Hora do Jornal dos Jogos, meu povo! A última edição de setembro chega com crises, preços polêmicos e muitos lançamentos que estão por vir, além de opiniões caóticas sobre Mortal Kombat 1.
Os destaques de hoje incluem:
Crise na Ubisoft causa adiamento de Assassin’s Creed Shadows;
PS5 Pro por R$ 7 mil é real oficial no Brasil;
Ghost of Yotei anunciado na State of Play;
Segunda temporada de The Last of Us ganha trailer;
Modo foto de Death Stranding 2 impressiona;
Steam Deck do Xbox está chegando?
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Seguindo os padrões de seu antecessor, Mortal Kombat 1 recebeu uma expansão de história após seu lançamento com novos conteúdos e mais um pacote de lutadores. Chamado de Khaos Reigns, o DLC chegou custando 250 reais no PC e consoles.
Para quem curte a história da franquia, o grande destaque fica para a campanha principal encabeçada pelo vilão Havik, que está tentando dominar a linha do tempo de Liu Kang. Além disso, temos a adição de novos personagens ao universo “resetado” do game, como Cyrax, Sektor e Noob Saibot.
Mas afinal, vale a pena investir na expansão? Nós testamos o DLC no Xbox Series X, cortesia de uma Key fornecida pela Warner, e trazemos nossas impressões na review completa disponível no link.
Mortal Kombat 1 Khaos Reigns está disponível no PC e consoles por R$249,90. Comprando na Nuuvem, a versão de computador sai por R$ 204,99 atualmente, com um desconto temporário de 10%.
Gostou da review?
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A expansão Khaos Reigns foi lançada para Mortal Kombat 1 e trouxe ao game novos lutadores em seu pacote premium, além de uma história protagonizada por Havik. No entanto, além disso, todos os jogadores de MK1 receberam um update grátis com os Animalities.
Assim como os Fatalities, os animalities são finalizações sangrentas que podem ser feitas durante o fim das lutas. A novidade já está disponível e permite terminar as lutas de maneira irreverente, mas sanguinária.
Como funcionam os animalities?
Os animalities, basicamente, são fatalities inspirados em animais. Durante esse tipo de finalização, o personagem acaba se transformando ou sendo substituído por animais e criaturas que realizam a “tacada final.”
Há cerca de um ano, tive a oportunidade de jogar God of War Ragnarok pela primeira vez no PS5. Após aproveitar uma baita promoção na PS Store, finalmente pude vivenciar a segunda parte da história de Kratos e Ateus, e logo em seguida ainda deu para aproveitar o DLC Valhala, que chegou de graça para todos os donos do título.
Agora, em setembro de 2024, a Santa Mônica e a Playstation expandem o alcance do game com o lançamento do game no PC. O título já está disponível para computadores e, graças a uma Key fornecida pela Playstation, já conseguimos testar o título na nova plataforma.
Assim como outros lançamentos da empresa no PC, já podemos adiantar: o game chega em um port deslumbrante, mas com um detalhe que pode render polêmica.
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Hora do Jornal dos Jogos, meu povo! Como uma virose incapacitou metade da nossa equipe, estamos quase morrendo por aqui, mas sem deixar de lado as principais notícias do mundo dos games.
O resumo semanal de notícias do Jornal dos Jogos chegou com os seguintes destaques:
– Nintendo processando Palworld – Suposto preço do PS5 Pro no Brasil – Kingdom Hearts acabando – Filme de The Sims
E muito mais! Clique no link abaixo para conferir o resumão semanal completo — e inscreva-se para receber toda segunda no seu e-mail!
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Lançado pela 11 Bit Studios em 2018, o jogo Frostpunk pegou muitos fãs do gênero de estratégia de surpresa. Trazendo um gameplay formidável e uma ambientação gelada, o título coloca os jogadores para sobreviver na última cidade da Terra, após um evento climático que congela o globo.
A produção dos criadores de This War of Mine conquistou um público com sua temática única e gameplay envolvente de “controle de sociedade”, o que garantiu ao estúdio a chance de fazer uma sequência. Já disponível no PC, Frostpunk 2 promete oferecer uma experiência ainda maior e melhor que seu antecessor.
Mas o projeto da 11 Bit Studios consegue entregar novidades ou é mais do mesmo? Confira mais detalhes sobre o game na review do Jornal dos Jogos, produzida por mim, Ramon Félix, com uma cópia cedida pela desenvolvedora.
