão, que contou com a presença de vários outros jogos já anunciados anteriormente. Confira todos os trailers anunciados abaixo.
Lego Horizon Adventures
No More Room in Hell 2
Harry Potter: Quidditch Champions
CUFFBUST
Star Wars Outlaws: Official Teaser
Neva
Sid Meier’s Civilization VII
Black Myth: Wukong – Confront Destiny
Once Human
Warhammer 40,000: Space Marine 2
Metaphor ReFantazio Archetypes
Batman: Arkham Shadow – Story Trailer
Tears of Metal
DRAGON BALL: Sparking! ZERO – Release Date Announcement
Delta Force: Hawk Ops – Summer Game Fest 2024 Trailer
Mecha BREAK
Mighty Morphin Power Rangers: Rita’s Rewind
Deer & Boy
Kingdom Come: Deliverance II Saints and Sinners
SLITTERHEAD
Killer Bean Gameplay Trailer
Cairn
WANDERSTOP
Unknown 9: Awakening Story Trailer
The First Descendant│Official Launch Date Reveal
Among Us TV Show
Sonic X Shadow Generations
Dune: Awakening – Story Cinematic
Cinematic Trailer | Battle Aces
Alan Wake 2 – Night Springs Expansion
New World: Aeternum
Hyper Light Breaker
An Update from M-Corp
Valorant – Cinematic Gameplay Trailer
Monster Hunter Wilds – 2nd Trailer: The Hunter’s Journey
Ghost of Tsushima: Director’s Cut é o mais novo port de um jogo da PlayStation Studios Para o PC. Apesar de não ter muitas tecnologias gráficas da nova geração de consoles, os visuais de seu mundo aberto impressionam. Veja como você pode ter uma boa experiência com a história do fantasma da ilha de Tsushima.
Confira ao longo desse artigo a nossa análise técnica e testes com Ghost of Tsushima: Director’s Cut para PC. A versão completa do game foi cedida para testes pela PlayStation Brasil.
Veja os requisitos
A Nixxies Software, responsável pela versão de PC, compartilhou uma lista bem completa de requisitos para rodar o game no PC. Além das informações tradicionais entre o mínimo e o recomendado, os desenvolvedores também compartilharam uma tabela trazendo informações extras. O estúdio detalha requisitos para a experiência Mínima, Recomendada, Alta e Muito Alta:
Mesmo assim, é importante lembrar que nem sempre essas informações condizem com o estado do software no lançamento. Por isso, apesar da ótima e detalhada descrição de especificações, é sempre importante se atentar à testes práticos com computadores.
Requisitos de Ghost of Tsushima no PC
O último port feito pela Nixxies foi o de Horizon Forbbiden West. Não surpreende que os dois jogos compartilham muitas características em suas versões para PC, inclusive nos requisitos mínimos e recomendados.
Testes
Para os testes,foquei numa experiênciamais próxima da oferecida pelo PlayStation 5, mas ainda com melhorias. O sistema testado conta com uma RTX 3070, um Ryzen 5 3600, 16GB de memória RAM DDR4 2600, Windows 11 e o jogo foi instalado em um SSD NVMe Kingston NV2. Os testes foram feitos com as configurações gráficas definidas no Alto.
Os requisitos recomendam uma experiência em 1440p nativo para essa configuração, mas é possível jogar com uma certa margem acima dos 60fps com o jogo rodando em 4K com o DLSS no modo performance. Algumas variações de desempenho podem ser percebidas de forma mais abrupta em algumas cutscenes.
Da mesma forma que em Horizon Forbbiden West, também é possível habilitar a opção de escala de resolução dinâmica para atingir uma taxa de quadros específica. Essa opção é interessante e funciona bem, mas talvez você ainda tenha a preferência do controle manual da escala de resolução.
Configuração no Alto, 4K com DLSS no modo desempenho
Da mesma forma que Horizon e outros jogos da PlayStation Studios no PC, é importante tomar cuidado com o uso de VRAM da sua placa de vídeo, especialmente se você conta com um modelo com apenas 8GB ou menos.
Prefira configurações mais modestas de texturas, como Médio ou Alto, especialmente se você busca maiores resoluções. Memória de vídeo insuficiente gera momentos de instabilidade muito intrusivos que podem te distrair muito da experiência com o jogo.
Um diferencial: DLSS com FSR3
Um dos grandes destaques para a versão de PC de Ghost of Tsushima que não foi divulgado em nenhum momento pelo marketing é que esse título é pioneiro em permitir que o usuário combine a tecnologia de geração de quadros do AMD FSR 3 com a de super resolução do NVIDIA DLSS.
