Categoria: PC

  • Back 4 Blood diverte, mas sem deixar sombra de Left 4 Dead – Análise

    Back 4 Blood diverte, mas sem deixar sombra de Left 4 Dead – Análise

    Dezembro de 2020. Durante a edição anual do The Game Awards, o apresentador Geoff Keighley anuncia a “World Premiere” de mais um game. O trailer em questão exibe quatro sobreviventes em um apocalipse zumbi, trabalhando juntos para conter uma horda de mortos-vivos de diferentes tipos. Para a alegria dos órfãos da Valve, parecia que o aguardado Left 4 Dead 3 finalmente estava sendo revelado. Só que não.

    Naquela noite, o jogo revelado foi… Back 4 Blood. Produzido pela Turtle Rock, o mesmo estúdio por traz dos jogos de zumbi da Valve, o game é praticamente um sucessor espiritual da série Left 4 Dead. A diferença é que o game possui uma parceria com a Warner, que cuidou da distribuição do título para diferentes plataformas — PlayStation, Xbox e PC, incluindo lançamento direto no Xbox Game Pass.

    Como o próprio trailer de revelação destaca, a essência de gameplay é praticamente a mesma, o que certamente vai agradar os fãs de longa data da Turtle Rock. No entanto, o jogo possui algumas mudanças que certamente vão afetar a experiência de quem passou muitos anos dando tiro em Left 4 Dead.

    Redenção do estúdio

    Além de representar o resurgimento de Left 4 Dead, Back 4 Blood representa uma bela redenção para a Turtle Rock. Após os anos de sucesso ao lado da Valve, o último grande projeto da desenvolvedora foi Evolve, que foi lançado em 2015 e flopou hard. O game focado em partidas de multiplayer assimétricas se saiu tão mal que você nem pode mais adquirí-lo na Steam — só restou uma página para lembrar da vergonha do estúdio.

    Ao que parece, a Turtle Rock aprendeu com o erro e realizou um ótimo trabalho em parceria com a Warner. Back 4 Blood consegue entregar a diversão de Left 4 Dead com o frescor da atual geração de consoles. O problema, porém, é que alguns pequenos erros deixam o jogo em uma espécie de zona de conforto.

    Back 4 Blood podia sair da sombra de seu “antecessor” e ser um jogo com mais personalidade, mas alguns erros cometidos pela Turtle Rock tornam apenas o o projeto um “Left 4 Dead 3”.

    Gameplay clássico, mas
    com visual renovado

    Back 4 Blood capricha em conseguir trazer o gameplay cooperativo de “quatro contra zumbis” para a geração atual de consoles. Trazendo um grupo de personagens carismáticos sobrevivendo ao apocalipse, o jogo combina gráficos modernos com uma jogabilidade de tiro que funciona muito bem.

    Assim como em Left 4 Dead, é muito delicioso atirar em zumbis em Back 4 Blood. Explorar os belos cenários em busca de suprimentos e sobreviver com os amigos é bem divertido. Para deixar a experiência ainda mais imersiva, o game ainda traz dublagem em português brasileiro, com uma localização que segue os padrões de qualidade da Warner, que manda muito bem nesse assunto.

    Entretanto, a parte da sobrevivência no apocalipse zumbi pode ser árdua de vez em quando. Tanto no solo quanto em grupo, o jogo possui alguns momentos bem difíceis — tão difíceis que até parecem desbalanceamentos, o que pode causar certa frustração. Ainda assim, no geral, o sistema de armas e upgrades garante bastante poder de fogo para os jogadores enfrentarem as hordas de zumbis. Seguindo o conselho do Batman, basta se preparar e ter pensamento estratégico que tudo dá certo no final.

    Sistema de cartas é ótimo

    Enquanto Back 4 Blood vem chamando a atenção pelo seu estilo Left 4 Dead desde seu lançamento, o grande destaque do jogo fica para o sistema de cartas. Apesar de parecer confuso no começo, a novidade é uma grande adição ao gameplay e garante bastante variedade na jogabilidade.

    O sistema de progressão com cards permite que você monte baralhos com vantagens para os personagens, que por si só já possuem diferentes tipos de habilidades. Com isso, você pode tornar seu soldado mais forte, rápido ou dar foco para cura, por exemplo, o que permite balancear o time para tirar melhor proveito de cada um dos membros da equipe.

    Os cards garantem mais customização
    e variedade ao gameplay

    No começo de cada partida, o game também apresenta “cartas corrompidas”, que basicamente são modificações no cenário para garantir que cada visita a uma fase seja diferente. Ou seja, mesmo que você jogue várias vezes no mesmo local, Back 4 Blood tentará diversificar os inimigos para oferecer desafios diferentes.

    Sistemas como esse dão uma ideia de como Back 4 Blood tem potencial para ser muito mais que um Left 4 Dead 3, mas parece que a Turtle Rock se contentou com esse título, o que não é uma coisa ruim, convenhamos.

    Problemas…

    Como o próprio nome indica, Back 4 Blood é um jogo feito para ser aproveitado em grupos com até quatro jogadores. A experiência é otimizada para que você feche um esquadrão com seus amigos. Esse foco, porém, acaba sendo punitivo para quem busca enfrentar o game de outras formas.

