Categoria: PC

  • JBL Quantum 100 – Review: vale a pena por R$ 175?

    JBL Quantum 100 – Review: vale a pena por R$ 175?

    O mercado de fones de ouvido gamers é dominado por marcas famosas como Logitech, Razer e HyperX, mas a JBL também possui uma linha de headsets que se destacam pelo custo-benefício. Um dos modelos mais acessíveis da série é o JBL Quantum 100, que chama a atenção em promoções como a Black Friday e Cyber Monday.

    Com baixo custo, o produto com certeza chama a atenção por atuar com preços abaixo dos R$ 200. Mas, afinal, vale a pena investir no JBL Quantum 100? Após dois anos de uso com o produto, confira nossa opinião sobre o fone de ouvido baratinho voltado para games.

    Confira as especificações completas do produto no site da JBL, bem como um resumo na ficha técnica a seguir. Abaixo, veja também nossa experiência ao usar o aparelho, que foi comprado em 2020 por R$ 180.

    Conheça o produto

    • Preço: em torno de R$ 180
    • Driver: 40 mm dinâmicos com haste flexível
    • Frequência de resposta dos drives: 20 Hz a 20.000 Hz
    • Impedância: 32 ohms
    • Cores: preto e branco
    • Conexão: via cabo com conector de 3,5 mm
    • Design: plástico com espuma superior antitranspirante e corino nas almofadas
    • Microfone: direcional removível
    • Botões: volume e mute para o microfone
    • Dimensões: 10,2 x 8,9 x 2,5 cm
    • Peso: 220 g

    Como está o JBL Quantum após dois anos de uso? Veja pontos fracos

    Enquanto o preço do headset pode ser baixo, a economia cobra seu preço no design do produto. Após um ano de uso, o corino do JBL Quantum 100 já começou a descascar, com praticamente todo o acabamento que entra em contato com a orelha caindo após 48 meses.

    A queda do corino não atrapalha no uso, com as almofadas ainda sendo confortáveis de serem utilizadas e isolando o som de forma decente. O modelo também possui uma espuma superior antitranspirante, que melhora o uso durante longas sessões.

    O maior problema, porém, fica para a construção em plástico combinada com um cabo que não é muito grande, com cerca de 1,2 metro. A combinação é receita para desastre e pode acabar causando danos rapidamente ao produto.

    O JBL Quantum 100 possui o corpo integralmente feito de plástico em sua parte exterior. Enquanto a parte das almofadas pode ser dobrada para facilitar o transporte, o fone de ouvido conta com uma construção bastante frágil e que pode quebrar sem muita dificuldade.

    Se você tem o costume de usar o fone conectado no PC, é bom ter bastante cuidado durante o uso. Sabe quando você vai sair do computador e acaba esquecendo que está usando o headset? Isso pode ser fatal para o corpo de plástico do Quantum 100.

    Mesmo com poucos acidentes durante o uso do Quantum 100 durante dois anos, os dois lados do fone de ouvido já estão praticamente acabados. Enquanto a parte direito já exibe fortes desgastes, o lado direito só está funcionando por causa de meio rolo de fita adesiva.

    Qualidades do fone de ouvido

    Apesar de o design do fone de ouvido ser bastante simples, é importante ressaltar que o som é competente para um headset abaixo dos R$ 200. Mesmo com o corpo do headset todo escoriado, o JBL Quantum 100 ainda funciona bem por aqui.

    Os drivers de 40 mm garantem uma boa experiência com música, videochamadas e também com games, e o botão de volume lateral permite ajustar o áudio com facilidade. Não estamos falando de um produto que vai te dar uma imersão gigantesca de áudio, mas para um modelo que possui conexão de 3,5 mm e é barato, a qualidade é bem decente.

    O grande destaque do JBL Quantum 100, no final das contas, fica para sua versatilidade. O cabo com conexão de áudio de 3,5 mm permite que o dispositivo seja utilizado em computadores, celulares e também em consoles, como Nintendo Switch, PS5, Xbox Series S e X. Ou seja, o fone barato da JBL pode ser utilizado em qualquer produto com facilidade.

    Além da conexão de áudio com bastante compatibilidade, o produto também possui microfone direcional removível, que pode ser flexionado para melhorar o uso e traz botão de mudo. O dispositivo de captura de som tem uma qualidade boa para o preço e pode ser retirado do corpo do fone, caso você queira utilizar o headset fora de casa ou precise do tamanho mais compacto para uma viagem.

    Assim, o fone entrega uma experiência básica de qualidade para jogar online, mas também serve como uma solução prática para ser utilizada com o celular ou em viagens. No fim das contas, ele é mais um headset de entrada que um produto verdadeiramente gamer.

    Pontos fortes

    • Microfone removível versátil
    • Entrada de 3,5 mm compatível com vários produtos
    • Som decente para a categoria de preço

    Pontos fracos

    • Corino lateral desgastou rapidamente
    • Construção em plástico quebra muito fácil
    • Cabo podia ser maior

    Vale comprar por R$ 175?