O FSR 3, de forma oficial, manteve até então o seu recurso de Frame Generation acoplado ao upscaling da AMD. Assim, usuários de placas de vídeo RTX 20 e 30 não poderiam aproveitar a qualidade de reconstrução do DLSS simultaneamente à geração de quadros.
Embora essa independência das duas configurações já tenha sido comentada pela AMD anteriormente, o port do jogo da PlayStation é o primeiro título que temos registro disso de forma oficial, sem depender de mods.
Configurando o AMD FSR 3 com DLSS
E para aproveitar, é bem simples. Basta configurar o upscaling do DLSS, e, logo abaixo, habilitar também o FSR 3 como tecnologia de gerador de quadros. Na RTX 3070, em 4K com DLSS no modo desempenho e qualidade alta, o jogo passou da casa dos 80 fps para cerca de 100 fps.
Com o gerador de quadros, é possível jogar em 4K (DLSS) em 100 fps na RTX 3070
Vale a pena rodar Ghost of Tsushima no PC?
A Nixxes Software, responsável pelo port para PC do título, já tem um ótimo histórico de lançamentos para a plataforma e Ghost of Tsushima não é uma exceção. De forma geral, é um jogo bem competente tecnicamente e tem muitas opções de customização e uma boa interface de usuário, além de ser um título aparentemente mais leve que Horizon Forbbiden West.
Se você pretende comprar ou mesmo já comprou Ghost of Tshushima para o PC, fique tranquilo que é possível ter uma experiência comparável e muitas vezes melhor que a do PlayStation 5 em sistemas intermediários.
Os testes de Ghost of Tsushima: Director’s Cut para esse artigo foram feitos a partir de uma cópia concedida pela PlayStation para o Jornal dos Jogos. Também foi considerada a análise da Digital Foundry para algumas informações adicionais sobre o software.
Ghost of Tsushima: Director’s Cut está disponível para compra no PC por meio da Steam e Epic Store. O jogo pode ser adquirido com 11% de desconto, ou até 20% usando o cupom GASPARZINHOSAMURAI (unidades limitadas) na Nuuvem, que vende keys para a versão da loja da Valve.
Após anos adormecida nos porões da Ubisoft, a franquia Prince of Persia retornou com tudo em 2024. No começo do ano, a empresa lançou o conceituado The Lost Crown, mas estava guardando uma surpresa extra para os fãs.
No mês de abril, a companhia revelou The Rogue Prince of Persia, um novo jogo da franquia feito de maneira diferente. Enquanto os jogos da companhia costumam ser produzidos internamente, o novo título foi desenvolvido pela Evil Empire, criadora de Dead Cells.
Afinal, essa parceria deu certo? O Jornal dos Jogos testou o game em sua versão de acesso antecipado na Steam. Confira mais detalhes agora na nossa Review!
O que é The Rogue Prince of Persia?
The Rogue Prince of Pérsia é mais uma interpretação da clássica franquia da Ubisoft. Agora, o mundo da série é transportado para o gameplay feito pela Evil Empire, com fortes inspirações em Dead Cells.
O título coloca o jogador na pele de um príncipe renegado que precisa salvar o seu povo da invasão dos Hunos. No entanto, como de costume na saga, os inimigos estão sob o efeito de uma magia maligna que dá uma buffada em seus poderes.
Porém, o protagonista também possui habilidades: o príncipe consegue voltar no tempo sempre que é derrotado, o que garante a implementação do gameplay roguelite.
Um Roguelite com muito estilo
Enquanto a história do jogo é bastante simples e contada sem diálogos falados, a experiência é compensada no gameplay. O jogo traz belos gráficos no estilo 2D com diversas animações fluidas, dando bastante ênfase no parkour e corridas pela parede.
Desde pulos até movimentos de cura e ataque, o jogo consegue transportar muito bem o “feeling” da franquia para um visual de Cartoon em 2D. O estilo também é bastante diferente de The Lost Crown, garantindo que cada jogo tenha sua personalidade.
O mesmo também pode ser dito sobre o gameplay. The Rogue Prince of Persia conta com diferentes tipos de armas e um sistema de medalhões que customizam algumas ações. Começando com uma dupla de facas, o jogador pode conseguir os novos itens durante a run, além de “espíritos” que podem ser usados para forjar novos itens e habilidades.
A experiência lembra um pouco Hades, mas com uma pegada mais tática. Se você rushar demais logo no começo, por exemplo, pode acabar tendo problemas. No entanto, quando o jogador se acostuma a morrer e vai pegando o jeito, além de liberar novos itens, a experiência deixa de ser tão punitiva.
