O Jornal dos Jogos de hoje chega lotado de conteúdo, incluindo informações EXCLUSIVAS. Nós jogamos Star Wars Outlaws durante a última semana, além de Concord, o novo game multiplayer da PlayStation.
A edição de hoje também conta com novidades lá da Gamescom e um novo jogo da Valve. Também temos mais detalhes sobre Black Myth Wukong e uma semana recheada de lançamentos de peso.
Você pode conferir o resumo semanal de notícias completo do Jornal dos Jogos por e-mail ou na nossa newsletter do Substack. A assinatura é totalmente grátis!
Os destaques desta semana na newsletter feita pela equipe do site Jornal dos Jogos incluem:
Jogamos Star Wars Outlaws!
E também Concord
Deadlock: o novo jogo online da Valve
Indiana Jones no PS5 e mais detalhes da Gamescom 2024
Black Myth Wukong vende pra caramba
E mais!
Gostou do conteúdo? Mande um Pix pro Jornal!
Gostou do conteúdo? Faça como o nosso leitor Welber Batista e mande um Pix para o Jornal! Use o nosso e-mail como chave: pix@jornaldosjogos.com.br! Você também pode incluir uma mensagem para aparecer aqui na newsletter 💌
Desde que foi anunciado, Star Wars Outlaws ganhou a atenção de muitos jogadores e fãs de Guerra nas Estrelas por ser o primeiro “grande jogo de mundo aberto” da franquia. No entanto, após jogarmos o novo título aqui no Jornal dos Jogos, vale destacar outra característica importantíssima: o game merece atenção por ser protagonizado por uma fora da lei, deixando de lado os superpoderosos jedis.
Com uma temática que lida com criminalidade e um mundo aberto, existe a chance de o jogo até ser comparado com a icônica franquia GTA e outros títulos de grande porte. Mas esse é realmente o caso? Após testar o jogo no Xbox Series X, cortesia de uma cópia cedida pela Ubisoft, posso dizer que Star Wars Outlaws é, na verdade, o jogo perfeito de como ser um ladrão no espaço, e com um pet muito fofo.
A seguir, confira a review do Jornal dos Jogos com Star Wars Outlaws, após uma semana de testes com o game.
Uma história cheia de crimes
Trazendo fortes laços com a franquia como um todo, Star Wars Outlaws coloca o jogador no papel de Kay Vess, uma fora da lei que acaba se metendo em uma enrascada e vira alvo de um grande chefão do crime intergaláctico. Ela acaba escapando e, como auxílio de seu fofíssimo companheiro Nix, precisa encontrar seu lugar no mundo dos mercenários de Guerra nas Estrelas.
Logo de cara, já podemos dizer que a dupla de protagonistas é bastante carismática. Enquanto Kay é uma “folha em branco” e vai sendo apresentada e moldada aos poucos, Nix rouba a cena com sua fofura e versatilidade, principalmente no gameplay — que vamos abordar mais para frente.
Outro ponto forte do game fica para a imersão. Após o sucesso da série Star Wars Jedi, finalmente temos um título da franquia mais “pé no chão” e sem a Força, e Outlaws entrega essa experiência muito bem. No decorrer da história principal, Kay é convidada a explorar o submundo das facções criminosas que habitam o universo de Star Wars, encontrando figuras conhecidas e também novos rostos na franquia.
Tudo isso acontece com a ameaça do Império sempre a espreita, já que as forças de Darth Vader e seus comparsas estão dominando a galáxia. Com isso, temos uma experiência de fora da lei autêntica, com criminosos e forças militares sempre apresentando perigos para a protagonista.
Esse ambiente repleto de perigos também garante bons momentos com decisões para Kay. Durante as missões principais, a personagem eventualmente precisa fazer escolhas, que vão desde salvar vidas até trair ou não parceiros. Tudo isso garante um bom ar de imersão no game, que também está recheado de conteúdos secundários.
Assim como The Witcher 3, eventualmente o jogador esbarra em pontos de interrogação em sua bússola, que escondem pontos de interesse, personagens oferecendo serviços ou ações para serem realizadas nos diferentes locais em que o jogo se passa. Para quem curte jogos que rendem bastante, Outlaws acaba sendo um mergulho e tanto no universo de Star Wars, tudo embalado com um gameplay que é bem variado.
Jogabilidade variada e repleta de possibilidades
Quando o assunto é gameplay, Star Wars Outlaws me surpreendeu. Enquanto as séries Star Wars Jedi e Battlefront chegaram carregadas na pancadaria, Outlaws traz um grande foco na história, mas sem esquecer da ação.
No entanto, tudo acontece de maneira cadenciada e no estilo da Ubisoft. Em alguns momentos, o game acaba passando a vibe de que é uma grande mistura de franquias como Assassin’s Creed, Far Cry e outros projetos da gigante francesa, como Splinter Cell.
Em alguns momentos, Outlaws parece um grande mix de jogos como Assassin’s Creed e Far Cry.
Você terá momentos em que vai sacar sua pistola Blaster e descer o laser nos Stormtroopers. No entanto, como Kay não é superpoderosa, o grande foco são os momentos de stealth, com quebra-cabeças e resoluções mais pacíficas, na base da conversa.
Assim, você frequentemente invadirá bases e realizará missões com múltiplos inimigos prontos pra tocar uma alarme, como em Far Cry. No entanto, você precisará ser tão furtivo como um assassino para passar por essa galera sem ser visto.
Logo nas primeiras missões, por exemplo, você precisa roubar peças e invadir locais com alta segurança. Nesses casos, o jogador precisa escolher as melhores rotas para passar pelos inimigos sem ser avistado, o que rende um “Game Over” imediato e te joga para o início do desafio.
Enquanto a perda instantânea acaba sendo chata, é interessante notar que o gameplay desses momentos de stealth possuem várias opções de resolução. A protagonista, por exemplo, pode usar um tiro de choque silencioso e ataques furtivos para derrubar os inimigos.
Além disso, em momentos de furtividade, o companheiro Nix simplesmente brilha. O “cachorrinho” de estimação da protagonista é parte essencial do gameplay e desempenha muitas funções, principalmente nas horas de stealth. Com um botão dedicado para ele, você pode usar Nix para detectar presenças, abrir locais, apertar botões, roubar itens, distrair e atacar inimigos.
Outlaws dá muito foco no combate furtivo
Enquanto a imersão no universo de Star Wars é muito legal, o que mais me conquistou no jogo foi a relação de Kay e Nix no gameplay. É muito divertido enfrentar diferentes cenários de furtividade com seu amiginho fofo te ajudando.
Ação na terra e no espaço
Quando a barra fica pesada, Kay também sempre pode usar o seu Blaster, que possui espaços para personalização. Durante a jornada, o jogador pode customizar sua pistola com módulos especiais, que trazem vantagens contra certos inimigos ou objetos.
