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  • Biomutant: requisitos para rodar o RPG no PC + Cupom de desconto

    Biomutant: requisitos para rodar o RPG no PC + Cupom de desconto

    A THQ Nordic lançará em 25 de maio o ambicioso e experimental RPG Biomutant, e você já pode saber se o seu computador consegue encarar o game. Além de ter divulgado vídeos de gameplay com o jogo, a companhia listou as especificações mínimas e recomendadas do título na Steam, bem como o preço.

    • Use o cupom JORNAL10 na Nuuvem e receba 10% de desconto na compra de Biomutant. O jogo pode ser ativado na Steam.

    Segundo a lista de especificações, Biomutant não será tão pesado para rodar. O jogo de mundo aberto com pitadas de fantasia pede pelo menos 8 GB de RAM para rodar, o que está dentro dos padrões da indústria. Além disso, é possível encarar o gameplay do RPG com uma GPU com 4 GB de VRAM, incluindo modelos como a GeForce GTX 960 ou Radeon R9 380.

    Protagonista voando em Biomutant
    Imagem: THQ Nordic/Experiment 101

    O jogo também não é exigente no armazenamento e você poderá realizar a instalação no PC com 25 GB de espaço livre, seja em HDD ou SSD.

    Biomutant – Requisitos Mínimos

    • Sistema Operacional: Windows 7/8.1/10 (64 bit)
    • CPU/Processador: AMD FX-8350 ou Intel Core i5-4690K, modelos superiores com 3.5 GHz ou mais
    • Memória: 8 GB de RAM
    • GPU/Placa de vídeo: GPU com 4 GB de VRAM e Direct3D 11 – GeForce GTX 960 ou Radeon R9 380
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 25 GB de espaço disponível
    • Outras observações: suporte para mouse e teclado na versão da Steam.

    Biomutant – Requisitos Recomendados


    Sistema Operacional: Windows 10 (64bit)
    CPU/Processador: AMD Ryzen 5 1600 ou Intel Core i7-6700K, modelos superiores com 3.2 GHz ou mais
    Memória: 16 GB de RAM
    GPU/Placa de vídeo: GPU com 6 GB de VRAM e Direct3D 11 – GeForce GTX 1660Ti ou Radeon RX 590
    DirectX: Versão 11
    Armazenamento: 25 GB de espaço disponível
    Outras observações: suporte para mouse e teclado na versão da Steam.

    Além de ser leve nos requisitos mínimos, Biomutant também promete rodar bem no hardware recomendado. A listagem indica que o jogo precisará de uma placa de vídeo GTX 1660Ti ou Radeon RX 590 para rodar de maneira satisfatória. Ou seja, durante o apocalipse dos preços de GPUs, a tendência é que os jogadores consigam encarar o RPG em componentes com mais idade de mercado.

    Preço e lançamento

    O game já está disponível para compra no PC e consoles PlayStation e Xbox. Assim como outros títulos recentes, também será possível jogar via retrocompatibilidade no PS5 e Xbox Series X e Xbox Series S, com um possível upgrade chegando futuramente.

    Os preços variam de acordo com a plataforma e, como de costume, o PC oferece os melhores valores. A versão da Steam conta com valor sugerido de R$ 200, mas já é possível encontrar cifras mais amigáveis em revendedoras como a brasileira Nuuvem.

    O melhor preço do jogo atualmente está no PC, e nós podemos ajudar a melhorar ainda mais. A Nuuvem nos cedeu um cupom de desconto que deixa o valor do título 10% mais baixo. Somando com a promoção atual da companhia, Biomutant fica consideravelmente mais barato até o fim da oferta, em 28 de maio.

    Os jogadores nos consoles precisam desembolsar mais grana para entrar no mundo de Biomutant. Os preços no PlayStation e Xbox ficam na casa dos R$ 300.

    Durante a pré-venda, a versão digital de Biomutant também inclui um DLC com a classe Mercenário. Vale lembrar que o jogo não possui edição em mídia física no Brasil. Entretanto, a THQ Nordic confirmou que o título contará com legendas em português brasileiro no lançamento.

    Gameplay de Biomutant

    Biomutant é o primeiro jogo da Experiment 101, um dos estúdios que fazem parte da THQ Nordic. O jogo é um RPG pós-apocalíptico com temática de fantasia e kung-fu. Protagonizado por um animal de pequeno porte, o título já ganhou diversos vídeos de gameplay estendidos.

    Além do vídeo de jogabilidade acima, a THQ Nordic mostrou o game rodando separadamente em cada plataforma. Abaixo, você confere o título em ação no PC e nas versões padrão e Pro do Xbox One e PS4.

    Os vídeos estão em resolução 4K, mas a qualidade nos consoles é inferior. O jogo roda em Full HD e 60 quadros por segundo no PS4 Pro e Xbox One X. Já as versões padrão dos dispositivos trazem o game em 30fps em Full HD.

    PC rodando Biomutant

    PS4 e Xbox One rodando Biomutant

    Xbox One X e PS4 Pro rodando Biomutant

    Como o projeto tem um tom bastante experimental, a THQ Nordic não poupou esforços para mostrar a jogabilidade de Biomutant, que promete ser um ponto forte do game. A produção da Experiment 101 promete entregar um novo estilo de combate em terceira pessoa com bastante velocidade e customização.

    Apesar de o foco da aventura ser o kung-fu, os jogadores também poderão utilizar armas em Biomutant. Além de entregar variedade no gameplay, o jogo promete trazer um sistema robusto de evolução e criação de equipamentos.

    Personagem customizável de Biomutant
    Imagem: THQ Nordic/Experiment 101

    O mundo aberto colorido virá acompanhado de uma história cheia de originalidade, de acordo com os desenvolvedores. Guiado por um narrador, o protagonista precisará lidar com uma praga que está destruindo a Árvore da Vida e dividindo as tribos do Novo Mundo.

    Ainda não temos mais detalhes sobre o enredo, mas o diretor do projeto disse que a jornada dura cerca de 12 horas para quem é apressado. No entanto, a aventura pode chegar a até 65 horas para a galera que explorar o mundo com mais esmero.

    Para mais detalhe sobre o gameplay e preço de Biomutant, visite o site oficial do game.

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  • Como usar mods em Resident Evil Village no PC

    Como usar mods em Resident Evil Village no PC

    Resident Evil Village já está disponível no PC! O que isso significa? Os jogadores já podem baixar e instalar diversos mods para o game de terror. Se você é adepto da prática de modificar jogos e quer customizar sua experiência no título da Capcom, confira aqui como fazer isso na versão de computador.