Logo de início, o jogo também oferece diferentes cenários em plataforma para serem explorados, o que garante variedade. Como o jogo se calça muito na rejogabilidade, isso acaba ajudando a tornar a experiência satisfatória.
A trilha sonora também está muito bem implementada no gameplay. O jogo conta com músicas viciantes e que garantem um bom ritmo para o gameplay, mas a ausência de dublagem, e também de legendas em PT-BR, acaba deixando a desejar.
Em desenvolvimento
Enquanto o pacote entregue atualmente no game já pode divertir fãs do gênero, é válido ressaltar que The Rogue Prince of Persia está em acesso antecipado. Ou seja, o time da Evil Empire ainda vai adicionar novos conteúdos e realizar refinamentos de performance no game, que serão muito bem-vindos
Enquanto a experiência está bem interessante em computadores mais potentes, o jogo acabou apresentando algumas travadas em nossos testes com o Steam Deck. O game roda em 60 quadros por segundo com ótimos gráficos, mas eventuais quedas de performance aconteceram durante a jogatina em cenários mais complexos.
Como a precisão nos golpes é algo que faz bastante diferença no gameplay, principalmente contra chefes, a questão da performance acaba sendo importante. Com isso em mente, se você possui um PC próximo dos requisitos ou está preocupado com desempenho, vale a pena ficar de olho nas atualizações do jogo, que é bem leve, mas ainda precisa de otimizações.
Vale a pena?
Se você é fã de jogos Roguelite e curte um bom trabalho artístico, vale a pena ficar de olho em The Rogue Prince of Persia. Apesar de ainda estar em desenvolvimento, o título entrega bons gráficos e uma trilha sonora viciante.
Mais do que isso, o game também é mais uma prova de que a franquia Prince of Persia funciona muito bem como “jogo indie”. Ao invés de criar outro título de grande porte que claramente competiria com Assassin’s Creed, a Ubisoft optou por diversificar a série em diferentes gêneros e formas, o que é ótimo para quem é fã de videogame e curte o universo do Principe da Pérsia.
O gameplay também é bastante divertido e capaz de manter o jogador ocupado por muitas horas em seu loop. No entanto, o projeto ainda precisa de otimizações, que chegarão em updates futuros no período de acesso antecipado.
Ficamos na torcida para que o jogo também receba localização em português brasileiro no lançamento completo. Enquanto o grande foco do título acaba sendo o gameplay, a adição de legendas e menus seria ótima para garantir que os jogadores entendam todas as possibilidades oferecidas pelo jogo, bem como a sua história.
Para quem é muito fã de Roguelites e não se importa com eventuais problemas técnicos e a falta do idioma PT-BR, vale a pena ficar de olho em The Rogue Prince of Persia. No entanto, se você busca uma experiência refinada e gosta de “jogos de morrer”, a dica é deixar o game na sua lista de desejos e acompanhar as atualizações de desempenho e conteúdo.
The Rogue Prince of Pérsia chega em acesso antecipado na Steam em 29 de maio. Uma cópia do jogo foi cedida para review pela Ubisoft.
Alô, galera, o Jornal dos Jogos está no ar! A edição de hoje traz atualizações sobre o lançamento de GTA 6, análise de vendas do PS5, Phil Spencer sonhando com a Epic Store no Xbox e muito mais!
Tenha uma boa leitura e até logo📰🎮
Assassin’s Creed Shadows é anunciado (e cancelado)
O destaque da última semana ficou para o anúncio do belíssimo Assassin’s Creed Shadows, novo jogo que levará a franquia da Ubisoft para o Japão Feudal. Diferente dos capítulos anteriores, o título terá uma dupla de protagonistas baseada em guerreiros históricos — o samurai Yasuke e a ninja Naoe Fujibayashi.
Apesar da promessa de levar à franquia às raízes, trazendo também inovações de jogabilidade explorando as especialidades de cada guerreiro, Assassin’s Creed Shadows ainda foi cancelado — por uma parte bastante incomodada do público. E o motivo, como de costume, é controverso: Yasuke é um samurai negro, de origem africana.
Mesmo com a fidelidade histórica sendo respeitada, muitos jogadores questionaram a decisão do estúdio. Segundo eles, o personagem não “representaria o Japão adequadamente”. Contudo, o lendário samurai é muito respeitado na Terra do Sol Nascente — você pode conhecer sua história e legado neste especial!
Phil Spencer quer trazer Epic Store ao Xbox
É isso mesmo, a gerência ficou maluca — na maior acessibilidade aos jogos! Em uma entrevista ao site Polygon, o chefão da Xbox, Phil Spencer, demonstrou estar bem insatisfeito com as bibliotecas fechadas em cada plataforma.