Um dos primeiros modificadores do Blaster a serem liberados, por exemplo, é o módulo de Íon, que traz tiros elétricos que podem ativar certos dispositivos. As modificações no Blaster garantem bastante dinamismo para a arma principal, o que compensa o fato de que você normalmente só pode usar armas pesadas se forem pegas do chão.
O combate furtivo e “na mão” também garantem diversão na hora da luta. Como dito acima, eu me diverti bastante entrando em brigas com o auxílio de Nix, mais do que a “trocação” franca com blasters.
Com planetas amplos, o jogador também conta com uma moto Speeder, que pode ganhar upgrades e serve como companheira de exploração. Assim como em Cyberpunk 2077, você pode pressionar um botão para chamar o veículo a qualquer momento, o que eventualmente rende bugs, mas ajuda bastante na mobilidade.
Por fim, não podemos deixar de falar das batalhas espaciais. A nave Trailblazer traz muita vibe de Star Wars e garante ótimos momentos de “pew pew” nas estrelas. O jogador também pode realizar upgrades no veículo, que entrega uma boa experiência tanto na dirigibilidade quanto no combate.
A nave conta com propulsores que garantem voos rápidos, o que deixa a exploração no espaço divertida, e armas que são fáceis de usar. Com isso, até mesmo nas primeiras vezes, o jogador já consegue se virar muito bem durante os combates aéreos, que são bem divertidos.
Gráficos e desempenho
Quando o assunto são gráficos, Star Wars Outlaws chega aos consoles com dois modos: desempenho, que garante uma experiência mais fluída, e qualidade, que sacrifica frames para garantir mais resolução. Como sou fã de mais quadros, acabei optando pela primeira opção em grande parte da jogatina até agora, já que o sacrifício visual não é tão grande.
Com diferentes planetas, o jogo entrega uma grande gama de paisagens durante seu gameplay. Já nos locais mais fechados, como nas cidades e bares do submundo, o destaque fica para o detalhamento dos cenários, que são bem trabalhados e tem cara de Star Wars.
No entanto, não espere nada de muito grandioso e revolucionário dos gráficos de Star Wars Outlaws. O jogo entrega uma experiência decente, mas que eventualmente apresenta bugs e artefatos visuais, como é de se esperar de um mundo aberto da Ubisoft.
Durante nossa jornada, os principais bugs ocorreram ao bater com a Speeder em estruturas como rochas e carros, por exemplo. Além disso, a finalização dos inimigos também pode render eventuais glitches. Mesmo assim, no geral, esses problemas não afetam a progressão.
Por fim, vale ressaltar que o jogo está bem otimizado no Xbox Series X. O título conta com loadings rápidos, aproveitando o SSD do console, e tira proveito do Quick Resume, permitindo retornar ao gameplay mesmo após desligar o console.
O único pecado do Xbox Series X, e de todos os consoles modernos atualmente, é a falta de um modo que suporte resoluções Ultrawide. Star Wars Outlaws possui um modo cinematográfico com barras pretas, que podem ser desativadas. No entanto, se os consoles tivessem suporte para proporção 21:9, a experiência certamente seria mais imersiva.
Vale a pena jogar Star Wars Outlaws?
Trazendo um bom equilíbrio de ação, puzzles e stealth, Star Wars Outlaws é um divertido “GTA de Han Solo”, mas que possui limitações. O game entrega uma experiência imersiva no universo de Star Wars, permitindo vivenciar um submundo que não ganhou tanta atenção até hoje nos filmes principais da franquia.
Além de expandir esse vasto universo com um bom gameplay, o jogo também nos entrega uma protagonista carismática e um pet que vai entrar pra história dessa longa franquia. Sério, galera, jogar ao lado de Nix é um primor.
A Ubisoft também já anunciou um roadmap com atualizações para o game, incluindo novidades de história. Com isso em mente, o título ainda terá muito a oferecer além da alta carga de conteúdo atual.
Para quem é fã de Star Wars e curte o gameplay dos jogos da Ubisoft, vale a pena ficar com Outlaws no radar. Caso os R$ 350 de lançamento sejam muito pesados para o seu bolso, a dica é considerar a assinatura Ubisoft+, que traz o jogo completo no PC e Xbox por R$ 60.
Star Wars Outlaws chega ao PC, PS5 e Xbox Series S/X em 30 de agosto. Quem comprar a versão Ultimate ou assinar o Ubisoft+ poderá jogar com 3 dias de antecedência.
Mande um Pix pro Jornal!
Gostou do conteúdo? Faça como o nosso leitor Welber Batista e mande um Pix para o Jornal! Use o nosso e-mail como chave: pix@jornaldosjogos.com.br! Você também pode incluir uma mensagem para aparecer na nossa newsletter, que sai toda segunda-feira 💌
Quando a PlayStation apresentou o jogo Concord, muita gente ficou com um pé atrás com o título. O sentimento também foi o mesmo durante o teste beta do game, que aconteceram na metade do mês de julho.
Quem joga no PC e curte promoções pode comemorar! A Epic Games continua liberando jogos semanais de graça para o seu público e, desta vez, o título que está sem custos é gigante e merece um post dedicado aqui no Jornal dos Jogos.
Estamos falando de The Callisto Protocol, que pode ser resgatado de graça na loja Epic Games Store por tempo limitado, até a próxima quinta-feira, 29 de agosto. Considerado o sucessor espiritual do aclamado Dead Space, o jogo oferece uma experiência imersiva e aterrorizante que dividiu o público no lançamento, mas pode agradar muitos jogadores.
Um dos lançamentos mais aguardados de 2024 chega agora em agosto no PS5 e PC. Com lançamento marcado para o dia 19, o jogo Black Myth Wukong é um título da empresa chinesa Game Science que vem atraindo olhares de jogadores desde seu anúncio.
O game é a mais nova obra dos games a adaptar “A Jornada ao Oeste” para as mídias interativas. O título, que claramente possui inspiração em jogos como Dark Souls, acabou ganhando a atenção de jogadores por causa de sua atmosfera misteriosa, gameplay que aparenta ser desafiador e, também, por sua qualidade gráfica.
Mas, afinal, do que se trata Black Myth Wukong? Com tantas promessas assim, o título merece minha atenção. E mais importante ainda: meu PC vai conseguir rodar essa belezinha? Saiba mais detalhes no nosso resumão com tudo sobre o game!
Qual a história de Black Myth Wukong?
Black Myth: Wukong é o mais novo game inspirado no icônico conto chinês “Jornada ao Oeste”, que já serviu de tema para obras que vão desde games independentes até filmes com Jackie Chan. Sabe o Goku, de Dragon Ball? Também foi inspirado por esse mesmo tema.
Agora, essa jornada parece estar ainda mais sombria e desafiadora. O jogo vai te colocar no papel de Sun Wukong, o Rei Macaco, uma figura mitológica com força descomunal e habilidades místicas. A história segue Wukong em sua busca para descobrir a verdade sobre seu passado e seu propósito, enquanto enfrenta demônios, deuses e outras criaturas lendárias. Ou seja, um prato cheio para aplicar uma vibe de Dark Souls não é mesmo?