    Atualmente, o JBL Quantum pode ser encontrado por preços na casa dos R$ 175 em lojas como a Amazon. Por esse preço, o modelo vale a pena para quem busca um dispositivo versátil, que não vai ficar apenas preso ao computador.

    JBL Quantum 100 na Amazon – R$ 175

    Além disso, é bom ficar de olho na questão do design de plástico do JBL Quantum 100. Por aqui, o produto quebrou com bastante facilidade, com o corino das almofadas se desgastando já no primeiro ano de uso.

    Se você não se importa com o microfone removível, um modelo com qualidade similar de áudio e construção melhor, com hastes de metal, é o HyperX CloudX Core, que apareceu na Amazon em 2022 por R$ 107. Por esse preço, vale bem mais a pena apostar no modelo gamer da HyperX, que traz otimizações para o Xbox, mas conta com conexão 3,5 mm e também funciona no PC, celular e outros consoles.

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  • Copa do Mundo do FIFA 23: veja uniforme das 32 seleções

    Copa do Mundo do FIFA 23: veja uniforme das 32 seleções

    No dia 9 de novembro, a EA disponibilizou gratuitamente para todos que possuem o FIFA 23 a DLC da Copa do Mundo, que permite disputar como uma das 32 seleções classificadas em uma recriação solo completa da FIFA World Cup 2022. 

    Além de poder jogar com as seleções que irão disputar o torneio, você poderá criar um torneio personalizado incluindo seleções que não irão disputar o mundial. O modo Copa do Mundo no FIFA 23 também oferecerá partidas rápidas, tanto offline contra a IA e modos onlines também contra outros jogadores. 

    Confira agora como estão os uniformes das 32 seleções que irão disputar o torneio.

    Catar

    Equador

    Holanda

    Senegal

    Estados Unidos

    Inglaterra

    Irã

    País de Gales

    Argentina

    Arábia Saudita

    México

    Polônia

    França

    Dinamarca

    Tunísia

    Austrália

    Espanha

    Alemanha

    Japão

    Costa Rica

    Bélgica

    Canadá

    Marrocos

    Croácia

    Brasil

    Sérvia

    Suíça

    Camarões

    Portugal

    Gana

    Uruguai

    Coreia do Sul

  • Warzone 2.0: o que é o modo DMZ?

    Warzone 2.0: o que é o modo DMZ?

    Warzone 2.0 será lançado em 16 de novembro e promete trazer uma experiência que vai além do battle royale. O jogo gratuito também contará com um modo chamado DMZ, que está sendo bastante comentado desde a revelação do título, mas ainda rende mistérios.

    Seguindo os passos de jogos como Escape from Tarkov, o modo DMZ vai aproveitar toda a estrutura do battle royale, mas funcionará de forma diferente: os jogadores poderão andar livremente no mapa para cumprir objetivos e ir embora.

    Como funciona o DMZ

    O modo DMZ de Warzone 2.0 é definido como um modo de extração. Mais do que simplesmente matar inimigos, os jogadores precisam realizar objetivos no mapa, levando o tempo que precisarem dentro de Al Mazrah.

    Segundo define a Activision, o modo DMZ funciona com mundo aberto e traz foco em narrativa. Além disso, o mapa também inclui, além de outros jogadores e esquadrões, inimigos controlados por inteligência artificial.

    Mais do que brigar com inimigos, você precisa cumprir missões no modo DMZ

    O objetivo do modo é dar total liberdade para os jogadores encararem o mapa de Al Mazrah e cumprirem missões baseadas em facções, bem como objetivos secundários. Tudo isso acompanhado da luta pela sobrevivência para sair do mapa com segurança.

    Qual a diferença do battle royale e o DMZ?

    Como explicado acima, a principal diferença entre os dois modos de Warzone 2.0 está em como encarar o novo mapa. Enquanto os jogadores do battle royale tem como principal objetivo matar inimigos e sobreviver ao gás, o DMZ conta com uma experiência mais ampla, com um mapa totalmente aberto e com objetivos.

    Mesmo com as diferenças, os dois modos ainda vão compartilhar similaridades. Assim como o battle royale, o mapa será o mesmo no DMZ, que também contará com estações de compra, ferramentas de loot e loadout de armas.

    Graças à chegada do DMZ, o battle royale também receberá algumas mudanças, como informado pela Activision, incluindo algumas mecânicas que lembram jogos como PUBG. O loadout de Warzone 2.0, por exemplo, será diferente para funcionar melhor com o modo de extração, deixando a arma primária e uma mochila com os equipamentos quando o jogador morre.

    A Activision promete que trará mais detalhes sobre o modo quando o lançamento de Warzone 2.0 estiver mais próximo. No entanto, alguns influenciadores já estão fazendo transmissões ao vivo com gameplays do novo modo de jogo, revelando mais detalhes sobre a jogabilidade.

    Warzone 2.0, incluindo o modo DMZ, será lançado gratuitamente em 16 de novembro no PC e consoles PlayStation e Xbox.

