Mês: setembro 2024

  • Crise na Ubisoft, PS5 Pro por R$ 7 mil e Steam Deck do Xbox

    Crise na Ubisoft, PS5 Pro por R$ 7 mil e Steam Deck do Xbox

    Hora do Jornal dos Jogos, meu povo! A última edição de setembro chega com crises, preços polêmicos e muitos lançamentos que estão por vir, além de opiniões caóticas sobre Mortal Kombat 1.

    Os destaques de hoje incluem:

    • Crise na Ubisoft causa adiamento de Assassin’s Creed Shadows;
    • PS5 Pro por R$ 7 mil é real oficial no Brasil;
    • Ghost of Yotei anunciado na State of Play;
    • Segunda temporada de The Last of Us ganha trailer;
    • Modo foto de Death Stranding 2 impressiona;
    • Steam Deck do Xbox está chegando?

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  • Mortal Kombat 1 Khaos Reigns é divertido, mas podia ser grandioso – Review

    Mortal Kombat 1 Khaos Reigns é divertido, mas podia ser grandioso – Review

    Seguindo os padrões de seu antecessor, Mortal Kombat 1 recebeu uma expansão de história após seu lançamento com novos conteúdos e mais um pacote de lutadores. Chamado de Khaos Reigns, o DLC chegou custando 250 reais no PC e consoles.

    Para quem curte a história da franquia, o grande destaque fica para a campanha principal encabeçada pelo vilão Havik, que está tentando dominar a linha do tempo de Liu Kang. Além disso, temos a adição de novos personagens ao universo “resetado” do game, como Cyrax, Sektor e Noob Saibot.

    Mas afinal, vale a pena investir na expansão? Nós testamos o DLC no Xbox Series X, cortesia de uma Key fornecida pela Warner, e trazemos nossas impressões na review completa disponível no link.

    Leia a análise completa aqui!

    Mortal Kombat 1 Khaos Reigns está disponível no PC e consoles por R$249,90. Comprando na Nuuvem, a versão de computador sai por R$ 204,99 atualmente, com um desconto temporário de 10%.

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  • Mortal Kombat 1: Veja lista com todos os Animalities e botões para fazê-los

    Mortal Kombat 1: Veja lista com todos os Animalities e botões para fazê-los

    A expansão Khaos Reigns foi lançada para Mortal Kombat 1 e trouxe ao game novos lutadores em seu pacote premium, além de uma história protagonizada por Havik. No entanto, além disso, todos os jogadores de MK1 receberam um update grátis com os Animalities.

    Assim como os Fatalities, os animalities são finalizações sangrentas que podem ser feitas durante o fim das lutas. A novidade já está disponível e permite terminar as lutas de maneira irreverente, mas sanguinária.

    Como funcionam os animalities?

    Os animalities, basicamente, são fatalities inspirados em animais. Durante esse tipo de finalização, o personagem acaba se transformando ou sendo substituído por animais e criaturas que realizam a “tacada final.”

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  • God of War Ragnarok entrega experiência deslumbrante no PC – Review 

    God of War Ragnarok entrega experiência deslumbrante no PC – Review 

    Há cerca de um ano, tive a oportunidade de jogar God of War Ragnarok pela primeira vez no PS5. Após aproveitar uma baita promoção na PS Store, finalmente pude vivenciar a segunda parte da história de Kratos e Ateus, e logo em seguida ainda deu para aproveitar o DLC Valhala, que chegou de graça para todos os donos do título.

    Agora, em setembro de 2024, a Santa Mônica e a Playstation expandem o alcance do game com o lançamento do game no PC. O título já está disponível para computadores e, graças a uma Key fornecida pela Playstation, já conseguimos testar o título na nova plataforma. 

    Assim como outros lançamentos da empresa no PC, já podemos adiantar: o game chega em um port deslumbrante, mas com um detalhe que pode render polêmica. 

    Leia a review completa aqui!

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  • Nintendo processa Palworld, PS5 Pro no Brasil e o fim de Kingdom Hearts

    Nintendo processa Palworld, PS5 Pro no Brasil e o fim de Kingdom Hearts

    Hora do Jornal dos Jogos, meu povo! Como uma virose incapacitou metade da nossa equipe, estamos quase morrendo por aqui, mas sem deixar de lado as principais notícias do mundo dos games.

