O controle GCX100 da Pichau é uma opção focada em custo-benefício interessante para quem curte jogar no PC. Além disso, o modelo também é compatível com outros dispositivos, incluindo PS3, celulares Android e até mesmo Smart TVs.
No entanto, o Pichau GCX100 não possui suporte para Bluetooth. Ou seja, não é possível utilizar o acessório sem fio em smartphones e tablets Android, bem como em outros dispositivos.
Se você quer jogar com o controle no celular ou em outros aparelhos, a boa notícia é que a experiência é similar ao que temos no computador.
Como usar o GCX100 no smartphone ou TV?
O controle da Pichau pode ser usado no celular ou em outros dispositivos por meio da conexão USB. Para isso, em alguns casos, é necessário ter um cabo adaptador.
No caso de Smart TVs, o funcionamento é exatamente o mesmo que temos em um computador. Basta conectar o cabo em uma entrada USB para o GCX100 ser reconhecido e enviar comandos diretamente para a tela. Realizamos testes com o dispositivo em uma televisão Samsung de 2022 e o reconhecimento foi instantâneo, sem nenhuma firula extra.
Para usar o controle no celular ou tablet, é necessário comprar um adaptador USB-C ou MicroUSB.
Para usar o controle em celulares e tablets Android, é necessário ter um adaptador para fazer a conexão USB-A funcionar. Por aqui, utilizamos um acessório de apenas R$ 10 para fazer a ponte entre USB-A e USB-C, presente na maioria dos smartphones modernos.
Tanto no celular quanto em um tablet, o resultado foi bom. O controle da Pichau é reconhecido automaticamente logo que a conexão via USB é realizada, o que permite controlar jogos e também a interface do aparelho.
O Pichau GCX100 está disponível para compra online e pode ser encontrado por valores abaixo de R$ 200. O modelo utilizado para testes foi cedido pela Pichau.
Apesar de o mouse e teclado serem os acessórios padrão para quem joga no PC, ter um controle é uma ótima opção para certos games. A franquia Yakuza, por exemplo, abre seus títulos fazendo referência ao uso de um controle: “samurais de verdade usam um gamepad”, diz uma das primeiras telas de Like a Dragon Ishin, lançado recentemente.
No entanto, obter um controle de qualidade nem sempre é tão barato. Em um mundo com os joysticks oficiais do Xbox custando mais de R$ 500, vale a pena ficar de olho em soluções mais acessíveis, principalmente se você não joga sempre no computador sem o mouse e teclado. Pensando nesse cenário, o Jornal dos Jogos testou o Pichau GCX100, um dos joysticks de PC focados em custo-benefício que está disponível no país.
Cedido pela marca para testes, o controle conta com um cabo e design que lembra o Dualshock 4, mas com adaptações focadas para a experiência no PC. Confira abaixo nossas impressões após uma semana jogando com o dispositivo.
Design
Como dito acima, o visual do Pichau GCX100 lembra bastante um controle do PS4. O modelo conta com analógicos centralizados e botões traseiros seguindo o padrão do DualShock 4.
No entanto, a experiência de uso é adaptada para o PC: os botões contam com o padrão “ABXY” da Microsoft e o botão Home possui integração com o Windows. Assim, quando a “casinha” é pressionada, o joystick abre a Xbox Game Bar, que permite ver informações de jogo e fazer capturas de tela.
Falando em captura de tela, o Pichau GCX100 não possui um botão para fazer prints no PC. No entanto, existem teclas extras no controle. O produto conta com a tecla Turbo, que pode ser mapeada com ações que incluem múltiplos botões.
A construção do controle em plástico é de qualidade e o cabo conta com 1,5 metro de comprimento, e não pode ser removido. Com conexão USB, a solução garante uma boa experiência ao jogar no PC, principalmente se você possui um setup para jogar no monitor ao invés de uma TV mais distante.
Versatilidade
Um ponto interessante do controle que merece destaque é a sua versatilidade. Além de funcionar no PC, o Pichau GCX100 também funciona no PS3 e pode ser utilizado em outros dispositivos com USB.
O controle traz um cabo USB fixo que funciona no PC, PS3, celulares Android e até Smart TVs.
Ao utilizar um adaptador USB-C no controle, por exemplo, é possível jogar em celulares e tablets Android com o dispositivo. Esse tipo de acessório pode ser encontrado facilmente na internet ou até mesmo em camelôs, garantindo mais possibilidades de uso para o produto.
O controle da Pichau também pode ser conectado diretamente em Smart TVs, o que facilita o uso de apps como o Xbox Cloud Gaming e o Nvidia GeForce Now. Testamos a solução por aqui e foi possível jogar Fortnite na The Frame (2022) com o joystick.
Custo-benefício vale a pena?
O controle gamer da Pichau pode ser encontrado normalmente no mercado por valores abaixo dos R$ 200, o que é um preço interessante para a experiência entregue pelo dispositivo. Para quem não se importa com o cabo de 1,5 metro que não é removível, a solução é interessante para jogar no PC.
A versatilidade do produto também merece destaque. Com seu design leve e a compatibilidade com celulares, tablets e até televisões mais modernas, o dispositivo pode se tornar um bom companheiro de gameplay para diversas ocasiões.
A otimização para o Windows e o xCloud também é um diferencial interessante. Afinal, como já atestamos aqui no Jornal dos Jogos, nem todo controle barato oferece uma experiência plug-and-play na hora de jogar.
O controle Pichau GCX100 pode ser comprado na loja da Pichau neste link, além de aparecer em revendedores da marca na internet.
Você conhece o Flakes Power? O youtuber e streamer brasileiro ganhou uma skin própria no Fortnite! O criador de conteúdo representa o país na série de personagens Ícones, que coloca pessoas do mundo real dentro do game de battle royale.
A skin de Flakes Power foi lançada em Fortnite no dia 25 de fevereiro. Além de trazer um visual que lembra o youtuber, o conjunto inclui uma picareta e um gesto especial que representam uma versão alternativa superpoderosa do youtuber. Com cores especiais, a edição Energia Flakastica possui uma espécie de transformação em Super Saiyan chamada Transflake-se, que pode ser ativada a qualquer momento.
Além do gesto de transformação e das picaretas Crescentes Elétricas, o conjunto também conta com o Acessório para as Costas Raio do Flakes. Mais itens especiais inspirados no youtuber chegarão em breve na loja de itens e já ficaram disponíveis de graça por meio de um campeonato realizado pela Epic.
Qual o preço da skin do Flakes Power?
A skin do Flakes Power está disponível em um pacote na loja do Fortnite por 1800 V-Bucks, a moeda do jogo da Epic. Se você não possui V-Bucks, é possível conseguir as moedas jogando no passe de batalha, adquirindo na loja ou assinando o Clube Fortnite, que custa R$ 38 mensais.
A Epic Games Store vende pacotes com 1000 V-Bucks por R$ 25, enquanto 2800 V-Bucks saem por R$ 62 na loja, garantindo 12% de desconto em relação à compra básica. Para quem possui interesse em investir pesado no game, também é possível comprar 5000 V-Bucks por R$ 98 ou 13500 V-Bucks por R$ 246.
Quem é Flakes Power?
O youtuber João Sampaio é de Joinville, Santa Catarina, e atua na internet como Flakes Power. Dono de um dos maiores canais do YouTube do Brasil sobre Fortnite, ele possui mais de 6,7 milhões de inscritos na plataforma e é parceiro de grandes marcas, incluindo Asus, Samsung e Red Bull.
Além da carreira como youtuber, ele também é empresário e fundou a Hero Base, uma organização de esports e criação de conteúdo. Fundada em 2021, a companhia é uma das primeiras do gênero no Brasil a dar foco em Fortnite e inclui até uma divisão para a criação de experiências no jogo, a Hero Create.
Flakes Power foi convidado pela Epic Games para se tornar uma skin de Fortnite devido a seu trabalho envolvendo o game. Afinal, além de fazer vídeos e lives com o jogo, o criador de conteúdo está movimentando o mercado com o battle royale.
Como a skin foi criada?
Em um video publicado pela Epic Games, Flakes Power revelou mais detalhes sobre a criação da skin. Ele conta que queria ser transportado para o jogo como um herói, com um visual poderoso, mas sem fugir de sua personalidade.
O criador de conteúdo também disse que, ao ser questionado sobre a presença de um óculos na skin, preferiu deixar o acessório presente no visual. O objetivo é garantir mais representatividade, já que “heróis também podem ter miopia”, comenta o youtuber.
Além de estar disponível em Fortnite, a skin de Flakes Power também ganhou vida. O YouTuber publicou um vídeo mostrando o visual prefeito or um profissional de cosplay.
Brasil no Fortnite
A chegada da skin de Flakes Power no Fortnite marca um grande momento do game para o Brasil. Afinal, o criador de conteúdo é o primeiro do país a receber um visual exclusivo no jogo, o que mostra a força do youtuber e a influência do nosso público para o battle royale.
Além de Flakes, outro brasileiro também já virou skin de Fortnite. O jogador de futebol Neymar Jr, que atualmente joga no PSG, ganhou um visual exclusivo no game em 2021. O pacote chegou com várias referências a futebol e, posteriormente, o astro da bola ainda ganhou mais espaço dentro do game, aparecendo em eventos do battle royale.
Durante a Copa do Mundo de 2022, por exemplo, era possível comprar skins de jogadores de futebol, incluindo algumas com visual do Neymar. Com ações como essa, o Brasil ganha cada vez mais espaço em Fortnite e, consequentemente, no mundo dos games.
Fortnite pode ser jogado de graça no PC, consoles Xbox, PlayStation e Nintendo Switch. O jogo também está disponível para celulares e roda via nuvem no xCloud e Nvidia GeForce Now.
Com dezenas de lançamentos que ocorrem diariamente, a indústria de games movimenta muita grana. Segundo a consultoria Newzoo, este gigantesco mercado, que já supera música e cinema, movimentou uma receita de US$ 184,4 bilhões em 2022.
Antes de ser um sucesso global, no entanto, os games passaram por um longo período de crescimento e aceitação, que durou décadas. Para que jogos como God of War Ragnarok e Elden Ring pudessem correr atualmente, diversos games tiveram que engatinhar em uma indústria cheia de possibilidades e desafios.
Para relembrar um pouco da evolução do mercado de games, o Jornal dos Jogos lista hoje 7 games que marcaram o segmento durante os anos! Confira!
Pong
Não podemos fazer uma lista de jogos icônicos sem mencionar o primeiro grande game da história. Lançado em 1972, Pong é um simples jogo de tênis de mesa criado pela Atari, com gráficos rústicos e gameplay simples.
No entanto, sua simplicidade foi revolucionária para a época. O game foi um dos primeiros jogos eletrônicos comercialmente bem-sucedidos e ajudou a lançar a indústria de jogos. Pong é importante até hoje justamente por causa disso: além de ser pioneiro, o game mostrou que a indústria de games podia ser muito rentável.
Tetris
Criado originalmente na União Soviética em 1984 por Alexey Pajitnov, Tetris rapidamente se tornou um sucesso mundial e ganhou o coração de muitos jogadores. Seu sucesso foi tanto que a franquia perdura até hoje e é uma das mais vendidas de todos os tempos. A popularidade desde o lançamento é tanta que existe até o “Efeito Tetris“, uma condição em que a pessoa passa tanto tempo fazendo uma atividade que começa a sonhar com ela, além de tentar encaixá-la em padrões da vida.
O game mais recente da franquia é Tetris Effect Connected, que adicionou multiplayer e efeitos musicais na experiência com puzzles.
Super Mario Bros
Lançado em 1985, este jogo de plataforma da Nintendo rapidamente se tornou um dos jogos mais vendidos de todos os tempos. O game definiu o gênero de plataformas, servindo de inspiração até hoje para múltiplos lançamentos.
O legado de Super Mario Bros também é importante para a Nintendo. O sucesso dos personagens é tão grande que a empresa e seus encanadores são vistos como referência aos games até hoje, mesmo com tantos lançamentos de sucesso no mercado.
The Legend of Zelda
Lançado em 1986, o jogo de aventura e ação da Nintendo foi um dos primeiros jogos a oferecer uma experiência de mundo aberto e exploração livre para os jogadores. A franquia The Legend of Zelda inclui diversos títulos de sucesso que marcaram a indústria de games, incluindo Ocarine of Time e Breath of the Wild.
Doom
Lançado em 1993, o jogo de tiro em primeira pessoa Doom revolucionou o gênero e definiu o padrão para os jogos de tiro em primeira pessoa que viriam depois. Com vários lançamentos no decorrer dos anos, o jogo voltou a se tornar hit após um retorno em 2016, que foi seguido por Doom Eternal.
O sucesso e o legado da franquia são tão grandes que ajudaram na decisão da Microsoft de comprar a Bethesda, desenvolvedora que também possui em seu catálogo jogos como Skyrim.
Minecraft
Lançado em 2009, este jogo de construção e sobrevivência se tornou um fenômeno mundial, vendendo milhões de cópias em todo o mundo. Além de ser um dos games mais vendidos até hoje, o game influenciou a indústria mostrando como jogos simples e focados na criatividade do jogador podem ter sucesso.
O sucesso de Minecraft também influenciou o mercado na implementação do crossplay. Graças a Minecraft, Fortnite e outros jogos online, agora é padrão na indústria que o multiplayer de games não tenham barreiras de plataformas, permitindo que usuários de diferentes consoles joguem juntos.
Minecraft pode ser jogado em todos os consoles e PCs atuais, bem como no celular. O jogo ainda conta com uma versão grátis, disponível em navegadores neste link.
Para você, qual é o jogo mais marcante de todos os tempos? Compartilhe esta publicação nas redes sociais e deixe sua opinião!
Relaxante, divertido e curioso são algumas palavras que podem descrever a minha experiência jogando Soccer Story. O jogo desenvolvido pela PanicBarn nos apresenta uma mistura de RPG com futebol que a princípio pode causar estranhamento, mas, ao decorrer da experiência, vemos que o casamento funciona bem.
O indie com gráficos pixelizados se passa em um mundo onde o futebol é proibido para todos e os antigos jogadores profissionais precisam largar suas profissões e sonhos. Nosso protagonista, chamado Leo, parte em uma jornada após receber uma bola mágica em casa, que foi enviada misteriosamente por alguém que ainda não sabemos quem é.
Nesta jornada, o nosso protagonista sai em uma aventura para reunir os antigos jogadores e formar uma equipe capaz de vencer os times mais formidáveis. Tal qual o icônico comercial da Nike, o objetivo é salvar o futebol e restabelecer a harmonia no mundo.
Gameplay simples, mas cheio de possibilidades
Soccer Story é comedido e não promete grandes coisas, sendo um jogo simples, mas que entrega algo bem feito tanto na parte da gameplay quanto na narrativa. A história nos instiga a querer saber mais desse mundo em que o futebol é praticamente banido, enquanto o gameplay entrega diversas possibilidades no campo — e também fora dele.
Visualmente falando, Soccer Story é um bonito jogo que traz animações e cenários bem feitos, mesmo que não aposte em um visual realista, fugindo dos padrões dos jogos de futebol. O estilo de arte escolhido combina bem com algo que me chamou a atenção e que merece destaque: a trilha sonora, que é super relaxante e encaixa perfeitamente com o gameplay.
Outro detalhe interessante é a introdução do gameplay. As divertidas mecânicas de Soccer Story foram apresentadas ao decorrer da história através de quests secundárias, como dar um carrinho em uma pilha de pedras, acertar alvos em lugares mais altos ou até marcar gols em locais escondidos.
A questão mais complicada aqui é a curva de aprendizado para dominar uma partida de futebol no game. A forma de jogar e até o mapeamento dos botões é diferente de outros jogos focados nesse quesito, como o eFootball e FIFA. Você vai sofrer no início, mas não vai demorar muito para aprender como jogar da melhor forma.
Ainda falando sobre as mecânicas, todas elas são influenciadas por suas habilidades, que podem ser melhoradas utilizando medalhas de aprimoramento. Essas medalhas podem ser conseguidas tanto comprando em máquinas de medalhas como fazendo algumas missões secundárias, permitindo que você melhore seus atributos como velocidade, energia, força e chute.