    Back 4 Blood permite que você jogue toda a campanha principal em modo solo, acompanhado por bots. No entanto, o jogo sofre com grandes cortes que deixam a experiência longe do ideal. Além dos robôs burros que te acompanham, o usuário precisa lidar com limitações sem sentido impostas pela desenvolvedora.

    Back 4 Blood é lindo, mas não é amigável com jogadores “forever alone”.

    Ao jogar sozinho, você não recebe pontos de progressão, que servem para comprar novas cartas e skins para os personagens. As conquistas, que são incentivo para a galera que curte caçar troféus, também são desativadas no modo solo.

    Além disso, a desenvolvedora também não trouxe modo de tela dividida para Back 4 Blood, o que certamente seria uma adição interessante para o estilo do jogo. Detalhes como esses, que podem ser corrigidos no futuro, deixam o jogo na sombra da franquia Left 4 Dead.

    Sem Valve, mas com Xbox

    Para a infelicidade da galera que ainda está no jogo antigo da Valve, a nova produção da Turtle Rock também deixa de lado as contribuições da comunidade. Enquanto Left 4 Dead é altamente integrado com a Steam e recebe conteúdos feitos por fãs até hoje, Back 4 Blood é um jogo de R$ 250 “fechado”.

    A qualidade de Back 4 Blood, que conquistou uma base de fãs no PC mesmo com o preço alto, mostra como a Valve deixou passar uma grande chance. Afinal, se o jogo tivesse sido lançado como Left 4 Dead 3, com todos os benefícios entregues pela Steam, certamente teríamos um sucesso avassalador nas mãos da companhia.

    De qualquer forma, outra empresa acabou se aproveitando do potentical de Back 4 Blood: a Microsoft. O jogo é um dos lançamentos recentes que melhor se aproveita dos recursos do Xbox. O jogo conta com progressão compartilhada entre PC e consoles, chegou diretamente no Game Pass e ainda funciona via xCloud.

    Vale a pena?

    Se você está com preguiça de ler o textão e veio direto pra cá, nós resumimos aqui: Back 4 Blood é muito divertido e vale muito a pena com o Xbox Game Pass. Se você não quer assinar, a nossa dica é esperar uma promoção, já que R$ 250 é um valor bastante alto para um game do gênero.

    O jogo moderniza o estilo de Left 4 Dead com gráficos aprimorados e gameplay moderno, além de trazer recursos como crossplay. O sistema de cartas também é ótimo e garante bastante diversidade para o gameplay.

    No entanto, o jogo não vai muito além de seu “muso inspirador” e comete erros que poderiam ser evitados. A Turtle Rock parece aberta a ouvir a comunidade, o que é ótimo. Quem sabe no futuro, Back 4 Blood, com melhorias e um preço mais em conta, Back 4 Blood se torne um game ainda mais interessante do que já é atualmente.


    A Warner Games Brasil cedeu uma cópia do game para análise. Os testes foram realizados com o game no PC e Xbox Series X.

  • God of War: tudo sobre a versão de PC, que chega em janeiro

    God of War: tudo sobre a versão de PC, que chega em janeiro

    Após muitos rumores, agora é 100% oficial: God of War (2018) será lançado para computadores em 14 de janeiro de 2022. A edição de PC do game foi revelada em uma publicação no PlayStation Blog e a pré-venda já está aberta na Epic Games Store e Steam, com o jogo custando cerca de R$ 200.

    A Sony não escondeu informações no anúncio, que veio acompanhado de um trailer e muitos detalhes sobre a edição de PC. O grande destaque fica por conta das tecnologias da Nvidia, incluindo Reflex e DLSS — o jogo também deve ter suporte para o GeForce Now, que agora está disponível no Brasil.

    Abaixo, confira os principais detalhes sobre a versão de computador de God of War.

    Preço, data de lançamento e onde comprar

    Após cerca de quatro anos de exclusividade no PS4 e PS5, God of War será lançado no PC em 14 de janeiro de 2022. A edição de computadores já está disponível em pré-venda no computador na Epic Games Store e Steam por R$ 199,90.

    Futuramente, a tendência é que o jogo também dê as caras em lojas terceirizadas e apareça em promoções com valores mais amigáveis. A brasileira Nuuvem, por exemplo, já vende Days Gone e Horizon Zero Dawn, outros jogos da PlayStation que chegaram ao PC.

    No PlayStation, God of War já pode ser encontrado por valores na casa dos R$ 70 em mídia física e R$ 100 digitalmente.

    Melhorias da versão de PC

    Apesar de ser mais cara, a edição de computador de God of War contará com melhorias no PC. O game da Sony chegará ao computador com tecnologias exclusivas da Nvidia para as placas de vídeo RTX. ]

    O famoso DLSS garante upscaling de imagem via inteligência artificial, melhorando a relação de qualidade e desempenho principalmente em resoluções mais altas, como 4K e 1440p. Outra novidade na edição de PC é o Nvidia Reflex. A tecnologia aprimora a comunicação do game com o hardware para garantir respostas mais precisas a comandos.

    God of War de PC também vai funcionar com mouse e teclado, trazendo suporte para customização de comandos. Além disso, o jogo suportará diversos controles, indo além do Dualshock e o Dualsense. Caso o título siga os passos da versão de PC de Days Gone, o lançamento deve chegar até mesmo com mapeamento automático para controles Xbox.