O enredo do jogo promete beber muito da mitologia chinesa, explorando temas de redenção, identidade e poder. Ou seja, mais do que uma aventura cheia de magia e ação, o jogo também será um passeio pela cultura do país — algo que pode se tornar mais comum, visto o crescimento dos estúdios da China no mercado gamer.
Além disso, “Black Myth: Wukong” se distingue por sua abordagem cinematográfica na narrativa, com cutscenes imersivas e belos gráficos. O jogo utiliza um pacote completo de tecnologias da Nvidia no PC, incluindo soluções de Ray Tracing, para entregar gráficos bem robustos — o que também exige um hardware potente.
Black Myth é difícil? Como é o gameplay do jogo?
Quando o assunto é gameplay, Black Myth: Wukong é um RPG de ação que se destaca, logo de cara, pelo seu sistema de combate dinâmico. O jogador tem acesso a uma ampla gama de habilidades inspiradas na mitologia, incluindo a capacidade de se transformar durante a jogabilidade.
O jogo também apresenta uma mecânica de exploração rica e detalhada, onde os jogadores podem percorrer paisagens vastas e visualmente impressionantes, inspiradas na antiga China. Cada ambiente é repleto de segredos, desafios e inimigos poderosos, garantindo uma experiência que pode agradar os fãs de estúdios como a From Software.
Os chefes de Black Myth prometem ser desafiadores.
Outro detalhe importante do gameplay são os inimigos e chefes, que prometem trazer vulnerabilidades e padrões próprios nas batalhas. Ou seja, o jogador terá que ser estratégico e aprender as melhores formas de bater cada desafio durante sua jornada com Wukong.
Os vídeos divulgados até agora atestam: o gameplay claramente será um dos pontos fortes da experiência com o game.
Requisitos de PC
Black Myth Wukong promete entregar uma experiência digna de nova geração. A dica dos desenvolvedores da Game Science é deixar o HDD de lado e usar um SSD, para começo de conversa.
Além disso, as especificações de PC exigem um hardware consideravelmente moderno. Felizmente, o game também contará com suporte para tecnologias como o Nvidia DLSS, garantindo uma experiência completa em placas de vídeo da Nvidia.
Além de trazer DLSS 3,5, o jogo contará com suporte completo para Ray Tracing, o que garante gráficos imersivos durante o gameplay. Uma prévia divulgada pela Nvidia, que pode ser vista acima, mostra o efeito do uso da tecnologia no game.
Requisitos Mínimos
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
Outras observações: SSD obrigatório. As especificações acima foram testadas com DLSS/FSR/XeSS ativados.
Black Myth possui demo grátis?
Infelizmente o jogo não possui uma demonstração grátis atualmente. No entanto, a Game Science lançou no PC uma ferramenta de benchmark que permite testar o desempenho do jogo.
Assim, quem possui um computador que está dentro dos requisitos já pode testar a performance do game antes mesmo do lançamento. A solução está disponível para baixar de graça no computador, por meio da Steam.
Qual o preço de Black Myth Wukong?
Black Myth Wukong será lançado no PC e PS5 no dia 19 de agosto. Futuramente, o game também deve chegar aos consoles Xbox Series S e X.
O preço do jogo em ambas as plataformas é diferente, com a versão de PS5 sendo mais cara. A edição Digital Deluxe, que traz conteúdos extras, também possui um valor mais elevado. Confira:
Edição Padrão:
PS5 – R$ 299,90
PC – R$ 229,99
Deluxe Edition:
PS5 – R$ 349,90
PC – R$ 279,99
E aí, você vai jogar Black Myth Wukong no PC ou PS5? Como estão as expectativas para o game? Comente no Substack do Jornal dos Jogos!
Tavern Manager Simulator é um jogo de gerenciamento de taverna desenvolvido pela One More Time, onde você assume o papel de proprietário de uma taverna, enfrentando a árdua tarefa de servir cervejas, encomendar produtos, preparar refeições, expandir seu estabelecimento, cuidar da limpeza, entre outras atividades. Embora gerenciar todas essas tarefas possa ser exaustivo, especialmente no início, quando você precisa lidar com tudo sozinho, o jogo é incrivelmente viciante.
O mercado de jogos indies é recheado de projetos muito promissores, e um deles acabou caindo aqui no Jornal dos Jogos. Estamos falando de Mika and The Witch’s Mountain, um game independente que ganhou vida graças ao apoio do financiamento coletivo e impressiona por seu tom leve e tranquilo.
Enquanto muitos jogos apostam em combate, passes de batalha, mundos abertos gigantes e muitas atividades para fazer, o joguinho protagonizado por uma bruxa aprendiz segue caminho contrário. Aqui, o objetivo é relaxar e ter uma experiência tranquila jogando videogame, mas sem deixar a diversão de lado.
Quer saber mais sobre o game? Confira a seguir a nossa review com Mika and The Witch’s Mountain, realizada com a versão de PC do jogo enviada pela desenvolvedora.
Qual é a história de Mika and The Witch’s Mountain?
Mika and The Witch’s Mountain conta a história de Mika, uma jovem aprendiz de bruxa que sobe uma montanha gigante para chegar a sua nova escola de bruxaria. No entanto, a professora acaba jogando ela precipício abaixo, obrigando ela a viver por um tempo em uma pacífica vila.
Para conseguir dinheiro e evoluir sua vassoura, visando subir novamente a montanha, ela deve entregar pacotes aos habitantes de uma pequena ilha. Só com essa sinopse já dá pra perceber: o jogo claramente busca inspiração em O Serviço de Entregas da Kiki, icônico filme do Studio Ghibli de 1989.
Assim como o longa-metragem que serviu de inspiração, o jogo também aborda bastante a leveza e o crescimento durante sua jornada. Ambientado em um mundo encantador e repleto de magia, o jogo acompanha a jornada de Mika enquanto ela enfrenta desafios e faz descobertas sobre si mesma e sobre a comunidade local.
Com um mapa aberto compacto, mas repleto de locais interessantes, a narrativa mistura o crescimento pessoal e profissional da protagonista com a exploração do local. Enquanto o jogo não possui diálogos dublados, todo o game é legendado em português brasileiro, o que facilita acompanhar a narrativa e tomar as decisões que aparecem na história.
No geral, a trama é simples, mas carregada de significados e motivações para seguir com o gameplay, que é bem divertido.
Como funciona o gameplay?
O gameplay de Mika and The Witch’s Mountain é focado na exploração e na entrega de pacotes em um ambiente aberto. Ou seja, não espere combates ou grandes desafios: o objetivo aqui é relaxar e explorar esse pequeno mundo mágico com belos gráficos.
Utilizando sua vassoura mágica, Mika pode voar por toda a ilha, alcançando lugares de difícil acesso e descobrindo segredos escondidos. Durante a progressão do game, o jogador vai evoluindo sua vassoura e ganhando mais habilidades para explorar e realizar entregas.