Vale a pena jogar?
Apesar de ter uma história simples e ser repetitivo em algumas missões secundárias que podem ser simplesmente ignoradas, Soccer Story vale a pena. Mesmo sendo um RPG de futebol, o indie é aquele tipo de jogo que você desliga a mente e relaxa, seguindo uma história amigável, em cenários bonitos com uma trilha sonora tranquila e relaxante.
O jogo também capricha na distribuição e está disponível em diversas plataformas por preços amigáveis, desde celulares até consoles e PCs. Para quem joga nas plataformas Xbox, o título também está no Game Pass para consoles, computadores e nuvem, garantindo diversas possibilidades para jogar.
Odiado por uns, amado por outros, Fortnite é um dos maiores jogos da atualidade e impressiona com seus crossovers cada vez mais audaciosos. O capítulo 4 do game chegou trazendo gráficos de ponta, cortesia da Unreal Engine 5.1, e skins de personagens como Geralt de Rivia e Doom Slayer.
Se você está interessado em pular no novo mapa do battle royale, mas tem medo de não se sair bem, o Jornal dos Jogos está aqui para te ajudar. Veja abaixo um guia com dicas básicas para iniciantes em Fortnite, bem como formas de ganhar XP para liberar itens cosméticos mais rápido.
Noções básicas de Fortnite
Antes de mais nada, vale a pena definir alguns pontos básicos sobre o jogo. Fortnite é conhecido pelo modo battle royale, que é gratuito e tem duas variações. Enquanto a versão principal permite que os jogadores construam estruturas de defesa na partida, a edição “Construção Zero” traz uma experiência mais sóbria, similar a outros jogos de tiro, sendo indicado para quem migra de títulos como Call of Duty.
O game também conta com o Criativo, que é 100% gratuito e funciona como um hub de diversos modos de jogo criados pela comunidade. Pense nele como uma espécie de Roblox ou Garry’s Mod, com diferentes possibilidades de gameplay.
Por fim, também existe o Modo Salve o Mundo, que é pago e pode ser comprado em pacotes que normalmente custam R$ 50. Além disso, o título conta com o Passe de Batalha, que pode ser comprado por 950 V-Bucks, a moeda do jogo, e inclui skins e desafios extras para ganhar mais XP.
Em resumo, Fortnite conta com os seguintes modos de jogo:
Battle Royale: o clássico “todo contra todos” com equipes de até quatro pessoas e construção;
Construção Zero: exatamente igual ao Battle Royale, mas sem construção — ideal para quem joga Call of Duty e outros games de tiro;
Criativo: engloba diversos modos criados pela comunidade, incluindo o popular Prop Hunt. É parecido com Garry’s Mod e Roblox;
Salve o Mundo: modo de sobrevivência contra IA que pode ser comprado por R$ 50;
Como jogar Fortnite sendo iniciante? Veja dicas
Agora que você já conhece o básico de Fortnite e está pronto para começar a jogar, confira algumas dicas que podem ser úteis para quem está começando no game.
Jogue com frequência e pratique
Assim como todo jogo de tiro, Fortnite é bastante dinâmico e exige habilidades rápidas e precisas. Entrar no jogo regularmente é essencial para desenvolver habilidades e a ficar mais confiante em suas decisões.
Jogue com diferentes armas e teste diferentes itens para conhecer quais se encaixam melhor com seu estilo de jogo. Além disso, familiarize-se com as teclas e botões — a dica é cair nos cantos do mapa, assim você tem tempo para testar tudo antes de entrar em tiroteios.
Conheça o mapa
Para se tornar um bom jogador de Fortnite, é essencial conhecer o mapa do battle royale. Saiba o nome dos locais para facilitar a busca por recursos e pontos de interesse. Além de ajudar na orientação, conhecer o mapa também pode ser útil para tomar decisões estratégicas, como saber a hora certa para avançar e não ser morto pela zona, por exemplo.
Como a nova temporada trouxe um mapa renovado, agora é uma ótima hora para começar a conhecer o mapa e se destacar!
Fique atento!
Mantenha o som ligado e fique de olho nos indicadores de direção dos inimigos e de itens, como baús. Isso pode ajudá-lo a se preparar para um ataque ou para fugir de uma situação perigosa.
A opção de acessibilidade de áudio permite visualizar barulhos de passos, tiros e itens
No menu de configurações, você também pode ativar a opção de acessibilidade, que exibe indicadores na tela de todos os sons feitos no jogo. Assim, você poderá “ouvir” os passos de inimigos, mesmo sem ter um áudio de qualidade.
Jogue com amigos
Enquanto a experiência solo de Fortnite é muito boa, o battle royale é um jogo de equipe. Encarar o mapa com amigos é bastante benéfico e pode ser útil para quem está começando. A dica é usar os sistemas de comunicação e trabalhar juntos para criar estratégias. Além disso, o jogo em equipe traz mais benefícios, como XP extra e a possibilidade de reviver membros da equipe.
Como ganhar XP rápido em Fortnite
Se você pegou o passe de batalha de Fortnite e quer ganhar XP rápido, confira algumas dicas para evoluir com velocidade para conseguir skins e itens.
A parte básica do passe inclui 100 níveis, com 80 mil de XP cada, mas também existem recompensas extras e de meio de temporada!
Jogue regularmente: a maneira mais fácil de ganhar XP em Fortnite é jogar com frequência. Quanto mais você jogar, mais XP você ganhará automaticamente, seja no Battle Royale, Construção Zero, Salve o Mundo ou modos do Criativo com o selo “XP”. O game entrega missões diárias para serem feitas e oferece experiência em várias ações durante o jogo, incluindo abrir baús, fazer upgrade de armas.
Faça as missões: Fortnite oferece desafios semanais que podem ser completados para ganhar XP extra, além de missões diárias. O jogo ainda conta com as cumulativas, que dão XP por ações como abrir baús, destruir objetos e dirigir.
Participe de eventos: Fortnite oferece regularmente eventos especiais que oferecem aos jogadores a chance de ganhar XP extra. Certifique-se de verificar a seção de eventos no jogo para ver o que está acontecendo e participar o quanto puder.
Jogue em modos diferentes: diferentes modos de jogo em Fortnite oferecem diferentes quantidades de XP. Por exemplo, jogos competitivos como o Modo Salve o Mundo e o Battle Royale tendem a oferecer mais XP do que o Criativo, mas alguns mapas feitos pela comunidade possuem “hacks” que permitem subir de nível rapidamente.
Vá além do jogo: cada temporada em Fortnite oferece objetivos que podem ser completados para ganhar XP extra, mas algumas ações ocorrem também fora do jogo. Fique ligado nas redes sociais de Fortnite para saber de campanhas extras, com o Mostre Sua Paixão, que possuem um cadastro externo, mas oferecem XP e missões extras dentro do jogo.
Em resumo, jogar regularmente, completar desafios, participar de eventos e concluir missões são algumas das melhores maneiras de ganhar XP em Fortnite. Com as dicas acima, a tendência é que você consiga se divertir e evolua rápido no passe de batalha.
Onde posso jogar Fortnite?
Fortnite está disponível oficialmente no PC, PS4, Xbox One, Xbox Series S, Xbox Series X e PS5, bem como no Nintendo Switch e celulares Android e iOS. No entanto, o jogo pode ser rodado em literalmente qualquer dispositivo com conexão de internet e um navegador.
Atualmente, o game funciona de graça nos serviços de streaming xCloud e Nvidia GeForce Now. Em ambos os casos, você não precisa ter uma assinatura paga para jogar, basta acessar as plataformas e abrir o game.
Veja como jogar Fortnite de graça via xCloud no nosso tutorial.
A quarta temporada de Fortnite começou e vai até o dia 10 de marçode 2023. Além de trazer um novo passe de batalha, incluindo personagens como Geralt de Rivia e Doom Slayer, o jogo agora inclui mudanças estruturais importantes e novidades que certamente vão perdurar no futuro do battle royale.
Confira abaixo as principais novidades presentes na quarta temporada de Fortnite, que vai terminar em março de 2023.
Passe de batalha com Geralt de Rivia
A nova temporada de Fornite inclui Geralt de Rivia, de The Witcher 3, e Doom Slayer inclusos no passe de batalha, que custa 950 v-bucks. Além disso, o season pass traz outras skins originais do game para serem liberadas.
É importante ressaltar, no entanto, que Geralt não estará disponível no lançamento da quarta temporada no passe de batalha. Segundo a Epic, a skin do caçador de bruxos chegará “futuramente”.
A Epic Games também confirmou que o jogo receberá o Hulk e o protagonista do anime My Hero Academia no futuro. No entanto, ambos devem ser lançados na loja de Fornite, sendo itens comprados separadamente.
Novo Mapa
Após o evento que destruiu tudo que conhecíamos no battle royale, a Epic Games trouxe um novo mapa para Fortnite. Trazendo áreas inéditas e diferentes biomas, o novo cenário do game conta com gráficos aprimorados e locais interessantes, incluindo uma vila medieval ao estilo de The Witcher 3.
Confira abaixo os nomes de todas as áreas presentes no novo mapa de Fortnite:
Baía Quebra-Mar
A Cidadela
Praça da Bigorna
Rochedo Rachado
Granja Gaiata
Fusão Tectônica
Costa Indisposta
Baluarte Brutal
Laboratório Isolado
Unreal Engine 5.1 e mudanças no PC
Além do novo mapa, a quarta temporada de Fortnite também inclui gráficos aprimorados. O jogo agora conta com suporte para a Unreal Engine 5.1, trazendo tecnologias como Nanite e Lumen.
O Nanite é uma tecnologia de geometria que traz mais detalhes para as construções do jogo, enquanto o Lumen aprimora os reflexos em materiais brilhantes e na água. Outras novidades técnicas incluem suporte para o Virtual Shadow Maps, com sombras melhoradas, e o Temporal Super Resolution (TSR), que é a evolução do anti-aliasing de Fortnite.
Para utilizar todo o poder visual das novidades, a Epic recomenda que os jogadores de consoles utilizem Fortnite nos modos que miram na qualidade gráfica. Para isso, desative os120 quadros por segundo no PS5 e Xbox Series S e X. Já no PC, é necessário usar uma GPU Maxwell ou GCN em diante, com os modelos recomendados sendo a RTX 2080, RX 5700 ou superior.
A Epic Games também encerrou o suporte de Fortnite em sistemas operacionais mais antigos, como o Windows 7 e Windows 8. Agora, é necessário ter um PC com pelo menos o Windows 10 para rodar o battle royale nativamente no computador. A empresa ressalta, no entanto, que usuários das plataformas ultrapassadas ainda podem usufruir do game via nuvem, pelo Geforce Now ou xCloud.
Mudanças de gameplay e motocicletas
A quarta temporada de Fortnite promete deixar o game ainda mais ágil e movimentado com novas mudanças de gameplay. Uma das estreias da season é a Trail Thrasher, uma motocicleta que permite fazer manobras e se locomover rapidamente pelo mapa.
Agora, os jogadores também podem saltar por cima de obstáculos e utilizar “otimizadores de realidade”, que alteram o gameplay. Similar aos perks presentes em títulos como Call of Duty, esses recursos podem ser escolhidos na partida e permitem realizar ações como salto duplo e recarregar mais rápido.
Fortnite também recebeu uma coletânea de novas armas e itens para serem utilizados a partir de agora. Um dos destaques fica para a marreta de choque, que além de gerar dano aos inimigos, também permite saltar mais longe com seu impacto.
Onde jogar Fortnite de graça?
Fortnite está disponível gratuitamente no PC e consoles PS4, PS4, Xbox One, Xbox Series S e X, bem como smartphones Android e iOS. Para quem quer experimentar as novidades, mas não quer instalar o game, o battle royale pode ser jogado de graça na nuvem pelo xCloud e também GeForce Now.
O mercado de fones de ouvido gamers é dominado por marcas famosas como Logitech, Razer e HyperX, mas a JBL também possui uma linha de headsets que se destacam pelo custo-benefício. Um dos modelos mais acessíveis da série é o JBL Quantum 100, que chama a atenção em promoções como a Black Friday e Cyber Monday.
Com baixo custo, o produto com certeza chama a atenção por atuar com preços abaixo dos R$ 200. Mas, afinal, vale a pena investir no JBL Quantum 100? Após dois anos de uso com o produto, confira nossa opinião sobre o fone de ouvido baratinho voltado para games.
Confira as especificações completas do produto no site da JBL, bem como um resumo na ficha técnica a seguir. Abaixo, veja também nossa experiência ao usar o aparelho, que foi comprado em 2020 por R$ 180.
Conheça o produto
Preço: em torno de R$ 180
Driver: 40 mm dinâmicos com haste flexível
Frequência de resposta dos drives: 20 Hz a 20.000 Hz
Impedância: 32 ohms
Cores: preto e branco
Conexão: via cabo com conector de 3,5 mm
Design: plástico com espuma superior antitranspirante e corino nas almofadas
Microfone: direcional removível
Botões: volume e mute para o microfone
Dimensões: 10,2 x 8,9 x 2,5 cm
Peso: 220 g
Como está o JBL Quantum após dois anos de uso? Veja pontos fracos
Enquanto o preço do headset pode ser baixo, a economia cobra seu preço no design do produto. Após um ano de uso, o corino do JBL Quantum 100 já começou a descascar, com praticamente todo o acabamento que entra em contato com a orelha caindo após 48 meses.
A queda do corino não atrapalha no uso, com as almofadas ainda sendo confortáveis de serem utilizadas e isolando o som de forma decente. O modelo também possui uma espuma superior antitranspirante, que melhora o uso durante longas sessões.
O maior problema, porém, fica para a construção em plástico combinada com um cabo que não é muito grande, com cerca de 1,2 metro. A combinação é receita para desastre e pode acabar causando danos rapidamente ao produto.
O JBL Quantum 100 possui o corpo integralmente feito de plástico em sua parte exterior. Enquanto a parte das almofadas pode ser dobrada para facilitar o transporte, o fone de ouvido conta com uma construção bastante frágil e que pode quebrar sem muita dificuldade.
Se você tem o costume de usar o fone conectado no PC, é bom ter bastante cuidado durante o uso. Sabe quando você vai sair do computador e acaba esquecendo que está usando o headset? Isso pode ser fatal para o corpo de plástico do Quantum 100.
Mesmo com poucos acidentes durante o uso do Quantum 100 durante dois anos, os dois lados do fone de ouvido já estão praticamente acabados. Enquanto a parte direito já exibe fortes desgastes, o lado direito só está funcionando por causa de meio rolo de fita adesiva.
Qualidades do fone de ouvido
Apesar de o design do fone de ouvido ser bastante simples, é importante ressaltar que o som é competente para um headset abaixo dos R$ 200. Mesmo com o corpo do headset todo escoriado, o JBL Quantum 100 ainda funciona bem por aqui.
Os drivers de 40 mm garantem uma boa experiência com música, videochamadas e também com games, e o botão de volume lateral permite ajustar o áudio com facilidade. Não estamos falando de um produto que vai te dar uma imersão gigantesca de áudio, mas para um modelo que possui conexão de 3,5 mm e é barato, a qualidade é bem decente.
O grande destaque do JBL Quantum 100, no final das contas, fica para sua versatilidade. O cabo com conexão de áudio de 3,5 mm permite que o dispositivo seja utilizado em computadores, celulares e também em consoles, como Nintendo Switch, PS5, Xbox Series S e X. Ou seja, o fone barato da JBL pode ser utilizado em qualquer produto com facilidade.
Além da conexão de áudio com bastante compatibilidade, o produto também possui microfone direcional removível, que pode ser flexionado para melhorar o uso e traz botão de mudo. O dispositivo de captura de som tem uma qualidade boa para o preço e pode ser retirado do corpo do fone, caso você queira utilizar o headset fora de casa ou precise do tamanho mais compacto para uma viagem.
Assim, o fone entrega uma experiência básica de qualidade para jogar online, mas também serve como uma solução prática para ser utilizada com o celular ou em viagens. No fim das contas, ele é mais um headset de entrada que um produto verdadeiramente gamer.