Apesar do colossal esforço da Sony para desagradar seus fãs no PC, seus jogos seguem fazendo um enorme sucesso na plataforma. O caso mais recente é o de Ghost of Tsushima, que estreou com um pico de quase 60 mil jogadores simultâneos.
Embora o feito seja impressionante, ainda está longe de bater o recorde inédito de Helldivers 2, que se tornou o maior lançamento da Sony. Mesmo com tantas polêmicas — nota-se, não relacionadas à qualidade do jogo —, o título provou sua força e conquistou o coração dos jogadores. Tudo pela Super Terra!
Confirmando uma enorme leva de rumores e vazamentos, agora é oficial: GTA 6 chegará em 2025! A informação veio da própria Rockstar, que também detalhou um intervalo para o lançamento do novo jogo — em algum momento durante a primavera brasileira, ou seja, entre setembro e dezembro.
Para muitos analistas, GTA 6 é o jogo mais importante na indústria, especialmente pelo seu potencial de impacto. Para entender de onde vem tal afirmação, basta conferir o recorde de GTA 5, que possui mais de 200 milhões de unidades vendidas.
Tomb Raider terá série na Prime Video
Após o sucesso da série de Fallout, as adaptações de jogos para as telinhas e telonas ganharam um respiro de esperança. E a próxima empreitada da vez é a série live-action de Tomb Raider, que também estreará na Prime Video.
A obra será comandada pela talentosa Phoebe Waller-Bridge, de Fleabag, e trata-se de uma parceria entre a Crystal Dynamics e a Amazon MGM Studios. Será que vem coisa boa por aí?
Próximo grande jogo exclusivo do Xbox, Senua’s Saga: Hellblade 2 é o grande destaque da semana! A continuação chegará direto no Game Pass e promete honrar a qualidade da franquia.
Confira outros lançamentos:
Senua’s Saga: Hellblade 2 (21/05) – PC, Xbox Series S/X.
System Shock (21/05) – PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X.
Paper Mario: The Thousand-Year Door (23/05) – Nintendo Switch.
World of Goo 2 (23/05) – PC, Nintendo Switch.
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Em 2011 a FromSoftware lançava Dark Souls, o início de uma trilogia que marcou uma geração, seja pela sua dificuldade fora do normal ou pela quebra de padrões vistos em AAA passados.
11 anos depois, a mesma FromSoftware está prestes a lançar Elden Ring que, de acordo com George R.R. Martin, escritor da história do jogo, é uma sequência da franquia Souls. Mas a série Souls não começa com Dark Souls, como muitos pensam, mas sim com Demon’s Souls, lançado em 2009.
Então caso esteja empolgado para Elden Ring, mas ainda não experimentou os games do universo Souls, aqui está uma breve lista com os jogos em sequência, para te guiar nessa escuridão.
Demon’s Souls (2009)
Demon’s Souls é um exclusivo de PlayStation 3 muitas vezes esquecido. Foi o precursor de Dark Souls e lançou as bases para todos os jogos “Souls-like” que viriam. O game é ambientado no reino sombrio de Boletaria, onde um demônio devorador de almas conhecido como Old One está consumindo o reino após despertar.
Demon’s Souls foi o precursor de várias obras que saíram a seguir, e tinha como elementos chave o foco pesado no gerenciamento de stamina durante o combate, o reaparecimento de inimigos e a possibilidade de perder as valiosas almas após a morte.
Você ganha almas derrotando inimigos, e elas servem como moeda do jogo. Quando você morre, o jogo leva você ao início do nível e redefine todos os inimigos que não são chefes. Você pode recuperar suas almas tocando em seus restos mortais, mas você os perderá para sempre se morrer novamente.
Com 22 chefes principais e 4 opcionais (alguns interessantes, outros nem tanto), Demon’s Souls vai te garantir muitas horas de diversão (e mortes).
Dark Souls (2011)
Dark Souls é o sucessor espiritual de Demon’s Souls e, portanto, vive em seu próprio universo. Situado no Reino de Lordran, os jogadores assumem o papel de um personagem morto-vivo em uma peregrinação para descobrir seu destino.
Como citado anteriormente, a dificuldade elevada de Dark Souls, comparada aos AAA da época, fez ele se destacar entre todos. Dark Souls é o tipo de jogo que faz você trabalhar duro para vencer, o que torna o momento da vitória muito mais saboroso e significante.
Além da dificuldade anormal, sua história é entregue através de pequenos pedaços de diálogos enigmáticos e descrições de itens que são fáceis de ignorar. No entanto, se o jogador se esforçar, todas as peças se encaixam para contar a história da terra escura de Lordran.
