Categoria: PC

  • Black Myth Wukong: veja preço, requisitos e detalhes do jogo

    Black Myth Wukong: veja preço, requisitos e detalhes do jogo

    Um dos lançamentos mais aguardados de 2024 chega agora em agosto no PS5 e PC. Com lançamento marcado para o dia 19, o jogo Black Myth Wukong é um título da empresa chinesa Game Science que vem atraindo olhares de jogadores desde seu anúncio.

    O game é a mais nova obra dos games a adaptar “A Jornada ao Oeste” para as mídias interativas. O título, que claramente possui inspiração em jogos como Dark Souls, acabou ganhando a atenção de jogadores por causa de sua atmosfera misteriosa, gameplay que aparenta ser desafiador e, também, por sua qualidade gráfica.

    Mas, afinal, do que se trata Black Myth Wukong? Com tantas promessas assim, o título merece minha atenção. E mais importante ainda: meu PC vai conseguir rodar essa belezinha? Saiba mais detalhes no nosso resumão com tudo sobre o game!

    Qual a história de Black Myth Wukong?

    Black Myth: Wukong é o mais novo game inspirado no icônico conto chinês “Jornada ao Oeste”, que já serviu de tema para obras que vão desde games independentes até filmes com Jackie Chan. Sabe o Goku, de Dragon Ball? Também foi inspirado por esse mesmo tema.

    Agora, essa jornada parece estar ainda mais sombria e desafiadora. O jogo vai te colocar no papel de Sun Wukong, o Rei Macaco, uma figura mitológica com força descomunal e habilidades místicas. A história segue Wukong em sua busca para descobrir a verdade sobre seu passado e seu propósito, enquanto enfrenta demônios, deuses e outras criaturas lendárias. Ou seja, um prato cheio para aplicar uma vibe de Dark Souls não é mesmo?

    O enredo do jogo promete beber muito da mitologia chinesa, explorando temas de redenção, identidade e poder. Ou seja, mais do que uma aventura cheia de magia e ação, o jogo também será um passeio pela cultura do país — algo que pode se tornar mais comum, visto o crescimento dos estúdios da China no mercado gamer.

    Além disso, “Black Myth: Wukong” se distingue por sua abordagem cinematográfica na narrativa, com cutscenes imersivas e belos gráficos. O jogo utiliza um pacote completo de tecnologias da Nvidia no PC, incluindo soluções de Ray Tracing, para entregar gráficos bem robustos — o que também exige um hardware potente.

    Black Myth é difícil? Como é o gameplay do jogo?

    Quando o assunto é gameplay, Black Myth: Wukong é um RPG de ação que se destaca, logo de cara, pelo seu sistema de combate dinâmico. O jogador tem acesso a uma ampla gama de habilidades inspiradas na mitologia, incluindo a capacidade de se transformar durante a jogabilidade.

    O jogo também apresenta uma mecânica de exploração rica e detalhada, onde os jogadores podem percorrer paisagens vastas e visualmente impressionantes, inspiradas na antiga China. Cada ambiente é repleto de segredos, desafios e inimigos poderosos, garantindo uma experiência que pode agradar os fãs de estúdios como a From Software.

    Os chefes de Black Myth prometem ser desafiadores.

    Outro detalhe importante do gameplay são os inimigos e chefes, que prometem trazer vulnerabilidades e padrões próprios nas batalhas. Ou seja, o jogador terá que ser estratégico e aprender as melhores formas de bater cada desafio durante sua jornada com Wukong.

    Os vídeos divulgados até agora atestam: o gameplay claramente será um dos pontos fortes da experiência com o game.

    Requisitos de PC

    Black Myth Wukong promete entregar uma experiência digna de nova geração. A dica dos desenvolvedores da Game Science é deixar o HDD de lado e usar um SSD, para começo de conversa.

    Além disso, as especificações de PC exigem um hardware consideravelmente moderno. Felizmente, o game também contará com suporte para tecnologias como o Nvidia DLSS, garantindo uma experiência completa em placas de vídeo da Nvidia.

    Além de trazer DLSS 3,5, o jogo contará com suporte completo para Ray Tracing, o que garante gráficos imersivos durante o gameplay. Uma prévia divulgada pela Nvidia, que pode ser vista acima, mostra o efeito do uso da tecnologia no game.

    Requisitos Mínimos

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 64-bit
    • Processador: Intel Core i5-8400 / AMD Ryzen 5 1600
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 6GB / AMD Radeon RX 580 8GB
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 130 GB de espaço disponível
    • Outras observações: HDD é suportado, mas SSD é recomendado. As especificações acima foram testadas com DLSS/FSR/XeSS ativados.

    Requisitos Recomendados

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 64-bit
    • Processador: Intel Core i7-9700 / AMD Ryzen 5 5500
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 2060 / AMD Radeon RX 5700 XT / INTEL Arc A750
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 130 GB de espaço disponível
    • Outras observações: SSD obrigatório. As especificações acima foram testadas com DLSS/FSR/XeSS ativados.

    Black Myth possui demo grátis?

    Infelizmente o jogo não possui uma demonstração grátis atualmente. No entanto, a Game Science lançou no PC uma ferramenta de benchmark que permite testar o desempenho do jogo.