Pontos fortes
Microfone removível versátil
Entrada de 3,5 mm compatível com vários produtos
Som decente para a categoria de preço
Pontos fracos
Corino lateral desgastou rapidamente
Construção em plástico quebra muito fácil
Cabo podia ser maior
Vale comprar por R$ 175?
Atualmente, o JBL Quantum pode ser encontrado por preços na casa dos R$ 175 em lojas como a Amazon. Por esse preço, o modelo vale a pena para quem busca um dispositivo versátil, que não vai ficar apenas preso ao computador.
Além disso, é bom ficar de olho na questão do design de plástico do JBL Quantum 100. Por aqui, o produto quebrou com bastante facilidade, com o corino das almofadas se desgastando já no primeiro ano de uso.
Se você não se importa com o microfone removível, um modelo com qualidade similar de áudio e construção melhor, com hastes de metal, é o HyperX CloudX Core, que apareceu na Amazon em 2022 por R$ 107. Por esse preço, vale bem mais a pena apostar no modelo gamer da HyperX, que traz otimizações para o Xbox, mas conta com conexão 3,5 mm e também funciona no PC, celular e outros consoles.
Headset HyperX do Xbox por menos de R$ 110 em promoção
Antes da Black Friday, o fone de ouvido HyperX Cloud Core Xbox está com o menor preço na Amazon, com frete grátis e parcelamento
Os games são a maior indústria do entretenimento atualmente mas não é todo título que rompe as barreiras da “comunidade gamer” e se torna um fenômeno cultural. Um desses raros casos é Fortnite, que completa 5 anos hoje nesta segunda (26).
Lançado pela Epic Games em 26 de setembro de 2017, o jogo se tornou referência entre os games multiplayer e trouxe grandes mudanças para a indústria. Além de ser palco para shows gigantescos e até aparecer em um filme do Universo Cinematográfico da Marvel, Fortnite é um dos projetos que encabeça a tendência dos metaversos.
No entanto, alcançar esse sucesso não foi fácil. Podemos dizer que, ao estilo Juscelino Kubitschek, a Epic Games viveu 50 anos em 5: com uma estrada recheada de polêmicas e momentos icônicos, Fortnite moldou muitos dos padrões que vemos hoje na indústria dos games, e nós vamos relembrar alguns momentos dessa breve, mas marcante trajetória, incluindo o nascimento do game.
Como nasceu Fortnite
“Estaríamos mortos sem a Unreal Engine”, declarou o CEO da Epic Games, Tim Sweeney, em entrevista ao Polygon no ano de 2016. Na época, a empresa não contava com jogos de sucesso e vivia praticamente dos royalties de seu motor gráfico, utilizado em games de todos os portes.
A mais nova aposta da empresa para quebrar esse ciclo e finalmente despontar com um novo jogo era Fortnite, game anunciado ainda em 2011. Na época, o projeto era um multiplayer colaborativo de sobrevivência com mecânicas de construção.
Após anos de desenvolvimento, o projeto foi lançado em acesso antecipado pela Epic em julho de 2017, mas pouca gente deu bola para o game. O motivo? Na época, a galera dos jogos multiplayer estava na febre do battle royale, que era encabeçada por PUBG.
Feito na Unreal Engine, Playerunknown’s Battlegrounds nasceu como um mod e se tornou um jogo standalone de sucesso, mas com alguns problemas. Além de ser pesado para rodar no PC, o game era pago — o que não impediu o título de alcançar o topo de popularidade na Steam.
De olho no sucesso do gênero battle royale, a Epic Games foi rápida e criou um spin-off de seu jogo de sobrevivência para disputar nesse segmento, o que acabou dando vida ao Fortnite que conhecemos hoje.
Um battle royale feito em dois meses
Em 26 de setembro de 2017, A Epic lançou Fortnite: Battle Royale, um projeto apresentado pouco tempo antes pela empresa com um grande diferencial de PUBG: a distribuição gratuita. Além de ser free-to-play e leve de rodar, o game também reaproveitou praticamente tudo que estava presente no modo de sobrevivência “Salve o Mundo”, o que deu um frescor para o seu gameplay.
Com 100 jogadores por partida caindo do céu, o game trazia armas e mecânicas de construção em uma batalha com apenas um sobrevivente final. E no lançamento, o jogo era só isso: quem ganhava a partida era apenas transportado para o lobby com uma mensagem de parabéns.
Segundo um funcionário da Epic Games, a empresa estava tão interessada em competir com PUBG que o modo battle royale de Fortnite foi construído em apenas dois meses. A companhia montou uma “força-tarefa” logo após o lançamento do modo PvE, em julho de 2017, visando adaptar o game para o gênero de batalha real.
O modo battle royale foi criado em dois meses, logo após o lançamento da versão PvE de Fortnite
A ideia acabou dando certo, mas também gerou polêmicaspara a empresa na época. Logo após o primeiro trailer de Fortnite: Battle Royale ser lançado, a Bluehole, que desenvolvia PUBG na época, acusou o projeto de plágio. O CEO da desenvolvedora asiática disse que o lançamento não parecia algo legal, uma vez que PUBG era, e ainda é, feito na Unreal Engine, que é controlada pela Epic.
Enquanto a versão de acesso antecipado de Fortnite: Battle Royale chegou rodeada e polêmicas e com muitas limitações, a Epic ganhou o coração de milhões de jogadores com a continuidade do projeto. Com um sistema de monetização cosmética, que chegou a influenciar grandes franquias como Call of Duty e Overwatch, Fortnite começou a receber muitas skins temáticas e crossovers de peso com filmes, séries e até outros games. De Goku até Neymar, você encontra muita gente na ilha em que as partidas acontecem.
Kratos e Master Chief no mesmo game? Isso mesmo!
O sucesso de Fortnite foi tanto que o game redefiniu muitos aspectos da indústria dos games. Junto com Minecraft, o battle royale praticamente obrigou a Sony a começar a aceitar crossplay entre consoles PlayStation e plataformas rivais.
Além disso, mais recentemente, o jogo também foi usado pela Epic Games para começar uma grande guerra judicial com a Apple. Fortnite é tão grande que a empresa resolveu utilizar o game para iniciar um movimento para que App Store e Google Play diminuíssem as taxas cobradas para desenvolvedores de apps.
Por causa disso, a disponibilidade do game nos iPhones ainda é um problema até hoje. Enquanto não é possível baixar o jogo diretamente no iOS, o game já funciona nos celulares da Apple, e qualquer dispositivo, por meio da nuvem. A parte boa é que a situação acabou rendendo frutos: tanto Google quanto Apple lançaram programas de redução de taxas após a treta judicial.
Com tanta história nos últimos cinco anos, resta agora aguardar para ver o que vem por aí no futuro de Fortnite. Será que o jogo vai sobreviver mais meia década? Conte o que você acha lá no Twitter do Jornal.
O Xbox Game Pass Ultimate é uma das melhores assinaturas para quem joga atualmente. Disponível no PC, consoles Xbox e também nos celulares, o serviço pode ser contratado mensalmente por valores na casa dos R$ 45 por mês, mas existe uma assinatura anual secreta que é mais barata.
Apesar de não ser conhecida por todo mundo, a assinatura anual do Xbox Game Pass Ultimate pode ser obtida por um processo oficial da Microsoft. Desde o lançamento do serviço, a empresa permite converterXbox Live Goldem Game Pass Ultimate, permitindo assinar até três anos, ou 36 meses, de apenas uma vez.
No entanto, para fazer a assinatura anual do Xbox Game Pass Ultimate, é necessário seguir um passo a passo exato, o que garante uma grande economia. Enquanto o valor mensal é de R$ 45, é possível assinar o serviço anualmente por valores na casa dos R$ 200.
Como assinar o Xbox Game Pass Ultimate por ano?
Para fazer a conversão, basta comprar um cartão da Xbox Live Gold e ativá-lo antes de assinar o Game Pass para conseguir a conversão direta. Veja como fazer isso abaixo no nosso tutorial com passo a passo e links.
O primeiro passo é comprar cartões de 12 meses da Xbox Live Gold
Ressaltando: para a assinatura anual dar certo, você não pode estar com o Game Pass ativo em sua conta no momento. Asolução ainda funciona se você já foi usuário do serviço, mas não tenha o GPU ativado quando você começar o processo de conversão.
Após a compra, entre em sua conta na Nuuvem e abra os códigos de ativação da Xbox Live Gold.
Entre em microsoft.com/redeem, faça login com a conta que você usa no Xbox e resgate os códigos da Live Gold comprados na Nuuvem.
Todos os códigos foram resgatados? Assine um mês de Xbox Game Pass Ultimate para completar a conversão — o valor pode variar de R$ 5 a R$ 45, dependendo se você já foi ou não usuário do serviço.
Vale ressaltar que muitos sites vendem cartões pré-pagos da Live Gold. Nossa dica é comprar os códigos na Nuuvem porque a loja é confiável, oferece cashback por meio de um sistema de pontos chamado drops, possui cupom de desconto e traz diferentes formas de pagamento. Pela Nuuvem, você pode assinar o Game Pass Ultimate anualmente usando parcelamento no cartão, PayPal, boleto, PIX ou pelo PicPay.
Como funciona a conversão de Live Gold para Game Pass Ultimate?
A assinatura de um ano do Xbox Game Pass é um processo oficial da Microsoft e 100% permitido pela empresa, pois é apenas uma conversão entre serviços da marca. O site oficial da companhia conta com a seguinte explicação sobre a conversão:
“Quando você assinar o Xbox Game Pass Ultimate, aplicaremos qualquer tempo pré-pago que você tenha no Xbox Live Gold, Xbox Game Pass ou EA Play assinaturas no plano Xbox Game Pass Ultimate na proporção da conversão atual, até um máximo de 36 meses. A conversão de tempo pré-pago é final e as taxas estão sujeitas a alterações.”
O que está incluso no Xbox Game Pass Ultimate?
Versão mais completa da assinatura de jogos da Microsoft, o Xbox Game Pass Ultimate pode ser utilizado em PCs Windows, celular e também consoles Xbox One, Xbox Series S e X. A assinatura garante acesso a um extenso catálogo de jogos em todas as plataformas, incluindo gameplay via nuvem.
Com o jogo via nuvem, o seu computador ou celular nem precisam ser potentes: basta ter uma conexão boa de internet para rodar o jogo diretamente via web, em alguns casos com controles na tela no mobile. Em grande parte dos casos, é necessário ter um controle para jogar.
Outro bônus é a integração com o EA Play, que permite jogar os títulos da Eletronic Arts no catálogo sem a necessidade de gastos extras. Além dos jogos, o Xbox Game Pass Ultimate ainda inclui bônus para os jogadores, como skins e itens para jogos online e até testes de serviços de streaming.
Tower of Fantasy é o novo MMORPG de mundo aberto gratuito, disponível para PC, Android e iOS. Com uma vibe que lembra Genshin Impact, o jogo gratuito ganhou a atenção de muitos curiosos.
Desenvolvido pela Hotta Studio e publicado pela Level Infinite, Tower of Fantasy se passa na cidade de Aida, que ganhou vida através de um plano de colonização interestelar. Nesta nova civilização, os humanos acabam identificando o cometa Mara, que esconde dentro dele uma energia desconhecida e poderosa, chamada de Omnium.
Os humanos construíram torres para capturar a energia deste cometa. No entanto, eles não contavam com o que viria a seguir… Se você curtiu a premissa do jogo online, veja como fazer o donwload e saiba se o seu computador consegue encarar o título.
Como baixar Tower of Fantasy
Tower of Fantasy pode ser baixado através App Store no iOS e Google Play Store no Android. Basta pesquisar por “tower of fantasy” na barra de pesquisa, que você encontrará o game, caso ele seja compatível com seu dispositivo.
Porém, no PC o game só está disponível para ser baixado por meio do site oficial, que você pode acessar clicando aqui. Depois de entrar no site, você precisa clicar na opção “Windows” na tela inicial ou na página de download, que o launcher do game começará a ser baixado.
Tower of Fantasy vai ser lançado posteriormente na Steam e Epic Games, mas a previsão para de chegada nestas plataformas é para o final de 2022. Com isso, se você já quer entrar no universo, vale a pena baixar o título pelo site oficial.
Requisitos de Tower of Fantasy no PC
Tower of Fantasy não é modesto em seus requisitos para computador, o que pode deixar o jogo difícil de ser encarado em vários PC. Veja abaixo as especificações necessárias para encarar o game.
A Microsoft e Epic Games anunciaram que Fortnite está disponível para jogar gratuitamente através do Xbox Cloud Gaming. Você nem precisa assinar um plano do Game Pass, qualquer um pode jogar.
É possível jogar o game tanto no PC quanto no smartphone usando o xCloud, incluindo com controles na tela para dispositivos móveis. Veja como fazer abaixo:
Como jogar no PC
Se você tem um PC fraco e quer jogar pelo xCloud, basta seguir os passos abaixo:
Garanta uma boa conexão de internet (de preferência Wi-fi 5 GHz)
Use os controles na tela ou conecte um controle Bluetooth
Depois de iniciar o jogo, vincule sua conta da Epic com a conta Xbox
Comece a jogar
Há algumas mudanças na interface e nas configurações quando você joga no smartphone, o que deve facilitar o uso no dispositivo mobile.
Controles compatíveis
É importante destacar que para jogar no PC você não pode usar o teclado e mouse, apenas no controle mesmo. No celular você pode usar os controles na tela, mas o ideal é ter um controle físico. O ponto positivo é que, se você tem um controle aí na sua casa, é bem provável que ele vá funcionar nas duas plataformas.
Aqui eu testei três modelos, um controle de Xbox Series (mas o de Xbox One também vai funcionar), o Dual Sense para o PlayStation 5 e um controle multiplataforma da GameSir. Todos os três funcionaram sem nenhum problema tanto no PC quanto no celular através de conexão Bluetooth (pois é, até o controle de PlayStation funcionou), então há boas chances de que o que você tem aí na sua casa também funcione.
A Epic Games está de olho no mercado brasileiro! A dona da Unreal Engine 5 e Fortnite anunciou um investimento na Aquiris Game Studio. A empresa, que possui sede em Porto Alegre, é conhecida por trabalhar em jogos como Horizon Chase Turbo.
O valor do investimento não foi revelado, mas as empresas vão estreitar relações graças ao acordo. Segundo o anúncio, a Aquiris vai lançar jogos multiplataformanão anunciados com a gigante dos games.
O investimento também veio acompanhado de uma adição ao time de gerenciamento da empresa brasileira. O chefe de publicação de parceiros da Epic Games, Hector Sanchez, fará parte do conselho de administração da Aquiris.
Mauricio Longoni, CEO do estúdio brasileiro, disse que a parceria com a Epic deve garantir um impulso para a Aquiris. “O poder de publicação da Epic e a estreita colaboração conosco em tecnologia, inteligência de negócios e desenvolvimento de produtos nos ajudará a aumentar a qualidade e o alcance dos nossos títulos.”
Conheça a Aquiris
Com 15 anos de estrada, a empresa de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, ganhou o coração de muitos gamers brasileiros com Horizon Chase Turbo, o jogo de corrida feito aos moldes do clássico Top Gear. Recentemente, o título recebeu uma expansão chamada Senna Sempre, que homenageia o icônico piloto de Fórmula 1 brasileiro Ayrton Senna.
Além de Horizon Chase, o estúdio também possui em seu portfólio recente de trabalhos o game Looney Tunes World of Mayhem, feito em parceria com a Warner, e também Wonderbox, produção mobile que faz parte do catálogo do Apple Arcade.
PS4: Horizon Chase Turbo Senna Sempre (Físico) – R$ 59,99
Xbox: Horizon Chase Turbo Senna Sempre (DLC) – R$ 29,95
PC: Horizon Chase Turbo Senna Sempre (Digital) – R$ 69,99
A lista de games indicados ao The Game Awards 2021 finalmente foi revelada. A premiação conta com a opinião dos principais veículos de mídia do mundo e reúne os jogos mais populares e bem avaliados do ano. Apesar de ter problemas, a lista ainda serve como um bom parâmetro para conhecer títulos de qualidade ou que merecem atenção.