    Resident Evil Village é feito no motor gráfico RE Engine, que é bem amigável para a implementação de modificações. Com isso, a comunidade conseguiu abrir os arquivos e desenvolver mods antes mesmo do lançamento oficial do jogo. As criações vão desde o dinossauro Barney como inimigo até Lady Dimitrescu com o rosto de Thomas, o trem.

    Você pode transformar Lady Dimitrescu em Thomas, o trem. (Imagem: Mateus Mognon/Captura de tela)

    Além de já contar com apoio dos modders, Resident Evil Village também é amigável com usuários que não costumam utilizar esse recurso no PC. Veja abaixo como realizar modificações no game e onde baixar mods, bem como uma lista de indicações que já testamos por aqui.

    Como instalar mods para Resident Evil Village

    A instalação de mods em Resident Evil Village acontece com um programa chamado Fluffy Mod Manager, que pode ser baixado aqui. O seu antivírus possivelmente dirá que o software é inseguro, mas não precisa ficar preocupado. A ferramenta é distribuída de graça há bastante tempo, possui renome na comunidade e também funciona em outros jogos da franquia.

    O Fuffy Mod Manager possui uma interface intuitiva e permite acionar e desativar mods facilmente. (Imagem: Mateus Mognon/Captura de tela)

    A parte mais interessante do Fuffy Mod Manager é que todo o processo de utilizar mods é feito automaticamente. Assim que o programa entra em ação, você só precisa baixar as modificações e ativá-las na interface para fazer o conteúdo funcionar.

    Você pode baixar mods para Resident Evil Village por meio do site Nexus Mods, que exige um login gratuito para a realização de downloads. Salve os conteúdos na pasta “mods” do Fuffy Mod Manager, assim as modificações aparecerão na interface do software para utilização.

    Os mods podem ser ativados ao clicar no botão que fica ao lado do nome do conteúdo. Caso uma modificação baixada não esteja aparecendo na lista, verifique se o arquivo está no formato “.rar”, que pode ser lido pelo programa.

    Baixar mods para Resident Evil Village

    Você pode consultar diversos mods disponíveis para Resident Evil Village visitando a página do game no Nexus Mods. Atualmente, grande parte das modificações são estéticas, o que permite customizar a aparência de personagens e armas.

    Dante, da franquia Devil May Cry, substituindo Chris em Resident Evil Village. (Imagem: Nexus Mods/Wiwilz)

    Abaixo, você confere algumas modificações já disponíveis para Resident Evil Village, bem como os links para download no Nexus Mods:

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  • Epic vs Apple: 5 detalhes importantes que surgiram no julgamento

    Epic vs Apple: 5 detalhes importantes que surgiram no julgamento

    A E3 é conhecida por ser um dos maiores eventos de games do ano, mas a edição de 2021 pode perder esse título. A batalha judicial entre Apple e Epic Games se tornou um palco de grandes revelações sobre a indústria de jogos.

    Por enquanto, os documentos apresentados para a corte ainda não anunciaram nenhum jogo (foi por pouco), mas já vimos algumas skins que devem chegar em Fortnite. Além disso, a ação judicial mostrou um lado obscuro da indústria de games: as negociações que rolam por baixo dos panos.

    Tim Cook, o CEO da Apple, e Tim Sweeney, o comandante da Epic Games. (Imagem: The Information/Reprodução)

    Se você tá por fora desse entrevero jurídico, a Epic Games está chamando uma galera na corte para tentar provar que as taxas cobradas na App Store são abusivas e a loja possui tendências de monopólio. A Apple, por outro lado, está utilizando suas testemunhas para descreditar a rival e sair por cima. Tudo isso por causa de Fortnite.

    Com tantas empresas bilionárias envolvidas no processo, diversas informações interessantes já surgiram no julgamento, além de frases e declarações bem peculiares. Abrimos nossa newsletter de hoje trazendo um resumão com as principais “novidades” que apareceram até agora:

    Microsoft confirma que não lucra com consoles

    As palavras saíram da boca de uma das chefes da divisão Xbox, e isso não é novidade. Porém, não é todo dia que uma empresa confirma que seu console não dá grana. Na verdade, até a Sony possivelmente também não ganha grana com a venda direta de seus dispositivos. Afinal, estamos vivendo em um mundo com placas de vídeo caríssimas e tanto PS5 quanto Xbox Series X/S continuam com seu preço padrão.

    As empresas abraçam esse prejuízo para ganhar em cima da venda de games e serviços. Logo após a repercussão da notícia, a Microsoft fez questão de dizer que está ganhando bilhões com assinaturas como o Game Pass e os 30% provenientes da comercialização de jogos e itens in-game nos consoles Xbox.

    Sony cobra taxa de jogos que usam crossplay

    Após muita pressão dos jogadores de Fortnite, a Sony finalmente liberou o crossplay em seus consoles em 2019. A alteração, porém, não veio de graça para desenvolvedores. Os documentos do julgamento apontam que a empresa não considera a funcionalidade positiva para o ecossistema PlayStation, financeiramente falando. Afinal, com o crossplay habilitado, as crianças sonystas não precisam convencer o coleguinha a gastar quase R$ 5 mil em um PS5 para jogar Fortnite em squad.

    Para garantir um afago ao seu bolso, a Sony implementou uma “taxa de uso” do crossplay em seus consoles. Segundo mostram as políticas da PlayStation Store, os jogos que liberam o multiplayer entre diferentes plataformas precisam pagar um tributo extra para a Sony, que serve para “compensar” a grana que a empresa deixa de ganhar ao permitir que você jogue com amigos no Xbox, Switch ou PC.

    Segundo Tim Sweeney, CEO da Epic Games, a Sony é a única companhia que pratica a taxa do crossplay no mercado. Complicado, hein…

    PlayStation é o lugar que mais dá dinheiro para Fortnite

    Enquanto ter que pagar uma taxa para usar crossplay não é nada legal, a Epic Games possivelmente não se incomoda tanto em fornecer o tributo para a Sony, já que a plataforma dá dinheiro. O PlayStation é o local que mais gera receita para Fortnite atualmente.

    Segundo os documentos da Epic Games, que englobam dados entre 2019 e 2020, a receita bruta de Fortnite no PlayStation fica em US$ 148 milhões por mês. O segundo lugar fica com o Xbox, que gera cerca de US$ 82 milhões mensais para a Epic.