    Assim, quem possui um computador que está dentro dos requisitos já pode testar a performance do game antes mesmo do lançamento. A solução está disponível para baixar de graça no computador, por meio da Steam.

    Qual o preço de Black Myth Wukong?

    Black Myth Wukong será lançado no PC e PS5 no dia 19 de agosto. Futuramente, o game também deve chegar aos consoles Xbox Series S e X.

    O preço do jogo em ambas as plataformas é diferente, com a versão de PS5 sendo mais cara. A edição Digital Deluxe, que traz conteúdos extras, também possui um valor mais elevado. Confira:

    Edição Padrão:

    • PS5 – R$ 299,90
    • PC – R$ 229,99

    Deluxe Edition:

    • PS5 – R$ 349,90
    • PC – R$ 279,99

    E aí, você vai jogar Black Myth Wukong no PC ou PS5? Como estão as expectativas para o game? Comente no Substack do Jornal dos Jogos!

  • Tavern Manager Simulator diverte, mas nos frustra muitas vezes

    Tavern Manager Simulator diverte, mas nos frustra muitas vezes

    Tavern Manager Simulator é um jogo de gerenciamento de taverna desenvolvido pela One More Time, onde você assume o papel de proprietário de uma taverna, enfrentando a árdua tarefa de servir cervejas, encomendar produtos, preparar refeições, expandir seu estabelecimento, cuidar da limpeza, entre outras atividades. Embora gerenciar todas essas tarefas possa ser exaustivo, especialmente no início, quando você precisa lidar com tudo sozinho, o jogo é incrivelmente viciante.

    (mais…)
  • Mika and The Witch’s Mountain impressiona com leveza e tranquilidade – Review

    Mika and The Witch’s Mountain impressiona com leveza e tranquilidade – Review

    O mercado de jogos indies é recheado de projetos muito promissores, e um deles acabou caindo aqui no Jornal dos Jogos. Estamos falando de Mika and The Witch’s Mountain, um game independente que ganhou vida graças ao apoio do financiamento coletivo e impressiona por seu tom leve e tranquilo.

    Enquanto muitos jogos apostam em combate, passes de batalha, mundos abertos gigantes e muitas atividades para fazer, o joguinho protagonizado por uma bruxa aprendiz segue caminho contrário. Aqui, o objetivo é relaxar e ter uma experiência tranquila jogando videogame, mas sem deixar a diversão de lado.

    Quer saber mais sobre o game? Confira a seguir a nossa review com Mika and The Witch’s Mountain, realizada com a versão de PC do jogo enviada pela desenvolvedora.

    Qual é a história de Mika and The Witch’s Mountain?

    Mika and The Witch’s Mountain conta a história de Mika, uma jovem aprendiz de bruxa que sobe uma montanha gigante para chegar a sua nova escola de bruxaria. No entanto, a professora acaba jogando ela precipício abaixo, obrigando ela a viver por um tempo em uma pacífica vila.

    Para conseguir dinheiro e evoluir sua vassoura, visando subir novamente a montanha, ela deve entregar pacotes aos habitantes de uma pequena ilha. Só com essa sinopse já dá pra perceber: o jogo claramente busca inspiração em O Serviço de Entregas da Kiki, icônico filme do Studio Ghibli de 1989.

    Assim como o longa-metragem que serviu de inspiração, o jogo também aborda bastante a leveza e o crescimento durante sua jornada. Ambientado em um mundo encantador e repleto de magia, o jogo acompanha a jornada de Mika enquanto ela enfrenta desafios e faz descobertas sobre si mesma e sobre a comunidade local.

    Com um mapa aberto compacto, mas repleto de locais interessantes, a narrativa mistura o crescimento pessoal e profissional da protagonista com a exploração do local. Enquanto o jogo não possui diálogos dublados, todo o game é legendado em português brasileiro, o que facilita acompanhar a narrativa e tomar as decisões que aparecem na história.

    No geral, a trama é simples, mas carregada de significados e motivações para seguir com o gameplay, que é bem divertido.

    Como funciona o gameplay?

    O gameplay de Mika and The Witch’s Mountain é focado na exploração e na entrega de pacotes em um ambiente aberto. Ou seja, não espere combates ou grandes desafios: o objetivo aqui é relaxar e explorar esse pequeno mundo mágico com belos gráficos.

    Utilizando sua vassoura mágica, Mika pode voar por toda a ilha, alcançando lugares de difícil acesso e descobrindo segredos escondidos. Durante a progressão do game, o jogador vai evoluindo sua vassoura e ganhando mais habilidades para explorar e realizar entregas.

    A mecânica de voo é central no jogo, proporcionando uma sensação de liberdade e aventura enquanto o jogador explora os diversos biomas e regiões da ilha. Aqui, o título brilha demais: o gameplay de simplesmente voar e tentar alcançar os lugares é bem divertido.

    O sistema de entregas também é bem produzido. O jogador possui as entregas do dia e também itens extras que estão perdidos pela mapa e podem ser devolvidos aos donos. Os pacotes podem ser carregados de maneira limitada e, em alguns casos, possuem alguns dificultadores — são frágeis ou não podem ser molhados, por exemplo.

    A parte mais interessante é que tudo é realizado sem um minimapa, o que te obriga a abrir o menu com frequência e ir decorando os locais e nomes dos moradores. Enquanto isso acaba sendo meio chato no começo, tudo fica bem divertido depois de um tempo: você acaba se sentindo parte daquele mundinho.