Entre os grandes destaques, vale mencionar títulos como Psychonauts 2 eIt Takes Two, que receberam diversas indicações e estão entre os melhores do ano. Deathloop também aparece na lista de indicados ao GOTY, que premia o principal jogo de 2021. Os exclusivos Metroid Dread e Ratchet and Clank: Rift Apart fecham a lista do troféu principal.
Confira abaixo todos os indicados ao The Game Awards 2021. A votação está aberta nosite do TGA 2021até o dia 9 de dezembro, quando a premiação será realizada.
Melhor jogo do ano
Deathloop (Arkane Studios/Bethesda)
It Takes Two (Hazelight Studios/EA)
Metroid Dread (Mercury Steam/Nintendo)
Psychonauts 2 (Double Fine/Xbox Game Studios)
Ratchet & Clank: Rift Apart (Insomniac Games/SIE)
Resident Evil Village (Capcom)
Melhor direção
Deathloop (Arkane Studios/Bethesda)
It Takes Two (Hazelight Studios/EA)
Returnal (Housemarque/SIE)
Psychonauts 2 (Double Fine/Xbox Game Studios)
Ratchet & Clank: Rift Apart (Insomniac Games/SIE)
Melhor jogo contínuo
Apex Legends (Respawn/EA)
Call of Duty: Warzone (Infinity Ward/Raven/Activision)
Grand Theft Auto: The Trilogy – The Definitive Edition será lançado em 11 de novembro! O jogo contará com texturas em alta qualidade e certos controles inspirados em GTA V, dando uma nova vida para GTA III, San Andreas e Vice City.
Na parte dos requisitos para computador, o jogo precisará de pelo menos 8 GB de memória RAM e uma GeForce GTX 760 de 2 GB para rodar. Um detalhe interessante é que GTA Trilogy possui suporte para DLSS, a tecnologia de upscaling da Nvidia com inteligência artificial.
Supostos requisitos mínimos
Processador: Intel Core i5-2700K ou AMD FX-6300
Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 760 2GB ou AMD Radeon R9 280 3GB
A coletânea já está disponível em pré-venda e pode ser encontrada por valores na casa dos R$ 320 no PC. Fugindo dos padrões da plataforma, esse valor também é praticado na edição de PC, que será vendida por meio do Rockstar Launcher (nada de Steam, pelo menos por enquanto.
Nos consoles, o valor de GTA Trilogy gira em torno de R$ 300.
GTA Trilogy contará com versões para PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S e X, bem como no Nintendo Switch. Os jogadores do Xbox poderão aproveitar a versão remasterizada de GTA San Andreas no lançamento por meio do Xbox Game Pass.
Vale lembrar que GTA Trilogy também receberá uma versão mobile, que está prevista para 2022. Confira mais detalhes no site oficial da Rockstar.
O streaming de games era uma promessa que poderia demorar anos até se tornar realidade no Brasil, mas agora, cerca de um ano após a chegada da nova geração de consoles, somos oficialmente um país que consegue jogar via nuvem. Ou pelo menos tentar.
Logo depois do xCloud dar as caras por aqui, chegou a vez da Nvidia: a fabricante de placas de vídeo, em parceria com a empresa Abya, trouxe a plataforma GeForce Nowpara o Brasil. Trazendo uma proposta bem diferente do Game Pass, o serviço te empresta um PC superpotente para rodar seus jogos de computador por R$ 45 mensais, preço que foi revelado em primeira mão pelo Jornal dos Jogos.
Além da edição paga, o GeForce Now conta com um plano grátis. Sem gastar um tostão, você pode usar o processamento em nuvem para rodar games que possui no PC, ou jogos free-to-play, durante sessões de 30 minutos — metade do tempo padrão visto no exterior, o que não pegou muito bem pra Abya. Além de ter que lidar com uma janela de jogo menor, você ainda precisa esperar em uma fila para acessar o servidor, o que pode ser bem mais nocivo do que parece.
Alta demanda
Tanto xCloud quanto GeForce Now enfrentaram um grande problema em seu lançamento no Brasil: ao jogar nas plataformas, você possivelmente terá uma experiência digital estilo INSS e terá que ficar em uma fila gigante por um tempo. Enquanto o serviço da Microsoft deixou jogadores esperando para jogar em sua primeira semana e já está resolvendo o problema, a Abya teve que tomar medidas drásticas para controlar a vontade do povo.
Para evitar a formação de filas gigantescas, a companhia responsável pelo GeForce Now suspendeu o registro de novos usuários por tempo indeterminado. Mesmo assim, os clientes que conseguiram se registrar seguem enfrentando problemas, já que tem muita gente querendo usar o serviço até na versão paga.
Para se ter uma ideia, a Abya revelou para o Jornal que mais de 330 mil contas se registraram apenas para a fase beta do GeForce Now na América Latina. Com o lançamento completo, o número deve estar ainda maior.
Não estamos para a brincadeira
As filas imensas deixam algo bem claro: o brasileiro está interessado no streaming de games. Em tempos de placas de vídeo caras e baixos estoques de consoles, as plataformas de transmissão podem se tornar uma saída para gamers novos e antigos continuarem jogando.
O que falta, agora, é preparo pelo lado das empresas. A Abya trouxe o GeForce Now ao Brasil com apenas um servidor, e que não é exclusivo do nosso país com proporções continentais. A operação abrange toda a América do Sul e também inclui países como Argentina, Chile e Uruguai.
Em entrevista cedida na semana passada ao Jornal dos Jogos, a empresa disse que buscaria melhorias para o serviço com o passar do tempo, e já deu sinais de que está disposta a ouvir os consumidores, o que é bastante positivo. Resta agora ver se alguma ação será tomada em breve.
Os dias de estreia já mostram que é necessário investir em mais infraestrutura para garantir um funcionamento decente do serviço de streaming no Brasil. Afinal, quanto mais tempo de problemas, mais clientes em potencial vão se afastar do GeForce Now.
O GeForce Now chegou oficialmente ao Brasil e permite rodar jogos de PC diretamente da nuvem, em alta qualidade e, em certos casos, com recursos como Ray Tracing e DLSS. É como ter um “PC da Nasa” diretamente no seu navegador ou celular.
Diferente do xCloud, que possui um catálogo rotativo por um preço mensal fixo, o serviço da Nvidia “empresta” um computador de alta potência para o usuário rodar games que possui em lojas como Steam e Epic Games, além de títulos free-to-play, incluindo Fortnite, Splitgate e Apex Legends. Ou seja, os jogos precisam ser seus para você tirar proveito da plataforma, ou estarem disponíveis de graça no PC.
Graças ao seu modelo de negócios que envolve jogos free-to-play, o GeForce Now permite aproveitar os benefícios dos jogos em nuvem 100% de graça. No entanto, para isso, você possivelmente terá que ter bastante paciência.
Em sua estreia, o serviço fez tanto sucesso que a Abya, que cuida da plataforma na América Latina, suspendeu novas assinaturas por tempo indeterminado. Quem teve a sorte de se inscrever gratuitamente também pode ficar de fora do gameplay, já que o serviço constantemente acusa que o GeForce Now “chegou limite” na região.
Por quê o GeForce Now tem tanta fila de espera?
Graças à grande demanda de usuários durante a estreia do serviço, o tempo de espera na versão brasileira do GeForce Now é bem grande. Um dos motivos para a fila enorme é o fato de que o servidor que atende o Brasil também é usado por outros países da América Latina, incluindo Uruguai, Chile e Argentina.
Em entrevista ao Jornal dos Jogos, a Abya revelou que mais de 300 mil jogadores se registraram para o período beta do serviço na região da América Latina. Ou seja, com o lançamento abrangente, o número de jogadores certamente foi ainda maior, o que causou problemas durante a estreia da plataforma no nosso país.
E como fazer para lidar com as filas? A dica é tentar acessar o serviço fora de horários de pico, como durante a noite. No entanto, durante os primeiros dias da plataforma no país, a tendência é que o acesso esteja lotado a quase todo o momento por causa dos novos jogadores e o furor para usar a plataforma.
Com isso em mente, caso o uso do serviço faça sentido na sua rotina, talvez seja uma boa ideia utilizar a versão paga. Porém, com a adesão de novos usuários suspensa, talvez seja necessário esperar por mais tempo para conseguir entrar na plataforma e utilizá-la com seu potencial máximo.
Como usar o GeForce Now grátis?
A versão gratuita do GeForce Now exige apenas que você entre no site da Abya, que gerencia o serviço no Brasil, e crie uma conta gratuita usando um endereço de e-mail válido. Para isso, acesse esta página e clique no plano “Free”. Siga o passo a passo na tela para criar uma conta e realize o login logo em seguida.
Com o plano gratuito, você pode rodar os jogos compatíveis com o GeForce Now que você possui em lojas de PC como Steam, Epic Games Store e Origin, basta aguardar na fila de espera para acessar os servidores. A versão sem custos permite utilizar o servidor por 30 minutos e, em seguida, o usuário é deslogado e precisa voltar para o fim da fila de espera.
Acesse o GeForce Now diretamente no navegador neste site.
O GeForce Now pode ser rodado diretamente no navegador e também em aplicativos para PC e dispositivos Android e iOS. Você pode conferir o link para usar o serviço diretamente no Chrome ou em outros aparelhos nesta página da Abya.
Como assinar o GeForce Now?
O serviço de streaming de games pode ser assinado no Brasil em duas versões. O plano mensal custa R$ 44,99 mensais, enquanto a versão de seis meses sai por R$ 243, o equivalente a R$ 40,50 por mês. Graças a alta demanda de usuários, as assinaturas estão suspensas atualmente no site oficial da Abya.
A edição paga do GeForce Now possui acesso prioritário aos servidores. Ou seja, o tempo de espera em filas é reduzido ou inexistente, dependendo do horário e do jogo escolhido. Além disso, as sessões de gameplay podem durar até seis horas, sem a necessidade de interromper o gameplay para realizar login novamente, e incluem gráficos com Ray Tracing e DLSS nos jogos compatíveis.
Caso você queira ser um dos primeiros a assinar o serviço quando a versão paga for liberada novamente, acesse o site da Abya e faça um registro com seu e-mail.
O GeForce Now vale a pena para você?
A problemática chegada do GeForce Now no Brasil mostra que o nosso país é um mercado promissor para o streaming de games. No entanto, a plataforma da Nvidia pode não servir para todos os jogadores, já que traz um modelo de negócios diferente do Xbox Game Pass.
Em sua edição paga, o GeForce pode ser uma ótima ferramenta para quem possui uma biblioteca gigante de jogos na Steam/Epic Games e não pode trocar de placa de vídeo, já que os preços seguem estratosféricos atualmente.
Em tempos de hardware caro, o GeForce Now é uma ótima opção para quem joga no PC e não consegue adquirir uma nova placa de vídeo.
Além disso, o serviço pode servir para quem possui um computador muito ruim e quer utilizar jogos free-to-play populares, incluindo Fortnite, e até títulos mais competitivos, como CS:GO e Splitgate. Com uma boa conexão de internet, o GeForce Now entrega gráficos de qualidade e latência imperceptível, até mesmo em jogos online.
No entanto, se você quer um catálogo vasto de jogos e sem a necessidade de comprá-los, talvez valha a pena considerar o Xbox Game Pass Ultimate. A assinatura da Microsoft segue o modelo “Netflix” e entrega mais de 300 jogos via streaming no xCloud. O preço da assinatura é de R$ 45 mensais, mas é possível usar o primeiro mês por R$ 5 e converter Live Gold para conseguir um desconto na assinatura anual — veja como fazer isso.
O xCloud não é o único streaming de games que vai entrar na vida dos jogadores brasileiros. A Abya, parceira da Nvidia, confirmou que a plataforma GeForce Now está quase chegando ao nosso país. Após realizar testes fechados, a companhia disse que o lançamento amplo do serviço ocorrerá muito em breve.
Pra quem não tá ligado, o GeForce Now é um serviço de streaming de games que deve mudar a vida de quem joga no PC e tem centenas de títulos na Steam e Epic Games Store. Utilizando um app que roda em qualquer celular meia boca ou notebook capenga, o jogador pode acessar um “PC da NASA” via nuvem e realizar a transmissão de jogos que estão em sua biblioteca em lojas digitais. A plataforma também funciona diretamente no navegador, tal qual a solução da Microsoft.
The Witcher 3 rodando no celular via streaming de games GeForce Now. Mesmo em beta no Brasil, o serviço tá funcionando muito bem ? pic.twitter.com/N8bQ1Azx7k
O Jornal conseguiu acesso antecipado ao beta do GeForce Now no Brasil e o resultado é muito promissor. O serviço da Nvidia entrega uma experiência similar ao xCloud, mas com ainda mais liberdade. A plataforma permite gerenciar a qualidade do streaming, habilitar 60 quadros por segundo durante a transmissão e até configurar os gráficos do jogo rodando em nuvem.
Quem acompanha nosso Twitter até viu uma pequena prévia de The Witcher 3 rodando em um celular com o serviço: a plataforma entrega uma experiência de qualidade, com poucos travamentos e belos gráficos, incluindo HairWorks e outras firulas visuais.
Quanto vai custar no Brasil?
A distribuidora Abya só precisa, agora, trazer mais informações em relação ao preço do serviço no Brasil para o lançamento oficial. Lá fora, a plataforma possui assinaturas premium e uma edição gratuita, com fila de espera, o que deve ser repetido no Brasil.
Em um comunicado enviado ao Jornal dos Jogos, a empresa confirmou que os valores praticados no Brasil serão praticados em reais e “realmente competitivos”. Ou seja, a cobrança será localizada para o nosso país e não deve mudar de acordo com as movimentações do dólar.
No exterior, o GeForce Now conta atualmente com dois planos principais. Enquanto a edição gratuita traz fila de espera e permite jogar games da sua conta sem custos, a versão paga traz gráficos mais rebuscados, com RTX e DLSS, e priorização na hora de entrar nos servidores — você não precisa esperar para jogar.
Jogos e qualidade de streaming
A Abya também garante que o GeForce Now não deixará o público na mão quando o assunto é qualidade e catálogo de games. A companhia ressalta que o serviço possui compatibilidade com jogos grátis, incluindo Rocket League e Fortnite, e títulos de grandes publishers como a EA Games e Ubisoft — confira a lista aqui.
Você pode jogar Fortnite direto no navegador usando o GeForce Now
A insfraestrutura do serviço no Brasil também promete entregar games em alta qualidade e baixa latência, desde que sua conexão seja de qualidade. “Nós acreditamos que o GeForce NOW Powered by ABYA superará todas as expectativas e é incomparável em termos de experiência”, disse a companhia, em comunicado enviado ao Jornal.
Por aqui, essa promessa se tornou verdadeira até agora: mesmo durante o beta, conseguimos jogar, em alta definição e sem lag perceptível, utilizando uma internet de 200 MB e o app do serviço no celular e PC. Resta agora aguardar para ver como será o desempenho do serviço com muitos usuários simultâneos, algo que impactou o xCloud com filas enormes de espera em alguns jogos.
A Rockstar Games finalmente anunciou Grand Theft Auto: The Trilogy — The Definitive Edition (para a infelicidade da galera do SEO, é isso tudo de nome). A coletânea possui versões remasterizadas de GTA III, San Andreas e Vice City, incluindo melhorias gráficas e aprimoramentos de gameplay.
O pacotão foi revelado com um vídeo nostálgico e, até o momento, nenhuma prévia de gameplay foi exibida pela desenvolvedora. Com isso, a Rockstar abriu uma grande caixa de Pandora e praticamente convidou o público a especular com imagens falsas, mas os detalhes oficiais não devem demorar para chegar.
O lançamento de GTA Trilogy acontecerá ainda em 2021, com versões para Switch, PlayStation 4 e 5, Xbox One, Series X e S, bem como PC. Além disso, edições da coletânea para Android e iOS chegarão em 2022.
Dito isso, tenha cautela ao compartilhar imagens com gráficos exageradamente atualizados que “vazarem” na internet. Afinal, estamos falando de um remaster de jogos de PS2 que vai sair futuramente para dispositivos portáteis.
O outro lado da moeda
Enquanto muita gente tá animada com a chegada da trilogia para plataformas modernas, o lançamento também está envolto em algumas polêmicas. Para começar, o “sangue” de alguns mods foi derramado antes da revelação de GTA Trilogy.