A mecânica de voo é central no jogo, proporcionando uma sensação de liberdade e aventura enquanto o jogador explora os diversos biomas e regiões da ilha. Aqui, o título brilha demais: o gameplay de simplesmente voar e tentar alcançar os lugares é bem divertido.
O sistema de entregas também é bem produzido. O jogador possui as entregas do dia e também itens extras que estão perdidos pela mapa e podem ser devolvidos aos donos. Os pacotes podem ser carregados de maneira limitada e, em alguns casos, possuem alguns dificultadores — são frágeis ou não podem ser molhados, por exemplo.
A parte mais interessante é que tudo é realizado sem um minimapa, o que te obriga a abrir o menu com frequência e ir decorando os locais e nomes dos moradores. Enquanto isso acaba sendo meio chato no começo, tudo fica bem divertido depois de um tempo: você acaba se sentindo parte daquele mundinho.
No fim das contas, o jogo equilibra momentos de relaxamento, com voos tranquilos sobre paisagens deslumbrantes, e situações que exigem mais destreza e planejamento, mas que não vão te deixar estressado. Com belos gráficos e uma ótima trilha sonora, o game é um ponto de fuga perfeito nesse mundo com jogos cada vez mais carregados de conteúdo.
Mais conteúdo a caminho
Falando em conteúdo, talvez esse seja o ponto que pode afastar muitos jogadores de Mika atualmente. O game pode ser concluído em cerca de quatro horas, o que deixa um gostinho de “quero mais”, já que a experiência é bem divertida.
Felizmente, esse “quero mais” será atendido em breve. A desenvolvedora Chibig vai lançar Mika and The Witch’s Mountain em acesso antecipado no PC e já anunciou dois pacotes grátis de conteúdos para o game.
A empresa também promete que está ligada em eventuais bugs e fará correções no game nas próximas semanas. No entanto, durante minha experiência com o título, tudo fluiu muito bem. Nossos testes foram realizados no Steam Deck e o jogo funcionou perfeitamente no console portátil da Valve.
Vale a pena?
Mika and The Witch’s Mountain é uma ótima pedida para quem não aguenta mais jogos longos e recheados de coisas para fazer. Aqui, o objetivo é fazer parte de uma comunidade, aproveitar boas paisagens e uma trilha sonora empolgante.
Com a promessa de novos conteúdos no futuro e a presença de legendas em PT-BR, o jogo certamente merece ficar no radar de quem curte experiências curtas e imersivas.
Mika and The Witch’s Mountain chega em 21 de agosto no PC e Nintendo Switch. Uma demo grátis do game está disponível para jogar na Steam!
O Jornal dos Jogos chegou com novidades de Black Myth Wukong, o possível lançamento de Red Dead 1 no PC e novidades interessantes do PlayStation. Além disso, temos muitos jogos grátis e ofertas para aproveitar!
Tenha uma ótima leitura e até mais 🎮📰
Black Myth Wukong ganha reviews e ferramenta de benchmark
Um dos lançamentos mais aguardados do ano, Black Myth Wukong ganhou sua primeira leva de reviews no fim da semana passada. O jogo estreou com nota acima de 80 no Metacritic e foi elogiado pela sua ambientação e gameplay, que equilibra a fórmula de God of War com soulslike.
O grande problema visto nas reviews está ligado a performance, o que rendeu algumas preocupações com a versão de PS5, que não foi liberada para análises antecipadas. No fim de semana, um gameplay do jogo no console da Sony acabou aparecendo online, mostrando que o título está rodando de maneira decente, pelo menos no trecho exibido.
Para quem joga no PC, a dica é baixar a ferramenta de benchmark oficial do jogo, que já permite ter uma ideia de como vai estar a performance do game na sua máquina — confira os requisitos completos do título aqui.
Red Ded Redemption 1 chegando no PC?
Um dos sonhos dos jogadores do PC finalmente pode se tornar realidade: Red Dead Redemption 1 apareceu em uma listagem para a plataforma. O problema, no entanto, é que a descrição apareceu na PlayStation Store, o que rendeu confusão na cabeça de muita gente. Segundo a descrição, o game será lançado nos computadores pela primeira vez com diversas melhorias voltadas para a plataforma, mas uma data para isso ainda não apareceu.
Pra galera que curte jogos retrô e tem um PlayStation, ótimas notícias: a plataforma Antstream Arcade, que traz mais e mil jogos antigos, será lançada em breve para PS4 e PS5. Já disponível no PC e consoles Xbox, o serviço permite acessar diversos games clássicos via streaming por um preço mensal ou compra vitalícia.
Novo Until Dawn chegando no PS5 e PC
Seguindo na onda de lançamentos do PlayStation, a Sony também revelou um trailer comparativo e a data de lançamento da nova versão de Until Dawn, que é um baita jogo. Com gráficos da Unreal Engine 5 e diversas melhorias, incluindo um modo de câmera atualizado, o novo título chega em 4 de outubro no PS5 e computadores.
O Escudeiro Valente também ganha data
Quem também ganhou data de lançamento foi O Escudeiro Valente. O jogo da Devolver Digital chega no dia 17 de setembro no PC, PS5, Xbox Series S e X, bem como Nintendo Switch. Com um gameplay de plataforma recheado de surpresas, o título também estará disponível na PlayStation Plus no lançamento, incluindo localização em PT-BR em todas as versões.
Nova temporada de Fortnite com a Marvel
A nova temporada de Fornite começou e traz um grande crossover com a Marvel. Os modos de battle royale receberam locais e armas temáticas de super-heróis, incluindo o escudo do Capitão América (que é bem apelão). O passe de batalha também está recheado de skins temáticas, incluindo Gwenpool, Shuri e Máquina de Combate.
Classificados
💻A Epic Games liberou o jogo Death’s Gambit: Afterlife de graça no PC até dia 22 de agosto. A partir de quinta, também teremos mais dois títulos grátis, incluindo The Callisto Protocol.
💻Você é fã de jogos RTS? Stormgateé um jogo game grátis do gênero que chegou no PC recentemente. Veja os requisitos para rodar o game.
💻Supermarket Together é um novo jogo grátis de simulação que está disponível no PC e pode ser jogado em até 16 pessoas. Confira tudo sobre o game aqui.
🔵A PS Plus Extra e Deluxe de agosto receberá The Witcher 3, Cult of the Lamb e mais games! Veja a lista completa.
🪓Se você está de olho em God of War Ragnarok no PC, a Nuuvem está vendendo o jogo com 10% de desconto na pré-venda, saindo por R$ 224,89.
Lançamentos da semana
Além de Black Myth Wukong, a semana que está começando também conta com a chegada de Concord, o novo jogo multiplayer da PlayStation, e diversos indies promissores, como Mika and the Witch’s Mountain. Confira!
Black Myth: Wukong (20/08) – PC, PS5.
Dustborn (20/08) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Series S/X.
