Mês: abril 2024

  • Steam da pirataria, review de Stellar Blade e Manor Lords

    Steam da pirataria, review de Stellar Blade e Manor Lords

    E vamos para a última edição do Jornal dos Jogos em abril, galera! Hoje temos opiniões sobre dois grandes lançamentos do ano, além de notícias que vão repercutir com força durante o resto de 2024!

    Tenha uma boa leitura e até mais📰🎮


    Jogamos Stellar Blade! Vale a pena?

    Se você curte jogos de ação, com uma ambientação pós-apocalíptica e dublagem em PT-BR maneira, Stellar Blade pode ser uma escolha interessante para você! O game entrega um gameplay mais tático que um Devil May Cry da vida, adotando mecânicas de soulslike e um esqueminha que deixa o jogo fácil para quem visa a história, mas sem torná-lo menos desafiador.

    No entanto, não espere muita profundidade da narrativa e da protagonista, que está rendendo muita polêmica por causa de suas roupas e a clara sexualização que nem é escondida pelo estúdio. No entanto, se você for jogar, a dica é evitar comentar sobre eventuais desgostos com o game, pois uma clara máfia de jogadores está defendendo o título com unhas e dentes na internet.

    Confira a review

    É interessante notar, também, que um grupo de gamers até está pedindo reembolso do jogo por alegações de censura: alguns trajes da protagonista foram modificados e ficaram “menos sexys” na versão completa, o que abriu precedentes para pedido de dinheiro de volta por “propaganda enganosa”. O diretor já comentou sobre o assunto e disse que não existe censura em Stellar Blade, mas o time está discutindo sobre a situação.

    Manor Lords é um jogão!

    Seguindo no bonde das reviews, o Ramon Felix jogou Manor Lords, o game mais aguardado da Steam em 2024. O título chegou na loja da Valve por R$ 74,99, além de estar incluso no Game Pass, e claramente vale o seu tempo.

    O projeto encabeçado por apenas um desenvolvedor traz uma experiência de gerenciamento medieval caprichada, que acerta tanto na profundidade quanto no gameplay divertido. No entanto, como o projeto ainda está em acesso antecipado, essa diversão vem acompanhada de um caminhão de bugs.

    Veja a review completa!

    Uma nova Steam da pirataria

    Um grupo de brasileiros lançou recentemente a Hydra, um programa que promete facilitar a pirataria de games no PC e ser “inderrubável”. A ferramenta utiliza descentralização para entregar um catálogo de torrents para usuários mais leigos nesse assunto, prometendo uma experiência livre de ameaças.

    O Jornal dos Jogos não incentiva a pirataria e não usa esse tipo de coisa, então só vá atrás disso por sua conta e risco. Ainda assim, vamos ficar de olho nesse projeto, pois não é todo dia que vemos um grupo de brasileiros desafiando grandes empresas do mundo dos games.

    The Crew retirado da conta de jogadores

    Além de dar uma cutucada nas gigantes dos games, a pirataria também acaba ajudando na preservação dos jogos, e esse assunto ficou em alta na semana passada. Após a Ubisoft encerrar de vez os servidores de The Crew no fim do mês passado, o game foi retirado da conta de jogadores e deixou oficialmente de funcionar.

    Até mesmo as cópias físicas do game não servem para nada. Como o jogo só funcionava online, todo o legado e progresso dos gamers foi apagado de vez. A situação acabou ligando um sinal de alerta sobre preservação dos jogos na cabeça de muitos gamers, já que as grandes corporações claramente tem muito poder sob os produtos que compramos.

    Garry’s Mod perde conteúdos da Nintendo

    Seguindo na onda das polêmicas, os jogadores do icônico Garry’s Mod também estão perdendo conteúdos. A Nintendo solicitou que itens baseados em suas propriedades intelectuais sejam retirados do sandbox, fazendo com que duas décadas de criações sejam apagadas do título. Uma pena.

    Nova política de reembolso da Steam

    Pra quem é usuário da Steam, vale a pena também ficar ligado nas mudanças realizadas nas diretrizes de reembolso da loja. A companhia agora limita o tempo de jogo disponível para reembolso em títulos com acesso avançado, quando usuários podem acessar um título antes do lançamento oficial.