    No fim das contas, o jogo equilibra momentos de relaxamento, com voos tranquilos sobre paisagens deslumbrantes, e situações que exigem mais destreza e planejamento, mas que não vão te deixar estressado. Com belos gráficos e uma ótima trilha sonora, o game é um ponto de fuga perfeito nesse mundo com jogos cada vez mais carregados de conteúdo.

    Mais conteúdo a caminho

    Falando em conteúdo, talvez esse seja o ponto que pode afastar muitos jogadores de Mika atualmente. O game pode ser concluído em cerca de quatro horas, o que deixa um gostinho de “quero mais”, já que a experiência é bem divertida.

    Felizmente, esse “quero mais” será atendido em breve. A desenvolvedora Chibig vai lançar Mika and The Witch’s Mountain em acesso antecipado no PC e já anunciou dois pacotes grátis de conteúdos para o game.

    A empresa também promete que está ligada em eventuais bugs e fará correções no game nas próximas semanas. No entanto, durante minha experiência com o título, tudo fluiu muito bem. Nossos testes foram realizados no Steam Deck e o jogo funcionou perfeitamente no console portátil da Valve.

    Vale a pena?

    Mika and The Witch’s Mountain é uma ótima pedida para quem não aguenta mais jogos longos e recheados de coisas para fazer. Aqui, o objetivo é fazer parte de uma comunidade, aproveitar boas paisagens e uma trilha sonora empolgante.

    Com a promessa de novos conteúdos no futuro e a presença de legendas em PT-BR, o jogo certamente merece ficar no radar de quem curte experiências curtas e imersivas.

    Mika and The Witch’s Mountain chega em 21 de agosto no PC e Nintendo Switch. Uma demo grátis do game está disponível para jogar na Steam!

  • Harry Potter Campeões do Quadribol roda no seu PC? Veja requisitos mínimos e recomendados

    Harry Potter Campeões do Quadribol roda no seu PC? Veja requisitos mínimos e recomendados

    Após a frustrante notícia de que não teríamos quadribol em Hogwarts Legacy, muitos fãs ficaram ansiosos por um jogo dedicado ao esporte mais popular entre os bruxos no universo de Harry Potter. Finalmente, nossa espera acabou!

    Harry Potter: Quidditch Champions traz o quadribol para que nós, trouxas, possamos desfrutar em nossas casas, tanto em uma experiência single player quanto multiplayer. Anunciado no ano passado pela Warner Bros, Harry Potter: Quidditch Champions (Campeões do Quadribol) será lançado em 3 de setembro de 2024 para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch e PC (Steam e Epic).

    O jogo já está disponível para pré-venda no Brasil com valores partindo de R$ 99,99 — e comprando na Nuuve, você garante 10% de desconto. Há também uma boa novidade para os assinantes do PlayStation Plus: o jogo será incluído em sua biblioteca já no lançamento.

    Requisitos Harry Potter: Campeões do Quadribol no PC

    Pelos requisitos e o que já vimos em seus trailers, Campeões do Quadribol não parece ser ser um jogo pesado, então você não deve ter tantos problemas para rodar no seu PC. Veja os requisitos do jogo!

    Requisitos mínimos (baixo, 1080p/60 FPS)

    • SO: Windows 10
    • Processador: Intel Core i7-4790 ou AMD Ryzen 5 1600X
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 (4 GB) / AMD Radeon HD 7950 (3 GB) / Intel Arc A380 (6 GB)
    • Armazenamento: 15 GB

    Requisitos recomendados (alto, 1080p/60 FPS)

    • SO: Windows 10
    • Processador: Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600X
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 (3 GB) / AMD Radeon R9 290X (4 GB) / Intel Arc A750 (8 GB)
    • Armazenamento: 15 GB

    Quanto custa Harry Potter: Campeões do Quadribol?

    Harry Potter: Quidditch Champions já está em pré-venda e pode ser adquirido para Xbox e PC nas versões Standard e Deluxe. Ambas as versões estarão disponíveis para compra no PlayStation a partir de 3 de setembro.

    Xbox

    • Edição Standard: R$ 99,99
    • Edição Deluxe: R$ 129,99

    PC

    • Edição Standard do EA SPORTS FC 25: R$ 99,99
    • Edição Ultimate do EA SPORTS FC 25: R$ 129,99

    E aí, você vai jogar Campeões do Quadribol? Comente lá no Substack do Jornal dos Jogos!

  • Life is Strange: onde comprar e ler os quadrinhos em português brasileiro?

    Life is Strange: onde comprar e ler os quadrinhos em português brasileiro?

    A Square Enix lançará em 2024 o jogo Life is Strange: Double Exposure, que vai continuar a história de Max Caufield. A personagem foi a protagonista do primeiro jogo da franquia e, desde então, acabou não aparecendo em outros jogos com grande destaque.

    No entanto, a história de Max não acabou após os acontecimentos em Arcadia Bay. Você sabia que Life is Strange conta com uma série de quadrinhos que continuaram a história da personagem e de Chloe?

    A seguir, confira mais detalhes sobre os quadrinhos da franquia Life is Strange. Mas fique ligado, pois o texto conta com spoilers do primeiro jogo da franquia, lançado em 2014.