O jogo se apoia fortemente no combate. Inclui ataques corpo a corpo, esquivas, manobras defensivas e magia. Além disso, possui um sistema de almas semelhante ao Demon’s Souls.
Outro elemento central são as fogueiras. Elas funcionam como um posto de controle. Ao descansar numa delas (que estão espalhados em todo o mundo), você pode recuperar o HP e reparar ou atualizar seus equipamentos.
No entanto, descansar na fogueira causa um reaparecimento de todos os inimigos que não são chefões.
Mais tarde, em 2018, acabou ganhando uma versão remasterizada. Dark Souls está disponível para PS3, PS4, PS5, Xbox 360, Xbox One, Xbox Series S|X, PC e Nintendo Switch.
Dark Souls II (2014)
Dark Souls II é amplamente considerado como o elo mais fraco da franquia, com muito pouco a oferecer quando comparado aos jogos que vieram antes e aos jogos que vieram depois. Provavelmente porque a equipe de desenvolvimento do primeiro jogo, estava concentrada em outro projeto.
Inclusive, não segue a história que vimos em Dark Souls I, mas compartilha o mesmo universo. Desta vez, no reino de Drangleic. Sendo um morto-vivo, seu objetivo é acabar com a maldição.
A jogabilidade é semelhante ao primeiro game. A mecânica da fogueira, o sistema almas e os inimigos desafiadores também estão presentes. Atualizações de fato, apenas a melhora da IA, melhora de desempenho e nos gráficos.
Em essência, Dark Souls II é a sequência clássica “mais por mais”, com alguns momentos memoráveis. O jogo está disponível para PS3, PS4, PS5, Xbox 360, Xbox One, Xbox Series S|X, e PC.
Dark Souls III (2016)
Dark Souls III é a terceira e última parte da trilogia de ação e a quarta entrada da série Souls. Tendo uma história independente. Ambientando no reino Lothric, a Era do Fogo está morrendo, e você precisa evitar que isso aconteça. Caso contrário, uma maldição que ressuscita os mortos cobrirá o mundo.
Este Dark Souls usa bem das características sucesso no primeiro jogo da franquia, mas abusa de algumas mecânicas de outro jogo da FromSoftware, o Bloodboorne (projeto no qual a equipe do Dark Souls I estava ocupada no momento do desenvolvimento do Dark Souls II).
As influências de Bloodborne são observadas no combate, que se tornou mais fluido e acelerado. As lutas contra chefes também foram impactadas, que se tornaram mais rápidas, contrastando com os chefões mais lentos dos jogos antigos. O desgosto de alguns fãs por este Dark Souls é, inclusive, por causa de toda a inspiração de Bloodborne.
Dark Souls III está disponível atualmente para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S|X, e PC.
Demon’s Souls (2020)
Enfim, chegamos ao remake de Demon’s Souls, exclusivo. Refeito totalmente pela Bluepoint Games (mesmo estúdio por trás do remake de Shadow of the Colossus para o PlayStation 4). Mesmo não tendo a interferência da FromSoftware, o título recria fielmente o jogo original com gráficos e desempenho modernos.
Além do ótimo trabalaho recriando o mundo de Boletaria, a experiência geral é mais fluida, mais equilibrada e, de várias maneiras, o novo Demon’s Souls parece um jogo diferente, para melhor ou para pior.
O jogo parece muito mais realista enquanto se esforça para manter a atmosfera sombria do original, apresentando novas animações, diálogos de NPC’s regravados e uma trilha sonora orquestral adequada.
No entanto, embora as mudanças visuais façam Demon’s Souls2020 parecer um jogo muito mais moderno, alguns acham que isso tira o charme do original.
Na parte da jogabilidade, eles adicionaram novos itens, reequilibraram alguns dos antigos e resolveram muitos dos bugs. Mais notavelmente, as ervas curativas agora têm peso, o que significa que não é mais possível cultivá-las e potencialmente carregar centenas de itens de cura em seu inventário de uma só vez.
Construção de cidades é um tema que eu particularmente adoro. Existem diversos jogos dentro deste mesmo gênero, alguns focados na economia, outros na construção da cidade, mas com maior ênfase no combate.
Fabledom, o jogo que é tema da análise de hoje, se destaca ao trazer o melhor dos dois mundos, tornando-se uma ótima porta de entrada para jogadores que desejam se aprofundar no gênero.
Ficou interessado? Confira mais detalhes sobre a minha experiência com o game na Review a seguir.
Um exercício de paciência
Fabledom, sendo uma excelente porta de entrada para o gênero, demanda do jogador aquilo que mais precisa: paciência. Depois de passar o momento de descoberta, de entender as mecânicas e como fazer as coisas, Fabledom se torna um jogo relaxante e que exige calma e tranquilidade no gameplay.