    Já a versão de PC, a preferida da Epic, movimenta cerca de US$ 27 milhões/mês, ficando atrás até mesmo do Nintendo Switch. A versão de iOS, que é o principal ponto de briga entre Epic e Apple, gerava cerca de US$ 23 milhões mensais brutos para o battle royale, sem contar os tributos pagos para a App Store.

    Fortnite fora do xCloud

    A batalha judicial do momento também revelou o motivo para Fortnite não estar presente no xCloud. Why? A Epic Games acredita que lançar o battle royale no streaming da Microsoft vai prejudicar os ganhos da versão de PC.

    A versão de PC de Fortnite conta com a melhor margem de lucro atualmente, já que funciona pela Epic Games Store e toda a grana vai diretamente para o bolso de Tim Sweeney. O xCloud funciona na mesma estrutura do Xbox e, com isso, toda compra feita pelo serviço de streaming viria acompanhada de uma taxa de 30% para a Microsoft.

    Xbox Game Pass rodando em tablet e celular com controle do Xbox
    (Imagem: Microsoft/Reprodução)

    Ou seja, a tendência é que Fortnite possivelmente também não dê as caras no PS Now e no Stadia futuramente. Por outro lado, o game está disponível via nuvem no GeForce Now, que não possui royalties de uso e garante lucros limpos para a Epic. Logo, se você quer rodar o jogo em um PC fraco, as opções são utilizar o serviço da Nvidia, que está chegando ao Brasil, ou testar a versão otimizada do battle royale.

    Epic gasta milhões para distribuir jogos grátis

    US$ 1,4 milhões. Essa foi a quantia gasta por Tim Sweeney e sua trupe para distribuir Subnautica sem custos na Epic Games Store, em 2019. Ao todo, a empresa gastou cerca de US$ 12 milhões para distribuir 38 games de graça na plataforma.

    É grana pra caramba, mas a Epic consegue bancar os brindes com o dinheiro de Fortnite. E a estratégia, quando colocada na ponta do lápis, até que vale a pena. Graças aos jogos grátis, a empresa conseguiu cerca de 5 milhões de novos usuários para sua loja.

    (Imagem: Epic Games Store/Reprodução)

    Segundo os cálculos, a companhia praticamente pagou US$ 2,37 por cada conta criada na Epic Games Store. Ou seja, se cada pessoa gastar umas 20 doletas em jogo na loja, a empresa já consegue recuperar o investimento.

    Mesmo assim, não é fácil fazer a galera gastar grana na concorrente da Steam. Os picos de vendas na plataforma acontecem quando a empresa compra a exclusividade temporária de alguns jogos, e isso é caro pacas. Assegurar Borderlands 3 na Epic Store, por exemplo, custou nada menos que US$ 146 milhões. Devido aos gastos astronômicos, a estimativa é que a loja só comece a dar lucro lá por 2024.

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  • Brasileiro cria seu próprio Resident Evil Village na Unreal Engine 4

    Brasileiro cria seu próprio Resident Evil Village na Unreal Engine 4

    Casado de esperar o lançamento de Resident Evil Village, o brasileiro Neri Neto criou sua própria versão do game. O jornalista e desenvolvedor utilizou o motor gráfico Unreal Engine 4, um PC de entrada e muito humor para fazer uma “versão alternativa” da obra da Capcom.

    O projeto se baseia nos principais pontos de Resident Evil Village e adapta o game, de maneira bem satírica, para uma realidade de baixo custo. Como é possível ver no vídeo abaixo, temos uma vila, lobisomens e também a Lady Dimitrescu, tudo com ação em primeira pessoa e dublagem em português brasileiro.

    Projeto foi realizado com o motor gráfico gratuito e um PC equipado com a GTX 1050 Ti
    (Imagem: Neri Neto/Daily Dev)

    Os gráficos e o acabamento, porém, estão longe do resultado que a Capcom conseguiu bancar. Neri Neto não conseguiu fazer captura de movimento para Lady Dimitrescu, por exemplo. Para fazer a personagem se abaixar para passar das portas, foi necessário criar uma animação original para a vampirona.

    A criação do lobisomem também foi realizada às pressas. O desenvolvedor modelou o monstro com um sistema de pelos, que foram retirados da versão final por causa do poder limitado o computador de desenvolvimento.

    Assim como todo Resident Evil, o jogo criado pelo brasileiro também inclui puzzles. Aliás, o quebra-cabeça principal é literalmente uma cabeça quebrada. O jogador precisa encontrar a parte superior de uma estátua pra sair do local em que está preso.

    Site DailyDev

    Ficou interessado no game? O download do peculiar projeto estará disponível de graça em breve no canal do YouTube DailyDev. Além disso, o criador do jogo também possui um site com mais detalhes sobre a criação de games na Unreal Engine para iniciantes.

    (Imagem: Neri Neto/Daily Dev)

    O verdadeiro Resident Evil Village já está disponível no PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S. Confira nossas impressões com o jogo de terror da Capcom.

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    Resident Evil Village: o que você precisa saber antes de jogar

    Eu joguei Resident Evil Village, um dos principais lançamentos desse início de ano e temos aqui um dos melhores games de 2021. A nova produção da Capcom chega ao PC e consoles PlayStation e Xbox com uma história de suspense marcante, além de muita ação no gameplay.

    A experiência é interessante até mesmo para quem não tem muita ligação com a franquia e curte jogos ao estilo The Last of Us. Se você está com algumas dúvidas sobre o game, confira aqui algumas respostas de dúvidas frequentes sobre a produção da Capcom que podem te ajudar na decisão da compra. Tudo sem spoilers da narrativa, é claro.

    Para conferir uma análise detalhada, dá um pulo no Adrenaline, onde escrevi a review completa do game com uma cópia cedida pela Capcom.

    Preciso jogar Resident Evil 7 para jogar Village?

    Imagem: Mateus Mognon/Captura de tela

    Sim, é possível jogar e entender Resident Evil Village sem jogar Resident Evil 7. O novo jogo da Capcom conta com um vídeo de resumo com as principais informações do jogo anterior e que são necessárias para entender o enredo.

    No entanto, quem já jogou Resident Evil 7 terá uma experiência mais imersiva na história. Diversos desdobramentos de RE: Village contam com ligação direta com o game anterior da franquia. Com isso, quem jogar a aventura de Ethan Winters na casa dos Baker estará por dentro de mais detalhes da narrativa.

    Resident Evil Village também conta com outras conexões com a franquia de games. Logo, para quem é totalmente novo na franquia, talvez seja necessário dar uma pesquisada em Wikis para captar detalhes menores da história.