  • Principais lançamentos de jogos em novembro de 2022

    Principais lançamentos de jogos em novembro de 2022

    Novembro será um mês movimentado para o mundo dos games com lançamentos de peso, que podem até concorrer ao prêmio de melhor jogo do ano.

    Além de franquias icônicas retornarem, como God of War, Pokémon e Sonic, teremos a estreia de um novo jogo free-to-play aguardado. Estamos falando de Warzone 2.0, que será lançado para complementar a experiência de Call of Duty Modern Warfare 2, já disponível.

    Confira abaixo as principais novidades chegando em novembro de 2022 no mundo dos games.

    Football Manager 2023

    • 8 de novembro

    Football Manager 2023 é o simulador completo de futebol, que mais se aproxima da gestão real de um clube. No jogo, você poderá gerenciar todos os aspectos táticos de um time, poderá controlar o orçamento, prospectar, comprar ou vender jogadores. Além disso, você acompanhará os jogos do seu clube podendo alterar a qualquer momento os jogadores que irão a campo e qual o plano realizar para conseguir a tão desejada vitória.

    Por questões de licenças, o FM não é mais comercializado no Brasil, mas ainda há maneiras de ter acesso ao game. Existem sites especializados em comprar e ativar o Football Manager na sua própria conta da Steam, ou ainda pode tentar mudar de região para ter acesso ao jogo no Game Pass, já que ele também será lançado no catálogo de jogos por assinatura da Microsoft.

    Football Manager 2023 será lançado em 08 de novembro para PS5, Xbox Series S|X, Xbox One e PC.

    Sonic Frontiers

    • 8 de novembro

    Sonic Frontiers é a primeira aventura do nosso ouriço azul em mundo aberto, onde ele terá que desvendar os mistérios das ruínas de uma antiga civilização, situada nas Starfall Islands e que é assolada por hordas robóticas.

    Sonic Frontiers será lançado em 08 de novembro para PS5, PS4, Nintendo Switch, Xbox Series X|S, Xbox One e PC.

    God of War Ragnarök

    • 9 de novembro

    God of War Ragnarök é a tão esperada sequência do aclamado God of War de 2018, que foi eleito melhor jogo do ano em seu lançamento. Enquanto os Deuses se preparam para para uma batalha profetizada que causará o fim do mundo, Kratos e Atreus devem viajar pelos Nove Reinos em busca de respostas.

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    Enquanto Atreus busca conhecimento para entender a profecia de “Loki” e definir o papel dele no Ragnarök, Kratos tenta se desacorrentar do medo de repetir erros do passado para ser o pai que Atreus precisa. Com a ameaça do Ragnarok se aproximando, Kratos e Atreus terão de escolher entre a segurança deles próprios e a dos reinos.

    God of War Ragnarök será lançado em 09 de novembro para PS5 e PS4.

    Warzone 2.0 – 16/nov

    Warzone 2.0 é a continuação do battle royale gratuito da Activision, que chega em novembro com o mesmo motor gráfico do recém lançado Call of Duty: Modern Warfare 2, para aproveitar a nova geração de consoles. A sequência tem um mapa novo também, o Al Mazrah é um mapa maior, mais dinâmico e recompensador comparado ao mapa do jogo antecessor e neles os jogadores encontrarão enorme área metropolitana com cidades costeiras e uma cidade inteira para explorar.

    Além disso, Warzone 2.0 traz uma tempestade diferente da tradicional, em que as zonas seguras são dividas entre o mapa ao longo de uma partida que converge em uma única zona segura à medida que a partida se aproxima do final.

    Warzone 2.0 será lançado em 16 de novembro para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC.

    Goat Simulator 3

    • 17 de novembro

    Goat Simulator 3 é o caos em forma de cabra e chega neste mês com uma nova experiência rural de mundo aberto, que vai te colocar de novo nas patas da protagonista favorita de ninguém (de acordo com as palavras dos desenvolvedores, nós o amamos).

    Goat Simulator 3 traz também a oportunidade de fazer maluquices em grupo, já que no novo jogo da Coffee Stain é possível convidar até três pessoas no modo cooperativo local ou online e destruir tudo como um time ou competir nos minijogos e perder as amizades no processo. Normal.

    Goat Simulator 3 será lançado em 17 de novembro para PS5, Xbox Series X|S e PC.

    Pokémon Scarlet e Pokémon Violet

    • 18 de novembro

    Pokémon Scarlet e Pokémon Violet introduzem a 9º geração de Pokémons em um jogo situado na região de Paldea, uma vasta área cheia de lagos, picos imponentes, desertos, vilarejos e cidades em expansão. Com novos personagens, novos monstrinhos e nova região, Pokémon Scarlet e Violet te permite ser um desafiante na Victory Road, onde você desafiará Ginásios em lugares diferentes e terá como objetivo alcançar a classificação Campeão ou participar da Path of Legends em que você enfrentará gigantescos Pokémon Titans que guardam ingredientes raros.

    Pokémon Scarlet e Pokémon Violet será lançado em 17 de novembro para Nintendo Switch.