    Veja também: Xbox precisa ser mais cinema e PlayStation quer ser mais Netflix

    Na parte de imagem, os jogadores podem esperar suporte pleno para resolução 4K, sombras aprimoradas e mais tecnologias gráficos. O game também funcionará com monitores ultrawide no padrão 21:9, garantindo uma experiência mais cinematográfica.

    Assim como a versão de PlayStation, God of War de PC também contará com dublagem e legenda em português brasileiro.

    Requisitos para PC

    A Sony ainda não divulgou os requisitos mínimos e recomendados de God of War no PC. A página da Steam apenas lista o Windows 10 como sistema operacional, DirectX 11 e pelo menos 80 GB para instalação.

    Veja também: A PlayStation está cada vez mais interessada do PC

    Como God of War foi lançado originalmente no PS4, a tendência é que o jogo chegue aos computadores trazendo requisitos amigáveis. O diretor do jogo, Cory Barlog, também já deixou claro que adoraria lançar o título no PC, mostrando que existe um “amor” da Santa Mônica Studios pela plataforma.

    Para quem busca um parâmetro de comparação, Days Gone é o mais recente jogo da Sony a chegar ao PC. O game teve um port caprichado para a plataforma e se destaca por rodar bem até mesmo em placas de vídeo modestas, como a GTX 1050 Ti — confira os requisitos mínimos e recomendados aqui.

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  • Com Geforce Now e xCloud, streaming de games é realidade no Brasil

    Com Geforce Now e xCloud, streaming de games é realidade no Brasil

    O streaming de games era uma promessa que poderia demorar anos até se tornar realidade no Brasil, mas agora, cerca de um ano após a chegada da nova geração de consoles, somos oficialmente um país que consegue jogar via nuvem. Ou pelo menos tentar.

    Logo depois do xCloud dar as caras por aqui, chegou a vez da Nvidia: a fabricante de placas de vídeo, em parceria com a empresa Abya, trouxe a plataforma GeForce Now para o Brasil. Trazendo uma proposta bem diferente do Game Pass, o serviço te empresta um PC superpotente para rodar seus jogos de computador por R$ 45 mensais, preço que foi revelado em primeira mão pelo Jornal dos Jogos.

    Além da edição paga, o GeForce Now conta com um plano grátis. Sem gastar um tostão, você pode usar o processamento em nuvem para rodar games que possui no PC, ou jogos free-to-play, durante sessões de 30 minutos — metade do tempo padrão visto no exterior, o que não pegou muito bem pra Abya. Além de ter que lidar com uma janela de jogo menor, você ainda precisa esperar em uma fila para acessar o servidor, o que pode ser bem mais nocivo do que parece.

    Alta demanda

    Tanto xCloud quanto GeForce Now enfrentaram um grande problema em seu lançamento no Brasil: ao jogar nas plataformas, você possivelmente terá uma experiência digital estilo INSS e terá que ficar em uma fila gigante por um tempo. Enquanto o serviço da Microsoft deixou jogadores esperando para jogar em sua primeira semana e já está resolvendo o problema, a Abya teve que tomar medidas drásticas para controlar a vontade do povo.

    Para evitar a formação de filas gigantescas, a companhia responsável pelo GeForce Now suspendeu o registro de novos usuários por tempo indeterminado. Mesmo assim, os clientes que conseguiram se registrar seguem enfrentando problemas, já que tem muita gente querendo usar o serviço até na versão paga.

    Para se ter uma ideia, a Abya revelou para o Jornal que mais de 330 mil contas se registraram apenas para a fase beta do GeForce Now na América Latina. Com o lançamento completo, o número deve estar ainda maior.

    Não estamos para a brincadeira

    As filas imensas deixam algo bem claro: o brasileiro está interessado no streaming de games. Em tempos de placas de vídeo caras e baixos estoques de consoles, as plataformas de transmissão podem se tornar uma saída para gamers novos e antigos continuarem jogando.

    O que falta, agora, é preparo pelo lado das empresas. A Abya trouxe o GeForce Now ao Brasil com apenas um servidor, e que não é exclusivo do nosso país com proporções continentais. A operação abrange toda a América do Sul e também inclui países como Argentina, Chile e Uruguai.

    Em entrevista cedida na semana passada ao Jornal dos Jogos, a empresa disse que buscaria melhorias para o serviço com o passar do tempo, e já deu sinais de que está disposta a ouvir os consumidores, o que é bastante positivo. Resta agora ver se alguma ação será tomada em breve.

    Os dias de estreia já mostram que é necessário investir em mais infraestrutura para garantir um funcionamento decente do serviço de streaming no Brasil. Afinal, quanto mais tempo de problemas, mais clientes em potencial vão se afastar do GeForce Now.

  • Por que o GeForce Now tem tanta fila e as assinaturas foram suspensas?

    Por que o GeForce Now tem tanta fila e as assinaturas foram suspensas?

    O GeForce Now chegou oficialmente ao Brasil e permite rodar jogos de PC diretamente da nuvem, em alta qualidade e, em certos casos, com recursos como Ray Tracing e DLSS. É como ter um “PC da Nasa” diretamente no seu navegador ou celular.

    Diferente do xCloud, que possui um catálogo rotativo por um preço mensal fixo, o serviço da Nvidia “empresta” um computador de alta potência para o usuário rodar games que possui em lojas como Steam e Epic Games, além de títulos free-to-play, incluindo Fortnite, Splitgate e Apex Legends. Ou seja, os jogos precisam ser seus para você tirar proveito da plataforma, ou estarem disponíveis de graça no PC.