    Resident Evil Village é muito assustador?

    Imagem: Mateus Mognon/Captura de tela

    O novo jogo da Capcom equilibra perfeitamente terror e ação. Algumas fases são bem assustadoras, mas vale a pena “sofrer” pela história e o gameplay. Como esperado em um jogo em câmera primeira pessoa, a Capcom utiliza alguns jumpscares, mas boa parte do game conta com um horror atmosférico, o que facilita a vida de quem tem medo.

    Minha dica: se você está co muito medo jogue as partes mais assustadoras durante o dia, especialmente a visita à casa Benneviento e os corredores mais apertados da fábrica de Heisenberg. Pela questão da imersão, é bem melhor jogar tudo no escurinho, mas cada um sabe a sensibilidade que tem.

    Felizmente, grande parte da aventura de Ethan é recheada de ação, o que ameniza o terror e te dá ao jogador a chance de revidar os sustos com tiros. Com isso em mente, mesmo que você tenha medo.

    Ótima pedida para fãs de The Last of Us

    A mistura de terror com altas doses de ação torna Resident Evil Village uma baita pedida para quem curte games ao estilo de The Last of Us. A história é altamente imersiva com a câmera em primeira pessoa e acompanha Ethan em uma narrativa cinematográfica de ponta.

    A história de Resident Evil Village conta com uma narrativa cheia de suspense e reviravoltas. Além disso, o jogo traz personagens carismáticos, incluindo a vampira Lady Dimitrescu e Karl Heisenberg.

    Na parte de gameplay, Resident Evil Village também pode ser “menos cansativo” que The Last of Us. O combate é gratificante e o jogo não é tão linear, garantindo bastante liberdade para o jogador. Além disso, o mapa não é tão extenso, o que gera uma experiência compacta e que rende replay — a campanha dura menos de 10 horas.

    Meu PC roda Resident Evil Village?

    Outro ponto positivo de Resident Evil Village é a sua otimização. Apesar de trazer Ray Tracing e contar com versões PS5 e Xbox Series X/S, o jogo roda em máquinas modestas. Além de estar disponível no PS4 e Xbox One, novo game da Capcom está funcionando bem em hardwares ao nível da GTX 1050 Ti.

    Nós testamos o game em um notebook Acer VX 5, modelo similar ao da linha Nitro, que possui uma GTX 1050 Ti, 16 GB de RAM e processador i7-7700HQ. Enquanto o hardware da máquina é lá de 2016, Resident Evil Village rodou em Full HD com 45 a 60 quadros por segundo em uma qualidade gráfica satisfatória.

    Resident Evil Village brilha

    até mesmo em PCs modestos

    Para quem tem mais poder de fogo, Resident Evil Village está lindo em PCs de ponta. Conseguimos encarar o jogo em Full HD com gráficos no alto em mais de 120 fps com a RTX 2080 Super e Ryzen 5 3600 com o Ray Tracing desabilitado.

    A versão de computador também conta com suporte para monitores ultrawide, garantindo ainda mais imersão durante o gaemplay. Para quem joga nos consoles, o game possui upgrade gratuito no

    Requisitos Mínimos de Resident Evil Village

    • Sistema operacional: Windows 10 (64 bit)
    • Processador: AMD Ryzen 3 1200 / Intel Core i5-7500
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: AMD Radeon RX 560 with 4GB VRAM / NVIDIA GeForce GTX 1050 Ti with 4GB VRAM
    • DirectX: Versão 12
    • Performance estimada: 1080p/60fps – AMD Radeon RX 6700 XT ou NVIDIA GeForce RTX 2060 necessárias para Ray Tracing.

    Requisitos Recomendados de Resident Evil Village

    • Sistema Operacional: Windows 10 (64 bit)
    • Processador: AMD Ryzen 5 3600 / Intel Core i7 8700
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: AMD Radeon RX 5700 / NVIDIA GeForce GTX 1070
    • DirectX: Versão 12
    • Performance estimada:1080p/60fps – AMD Radeon RX 6700 XT ou NVIDIA GeForce RTX 2070 recomendadas para Ray Tracing

    Vale a pena comprar Resident Evil Village?

    Resident Evil Village é um jogo que vale a pena conferir, mesmo que você não curta terror. Algumas partes são bem assustadoras, mas o gameplay satisfatório e a história cheia de reviravoltas fazem a experiência ser maneira para qualquer jogador que curte uma boa história.

    Imagem: Mateus Mognon/Captura de tela

    A versão de PC traz o melhor custo-benefício e é uma boa pedida para quem possui um computador competente para encarar o game. A edição da Steam já apareceu por menos de R$ 160 em lojas como Nuuvem. Para um jogo que pode ganhar o GOTY, é um baita preço.

    A versão de consoles tá saindo por R$ 250 e aparece por cerca de R$ 300 na mídia física, que costuma desvalorizar rápido. Para quem tá sem grana, a dica é segurar a vontade por um tempo, já que os games da franquia Resident Evil costumam entrar em promoção rápido.

    Preços de Resident Evil Village

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    A franquia Resident Evil possui mais de 100 milhões de jogos vendidos e renome global, mas conta com um toque de popularidade especial no Brasil. Além de ter uma comunidade ativa no país com criadores de conteúdo como Resident Evil Database, alguns brasileiros movimentam os mods dos games da série. E eles estão ansiosos por Resident Evil Village, que está ganhando notoriedade por causa de uma vilã, a gigantesca Lady Dimitrescu.

    Quem acompanha notícias sobre os jogos da franquia certamente já deu de cara com vídeos mostrando personagens inusitados em Resident Evil. As modificações mais populares trocam antagonistas como Mr X e Nemesis por grandes ícones da cultura pop. As substituições vão desde o palhaço Pennywise até figuras excêntricas para o universo de zumbis, incluindo Pikachu e Terry Crews com gorro de Papai Noel.

    O brasileiro Marcos RC, que já é uma figura conhecida na cena de modificações de Resident Evil, é responsável por boa parte dessas obras. Além de ter feito mods engraçadas para os novos games da Capcom, o artista 3D também publica trabalhos com teor mais estético. As obras incluem novas skins para os protagonistas dos jogos e até produções 100% adultas.

    (Mod feito por Marcos RC. Imagem: YouTube/Reprodução)

    O desenvolvedor de 23 anos publica suas criações em sites como o Nexus Mods e redes sociais, bem como em um canal pago no Patreon. Segundo Marcos, as doações garantem uma renda extra, mas o artista fica grato mesmo é com a recepção positiva da comunidade.