    BlizzCon cancelada

    A BlizzCon, evento anual de games da Blizzard, foi cancelada. A empresa lançou um comunicado dizendo que pretende retornar com o evento no futuro, mas pretende seguir outros caminhos para anunciar novidades em 2024, como detalhes sobre o futuro de World of WarCraft, Overwatch 2 e a expansão de Diablo 4.


    Classificados

    💻A Epic Games liberou dois jogos grátis no PC! Os títulos da vez são Industria e Lisa: Definitive Edition, que podem ser resgatados sem custos até o dia 2 de maio.

    💻Manor Lords pode ser comprado por R$ 67,49 no PC com o cupom MANOLORDE na Nuuvem! O jogo também está disponível no Xbox Game Pass.

    🟢Além de Manor Lords, o Xbox Game Pass também recebeu Star Wars Jedi Survivor, via EA Play, e Another Crab’s Treasure, o souslike de caranguejo! Vale a pena conferir.

    ☢️A atualização grátis de nova geração para Fallout 4 já está disponível no PC e consoles. Enquanto o update acabou quebrando alguns mods no computador, o patch também traz alguns conteúdos novos para o game.


    Lançamentos da semana

    INDIKA no Steam

    Depois de uma semana agitada, o mês de abril se despede com lançamentos tímidos, mas maio já começa com um indie bem interessante! Confira:

    • Tales from Candleforth (30/04) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X, Switch.
    • Braid: Anniversary Edition (30/04) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X, Switch.
    • Indika (02/05) – PC, PS5, Xbox Series S/X.

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  • Manor Lords é simplesmente um jogaço – Review

    Manor Lords é simplesmente um jogaço – Review

    Manor Lords prova que jogos não devem ser tratados como planilhas do excel. Quando lucrar não é o objetivo, quando o amor pelo projeto vai além de ganhar dinheiro para sustentar uma empresa gigante que precisa distribuir dividendos para seus sócios, temos ótimos jogos saindo, como é caso do game que estamos falando hoje.

    Manor Lords começou sendo desenvolvido por um apenas uma pessoa, Greg Styczeń, e acabou se tornando o jogo mais desejado na Steam em 2024, superando títulos como Hades II e Black Myth: Wukong, por exemplo. Além disso, o jogo estreia diretamente no PC Game Pass, aumentando ainda mais o alcance do jogo na comunidade.

    Mas será que o game é para tudo isso? E é isso que vamos debater um pouco aqui, na review de Manor Lords do Jornal dos Jogos.

    O que é Manor Lords?

    O game da Slavic Magic é um construtor de cidades na era medieval que envolve batalhas. É um jogo de estratégia que te coloca no controle de cidades, dando total liberdade e responsabilidade para expandir sua vila, trabalhar economia, gerenciar as necessidades do povo e lidar com outros reinos, criando seu próprio exército.

    Como gerenciador de cidades, Manor Lords é super competente. O jogo tem uma variedade incrível de construções para gerenciar e melhorar, tanto na parte relacionada a recursos, lenha, comida, minérios; quanto na parte do bem estar dos moradores, relacionado aos serviços de manufatura, que servem para abastecer o mercado que é de extrema importância para o desenvolvimento da sua cidade.

    Estações ditam o game

    Tocando neste assunto, é importante entrarmos na questão das estações. Elas influenciam diretamente nos recursos da cidade e, consequentemente, no gameplay. Manor lords conta com as quatro estações do ano: primavera, verão, outono e inverno.

    Cada uma delas influencia nos recursos da cidade, o que nos obriga a nos preparar para esses momentos. Por exemplo, há recursos que só crescem em determinadas estações, colheitas que só podem ser feitas em outra e no inverno o consumo de lenha é dobrado. Por isso não podemos ignorar esse sistema que é tão importante e bem desenvolvido pela Slavic Magic.

    Economia é fundamental

    A base da economia também é super importante. O tesouro da cidade e o tesouro pessoal desempenham papéis fundamentais na jornada em Manor Lords. Já que eles servem tanto para comprarmos novas melhorias nas cidades, como adaptar um lote senhorial em uma cervejaria ou transformar em uma construção que gerará comida passivamente. Mas também serve para comprarmos mercenários para auxiliar o exército e eventualmente comprar novos acampamentos para criar novas vilas/cidades.