    O resumo semanal de notícias do Jornal dos Jogos chegou com os seguintes destaques:

    – Nintendo processando Palworld
    – Suposto preço do PS5 Pro no Brasil
    – Kingdom Hearts acabando
    – Filme de The Sims

    E muito mais! Clique no link abaixo para conferir o resumão semanal completo — e inscreva-se para receber toda segunda no seu e-mail!

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  • Frostpunk 2 é maior e melhor com primor – Review

    Frostpunk 2 é maior e melhor com primor – Review

    Lançado pela 11 Bit Studios em 2018, o jogo Frostpunk pegou muitos fãs do gênero de estratégia de surpresa. Trazendo um gameplay formidável e uma ambientação gelada, o título coloca os jogadores para sobreviver na última cidade da Terra, após um evento climático que congela o globo.

    A produção dos criadores de This War of Mine conquistou um público com sua temática única e gameplay envolvente de “controle de sociedade”, o que garantiu ao estúdio a chance de fazer uma sequência. Já disponível no PC, Frostpunk 2 promete oferecer uma experiência ainda maior e melhor que seu antecessor.

    Mas o projeto da 11 Bit Studios consegue entregar novidades ou é mais do mesmo? Confira mais detalhes sobre o game na review do Jornal dos Jogos, produzida por mim, Ramon Félix, com uma cópia cedida pela desenvolvedora.

    Gameplay

    Antes de mais nada, já vamos adiantar: Frostpunk 2 não é uma sequência comum como muitas que vemos em outros jogos, que às vezes mais se assemelham a simples DLCs. O jogo da 11 Bit Studios pega os elementos do primeiro Frostpunk — sua lore, suas ideias — e os aprimora, trazendo uma estética estilosa e um novo estilo de gameplay que vai além da mera sobrevivência.

    O jogo te obriga a fazer escolhas difíceis e concessões constantes para garantir a evolução e o progresso. Aqui, o jogo brilha ainda mais que o primeiro título da franquia, elevando a experiência de gerenciamento da sociedade movida à vapor.

    O game traz, em seu lançamento, dois modos: um modo infinito, chamado “Construtor de Utopia”, e a clássica campanha, dividida em cinco capítulos. O primeiro capítulo serve como introdução às mecânicas do jogo. Em seguida, assumimos o controle de Nova Londres, 30 anos após os eventos apocalípticos que nos levaram à luta pela sobrevivência no gelo.

    Cidade maior e facções

    A jogabilidade é bem diferente da do primeiro jogo, já que começamos com uma grande cidade para administrar e evoluir enquanto cumprimos os objetivos específicos de cada capítulo. Uma adição importante em Frostpunk 2 são as facções, que representam grupos políticos com diferentes objetivos.

    Esses grupos podem ser conservadores ou progressistas, com ideologias e opiniões diversas sobre o rumo da cidade. Parte da nossa responsabilidade é atender às expectativas dessas facções, seja por meio de concessões, apoios ou sabendo quando influenciar uma facção sobre outra, especialmente em pesquisas e votações de leis.

    Manter o equilíbrio entre esses grupos é essencial para governar a cidade com tranquilidade — ao menos até certo ponto. Assim, o gameplay fica bem diversificado e diferenciado da experiência original.

    Gráficos espetaculares

    Sabemos que as tecnologias avançaram e os jogos estão cada vez mais deslumbrantes, com gráficos incríveis. No entanto, o gênero RTS parecia não ter acompanhado esse avanço até Cities Skylines II, que, apesar de ser visualmente magnífico, chegou com problemas de performance.

    Frostpunk 2 se destaca por ser mais equilibrado em termos de desempenho, entregando uma qualidade gráfica espetacular. É, sem dúvida, o RTS com os melhores gráficos que já vi.

    Frostpunk 2 é o RTS mais bonito que já vi.