    Evil West

    • 22 de novembro

    Quando uma ameaça sombria consome a fronteira estadunidense, resta a você, um dos últimos agentes em um instituto de caça a vampiros ultra-secreto, salvar a humanidade de um terror profundo que emerge das sombras.

    Evil West é um FPS em terceira pessoa com algumas características de jogos hack and slash e chega com visuais deslumbrantes, pronto para tirar o máximo dos hardwares de nova geração. Além de combater o mau sozinho, você poderá chamar um amigo para em modo co-op participar deste combate visceral e explosivo ambientado no velho oeste.

    Evil West será lançado em 22 de novembro para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC

  • No Russian: como Call of Duty MWII Remake lida com a polêmica missão?

    No Russian: como Call of Duty MWII Remake lida com a polêmica missão?

    Em uma das missões mais polêmicas da história da franquia Call of Duty, um grupo de quatro atiradores aparece em um elevador e se prepara para um massacre em um aeroporto de Moscou. Antes do início da ação, que o jogador acompanha em primeira pessoa, o líder da empreitada, o vilão Makarov, relembra: “No Russian”.

    Enquanto a fala, em um primeiro momento, parece remeter ao fato de que os atiradores não devem atirar em pessoas russas, o significado é diferente: o grupo não deve falar russo durante a ação. O personagem do jogador, que é um espião infiltrado, só descobre isso no final, quando leva um tiro de Makarov e fica morto no local, para que os americanos sejam incriminados pelo atentado.

    Disponível no Call of Duty Modern Warfare 2 e também na versão remasterizada de 2020, a missão No Russian certamente é uma das mais comentadas da história da série. Afinal, o game coloca o jogador no papel de um terrorista, dando a possibilidade de assassinar pessoas inocentes.

    Com uma temática tão pesada, um legado famoso na franquia e a situação atual do mundo, existiam dúvidas sobre como a polêmica missão seria abordada em Call of Duty Modern Warfare II, o novo remake da série. Com a campanha já disponível para quem fez a pré-compra do jogo, agora temos uma resposta de como No Russian foi abordada na releitura do clássico game.

    Cuidado: o texto a seguir pode conter spoilers da história de Call of Duty Modern Warfare 2 de 2022

    Como No Russian aparece no novo Call of Duty MWII?

    Em um primeiro momento, a solução da Activision e da Infinity War para abordar No Russian foi, simplesmente, não abordar a missão. Enquanto existem russos envolvidos na trama do novo Modern Warfare II, o jogo nem mesmo deu abertura para a presença da polêmica missão em seu enredo.

    O grande foco da campanha de COD MWII fica para conflitos com um terrorista iraniano e também com um cartel mexicano. As verdadeiras ameaças russas só aparecem como referências no final do jogo, abrindo portas para uma continuação.

    No entanto, No Russian aparece em Call of Duty Modern Warfare 2 em forma de cena pós-créditos. Após a conclusão da campanha principal, o jogador é apresentado a uma cena que se passa em um avião. Uma pessoa monta uma arma e envia uma mensagem de texto, possivelmente para Makarov, dizendo que está pronta, e em seguida recebe a mensagem: No Russian.

    Modern Warfare 3 Remake ou DLC de história?

    Ou seja, caso No Russian e o vilão Makarov realmente ganhem vida na nova franquia Modern Warfare, isso só deve acontecer em um possível MW3 Remake ou em conteúdos extras lançados futuramente para o jogo que está saindo agora. É importante ressaltar, no entanto, que nada foi confirmado até agora: existe, também, a chance de o conteúdo ser apenas um aceno, uma referência aos fãs de longa data da franquia.

    Considerando a situação atual geopolítica do mundo, com a Rússia em guerra com a Ucrânia, a ausência de No Russian em Call of Duty Modern Warfare 2 é até positiva. Afinal, a presença da missão poderia colocar ainda mais lenha na fogueira das relações internacionais que vivemos atualmente.

    Resta agora aguardar para ver o que o futuro da franquia nos reserva. Algumas especulações apontam que Call of Duty Modern Warfare 2 pode receber DLCs de história futuramente, o que pode incluir missões voltadas para o núcleo de vilões russos. Segundo especulações que vazaram ainda em outubro, a Activision estaria planejando o lançamento de conteúdos premium em 2023 e 2024 para COD MW2, o que seria uma oportunidade interessante para expandir a campanha.

    No entanto, caso a Activision guarde as reviravoltas para um possível Call of Duty Modern Warfare 3, a conclusão dessa história ainda pode demorar. Afinal, a companhia ainda possui ciclos de desenvolvimento longos entre seus jogos — algo que também pode mudar no futuro.

    Como eu já disse em textos anteriores sobre a franquia no Jornal, acho um delito a Activision lançar um jogo da série Call of Duty por ano. Em um mundo de jogos que evoluem constantemente, a empresa certamente poderia aproveitar melhor COD MW2 e trazer conteúdos de história como conteúdo extra: assim, a empresa manteria o multiplayer vivo, ao mesmo tempo em que poderia aproveitar melhor os desdobramentos da história em um único título.