Afinal, para progredir no jogo,você precisa de recursos. E neste games, as soluções demoram a ser produzidas. Seja madeira, comida, dinheiro, construções ou qualquer outro tipo de recurso, é importante esperar para que as coisas aconteçam.
Uma forma de acelerar o progresso é construindo mais prédios de recursos, tendo mais de uma serraria ou mais de uma mina, por exemplo. Porém, isso tem um custo.
Além disso, em Fabledom, tudo possui um custo de manutenção. Isso nos leva a discutir a economia do jogo, presente em muitos jogos desse tipo, e que aqui é trabalhada de forma simples, porém eficaz.
Economia simples
A principal fonte de renda em Fabledom são os tributos que os moradores nos pagam. Essa é uma renda passiva que depende da quantidade de casas ou condomínios em seu reino, bem como do tipo de Fabulinhos (nome dado aos moradores), sejam eles camponeses, plebeus ou nobres.
Além disso, podemos ganhar dinheiro através da realização de missões que aparecem constantemente no canto inferior esquerdo da nossa tela e são muito importantes para o progresso do seu reino. Porém, não só de boa vontade se constrói um reino. Nesta hora entram os impostos, normais em jogos do tipo e que são introduzidos aqui de forma muito básica. Mas tem, isso é um bom ponto.
Além da renda “passiva”, podemos lucrar fazendo negociações usando um sistema de mercado para trocas de mercadorias e moeda. Na minha opinião, este é o ponto mais forte do jogo, acompanhada de uma mecânica de relacionamentos muito bem implementada.
Relacionamentos são a chave
Em certo ponto do jogo, desbloqueamos a Embaixada, que nos permite estabelecer relacionamentos com outros reinos, sejam eles positivos, negativos, e até mesmo nos casarmos com algum desses governantes.
Isso envolve um árduo trabalho de enviar mensageiros, fazer doações e, principalmente, realizar missões que podem nos render boas recompensas, embora também possam desagradar algum rei ou rainha. De fato, a mecânica é muito bem implementada e nos tenta em querer pular a cerca para obter outras recompensas.
Menu de gerenciamento bem-vindo
Recentemente testamos Manor Lords aqui no Jornal, e um dos comentários que fiz a respeito do game foi a ausência de um menu de gerenciamento. Apesar de brilhante, o game não trouxe uma solução que me mostrasse onde os trabalhadores estavam, como estava minha economia, meu ritmo de produção e outros dados.
Fabledom tem exatamente isso, de forma bem completa e super útil. Acho sempre importante ter um menu desses em jogos assim, porque não podemos estar sempre andando de um lado para o outro clicando em construções e tentando lembrar de cabeça tudo que está acontecendo. Ou seja, ponto positivo para Fabledom pela organização!
Interações divertidas
Outra coisa que achei super interessante e diferente em Fabledom são as interações com monstrinhos, dragões, trolls, árvores, bruxas e o que mais eu ainda não tenha encontrado. Elas surgem aleatoriamente no mapa e podemos interagir com nosso herói, um espécie de tropa, a mais forte delas.
Essas interações nos dão desde recompensas positivas se tivermos recursos ou estivermos dispostos a lutar, como também causam algumas consequências como diminuir o ritmo de trabalho de todos os fabulinhos, recursos que demoram mais a crescer e etc. Isso sempre traz uma novidade interessante e ajuda a aliviar a monotonia de esperar pelos recursos.
Gráficos fofos
Não tenho do que reclamar dos gráficos de Fabledom, apenas elogiar. A ambientação é incrível e o estilo cartunesco dá uma sensação de tranquilidade e acolhimento muito grande.
O estilo com curvas e bordas arredondadas usadas tanto nas construções quanto nos personagens, aumentam essa sensação e casa genuinamente com o tom do jogo. Como as cores, também associamos formas. Preferir formas arredondadas em vez de retas tira o tom de seriedade que não combinaria com o resto dos elementos do jogo.
Fabledom vale a pena?
Como mencionei no início do texto, Fabledom é uma bela porta de entrada para o gênero de construção de cidades. Trazer de tudo um pouco das mecânicas comuns desse tipos de jogos é uma boa ideia e se implementado bem como foi aqui, melhor ainda. Posso dizer que não experimentei bugs durante minha jogatina, e o jogo está bem polido em sua mais nova versão na Steam.
No entanto, o game acaba perdendo alguns pontinhos porque chega a ser monótono em vários momentos do gameplay, o que vai exercitar a paciência do jogador.