    A 11 Bit Studios elevou ainda mais a qualidade visual do primeiro jogo da série, o que é um grande feito, considerando que o original já era muito bonito. Isso só foi possível graças ao uso intensivo das tecnologias da Unreal Engine, que entrega um resultado otimizado e belo no game.

    O jogo, inclusive, não é tão pesado de rodar, como é possível ver nos requisitos mínimos e recomendados:

    Requisitos Mínimos

    • Sistema: Windows 10/11 (64-bit)
    • Processador: AMD Ryzen 5 / Intel Core i5 2.5 GHz
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: AMD RX 550 4 GB VRAM / NVIDIA GTX 1050Ti 4 GB VRAM / INTEL ARC A310 4GB VRAM
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 30 GB de espaço disponível em SSD

    Requisitos Recomendados

    • Sistema: Windows 10/11 (64-bit)
    • Processador: AMD Ryzen 7 / Intel Core i7 2.8 GHz
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: AMD RX 5700 8 GB VRAM / NVIDIA 2060 Super RTX 8 GB VRAM / INTEL ARC A770 8GB VRAM
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 30 GB de espaço disponível em SSD

    Além de sua excelência técnica, o jogo possui um estilo artístico muito refinado. Tudo tem um tom moderno, com a incorporação de elementos steampunk, desde o design dos diálogos até os cenários. No fim das contas, tudo é visualmente impressionante, fazendo o jogo ter um visual tão único quanto a sua proposta.

    Pequenos incômodos e uma escolha questionável

    Durante minha experiência testando apenas o modo campanha, não encontrei nenhum bug sério ou travamento que exigisse reiniciar o jogo. O problema mais significativo que observei foi a tradução incorreta de alguns textos, que exibiam expressões diferentes do que deveria estar escrito.

    Ainda assim, é importante ressaltar como ponto positivo que o jogo possui localização em português, o que é essencial para um título desse porte fazer sucesso no nosso país. Afinal, com tantas mecânicas e funções, é essencial que o público entenda o que está acontecendo.

    Por outro lado, acho que utilizar um capítulo da história como uma espécie de tutorial não é ideal. Seria mais interessante ter uma fase separada, com um tutorial exclusivo e mais detalhado do que o primeiro capítulo. Embora o jogo não mencione explicitamente que se trata de um tutorial, fica claro que é uma introdução superficial ao que nos aguarda nos capítulos seguintes.

    Frostpunk 2 vale a pena?

    Frostpunk 2 é como vemos em algumas franquias de filmes de ação nos cinemas: uma sequência que adota a fórmula do “mais e maior”. No entanto, isso não acontece apenas inflando o jogo com mecânicas inúteis e capítulos desinteressantes.

    A sequência traz gráficos aprimorados, uma história mais profunda e a introdução das facções que revitalizam o aspecto diplomático do jogo. Além disso, o game traz mais opções de ajuste de dificuldade, agradando tanto aos veteranos do título original de 2018 quanto aos novatos — embora, mesmo na menor dificuldade, ainda apresente desafios. Afinal, esse é o cerne de Frostpunk: um jogo de sobrevivência em que o fracasso é parte natural da experiência.

    O jogo também já tem três expansões anunciadas e, no lançamento, vem com uma ferramenta robusta de criação de mods para a comunidade. O preço de R$ 119,95 é justo para o conteúdo oferecido e o jogo também está disponível no PC Game Pass no lançamento. Acredito que vale a pena dar uma chance, desde que você tenha paciência para aprender.

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  • O Escudeiro Valente é um dos mais inventivos jogos dos últimos anos – Análise do Jornal dos Jogos

    O Escudeiro Valente é um dos mais inventivos jogos dos últimos anos – Análise do Jornal dos Jogos

    Sempre defendi os jogos indie como os bastiões da inovação e criatividade nos videogames. Isso não significa que os jogos AAA não tenham qualidade, mas o fator novidade e a liberdade criativa são mais evidentes nesses jogos de menor escopo, que muitas vezes surpreendem e redefinem o rumo da indústria de games. Nesse cenário, um título chamou muita atenção desde sua apresentação: O Escudeiro Valente, também conhecido como Plucky Squire.