    Graças ao seu modelo de negócios que envolve jogos free-to-play, o GeForce Now permite aproveitar os benefícios dos jogos em nuvem 100% de graça. No entanto, para isso, você possivelmente terá que ter bastante paciência.

    Em sua estreia, o serviço fez tanto sucesso que a Abya, que cuida da plataforma na América Latina, suspendeu novas assinaturas por tempo indeterminado. Quem teve a sorte de se inscrever gratuitamente também pode ficar de fora do gameplay, já que o serviço constantemente acusa que o GeForce Now “chegou limite” na região.

    Por quê o GeForce Now tem tanta fila de espera?

    Graças à grande demanda de usuários durante a estreia do serviço, o tempo de espera na versão brasileira do GeForce Now é bem grande. Um dos motivos para a fila enorme é o fato de que o servidor que atende o Brasil também é usado por outros países da América Latina, incluindo Uruguai, Chile e Argentina.

    Em entrevista ao Jornal dos Jogos, a Abya revelou que mais de 300 mil jogadores se registraram para o período beta do serviço na região da América Latina. Ou seja, com o lançamento abrangente, o número de jogadores certamente foi ainda maior, o que causou problemas durante a estreia da plataforma no nosso país.

    E como fazer para lidar com as filas? A dica é tentar acessar o serviço fora de horários de pico, como durante a noite. No entanto, durante os primeiros dias da plataforma no país, a tendência é que o acesso esteja lotado a quase todo o momento por causa dos novos jogadores e o furor para usar a plataforma.

    Com isso em mente, caso o uso do serviço faça sentido na sua rotina, talvez seja uma boa ideia utilizar a versão paga. Porém, com a adesão de novos usuários suspensa, talvez seja necessário esperar por mais tempo para conseguir entrar na plataforma e utilizá-la com seu potencial máximo.

    Como usar o GeForce Now grátis?

    A versão gratuita do GeForce Now exige apenas que você entre no site da Abya, que gerencia o serviço no Brasil, e crie uma conta gratuita usando um endereço de e-mail válido. Para isso, acesse esta página e clique no plano “Free”. Siga o passo a passo na tela para criar uma conta e realize o login logo em seguida.

    Com o plano gratuito, você pode rodar os jogos compatíveis com o GeForce Now que você possui em lojas de PC como Steam, Epic Games Store e Origin, basta aguardar na fila de espera para acessar os servidores. A versão sem custos permite utilizar o servidor por 30 minutos e, em seguida, o usuário é deslogado e precisa voltar para o fim da fila de espera.

    • Acesse o GeForce Now diretamente no navegador neste site.

    O GeForce Now pode ser rodado diretamente no navegador e também em aplicativos para PC e dispositivos Android e iOS. Você pode conferir o link para usar o serviço diretamente no Chrome ou em outros aparelhos nesta página da Abya.

    Como assinar o GeForce Now?

    O serviço de streaming de games pode ser assinado no Brasil em duas versões. O plano mensal custa R$ 44,99 mensais, enquanto a versão de seis meses sai por R$ 243, o equivalente a R$ 40,50 por mês. Graças a alta demanda de usuários, as assinaturas estão suspensas atualmente no site oficial da Abya.

    A edição paga do GeForce Now possui acesso prioritário aos servidores. Ou seja, o tempo de espera em filas é reduzido ou inexistente, dependendo do horário e do jogo escolhido. Além disso, as sessões de gameplay podem durar até seis horas, sem a necessidade de interromper o gameplay para realizar login novamente, e incluem gráficos com Ray Tracing e DLSS nos jogos compatíveis.

    Caso você queira ser um dos primeiros a assinar o serviço quando a versão paga for liberada novamente, acesse o site da Abya e faça um registro com seu e-mail.

    O GeForce Now vale a pena para você?

    A problemática chegada do GeForce Now no Brasil mostra que o nosso país é um mercado promissor para o streaming de games. No entanto, a plataforma da Nvidia pode não servir para todos os jogadores, já que traz um modelo de negócios diferente do Xbox Game Pass.

    Em sua edição paga, o GeForce pode ser uma ótima ferramenta para quem possui uma biblioteca gigante de jogos na Steam/Epic Games e não pode trocar de placa de vídeo, já que os preços seguem estratosféricos atualmente.

    Em tempos de hardware caro, o GeForce Now é uma ótima opção para quem joga no PC e não consegue adquirir uma nova placa de vídeo.

    Além disso, o serviço pode servir para quem possui um computador muito ruim e quer utilizar jogos free-to-play populares, incluindo Fortnite, e até títulos mais competitivos, como CS:GO e Splitgate. Com uma boa conexão de internet, o GeForce Now entrega gráficos de qualidade e latência imperceptível, até mesmo em jogos online.

    No entanto, se você quer um catálogo vasto de jogos e sem a necessidade de comprá-los, talvez valha a pena considerar o Xbox Game Pass Ultimate. A assinatura da Microsoft segue o modelo “Netflix” e entrega mais de 300 jogos via streaming no xCloud. O preço da assinatura é de R$ 45 mensais, mas é possível usar o primeiro mês por R$ 5 e converter Live Gold para conseguir um desconto na assinatura anual — veja como fazer isso.