    O que acontece nos quadrinhos de Life is Strange?

    Os quadrinhos de Life is Strange foram publicados pela Titan Comics e basicamente continuam um dos finais do primeiro jogo da franquia. Enquanto um dos desfechos acaba com Max voltando no tempo e não salvando Chloe, o outro termina a história com a cidade devastada e a personagem viva.

    A história dos quadrinhos acompanha Max e Chloe após os trágicos eventos que ocorrem em Arcadia Bay. A dupla precisa lidar com as consequências de sua escolha, ao mesmo tempo em que vivem e conhecem novas pessoas.

    O lançamento das HQs começou em 2018 e ganhou diversos números. Enquanto a história começou com Life is Strange Dust, o sucesso das HQs acabou levando a edições extras expandindo o universo, incluindo Waves, Strings, Partners in Time, Coming Home e Settling Dust.

    Além de Max e Chloe, as HQs também incluem novos personagens e também o retorno de rostos conhecidos da franquia, incluindo Rachel Amber. As histórias são escritas por Emma Vieceli e ilustradas por Claudia Leonardi, em sua maioria, e costumam abordar a rotina das jovens, além de temáticas como viagem no tempo, múltiplas dimensões e consequências do uso de poderes.

    Onde ler as HQs de Life is Strange em português brasileiro?

    Infelizmente a Titan Comics nunca lançou as histórias em quadrinhos de Life is Strange no Brasil. Com isso, as HQs só estão disponíveis para compra oficialmente em inglês.

    Ainda assim, é possível encontrar contas no Google Drive trazendo as histórias em quadrinhos de Life is Strange em português brasileiro. O Projeto Darkroom, composto por fãs da franquia, traduziu a história para facilitar o consumo por um público maior no Brasil.

    Caso você esteja interessado em ler as HQs, o Projeto Darkroom disponibiliza os links em português brasileiro, que podem ser acessados logo abaixo. No entanto, fica a dica: consumir conteúdo assim pode ser considerado pirataria e o indicado é sempre comprar mídias originais.

    Você pode comprar as versões originais das HQs de Life is Strange em inglês por meio da Amazon. A empresa vende alguns números por valores que partem de R$ 59 no Brasil, além de algumas versões em Box com valores na casa dos R$ 272, com entrega grátis no nosso país para quem é assinante Prime.

    Para quem é realmente fã da franquia, vale a pena adquirir as versões físicas das HQs, mesmo no idioma em inglês. Afinal, os itens são um ótimo item de decoração e demonstram o amor pela franquia da Square Enix.

    E aí, você vai jogar Life is Strange Double Exposure? Comente lá no Substack do Joranl dos Jogos!

  • God of War Ragnarok: veja requisitos do jogo no PC

    God of War Ragnarok: veja requisitos do jogo no PC

    God of War Ragnarok é a aguardada sequência da aclamada jornada de Kratos e seu filho Atreus pelos reinos nórdicos. Depois de fazer sucesso no PS4 e PS4, o jogo agora finalmente está chegando aos computadores.

    O game , que tem lançamento previsto para PC em 19 de setembro deste ano, já está disponível em pré-venda nas edições Standard e Deluxe. Mas a grande questão é: será que seu PC roda?

    Requisitos de God of War Ragnarok no PC

    Assim como seu antecessor, God of War Ragnarok não é um jogo tão leve para o PC. No entanto, ele vem equipado com uma série de tecnologias avançadas para otimizar a performance, mesmo em configurações mais modestas. Recursos como Nvidia DLSS, AMD FSR e Intel XeSS estarão presentes no jogo, proporcionando melhorias significativas no desempenho de máquinas menos potentes. Lembrando também que o jogo também terá suporte para monitores ultrawide, dando ainda mais importância às tecnologias criadores de quadro via IA.

    Requisitos mínimos (baixo, 1080p/30 FPS)

    • SO: Windows 10 (64-bits)
    • Processador: Intel i5-4670k ou AMD Ryzen 3 1200
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GTX 1060  ou AMD RX 5500 XT
    • Armazenamento: 190 GB SSD

    Requisitos recomendados (médio, 1080p/60 FPS)

    • SO: Windows 10 (64-bits)
    • Processador: Intel i5-8600 ou AMD Ryzen 5 3600
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA RTX 2060 ou Super AMD RX 5700
    • Armazenamento: 190 GB SSD

    Requisitos alto (alto, 1440p/60 FPS)

    • SO: Windows 10 (64-bits)
    • Processador: Intel i7-7700K ou AMD Ryzen 7 2700X
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA RTX 3070 ou AMD RX 6800
    • Armazenamento: 190 GB SSD

    Requisitos performance (alto, 4K/60 FPS)

    • SO: Windows 10 (64-bits)
    • Processador: Intel i7-7700K ou AMD Ryzen 7 2700X
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA RTX 3080 Ti ou AMD RX 6900 XT
    • Armazenamento: 190 GB SSD

    Requisitos ultra (ultra, 4K/60 FPS)

    • SO: Windows 10 (64-bits)
    • Processador: Intel i5-11600K ou AMD Ryzen 7 3700X
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA RTX 4070 Ti ou AMD RX 7900 XT
    • Armazenamento: 190 GB SSD

    E aí, você vai jogar God of War Ragnarok no PC?