    Como comentei antes, existe o tesouro da cidade e o tesouro pessoal, eles são diferentes para cada coisa que podemos fazer. Contratar mercenários, por exemplo, só pode ser feito com seu tesouro pessoal. Já as expansões na cidade, precisam do dinheiro da própria cidade. Dinheiro esse que é conseguido através de lotes senhoriais nível 2 e principalmente utilizando o posto comercial, a principal construção quando falamos na economia.

    É através da importação e exportação de produtos que construímos uma economia sólida no game. A melhor maneira que encontrei foi exportando produtos como tábuas, minérios de ferro e argila, a depender do que a região me mostra. O que mais eu consigo produzir, é o que consequentemente mais exporto.

    Exército

    Como falei no início, e os próprios desenvolvedores deixaram isso claro, Manor Lords é um jogo de gerenciamento de cidades que envolve batalhas. É uma parte secundária mas que para mim é a mais divertida. Primeiro voltemos um pouco a tela inicial do game, porque ao criarmos um mundo, temos algumas opções disponíveis de “final”:

    • Nenhum: jogue no modo infinito
    • Dominação: reivindique o território de todos os outros senhores para eliminá-los
    • Crescimento: alcance o nível de assentamento Cidade Grande
    • Conquista: reivindique todas as regiões

    Durante o período que testei o game, joguei ambos em Conquista. Tanto este modo quanto o modo de dominação exigem com que você tenha um exército forte para poder chegar ao “final” do game.

    Manor Lords é muito competente na parte de construção de cidades e também na parte de combate. Temos uma vasta disponibilidade de tropas e mercenários disponíveis para contratarmos. O game oferece também boas opções quando falamos de combate em si, posicionamento de tropas, modos de manter posição ou atacar com tudo que influenciam nas estatísticas do exército e um sistema de eficiência, baseado na energia das tropas que faz total diferença nas batalhas. É muito gostoso gerenciar uma “guerra” em Manor Lords e fica ainda melhor quando podemos vê-la de perto.

    Modo em terceira pessoa

    Por mais que seja um modo cosmético e que sirva apenas para andarmos pelas cidades e admirarmos um pouco mais o jogo que é muito bonito (falaremos a seguir), esse é um recurso que eu gostaria que fosse mais explorado. O que não será, os desenvolvedores já deixaram isso claro.

    Manor Lords é um jogo para ser jogado com a visão olho de pássaro e não terá modo em primeira pessoa. Mas vale apenas comentarmos aqui já que é um recurso muito bem vindo. Podemos andar pelas nossas cidades, ver os campos de trigos, seguir as pessoas trabalhando e principalmente ficar bem perto das batalhas, é algo a mais que dá uma imersão muito legal. Às vezes faz a gente só querer sair andando por aí enquanto escuta a incrível trilha sonora do game.

    Manor Lords é lindo

    Só porque é um jogo de estratégia, não significa que precisa abdicar de qualidade visual. Manor Lords é um jogo lindo! Desenvolvido na Unreal Engine, o game extrai muito do potencial do motor gráfico e traz detalhes incríveis a suas construções utilizando assets criados com fotogrametria, trazendo ainda mais realismo ao game. As florestas são lindas e vistas de cima, cada estação é fantástica.

    Há o que corrigir

    Como testei o jogo em uma versão alpha, óbvio que encontrei problemas. Em português, muitas palavras não foram traduzidas ainda, o que pode causar um estranhamento quando há palavras mais complexas. Bugs foram poucos, felizmente. Para ser sincero, não lembro de nenhum que tenha incomodado minha gameplay.

    O que eu realmente senti falta foi de estatísticas. Estatísticas que fossem apresentadas em um menu em que eu pudesse visualizar como está a produção da minha cidade, a importação e exportação de produtos, quantos são exportados, quanto estou gastando com isso e etc. Como um gerenciador de cidades, eu senti falta dessa parte em Manor Lords.

    Além disso, acho o jogo muito “bonzinho” quanto aos períodos de fome e falta de combustível. Passei por vários momentos desses na minha cidade e perdi poucas pessoas. Acredito que o game deveria ser mais punitivo no modo de game padrão para trazer uma maior fidelidade com o período.

    Manor Lords vale a pena?

    Manor Lords é um game complexo à primeira vista, mas muito bem trabalhado. Os sete anos de desenvolvimento valeram a pena, todas as suas mecânicas estão bem implementadas e vale ressaltar que há várias outras que não foram lançadas ainda.