    Com os trailers divulgados antes do lançamento, já era possível perceber a qualidade que este jogo demonstra, tanto narrativamente quanto mecanicamente. Aliado a isso, também temos a criatividade latente do jogo, que se passa em um livro de conto de fadas, o que foi suficiente para colocar o título na lista de mais aguardados do ano de muita gente.

    Com o lançamento próximo, a Devolver Digital liberou uma cópia do game para PC ao Jornal dos Jogos. Com isso, finalmente podemos responder: O Escudeiro Valente corresponde às expectativas que foram criadas? Vale a pena dar uma chance ao game? Eu, Ramon Félix, explico tudo agora na nossa review completa!

    História e narrativa de ponta, e com dublagem!

    Em uma aventura totalmente em português e dublada pelo excepcional Mauro Ramos (dublador do Pumba e uma das vozes do Shrek no Brasil), conhecemos a história de Pontinho e seus amigos, Batera e Violeta, no aprazível Reino de Mana. Tudo vai bem até que Enfezaldo, o vilão da história, descobre que todos vivem em um livro e que está fadado a ser eternamente derrotado. 

    Para evitar esse destino, o mago malvado expulsa nosso protagonista do livro, e um novo mundo se abre diante de nós. Conforme a história avança, entendemos que Enfezaldo deseja mudar a trama do livro e moldar a narrativa para que ele seja o protagonista. 

    O jogo incorpora esse conceito não apenas para nos conduzir de um ponto a outro, mas também interferindo diretamente na narração e no estilo artístico do jogo — uma excelente sacada que acontece no último terço da história. A trama é super engraçada e quebra a quarta parede várias vezes, com os personagens do livro interagindo conosco. O tom é leve e divertido, com piadas que arrancam boas risadas, como a transformação do nosso amigo Barbaluar em Barbaluar Monocromático, uma clara referência a “Gandalf, o Branco”, de O Senhor dos Anéis.

    Quando somos expulsos do livro, um novo mundo se revela. Inicialmente perigoso, já que ficamos sem nossa companheira espada, mas logo conseguimos retornar ao livro e, a partir daí, transitamos entre os dois mundos até o final da aventura de Pontinho. 

    Toda a mecânica de O Escudeiro Valente gira em torno dessa transição entre mundos. O design de níveis é todo baseado nisso, e quase todos os quebra-cabeças do jogo nos fazem trabalhar nesses dois universos. Como fazemos isso? Com ferramentas que nos permitem manipular o livro de forma física.

    Os quebra-cabeças são muito bem elaborados e exigem diferentes habilidades, que se acumulam ao longo das quase 10 horas de gameplay. Por exemplo, os puzzles mais comuns envolvem reutilizar palavras de outras frases para criar passagens ou liberar o acesso a botões que permitem avançar. 

    Às vezes, é necessário usar um portal para entrar no mundo 3D, acessar outro portal e alcançar um ponto da página que antes era inacessível. Também podemos transportar palavras ou objetos por esses portais, ampliando ainda mais as possibilidades.

    Estilo artístico único

    A arte de O Escudeiro Valente é um show à parte, brilhando intensamente. É incrível como o jogo alterna entre diferentes estilos artísticos, mudando o design dos personagens ou dos mundos em certas partes. O jogo abraça tanto a arte que possui uma cidade repleta de figuras famosas, como Van Gogh e a própria Monalisa. As ilustrações das páginas durante as cutscenes são lindas e dão vontade de ter aquele livro em mãos. Essa variedade visual não se aplica apenas ao protagonista Pontinho, mas também aos seus amigos, como Violeta e Batera, o que demonstra o carinho da desenvolvedora e diferencia o jogo de outros títulos 2D.

    Mistura de gêneros

    Além dos puzzles e da narrativa criativa, O Escudeiro Valente se destaca por incorporar elementos de combate e exploração de outros gêneros com extrema maestria. Desde batalhas em turnos, semelhantes aos JRPGs, até desafios ao estilo Candy Crush. Porém, o que mais me chamou a atenção foram os minigames de tiro, que remontam os shooters dos anos 80, e os fortes elementos de ritmo.