  • GeForce Now chega ao Brasil com preço de Game Pass e jogos grátis

    GeForce Now chega ao Brasil com preço de Game Pass e jogos grátis

    A Nvidia e a Abya lançam nesta quinta-feira (14) o GeForce Now no Brasil. O serviço de streaming roda games pesados de PC em celulares e computadores mais fracos, com todo o “trabalho pesado” acontecendo na nuvem. O grande diferencial da plataforma é seu plano grátis, além da possibilidade de utilizar games free-to-play.

    Em entrevista ao Jornal dos Jogos, a Abya revelou os preços do GeForce Now no Brasil, que terá valor localizado e poderá ser assinado com soluções de pagamento brasileiras. Além da edição gratuita, a plataforma contará com valores que são similares ao Xbox Game Pass Ultimate, que também conta com streaming de games.

    Preços do GeForce Now no Brasil

    • Plano grátis – streaming com gráficos GTX e fila de espera
    • Mensal – R$ 44,99/mês com gráficos RTX e acesso prioritário aos servidores
    • Semestral – valor equivalente a R$ 40,50/mês com gráficos RTX e acesso prioritário aos servidores

    A versão gratuita do GeForce Now permite jogar em nuvem em sessões de até 30 minutos, com fila de espera para acessar os servidores. Além disso, os gráficos não trazem recursos RTX, como Ray Tracing e DLSS, mas a Nvidia promete o padrão visual de mais alta qualidade disponível.

    Por que o GeForce Now tem tanta fila
    e as assinaturas foram suspensas?

    Para a versão paga, as sessões de gameplay podem durar até seis horas e o acesso aos servidores é prioritário. Os gráficos do game também incluem suporte para as tecnologias RTX, garatindo o maior nível visual oferecido pela Nvidia.

    Como o lançamento do xCloud mostrou aos brasileiros, a fila de espera para jogar pode ser um ponto decisivo para alguns jogadores apostarem na edição premium do GeForce Now. A plataforma terá um servidor compartilhado entre países da América do Sul, o que deve deixar o uso da plataforma na versão gratuita bastante “congestionado”.

    É igual ao Game Pass Ultimate e xCloud?

    Apesar do preço similar e o uso de tecnologia em nuvem, o GeForce Now funciona de maneira diferente do Xbox Game Pass Ultimate e o xCloud. Enquanto a plataforma da Microsoft possui uma assinatura que “aluga” jogos, o serviço da Nvidia segue um caminho diferente.

    Os assinantes e usuários da versão grátis do GeForce Now podem jogar games que possuem em lojas como Steam, Epic Games Store e Origin. A lista completa de títulos compatíveis com o streaming pode ser vista no site da Abya. Ou seja, o GeForce Now basicamente empresta um PC superpoderoso para você rodar seus jogos de computador.

    Quer um exemplo? Se você possui The Witcher 3 na Steam, vai viajar e quer jogar sem ter que levar seu PC Gamer inteiro nas costas, basta realizar login no GeForce Now e utilizar o celular e um controle Bluetooth para acessar o jogo em nuvem. Segundo a Nvidia, a plataforma recebe suporte para novos jogos semanalmente, desde grandes lançamentos até indies e títulos free-to-play.

    Inclusive, a presença de games grátis promete ser o grande diferencial do GeForce Now. Mesmo no plano gratuito, o serviço permite acessar e jogar via nuvem títulos como Fortnite, Apex Legends e Slipgate, tanto em celular quanto em PCs bem fracos. No entanto, a tendência é que a fila para entrar nesses título seja bem grande, principalmente no lançamento da plataforma.

    Mouse e teclado e controles da tela

    Além de seguir um modelo de negócios diferente do Game Pass, o GeForce Now traz mais liberdade para os usuários. A plataforma permite usar mouse e teclado no gameplay de PC e traz a possibilidade de habilitar controles na tela em qualquer jogo no celular.

    Além disso, o usuário tem mais poder na hora de configurar a transmissão do jogo para o computador ou celular. Antes de rodar um game via nuvem, o GeForce Now realiza uma verificação de rede e sugere a melhor qualidade para a conexão do usuário, mas também é possível simplesmente personalizar a exibição.

    O serviço permite configurar fatores como a taxa de quadros do streaming, entre 30 e 60 quadros por segundo, e a resolução de exibição. Além disso, a plataforma oferece algumas configurações prontas, como transmissão balanceada, que equilibra qualidade com gasto de dados, e competitiva, voltada 100% para qualidade e baixa latência.

    Os gráficos são melhores que o Game Pass?

    Outro fator que o GeForce Now sai na frente é o suporte para tecnologias gráficas mais avançadas. Os servidores funcionam com Ray Tracing e DLSS, além de trazerem bastante poder de processamento. Segundo a Nvidia, o hardware da nuvem varia de acordo com o jogo que está sendo rodado: o serviço otimiza o uso de GPU de acordo com a demanda gráfica do game.

    Em uma comparação direta, as GPUs de servidor utilizadas nos PCs em nuvem da Nvidia trazem desempenho similar a uma RTX 2080. No entanto, para games mais fracos, o desempenho pode ser similar a uma RTX 2060, por exemplo. Você pode ver o perfil do hardware utilizado ao acessar a plataforma e usar o atalho Ctrl+Alt+F6.