A Take-Two, que comanda a Rockstar, processou uma galera por trás de modificações famosas para os jogos antigos de GTA no PC. Até mesmo o gigantesco GTA Underground, que mistura o mapa de vários títulos da desenvolvedora, incluindo Bully, acabou morrendo.
A questão da preservação de conteúdos também está gerando debates: a Rockstar confirmou que vai retirar os jogos originais de circulação das plataformas modernas nesta semana. Com isso, uma galera não terá a chance de ver como era o trabalho original presente nos games, enquanto os modders perderão plataformas que foram utilizadas por anos para criação de conteúdos.
Detalhe que a empresa nem fez uma promoção para “enterrar” as versões originais. A parte boa é que os preços não são muito altos e cada um dos títulos pode ser encontrado em lojas como Steam por valores entre R$ 15 e R$ 20.
E o preço dos remasters?
O preço de GTA Trilogy também pode render polêmica. De acordo com informações vindas de uma varejista da Europa, a coletânea possivelmente chegará ao mercado com preço cheio no exterior. Ou seja, a tendência é que o pacote esteja disponível no Brasil custando até R$ 350 nos consoles, o que também pode se refletir na edição de computadores.
Enquanto o valor ainda não foi confirmado, não seria surpresa ver esse preço sendo praticado. Afinal, a Rockstar faz parte da Take-Two, a gigante dos games que foi uma das primeiras a defender games custando US$ 70.
Com tantas polêmicas e expectativas ao seu redor, GTA Trilogy vai ter que caprichar para não decepcionar sua gigantesca base de fãs.
Segundo a Pesquisa Games Brasil, o celular é a plataforma favorita dos brasileiros e se tornou o local preferido para jogar de 41,6% dos gamers do nosso país. Apesar de já ter flertado com os games mobile, nunca me tornei um entusiasta do meio, mas um pedaço de plástico de R$ 40 está mudando esse cenário.
Estou falando de um acessório que não possui um nome oficial, mas aparece em lojas online como “suporte” ou “base para utilizar o celular com um controle de Xbox. A missão do aparato é anexar o celular na horizontal com um controle do Xbox Series X e S, ou de Xbox One. Como possuo alguns joysticks da Microsoft por aqui, resolvi apostar no produto.
Esse pedaço de plástico custa cerca de R$ 40 e consegue juntar seu celular e controle Xbox. (Imagem: Mateus Mognon)
Apesar de ser simples a ponto de você questionar o preço de R$ 40 (esse é o valor na Amazon), a presilha plástica pode fazer uma grande diferença na hora de jogar no celular.
Confortável
A principal magia do acessório é melhorar o conforto na hora de jogar. A presilha permite utilizar o celular na horizontal enquanto segura o controle do Xbox. O design do suporte permite pressionar o botão de sincronização o joystick e também utilizar fones de ouvido no celular.
A extensão do clipe também não deixa a desejar. Atualmente, estou utilizando o “brinquedinho” com um Samsung Galaxy S20 FE, que possui uma tela de 6,5 polegadas. O acessório aguenta o celular com a capinha de proteção com folga e deixa o smartphone preso com rigidez durante o uso.
O acessório é bem simples e pode mudar a sua relação com os jogos no smartphone. (Imagem: Mateus Mognon)
O suporte é otimizado para o controle do Xbox Series X/S e até vem com um buraquinho para comportar o novo botão Share. A embalagem também inclui uma “almofadinha” que adapta o design para o joystick do Xbox One.
Vale lembrar que o controle do Xbox One S vem com Bluetooth e pode ser utilizado com mais suportes disponíveis no mercado. Alguns dos produtos contam até com designs mais elaborados e funcionam melhor como um tripé ou base. No entanto, como grande parte desses produtos são feitos de plástico barato, é sempre bom ser cuidadoso para garantir mais longevidade para o acessório.
Limitações do celular
Independente do suporte ou controle, ainda existem pontos no mundo mobile que podem atrapalhar o jogador clássico de consoles e PCs. O primeiro ponto são as interfaces. Tirando jogos 100% pensados para mobile, muitos games não adaptam a interface para as telas menores, o que dificulta visualizar os conteúdos no celular.
Dependendo do tamanho de sua tela, você precisará colar o rosto no celular para ler menus e interfaces. (Imagem: Mateus Mognon)
Até mesmo blockbusters como Fortnite pecam no quesito visualização. Ao jogar no controle, o usuário fica mais afastado da tela, o que não combina muito bem com as fontes pequenininhas utilizadas nos menus.
A situação também não é amigável na hora do streaming de games. Durante os últimos dias, testei o gameplay com a base e o controle no Xbox. O gameplay flui sem problemas, até que o jogador precise ler alguma informação na tela.
Cadê meu GeForce Now?
Para quem joga no PC e está em busca de mais liberdade, o uso de um clipe para aliar o celular com o controle também é uma boa pedida. O Steam Link funciona muito bem com controles Bluetooth e permite que você transmita jogos do seu PC para o celular.
O suporte para resolução ultrawide no PC também garante uma visualização melhor no celular. Enquanto o xCloud limita o streaming na proporção 16:9, o Steam Link permite que o jogo seja enviado ao celular em 21:9, aproveitando melhor a visualização do conteúdo.
Controle do Xbox Series S com presilha e celular Galaxy S20 FE rodando o beta do xCloud. (Imagem: Mateus Mognon)
O maior empecilho em usar o Steam Link é a dependência do computador. A plataforma permite até mesmo que você desligue o PC pelo celular, mas o streaming só funciona com os dois aparelhos conectados na mesma rede.
A limitação mostra o valor do GeForce Now, a plataforma da Nvidia que chegará gratuitamente no Brasil ainda em 2021. O serviço permitirá fazer streaming de games do PC diretamente da nuvem para o celular, garantindo mais liberdade na hora de jogar.
Com a expansão de soluções como o GeForce Now e xCloud no nosso país, está cada vez mais simples jogar um game AAA em qualquer lugar. Nesse cenário, pagar R$ 40 para ter um pouco mais de conforto na hora de aproveitar os games no smartphone certamente é um bom negócio. Agora só precisamos esperar que as empresas trabalhem em mais opções de acessibilidade pensadas para as telas menores.
O serviço de games Xbox Game Pass Ultimate traz mais de 100 jogos para os consoles Xbox e PC, mas os benefícios da assinatura, que está custando R$ 5, não param por aí. A Microsoft liberou 30 dias grátis de Disney+ para os usuários, o que garante uma forma barata de acesso à plataforma na estreia da série Loki.
O resgate do benefício está disponível até o dia 30 de setembro de 2021. Além de resgatar o código em um console Xbox, você também pode garantir o benefício sem mesmo usar o serviço de games, por meio do app de celular ou PC. Veja como:
Resgate os 30 dias grátis de Disney+ pelo PC
Por tempo limitado, o Xbox Game Pass Ultimate está custando apenas R$ 5 no site da Microsoft. Ao assinar, você pode resgatar os 30 dias grátis de Disney+ e acessar todo o conteúdo do catálogo durante o teste grátis. Além de Loki, que estreou em junho na plataforma, o serviço de streaming também possui outros conteúdos de qualidade, incluindo Mandalorian, WandaVision e Falcão e o Soldado Invernal.
Para resgatar o código pelo PC, siga os passos:
Visite este site da Microsoft e clique em “Associe-se ao Ultimate” para adquirir a assinatura. É importante ressaltar que o plano adquirido precisa ser o Ultimate para receber o acesso ao Disney+.
Após a assinatura ser realizada, você pode cancelar a cobrança recorrente do serviço nas configurações de sua conta.
Faça login com a mesma conta utilizada para assinar o Xbox Game Pass Ultimate.
Entre na aba de Vantagens, como mostrado na imagem acima.
Resgatando o código no app de PC
Após abrir na aba de Vantagens, desça a interface e clique no quadro do Disney+.
A interface exibirá detalhes da oferta e o botão “resgatar online”, que abre um site para realizar a ativação do código.
Em seguida, basta acompanhar as instruções do site do Disney+ para criar um perfil e aproveitar os 30 dias de teste gratuito da plataforma.
Resgatar o Disney+ pelo celular
O resgate dos 30 dias gratuitos de Disney+ também pode ser feito pelo celular. Ou seja, além de você não precisar ter um console Xbox, o benefício pode ser resgatado até mesmo por quem só utiliza um smartphone. O único requisito é criar uma conta da Microsoft e assinar o Game Pass.
A E3 é conhecida por ser um dos maiores eventos de games do ano, mas a edição de 2021 pode perder esse título. A batalha judicial entre Apple e Epic Games se tornou um palco de grandes revelações sobre a indústria de jogos.
Por enquanto, os documentos apresentados para a corte ainda não anunciaram nenhum jogo (foi por pouco), mas já vimos algumas skins que devem chegar em Fortnite. Além disso, a ação judicial mostrou um lado obscuro da indústria de games: as negociações que rolam por baixo dos panos.
Tim Cook, o CEO da Apple, e Tim Sweeney, o comandante da Epic Games. (Imagem: The Information/Reprodução)
Se você tá por fora desse entrevero jurídico, a Epic Games está chamando uma galera na corte para tentar provar que as taxas cobradas na App Store são abusivas e a loja possui tendências de monopólio. A Apple, por outro lado, está utilizando suas testemunhas para descreditar a rival e sair por cima. Tudo isso por causa de Fortnite.
Com tantas empresas bilionárias envolvidas no processo, diversas informações interessantes já surgiram no julgamento, além de frases e declarações bem peculiares. Abrimos nossa newsletter de hoje trazendo um resumão com as principais “novidades” que apareceram até agora:
Microsoft confirma que não lucra com consoles
As palavras saíram da boca de uma das chefes da divisão Xbox, e isso não é novidade. Porém, não é todo dia que uma empresa confirma que seu console não dá grana. Na verdade, até a Sony possivelmente também não ganha grana com a venda direta de seus dispositivos. Afinal, estamos vivendo em um mundo com placas de vídeo caríssimas e tanto PS5 quanto Xbox Series X/S continuam com seu preço padrão.
As empresas abraçam esse prejuízo para ganhar em cima da venda de games e serviços. Logo após a repercussão da notícia, a Microsoft fez questão de dizer que está ganhando bilhões com assinaturas como o Game Pass e os 30% provenientes da comercialização de jogos e itens in-game nos consoles Xbox.
Sony cobra taxa de jogos que usam crossplay
Após muita pressão dos jogadores de Fortnite, a Sony finalmente liberou o crossplay em seus consoles em 2019. A alteração, porém, não veio de graça para desenvolvedores. Os documentos do julgamento apontam que a empresa não considera a funcionalidade positiva para o ecossistema PlayStation, financeiramente falando. Afinal, com o crossplay habilitado, as crianças sonystas não precisam convencer o coleguinha a gastar quase R$ 5 mil em um PS5 para jogar Fortnite em squad.
Para garantir um afago ao seu bolso, a Sony implementou uma “taxa de uso” do crossplay em seus consoles. Segundo mostram as políticas da PlayStation Store, os jogos que liberam o multiplayer entre diferentes plataformas precisam pagar um tributo extra para a Sony, que serve para “compensar” a grana que a empresa deixa de ganhar ao permitir que você jogue com amigos no Xbox, Switch ou PC.
Segundo Tim Sweeney, CEO da Epic Games, a Sony é a única companhia que pratica a taxa do crossplay no mercado. Complicado, hein…
PlayStation é o lugar que mais dá dinheiro para Fortnite
Enquanto ter que pagar uma taxa para usar crossplay não é nada legal, a Epic Games possivelmente não se incomoda tanto em fornecer o tributo para a Sony, já que a plataforma dá dinheiro. O PlayStation é o local que mais gera receita para Fortnite atualmente.
Segundo os documentos da Epic Games, que englobam dados entre 2019 e 2020, a receita bruta de Fortnite no PlayStation fica em US$ 148 milhões por mês. O segundo lugar fica com o Xbox, que gera cerca de US$ 82 milhões mensais para a Epic.
Já a versão de PC, a preferida da Epic, movimenta cerca de US$ 27 milhões/mês, ficando atrás até mesmo do Nintendo Switch. A versão de iOS, que é o principal ponto de briga entre Epic e Apple, gerava cerca de US$ 23 milhões mensais brutos para o battle royale, sem contar os tributos pagos para a App Store.
Fortnite fora do xCloud
A batalha judicial do momento também revelou o motivo para Fortnite não estar presente no xCloud. Why? A Epic Games acredita que lançar o battle royale no streaming da Microsoft vai prejudicar os ganhos da versão de PC.
A versão de PC de Fortnite conta com a melhor margem de lucro atualmente, já que funciona pela Epic Games Store e toda a grana vai diretamente para o bolso de Tim Sweeney. O xCloud funciona na mesma estrutura do Xbox e, com isso, toda compra feita pelo serviço de streaming viria acompanhada de uma taxa de 30% para a Microsoft.
(Imagem: Microsoft/Reprodução)
Ou seja, a tendência é que Fortnite possivelmente também não dê as caras no PS Now e no Stadia futuramente. Por outro lado, o game está disponível via nuvem no GeForce Now, que não possui royalties de uso e garante lucros limpos para a Epic. Logo, se você quer rodar o jogo em um PC fraco, as opções são utilizar o serviço da Nvidia, que está chegando ao Brasil, ou testar a versão otimizada do battle royale.
Epic gasta milhões para distribuir jogos grátis
US$ 1,4 milhões. Essa foi a quantia gasta por Tim Sweeney e sua trupe para distribuir Subnautica sem custos na Epic Games Store, em 2019. Ao todo, a empresa gastou cerca de US$ 12 milhões para distribuir 38 games de graça na plataforma.
É grana pra caramba, mas a Epic consegue bancar os brindes com o dinheiro de Fortnite. E a estratégia, quando colocada na ponta do lápis, até que vale a pena. Graças aos jogos grátis, a empresa conseguiu cerca de 5 milhões de novos usuários para sua loja.
(Imagem: Epic Games Store/Reprodução)
Segundo os cálculos, a companhia praticamente pagou US$ 2,37 por cada conta criada na Epic Games Store. Ou seja, se cada pessoa gastar umas 20 doletas em jogo na loja, a empresa já consegue recuperar o investimento.
Mesmo assim, não é fácil fazer a galera gastar grana na concorrente da Steam. Os picos de vendas na plataforma acontecem quando a empresa compra a exclusividade temporária de alguns jogos, e isso é caro pacas. Assegurar Borderlands 3 na Epic Store, por exemplo, custou nada menos que US$ 146 milhões. Devido aos gastos astronômicos, a estimativa é que a loja só comece a dar lucro lá por 2024.
A plataforma de streaming de games GeForce Now está chegando ao Brasil. A Nvidia fechou uma parceria com a empresa Abya, que também trabalha com cloud gaming, para lançar o serviço de streaming de jogos para o nosso paísem 2021.
De acordo com o anúncio, a Abya ficará responsável pela distribuição do GeForce Now do Brasil e em outros países da América Latina, como Argentina e Paraguai. Além disso, a parceria promete entregar streaming de games com baixa latência, suporte local e preços localizados.
Até o momento, a Nvidia não divulgou uma data para o GeForce Now chegar ao Brasil. No entanto, o site da plataforma já lista a Abya como parceira oficial para o laçamento no nosso país.
Preço do GeForce Now
O GeForce Now está disponível publicamente no exterior desde o ano passado e já possui cerca de 10 milhões de usuários. A plataforma é distribuída em dois planos atualmente:
Versão Grátis: permite jogar os games que você possui em lojas como Steam e Epic Store por uma hora via nuvem. A opção inclui uma fila de espera para acessar os servidores.
Plano Pago (Priority Membership): por US$ 9,99 mensais ou US$ 99,99 por ano, é possível jogar seus games via nuvem com gráficos RTX. A sessão dura até seis horas e você recebe prioridade para utilizar os servidores.
A Nvidia lançou o GeForce Now com um plano Founders, que é exatamente igual ao Priority Membership, mas com preço de US$ 4,99 mensais. A assinatura promocional ainda está disponível, mas somente para quem entrou antes de março de 2021 na plataforma.