    Call of Duty Modern Warfare 2 chega em 28 de outubro no PC e consoles PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S e X. As capturas presentes neste artigo foram realizadas na versão de Xbox Series X, disponível por a partir de R$ 329.

    Veja também:


    A cópia de análise utilizada pelo Jornal dos Jogos foi cedida pela Activision Brasil.

  • Gaúcho and the Grassland e a história de Django

    Gaúcho and the Grassland e a história de Django

    Lançado em 2007, o filme da Pixar Ratatouille conta com uma das cenas que melhor sintetizam o sentimento de nostalgia. O crítico Anton Ego, ao visitar o restaurante Gusteau’s, recebe do chefe um prato de ratatouille. Comida simples, feita com legumes refogados, normalmente servida por camponeses.

    Enquanto a escolha inesperada do “chefe” gera desconfiança no início, o crítico viaja no tempo ao dar a primeira garfada na mistura: o prato faz o duro crítico se lembrar da infância no interior, em uma cena emocionante e icônica.

    Assim como Anton Ego, passei por uma viagem emocional similar recentemente, mas meu “prato” foi o jogo Gaúcho and the Grassland, servido em uma demonstração cedida pelo estúdio brasileiro Epopeia Games.

    Enquanto Anton Ego derrubou seu garfo após a primeira mordida no guisado de legumes, eu acabei mergulhando em memórias enquanto coletava itens e explorava a relva verde do jogo com vibe de Stardew Valley. A viagem foi tão intensa que até me lembrou de um personagem que estava dormente na minha vida: Django.

    Não estou falando do protagonista do filme homônimo de Quentin Tarantino, tampouco do software de programação: Django é o apelido do meu falecido padrinho, um ginete que viveu nas pampas do Rio Grande do Sul, domando cavalos e tocando gado, sempre com uma cuia de chimarrão ao seu alcance.

    Enquanto a ponte entre um tropeiro que viveu no sul e o protagonista de um jogo baseado na cultura gaúcha é bem clara, a força emocional das minhas memórias foi tão implacável quanto o vento minuano em um dia frio.

    A vida no campo em jogo

    A demonstração de Gaúcho and the Grassland é simples, mas bastante efetiva. Disponível para quem fizer a compra antecipada do game, a prévia te coloca para viver como um gaúcho nos verdejantes campos do sul, apenas com um cavalo e um cão como seus parceiros.

    Com um sistema de construção e coleta bastante fofo e funcional, o jogo estimula que você explore a região para construir seu rancho e montar um rebanho. Além disso, mistérios também rondam os pampas, que são abençoadas pela presença do Negrinho do Pastoreio.

    Assim como Stardew Valley e outros simuladores de fazendinha, Gaúcho and the Grassland é uma grande homenagem à vida no interior, recheado de simplicidade, com os prazeres de concluir tarefas e construir uma vida pacata. A diferença, como o nome já aponta, está no gaúcho: a obra da Epopeia Games é recheada de referências à cultura riograndense, desde a dublagem de qualidade até a presença de fauna e flora locais.

    E essa localização é tão bem produzida que o jogo não apenas retrata a cultura gaúcha com carinho e precisão, mas é capaz de levar jogadores que cresceram na região para uma viagem recheada de memórias.

    Um protagonista familiar

    Assim como o protagonista de Gaúcho and the Grassland, meu padrinho Django, que morreu quando eu ainda era criança, não tinha uma backstory. Desde que me lembro, ele só estava lá: minha família morava no interior e o cavaleiro cuidava de uma fazenda próxima, o que gerou uma relação de amizade sólida, mas que não envolvia o passado.

    Tal qual o protagonista da Epopeia Games, meu padrinho também não tinha nome: durante seu tempo de vida, eu jamais soube como ele era realmente chamado, e pouquíssima gente da região sabia: a única alcunha que lhe servia era Django, apelido inspirado no clássico personagem de faroeste dos anos 60.

    Assim como o protagonista do game, Django contava apenas com dois companheiros de trabalho: o cavalo Pé de Pano e o cachorro Caçula.

    Enquanto ele não carregava uma metralhadora em um caixão para vingar a esposa, sempre andava com uma cara amarrada e de chapéu, pronto para lutar contra os perigos dos pampas — ou compartilhar uma cuia de chimarrão. E antes de Jamie Foxx e Quentin Tarantino ensinarem ao mundo que o “d” de Django é mudo, isso já era lei no interior de Lagoa Vermelha, onde todo mundo chamava o tropeiro apenas de “Jango”.

    Ele não tinha família, seus filhos moravam longe. Vivia sozinho e apenas trabalhava em seu rancho, assim como o simpático personagem de Gaúcho and the Grassland. E para deixar tudo ainda mais profundamente familiar, Django contava apenas com dois companheiros de trabalho, inseparáveis e sempre presentes: o cavalo Pé de Pano e o cachorro Caçula.

    A vida dedicada ao campo

    Apesar da cara de poucos amigos, Jango era um cara bem simpático e, como todo bom gaúcho, sempre visitava os vizinhos para contar causo e tomar chimarrão, o que eventualmente fez ele se tornar meu padrinho. No final do dia, quando voltava para seu rancho, tornava-se apenas uma silhueta escura de chapéu, com seu cavalo e cusco, sumindo no horizonte dos campos riograndenses.