Além disso, ele não tem uma dificuldade significativa. A fome ou insatisfação dos Fabulinhos não será tão impactante no seu reino como seria em outros jogos, tornando Fabledom mais um jogo para relaxar do que qualquer outra coisa. É um jogo muito bem desenvolvido e que com certeza vai agradar a grande maioria do público, que busca um jogo fofo, acolhedor e relaxante.
Fabledom está disponível para jogar no PC. Uma cópia do game foi cedida pela desenvolvedora para Review.
A indústria brasileira já nos presentou com vários jogos de qualidade, indo desde títulos como Horizon Chase até Pocket Bravery. Agora, mais um título que entra para o panteão de jogos brasileiros “Maneiros pra Caramba” acaba de chegar: Mullet Madjack.
Produzido pelo estúdio Hammer95, que possui uma equipe bem reduzida, e publicado pela Epopeia Games, o jogo é uma das experiências mais insanas que eu já joguei. Eu explico melhor tudo que esse game indie brasileiro oferece na breve review a seguir!
Um futuro distópico com pitada de TikTok
A maneira mais minimalista de definir Mullet Madjack é dizer que o jogo é uma mistura de jogos como DOOM, numa ambientação ao estilo Cyberpunk 2077 e com uma pitada de algoritmo de TikTok.
O jogo se passa em um futuro distópico com muita vibe de anos 90 e não esconde a inspiração em animes clássicos dessa época. E olha, a ambientação é de cair o c* da bunda: com uma dublagem em inglês caprichada, o game te transporta para um mundo digital recheado de referências noventistas.
O jogo possui gameplay frenético e imersivo.
Com gameplay em primeira pessoa, o jogo passa uma vibe que lembra os clássico da ID Software, mas não para por aí. O jogo adiciona personalidade em sua jogabilidade usando um mundo bem feito com pitadas de roguelite.
Tudo em 10 segundos
O jogador é uma espécie de mercenário que, assim como outros humanos nesse universo distópico, precisa de dopamina a cada 10 segundos pra sobreviver — assim como a galera que fica rolando o feed do TikTok infinitamente em busca de alegria.
Para conseguir o combustível de sua vida, o jogador precisa matar os robôs que dominam essa realidade, os robilionários. E, olha, é muito divertido fazer isso: o gameplay é rápido, ágil e bonito. Você simplesmente não vê o tempo passar enquanto está lutando para obter mais 10 segundos para sobreviver.
A jogabilidade é variada e viciante.
Com diversas fases, o jogador vai ganhando powerups, com mais de 50 disponíveis, para deixar o protagonista mais forte — e o gameplay ainda mais insano. Se você morrer, é realocado para um ponto anterior do mapa, toma uma zoadinha da fofa atendente que te acompanha e deve retomar o ciclo em busca de dopamina.
Campanha e gameplay infinito
A estética e o gameplay caprichado, capaz de viciar muito fácil, são os pontos altos do jogo. Mas é interessante notar que o estúdio também equipou essa experiência com uma campanha recheada de belas cenas e momentos interessantes, além de vários cenários para conseguir mais dopamina assassinando robôs.
Os brasileiros por trás do game também não limitaram o game para um certo tipo de audiência. Quem quiser jogar a campanha pode simplesmente usar o modo clássico que desativa o relógio e permite aproveitar a história e uma jogabilidade mais “tranquila”.
Por outro lado, também é possível aproveitar o modo infinito, com novos inimigos que nunca param. A campanha também tem uma ótima rejogabilidade, garantindo com que o conteúdo seja aproveitado ao máximo por quem curtir o gameplay.
Por fim, vale ressaltar também que Mullet Madjack é bem otimizado. O jogo é bem leve no PC e está recheado de opções de customização, incluindo para deixar a experiência menos “alucinada”. Quem tem monitor ultrawide também pode comemorar, pois o jogo surporta o formato.
Vale a pena jogar?
Mullet Madjack é um jogo imersivo e com gameplay bastante viciante. Se você gosta de ação acompanha de nostalgia, vale a pena dar uma chance a esse game brasileiro, que entrega bastante conteúdo em uma experiência otimizada no PC.
Para quem está receoso com o gameplay frenético, a dica é baixar a demo grátis que já está disponível na Steam. Assim, você pode ver se tem coração e adrenalina para aguentar essa experiência insana em forma de videogame.
Mullet Madjack pode ser jogado no PC. Uma cópia do game foi cedida pela desenvolvedora e a publisher para a produção desta análise!
Uma freira que não é muito querida em seu convento é incumbida de deixar o local e acaba sendo acompanhada por um demônio. Essa é a premissa de INDIKA, um novo jogo indie que recebemos para testes aqui no Jornal, e que está disponível no PC, PS5 e Xbox Series S e X.