    A mecânica rítmica de O Escudeiro Valente é muito interessante, similar ao que vimos recentemente em Hi-Fi Rush. Gosto de como ela foi implementada aqui, especialmente nas lutas contra chefes e em fases nas quais precisamos usar outro personagem para avançar. O mais interessante é que essa relação com a música está integrada à narrativa do jogo e não aparece apenas como um elemento de jogabilidade isolado. Uma grata surpresa.

    Pequenos problemas

    Apesar da alta qualidade técnica, O Escudeiro Valente apresenta alguns problemas com bugs, mas bem menos frequentes do que em outros jogos que joguei. Em casos mais graves, basta reiniciar o jogo para que tudo volte ao normal. No entanto, duas coisas me incomodaram: a ausência de salvamento manual e a batalha final anticlimática. 

    A batalha final, que deveria ser o grande clímax do jogo, acaba sendo um conjunto de pequenos combates similares aos já enfrentados ao longo da história. Embora essas batalhas sejam divertidas individualmente, esperava algo novo para o desfecho da história de Pontinho.

    Ainda assim, mesmo com o desfecho que poderia oferecer mais, esse sentimento acaba vindo justamente porque a narrativa foi recheada de surpresas durante toda a jornada. Ou seja, a caminhada foi tão ótima e intensa que o fechamento também poderia ter sido épico, mas foi apenas “muito bom”.

    Vale a pena? 

    Apesar de acompanhar um pequeno protagonista, O Escudeiro Valente é um grande jogo. Como mencionei no início, temos aqui um dos melhores títulos do ano e que, com certeza, merece sua atenção. 

    Com uma narrativa divertida, bem escrita e que aproveita ao máximo os principais personagens, o jogo apresenta constantemente novas mecânicas e desafios, evitando qualquer traço de monotonia. O título também possui diversas opções de acessibilidade que permitem que crianças aproveitem toda essa jornada sem se frustrar, sendo uma ótima porta de entrada para os games.

    Repleto de diversão, O Escudeiro Valente pode se tornar um dos seus jogos favoritos e marcar essa geração atual. Além disso, o título também é um grande exemplo para novos e antigos desenvolvedores, pois mostra como a criatividade é necessária na indústria atual de games.

    O Escudeiro Valente chega no dia 17 de setembro no PC, Xbox Series S/X e PS5, com lançamento na PS Plus Extra e Deluxe.

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  • PS5 Pro lançado, Xbox demitindo e comunismo na Steam

    PS5 Pro lançado, Xbox demitindo e comunismo na Steam

    Mais uma semana canônica acabou de passar no mundo dos games. Além do PS5 Pro finalmente ter sido revelado, tivemos novas demissões na Microsoft e uma grande mudança na Steam. Ou seja, prepare-se para muita coisa importante no mundo dos games.

    Os destaques de hoje incluem:

    • PS5 Pro lançado e gerando polêmica com seu preço
    • Demissões na Microsoft
    • Gente se demitindo na Annapurna Interactive
    • Ubisoft se redimindo com The Crew
    • Comunismo instaurado na Steam com a “Família”
    • E mais promoções e notícias!

    Leia tudo aqui

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  • Falha ao Aceitar o Convite? Veja como usar o Família Steam em casas diferentes

    Falha ao Aceitar o Convite? Veja como usar o Família Steam em casas diferentes

    A Steam lançou recentemente um novo recurso chamado Família Steam, que permite compartilhar jogos com amigos. A solução permite “fundir” até seis contas no compartilhamento, permitindo que todos os usuários acessem os games simultaneamente — só não pode ter mais de uma pessoa jogando um só jogo ao mesmo tempo.

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  • Frostpunk e mais! Melhores jogos de estratégia no Xbox Game Pass, segundo o Jornal dos Jogos

    Frostpunk e mais! Melhores jogos de estratégia no Xbox Game Pass, segundo o Jornal dos Jogos

    O Xbox Game Pass oferece uma vasta biblioteca com jogos de diferentes gêneros e estilos, o que faz com que alguns excelentes títulos passem despercebidos. Entre os gêneros disponíveis, um que merece destaque, não tanto pela quantidade, mas pela qualidade dos títulos, é o de estratégia.