    O game é lindo graficamente e com certeza vai agradar ao jogador que gosta desse gênero. É um jogo para fazer diversos saves e testar diferentes abordagens em suas cidades. É viciante e recompensador. Além do fato de que há muita muita margem para novas expansões e modos de jogo no futuro.

    Manor Lords é um jogaço e que tem poucos problemas em minha opinião. Vale a pena demais ser testado. Atualmente, o game está disponível no PC por R$ 74,99 na Steam, mas pode ser comprado na Nuuvem com desconto ao usar o cupom MANOLORDE. O título também está disponível no Xbox Game Pass.

  • Stellar Blade é como um jogo clássico da Capcom, mas nos tempos modernos – Review

    Stellar Blade é como um jogo clássico da Capcom, mas nos tempos modernos – Review

    Mais um exclusivo está chegando ao PS5 em 26 de abril. Stellar Blade é o primeiro grande jogo para consoles do estúdio sul-coreano Shift Up, que fechou uma parceria com a PlayStation para liberar seu novo projeto no dispositivo de nova geração da marca.

    Cercado de polêmicas desde sua apresentação, Stellar Blade é protagonizado por Eve, uma soldado que precisa ajudar a humanidade a retomar o planeta Terra. Com um gameplay repleto de ação, o game acabou ganhando destaque na mídia por causa de sua protagonista, que virou alvo de debates sobre sexualização nos games.

    Jogo: Stellar Blade
    Lançamento: 26/04/2024
    Plataforma de teste:
    PS5
    Preço: R$ 350

    Falando do jogo em si, a experiência que temos foi bastante positiva: Stellar Blade parece um jogo clássico da Capcom, daqueles anos criativos da era PS2, mas com toques de modernidade. O jogo se aprofunda a ponto de ser um possível concorrente a jogo do ano? Definitivamente não, mas pode te divertir. Saiba mais detalhes na review completa, disponível abaixo!

    A polêmica de Eve e Stellar Blade

    Antes de mais nada, precisamos falar sobre o elefante na sala: a protagonista Eve. Durante os últimos meses, a personagem foi o centro de debates sobre sexualização nos games. E existe um grande fundo nessa história: os desenvolvedores claramente exageraram em algumas poses da nossa belíssima “Queen”, o que acaba até tirando um pouco da imersão no mundo pós-apocalíptico do game.

    Veja também: Horizon Forbbiden West roda bem no PC? Veja review

    A personagem tem pés tão pequenos que parece uma boneca, por exemplo. Além disso, a galera investiu pesado na física de partes específicas do corpo da protagonista, além de fazer roupas bastante sugestivas e marcadas em lugares “estratégicos” para agradar o público masculino. Sua aparência e diferentes roupas são bem trabalhadas, isso é fato, mas a personagem não tem profundidade ou qualquer motivo que justifique “tudo isso”. O público simplesmente é jogado em um mundo pós-apocalíptico em que a protagonista se veste e se comporta desse jeito.

    Um pouco exagerado, não é mesmo?

    Ainda assim, a aparência de Eve até que é marcante. O grande problema, ao meu ver, acaba ficando no rosto: a protagonista tem uma cara que é totalmente whatever e esquecível, tendo traços que lembram muito uma boneca padrão. Parece que o time gastou todo o tempo que tinha fazendo bunda e roupas, deixando o rosto da personagem de lado.

    Um paralelo interessante a ser feito é com 2B, de Nier Automata. Também protagonista de debates sobre sexualização, a personagem tem um visual e um rosto, principalmente, bastante característicos e marcantes. Se você conhece games e já ouviu falar de Nier, certamente consegue lembrar dos cabelos brancos e a faixa preta nos olhos de 2B.

    Em Stellar Blade, no entanto, é difícil olhar para o rosto da protagonista e encontrar alguma característica marcante que vá além do cabelo longo, que vez ou outra acaba bugando e pode ser desligado. Vale notar que isso também acaba rolando com outros personagens no mundo do game, que possuem um rosto bem genérico e com vibes de anime. 

    Rosto infantil e mão desproporcional: precisava mesmo fazer isso, Shift Up?

    Isso claramente acontece por causa dos “padrões” seguidos por alguns desenvolvedores e artistas asiáticos, que vez ou outra também colocam esses traços mais “kawaii” em obras como animes e mangás. No fim das contas, isso não se traduz muito bem para um público mais amplo, o que acaba empobrecendo a obra.