  • Star Wars Outlaws: veja preço e requisitos do jogo da Ubisoft

    Star Wars Outlaws: veja preço e requisitos do jogo da Ubisoft

    Star Wars Outlaws é o próximo grande jogo da Ubisoft que chega em 2024. O título expande o universo de Guerra nas Estrelas com um novo mundo aberto que se passa entre os filmes “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”.

    Deixando os jedis de lado, o game vai acompanhar Kay Vess, uma mercenária que busca ganhar a vida tentando driblar os perigos da galáxia. Sob a perspectiva da nova personagem, poderemos ver o universo de Star Wars de maneira mais “pé no chão”, enfrentando desde criminosos de sindicatos até missões arriscadas envolvendo o Império.

    A grande dúvida que fica é: com um grande mundo aberto, Star Wars Outlaws será fácil de rodar no PC? Felizmente a Ubisoft já revelou essa resposta, além do preço do jogo em todas as plataformas.

    Requisitos para rodar Star Wars Outlaws

    A Ubisoft já divulgou uma grande lista de requisitos mínimos e recomendados para rodar Star Wars Outlaws no PC em diferentes configurações. Confira tudo abaixo:

    Requisitos mínimos

    • Sistema Operacional — Windows 10 / 11 de 64 bits
    • Configuração — 1080 p a 30 FPS
    • Processador — AMD Ryzen 5 3600, Intel Core i7-8700K ou superior
    • Memória — 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo — NVIDIA GeForce GTX 1660 (6 GB), AMD RX 5600XT (6 GB), Intel Arc A750 (8 GB) ou superior
    • Armazenamento — 65 GB de espaço disponível

    Requisitos recomendados

    • Sistema Operacional — Windows 10 / 11 de 64 bits
    • Configuração — 1080 p a 60 FPS
    • Processador — AMD Ryzen 5 5600X, Intel Core i5-10400 ou superior
    • Memória — 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo — NVIDIA GeForce RTX 3060 Ti (8 GB), AMD Radeon RX 6700 XT (12 GB) ou superior
    • Armazenamento — 65 GB de espaço disponível

    Requisitos para rodar no alto

    • Sistema Operacional — Windows 10 / 11 de 64 bits
    • Configuração — 1440 p a 60 FPS
    • Processador — AMD Ryzen 7 5800X ou Intel Core i5-11600K
    • Memória — 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo — NVIDIA GeForce RTX 3080 (10 GB) / NVIDIA GeForce RTX 4070 (12GB), AMD Radeon RX 6800 XT (16 GB) ou superior
    • Armazenamento — 65 GB de espaço disponível

    Requisitos para rodar no ultra

    • Sistema Operacional — Windows 10 / 11 de 64 bits
    • Configuração — 2160 p a 60 FPS
    • Processador — AMD Ryzen 7 5800X3D ou Intel Core i7-12700K
    • Memória — 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo — NVIDIA GeForce RTX 4080 (16 GB), AMD Radeon RX 7900 XTX (24 GB) ou superior
    • Armazenamento — 65 GB de espaço disponível

    Preço e data de lançamento

    O aguardado Star Wars Outlaws será lançado no dia 30 de agosto de 2024 para Xbox Series X|S, PS5 e PC. O game está disponível em três edições com preços que partem de R$ 350:

    • Standard – R$ 349,99
    • Gold Edition – R$ 549,99
    • Ultimate Edition – R$ 649,99

    Star Wars Outlaws também será lançado diretamente no catálogo da assinatura Ubisoft+. Com isso, o jogo poderá ser acessado pagando R$ 59,99 mensais no PC ou Xbox Series S e X, que possuem o serviço da Ubisoft.

  • Quem é Havik? Conheça o personagem de Mortal Kombat 1: Reina o Kaos

    Quem é Havik? Conheça o personagem de Mortal Kombat 1: Reina o Kaos

    Mortal Kombat 1 finalmente ganhará uma expansão no dia 24 de setembro com mais lutadores e uma continuação para sua história. Chamado de Reina o Kaos, o conteúdo adicional vai continuar a narrativa que vimos na história principal de MK1, a partir da cena pós-créditos do game.

    No final do jogo, vemos que a paz no multiverso ainda não está 100% conquistada e que o vilão Havik está preparado para instaurar o caos entre Liu Kang e seus pupilos. Mas, afinal, quem é Havik? De onde veio e quais são as habilidades do personagem?

    Se você quer conhecer melhor o personagem, confira abaixo 7 curiosidades e fatos sobre Havik:

    1. Quem é Havik?

    Havik aparece na história de Mortal Kombat 1 e pode ser desbloqueado nos modos locais e multiplayer do jogo. No entanto, sua origem na franquia já tem aproximadamente 20 anos.

    O personagem foi apresentado ao público pela primeira vez no ano de 2004, em Mortal Kombat: Deception, o sexto game principal da série. Com a introdução de novos personagens, o jogo explorou conceitos mais profundos e complexos dentro do universo de Mortal Kombat, o que abriu portas para um novo tirano.

    Havik chegou ao game trazendo um novo conceito: o caos. Com suas habilidades e motivações centradas na promoção da desordem, ele se tornou uma figura enigmática e intrigante no lore de Mortal Kombat. Sua presença foi crucial para explorar novas dinâmicas e adicionar complexidade ao universo do jogo, algo que com certeza será explorado na nova expansão de Mortal Kombat 1.