    A prática de modificar para Resident Evil não é algo novo. Graças à influência de um amigo, Marcos trabalha com mods para os jogos da Capcom desde 2012. “Eu achei lindo como ele modificava o jogo e deixava tão bonito, os personagens, os cenários”, explicou o artista.

    Anos de trabalho

    Uma das principais inspirações para Marcos RC foi outro brasileiro, o Roger “DarknessValtier“, que possui mais tempo nessa estrada. Assim como muitas pessoas no começo dos anos 2000, Valtier tinha internet discada em sua casa. Após uma queda brusca de conexão, ele resolveu fuçar em um CD que possuía ferramentas de modificação. O que começou como uma simples curiosidade virou um hobby que dura até hoje, e tudo por causa dos jogos da Capcom.

    Ellie e Joel em Resident Evil 3 Remake. Mod de DarknessValtier.

    “Tudo começou porque eu queria jogar com a Rebecca no lugar da Jill em Resident Evil 1”, conta DarknessValtier. Após conseguir personalizar a protagonista do game, o fã da franquia de zumbis continuou fazendo trocas de modelos nos primeiros jogos da saga. O trabalho foi ganhando mais força e complexidade com o passar do tempo, o que garantiu reconhecimento.

    DarknessValtier é criador de mods famosos como Ellie em Resident Evil 2 e a versão clássica da Jill em Resident Evil 3 Remake. Os trabalhos foram tão longe que ganharam comentários de Neil Druckmann, diretor de The Last of Us, e por Julia Voth, a atriz que dava vida para a protagonista do RE3 original.

    O experiente criador de mods brasileiro disse que não esperava tanta repercussão de alguns mods. Porém, o apoio da comunidade e de desenvolvedores mostra que o trabalho está em um nível profissional.

    O público também apoia DarknessValtier por meio do Patreon, mas, assim como Marcos RC, ele continua no jogo pelo público. “Perco horas e dias na frente do PC fazendo mod pra galera se divertir”, explica DarknessValtier.

    Modificando jogos da Capcom

    O desenvolvimento de mods é uma prática popular, mas nem todas as empresas apoiam que os arquivos de seus jogos sejam editados pela comunidade. Enquanto empresas como Rockstar Games são mais incisivas, a Capcom parece ser mais tranquila com as modificações, o que incentiva o pessoal a continuar produzindo novidades. Entramos em contato com a companhia e a assessoria disse que não comenta oficialmente sobre esse assunto, mas não existem grandes casos da empresa processando usuários por modificações ou artes, como acontece com a Nintendo.

    Além da Capcom não acionar as autoridades para cima dos fãs, a RE Engine, o motor gráfico utilizado nos jogos da companhia, é amigável para o desenvolvimento de mods. Com isso, além de Resident Evil, jogos como Devil May Cry V também recebem conteúdos personalizados pela comunidade, incluindo crossovers inesperados como CJ do GTA substituindo Dante.

    “A RE Engine aceita praticamente tudo”

    – DarknessValtier

    Segundo DarknessValtier, fazer mods atualmente ainda dá trabalho, mas é consideravelmente mais fácil que antigamente. “Apesar de os gráficos estarem cada vez melhores e mais realistas, modificar acabou ficando mais fácil, pois a gente não estava mais limitado ao que as engines antigas dos jogos suportavam”, explica o desenvolvedor.

    Antigamente, os motores gráficos possuíam limite de texturas, polígonos e animações, o que acabava atrapalhando os modders e dificultando a implementação de ideias mais criativas. “A REengine aceita praticamente tudo sem limitação por software”, diz o DarknessValtier.

    Resident Evil Village terá mods rapidamente

    Mesmo com as facilidades, o processo de fazer um mod para Resident Evil ainda exige um tempo. Para sanar a dúvida da galera que está sedenta por Resident Evil Village, perguntamos para os especialistas uma estimativa de quando devem sair as primeiras modificações para o jogo da Lady Dimitrescu.

    De acordo com DarknessValtier, o maior obstáculo presente nos jogos da Capcom é a codificação, que exige engenharia reversa para desmontar os arquivos e implementar mods. No entanto, quando essa barreira é ultrapassada, a criação fica mais simples.

    Segundo Marcos RC, a comunidade conseguiu decifrar os códigos e fazer mods para o beta de Resident Evil RE: Verse, que ficou disponível por tempo limitado pela primeira vez entre 8 e 11 de abril. Em seu canal do YouTube, o desenvolvedor brasileiro até mostrou como seria Kratos, de God of War, dentro do multiplayer.

    Como o modo online foi modificado com tanta agilidade, a tendência é que as personalizações para Resident Evil Village não demorem muito tempo para aparecer, já que a base de desenvolvimento é a mesma. Marcos estima que as novidades devem começar a aparecer ainda na primeira semana após o lançamento.

    Um fator que pode acelerar o processo de produção de mods é a demonstração de Resident Evil Village, que será lançada no PC em 1° de maio, com uma hora de duração, e ficará disponível até o dia 9. A comunidade de modders poderá acessar o conteúdo por bastante tempo na Steam, o que pode ser tempo suficiente para desbloquear as travas de tempo. “A Capcom não lança essa demo pro PC logo porque sabe o que vai acontecer”, disse DarknessValtier. “Não tem como evitar”.

    Quanto tempo demora para um mod ser feito?

    Em relação ao tempo necessário para um mod ser feito, Marcos RC nos contou sobre seu processo de produção e disse que é possível realizar o trabalho com cerca de 3 a 5 horas de dedicação, dependendo dos detalhes e testes extras, com a produção dividida em etapas. “Um dia tiro tempo para criar pose, em outro dia fazer remap, rigging, o outro dia fazer correções no mod e finalizar”, explica o desenvolvedor.

    Os modders já estão se preparando para a chegada de Resident Evil Village

    O processo de criação pode ser mais demorado se o desenvolvedor fizer tudo do zero, como criar um modelo 3D para ser implementado no game. Por outro lado, também é possível baixar modelos prontos para aplicação ou usar obras prontas, o que agiliza o trabalho. Os próximos passos incluem a remapeamento e o rigging, que adiciona um esqueleto para o conteúdo receber animação no jogo. Em seguida, é necessário exportar e testar, o que também leva um tempo.