    O catálogo do Game Pass inclui desde construtores de cidades até simuladores de castelos e batalhas em larga escala em mundos medievais. Os jogos de estratégia disponíveis para assinantes incluem desde indies renomados, como Frostpunk, até grandes franquias do gênero.

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  • Concord deslançado, Astro Bot brilhando e COD Black Ops 6 renovado

    Concord deslançado, Astro Bot brilhando e COD Black Ops 6 renovado

    O Jornal dos Jogos está no ar em uma edição peculiar: temos o maior flop e o maior acerto da PlayStation. Além disso, trazemos detalhes direto do beta de Call of Duty, informações sobre o filme de Minecraft e mais!

    Confira os destaques da vez:

    – O fracasso de Concord
    – O sucesso de Astro Bot
    – O filme bizarro de Minecraft
    – O beta de Black Ops 6
    – Promoção gigante da Nuuvem

    E muito mais! Veja o resumão semanal de notícias completo abaixo!

    Clique e leia aqui!

    Você pode conferir o Jornal dos Jogos completo por e-mail ou no Substack, basta clicar neste link! A newsletter com as principais notícias de games da semana é liberada toda segunda-feira, às 9h.

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  • Astro Bot é um jogo de plataforma clássico feito sob medida para o PS5 – Review

    Astro Bot é um jogo de plataforma clássico feito sob medida para o PS5 – Review

    A PlayStation está passando por um ano sem grandes lançamentos de suas franquias, o que fez o jogo Astro Bot se tornar um dos principais títulos da empresa chegando ao PS5 em 2024. Apesar de ter recebido pouco material de marketing, o jogo deixou claro em seu trailer de anúncio que traria um gameplay de plataforma bem completo e nostálgico.

    Após cerca de uma semana jogando o título no PS5, posso garantir que isso é 100% real: Astrobot chega com um estilo de diversão que víamos nos jogos clássicos da era PS1 e PS2, mas com uma roupagem totalmente adaptada para os dias atuais.

    A seguir, confira mais detalhes sobre esse brilhante lançamento na nossa review completa de Astrobot, realizada com uma key cedida pela PlayStation!

    Uma viagem espacial

    Enquanto o multiplayer Concord nos decepcionou com sua temática espacial, Astrobot utiliza uma premissa parecida que dá muito certo. O jogador é colocado para controlar Astro após um acidente com o PS5: depois de um ataque alienígena, todos os Astrobots ficam perdidos em diferentes galáxias.

    Assim, o jogador precisa enfrentar diferentes mundos espaciais com fases de plataforma e chefões, com o objetivo de coletar e salvar todos os robôzinhos. Após concluir cada fase, ou de tempos em tempos, você também pode voltar para o planeta em que a “Nave PS5” caiu, que serve como uma base para todos os Bots encontrados.

    A premissa é tão básica quanto qualquer outro jogo de plataforma clássico do PlayStation. Aqui, foi impossível não comparar o jogo com Spyro, um dos principais ícones do PS1. O jogo do dragãozinho, que possui uma versão remasterizada ótima, te colocava na pele de um filhote que precisava libertar todos os parentes que foram transformados em estátua pelo vilão em diferentes mundos.

    Essa premissa intergaláctica permite que Astro Bot vá muito além do jogo original lançado no PS5, que era grátis, oferecendo cenários variados e muitas opções de gameplay.

    Gameplay divertido e variado

    Logo nos primeiros minutos de Astro Bot, já é possível ver como o jogo é divertido no quesito gameplay. A experiência entregue em Astro’s Playroom, que já era divertida, foi ampliada consideravelmente, com novas possibilidades para lidar com os desafios.

    O jogo de plataforma 3D conta com muitos espaços abertos e possibilidades de exploração, já que alguns dos Bots perdidos estão meio escondidos. Além disso, frequentemente o jogador encontra ferramentas que ajudam na hora de enfrentar puzzles e inimigos.

    Logo na primeira fase, por exemplo, você encontra uma espécie de lula que pode ser inflada e te permite voar. Mais para frente, é possível encontrar “luvas que boxe” que são controladas pelos gatilhos traseiros.