Predecessor (20/08) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Series S/X.
Mika and The Witch’s Mountain (21/08) – PC, Nintendo Switch.
Concord (23/08) – PC, PS5.
Mande um Pix pro Jornal!
Gostou do conteúdo? Faça como o nosso leitor Welber Batista e mande um Pix para o Jornal! Use o nosso e-mail como chave: pix@jornaldosjogos.com.br! Você também pode incluir uma mensagem para aparecer aqui na newsletter 💌
Após a frustrante notícia de que não teríamos quadribol em Hogwarts Legacy, muitos fãs ficaram ansiosos por um jogo dedicado ao esporte mais popular entre os bruxos no universo de Harry Potter. Finalmente, nossa espera acabou!
Harry Potter: Quidditch Champions traz o quadribol para que nós, trouxas, possamos desfrutar em nossas casas, tanto em uma experiência single player quanto multiplayer. Anunciado no ano passado pela Warner Bros, Harry Potter: Quidditch Champions (Campeões do Quadribol) será lançado em 3 de setembro de 2024 para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch e PC (Steam e Epic).
O jogo já está disponível para pré-venda no Brasil com valores partindo de R$ 99,99 — e comprando na Nuuve, você garante 10% de desconto. Há também uma boa novidade para os assinantes do PlayStation Plus: o jogo será incluído em sua biblioteca já no lançamento.
Requisitos Harry Potter: Campeões do Quadribol no PC
Pelos requisitos e o que já vimos em seus trailers, Campeões do Quadribol não parece ser ser um jogo pesado, então você não deve ter tantos problemas para rodar no seu PC. Veja os requisitos do jogo!
Requisitos mínimos (baixo, 1080p/60 FPS)
SO: Windows 10
Processador: Intel Core i7-4790 ou AMD Ryzen 5 1600X
Harry Potter: Quidditch Champions já está em pré-venda e pode ser adquirido para Xbox e PC nas versões Standard e Deluxe. Ambas as versões estarão disponíveis para compra no PlayStation a partir de 3 de setembro.
O Jornal dos Jogos desta semana tá no ar e, desta vez, está recheado de notícias importantes. De vazamentos até novidades de grande porte, hoje temos uma edição definitivamente canônica por aqui.
Tenha uma ótima leitura e até mais 🎮📰
GTA 6 está vindo mesmo em 2025, confirma a Take-Two
Vamos começar falando do maior elefante do mercado de games: GTA 6. Em seu mais recente relatório financeiro, a Take-Two anunciou números gigantes e falou sobre o seu principal lançamento do próximo ano — e talvez de toda a década.
Segundo a companhia, GTA 6 continua previsto para chegar entre setembro e dezembro de 2025, período do outono norte-americano. Muita gente estava preocupada com atrasos no game, já que uma greve está rolando no mercado de jogos. No entanto, ao que tudo indica, tudo segue normal para que Grand Theft Auto VI dê as caras antes do Natal do ano que vem no PS5 e Xbox Series S/X — a versão de PC só chega mais tarde.
Square Enix e Warner sofrendo com jogos AAA
Já que estamos falando de grandes lançamentos, vale ressaltar que nem todo mundo está se dando bem com jogos AAA no momento.
A Square Enix anunciou seus resultados financeiros e Final Fantasy VII Rebirth não deu o retorno financeiro esperado — talvez porque o jogo tenha custado caro e é exclusivo do PS5? Enfim, a empresa acabou tendo seus números salvos pela divisão de games MMO, mostrando que FF 14 é uma potência.
A Warner também registrou uma queda brusca por causa do fracasso de Esquadrão Suicida. Por causa disso, a empresa está até considerando licenciar ou vender parte da sua divisão de jogos, que inclui franquias da DC e Mortal Kombat, por exemplo.
Hi-fi Rush e Tango Gameworks são comprados pela Krafton
Na noite deste domingo, a Krafton, dona de PUBG, anunciou a aquisição da Tango Gameworks, criadora do premiado Hi-fi Rush e jogos como The Evil Within. A companhia havia sido deixada de lado pela Microsoft, sua atual dona, e estava para fechar. A compra surpresa vai garantir que o estúdio continue existindo e expandindo suas franquias, de acordo com a Krafton.
Call of Duty Black Ops 6 vaza
Black Ops 6 só terá seu multiplayer revelado no fim do mês, mas parece que a Activision deixou escapar uma build do modo online do game. Ao que parece, algumas pessoas conseguiram montar um servidor ilegal e já estão jogando o game, o que deixou os desenvolvedores frustrados.
Oficialmente, a Activision revelou que o modo zumbis estará de volta com grandes novidades. A empresa revelou um trailer cinemático e trouxe informações importantes sobre o modo em previews, como a possibilidade de pausar ao jogar sozinho.
Novo Dragon Ball anunciado
A Bandai Namco revelou mais um jogo da franquia do Goku. Chamado Dragon Ball Project: Multi, o game seguirá o gênero MOBA, de Dota 2 e League of Legends, e será lançado ainda este ano no PC e celulares com Android e iOS. Um trailer com jogabilidade mostra o que esperar da novidade, que ainda não tem data de estreia definida no Brasil.
Seu PC roda God of War Ragnarok?
Quem também está chegando no PC é God of War Ragnarok. O jogo de Kratos e Atreus ganhou requisitos mínimos e recomendados no computador recentemente. Como o jogo também foi lançado no PS4, a tendência é que não fique muito complicado de encarar o título no PC, mas a dica é usar pelo menos um SSD para garantir carregamentos rápidos.
Uma semaninha agitada e recheada de lançamentos interessantes está chegando. Não teremos nenhum figurão, mas vários jogos menores que podem ser interessantes! Confira os destaques:
Tavern Manager Simulator (13/08) – PC (acesso antecipado).
Sam & Max: The Devil’s Playhouse Remastered (14/08) – PC, PS4, Xbox One, Switch.
Green Hell (14/08) – PS5, Xbox Series S/X.
Just Crow Things (15/08) – PC, Xbox One, Xbox Series S/X, Switch.
Phantom Spark (15/08) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Series S/X, Switch.
Farewell North (16/08) – PC, Xbox Series S/X, Switch.
EA SPORTS Madden NFL 25 (16/08) – PC, PS5, Xbox Series S/X.
Mande um Pix pro Jornal!
Gostou do conteúdo? Faça como o nosso leitor Welber Batista e mande um Pix para o Jornal! Use o nosso e-mail como chave: pix@jornaldosjogos.com.br! Você também pode incluir uma mensagem para aparecer aqui na newsletter 💌
A Square Enix lançará em 2024 o jogo Life is Strange: Double Exposure, que vai continuar a história de Max Caufield. A personagem foi a protagonista do primeiro jogo da franquia e, desde então, acabou não aparecendo em outros jogos com grande destaque.
No entanto, a história de Max não acabou após os acontecimentos em Arcadia Bay. Você sabia que Life is Strange conta com uma série de quadrinhos que continuaram a história da personagem e de Chloe?