Gameplay
Antes de mais nada, já vamos adiantar: Frostpunk 2 não é uma sequência comum como muitas que vemos em outros jogos, que às vezes mais se assemelham a simples DLCs. O jogo da 11 Bit Studios pega os elementos do primeiro Frostpunk — sua lore, suas ideias — e os aprimora, trazendo uma estética estilosa e um novo estilo de gameplay que vai além da mera sobrevivência.
O jogo te obriga a fazer escolhas difíceis e concessões constantes para garantir a evolução e o progresso. Aqui, o jogo brilha ainda mais que o primeiro título da franquia, elevando a experiência de gerenciamento da sociedade movida à vapor.
O game traz, em seu lançamento, dois modos: um modo infinito, chamado “Construtor de Utopia”, e a clássica campanha, dividida em cinco capítulos. O primeiro capítulo serve como introdução às mecânicas do jogo. Em seguida, assumimos o controle de Nova Londres, 30 anos após os eventos apocalípticos que nos levaram à luta pela sobrevivência no gelo.
Cidade maior e facções
A jogabilidade é bem diferente da do primeiro jogo, já que começamos com uma grande cidade para administrar e evoluir enquanto cumprimos os objetivos específicos de cada capítulo. Uma adição importante em Frostpunk 2 são as facções, que representam grupos políticos com diferentes objetivos.
Esses grupos podem ser conservadores ou progressistas, com ideologias e opiniões diversas sobre o rumo da cidade. Parte da nossa responsabilidade é atender às expectativas dessas facções, seja por meio de concessões, apoios ou sabendo quando influenciar uma facção sobre outra, especialmente em pesquisas e votações de leis.
Manter o equilíbrio entre esses grupos é essencial para governar a cidade com tranquilidade — ao menos até certo ponto. Assim, o gameplay fica bem diversificado e diferenciado da experiência original.
Gráficos espetaculares
Sabemos que as tecnologias avançaram e os jogos estão cada vez mais deslumbrantes, com gráficos incríveis. No entanto, o gênero RTS parecia não ter acompanhado esse avanço até Cities Skylines II, que, apesar de ser visualmente magnífico, chegou com problemas de performance.
Frostpunk 2 se destaca por ser mais equilibrado em termos de desempenho, entregando uma qualidade gráfica espetacular. É, sem dúvida, o RTS com os melhores gráficos que já vi.
Frostpunk 2 é o RTS mais bonito que já vi.
A 11 Bit Studios elevou ainda mais a qualidade visual do primeiro jogo da série, o que é um grande feito, considerando que o original já era muito bonito. Isso só foi possível graças ao uso intensivo das tecnologias da Unreal Engine, que entrega um resultado otimizado e belo no game.
O jogo, inclusive, não é tão pesado de rodar, como é possível ver nos requisitos mínimos e recomendados:
Além de sua excelência técnica, o jogo possui um estilo artístico muito refinado. Tudo tem um tom moderno, com a incorporação de elementos steampunk, desde o design dos diálogos até os cenários. No fim das contas, tudo é visualmente impressionante, fazendo o jogo ter um visual tão único quanto a sua proposta.
Pequenos incômodos e uma escolha questionável
Durante minha experiência testando apenas o modo campanha, não encontrei nenhum bug sério ou travamento que exigisse reiniciar o jogo. O problema mais significativo que observei foi a tradução incorreta de alguns textos, que exibiam expressões diferentes do que deveria estar escrito.
Ainda assim, é importante ressaltar como ponto positivo que o jogo possui localização em português, o que é essencial para um título desse porte fazer sucesso no nosso país. Afinal, com tantas mecânicas e funções, é essencial que o público entenda o que está acontecendo.
Por outro lado, acho que utilizar um capítulo da história como uma espécie de tutorial não é ideal. Seria mais interessante ter uma fase separada, com um tutorial exclusivo e mais detalhado do que o primeiro capítulo. Embora o jogo não mencione explicitamente que se trata de um tutorial, fica claro que é uma introdução superficial ao que nos aguarda nos capítulos seguintes.
Frostpunk 2 vale a pena?
Frostpunk 2 é como vemos em algumas franquias de filmes de ação nos cinemas: uma sequência que adota a fórmula do “mais e maior”. No entanto, isso não acontece apenas inflando o jogo com mecânicas inúteis e capítulos desinteressantes.