Como funciona o GeForce Now
A plataforma de streaming da Nvidia permite jogar games via nuvem, no entanto, funciona de maneira diferente de serviços como o Google Stadia. O GeForce Now faz a transmissão de games que você compra em plataformas como Steam, Epic Games Store e Ubisoft Connect. Os jogos podem ser enviados via nuvem para dispositivos como celular, tablet ou computadores mais fracos por meio de um aplicativo ou direto no navegador.
Assim, você pode rodar games com gráficos similares aos presentes em GPUs da série RTX 30 apenas transmitindo o jogo via web para seu computador ou dispositivo móvel. Caso você queira jogar os games localmente, basta fazer o download em sua máquina utilizando a loja em que o produto foi comprado.
Atualmente, a biblioteca do GeForce Now já conta com mais de 800 jogos compatíveis. Além disso, a plataforma também começou a receber games diretamente no lançamento, como foi o caso de Cyberpunk 2077.
Beta no Brasil
Você pode conferir mais detalhes sobre o GeForce Now visitando o site oficial da plataforma. Além disso, o portal da Abya possui um formulário para quem quiser se inscrever para receber novidades do serviço diretamente no e-mail.
O registro também será utilizado para selecionar usuários para futuros betas da plataforma no Brasil. Logo, se você está interessado na chegada do GeForce Now por aqui, inscreva-se no site e siga o perfil oficial da plataforma da nossa região no Twitter.
A pandemia do coronavírus continua insana e a melhor forma de escapar dessa desgraça é ficando em casa, e existem vários motivos para você fazer isso atualmente. Instituições como Fundação Getúlio Vargas, Udemy e SENAI constantemente liberam cursos gratuitos em seus sites, o que pode ser um ótimo passatempo para quem pretende dar um upgrade no currículo. Se você não quer adicionar umas linhas no CVzão, outra possibilidade é aproveitar o tempo para ler, assistir e, claro, jogar.
Para quem só quer ficar de boas e evitar a enxurrada de informações sobre a doença, trago aqui uma dica valiosa de escape: figue em casa, lave bem as mãos e vá carpir um lote digital.
Jogue Stardew Valley
Se você busca por tranquilidade ou um game tão imersivo que vai te fazer esquecer da pandemia que nos assola, Stardew Valley é a pedida certa. Feito por um cara chamado Eric Barone, o game traz o melhor do gênero “Harvest Moon” para todos os consoles atuais, bem como PC e celular. Além disso, o game que está completando cinco anos ainda está recebendo suporte de seu criador e foi contemplado com uma atualização gigantesca recentemente.
Com gráficos pixelizados e uma trilha sonora deliciosa, o jogo vai além de um simulador de fazendinha e conta com todo um microverso na Vila Pelicanos, com a possibilidade de montar relações e fazer sua carreira no agronegócio de mentirinha prosperar de diversas formas.
Além do visual simples e um jeito amigável, o jogo te dá ferramentas para aproveitar a vida digital no interior ao máximo, o que garante vários momentos, grandes e pequenos, que vão te surpreender durante as centenas de horas de gameplay. E quando digo centenas, eu não estou brincando: basta ver a review que me convenceu a comprar o game. A parada é tão bom que você simplesmente quer se teleportar para dentro do jogo, e isso é tudo que precisamos agora.
Sou tão adepto da StardewValleyzação que, pouco antes do estouro do Coronavírus, até adquiri uma cópia extra do game para celulares. A versão de PC e consoles conta com multiplayer online para até quatro pessoas, oferecendo uma jogatina cooperativa divertida e memorável. Já o aplicativo de celular, minha segunda compra, não vem com multijogador, mas conta com todo o conteúdo da edição principal, controles adaptados para tela sensível ao toque e salvamento automático – você pode voltar a jogar de onde parou, o que permite fechar o app a qualquer momento! Além disso, também é possível migrar seu progresso para o computador sem muita dificuldade.
Como é um jogo indie, Stardew Valley tem um preço bastante acessível em praticamente todas as plataformas em que está disponível e fica ainda mais interessante em promoções. Considerando o momento em que vivemos, porém, você com certeza pode comprar o game usando a grana que seria gasta com rolês durante os próximos meses.
Enquanto a versão de PC e console é linda e maravilhosa, minha dica para quem quer um entretenimento fácil e acessível é apostar na edição para celular. O aplicativo para Android e iOS custa menos de R$ 20, garante centenas de horas de gameplay e pode ser jogado a qualquer hora.
Além disso, o game tem suporte para compartilhamento de família no Android, função extremamente útil em tempos de pandemia. Isso significa que você pode comprar o jogo, pegar o email da Play Store de alguns familiares e amigos e dividir o acesso com eles, que poderão baixar e jogar o game a qualquer hora, sem precisar comprá-lo. Assim, mais gente pode jogar e manter a sanidade mental durante a quarentena.
Versão 1.5 no PC e consoles
Outro grande motivo para jogar Stardew Valley é a atualização 1.5, que saiu no fim do ano passado no PC e agora também está nos consoles. A novidade está disponível gratuitamente para quem já possui o game traz muita coisa nova.
O gameplay agora conta com modo cooperativo local com tela dividida. Além disso, o jogo também recebeu uma nova fazenda na praia e um mapa extra com tanto conteúdo que é praticamente outro game.
Confira todas as novidades de Stardew Valley 1.5 no nosso especial sobre a atualização aqui.
O serviço de games Xbox Game Pass Ultimate traz mais de 100 jogos para os consoles Xbox e PC, mas recentemente também recebeu outro benefício interessante. A Microsoft liberou, recentemente, 30 dias grátis de Disney+ para os assinantes.
O resgate do benefício está disponível até dia 31 de janeiro de 2021. Após você pegar o código com sua conta do Game Pass, é possível realizar a ativação até 2 de março para usufruir dos 30 dias grátis.
Resgate os 30 dias grátis de Disney+ pelo PC
Mesmo que você não jogue, a assinatura do Xbox Game Pass Ultimate traz um ótimo custo–benefício psra quem simplesmente quer aproveitar os principais conteúdos do Disney+ durante um mês. A plataforma já possui as duas temporadas de The Mandalorian, filmes da Marvel e conteúdos da Pixar. Além disso, a série WandaVision estrrou no serviço recentemente.
1 – Assine o Xbox Game Pass Ultimate por R$ 5
O plano trimestral do Xbox Game Pass Ultimate está disponível por apenas R$ 5 por tempo limitado. A oferta é válida para novos assinantes e também funciona para algumas pessoas que já utilizaram o serviço anteriormente.
Visite este site da Microsoft e clique em “Associe-se ao Ultimate” para adquirir a assinatura. É importante ressaltar que o plano adquirido precisa ser o Ultimate para receber o acesso ao Disney+.
Após a assinatura ser realizada, você pode cancelar a cobrança recorrente do serviço nas configurações de sua conta.
2 – Baixe o app do Xbox para PC
Com a assinatura do Xbox Game Pass Ultimate realizada, você pode resgatar os 30 dias de Disney+ por meio do aplicativo do serviço para computador. Para isso, entre neste site e baixe o app do Xbox para Windows 10.
Com o app baixado, faça login com a mesma conta utilizada para assinar o Xbox Game Pass Ultimate.
3 – Entre na aba de Vantagens
O Disney+ está disponível para resgate no app do Xbox por meio da aba de Vantagens. A divisão aparece como um dos botões na parte central da interface, logo abaixo dos slides com jogos em destaque.
Após abrir na aba de Vantagens, desça a interface e clique no quadro do Disney+. A interface exibirá detalhes da oferta e o botão “resgatar online”, que abre um site para realizar a ativação do código.
Em seguida, basta acompanhar as instruções do site do Disney+ para criar um perfil e aproveitar os 30 dias de teste gratuito da plataforma.
E pelo celular?
O resgate dos 30 dias gratuitos de Disney+ também pode ser feito pelo celular. Ou seja, além de você não precisar ter um console Xbox, o benefício pode ser resgatado até mesmo por quem só utiliza um smartphone.
Para realizar o procedimento pelo celular, assine o Game Pass Ultimate por R$ 5 pelo site da Microsoft. Em seguida, baixe o aplicativo do Xbox Game Pass para Android ou iOS.
Com o aplicativo instalado, faça login com a sua conta utilizada para se inscrever no serviço. Em seguida, clique no botão central com sua imagem de perfil para acessar o menu de Vantagens.
Quando ver a palavra “Vantagens”, procure pela opção “Mostrar Tudo” e busque pelo quadro do Disney+. Clique para abrir e depois vá à opção “Ir para www.disneyplus.com” para resgatar o código e concluir o cadastro.
Mas, lembre-se, o código do serviço de streaming só estará disponível de graça para assinantes do Ultimate até 31 de janeiro. Corra para aproveitar a oferta!
O ano de 2020 foi marcado por muita notícia ruim e várias polêmicas, inclusive no mundo dos games. No meio do tornado de confusões que foi a chegada de Cyberpunk 2077, o desenvolvedor independente Eric Barone presenteou a humanidade com um grande updatepara Stardew Valley em sua edição de computador.
O jogo lançado em 2016 recebeu a atualização 1.5, que é a maior a chegar no game desde sua estreia, apesar de ocupar apenas 60 MB extras de espaço no PC. As novidades são muitas e incluem motivos para revisitar Stardew Valley ou finalmente dar uma chance ao indie, que já vendeu mais de 10 milhões de unidades, é bem barato e rende centenas de horas de gameplay.
Coop local e nova fazenda
A novidade mais animadora da versão 1.5 de Stardew Valley é o multiplayer local. Agora, é possível criar uma fazenda e explorar o mundo do game em até quatro jogadores em uma mesma máquina. O jogo já possui um modo cooperativo online, que também pode ser utilizado em conjunto com a tela dividida.
Stardew Valley com multiplayer de tela dividida em ação. (Imagem: Mateus Mognon/Captura de tela)
O multiplayer local pode ser iniciado a qualquer momento e em qualquer save, basta que o jogador entre nas configurações e selecione a opção de coop Local. O único requisito é ter casas suficiente na fazenda para os novos jogadores, mas isso pode ser configurado no menu inicial ou com a Robin.
Além do modo coop local, o jogo também recebeu grandes novidades de conteúdo. Os usuários agora podem iniciar uma fazenda com temática de praia, que traz algumas vantagens e desvantagens. A região garante mais possibilidades de pesca, mas o terreno arenoso não permite o uso de irrigadores automáticos.
Nova fazenda possui temática de praia. (Imagem: Eric Barone/Twitter)
Logo, a dica é que os jogadores de primeira viagem deixem o novo cenário para uma segunda jornada. Afinal, os aspersores fazem uma diferença gigantesca na produtividade da fazenda e ficar sem o sistema de irrigação pode irritar quem não gosta de regar manualmente.
A nova versão de Stardew Valley também inclui opções avançadas para começar o jogo. Agora, os jogadores mais experientes podem randomizar os itens do Centro Comunitário e as recompensas da mina. O update também inclui itens extras para cultivo e produção, além de mais opções para personalizar o protagonista.
Área inédita e novo personagem (spoilers)
A atualização de Stardew Valley também inclui uma nova região com um personagem novo, mas essa parte do update não foi amplamente divulgada para evitar spoilers. Logo, se você quer 100% de surpresa ao jogar, pule para o próximo subtítulo.
Leo, novo personagem de Stardew Valley
Segundo descrevem as notas completas da atualização, a nova região de Stardew Valley se chama Ginger Island e faz parte do arquipélago de Fern Islands, que pode ser visitado após o conserto do barco na loja do Willy, o pescador. O local inédito possui um novo personagem chamado Leo, que possui uma história própria, com diálogos e eventos de história.
Segundo a descrição no Wiki de Stardew Valley, Leo considera os pássaros da ilha como sua família, já que seus pais se perderam no mar. O personagem é tímido inicialmente e o jogador precisa conquistar sua confiança para que ele mude para a cidade.
A região de Ginger Island também conta com três outros NPCs: Birdie, Gourmand Frog e Professor Snail. Além disso, o local possui a dungeon do vulcão, que muda a cada visita do jogador.
Atualização chega em 2021 para consoles e mobile
Todas as novidades da versão 1.5 de Stardew Valley já estão disponíveis na versão de PC do game, que está em promoção na Steam. O jogo sai por apenas R$ 16,74 na loja da Valve por tempo limitado, e depois retorna para o seu preço normal de R$ 24,99, que também é bem acessível para todo o conteúdo entregue.
A grande atualização de Stardew Valley será lançada para a versão de consoles e smartphones em 2021. O jogo está disponível no PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X e S, Nintendo Switch e celulares Android e iOS.
Stardew Valley é desenvolvido por apenas uma pessoa, logo, pode ser que a atualização para o simulador de fazendinha acabe demorando um pouco para dar as caras nas outras plataformas. De qualquer forma, a edição atual do game já é sensacional e pode ser uma baita distração durante a pandemia.
O Microsoft XCloud prepara sua chegada ao Brasil com uma fase de preview para usuários selecionados de todo o país. A jogatina por streaming no celular é promissora e já foi dita como “o futuro dos games”. Agora que os testes começaram, fica a questão: nossa internet está pronta para isso?
Assim que recebi o e-mail de convite para participar do acesso antecipado do Microsoft xCloud no Brasil, fiquei surpreso. A notícia caiu como uma luva nessa semana e instantaneamente me empolguei pela entrada nesse grupo de testes, mesmo morando no interior do Rio de Janeiro e sem nada que favorecesse os resultados da Microsoft.
Antes de mais nada, algumas observações:
O app Microsoft xCloud foi baixado do meu celular Motorola Moto Z2 Play, já com mais de 1 ano de uso e conectado ao Wi-Fi de 5 GHz e 2.4 GHz do roteador entregue pela minha provedora de internet local, numa conexão banda larga que promete entregar 300 MB. Ao lado dele, conectei o game no 4G da TIM, no meu plano pré-pago, mas de forma breve para não derreter meus dados móveis da semana.
Baixei o app imediatamente e logo fui conferir como estava o serviço. Infelizmente, a conta convidada não é a mesma que utilizo para assinar o Xbox Game Pass no PC (o que comprova que ser assinante, de fato, não favorece os candidatos), então todo meu progresso foi deixado de lado e fui largado numa conta praticamente inutilizada.
Catálogo para experimentação do serviço já se mostra bem completo. (Fonte: Igor Almenara/Reprodução)
Ignorando esse problema, fui direto para os jogos. A plataforma exige que você conecte um controle Xbox via bluetooth para a imensa maioria de títulos, dispensado somente em Hellblade: Senua’s Sacrifice e Minecraft Dungeons — estes com botões e controles que estão disponíveis para jogar direto da tela (comentarei sobre mais tarde).
De primeira, frustração
Pulei direto para o Minecraft Dungeons, jogo que julgo ser piedoso com latências mais altas, com gameplay mais lenta e compassada. Depois de um longo minuto — e do game ter iniciado duas vezes (e isso acontece todas as vezes que o abro), pude entrar no menu e começar minha ligeira jornada no streaming.
Quando a conexão dá uma fraquejada, o jogo vai junto.
A fluidez não durou muito e logo de cara dá para sentir que os controles não são lá tão responsivos. Digo de antemão que todo o período de experimentação provocou essa mesma sensação. Contudo, logo meu cérebro se adaptou à lentidão e eu passei a “me sentir” em um gameplay normal.
Na prática, capturas de tela não se diferem muito do que o Xbox One S apresenta. (Fonte: Igor Almenara/Reprodução)
Assim que minha conexão alcançou uma estabilidade considerável, minha experiência foi boa. Consegui terminar 3 missões dentro de Mineraft Dungeons e aproveitei a experiência de jogar de onde eu queria. Fiz comida para almoço enquanto jogava e esperava o arroz na panela. Tomei um sol da varanda com o game no celular. Joguei direto da cama, longe do computador.
Não demorou muito para entender o potencial do Microsoft xCloud para meu tipo de consumo. Ele é um constante companheiro “pronto” para ser jogado direto do celular quando estou em casa. Ainda não tive a oportunidade de testá-lo fora de casa, por ainda estar evitando ir à rua e não precisar me deslocar para trabalho, mas o 4G entregou uma experiência “OK”, considerando alguns solavancos.