    Assim como o sistema de gameplay de Gaúcho and the Grassland, a vida de campeiro no interior é simples e recheada de pequenas vitórias diariamente, mas vem acompanhada de solidão. No caso de Jango, os amigos eram praticamente NPCs em uma vida single-player, dedicada ao campo e ao trabalho.

    Django, um personagem esquecido do interior do Rio Grande do Sul. Arte: @zsbianca, feita para o Jornal dos Jogos

    E quando o campo é retirado do campeiro, um pouco da vida também se esvai. Eu lembro até hoje da última vez que vi Django, em um asilo no interior do Rio Grande do Sul. Sem seu cavalo, seu cachorro e os pampas, ele ainda sobrevivia como um velho homem, disposto a sorrir, mas sem o brilho que o fazia proteger o gado e domar animais selvagens com maestria.

    Em sua morte, Django ainda voltou para a terra que sempre lhe deu vida. Seguindo os ritos tradicionais do interior riograndense, o velho tropeiro foi enterrado em um cemitério de comunidade, na colina de uma lavoura, onde o vento minuano canta e o sol se esconde atrás das árvores. Descansou, sozinho, no solo que serviu de chão para suas últimas andanças como campeiro.

    Uma faísca de lembrança

    O filme Coco, de 2017, traz uma premissa interessante para a vida após a morte: uma alma só deixa de existir após a última pessoa viva se esquecer dela. Em um mundo com discos rígidos com petabytes, as memórias têm um peso importantíssimo, mas com tanta informação nos cercando diariamente, não é difícil acabar se esquecendo dos pequenos detalhes da vida.

    Graças ao trabalho realizado pela Epopeia Games, sinto que a memória de Django, e de tantos outros campeiros esquecidos do interior, está encapsulada de uma forma bela e que vai perdurar com as novas gerações. Mais do que uma simples homenagem à cultura da região sul, Gaúcho and the Grassland chega a ser o retrato de uma realidade cada vez mais rara, mas que agora ganha vida em uma nova forma de arte, dinâmica e que conversa com um público cada vez mais conectado.

    Comecei a jogar o game da Epopeia como um gaúcho desviado, que cresceu no interior riograndense, mas deixou as tradições de lado para viver em um mundo repleto de tecnologia. Agora, publico este texto vestindo bombacha, tomando um amargo chimarrão, acompanhado da doce lembrança de um personagem icônico da minha infância, que praticamente ganhou vida em um videogame feito no Brasil.

    Com apenas uma demonstração, Gaúcho and the Grassland já mostra o poder e impacto de jogos feitos no Brasil, para brasileiros e SOBRE histórias brasileiras. Kratos que me perdoe, mas nem God of War conseguiu me entregar uma experiência assim.


    Com lançamento previsto para 2023, Gaúcho and the Grassland pode ser comprado antecipadamente por R$ 30 na Nuuvem e também possui uma página na Steam.

  • Silent Hill 2 e mais: veja trailers revelados pela Konami

    Silent Hill 2 e mais: veja trailers revelados pela Konami

    Após deixar vazar muita coisa, inclusive uma live inteira, a Konami revelou que finalmente ouviu os fãs e está fazendo jogos de Silent Hill. E você não leu errado: são JOGOS, no plural.

    A companhia apresentou diversos projetos envolvendo a franquia durante sua transmissão ao vivo focada em Silent Hill. Confira abaixo todos os jogos da saga de terror que estão chegando futuramente.

    Silent Hill 2

    Carro-chefe da nova leva de games, Silent Hill 2 é um remake que será feito pela Bloober Team, que é conhecida por ter desenvolvido The Medium. O jogo ganhou um trailer longo mostrando detalhes da história, gráficos renovados e o famoso Pyramid Head.

    Ainda sem data de lançamento, Silent Hill 2 será lançado no PC e PS5, e será exclusivo de console da plataforma da Sony por pelo menos 12 meses.

    Confira mais detalhes na página oficial na Steam.

    Silent Hill Townfall

    Desenvolvido pelo estúdio No Code, de Stories Untold e Observation, Silent Hill Townfall será publicado pela Annapurna Interactive e coproduzido pela Konami. O trailer dá uma ideia da atmosfera do jogo, que não tem data de lançamento, mas não revela muitos detalhes sobre gameplay.

    Silent Hill Ascension

    SH Ascension é um novo projeto de Silent Hill criado pela Genvid Entertainment, que é especializada em experiência de mídia imersivas. Trata-se de uma série interativa que promete colocar os espectadores, em conjunto, para fazer escolhas enquanto assistem.

    Silent Hill F

    Um jogo inédito dentro da franquia principal, Silent Hill F contará com uma história inédita feita pelo autor japonês conhecido como Ryukishi07. O título promete uma narrativa que se passa no Japão dos anos 60, em um mundo “lindo, mas horripilante.”