A seguir, confira mais detalhes sobre os quadrinhos da franquia Life is Strange. Mas fique ligado, pois o texto conta com spoilers do primeiro jogo da franquia, lançado em 2014.
O que acontece nos quadrinhos de Life is Strange?
Os quadrinhos de Life is Strange foram publicados pela Titan Comics e basicamente continuam um dos finais do primeiro jogo da franquia. Enquanto um dos desfechos acaba com Max voltando no tempo e não salvando Chloe, o outro termina a história com a cidade devastada e a personagem viva.
A história dos quadrinhos acompanha Max e Chloe após os trágicos eventos que ocorrem em Arcadia Bay. A dupla precisa lidar com as consequências de sua escolha, ao mesmo tempo em que vivem e conhecem novas pessoas.
O lançamento das HQs começou em 2018 e ganhou diversos números. Enquanto a história começou com Life is Strange Dust, o sucesso das HQs acabou levando a edições extras expandindo o universo, incluindo Waves, Strings, Partners in Time, Coming Home e Settling Dust.
Além de Max e Chloe, as HQs também incluem novos personagens e também o retorno de rostos conhecidos da franquia, incluindo Rachel Amber. As histórias são escritas por Emma Vieceli e ilustradas por Claudia Leonardi, em sua maioria, e costumam abordar a rotina das jovens, além de temáticas como viagem no tempo, múltiplas dimensões e consequências do uso de poderes.
Onde ler as HQs de Life is Strange em português brasileiro?
Infelizmente a Titan Comics nunca lançou as histórias em quadrinhos de Life is Strange no Brasil. Com isso, as HQs só estão disponíveis para compra oficialmente em inglês.
Ainda assim, é possível encontrar contas no Google Drive trazendo as histórias em quadrinhos de Life is Strange em português brasileiro. O Projeto Darkroom, composto por fãs da franquia, traduziu a história para facilitar o consumo por um público maior no Brasil.
Caso você esteja interessado em ler as HQs, o Projeto Darkroom disponibiliza os links em português brasileiro, que podem ser acessados logo abaixo. No entanto, fica a dica: consumir conteúdo assim pode ser considerado pirataria e o indicado é sempre comprar mídias originais.
Você pode comprar as versões originais das HQs de Life is Strange em inglês por meio da Amazon. A empresa vende alguns números por valores que partem de R$ 59 no Brasil, além de algumas versões em Box com valores na casa dos R$ 272, com entrega grátis no nosso país para quem é assinante Prime.
Para quem é realmente fã da franquia, vale a pena adquirir as versões físicas das HQs, mesmo no idioma em inglês. Afinal, os itens são um ótimo item de decoração e demonstram o amor pela franquia da Square Enix.
God of War Ragnarok é a aguardada sequência da aclamada jornada de Kratos e seu filho Atreus pelos reinos nórdicos. Depois de fazer sucesso no PS4 e PS4, o jogo agora finalmente está chegando aos computadores.
O game , que tem lançamento previsto para PC em 19 de setembro deste ano, já está disponível em pré-venda nas edições Standard e Deluxe. Mas a grande questão é: será que seu PC roda?
Requisitos de God of War Ragnarok no PC
Assim como seu antecessor, God of War Ragnarok não é um jogo tão leve para o PC. No entanto, ele vem equipado com uma série de tecnologias avançadas para otimizar a performance, mesmo em configurações mais modestas. Recursos como Nvidia DLSS, AMD FSR e Intel XeSS estarão presentes no jogo, proporcionando melhorias significativas no desempenho de máquinas menos potentes. Lembrando também que o jogo também terá suporte para monitores ultrawide, dando ainda mais importância às tecnologias criadores de quadro via IA.
Requisitos mínimos (baixo, 1080p/30 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador: Intel i5-4670k ou AMD Ryzen 3 1200
Memória: 8 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GTX 1060 ou AMD RX 5500 XT
Armazenamento: 190 GB SSD
Requisitos recomendados (médio, 1080p/60 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador: Intel i5-8600 ou AMD Ryzen 5 3600
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA RTX 2060 ou Super AMD RX 5700
Armazenamento: 190 GB SSD
Requisitos alto (alto, 1440p/60 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador: Intel i7-7700K ou AMD Ryzen 7 2700X
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA RTX 3070 ou AMD RX 6800
Armazenamento: 190 GB SSD
Requisitos performance (alto, 4K/60 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador: Intel i7-7700K ou AMD Ryzen 7 2700X
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA RTX 3080 Ti ou AMD RX 6900 XT
Armazenamento: 190 GB SSD
Requisitos ultra (ultra, 4K/60 FPS)
SO: Windows 10 (64-bits)
Processador: Intel i5-11600K ou AMD Ryzen 7 3700X
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA RTX 4070 Ti ou AMD RX 7900 XT
O Jornal dos Jogos desta semana tá no ar e chega tão triste quanto a vida de quem trabalha na indústria de games atualmente. A edição de hoje conta com demissões, consoles morrendo e jogos adiados. Ou seja, só paulada…
Tenha uma ótima leitura e até mais 🎮📰
Fim de uma era: loja do Xbox 360 foi de base
Como já havia sido anunciado, a Microsoft fechou de vez a loja do Xbox 360. Quem comprou jogos na plataforma ainda pode baixá-los e jogá-los no console. No entanto, quem não fez isso vai ter que apelar para a mídia física ou meios alternativos para conseguir novos jogos.
Enquanto algumas centenas de jogos que eram exclusivos da loja acabaram sumindo, grandes títulos do Xbox 360 ainda seguem vivos no Xbox One, Series S e X por meio da retrocompatibilidade. Obrigado por tudo, grande guerreiro!
Xbox ganha dinheiro com Activision, mas perde em vendas do Xbox
A compra bilionária da Activision claramente está rendendo para a Microsoft: a empresa revelou seus números do último trimestre e a divisão de games subiu 44% graças a aquisição. Sem a compra da empresa, a Xbox teria caído 4% em relação ao ano passado — além disso, as vendas de consoles continuam em queda.
Ou seja, enquanto a parte de conteúdo da empresa continua voando, a Microsoft ainda segue com dificuldades para vender seus consoles.
Avowed é adiado para 2025
E para encerrar o bonde da Microsoft, a empresa adiou Avowed, antes previsto para este ano, para o dia 18 de fevereiro de 2025. A mudança no lançamento do game acontece por um bom motivo, segundo a empresa: o fim de 2024 está tão lotado de jogos do Xbox, como é possível ver na imagem acima, que a companhia resolveu deixar o RPG para o ano que vem.
Demissões na Bungie, estúdio da PlayStation
A PlayStation também protagonizou polêmicas nesta semana. A empresa realizou mais de 200 demissões na Bungie, além de redistribuir cerca de 150 funcionários da companhia dentro de outros estúdios da Sony. O motivo para as grandes mudanças teria sido uma medida para “cortar custos” — mesmo com o CEO da criadora de Destiny gastando milhões em carros de luxo.