    Falando em atalho, outros recursos rápidos da Nvidia também podem ser utilizados durante o gameplay, como é o caso do Highlights, que captura os principais momentos e jogadas de partidas online.

    Requisitos para usar o GeForce Now no Brasil

    O GeForce Now pode ser baixado por meio do site oficial da plataforma e possui aplicativos para diferentes aparelhos, como PC, Android e iOS. Nos dispositivos da Apple, porém, é necessário usar o navegador Safari.

    Abaixo, você confere os requisitos para utilizar o serviço:

    • Internet: conexão de pelo menos 15 MB/s para streaming de 720p a 60 quadros por segundo e 25 MB/s para streaming em 1080p e 60 fps.
    • Windows: computador com Windows 7 ou superior com sistema de 64-bit
    • Celular Android: pelo menos 2 GB de RAM e Android 5.0 compatível com OpenGL ES3.2 ou superior
    • iPhones e iPads: navegador Safari rodando no iOS 14.2, iPadOS 13 ou superior.

    Confira mais detalhes, como os controles compatíveis com o GeForce Now, no site oficial da plataforma.

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    O xCloud não é o único streaming de games que vai entrar na vida dos jogadores brasileiros. A Abya, parceira da Nvidia, confirmou que a plataforma GeForce Now está quase chegando ao nosso país. Após realizar testes fechados, a companhia disse que o lançamento amplo do serviço ocorrerá muito em breve.

    Pra quem não tá ligado, o GeForce Now é um serviço de streaming de games que deve mudar a vida de quem joga no PC e tem centenas de títulos na Steam e Epic Games Store. Utilizando um app que roda em qualquer celular meia boca ou notebook capenga, o jogador pode acessar um “PC da NASA” via nuvem e realizar a transmissão de jogos que estão em sua biblioteca em lojas digitais. A plataforma também funciona diretamente no navegador, tal qual a solução da Microsoft.

    O Jornal conseguiu acesso antecipado ao beta do GeForce Now no Brasil e o resultado é muito promissor. O serviço da Nvidia entrega uma experiência similar ao xCloud, mas com ainda mais liberdade. A plataforma permite gerenciar a qualidade do streaming, habilitar 60 quadros por segundo durante a transmissão e até configurar os gráficos do jogo rodando em nuvem.

    Quem acompanha nosso Twitter até viu uma pequena prévia de The Witcher 3 rodando em um celular com o serviço: a plataforma entrega uma experiência de qualidade, com poucos travamentos e belos gráficos, incluindo HairWorks e outras firulas visuais.

    Quanto vai custar no Brasil?

    A distribuidora Abya só precisa, agora, trazer mais informações em relação ao preço do serviço no Brasil para o lançamento oficial. Lá fora, a plataforma possui assinaturas premium e uma edição gratuita, com fila de espera, o que deve ser repetido no Brasil.

    Em um comunicado enviado ao Jornal dos Jogos, a empresa confirmou que os valores praticados no Brasil serão praticados em reais e “realmente competitivos”. Ou seja, a cobrança será localizada para o nosso país e não deve mudar de acordo com as movimentações do dólar.

    No exterior, o GeForce Now conta atualmente com dois planos principais. Enquanto a edição gratuita traz fila de espera e permite jogar games da sua conta sem custos, a versão paga traz gráficos mais rebuscados, com RTX e DLSS, e priorização na hora de entrar nos servidores — você não precisa esperar para jogar.

    Jogos e qualidade de streaming

    A Abya também garante que o GeForce Now não deixará o público na mão quando o assunto é qualidade e catálogo de games. A companhia ressalta que o serviço possui compatibilidade com jogos grátis, incluindo Rocket League e Fortnite, e títulos de grandes publishers como a EA Games e Ubisoft — confira a lista aqui.

    Você pode jogar Fortnite direto no navegador usando o GeForce Now

    A insfraestrutura do serviço no Brasil também promete entregar games em alta qualidade e baixa latência, desde que sua conexão seja de qualidade. “Nós acreditamos que o GeForce NOW Powered by ABYA superará todas as expectativas e é incomparável em termos de experiência”, disse a companhia, em comunicado enviado ao Jornal.

    Por aqui, essa promessa se tornou verdadeira até agora: mesmo durante o beta, conseguimos jogar, em alta definição e sem lag perceptível, utilizando uma internet de 200 MB e o app do serviço no celular e PC. Resta agora aguardar para ver como será o desempenho do serviço com muitos usuários simultâneos, algo que impactou o xCloud com filas enormes de espera em alguns jogos.

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  • GTA Trilogy: anúncio tem pouca informação e muita polêmica

    GTA Trilogy: anúncio tem pouca informação e muita polêmica

    A Rockstar Games finalmente anunciou Grand Theft Auto: The Trilogy — The Definitive Edition (para a infelicidade da galera do SEO, é isso tudo de nome). A coletânea possui versões remasterizadas de GTA III, San Andreas e Vice City, incluindo melhorias gráficas e aprimoramentos de gameplay.

    O pacotão foi revelado com um vídeo nostálgico e, até o momento, nenhuma prévia de gameplay foi exibida pela desenvolvedora. Com isso, a Rockstar abriu uma grande caixa de Pandora e praticamente convidou o público a especular com imagens falsas, mas os detalhes oficiais não devem demorar para chegar.