Como é jogar no streaming?
Em resumo: é diferente. O tamanho da tela, latência e arrumar uma posição para o celular me incomodou. Nunca me dediquei ao game mobile, então foi algo totalmente inédito. Ainda assim, deu para aproveitar e ficar surpreso pela eficiência do serviço.
Logo de cara me deparei com problemas que devem impactar significativamente no jogo por streaming de boa parte dos brasileiros. Tive que manualmente me conectar à conexão 5.0 GHz do roteador da casa. A conexão demorou, o roteador não apresentava funcionamento pleno e, infelizmente, estou preso a ele devido a exigências do provedor local.
Dá para acreditar que todos esses efeitos visuais foram capturados da tela de um celular? (Fonte: Igor Almenara/Reprodução)
Demorou um pouco para finalmente ter uma gameplay estável no XCloud. A plataforma apresentava frequentemente o indicativo de “Problemas de rede”, acompanhado por frames mais lentos, delay e “pipocadas” do áudio. Não foi um primeiro encontro tão agradável, mas encarei com paciência e, algumas horas depois, pude aproveitar em sua totalidade.
Quando funcionou, experimentei jogos com Gears 5, Minecraft Dungeons, Forza Horizon 4, Hellblade: Senua’s Sacrifice e PlayersUnknown’s Battlegrounds. Ainda vou dar um tempo para aproveitar outros títulos disponíveis (e que avaliarei em futuros artigos), mas não acho justo entregar um veredito sobre um serviço ainda em fase beta.
A latência do xCloud
Por não contar com a capacidade de buffer para carregar sua gameplay com antecedência, o xCloud é basicamente uma transmissão de vídeo que acontece direta e exclusivamente para a sua tela. É ali, tá acontecendo agora e qualquer atraso é perceptível. E nisso o xCloud peca para o jogador de console ou PC.
Desculpem a qualidade do gif na vertical. O software de captura leva a culpa dessa vez. (Fonte: Igor Almenara/Reprodução)
Quando jogando pelo controle, a experiência é a mais confortável e familiar possível, mas a latência ganha espaço. Pense assim: o apertar de um botão é entregue através de Bluetooth, o celular interpretará, enviará para os servidores e eles retornarão as imagens. Esse processo é de todos o mais lento, mas ainda permitem uma jogatina aceitável em games que não exigem respostas rápidas.
Botões sobre a tela são contextualizados e acompanham a gameplay.
Quando há controles na tela, o cenário muda. Minecraft Dungeons e Hellblade: Senua’s Sacrifice são os únicos que contam com controles sobre a tela no momento da elaboração desse artigo — e são extremamente elegantes. Todo o botão apresentado é mostrado contextualizado, com ícones de fácil interpretação e facilmente se encaixando na gameplay.
Controles sobre a tela do celular
O resultado entregue é aquilo que dá para esperar de uma gameplay da tela do celular. Uma parte do display é destinada ao jogo com o analógico virtual, enquanto a outro possui espaço para os botões. No caso do xCloud, no entanto, só são exibidos os botões necessários para jogar, todos com seu devido contexto — e isso facilita bastante.
Hellblade fica absolutamente lindo numa telinha e os botões contextualizados são mais responsivos. (Fonte: Igor Almenara/Reprodução)
Nesse caso, o streaming também aproveita uma lentidão menor para receber os controles. O apertar de um botão, nesse caso, passa do celular para os servidores diretamente, o que agiliza boa parte da latência. Em Hellblade, inclusive, fui até capaz de realizar alguns bloqueios precisos quando me acostumei com a lentidão e rapidamente “me esqueci” de estar jogando pelo celular.
Ao jogar com comandos sobre a tela, eles também interagem com os acontecimentos do jogo. Hellblade tem momentos exclusivos para cutscenes — momento em que todos os botões somem —, momentos de caminhada e solução de puzzles apresentam somente o botão de interação, foco e os analógicos de andar e câmera; nos combates, a tela é recheada por mais botões, agora com defesa, golpe fraco, forte, chute e desvio, acompanhado dos demais.
Os bugs existem
Quando minha experiência não fluía bem ou com engasgos na conexão, o app de streaming apresentou problemas. Assim que fechei o Minecraft Dungeons pela primeira vez, o aplicativo da Microsoft travou na tela de feedback e não respondia a comando algum. Fechei, ignorando o processo de envio de feedback, e assim que o abri novamente me deparei com o aviso de “O aplicativo parou de funcionar” do Android (mais de uma vez).
Depois de certo tempo, dá para pegar a manha; mas as letras miúdas de PUBG não ajudam. (Fonte: Igor Almenara/Reprodução)
Isso aconteceu várias vezes — inclusive quando eu estava jogando. Por não estar tão preso ao progresso dos games testados, não me importei por ter perdido todo o avanço na campanha, mas estou ciente que esses crashes repentinos podem acontecer e comprometer todo o avanço.
Ademais, como pontuado em vídeo do Adrenaline, o primeiro a sofrer com instabilidade na conexão é a qualidade da transmissão. Rapidamente o jogo começa a apresentar artefatos na tela e os comandos se tornam lentos. Nesses momentos, é melhor esperar por uma melhora na rede, ou estará sujeito a uma imensa frustração.
XCloud é para quem?
Não é difícil encontrar uma aplicação do xCloud durante a rotina ou logo detestá-lo. Ao optar pela jogatina por streaming — pelo menos no estágio atual — é indispensável ter paciência e estar ciente das limitações. Diante disso, ele tem um enorme potencial.
Ele abre espaço para a pessoa que está imersa no catálogo do Xbox Game Pass e quer testar um recente lançamento antes de baixá-lo no console ou PC. O serviço pode ser um companheiro para todas as horas, te permitindo ficar distante das telas maiores para aproveitar direto do celular ou atender a necessidades menores de alguém que não tem nenhum console ou PC gamer poderoso.
É um Xbox One S na palma da mão (com alguns ligeiros atrasos). (Fonte: Igor Almenara/Reprodução)
Apesar do xCloud ainda exigir um roteador de 5 GHz para uma experiência aceitável, um dispositivo como esses é, de longe, o mais barato em comparação a um novo console ou PC gamer. A Microsoft faz bem em tornar o ecossistema Xbox mais acessível, e o serviço facilmente alcançará pessoas que ainda não tem condições para ter um videogame ou finalmente apresentá-las a esse universo.
A palavra é acessibilidade
A ausência de exigências para o hardware Android é outro poderoso fator. Segundo a Microsoft, basta ter Android 6.0 ou superior (o que a imensa maioria dos celulares já é), para conferir o serviço. Não é necessário um celular topo de linha ou intermediário para aproveitar. Com exceção dos games que exigem controle (que hoje fica em torno dos R$ 500), para jogar no xCloud basta um celular Android compatível.
Sendo assim, o xCloud é útil para vários momentos e pessoas. Cabe a você decidir se é bom para você, mas é bom testar antes de tomar a decisão final. Ainda não há datas para o fim da fase beta, mas assim que sair, compartilharei opiniões mais maduras acerca do gaming por streaming da Microsoft.
A trigésima oitava edição do Golden Joystick Awards acaba de acontecer e The Last of Us Parte II foi a grande estrela do evento. A premiação de votação popular acabou com seis estatuetas indo para o jogo e a Naughty Dog, um novo recorde.
Além do exclusivo do PlayStation, vários indies também brilharam durante o evento. Hades, que está concorrendo ao prêmio de jogo do ano no The Game Awards, levou prêmios como Melhor Indie para casa. Fall Guys também garantiu o seu espaço.
Hades, da Supergiant Games
Abaixo, você confere uma lista com todos os vencedores, tanto dos prêmios com votação aberta quanto das escolhas dos críticos. Logo abaixo, também é possível ver todas as categorias que estavam abertas para votação pública e seus respectivos vencedores.
Lista de vencedores do Golden Joystick Award
Melhor história – The Last of Us 2 Melhor Multiplayer Game – Fall Guys Melhor Design Visual- The Last of Us 2 Melhor Expansão – No Man’s Sky: Origins Melhor Jogo Mobile – Lego Builder’s Journey Melhor Áudio – The Last of Us 2 Melhor Indie – Hades Ainda jogando – Minecraft Estúdio do ano – Naughty Dog Jogo de esports do ano – Call of Duty: Modern Warfare Melhor novo streamer – iamBrandon Melhor jogo para família – Fall Guys Melhor comunidade – Minecraft Melhor atuação – Sandra Saad (Kamala Khan) Prêmio de descoberta – Innersloth (Among Us) Prêmio de Contribuição – The Gaming Industry Jogo de PC do ano – Death Stranding Hardware do ano – NVIDIA GeForce RTX 3080 Jogo de PlayStation do ano – The Last of Us 2 Jogo de Xbox do ano – Ori and the Will of the Wisps Jogo da Nintendo do ano – Animal Crossing: New Horizons Mais aguardado – God of War: Ragnarok Escolha dos críticos – Hades Jogo do ano definitivo – The Last of Us 2
Abaixo, seguem as categorias abertas para voto público inicialmente, com todos os indicados e os vencedores em destaque:
Melhor áudio
The Last of Us: Part II Ghost of Tsushima Star Wars Jedi: Fallen Order Paradise Killer Call of Duty: Warzone Half-Life: Alyx Streets Of Rage 4 Resident Evil 3
Melhor comunidade
Fall Guys Minecraft Animal Crossing: New Horizons Dreams Sea of Thieves Warframe Fortnite Final Fantasy XIV
Melhor jogo para a família
Animal Crossing: New Horizons Fall Guys Pokemon Sword & Shield Minecraft Dungeons Paper Mario: The Origami King Moving Out Clubhouse Games: 51 Worldwide Classics Super Mario 3D All-Stars
Melhor expansão
Control: AWE No Man’s Sky: Origins Total War: WARHAMMER 2 – The Warden and the Paunch Pokemon Sword & Shield – Expansion Pass Final Fantasy XIV Patch 5.3 – Reflections in Crystal The Sims 4 Star Wars: Journey to Batuu Mortal Kombat 11: Aftermath The Outer Worlds: Peril on Gorgon
Melhor hardware
PC Engine Mini Oculus Quest 2 Razer Kishi mobile pad for xCloud NVIDIA GeForce RTX 3080 TCA Sidestick Airbus Edition Vulcan 120 Aimo Keyboard Turtle Beach Stealth 700 Gen 2
Melhor Indie
Kentucky Route Zero Factorio Spelunky 2 Paradise Killer Creaks Hades Lair of the Clockwork God Necrobarista
Melhor Multiplayer
Fall Guys Call of Duty: Warzone Animal Crossing: New Horizons Deep Rock Galactic Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 The Dark Pictures Anthology: Little Hope Moving Out Valorant
Melhor história
The Last of Us Part II Ghost of Tsushima Kentucky Route Zero: TV Edition Necrobarista Paradise Killer Hades Signs of the Sojourner If Found…
Melhor design visual
Ghost of Tsushima Hades Ori and the Will of the Wisps Spiritfarer Microsoft Flight Simulator Half-Life: Alyx The Last of Us Part II Final Fantasy VII Remake
Jogo do ano de Esports
Tom Clancy’s Rainbow Six Siege League Of Legends Valorant Fortnite NTT IndyCar Series iRacing Counter-Strike: Global Offensive FIFA 20 Call of Duty: Modern Warfare
Melhor Jogo mobile
Game of Thrones: Tale of Crows Lego Builder’s Journey Little Orpheus Next Stop Nowhere Roundguard Bird Alone A Monster’s Expedition If Found…
Jogo do ano da Nintendo
Animal Crossing: New Horizons Pokemon Sword & Shield Dr Kawashima’s Brain Training for Nintendo Switch Super Mario 3D All-Stars Paper Mario: The Origami King Super Mario Bros. 35 Ninjala Clubhouse Games: 51 Worldwide Classics
Jogo do ano para PC
Paradise Killer Microsoft Flight Simulator Hades The Walking Dead: Saints & Sinners Crusader Kings III Valorant Half-Life: Alyx Death Stranding
Jogo do ano de PlayStation
The Last of Us Part II Nioh 2 Ghost of Tsushima Final Fantasy VII Remake Marvel’s Iron Man VR Spelunky 2 Dreams Fall Guys
Jogo do ano do Xbox
Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 Deep Rock Galactic Ori and the Will of the Wisps Bleeding Edge Minecraft Dungeons Wasteland 3 Yakuza 0 Tell Me Why
Ainda jogando
Final Fantasy XIV Sea of Thieves Fortnite Apex Legends Pokemon Go Grand Theft Auto Online PlayerUnknown’s Battlegrounds Minecraft
Estúdio do ano
Mediatonic Naughty Dog Respawn Paradox Development Studio Sucker Punch Infinity Ward Media Molecule Supergiant Games
Mais aguardado
Hitman 3 Ratchet & Clank: A Rift Apart Halo Infinite Resident Evil 8: Village Deathloop Horizon Forbidden West Kerbal Space Program 2 Elden Ring Gotham Knights God of War: Ragnarok Starfield The Medium
Um dos momentos mais aguardados pelos gamers™ acaba de chegar: a organização do The Game Awards revelou os jogos indicados ao prêmio em 2020, incluindo os nomeados ao título de Jogo do Ano, aka GOTY. Ou seja, está chegando a hora do “Oscar dos games” finalmente acontecer!
As indicações foram dominadas por figurões do ano, incluindo The Last of Us Parte 2, Ghost of Tsushima e Animal Crossing New Horizons. Além disso, o indie Hades, produzido pela galera da Supergiant Games, chamou a atenção com sete nomeações para os prêmios.
Indicados ao prêmio de GOTY 2020
Em 2020, o evento também conta com um prêmio de acessibilidade, o que pode dar mais visibilidade para a causa e ser ótimo para a indústria nos anos seguintes. Os resultados serão divulgados em 10 de dezembro, quando
Como votar no Game Awards 2020?
Você pode conferir todos os indicados ao Game Awards 2020 e votar em seus favoritos por meio do site da premiação. A plataforma permite que você escolha seus games em cada categoria e também compartilhe seu voto nas redes sociais.
É importante ressaltar que os votos do público contam com 10% de participação na escolha dos vencedores. Os 90% restantes da decisão ficam por conta de um corpo de jurados formado por cerca de 95 veículos de mídia e influenciadores do mundo.
Que horas começa o The Game Awards 2020?
Os vencedores serão revelados durante um evento online ao vivo no YouTube e Twitch em 10 de dezembro, às 21h pelo horário de Brasília. A data é a mesma do lançamento de Cyberpunk 2077. Além da distribuição de prêmios, a apresentação também contará com novidades sobre jogos que serão lançados futuramente, além de um show da Game Awards Orchestra.
Neste ano, devido à pandemia, o evento não contará com plateia ou entrega de prêmios em mãos, mas terá apresentações de Los Angeles, Tóquio e Londres. Os vencedores, convidados e indicados também vão participar por meio de videoconferências, segundo o FAQ do Game Awards
Lista com todos os indicados
Abaixo, você confere a lista de todos os indicados ao The Game Awards 2020, começando com os prêmios de Jogo do Ano e Melhor Direção. Você também pode conferir a revelação dos títulos no vídeo abaixo, que é apresentado por Geoff Keighley, criador do TGA.