O movimento mostra que, apesar de a Sony ter prometido independência para o estúdio, a companhia está disposta a fazer grandes intervenções na desenvolvedora. Enquanto a empresa não detalhou se projetos como Marathon serão afetados, é fácil assumir que a Bungie não será a mesma depois dessa pancada.
Revista de jogos Game Informer é fechada
Seguindo nas pancadas do mercado, a revista Game Informer foi fechada abruptamente na semana passada. Após mais de 30 anos de atuação, a publicação foi encerrada pela loja GameStop sem aviso prévio para o público ou funcionários, o que gerou revolta online.
A GI era considerada um dos principais meios de divulgação de informações exclusivas no mercado atual de games, com seus especiais trazendo grandes novidades sobre títulos importantes da indústria. A última edição da revista trouxe Dragon Age The Veilguard em sua capa. No entanto, assim como todas as outras edições da revista, ela não pode mais ser acessada no antigo site da Game Informer, que só traz uma nota de falecimento da publicação.
Star Wars Outlaws roda no seu PC?
Pra terminar o giro de notícias com coisa boa, bora falar de Star Wars Outlaws. A Ubisoft revelou os requisitos do game e lançou algumas previews online, que mostram um título promissor de mundo aberto — veja especificações completas aqui. O game trará tecnologias Nvidia RTX na versão de PC e não deve ser tão pesado. Além disso, para quem não quer gastar tanto, será possível jogar o título na assinatura Ubisoft+, que custa R$ 60 mensais no PC e Xbox.
🟢O Xbox Game Pass receberá Mafia: Definitive Edition no dia 13 de agosto. Fica a dica para quem curte jogos ao estilo de GTA.
🔵A PS Plus de agosto traz o jogo de LEGO de Star Wars e mais dois games! Confira a lista completa aqui.
💻A assinatura Ubisoft+ com o catálogo de clássicos da empresa está disponível por apenas R$ 5 atualmente para PC e Xbox. Saiba mais detalhes aqui.
🎮Se você está em busca de um novo vício, Valorant agora pode ser jogado nos consoles PlayStation e Xbox. Quem assina o Game Pass também pode aproveitar alguns benefícios extras no game.
Lançamentos da semana
Depois de muito tempo de calmaria, o mês de agosto chega com grandes novidades no mundo dos games. A semana conta com o lançamento de Fields of Mistria, um Stardew Valley misturado com Sailor Moon, e o soulslike brasileiro Deathbound. Veja os destaques:
Fields of Mistria (05/08) – PC.
Warhammer 40,000: Speed Freeks (06/08) – PC.
Volgarr the Viking II (06/08) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Series S/X, Switch.
Cat Quest III (08/08) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Series S/X, Switch.
Deathbound (08/08) – PC, PS5, Xbox Series S/X.
Mande um Pix pro Jornal!
Gostou do conteúdo? Faça como o nosso leitor Welber Batista e mande um Pix para o Jornal! Use o nosso e-mail como chave: pix@jornaldosjogos.com.br! Você também pode incluir uma mensagem para aparecer aqui na newsletter 💌
Star Wars Outlaws é o próximo grande jogo da Ubisoft que chega em 2024. O título expande o universo de Guerra nas Estrelas com um novo mundo aberto que se passa entre os filmes “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”.
Deixando os jedis de lado, o game vai acompanhar Kay Vess, uma mercenária que busca ganhar a vida tentando driblar os perigos da galáxia. Sob a perspectiva da nova personagem, poderemos ver o universo de Star Wars de maneira mais “pé no chão”, enfrentando desde criminosos de sindicatos até missões arriscadas envolvendo o Império.
A grande dúvida que fica é: com um grande mundo aberto, Star Wars Outlaws será fácil de rodar no PC? Felizmente a Ubisoft já revelou essa resposta, além do preço do jogo em todas as plataformas.
Requisitos para rodar Star Wars Outlaws
A Ubisoft já divulgou uma grande lista de requisitos mínimos e recomendados para rodar Star Wars Outlaws no PC em diferentes configurações. Confira tudo abaixo:
Requisitos mínimos
Sistema Operacional — Windows 10 / 11 de 64 bits
Configuração — 1080 p a 30 FPS
Processador — AMD Ryzen 5 3600, Intel Core i7-8700K ou superior
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — NVIDIA GeForce GTX 1660 (6 GB), AMD RX 5600XT (6 GB), Intel Arc A750 (8 GB) ou superior
Armazenamento — 65 GB de espaço disponível
Requisitos recomendados
Sistema Operacional — Windows 10 / 11 de 64 bits
Configuração — 1080 p a 60 FPS
Processador — AMD Ryzen 5 5600X, Intel Core i5-10400 ou superior
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — NVIDIA GeForce RTX 3060 Ti (8 GB), AMD Radeon RX 6700 XT (12 GB) ou superior
Armazenamento — 65 GB de espaço disponível
Requisitos para rodar no alto
Sistema Operacional — Windows 10 / 11 de 64 bits
Configuração — 1440 p a 60 FPS
Processador — AMD Ryzen 7 5800X ou Intel Core i5-11600K
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — NVIDIA GeForce RTX 3080 (10 GB) / NVIDIA GeForce RTX 4070 (12GB), AMD Radeon RX 6800 XT (16 GB) ou superior
Armazenamento — 65 GB de espaço disponível
Requisitos para rodar no ultra
Sistema Operacional — Windows 10 / 11 de 64 bits
Configuração — 2160 p a 60 FPS
Processador — AMD Ryzen 7 5800X3D ou Intel Core i7-12700K
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — NVIDIA GeForce RTX 4080 (16 GB), AMD Radeon RX 7900 XTX (24 GB) ou superior
Armazenamento — 65 GB de espaço disponível
Preço e data de lançamento
O aguardado Star Wars Outlaws será lançado no dia 30 de agosto de 2024 para Xbox Series X|S, PS5 e PC. O game está disponível em três edições com preços que partem de R$ 350:
Standard – R$ 349,99
Gold Edition – R$ 549,99
Ultimate Edition – R$ 649,99
Star Wars Outlaws também será lançado diretamente no catálogo da assinatura Ubisoft+. Com isso, o jogo poderá ser acessado pagando R$ 59,99 mensais no PC ou Xbox Series S e X, que possuem o serviço da Ubisoft.
Após um período em beta, a Riot Games finalmente lançou oficialmente o Valorant para PlayStation 5 e Xbox Series X|S. A chegada oficial do jogo online nos consoles foi acompanhada de uma das suas belíssimas cinemáticas no canal do YouTube, que pode ser vista abaixo.
Depois de algumas horas de teste no Xbox Series S, afirmo que é um dos melhores ports de uma plataforma para outra que já vi. É mais comum vermos jogos de console serem portados para o PC, mas não tantos jogos de FPS que vão para o console após serem lançados no computador.