    O desenvolvimento do projeto, que ainda não tem data de lançamento ou plataformas confirmadas, será realizado Neobards Entertainment, que tem em seu currículo o infame Resident Evil Re:Verse.

    Veja também:

  • Uncharted: Legacy of Thieves Collection no PC: veja requisitos e preço

    Uncharted: Legacy of Thieves Collection no PC: veja requisitos e preço

    Mais jogos de PlayStation acabam de dar as caras no computador. Esta quarta-feira (19) marca a chegada de Uncharted: Legacy of Thieves Collection no computador. Com dois jogos em um pacote, a coletânea marca a estreia oficial da franquia de Nathan Drake nos computadores

    Já disponível no PS5, a coletânea conta com Uncharted 4: A Thief’s End e o DLC standalone The Lost Legacy. Para quem não está por dentro, os jogos marcam o fim da caminhada do protagonista Nathan, em uma jornada cinematográfica que estreou originalmente em 2016, exclusivamente no PS4.

    “Cada história vem cheia de comédia, drama, combates eletrizantes e momentos que vão deixar os jogadores maravilhados — tudo remasterizado para você se envolver ainda mais”, descreve a PlayStation.

    Uncharted 4 em ultrawide no PC? Sim!

    Para quem se importa com a performance, a coletânea Legado dos Ladrões também promete recursos exclusivos para o PC. O port para computador de Uncharted inclui suporte para ultrawide, resolução e tecnologias como DLSS e FSR 2.0, para aprimorar a experiência de jogo.

    Quem possui um DualSense, o controle do PS5, também pode aproveitar os recursos exclusivos do joystick no computador, basta usá-lo via conexão cabeada.

    Seu PC roda Uncharted?

    Agora que o jogo deixa de estar apenas disponível em consoles PlayStation, finalmente podemos fazer uma pergunta quase inacreditável: seu computador vai encarar a coletânea de Uncharted?

    Como estamos falando de jogos que nasceram originalmente no PlayStation 4, a tendência é que até mesmo computadores mais modestos consigam rodar Uncharted: Legacy of Thieves Collection sem muita dificuldade. Veja abaixo os requisitos mínimos e recomendados!

    Requisitos Mínimos:

    Sistema Operacional: Windows 10 64-bit
    Armazenamento: 126 GB HDD
    Processador: Intel i5-4330 ou AMD Ryzen 3 1200
    Memória: 8 GB de RAM
    Placa de vídeo: NVIDIA GTX 960 (4 GB) ou AMD R9 290X (4 GB)
    DirectX: 12

    Requisitos Recomendados:

    Sistema Operacional: Windows 10 64-bit
    Armazenamento: 126 GB SSD
    Processador: Intel i7-4770 ou AMD Ryzen 5 1500X
    Memória: 16 GB de RAM
    Placa de vídeo: NVIDIA GTX 1060 (6 GB) ou AMD RX 570 (4 GB)
    DirectX: 12

    Quanto custa Uncharted no PC?

    A coletânea Uncharted: Legacy of Thieves Collection estreia no PC seguindo os padrões de preço e distribuição da PlayStation. O game pode ser comprado na Steam e na Epic Store por R$ 199,90, mas também é distribuído em lojas terceirizadas por valores mais amigáveis.

    A Nuuvem, que distribui códigos do jogo para a Steam, está oferecendo Uncharted por R$ 179,99 por tempo limitado. Além disso, a loja conta com um sistema de cashback em moedas, que garante desconto em outras compras.

    Em grau de comparação, o valor padrão no PS5 é de R$ 249,50 na edição digital, mas a edição em mídia física custa em torno de R$ 150 em lojas como a Amazon.

  • Veja os requisitos de Call of Duty: Modern Warfare II no PC

    Veja os requisitos de Call of Duty: Modern Warfare II no PC

    Call of Duty: Modern Warfare II chega para todas as plataformas, incluindo PC, no dia 28 de outubro. No entanto, quem fizer a pré-venda do jogo possui um benefício especial: a campanha single-player será liberada nesta sexta-feira (21), com uma semana de antecedência.

    Com o pré-lançamento cada vez mais próximo, tivemos mais detalhes sobre o game revelados, incluindo a data e horário de liberação do acesso antecipado à campanha, bem como os requisitos para rodar o game da Activision no PC. 

    Pré-download e acesso antecipado

    Se você adquiriu a versão de PC do COD Modern Warfare II na pré-venda, poderá fazer o pré-download do jogo a partir de 19 de outubro, às 14h de Brasília, para poder aproveitar o acesso antecipado da Campanha  do game que será lançado em 20 de outubro, também às 14h de Brasília. 

    O pré-download da versão final do jogo, incluindo os modos Multijogador e Op. Especiais, começa no dia 26 de outubro. O jogo inteiro ficará online no dia 28, a partir da 1h da madrugada, seguindo o horário de Brasília.

    Se você não viu muito sobre o game, confira nossas impressões com base no beta do novo COD clicando aqui.