Desde sua apresentação, o jogo vem gerando polêmica por causa de sua temática. Afinal, estamos falando de uma freira andando por aí acompanhada de um demônio. A parte mais interessante é que a narrativa do game dá certo e possui uma profundidade interessante.
INDIKA tem gráficos e história de qualidade
Com visual em terceira pessoa, INDIKA é um jogo ambientado em uma Rússia alternativa do fim do século XIX. Segundo os desenvolvedores da Odd Meter descrevem, o objetivo é criar um universo em que religião e realidade são bastante destoantes — algo que não é muito difícil de ver no nosso próprio mundo.
O game acompanha a freira que dá nome ao jogo, que não é muito querida em seu convento, o que fica bem claro logo nos primeiros minutos de jogo. Durante uma missão que foi dada a ela pelas irmãs, ela acaba saindo do convento com uma companhia inusitada: o demônio.
Dando bastante foco em narrativa, o game conta com gráficos bonitos e uma ambientação bastante imersiva. A relação da figura santa com um diabo gera momentos interessantes e que fazem o jogador refletir. O título vai além da polêmica e consegue entregar uma narrativa de qualidade.
Gameplay pode surpreender, mas é simples
Com uma curta duração, o jogo INDIKA tem mecânicas de gameplay que podem te surpreender. O game conta, por exemplo, com um botão de oração, que em algumas partes do gameplay pode ser usado para distorcer a realidade.
PRESSIONE PRA REZAR 🙏 O jogo independente INDIKA pode te surpreender com uma história polêmica e mecânicas bem legais! Você pode jogar no PC, Playstation e Xbox! #indika#pc#games#steam
A experiência acaba lembrando jogos como Hellblade: Senua’s Sacrifice, e The Medium, com uma história cheia de surrealismo e toques religiosos. Em alguns momentos, no entanto, o gameplay acaba sendo mais parado e simples, o que pode não agradar alguns jogadores.
No entanto, mesmo nesses momentos, acabei sentindo que o objetivo do jogo era justamente gerar empatia pela freira que protagoniza o jogo. Em alguns casos, por exemplo, o título pode simplesmente ficar sem sentido.
Enquanto nem tudo na jogabilidade é impressionante, o game da freira conta com uma narrativa bem imersiva e cheia de surpresas, o que já é suficiente para você deixar o título em seu radar se gosta desse tipo de coisa.
Vale a pena jogar?
Para quem curte títulos ao estilo de Hellblade, vale a pena ficar de olho no jogo, que já está disponível e pode ser comprado por menos de R$ 60 na versão de PC pela Nuuvem usando o cupom AFREIRA. O título também possui versões para PlayStation 5 e Xbox Series S e X.
Se você está com um pé atrás quanto ao gameplay, o jogo possui uma demo grátis na Steam, que já dá uma bela ideia do que esperar na versão completa, que garante cerca de seis horas de gameplay.
Mas fique ligado: INDIKA é pesadinho no PC e pode dar trabalho para o seu hardware. Com isso, se você joga no computador, vale a pena também baixar o jogo para testar seu desempenho. Confira, abaixo, os requisitos completos:
Requisitos Mínimos
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
SO: Windows 10 (64-bit)
Processador: AMD Ryzen 5 3600 (6 core with 3,5 Ghz) or Intel i5-10400F (6 core with 2,9 Ghz)
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: Radeon RX580 (8GB) ou Nvidia GTX 1660 (6GB) ou Intel Arc A750 (8GB)
DirectX: Versão 11
Armazenamento: 50 GB de espaço disponível
Outras observações: SSD (preferencial), HDD (suportado). A taxa de quadros pode cair em cenas com muitos gráficos. Tela ultrawide suportada.
Requisitos Recomendados
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
SO: Windows 10 (64-bit)
Processador: AMD Ryzen 5 3600 (6 core with 3,5 Ghz) ou Intel i5-10400F (6 core with 2,9 Ghz)
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: Radeon 6700xt (12GB) ou Nvidia RTX 3060 TI (8GB) ou Intel Arc A770 (16GB)
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 50 GB de espaço disponível
Outras observações: SSD. Outras observações: SSD (preferencial), HDD (suportado). A taxa de quadros pode cair em cenas com muitos gráficos. Tela ultrawide suportada.
Considerando que INDIKA é um jogo indie e custa cerca de R$ 60, a experiência vale a pena para quem curte jogos narrativos. Para quem está curto de grana, a dica é deixar o jogo na lista de desejos e esperar uma promoção — ou a eventual chegada em um Game Pass da vida.
INDIKA foi cedido pela desenvolvedora e pela publisher ao Jornal dos Jogos para a realização dessa análise.