Geralmente, os lançamentos são simultâneos, mas enfim. Valorant no console está muito bem otimizado e a experiência é idêntica à do PC, com algumas adaptações de menu e novas configurações de controles para podermos ajustar o joystick conforme nossa preferência.
Porém, antes de testar o jogo, passei por uma grande dificuldade para conseguir jogá-lo. Muitas pessoas também estão enfrentando esse problema ao tentar entrar no jogo: uma tela que não carrega o jogo nem oferece qualquer outra opção.
Após buscar em alguns fóruns na internet, descobri que o problema está relacionado à região da conta Microsoft e da conta da Riot Games. Aparentemente, ambas precisam ser dos EUA. Quando fiz isso, o jogo entrou imediatamente. Caso você não saiba como fazer isso, vamos te ensinar agora.
Como resolver o problema da tela azul no Valorant
O que você precisa principalmente é de uma VPN, seja para o PC ou celular. Tive um problema ao acessar o site da Riot com a VPN pelo PC, então fiz tudo pelo celular para facilitar.
Baixe um aplicativo/extensão confiável de VPN, como o VPN.lat.
Acesse a VPN e selecione uma região dos EUA.
Com a VPN ativada, acesse o site da Microsoft e crie uma nova conta (será essa conta que você precisará adicionar ao seu console para poder abrir o Valorant).
Agora vem a parte da criação da conta da Riot Games:
Ainda com a VPN ativada, acesse o site da Riot Games e crie uma nova conta.
Após a confirmação de e-mail, ainda nas configurações de conta, procure a opção “Contas conectadas” e vincule a conta da Microsoft criada antes com sua conta da Riot Games.
Após fazer isso, você basicamente precisa criar um perfil no Xbox com essa conta da Microsoft criada e entrar. Um problema pode ser a questão de servidor; não espere um ping bom. Por via das dúvidas, eu também deixei a região do meu Xbox nos EUA. Você pode tentar isso também.
Mortal Kombat 1 finalmente ganhará uma expansão no dia 24 de setembro com mais lutadores e uma continuação para sua história. Chamado de Reina o Kaos, o conteúdo adicional vai continuar a narrativa que vimos na história principal de MK1, a partir da cena pós-créditos do game.
No final do jogo, vemos que a paz no multiverso ainda não está 100% conquistada e que o vilão Havik está preparado para instaurar o caos entre Liu Kang e seus pupilos. Mas, afinal, quem é Havik? De onde veio e quais são as habilidades do personagem?
Se você quer conhecer melhor o personagem, confira abaixo 7 curiosidades e fatos sobre Havik:
1. Quem é Havik?
Havik aparece na história de Mortal Kombat 1 e pode ser desbloqueado nos modos locais e multiplayer do jogo. No entanto, sua origem na franquia já tem aproximadamente 20 anos.
O personagem foi apresentado ao público pela primeira vez no ano de 2004, em Mortal Kombat: Deception, o sexto game principal da série. Com a introdução de novos personagens, o jogo explorou conceitos mais profundos e complexos dentro do universo de Mortal Kombat, o que abriu portas para um novo tirano.
Havik chegou ao game trazendo um novo conceito: o caos. Com suas habilidades e motivações centradas na promoção da desordem, ele se tornou uma figura enigmática e intrigante no lore de Mortal Kombat. Sua presença foi crucial para explorar novas dinâmicas e adicionar complexidade ao universo do jogo, algo que com certeza será explorado na nova expansão de Mortal Kombat 1.
2. Qual a origem de Havik?
Havik vem do Chaosrealm, um dos vários reinos que compõem o universo de Mortal Kombat. O Chaosrealm é conhecido por sua natureza anárquica e distorcida, onde a ordem e a lógica são quase inexistentes. É um reino onde as leis da física e da moralidade não se aplicam da mesma forma que nos outros reinos, refletindo a própria essência de Havik, que busca criar desordem e sofrimento.
Este cenário único ajudou a definir a identidade de Havik e a diferenciá-lo dos outros personagens da série, o que também combinou com seu visual nada amigável. O Chaosrealm e seus habitantes são muitas vezes descritos como indivíduos que abraçam o caos e a destruição, e Havik é um dos maiores exemplos disso.
Ele é um agente do caos que, ao contrário dos heróis e vilões que buscam restaurar a ordem, busca perpetuar a desordem como uma forma de expressão de sua própria crença na natureza caótica do universo. Sua origem no Chaosrealm explica sua motivação e seus métodos não convencionais em combate.
3. Aparência assustadora
Havik tem uma aparência marcante que reflete sua natureza caótica e perturbadora. Ele é geralmente retratado como um homem magro uma expressão facial que constantemente esboça um sorriso maligno. Graças aos seus poderes de manipulação corporal, o personagem também é constantemente visto em lutas realizando desmembramentos, o que garante um toque de horror característico para o kombatente.
Como é possível ver no novo DLC, o personagem também contará com visuais alternativos bastante caóticos na nova expansão. Resta agora aguardar para conhecermos todas as versões e referências que o jogo via trazer.
4. Habilidades e Poderes
Havik possui um conjunto de habilidades caóticas e que com certeza não agradam todos os jogadores. Uma de suas habilidades mais características é a capacidade de manipular a própria estrutura corporal. Com isso, o personagem vai além dos socos e chutes: diferentes partes do seu corpo se tornam armas, incluindo a própria cabeça.
Ele pode distorcer seu corpo de maneiras que desafiam a lógica, como esticar os membros ou deformar sua forma para surpreender e confundir os adversários. Além disso garantir combos que são bem chamativos e únicos, a própria execução dos ataques pode pegar jogadores desavisados de surpresa.
Além disso, Havik possui ataques que enfatizam sua conexão com o caos, como habilidades que desestabilizam o ambiente e afetam o próprio campo de batalha. Suas técnicas não são apenas físicas, mas também psicológicas, já que seu comportamento errático pode desorientar e desestabilizar seus oponentes. Essa combinação acaba fazendo o personagem ser um dos lutadores mais únicos de todo Mortal Kombat, apesar de não estar na lista de favoritos de muitos jogadores.
5. Mudanças em Mortal Kombat 1
Enquanto Havik sempre foi conhecido por ser um membro importante do Reino do Caos, as coisas mudaram em Mortal Kombat 1. O personagem da linha do tempo criada por Liu Kang faz parte de um local chamado Seido.
Apesar de ser diferente da versão de Mortal Kombat Deception, o personagem também conta com tons de anarquia em sua nova história. Em sua nova versão, Havik luta contra um governo opressor e pretende instaurar a anarquia para libertar o seu povo (o que eventualmente acaba acontecendo).
O novo vilão da expansão claramente é uma versão do personagem que remete ao lutador de Mortal Kombat Deception, o que elevará o conceito de caos ao limite no multiverso do game. Resta agora esperar para ver como tudo isso será implementado em Mortal Kombat 1 e em seu gameplay.