    Porém, como as expectativas para Resident Evil Village estão altas, a galera já está adiantando ideias para lançar novidades assim que possível para o jogo da Lady Dimitrescu. “Pretendo portar alguns mods que já fiz para Resident Evil 3 Remake e até penso em adicionar o “Executioner” do Resident Evil 5, acho que ficará show no Village”, explica Marcos RC.

    Quanto aos conteúdos adultos, os especialistas apontam que possivelmente veremos muitas modificações voltadas para o público com mais de 18 anos. Apesar de as políticas da Capcom não apoiarem o uso de mods sexualmente explícitos em vídeo, os desenvolvedores apontam que o “amor da comunidade” pelos personagens deve estimular a criação de conteúdos do tipo, e de maneira rápida.

    Como começar a fazer mods?

    Se você quer aproveitar a onda da Lady Dimitrescu para entrar no mundo dos mods, os criadores de conteúdo brasileiros possuem algumas dicas. Apesar de o processo parecer complexo, os modders experientes dizem que os interessados podem aprender estudando o assunto e tentando. Marcos até possui alguns tutoriais que podem ser baixados de graça para ajudar quem está começando.

    O criador de mods ainda recomenda que os novatos estudem ferramentas de texturas e arquivos do jogos, importação de modelos e gerenciamento de modificações. Marcos também diz para os iniciantes não terem medo de se enturmar com a galera que manja do assunto e visitar grupos do Discord para trocar ideia com outros desenvolvedores.

    Além de estar aberto para aprender, também é necessário ter paciência. Segundo DarknessValtier, que já possui anos de experiência na área, os erros sempre vão acontecer, e é preciso ter tranquilidade para sempre continuar seguindo. “Você vai fica p*to, vai perder os cabelos”, diz o desenvolvedor. “Todo dia vai aparecer um bug ou glitch diferente, mas se você não se acalmar, relaxar e pensar, nunca vai progredir.”

    Resident Evil Village chega em 7 de maio no PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X e Series S. Confira os preços e requisitos para rodar o game.

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    Vejo como está a demo do castelo de Resident Evil Village

    Confira a dublagem de Resident Evil Village

  • Mesmo com problemas, Cyberpunk 2077 vendeu pra caramba – Novas da semana

    Mesmo com problemas, Cyberpunk 2077 vendeu pra caramba – Novas da semana

    Cyberpunk 2077 virou sinônimo de problemas após seu lançamento desastroso, mas já começou a virar referência em “recuperação”, pelo menos no lado financeiro. O RPG de mundo aberto vendeu 13,7 milhões de cópias em 2020. Detalhe: o game foi lançado em dezembro.

    Segundo um relatório fiscal, a CD Projekt Red conseguiu uma receita de US$ 563 milhões em 2020 graças ao impulso dado pelo game, que ainda não está disponível na PlayStation Store. E quanto a empresa gastou com os reembolsos e todo o probelma de lançamento? Cerca de US$ 51,3 milhões, segundo projeções do Ars Technica, o que ainda está longe de arranhar o valor total arrecadado pela companhia.

    Do valor total das despesas da companhia, apenas US$ 2,22 milhões vieram do programa de reembolso oferecido pela própria companhia na internet e em lojas como PlayStation Store, Steam e Microsoft Store. O baixo valor é bastante surpreendente, visto que o jogo bateu recordes de vendas digitais.

    A empresa teve vendas quatro vezes maiores que no ano anterior, o que mostra a importância de Cyberpunk 2077 na receita total da companhia. O jogo vendeu bem principalmente no PC, que foi responsável por 56% das cópias comercializadas, enquanto os consoles ficaram com o restante da porcentagem de vendas.

    O que essas informações significam? Apesar de todos os problemas, a companhia ainda conseguiu se sair bem no desastroso lançamento de Cyberpunk 2077. Os números podem até explicar porque a empresa resolveu apostar no desenvolvimento de múltiplos projetos simultaneamente. Afinal, em tese, o “crime” acabou compensando.

    Novidades da semana

    Video Pass

    A Sony apresentou nesta semana o PlayStation Plus Video Pass, um novo benefício para a PS Plus que está em testes na Polônia. A novidade traz filmes que podem ser assistidos pelos assinantes, estreando com um catálogo de 20 produções, incluindo Venom, Bloodshot e o novo Zumbilândia.

    Caso a ideia vingue, a novidade garante para a Sony um benefício extra para a PlayStation Plus, que já está recebendo uns jogos de qualidade, e também uma forma de concorrer com as Netflix da vida. Podia ser uma resposta ao Game Pass? Podia, mas de graça, até filme meia boca do Vin Diesel. 

    Novo Destiny?

    O serviço de vídeo não foi a única novidade da Sony. A empresa anunciou que o estúdio independente Firewalk está trabalhando em um novo game multiplayer para os consoles PlayStation.

    Apesar de a produtora não ser tão conhecida, a equipe conta com grandes nomes, incluindo desenvolvedores por trás de franquias como Destiny e Apex Legends. Enquanto o currículo surpreende, ainda não temos nome ou data de lançamento para o título.

    Mais frames por segundo

    Jogos do Xbox que receberam FPS Boost: Battlefield, Titanfall, Star Wars, Plants vs Zombies, Mirrors Edge, Unravel Two e Sea of Solitude

    A Microsoft expandiu o recurso FPS Boost do Xbox Series X e S para jogos que estão no EA Play. Com a novidade, os donos dos consoles da nova geração podem rodar games como Battlefield 1, Star Wars Battlefront 2 e Titanfall 2 em 120 quadros por segundo. A lista completa de jogos contemplados está na imagem acima.

    Fim do Paywall

    A Xbox Live Gold agora não é mais necessária para jogar games free to play no Xbox. A notícia é ótima para quem estava de olho no Xbox Series S, que capricha no custo-benefício e agora entrega títulos como Fortnite e Call of Duty Warzone sem nenhum custo.

    Você pode conferir todos os mais 50 jogos free to play que não necessitam de Live Gold nesta lista. Nossa dica? Visite a nova temporada de Warzone ou baixe Enlisted, que tem gráficos bonitões!

    Xbox com navegador decente!

    A Microsoft começou a testar suporte para mouse e teclado no novo Microsoft Edge para consoles Xbox. Com isso, você pode navegar por páginas e escrever com mais facilidade no Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S. A novidade ainda está disponível para um grupo bem pequeno de usuários, mas deve chegar de maneira abrangente no futuro.