    Uma pena, pois um rosto mais marcante certamente poderia colocar Eve no panteão de personagens icônicos de muitos gamers.

    História interessante e mundo imersivo

    Enquanto o gameplay e as polêmicas de Stellar Blade chamaram muita atenção nos últimos meses, é importante ressaltar que o jogo possui uma ambientação caprichada e uma narrativa interessante. A protagonista faz parte de um grupo que veio da Colônia, local em que os humanos vivem no espaço, para explorar a Terra devastada.

    O planeta está simplesmente desolado, com pouquíssimos habitantes, e dominado pelas criaturas conhecidas como Naytibas. Após perder seu esquadrão, a protagonista Eve precisa encontrar o Naytiba Alfa e desvendar os mistérios do local destruído.

    Stellar Blade se passa em um mundo pós-apocalíptico.

    Tanto em sua ambientação quanto narrativa, o jogo me pareceu bastante uma versão evoluída de Parasyte: The Maxim, o anime que conta a invasão do planeta terra por alienígenas e recentemente ganhou uma adaptação da Netflix. Além de constantemente questionar a existência dos Naytibas, que basicamente vivem para matar, a história está recheada de mistérios e reviravoltas, que são bem dosadas durante o gameplay.

    No entanto, não espere muita profundidade. A personagem Eve acaba sendo uma folha em branco, já que nunca esteve na Terra e só conhece a história que foi contada a ela do planeta. Com isso, temos a chance de descobrir um mundo vasto e misterioso, pagando o preço de jogar com uma protagonista que acaba sendo rasa. 

    Stellar Blade possui inimigos criativos e um mundo interessante, acompanhado de uma protagonista rasa.

    Além da história recheada de ficção científica, o jogo também possui gráficos caprichados. O grande destaque, para mim, fica para o visual das criaturas de Stellar Blade, que é bem criativo e garante momentos de tensão, seja em fases abertas ou locais mais fechados.

    Vale destacar, também, o uso de dublagem em português brasileiro e a bela trilha sonora do game. Cortesia da publicação pela Sony, o game possui localização completa no nosso idioma, com um elenco de dublagem competente e sem deslizes notáveis na adaptação em PT-BR. As músicas também garantem uma ótima experiência sonora durante a exploração do game.

    Veja também: Confira os requisitos para jogar Ghost of Tsushima no PC

    Como dito anteriormente, a decepção fica para o desenvolvimento visual do rosto dos personagens, que segue padrões asiáticos pouco inspirados. Com isso, o estúdio perdeu a chance de fazer algo realmente memorável para adotar uma estética ao estilo anime, só que realista. 

    Gameplay

    Quando o assunto é gameplay, Stellar Blade traz um equilíbrio interessante entre a nostalgia da época do PS2 com a modernidade da atual geração de consoles. As apresentações iniciais do game me fizeram pensar que o título seria algo parecido com Devil May Cry, mas não é bem assim.

    Apesar de claramente ter um jeito de jogo de ação da Capcom, Stellar Blade é mais tático que a franquia DmC. Se você sair apertando quadrado e correndo para frente, vai tomar um sarrafo dos monstros que dominam a Terra devastada do game. É necessário aprender combos e ficar de olho na melhor hora para usar habilidades, esquivas e defesas.

    O jogo, inclusive, conta com dois níveis de dificuldade, com o modo história trazendo algumas assistências para facilitar o acerto dos movimentos especiais de esquiva e contra-ataque. A parte boa é que em ambos os casos, o jogador tem um bom equilíbrio entre desafio e ação.

    Stellar Blade também possui uma grande variedade de inimigos, que possuem um visual bem criativo e chamativo. As batalhas são recheadas de coreografias bem trabalhadas, garantindo uma experiência empolgante no PS5.

    Stellar Blade possui algumas sequências muito divertidas de gameplay.

    O título ainda possui um sistema de árvore de habilidade para a progressão que não é difícil de entender. Além disso, você pode reiniciá-lo para remontar a build de ataques especiais e vantagens, em acampamentos que servem como um espaço seguro, garantindo a chance de personalizar Eve na hora da luta. 

    Falando em personalizar Eve, a coleção de trajes da personagem é bem vasta e inclui belos visuais para a personagem. Além disso, cada traje tem suas próprias vantagens e desvantagens — e andar com o traje de “pele”, que é o mais apelativo, te deixa 100% aberto para ataques inimigos, para a infelicidade dos tarados de plantão.