    2. Qual a origem de Havik?

    Havik vem do Chaosrealm, um dos vários reinos que compõem o universo de Mortal Kombat. O Chaosrealm é conhecido por sua natureza anárquica e distorcida, onde a ordem e a lógica são quase inexistentes. É um reino onde as leis da física e da moralidade não se aplicam da mesma forma que nos outros reinos, refletindo a própria essência de Havik, que busca criar desordem e sofrimento.

    Este cenário único ajudou a definir a identidade de Havik e a diferenciá-lo dos outros personagens da série, o que também combinou com seu visual nada amigável. O Chaosrealm e seus habitantes são muitas vezes descritos como indivíduos que abraçam o caos e a destruição, e Havik é um dos maiores exemplos disso.

    Ele é um agente do caos que, ao contrário dos heróis e vilões que buscam restaurar a ordem, busca perpetuar a desordem como uma forma de expressão de sua própria crença na natureza caótica do universo. Sua origem no Chaosrealm explica sua motivação e seus métodos não convencionais em combate.

    3. Aparência assustadora

    Havik tem uma aparência marcante que reflete sua natureza caótica e perturbadora. Ele é geralmente retratado como um homem magro uma expressão facial que constantemente esboça um sorriso maligno. Graças aos seus poderes de manipulação corporal, o personagem também é constantemente visto em lutas realizando desmembramentos, o que garante um toque de horror característico para o kombatente.

    Como é possível ver no novo DLC, o personagem também contará com visuais alternativos bastante caóticos na nova expansão. Resta agora aguardar para conhecermos todas as versões e referências que o jogo via trazer.

    4. Habilidades e Poderes

    Havik possui um conjunto de habilidades caóticas e que com certeza não agradam todos os jogadores. Uma de suas habilidades mais características é a capacidade de manipular a própria estrutura corporal. Com isso, o personagem vai além dos socos e chutes: diferentes partes do seu corpo se tornam armas, incluindo a própria cabeça.

    Ele pode distorcer seu corpo de maneiras que desafiam a lógica, como esticar os membros ou deformar sua forma para surpreender e confundir os adversários. Além disso garantir combos que são bem chamativos e únicos, a própria execução dos ataques pode pegar jogadores desavisados de surpresa.

    Além disso, Havik possui ataques que enfatizam sua conexão com o caos, como habilidades que desestabilizam o ambiente e afetam o próprio campo de batalha. Suas técnicas não são apenas físicas, mas também psicológicas, já que seu comportamento errático pode desorientar e desestabilizar seus oponentes. Essa combinação acaba fazendo o personagem ser um dos lutadores mais únicos de todo Mortal Kombat, apesar de não estar na lista de favoritos de muitos jogadores.

    5. Mudanças em Mortal Kombat 1

    Enquanto Havik sempre foi conhecido por ser um membro importante do Reino do Caos, as coisas mudaram em Mortal Kombat 1. O personagem da linha do tempo criada por Liu Kang faz parte de um local chamado Seido.

    Apesar de ser diferente da versão de Mortal Kombat Deception, o personagem também conta com tons de anarquia em sua nova história. Em sua nova versão, Havik luta contra um governo opressor e pretende instaurar a anarquia para libertar o seu povo (o que eventualmente acaba acontecendo).

    O novo vilão da expansão claramente é uma versão do personagem que remete ao lutador de Mortal Kombat Deception, o que elevará o conceito de caos ao limite no multiverso do game. Resta agora esperar para ver como tudo isso será implementado em Mortal Kombat 1 e em seu gameplay.

    A expansão Reina o Caos chega no dia 24 de setembro no PC, PS5 e Xbox Series S e X. Confira aqui o preço e tudo sobre o conteúdo extra.

  • Beyond Good & Evil retorna com viagem no tempo para quem cresceu com o PS2 – Review

    Beyond Good & Evil retorna com viagem no tempo para quem cresceu com o PS2 – Review

    A Ubisoft é mundialmente conhecida por franquias como Assassin’s Creed e Far Cry, que já ganharam um espaço na cultura pop global e, por causa disso, colecionam milhões de fãs e haters mundo afora. No entanto, antes de grandes hits como esse, há cerca de 20 anos, a empresa lançou um jogo que se destacou no mercado por sua originalidade.

    Estamos falando de Beyond Good & Evil, que ganhou uma nova remasterização em julho de 2024 no PC e consoles. Assim como muitos títulos de sua icônica geração do PlayStation 2, o título se tornou um clássico cult, mas passou despercebido por muitos jogadores.

    Agora, em 2024, vale a pena dar uma chance para Beyond Good & Evil com esse novo relançamento? Confira a review abaixo!

    Afinal, o que diabos é Beyond Good & Evil?

    Para muitos jovens que cresceram nos anos 2000 no Brasil, Beyond Good & Evil pode ser um título desconhecido. Eu acabei me deparando com o jogo em uma revista de games na época, mas nunca cheguei a jogar no PS2, já que nem toda locadora dava atenção para títulos mais diferentões.