A sequência traz gráficos aprimorados, uma história mais profunda e a introdução das facções que revitalizam o aspecto diplomático do jogo. Além disso, o game traz mais opções de ajuste de dificuldade, agradando tanto aos veteranos do título original de 2018 quanto aos novatos — embora, mesmo na menor dificuldade, ainda apresente desafios. Afinal, esse é o cerne de Frostpunk: um jogo de sobrevivência em que o fracasso é parte natural da experiência.
O jogo também já tem três expansões anunciadas e, no lançamento, vem com uma ferramenta robusta de criação de mods para a comunidade. O preço de R$ 119,95 é justo para o conteúdo oferecido e o jogo também está disponível no PC Game Pass no lançamento. Acredito que vale a pena dar uma chance, desde que você tenha paciência para aprender.
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Sempre defendi os jogos indie como os bastiões da inovação e criatividade nos videogames. Isso não significa que os jogos AAA não tenham qualidade, mas o fator novidade e a liberdade criativa são mais evidentes nesses jogos de menor escopo, que muitas vezes surpreendem e redefinem o rumo da indústria de games. Nesse cenário, um título chamou muita atenção desde sua apresentação: O Escudeiro Valente, também conhecido como Plucky Squire.
Com os trailers divulgados antes do lançamento, já era possível perceber a qualidade que este jogo demonstra, tanto narrativamente quanto mecanicamente. Aliado a isso, também temos a criatividade latente do jogo, que se passa em um livro de conto de fadas, o que foi suficiente para colocar o título na lista de mais aguardados do ano de muita gente.
Com o lançamento próximo, a Devolver Digital liberou uma cópia do game para PC ao Jornal dos Jogos. Com isso, finalmente podemos responder: O Escudeiro Valente corresponde às expectativas que foram criadas? Vale a pena dar uma chance ao game? Eu, Ramon Félix, explico tudo agora na nossa review completa!
História e narrativa de ponta, e com dublagem!
Em uma aventura totalmente em português e dublada pelo excepcional Mauro Ramos (dublador do Pumba e uma das vozes do Shrek no Brasil), conhecemos a história de Pontinho e seus amigos, Batera e Violeta, no aprazível Reino de Mana. Tudo vai bem até que Enfezaldo, o vilão da história, descobre que todos vivem em um livro e que está fadado a ser eternamente derrotado.
Para evitar esse destino, o mago malvado expulsa nosso protagonista do livro, e um novo mundo se abre diante de nós. Conforme a história avança, entendemos que Enfezaldo deseja mudar a trama do livro e moldar a narrativa para que ele seja o protagonista.
O jogo incorpora esse conceito não apenas para nos conduzir de um ponto a outro, mas também interferindo diretamente na narração e no estilo artístico do jogo — uma excelente sacada que acontece no último terço da história. A trama é super engraçada e quebra a quarta parede várias vezes, com os personagens do livro interagindo conosco. O tom é leve e divertido, com piadas que arrancam boas risadas, como a transformação do nosso amigo Barbaluar em Barbaluar Monocromático, uma clara referência a “Gandalf, o Branco”, de O Senhor dos Anéis.
Quando somos expulsos do livro, um novo mundo se revela. Inicialmente perigoso, já que ficamos sem nossa companheira espada, mas logo conseguimos retornar ao livro e, a partir daí, transitamos entre os dois mundos até o final da aventura de Pontinho.
Toda a mecânica de O Escudeiro Valente gira em torno dessa transição entre mundos. O design de níveis é todo baseado nisso, e quase todos os quebra-cabeças do jogo nos fazem trabalhar nesses dois universos. Como fazemos isso? Com ferramentas que nos permitem manipular o livro de forma física.
Os quebra-cabeças são muito bem elaborados e exigem diferentes habilidades, que se acumulam ao longo das quase 10 horas de gameplay. Por exemplo, os puzzles mais comuns envolvem reutilizar palavras de outras frases para criar passagens ou liberar o acesso a botões que permitem avançar.
Às vezes, é necessário usar um portal para entrar no mundo 3D, acessar outro portal e alcançar um ponto da página que antes era inacessível. Também podemos transportar palavras ou objetos por esses portais, ampliando ainda mais as possibilidades.