    O lançamento de GTA Trilogy acontecerá ainda em 2021, com versões para Switch, PlayStation 4 e 5, Xbox One, Series X e S, bem como PC. Além disso, edições da coletânea para Android e iOS chegarão em 2022.

    Dito isso, tenha cautela ao compartilhar imagens com gráficos exageradamente atualizados que “vazarem” na internet. Afinal, estamos falando de um remaster de jogos de PS2 que vai sair futuramente para dispositivos portáteis.

    O outro lado da moeda

    Enquanto muita gente tá animada com a chegada da trilogia para plataformas modernas, o lançamento também está envolto em algumas polêmicas. Para começar, o “sangue” de alguns mods foi derramado antes da revelação de GTA Trilogy.

    A Take-Two, que comanda a Rockstar, processou uma galera por trás de modificações famosas para os jogos antigos de GTA no PC. Até mesmo o gigantesco GTA Underground, que mistura o mapa de vários títulos da desenvolvedora, incluindo Bully, acabou morrendo.

    A questão da preservação de conteúdos também está gerando debates: a Rockstar confirmou que vai retirar os jogos originais de circulação das plataformas modernas nesta semana. Com isso, uma galera não terá a chance de ver como era o trabalho original presente nos games, enquanto os modders perderão plataformas que foram utilizadas por anos para criação de conteúdos.

    Detalhe que a empresa nem fez uma promoção para “enterrar” as versões originais. A parte boa é que os preços não são muito altos e cada um dos títulos pode ser encontrado em lojas como Steam por valores entre R$ 15 e R$ 20.

    E o preço dos remasters?

    O preço de GTA Trilogy também pode render polêmica. De acordo com informações vindas de uma varejista da Europa, a coletânea possivelmente chegará ao mercado com preço cheio no exterior. Ou seja, a tendência é que o pacote esteja disponível no Brasil custando até R$ 350 nos consoles, o que também pode se refletir na edição de computadores.

    Enquanto o valor ainda não foi confirmado, não seria surpresa ver esse preço sendo praticado. Afinal, a Rockstar faz parte da Take-Two, a gigante dos games que foi uma das primeiras a defender games custando US$ 70.

    Com tantas polêmicas e expectativas ao seu redor, GTA Trilogy vai ter que caprichar para não decepcionar sua gigantesca base de fãs.

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  • Forza Horizon 5: veja os requisitos mínimos e recomendados para PC

    Forza Horizon 5: veja os requisitos mínimos e recomendados para PC

    A franquia Forza é famosa pela qualidade gráfica em seus jogos e, como era de se esperar, é um dos grandes destaques para os consoles Xbox em 2021. Forza Horizon 5 chega em breve e passará na América do Norte, mas precisamente no México.

    A franquia é sinônimo de boa otimização e, ao que tudo indica, com Forza Horizon 5 não será diferente. A Microsoft já liberou os requisitos para rodar o game no PC e a lista de hardwares é bastante amigável, incluindo componentes como o processador AMD Ryzen 3 1200 nos requisitos mínimos.

    Já nos requisitos recomendados, aparecem peças como o Intel Core i5-8400 e as placas de vídeo GTX 1070 e RX 590, além dos já clássicos 16 GB de RAM. Quando o assunto é armazenamento, o game exige 110 GB de espaço livre, sem a necessidade de um SSD — mas o uso do componente mais rápido é recomendado.

    Requisitos Mínimos

    • SO: Windows 10 64bits
    • Processador: Intel i5-4460 ou AMD Ryzen 3 1200
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GTX 970 ou AMD RX 470
    • Armazenamento: 110 GB de espaço disponível

    Requisitos Recomendados

    • SO: Windows 10 64bits
    • Processador: Intel i5-8400 or AMD Ryzen 5 1500x
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GTX 1070 ou AMD RX 590
    • Armazenamento: 110 GB de espaço disponível

    Em uma imagem divulgada pela desenvolvedora, também é possível ver os requisitos ideais para o game, que incluem hardwares mais potentes.

    Os requisitos são mais absurdos e incluem placas como RX 6800 XT e a RTX 3080, garantindo poder para rodar elementos como Ray Tracing, que além do Ray Tracing convencional, usará a tecnologia para aprimorar os aúdios do game. Além disso, a companhia recomenda o uso de um SSD, o que faz uma grande diferença nas telas de loading.

    Na época do lançamento do Xbox Series X, nós mostramos por aqui como o uso do componente pode fazer a diferença. Em Forza Horizon 4, a diferença nas telas de carregamento com um SSD é gritante.

    Preço e data de lançamento de Forza Horizon 5

    Forza Horizon 5 tem lançamento marcado para o dia 09 de novembro de 2021. A versão de PC está disponível na Steam custando R$ 249,00 na edição padrão. O jogo também estará disponível no Xbox One, Xbox Series X e S pelo mesmo preço, trazendo compatibilidade com PC e também xCloud com uma única compra.

    Compre Forza Horizon 5 aqui

    Para quem não quer gastar no game, Forza Horizon 5 também estará disponível para o Xbox Game Pass no dia do lançamento, em 9 de novembro. Atualmente, a assinatura está em promoção e sai por R$ 5 no primeiro mês.

    Leia também

    xCloud: como converter Live Gold em Xbox Game Pass Ultimate

    Ride 4: veja requisitos e preço do jogo no PC

  • Vale a pena comprar um suporte de celular para o controle do Xbox?