    Ainda assim, sempre achei o conceito do título bem interessante. Criado pelo designer de jogos Michel Ancel, o game nasceu para trazer uma nova experiência de ação de aventura na era do PS2. Em um tempo onde a criatividade imperava, o responsável pelo jogo resolveu unir um gameplay diversificado com uma narrativa envolvente.

    Trazendo belos cenários para a época, o game também se destacava pela protagonista Jade, bastante carismática, e todo o seu universo recheado de seres fora do comum. No entanto, o projeto criado em uma engine própria da Ubisoft acabou não envelhecendo muito bem: eu até tentei jogar o título há alguns anos no PC, mas enfrentei tantos problemas que tinha desistido de dar uma chance ao game, até que o relançamento foi revelado pela Ubisoft.

    O que você vai encontrar na nova versão de Beyond Good and Evil?

    Beyond Good and Evil: 20th Anniversary Edition está disponível no PC e consoles por valores na casa dos R$ 100, além de estar na assinatura Ubisoft. As grandes novidades do relançamento ficam para os quesitos técnicos, o que finalmente pode garantir mais sucesso para o game no Brasil.

    A Ubisoft adaptou o título para os consoles da atual geração com suporte para resolução 4K e até 60 quadros, além de legendas em português brasileiros. O título também funciona melhor com mouse e teclado e possui algumas melhorias de qualidade de vida, como a opção de pular cenas e save automático.

    Beyond Good & Evil – 20th Anniversary Edition traz legendas em português brasileiro

    Como o título faz parte do ecossistema da Ubisoft, o game também possui suporte para salvamento cruzado entre plataformas. Com isso, o jogo salvo nos consoles, por exemplo, também pode ser utilizado no PC, caso eventualmente você migre de plataforma. 

    Abaixo, confira uma apanhado geral com todas as novidades:

    • Suporte para resolução de até 4K e 60 quadros por segundo;
    • Salvamento automático;
    • Pular cenas;
    • Suporte completo para controle;
    • Suporte completo para mouse e teclado;
    • Cross-save em todas as plataformas;
    • Modo para speedrun;
    • Áudio aprimorado com músicas regravadas;
    • Sistema de conquistas atualizado no PC e consoles;
    • Nova missão com conexões com Beyond Good and Evil 2.

    Em relação ao conteúdo, a grande novidade fica para uma missão extra adicionada ao game para conectar a obra original com Beyond Good and Evil 2. O novo título da Ubisoft foi anunciado em 2017, mas depois da saída de Ancel da empresa, segue com o seu futuro incerto atualmente. Porém, com o relançamento, o projeto certamente pode ganhar mais prioridade a partir de agora.

    História e gameplay

    Com exceção do conteúdo de conexão com Beyond Good and Evil 2 e as melhorias pontuais, a experiência de jogar o remaster é bem parecida com a original. Tanto a história quanto o gameplay seguem à risca o que tivemos no PlayStation 2, mas com tudo ‘rodando liso’ nos consoles atuais e PC.

    A história do jogo acontece no planeta Hillys e acompanha a invasão alienígena dos DomZ. O jogador acompanha esse cenário distópico pelos olhos e lentes de Jade, uma jornalista e fotógrafa Ao lado de seu tio Pey’j e de amigos como Double H, ela precisa investigar e lidar com uma grande conspiração governamental envolvendo a ameaça extraterrestre.

    Apesar de o jogo ter sido lançado originalmente na geração do PS2, o título se destaca por abordar temas que são importantes até hoje. A narrativa é bastante profunda e diversificada, abordando temas que vão desde investigações até críticas sociais envolvendo verdade e luta contra opressão. 

    Tudo isso vem embalado em um gameplay que envelheceu bem. O título combina elementos de ação e aventura muito bem, garantindo um combate e exploração que funcionam e trazem nostalgia. A remasterização não vai muito longe para o título ser totalmente renovado, mas revitaliza o game suficiente para trazer uma experiência do PS2 aos consoles atuais. 

    Uma viagem no tempo

    Ao jogar Beyond Good and Evil no PS5, me senti naquela icônica cena de Ratatouille em que o crítico Anton Ego dá uma garfada em um prato que era feito por sua mãe e é transportado para a sua infância. O remaster conta com melhorias notáveis, mas o game ainda segue com características notáveis do seu tempo, como as constantes trocas de cenário, por exemplo.

    Ainda assim, para quem aceita a natureza do título, a experiência de jogar Beyond Good and Evil em 2024 é bastante satisfatória. Se você já jogou o game ou sempre sonhou em testá-lo, vale a pena ficar com o remaster na sua lista de desejos e aguardar uma promoção, ou investir os R$ 100 cobrados atualmente, pois o título conta com uma história bem interessante e um gameplay que funciona nos dias de hoje.

    Mais do que um jogo que envelheceu bem, Beyond Good and Evil também nos relembra dos bons tempos do icônico PS2. Tanto em sua história quanto no gameplay, o jogo esbanja originalidade e diversão, com a narrativa e jogabilidade se complementando em uma experiência única.

    Em um mercado de jogos AAA com cada vez mais jogos online e experiências single-player similares, revisitar clássicos como Beyond Good & Evil garante um frescor na experiência de jogar videogame que só os indies conseguem oferecer atualmente.