    O que mais cativa nisso tudo é a combinação desses fatores em um gameplay diversificado. Indo de áreas abertas até locais fechados, o jogo se torna interessante ao alternar seus cenários e gameplay. Até mesmo os puzzles do game, que não são o foco, acabam sendo divertidos, mas a experiência pode ficar cansativa em espaços abertos, principalmente para a conclusão de missões secundárias.

    A maior decepção no quesito jogabilidade e a exploração, o que pesa no que mencionei acima. O jogo tem partes de mundo aberto muito bem feitas e vastas, mas que eventualmente rendem bugs na movimentação. As partes que envolvem água, por exemplo, podem contar com travadas na hora de realizar ações básicas, enquanto a fala de pulo duplo no começo do jogo atrapalha em fases de plataforma, por exemplo.

    Para quem está acostumado com games sem minimapa e com mais liberdade de exploração, Stellar Blade pode ser um passeio no parque depois de você dominar a movimentação truncada, garantindo uma experiência divertida. Porém, dependendo do seu estilo de jogo, algumas partes podem acabar gerando uma eventual frustração.

    Vale a pena jogar Stellar Blade?

    Stellar Blade é uma experiência bem divertida no PS5, principalmente neste ano sem grandes franquias no console. Misturando elementos de diversos títulos, o jogo da Shift Up traz um frescor que lembra projetos clássicos da Capcom, de uma época que a empresa costumava ousar na indústria de games.

    Com uma história recheada de surpresas, Stellar Blade possui um gameplay técnico e desafiador, mas que também é convidativo para novatos. A diversidade no gameplay e na customização também agradam, mas a exploração eventualmente pode se tornar cansativa ou apresentar alguns problemas. 

    Mesmo com deslizes, Stellar Blade entrega uma experiência divertida no PS5

    O jogo também entrega gráficos competentes e bastante imersão, que só é quebrada por alguns exageros na aparência da protagonista e alguns personagens. Enquanto o corpo da protagonista tem mais movimentos que uma gelatina, o grande problema acaba ficando nos rostos, que acabam sendo irrealistas e destoam do resto do mundo bem construído pelo time da Shift Up.

    Se você é fã de ação e uma história cheia de monstros assustadores e muita ficção científica, os deslizes de Stellar Blade podem ser relevados e te garantir bons momentos de diversão. Para tirar a dúvida, a dica é baixar a demo e experimentar o combate, que é mais técnico que um Devil May Cry da vida. Se você conseguir se adaptar ao estilo do game, certamente vai ter uma experiência interessante explorando a Terra devastada na pele de Eve.

    Stellar Blade foi enviado para review pela PlayStation. O jogo foi testado no PS5. 

  • Hades 2, Stellar Blade chegando e demissões na dona de GTA 6

    Hades 2, Stellar Blade chegando e demissões na dona de GTA 6

    Hora do Jornal dos Jogos, meu povo! A edição de hoje chega com muitas notícias importantes, incluindo o anúncio de que estamos jogando Stellar Blade (e traremos mais novidades sobre em breve)!

    Tenha uma boa leitura e até mais📰🎮


    Review de Stellar Blade

    Começamos a edição de hoje falando sobre um dos games mais polêmicos e aguardados do PS5 em 2024: Stellar Blade. Nós já estamos jogando o novo título do PlayStation e temos opiniões para dar, mas só vamos falar sobre o assunto no dia 24 de abril. Tudo que podemos compartilhar no momento é a tela inicial do game:

    Imagem

    Com lançamento marcado para o dia 26, Stellar Blade chega exclusivamente no PS5 e já possui uma demo grátis, que dá um belo gostinho do que esperar da experiência completa. Recentemente, o estúdio Shift Up também confirmou que o jogo não sofrerá qualquer tipo de censura em nenhum país, já que alguns jogadores estavam preocupados com a retirada de conteúdos como sangue e trajes mais “sugestivos” da protagonista.

    Assine agora

    Novo pacote do PS5 Slim mais barato no Brasil

    Seguindo nas novidades da PlayStation, a Sony lançou no Brasil um novo pacote do PS5 Slim sem leitor de disco com dois jogos, Returnal e Ratchet and Clank: Rift Apart, pelo preço sugerido de R$ 3.799,90. Segundo ressalta a PlayStation, esse é o valor oficial mais baixo do produto no mercado brasileiro — o que deve cair ainda mais em promoções.