    Vale a pena comprar um suporte de celular para o controle do Xbox?

    Segundo a Pesquisa Games Brasil, o celular é a plataforma favorita dos brasileiros e se tornou o local preferido para jogar de 41,6% dos gamers do nosso país. Apesar de já ter flertado com os games mobile, nunca me tornei um entusiasta do meio, mas um pedaço de plástico de R$ 40 está mudando esse cenário.

    Estou falando de um acessório que não possui um nome oficial, mas aparece em lojas online como “suporte” ou “base para utilizar o celular com um controle de Xbox. A missão do aparato é anexar o celular na horizontal com um controle do Xbox Series X e S, ou de Xbox One. Como possuo alguns joysticks da Microsoft por aqui, resolvi apostar no produto.

    Esse pedaço de plástico custa cerca de R$ 40 e consegue juntar seu celular e controle Xbox. (Imagem: Mateus Mognon)

    Apesar de ser simples a ponto de você questionar o preço de R$ 40 (esse é o valor na Amazon), a presilha plástica pode fazer uma grande diferença na hora de jogar no celular.

    Confortável

    A principal magia do acessório é melhorar o conforto na hora de jogar. A presilha permite utilizar o celular na horizontal enquanto segura o controle do Xbox. O design do suporte permite pressionar o botão de sincronização o joystick e também utilizar fones de ouvido no celular.

    A extensão do clipe também não deixa a desejar. Atualmente, estou utilizando o “brinquedinho” com um Samsung Galaxy S20 FE, que possui uma tela de 6,5 polegadas. O acessório aguenta o celular com a capinha de proteção com folga e deixa o smartphone preso com rigidez durante o uso.

    O acessório é bem simples e pode mudar a sua relação com os jogos no smartphone. (Imagem: Mateus Mognon)

    O suporte é otimizado para o controle do Xbox Series X/S e até vem com um buraquinho para comportar o novo botão Share. A embalagem também inclui uma “almofadinha” que adapta o design para o joystick do Xbox One.

    Vale lembrar que o controle do Xbox One S vem com Bluetooth e pode ser utilizado com mais suportes disponíveis no mercado. Alguns dos produtos contam até com designs mais elaborados e funcionam melhor como um tripé ou base. No entanto, como grande parte desses produtos são feitos de plástico barato, é sempre bom ser cuidadoso para garantir mais longevidade para o acessório.

    Limitações do celular

    Independente do suporte ou controle, ainda existem pontos no mundo mobile que podem atrapalhar o jogador clássico de consoles e PCs. O primeiro ponto são as interfaces. Tirando jogos 100% pensados para mobile, muitos games não adaptam a interface para as telas menores, o que dificulta visualizar os conteúdos no celular.

    Dependendo do tamanho de sua tela, você precisará colar o rosto no celular para ler menus e interfaces. (Imagem: Mateus Mognon)

    Até mesmo blockbusters como Fortnite pecam no quesito visualização. Ao jogar no controle, o usuário fica mais afastado da tela, o que não combina muito bem com as fontes pequenininhas utilizadas nos menus.

    A situação também não é amigável na hora do streaming de games. Durante os últimos dias, testei o gameplay com a base e o controle no Xbox. O gameplay flui sem problemas, até que o jogador precise ler alguma informação na tela.

    Cadê meu GeForce Now?

    Para quem joga no PC e está em busca de mais liberdade, o uso de um clipe para aliar o celular com o controle também é uma boa pedida. O Steam Link funciona muito bem com controles Bluetooth e permite que você transmita jogos do seu PC para o celular.

    Compre o produto aqui

    O suporte para resolução ultrawide no PC também garante uma visualização melhor no celular. Enquanto o xCloud limita o streaming na proporção 16:9, o Steam Link permite que o jogo seja enviado ao celular em 21:9, aproveitando melhor a visualização do conteúdo.

    Controle do Xbox Series S com presilha e celular Galaxy S20 FE rodando o beta do xCloud. (Imagem: Mateus Mognon)

    O maior empecilho em usar o Steam Link é a dependência do computador. A plataforma permite até mesmo que você desligue o PC pelo celular, mas o streaming só funciona com os dois aparelhos conectados na mesma rede.

    A limitação mostra o valor do GeForce Now, a plataforma da Nvidia que chegará gratuitamente no Brasil ainda em 2021. O serviço permitirá fazer streaming de games do PC diretamente da nuvem para o celular, garantindo mais liberdade na hora de jogar.

    Com a expansão de soluções como o GeForce Now e xCloud no nosso país, está cada vez mais simples jogar um game AAA em qualquer lugar. Nesse cenário, pagar R$ 40 para ter um pouco mais de conforto na hora de aproveitar os games no smartphone certamente é um bom negócio. Agora só precisamos esperar que as empresas trabalhem em mais opções de acessibilidade pensadas para as telas menores.

    Veja também:

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  • Ride 4: veja requisitos e preço do jogo no PC

    Ride 4: veja requisitos e preço do jogo no PC

    O jogo de corrida Ride 4 ganhou notoriedade recentemente por causa de um vídeo de gameplay no PlayStation 5. Apesar de ter ganhado fama graças ao console da Sony, o game também conta com versões para Xbox e PC, bem como consoles da geração passada.

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