    A experiência de encontrar os Bots também é bem divertida, e os níveis são bem variados e incentivam a rejogabilidade. Seja “rushando” ou jogando na calma, explorando cada canto, o jogo oferece um gameplay divertido e desafiador.

    Um detalhe interessante é que na segunda vez que você visita fases concluídas, é possível liberar um “pássaro radar” que te indica quando um robô não encontrado anteriormente está localizado. A solução é totalmente opcional, o que garante desafio para quem quer fazer uma busca detalhada, ou facilidade para quem só quer encontrar os robôs mais rápido.

    Os robozinhos e as referências são pontos altos do game

    O design dos robozinhos e as referências, inclusive, são pontos altos do game. A Asobo Studio deixou o jogo recheado de acenos tanto nos personagens quanto em fases e outros pequenos detalhes. Para quem é fã do PlayStation (e de games no geral) e ama jogos de coletar coisas, Astro Bot é uma experiência divertida e repleta de nostalgia.

    Gráficos de ponta e otimização para o DualSense

    Além do gameplay ser um show, Astro Bot também conquista pelos olhos e sentidos. Os gráficos do game são belíssimos e mostram como usar o potente hardware da atual geração para além dos gráficos realistas.

    Cada ambiente visitado no gameplay traz um “feeling” aconchegante e aparenta muito cuidado no desenvolvimento. O estilo de arte de cada fase faz a gente imaginar como seria ter um jogo do Mario com tanta qualidade gráfica, indo além do gameplay divertido.

    Detalhes como a água, os reflexos e as texturas chamam a atenção, como esperado de um jogo moderno. Você é transportado para aquele mundo lúdico ao jogar em uma televisão 4K de qualidade.

    Assim como Astro’s Playroom, o jogo também se destaca por outro quesito técnico: o uso do DualSense. O novo game da Team Asobi é totalmente otimizado para o controle do PS5, aproveitando funções como feedback háptico, microfone e gatilhos adaptáveis em diversas situações do gameplay.

    Além de garantir mais imersão durante a exploração e na realização de ações, os sensores do controle também são usados para movimentação e puzzles. Isso garante aproveitamento total do dispositivo, mas alguns dos quebra-cabeças não possuem tantas explicações, o que pode deixar o jogador um pouco perdido na experiência.

    Enquanto toda essa otimização é possível graças ao fato de Astro Bot ser exclusivo do PS5, a maior dor que senti com o game foi a ausência de outras versões: um jogo tão bom assim merecia estar no PC e em todas as plataformas possíveis. Sério, poder rodar esse game nativamente no Steam Deck seria um sonho! Vamos ver se acontece um dia.

    Vale a pena jogar?

    Astro Bot chegou como quem não queria nada, após pouco material de divulgação. No entanto, o jogo me conquistou com sua experiência divertida, nostálgica e desafiadora, tornando-se um dos meus favoritos de todo o ano de 2024.

    Com belos gráficos e um gameplay variado, Astro Bot faz a gente imaginar como seria um jogo do Mario 3D ou um Spyro 4, com gráficos de ponta e aproveitando ao máximo os hardwares da atualidade. O baita trabalho da Team Asobi coloca, de uma vez por todas, o novo mascote da PlayStation no panteão dos títulos de plataforma que merecem a atenção de qualquer gamer.

    Seja para crianças, jogadores nostálgicos ou donos do PS5 em busca de uma experiência diferenciada de plataforma, vale a pena dar uma chance para Astro Bot, que chega em 6 de setembro exclusivamente no console da Sony.

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  • PS5 Pro vazado, Bloodborne no PC e Sonic 3 com o Shadow, cara!

    PS5 Pro vazado, Bloodborne no PC e Sonic 3 com o Shadow, cara!

    Hora do Jornal dos Jogos, meu povo! A edição desta semana, a primeiríssima do mês de setembro, está no ar com rumores do PS5 Pro e a emulação ficando cada vez mais poderosa. Mas é tudo bem resumidinho, pois estamos passando bastante tempo jogando Astro Bot, que chega nesta semana!

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