Jogo do Ano
Animal Crossing: New Horizons (Nintendo) DOOM Eternal (id Software/Bethesda) Final Fantasy VII Remake (Square Enix) Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE) Hades (Supergiant Games) The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE)
Melhor Direção de Jogo
Final Fantasy VII Remake (Square Enix) Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE) Hades (Supergiant Games) Half-Life: Alyx (Valve) The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE)
Melhor Narrativa
13 Sentinels: Aegis Rim (George Kamitani) Final Fantasy VII Remake (Kazushige Nojima, Motomu Toriyama, Hiroki Iwaki, Sachie Hirano) Ghost of Tsushima (Ian Ryan, Liz Albl, Patrick Downs, Jordan Lemos) Hades (Greg Kasavin) The Last of Us Part II (Neil Druckmann, Halley Gross)
Melhor Direção de Arte
Final Fantasy VII Remake (Square Enix) Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE) Hades (Supergiant Games) Ori and the Will of the Wisps (Moon Studios/Xbox Game Studios) The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE)
Melhor Trilha e Música
DOOM Eternal (Mick Gordon) Final Fantasy VII Remake (Nobuo Uematsu, Masahi Hamauzu, Mitsuto Suzuki) Hades (Darren Korb) Ori and the Will of the Wisps (Gareth Coker) The Last of Us Part II (Gustavo Santaolala, Mac Quale)
Melhor Design de Som
DOOM Eternal (id Software/Bethesda) Half-Life: Alyx (Valve) Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE) Resident Evil 3 (Capcom) The Last of Us Part 2 (Naughty Dog/SIE)
Melhor Performance
Ashley Johnson as Ellie, The Last of Us Part II Laura Bailey as Abby, The Last of Us Part II Daisuke Tsuji as Jin Sakai, Ghost of Tsushima Logan Cunningham as Hades, Hades Nadji Jeter as Miles Morales, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales
Jogo de Impacto
If Found… (DREAMFELL/Annapurna) Kentucky Route Zero: TV Edition (Cardboad Computer/Annapurna) Spiritfarer (Thunder Lotus Games) Tell Me Why (Dontnod Entertainment/Xbox Game Studios) Through the Darkest of Times (Paintbucket Games)
Melhor Jogo Contínuo
Apex Legends (Respawn/EA) Destiny 2 (Bungie) Call of Duty Warzone (Infinity Ward/Activision) Fortnite (Epic Games) No Man’s Sky (Hello Games)
Melhor Jogo Independente
Carrion (Phobia Game Studio) Fall Guys: Ultimate Knockout (Mediatonic/Devolver) Hades (Supergiant Games) Spelunky 2 (Mossmouth) Spiritfarer (Thunder Lotus Games)
Melhor Jogo Mobile
Among Us (InnerSloth) Call of Duty Mobile (TiMi Studios/Activision) Genshin Impact (miHoYo) Legends of Runeterra (Riot Games) Pokémon Café Mix (Genius Sonority)
Melhor Suporte da Comunidade
Apex Legends (Respawn/EA) Destiny 2 (Bungie) Fall Guys (Mediatonic/Devolver) Fortnite (Epic Games) No Man’s Sky (Hello Games) Valorant (Riot Games)
Inovação em Acessibilidade
Assassin’s Creed Valhalla (Ubisoft Montreal/Ubisoft) Grounded (Obsidian/Xbox Game Studios) HyperDot (Tribe Games) The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE) Watch Dogs Legion (Ubisoft Toronto/Ubisoft)
Melhor Jogo VR/AR
Dreams (Media Molecule/SIE) Half-Life: Alyx (Valve) MARVEL’s Iron Man VR (Camoflaj/SIE) STAR WARS: Squadrons (Motive Studios/EA) The Walking Dead: Saints & Sinners (Skydance Interactive)
Melhor Jogo de Ação
DOOM Eternal (id Software/Bethesda) Hades (Supergiant Games) Half-Life: Alyx (Valve) Nioh 2 (Team Ninja) Streets of Rage 4 (DotEmu)
Melhor Jogo de Ação/Aventura
Assassin’s Creed Valhalla (Ubisoft Montreal/Ubisoft) Ghost of Tsushima (Sucker Punch/SIE) MARVEL’s Spider-Man: Miles Morales (Insomniac Games/SIE) Ori and the Will of the Wisps (Moon Studios/Xbox Game Studios) Star Wars Jedi: Fallen Order (Respawn/EA) The Last of Us Part II (Naughty Dog/SIE)
Melhor RPG
Final Fantasy VII Remake (Square Enix) Genshin Impact (miHoYo) Persona 5 Royal (Atlus, P Studios) Wasteland 3 (inXile Entertainment/Koch) Yakuza: Like a Dragon (Ryu Ga Gotoku Studio/Sega)
Melhor Jogo de Luta
Granblue Fantasy: Versus (Arc System Works/Cygames) Mortal Kombat 11/Ultimate (NetherRealm Studios/WB Games) Street Fighter V: Champion Edition (Dimps/Capcom) One Punch Man: A Hero Nobody Knows (Spike Chunsoft/Bandai-Namco) UNDER NIGHT IN-BIRTH Exe: Late[cl-r] (French Bread/Arc System Works)
Melhor Jogo para Família
Animal Crossing: New Horizons (Nintendo) Crash Bandicoot 4: It’s About Time (Toys for Bob/Activision) Fall Guys: Ultimate Knockout (Mediatonic/Devolver) Mario Kart Live: Home Circuit (Velan Studios/Nintendo) Minecraft Dungeons (Mojang/Double Eleven/Xbox Game Studios) Paper Mario: The Origami King (Intelligent Systems/Nintendo)
Melhor Jogo de Estratégia/Simulação
Crusader Kings III (Paradox Development Studio/Paradox) Desperados III (Mimimi Games/THQN) Gears Tactics (Splash Damage/The Coalition/Xbox Game Studios) Microsoft Flight Simulator (Asobo/Xbox Game Studios) XCOM: Chimera Squad (Firaxis/2K)
Melhor Jogo de Esporte/Corrida
Dirt 5 (Codemasters Cheshire/Codemasters) F1 2020 (Codemasters Birmingham /Codemasters) FIFA 21 (EA Vancouver/EA Sports) NBA 2K21 (Visual Concepts/2K) Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 (Vicarious Visions/Activision)
Melhor Jogo Multiplayer
Animal Crossing: New Horizons (Nintendo) Among Us (InnerSloth) Call of Duty: Warzone (Infinity Ward/Raven/Activision) Fall Guys: Ultimate Knockout (Mediatonic/Devolver) Valorant (Riot Games)
Melhor Estreia de Jogo Indie
Carrion (Phobia Game Studio/Devolver) Mortal Shell (Cold Symmetry/Playstack) Raji: An Ancient Epic (Nodding Heads Games) Röki (Polygon Treehouse/CI Games) Phasmophobia (Kinetic Games)
Criador de Conteúdo do Ano
Alanah Pearce NickMercs TimtheTatman Jay Ann Lopez Valkyrae Prêmios de eSports
Melhor Jogo de Esports
Call of Duty: Modern Warfare (Infinity Ward/Raven/Activision) Counter-Strike: Global Offensive (Valve) Fortnite (Epic Games) League of Legends (Riot Games) Valorant (Riot Games)
Melhor Atleta de Esports
Ian “Crimsix” Porter / Call of Duty Heo “Showmaker” Su / League of Legends Kim “Canyon” Geon-bu / League of Legends Anthony “Shotzzy” Cuevas-Castro / Call of Duty Matthieu “ZywOo” Herbaut / CS:GO
Melhor Equipe de Esports
DAMWON Gaming / League of Legends Dallas Empire / Call of Duty San Francisco Shock / Overwatch League G2 Esports / League of Legends Team Secret / DOTA2
Melhor Evento de Esports
BLAST Premier: Spring E2020 European Finals (CS:GO) Call of Duty League Championship 2020 IEM Katowice 2020 (CS:GO) League of Legends World Championship 2020 Overwatch League Grand Finals 2020
Melhor Apresentador de Esports
Eefje “Sjokz” Depoortere Alex “Machine” Richardson Alex “Goldenboy” Mendez James “Dash” Patterson Jorien “Sheever” van der Heijden
A semana do dia 5 de novembro pode ser considerada como “a calmaria que antecede a tempestade” no Xbox Game Pass. O serviço está prestes a se “fundir” com o programa de assinatura da EA, o EA Play, e expandir seu catálogo de jogos ainda mais, incluindo títulos de peso.
O estilo “O PATRÃO FICOU MALUCO” é impagável. (Fonte: Microsoft/Reprodução)
Indo ao que importa, os games adicionados ao Xbox Game Pass no dia 5 de novembro de 2020 ainda são games que merecem atenção. No total, cinco novos títulos serão adicionados ao catálogo, são eles:
Celeste (Android via xCloud, console e PC)
Reconhecido pela comunidade como um importante título oriundo de uma produção independente, Celeste é um charmoso jogo de plataforma totalmente focado na precisão de movimentos.
Seu visual é elegante, todo pixelizado, somado a uma trilha sonora inconfundível e cativante. É, sem dúvidas, uma das paixões pessoais e é uma grande adição ao Xbox Game Pass. Se vale a dica, o ideal é aproveitar o game utilizando um controle.
Deep Rock Galactic (Android via xCloud, console e PC)
Você e seus amigos compõem um grupo de anões mineradores que exploram cavernas intergalácticas enquanto enfrentam inimigos, coletam recursos e aproveitam a mecânica de construção e destruição de ambientes.
É um prato cheio para a passar o tempo e descobrir um novo universo, mas seu potencial está na união entre amigos e na execução de tarefas em conjunto — e no enfrentamento de inimigos, que é a magia do jogo.
O visual é cartunesco, o modelo de jogo é em primeira pessoa e há um conjunto de armas poderoso para enfrentar as ondas compostas por dezenas de aranhas e outras criaturas espaciais. A diversão é garantida.
Eastshade (Android via xCloud, console e PC)
Com ambientação e mundo inspirados em RPGs famosos como The Elder Skrolls V: Skyrime The Witcher 3, Eastshade é um jogo introspectivo que te faz pintar os ambientes que marcam a sua jornada pelo mundo do game.
Colocada como mecânica central do game, a pintura em Eastshade tenta transmitir o sentimento de observação e contemplação. Os visuais são belíssimos, as criaturas são cheias de personalidade e a aventura calma e pacata é a proposta do game.
Pode ser tedioso para os jogadores que esperam um jogo de ação mais emocionante ou uma história cheia de reviravoltas, mas se seu objetivo é relaxar e passar o tempo, Eastshade é uma boa escolha.
Knights and Bikes (console e PC)
Devo confessar que esse despertou minha curiosidade é um game que dá grande destaque ao visual feito à mão em uma jornada vivida numa ilha britânica nos anos 80. É uma aventura protagonizada pela dupla Nessa e Demelza, que superam diversas situações, problemas, enquanto descobrem amigos, constroem sua história através de diálogos, melhoram suas bicicletas e descobrem os lindos ambientes da ilha.
Particularmente, a premissa curiosa desse jogo e o multiplayer local são grandes atrativos. Aprecio games que tentam criar experiências para mais de um jogador, cientes da dinâmica que essa cooperação íntima com a dupla proporciona. Gostaria que tivesse multiplayer online, mas talvez o couch co-op seja realmente a combinação ideal.
Comanche (PC)
Por fim, o título de ação do conjunto. Comanche é um frenético jogo de tiro em terceira pessoa onde você controla poderosas espaçonaves recheadas com armamento letal. Desenvolvido pela THQ Nordic e lançado em março deste ano, Comanche é como um reboot de uma franquia conhecida lá dos anos 90, que tinha a mesma premissa: tiroteio entre helicópteros (e derivados).
Não é lá um game muito inédito, mas pode render algumas boas horas de diversão e intensos embates contra ou com colegas. É um bom passatempo, pode render grandes emoções e boas horas de gameplay, mas não é algo que atraia minha atenção.
BÔNUS: Disney+
Anunciado na manhã desta segunda-feira (09), assinantes do Xbox Game Pass Ultimate receberão um bônus de 30 dias para acessar os conteúdos do Disney+ sem qualquer valor adicional. Como o serviço ainda nem foi lançado no Brasil (a estreia está prevista para o dia 17 de novembro), a chegada do bônus para o pagante brasileiro ainda é incerta, mas é bom ficar de olho.
O Disney+ será o serviço de assinatura da gigante do entretenimento e contará com centenas de títulos da companhia, incluindo a premiada série The Mandalorian. É um prato cheio para acompanhar nas férias de verão que estão para chegar.
Ademais, se vale a sugestão, o Jornal dos Jogos — mais especificamente, o Mateus Mognon — preparou uma minuciosa análise sobre o comportamento do mercado de games e como as companhias parecem estar se movimentando para se tornarem “a próxima Disney+ dos videogames”. Vale (muito) a pena conferir.
O Xbox Game Pass é um sucesso absoluto no Brasil e possibilita que o fã de Xbox brasileiro tenha acesso a um catálogo com mais de 100 jogos a um custo reduzido — especialmente útil para períodos com dólar alto e jogos alcançando o teto de R$ 350. Pensando nisso, o Jornal dos Jogos pensou em reunir as novidades do serviço, a cada vez que eles forem anunciados pela Microsoft.
Após essa ligeira contextualização, alertamos que a listagem e as descrições começarão a partir dos anúncios do Xbox Game Pass do dia 5 de novembro de 2020.
O RPG asiático Genshin Impact foi lançado gratuitamente no fim de setembro e está fazendo sucesso com seu visual que lembra The Legend of Zelda: Breath of the Wild. O jogo conta com versões para PC, mobile e também PlayStation 4, e todas podem ser jogadas sem custo algum.
O sucesso de Genshin Impact é tão grande que o título se tornou o game chinês mais popular internacionalmente. Em sua semana de estreia, o título angariou US$ 60 milhões em microtransões.
Genshin Impact está disponível para PC, celulares e PS4.
Mesmo com tanto sucesso, algumas pessoas ainda não começaram a explorar o belo mundo do RPG chinês. Nós separamos aqui os requisitos para você rodar o Genshin Impact no PC, celular e também no PS4.
Genshin Impact: veja requisitos para PC e celular
Genshin Impact no PC
A edição de PC de Genshin Impact não é muito pesada de armazenamento, mas o download pode demorar por causa do launcher do game. Em relação ao hardware, os requisitos mínimos são amigáveis se comparados a outros jogos de grande porte lançados recentemente.
As especificações mínimas trazem a fraca placa de vídeo GT 1030 e 8 GB de RAM. Já as especificações recomendadas pedem uma GTX 1060 e 16 GB de memória.
Sistema: Windows 7 SP1 64-bit, Windows 8.1 64-bit ou Windows 10 64-bit
Processador: Intel Core i5 ou equivalente
Memória: 8 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GT 1030 ou superior
DirectX: versão 11
Armazenamento: 30 GB de espaço livre
Requisitos Recomendados para PC
Sistema: Windows 7 SP1 64-bit, Windows 8.1 64-bit, or Windows 10 64-bit
Processador: Intel Core i7 ou equivalente/superior
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 6 GB ou superior
DirectX: versão 11
Armazenamento: 30 GB de espaço livre
Genshin Impact no Android
A edição móvel de Genshin Impact também capricha no visual e gameplay, trazendo uma experiência similar ao que temos no PS4 e PC. Por causa disso, o jogo não economiza nos requisitos para rodar em smartphones Android.
As especificações no sistema operacional da Google partem de 3 GB de memória RAM e 8 GB de armazenamento. Já os requisitos recomendados sugerem o uso de um processador ao nível do Snadpragon 845, chip da Qualcomm que equipa celulares como Xiaomi Mi 8, ASUS Zenfone 5Z e Samsung Galaxy S9.
Processador: Qualcomm Snapdragon 845, Kirin 810 ou superior
Memória: 4 GB de RAM ou mais
Sistema: Android 8.1 ou mais recente
Armazenamento: 8 GB de espaço livre
Genshin Impact para iOS
Para os donos de iPhone ou iPad, é recomendado utilizar um celular ou tablet com iOS 9.0 ou superior e com pelo menos 8 GB de armazenamento livre. Os dispositivos da Apple recomendados para Genshin Impact estão listados abaixo.
A edição de PlayStation 4 de Genshin Impact funciona em todas as edições do console igualmente. O downlaod pode ser feito digitalmente por meio da PlayStation Store e pesa 9,81 GB, mas a desenvolvedora recomenda manter cerca de 30 GB de espaço livre no console.
Vale lembrar que o jogo possui modo online de até quatro pessoas em todas as versões, mas é necessário alcançar o ranking 16 para liberar as missões com múltiplos jogadores. O game conta com suporte para crossplay e permite que usuários de diferentes plataformas joguem juntos.
Até o momento, Genshin Impact não possui versões para Xbox One e Nintendo Switch. A desenvolvedora MiHoYo confirmou que possui planos de levar o jogo para a nova geração de consoles. Logo, futuramente o RPG pode ser lançado no PlayStation 5 e Xbox Series X e S.