    Requisitos de Call of Duty: Modern Warfare II no PC

    Se você deseja jogar o novo COD com toda a qualidade gráfica que o jogo disponibiliza, talvez tenha que pensar em um upgrade, pois este jogo não é nada modesto quando falamos de hardware. Para jogar competitivamente, a desenvolvedora recomenda um Intel Core I7 de 8º geração, além de uma “humilde” RTX 3060ti.

    MínimoRecomendadoCompetitivoUltra 4K
    SOWindows 10 64 Bit (Atualização mais recente)Windows 10 64 Bit / Windows 11 64 BitWindows 10 64 Bit / Windows 11 64 BitWindows 10 64 Bit / Windows 11 64 Bit
    Processador Intel Core I3-6100 / Core I5-2500K ou AMD RYZEN 3 1200Intel Core I5-6600K / Core I7-4770 ou AMD RYZEN 5 1400Intel Core I7-8700K ou AMD RYZEN 7 1800XIntel Core I9-9900K ou AMD RYZEN 9 3900X
    Memória RAM4 GB6 GB16 GB16 GB
    Placa de vídeoNVIDIA GeForce GTX 960 ou AMD Radeon RX 470NVIDIA GeForce GTX 1060 ou AMD Radeon RX 580NVIDIA GeForce RTX 3060Ti ou AMD Radeon RX 5700 XTNVIDIA GeForce RTX 3080 ou AMD Radeon RX 6800 XT
    Memória vídeo2 GB4 GB8 GB10 GB
    Armazenamento75GB no lançamento75GB no lançamento75GB no lançamento75GB no lançamento

    Enquanto os requisitos para competitivo e 4K esbanjam hardwares de alto desempenho, as especificações recomendadas e mínimas são mais amigáveis: segundo a Infinity Ward, você conseguirá rodar o jogo até mesmo em uma GTX 960.

    Quando o assunto é armazenamento, algo polêmico para a franquia Call of Duty, a recomendação é de 75 GB de espaço livre. A empresa ressalta, no entanto, que esse número vale para o lançamento.

    Novo Anti-Cheat

    COD Modern Warfare II também terá novidades em seu sistema de segurança contra cheaters e hackers, numa plataforma que apresenta mitigações novas e contínuas para garantir um jogo limpo. O RICOCHET Anti-Cheat, que já é utilizado em COD Vanguard e COD Warzone, agora chegará para o Call of Duty: Modern Warfare II.

  • 171: veja novo trailer e requisitos de PC do ‘GTA Brasileiro’

    171: veja novo trailer e requisitos de PC do ‘GTA Brasileiro’

    A Betagames Group, desenvolvedora do aguardado jogo 171, publicou recentemente um trailer anunciando a data do acesso antecipado do game na Steam. O jogo está em alpha atualmente para quem apoiou a campanha de financiamento coletivo do indie, mas agora estará disponível para todos na loja de games de PC.

    No trailer que anuncia o acesso antecipado, também podemos ver alguns dos destaques de gameplay do título. A prévia conta com diversas mecânicas que vamos encontrar no 171, como a vida no crime e alguns trabalhos que estarão no game, além de uma palinha da personalização do personagem e dos veículos. Confira o vídeo na íntegra:

    O jogo vai ser baseado numa cidade inspirada em cenários brasileiros e como a própria descrição na página da Steam explica, cada detalhe e elemento presente no ambiente do jogo foi pensado para trazer uma sensação de familiaridade ao jogador.

    De acordo com o trailer, a versão alpha em acesso antecipado estará disponível em 17 de novembro. Os usuários da loja já podem adicionar o game brasileiro na sua lista de desejos. 

    Requisitos de 171 no PC

    O jogo 171 apresenta gráficos com um estilo mais cartunesco, fugindo um pouco do realismo que vemos em títulos como o magnata GTA V, com quem o indie é amplamente comparado. Ainda assim, o jogo não é modesto e exige um Ryzen 5 como processador mínimo.

    Ver Post

    Vale ressaltar, porém, que 171 ainda está em desenvolvimento e o hardware necessário para encarar o game pode mudar com o tempo. Confira os requisitos mínimos e recomendados do game abaixo: 

    Requisitos Mínimos

    • SO: Windows 7 64 Bits
    • Processador: Intel Core i5 7400 ou AMD Ryzen 5 1400
    • Memória:  8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GTX 1050 2GB ou AMD RX 560 2GB
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 17 GB

    Requisitos Recomendados

    • SO: Windows 10 64 Bits
    • Processador: Intel Core i5 9400f ou AMD Ryzen 5 2600
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Nvidia GTX 1070 8GB ou AMD RX 590 8GB
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 17 GB

    171 nos consoles

    Em 2020, a Betagames Group também anunciou uma parceria com a QUByte Interactive para levar o jogo da desenvolvedora também para os consoles, Xbox Series X|S, Xbox One, PS5, PS4 e Nintendo Switch.

    No trailer só foi informado que sairá o jogo sairá “em breve” nos consoles. Ou seja, ainda não sabemos se a edição que vai além do PC será lançada junto com a edição final do 171, que ainda não possui previsão de chegada.

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