    A novidade é bastante positiva, já que os usuários poderão usar o console para acessar redes sociais e até trabalhar com texto usando mouse e teclado. Isso não rola na versão atual do browser para Xbox, que é bem ruim. Além disso, o combo de periféricos pode até ser usado em serviços de streaming como o Stadia, que rodam no navegador do console (pelo menos por enquanto).

    Nova zona de guerra

    Call of Duty Warzone recebeu um evento memorável recentemente, além de grandes novidades. A terceira temporada de conteúdos para o game já está disponível e integra de vez o battle royale com Black Ops Cold War.

    A batalha em Verdansk agora acontece em 1984, com o mapa principal ganhando novos cenários oitentistas. A galera do PC também foi contemplada com o DLSS, recurso que garante um belo salto de desempenho no game para computador. Se você possui uma GPU RTX, vale a pena conferir!

    Classificados

    • O multiplayer de Call of Duty Black Ops Cold War está grátis até o dia 28 de abril. Os jogadores do PC, PlayStation e Xbox podem aproveitar o conteúdo sem custos e descontos de até 40% na versão completa do jogo por tempo limitado.
    • A segunda parte da demonstração de Resident Evil Village chega ao PS4 e PS5 hoje! Os jogadores poderão andar pelo castelo da Lady Dimitrescu por 30 minutos. O conteúdo fica disponível a partir das 21h de sábado e vai embora até semana que vem. Em 1° de maio, o conteúdo chega com uma hora de duração no PC, Xbox e PlayStation.
    • Se você curte um battle royale diferenciado, o nosso parceiro Rafz tem uma dica: Naraka Bladepoint. O game reúne até 60 jogadores em um campo de batalha com espadas, ganchos e armas de longo alcance. Além disso, cada personagem também conta com habilidades especiais. Você pode jogar de graça baixando o título pela Steam.
    • Para quem é fã de multiplayer com amigos, Warhammer: Vermintide 2 está de graça durante o fim de semana e pode ser comprado com até 75% de desconto no PC. Com isso, você pode comprar o jogo por menos de R$ 15 na Steam até 4 de maio. Vale a pena dar uma chance!

    IT’S FREE

    • A Epic Games está distribuindo Alien Isolation de graça por tempo limitado! Se você não pegou o jogo no fim do ano passado, não perca a oportunidade. O resgate sem custos está disponível até 29 de abril, próxima quinta-feira. Hand of Fate 2 também tá com custo zerado na plataforma, só para constar.
    • Horizon Zero Dawn Complete Edition pode ser resgatado de graça no PlayStation 4 e PS5 até 14 de maio. Se você ainda não tem um console, mas tá pensando em comprar futuramente, também é possível pegar a cópia gratuita usando a PS Store ou PS App. Confira mais detalhes de como fazer isso aqui ó.

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  • Fim de Verdansk mostra o pior e melhor de Call of Duty Warzone

    Fim de Verdansk mostra o pior e melhor de Call of Duty Warzone

    A Activision mostrou seu comprometimento com Call of Duty Warzone nesta semana com um evento grandioso para o game, mas que também mostra as principais fraquezas do battle royale. O início da terceira temporada ocorreu após a explosão de Verdansk, o principal mapa do jogo, que foi lançado gratuitamente em março de 2020 e já possui 100 milhões de usuários.

    O icônico campo de batalha foi destruído por uma bomba nuclear após um apocalipse zumbi. Durante a temporada anterior, o jogo de tiro recebeu diversas mecânicas com a temática, que resultaram em uma experiência interessante. Com o crescimento da “epidemia”, todos os soldados viraram mortos-vivos, o que gerou um battle royale zumbi com mais de 100 usuários por partida.

    Mandou bem

    Além da experiência com mortos-vivos, os jogadores puderam acompanhar todo o processo de destruição de Verdansk, e a Activision mandou muito bem nisso. O modo de jogo com zumbis que acaba no bombardeio do mapa durou cerca de três horas e, logo em seguida, o local ficou inacessível nas partidas.

    Os jogadores puderam assistir o fim de Verdansk. (Imagem: Mateus Mognon/Captura de tela)

    Durante a noite de 21 de abril, os jogadores só podiam realizar partidas em Rebirth Island, o mapa de pequeno porte de Warzone. A parte mais interessante: a ilha é próxima de Verdansk, o que permitia ver a bomba destruindo o campo de batalha original do battle royale.

    Para quem passou centenas de horas jogando Call of Duty Warzone durante o isolamento social, ver uma bomba destruindo o mapa no horizonte foi marcante. O battle royale se tornou uma grande válvula de escape para muitos gamers durante a pandemia. Com a explosão mirabolante, a Activision conseguiu mostrar que grandes mudanças estão chegando para o game. No entanto, algumas falhas ainda permanecem para manchar o nome do jogo.

    Mandou mal

    Enquanto os jogadores mais sortudos conseguiram aproveitar o evento e vivenciar o ápice de Call of Duty Warzone, outros usuários sofreram com um problema constante. Sim, eles: os servidores. O grande número de acessos simultâneos gerou uma fila para entrar battle royale e deixou as partidas instáveis.

    Durante o evento, os jogadores enfrentavam dois cenários. 1- conseguir entrar no game e encarar um jogo com personagens se movendo. Ou então 2 – ficar em uma fila de até 20 minutos para entrar no battle royale e enfrentar os problemas do item 1.

    Apesar de existirem jogadores que acham normal e aceitável um game online apresentar instabilidade, Warzone já enfrenta problemas do tipo há tempos. Além disso, a franquia rendeu nada menos que US$ 3 bilhões em vendas no ano passado. Dava pra ter direcionado um pouco dessa grana para os servidores.

    Filas de 20 minutos e patches de 25 GB são quase uma facada nas costas dos fãs, dona Activision.

    Outro ponto negativo do evento de Warzone foi o já conhecido patch de início de temporada. A Activision gerou um grande alarde para os momentos pós-destruição de Verdansk e prometeu que mais respostas chegariam a partir da 1h da madrugada do dia 22, com o início da terceira temporada.

    Os jogadores que ficaram acordados até tarde receberam uma atualização de 25 GB para o game. Detalhe: durante o dia anterior, a empresa já havia lançado um patch com 5 GB para o battle royale. A sequência de gigabytes acabou quebrando a cadência rápida criada pelo evento e, caso fosse evitada, poderia ter gerado um clima similar ao que rolou no lançamento de “Fortnite 2”.

    Conheçam Verdansk 84

    Com altos e baixos, estamos aqui hoje em uma nova realidade para o battle royale. Após o bombardeio, o principal mapa de Call of Duty Warzone voltou no tempo: agora, todo mundo joga em Verdansk de 1984, que traz um novo design e mudanças consideráveis em seu layout.