    Beyond Good & Evil – 20th Anniversary Edition está disponível para jogar no PC, PS4, Xbox One, Xbox Series S e X, bem como no Nintendo Switch. O título também faz parte da assinatura Ubisoft+. Uma key para review foi cedida pela equipe da Ubisoft Brasil para PS5.

  • Mortal Kombat 1 Reina o Kaos: preço, data e requisitos da expansão

    Mortal Kombat 1 Reina o Kaos: preço, data e requisitos da expansão

    Durante a SDCC, a Warner e a NetherRealm anunciaram a expansão Khaos Reign (Reina o Kaos) para Mortal Kombat 1. Prevista para ser lançada em 27 de setembro, esta expansão traz uma nova história para o universo criado pelo Deus do Fogo Liu Kang, que introduz uma era de caos no já tumultuado mundo de MK.

    A expansão inclui seis novos lutadores, divididos entre personagens clássicos do Mortal Kombat e convidados surpresa, que serão revelados após o lançamento. Além disso, também teremos o retorno do modo história com a continuação do multiverso estabelecido na campanha de Mortal Kombat 1.

    Qual a história de Mortal Kombat 1 Reina o Kaos?

    Mortal Kombat 1 Reina o Kaos continuará a história da campanha de Mortal Kombat 1, seguindo a cena pós-créditos exibida no final da campanha do jogo. Após Liu Kang e seus pupilos derrotarem Kronika e seus feiticeiros, uma versão maligna de Havik aparece para instaurar o caos no multiverso.

    O trailer revelado na Comic Con de San Diego aponta que o novo vilão vai transformar o Sub-Zero no icônico Noob Saibot. Além disso, a história também contará com versões femininas de Cyrax e Sektor, trazendo a iniciativa de ciberninjas para a narrativa do game.

    “Após expulsar os invasores que ameaçavam a Nova Era de paz de Liu Kang Deus do Fogo, Mortal Kombat 1: Reina o Kaos, expande a campanha da história com uma narrativa cinematográfica totalmente inédita”, diz a descrição fornecida pela Warner. “Quando uma perigosa ameaça chega de uma linha do tempo alternativa, liderada pelo cruel Titan Havik, cuja única missão é lançar os reinos no caos, Liu Kang precisa convocar seus campeões e confiar em seus inimigos para derrotar esse grande perigo. Se eles fracassarem, a Nova Era será reduzida à anarquia.”

    Quais são os personagens do Kombat Pack?

    O novo pacote de lutadores extras que chegará junto com a expansão traz seis novos lutadores para Mortal Kombat 1. Além dos personagens introduzidos na história do DLC, os jogadores também receberão três novos convidados no game:

    • Noob Saibot, com a voz de Kaiji Tang; 
    • Cyrax, com a voz de Enuka Okuma;
    • Sektor, com a voz de Erika Ishii,
    • Ghostface – A identidade recorrente assumida pelos antagonistas da franquia de filmes de terror Pânico (Scream), com a voz de Roger L. Jackson;
    • T-1000 – O Exterminador de metal líquido e assassino cibernético do filme Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (Terminator 2: Judgment Day, 1991) com a voz e a aparência do ator Robert Patrick;
    • Conan, o Bárbaro – O grandioso guerreiro do filme Conan, o Bárbaro (Conan the Barbarian, 1982) com a aparência do ator Arnold Schwarzenegger.

    Quando a expansão será lançada?

    Mortal Kombat 1: Reina o Kaos tem lançamento marcado para o dia 24 de setembro. A expansão exige a compra do jogo original e poderá ser jogada no PC, PS5, Xbox Series S e X, bem como no Nintendo Switch.

    No mesmo dia, todos os jogadores de Mortal Kombat 1 também receberão uma atualização gratuita no jogo base com os Animalities. O recurso permite finalizar jogadores com o uso de feras, indo desde um peixe baiacu até um louva-deus gigante.

    Onde comprar? Veja o preço?

    Ficou interessado na nova expansão de Mortal Kombat 1? Reina o Kaos já está em pré-venda em todas as plataformas e possui o mesmo preço em todas elas. O conteúdo já pode ser comprado por R$ 250.

    Requisitos para rodar no PC

    Enquanto a pré-venda de Khaos Reing ainda não está aberta no PC, os jogadores da plataforma podem comprar a versão base de Mortal Kombat 1 com até 65% de desconto atualmente. Além disso, a expansão deve chegar com os mesmos requisitos que a versão original, que podem ser vistos abaixo:

    Requisitos Mínimos

    • SO: Windows 10 64-bit
    • Armazenamento: 100 GB
    • Processador: Intel® Core™ i5-6600 | AMD Ryzen™ 3 3100 / Ryzen™ 5 2600
    • Memória: 8 GB
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce® GTX 980 / AMD Radeon™ RX 470 / Intel® Arc™ A750
    • DirectX: 12

    Requisitos Recomendados

    • SO: Windows 10/11 64-bit
    • Armazenamento: 100 GB
    • Processador: Intel® Core™ i5-8400 | AMD Ryzen™ 5 3600X
    • Memória: 8 GB
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce® GTX 1080 Ti / AMD Radeon™ RX 5700 XT / Intel® Arc™ A770
    • DirectX: 12

    E aí, o que você achou da expansão Reina o Kaos para Mortal Kombat 1? Você vai comprar o novo conteúdo?