Estilo artístico único
A arte de O Escudeiro Valente é um show à parte, brilhando intensamente. É incrível como o jogo alterna entre diferentes estilos artísticos, mudando o design dos personagens ou dos mundos em certas partes. O jogo abraça tanto a arte que possui uma cidade repleta de figuras famosas, como Van Gogh e a própria Monalisa. As ilustrações das páginas durante as cutscenes são lindas e dão vontade de ter aquele livro em mãos. Essa variedade visual não se aplica apenas ao protagonista Pontinho, mas também aos seus amigos, como Violeta e Batera, o que demonstra o carinho da desenvolvedora e diferencia o jogo de outros títulos 2D.
Mistura de gêneros
Além dos puzzles e da narrativa criativa, O Escudeiro Valente se destaca por incorporar elementos de combate e exploração de outros gêneros com extrema maestria. Desde batalhas em turnos, semelhantes aos JRPGs, até desafios ao estilo Candy Crush. Porém, o que mais me chamou a atenção foram os minigames de tiro, que remontam os shooters dos anos 80, e os fortes elementos de ritmo.
A mecânica rítmica de O Escudeiro Valente é muito interessante, similar ao que vimos recentemente em Hi-Fi Rush. Gosto de como ela foi implementada aqui, especialmente nas lutas contra chefes e em fases nas quais precisamos usar outro personagem para avançar. O mais interessante é que essa relação com a música está integrada à narrativa do jogo e não aparece apenas como um elemento de jogabilidade isolado. Uma grata surpresa.
Pequenos problemas
Apesar da alta qualidade técnica, O Escudeiro Valente apresenta alguns problemas com bugs, mas bem menos frequentes do que em outros jogos que joguei. Em casos mais graves, basta reiniciar o jogo para que tudo volte ao normal. No entanto, duas coisas me incomodaram: a ausência de salvamento manual e a batalha final anticlimática.
A batalha final, que deveria ser o grande clímax do jogo, acaba sendo um conjunto de pequenos combates similares aos já enfrentados ao longo da história. Embora essas batalhas sejam divertidas individualmente, esperava algo novo para o desfecho da história de Pontinho.
Ainda assim, mesmo com o desfecho que poderia oferecer mais, esse sentimento acaba vindo justamente porque a narrativa foi recheada de surpresas durante toda a jornada. Ou seja, a caminhada foi tão ótima e intensa que o fechamento também poderia ter sido épico, mas foi apenas “muito bom”.
Vale a pena?
Apesar de acompanhar um pequeno protagonista, O Escudeiro Valente é um grande jogo. Como mencionei no início, temos aqui um dos melhores títulos do ano e que, com certeza, merece sua atenção.
Com uma narrativa divertida, bem escrita e que aproveita ao máximo os principais personagens, o jogo apresenta constantemente novas mecânicas e desafios, evitando qualquer traço de monotonia. O título também possui diversas opções de acessibilidade que permitem que crianças aproveitem toda essa jornada sem se frustrar, sendo uma ótima porta de entrada para os games.
Repleto de diversão, O Escudeiro Valente pode se tornar um dos seus jogos favoritos e marcar essa geração atual. Além disso, o título também é um grande exemplo para novos e antigos desenvolvedores, pois mostra como a criatividade é necessária na indústria atual de games.
O Escudeiro Valente chega no dia 17 de setembro no PC, Xbox Series S/X e PS5, com lançamento na PS Plus Extra e Deluxe.
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Mais uma semana canônica acabou de passar no mundo dos games. Além do PS5 Pro finalmente ter sido revelado, tivemos novas demissões na Microsoft e uma grande mudança na Steam. Ou seja, prepare-se para muita coisa importante no mundo dos games.
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A Steam lançou recentemente um novo recurso chamado Família Steam, que permite compartilhar jogos com amigos. A solução permite “fundir” até seis contas no compartilhamento, permitindo que todos os usuários acessem os games simultaneamente — só não pode ter mais de uma pessoa jogando um só jogo ao mesmo tempo.
O Xbox Game Pass oferece uma vasta biblioteca com jogos de diferentes gêneros e estilos, o que faz com que alguns excelentes títulos passem despercebidos. Entre os gêneros disponíveis, um que merece destaque, não tanto pela quantidade, mas pela qualidade dos títulos, é o de estratégia.
O catálogo do Game Pass inclui desde construtores de cidades até simuladores de castelos e batalhas em larga escala em mundos medievais. Os jogos de estratégia disponíveis para assinantes incluem desde indies renomados, como Frostpunk, até grandes franquias do gênero.