    O ano não foi escolhido por acaso e serve para acompanhar Call of Duty Black Ops Cold War, que traz uma temática oitentista. Quer você goste ou não, a temática veio para ficar no battle royale e a Activision disse que a versão conhecida de Verdansk nunca mais estará disponível.

    A terceira temporada de Call of Duty Warzone e Black Ops Cold War já está em andamento no PC e consoles. Além do novo mapa, armas e skins, os jogadores do PC também podem aproveitar o DLSS no game, recurso que garante até 70% de perforamance extra em GPUs da linha RTX.

  • Enlisted: conheça o jogo grátis para PC, PS5 e Xbox Series X/S

    Enlisted: conheça o jogo grátis para PC, PS5 e Xbox Series X/S

    Enlisted pode ser uma boa pedida para quem chegou na nova geração e quer ver o poder gráfico dos consoles sem gastar muito. O game que se passa na Segunda Guerra Mundial é um MMO grátis que capricha no visual e está disponível gratuitamente no PC, PS5 e Xbox Series X e Xbox Series S.

    Produção do estúdio Gaijin Entertainment, o game de tiro em primeira pessoa mira no realismo e traz gameplay focado em batalhas de grande porte. O game coloca grupos de até 50 soldados para batalhar em momentos históricos do combate mais sangrento da história da humanidade.

    Enlisted rodando no Xbox Series X

    Enlisted está disponível atualmente com 12 classes de soldados, bem como veículos aéreos e terrestres, e um modo de jogo principal com squads. O game conta com dois mapas principais, a Batalha por Moscou e a Invasão da Normandia, mas os jogadores podem esperar mais conteúdos.

    Além de caprichar nos gráficos e trazer uma jogabilidade interessante, o jogo também promete entregar autenticidade histórica. “Você não verá um tanque Tiger em nossa campanha da Batalha de Moscou, porque naquela época, em 1941, ele ainda não estava em serviço no exército alemão”, explica o diretor Sergey Kolganov, no Xbox Wire.

    Onde baixar Enlisted

    O game de tiro pode ser baixado gratuitamente no PC e consoles de nova geração. O jogo está disponível digitalmente de graça nas plataformas e possui pacotes pagos. No entanto, já é possível se divertir e testar o que o projeto tem a oferecer sem gastar nada.

    Requisitos Mínimos – Enlisted

    • Sistema operacional: Windows 7 / 8 / 10 de 64bit
    • Processador: Intel Core i3 ou superior (modelos não foram especificados)
    • Memória RAM: 8 GB
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce 660 / AMD Radeon 78XX ou superior
    • DirectX: 11 ou superior
    • Armazenamento: 12 GB de espaço livre

    Requisitos Recomendados – Enlisted

    • Sistema operacional: Windows 7 / 8 / 10 de 64bit
    • Processador: Intel Core i5 ou superior (modelos não foram especificados)
    • Memória RAM: 8 GB
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce 1060 / AMD Radeon RX480 ou superior
    • DirectX: 11 ou superior
    • Armazenamento: 12 GB de espaço livre

    Enlisted possui crossplay?

    Enlisted possui três modos de crossplay e permite que jogadores de consoles não enfrentem usuários do PC.

    Além de estar disponível de graça em todas as plataformas, Enlisted também possui multiplayer compartilhado. O jogo já conta com suporte para crossplay no PC, PS5 e Xbox Series X e Xbox Series S.

    O crossplay vem ativado por padrão, mas os jogadores podem desativar a opção dentro do game. Além de desabilitar completamente a função, os usuários de consoles também podem retirar da busca quem está jogando no PC, para evitar brigas com quem usa mouse e teclado.

    Dá pra usar mouse e teclado em Enlisted nos consoles?

    Apesar de ser um jogo de tiro, Enlisted não conta com suporte para mouse e teclado nos consoles atualmente. Ao realizar testes no Xbox Series X, o game nem mesmo reconheceu os periféricos na interface inicial.

    Mesmo com a limitação, como dito acima, o jogador ainda pode disputar com usuários do PC se quiser, basta manter o crossplay ativado na opção “todos”. A desenvolvedora não comentou se vai trazer suporte para mouse e teclado ao game futuramente, logo, a única opção da galera dos consoles é mandar ver usando um controle.

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    Days Gone: veja requisitos mínimos e preço no PC

    A Sony revelou a data de lançamento e preço de Days Gone para PC. O jogo será um dos primeiros exclusivos PlayStation a chegar na plataforma e vai dar as caras na Steam e Epic Games Store em 18 de maio. O título chega por R$ 199,90 e com requisitos que não são assustadores.

    Além disso, a versão de computador contará com melhorias em comparação à versão original de Days Gone. Um trailer de gameplay foi divulgado pela PlayStation e mostra os aprimoramentos, que estão listados abaixo:

    • Gráficos aprimorados, incluindo mais detalhes, renderização de distância melhorada e folhagens detalhadas
    • Múltiplas configurações gráficas
    • Modo foto com super resolução
    • Framerate destravado
    • Suporte para monitores ultrawide com proporção 21:9
    • Comandos no Mouse e teclado, bem como em controles de outras marcas

    Preço e disponibilidade

    Enquanto o lançamento de Days Gone acontece no dia 18 de maio, os fãs mais ávidos já podem comprar o game na Steam e Epic Games Store. Nossa dica é evitar a pré-venda e aguardar testes, já que Horizon Zero Dawn chegou com problemas no computador.

    Steam: R$ 199,90
    Epic Games Store: R$ 199,90

    Days Gone chega ao PC com opção de dublagem em português brasileiro e também inclui conteúdos de pós-lançamento para o game. A versão de computador inclui os modos Novo Jogo +, Sobrevivência e Desafio, além de visuais extras para a motocicleta do protagonista.

    Requisitos Mínimos

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 64-bits
    • Processador: Intel Core i5-2500K 3.3GHz / AMD FX 6300 3.5GHz
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 780 (3 GB) / AMD Radeon R9 290 (4 GB)
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 70 GB de espaço disponível

    Requisitos recomendados

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 64-bits
    • Processador: Intel Core i7-4770K 3.5GHz / Ryzen 5 1500X 3.5GHz
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 1060 (6 GB) / AMD Radeon RX 580 (8 GB)
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 70 GB de espaço disponível
    • Outras observações: apesar de não ser requerido, o uso de um SSD é recomendado

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