    Ghost of Tsushima chegando no PC com novidades

    A Sony também revelou novidades sobre Ghost of Tsushima, que chega ao PC no dia 16 de maio. Além de revelar os requisitos mínimos e recomendados para rodar o game, a empresa anunciou que trará um sistema de troféus ao PC com o game. A nova interface permitirá integrar conquistas e amigos da PSN entre consoles e computadores, tornando a experiência nos jogos da PlayStation ainda mais multiplataforma.

    Dona de GTA 6 realiza demissões

    A Take-Two, dona da Rockstar Games e de GTA 6, anunciou uma grande demissão em massa que vai afetar mais de 500 pessoas na companhia. Os layoffs serão realizados durante o ano de 2024 e podem afetar a produção do aguardado jogo, que já está envolvido em polêmicas de crunch.

    Fallout segue bombando

    A série de Fallout definitivamente levantou a franquia das cinzas. Além de se tornar a mídia mais vista no Prime Video atualmente e já garantir uma segunda temporada, a produção fez a franquia virar a principal pauta gamer dos últimos dias.

    Na semana passada, os jogos da franquia Fallout entraram para a lista de mais jogados na Steam e subiram no ranking de vendas no Xbox e PlayStation. Alguns fãs até estão pedindo por um possível Fallout 5, mas a galera vai ter que se contentar com o update grátis de nova geração chegando em Fallout 4, além de Fallout 76, que continua recebendo updates e novidades.

    Emulador de Nintendo no iOS

    Agora é para valer: emulador Delta é liberado na App Store

    Mais um desdobramento da semana passada, a Apple permitiu o lançamento do emulador Delta no iOS. O aplicativo roda jogos de plataformas como o Super Nintendo, Nintendo 64, Nintendo DS e Game Boy Advanced, o que já fez a solução saltar para o topo dos softwares mais baixados no iPhone atualmente. Detalhe que mais emuladores chegarão ao sistema ainda em 2024, incluindo o famoso PPSSPP.

    Novidades de Hades 2

    O aguardado Hades 2 finalmente ganhou novidades de peso. O jogo agora possui um teste limitado disponível no PC, mas nem todo mundo está conseguindo aproveitar. Por causa disso, o estúdio por trás do game fez um gameplay de nada menos que três horas mostrando algumas novidades do título, que ainda não possui data de lançamento.

    Evento da Nintendo sem Silksong

    Quem também exibiu novidades esta semana foi a Nintendo. A empresa fez um evento online apresentando novos jogos independentes para o Switch, e você pode ver a lista completa aqui. A única ausência foi Silksong, o que deixou os fãs de Hollow Knight sem novidades, mais uma vez.

    Jogo de Invencível chegando

    A série animada Invencível, que faz bastante sucesso no Prime Video, deve ganhar um jogo triplo-A futuramente. A franquia de super-heróis dos criadores de Walking Dead ganhou um financiamento coletivo que recebeu milhares de reais em poucos dias. Resta agora aguardar para ver se o projeto vai para frente.

    Stardew Valley ganha nova atualização, mas só no PC

    Enquanto a galera dos celulares e consoles continua sem a versão 1.6, Stardew Valley ganhou mais uma atualização grátis no PC. O jogo obteve o update 1.6.4, que traz alguns refinamentos e novidades de conteúdo — você pode conferir tudo que mudou aqui.


    Classificados

    💻A Epic Games liberou dois jogos grátis no PC! Os títulos da vez são Town of Salem 2 e The Big Con, que podem ser resgatados sem custos até o dia 25 de abril.

    💻No Rest for the Wicked foi lançado em acesso antecipado no PC e pode ser comprado com 20% de desconto no PC. O jogo tá saindo por R$ 93 com ativação na Steam.

    🔵De olho em Ghost of Tsushima Director’s Cut? O jogo está com 11% de desconto na pré-venda no PC, saindo por R$ 221,99.


    Lançamentos da semana

    Depois de um mês escasso de grandes lançamentos, os últimos dias de abril serão recheados de novos games de peso! De exclusivo do PS5 até um indie aguardado na Steam, temos muitos games interessantes a caminho! Veja a lista:

    • Tales of Kenzera: ZAU (23/04) – PC, PS5, Xbox Series S/X, Nintendo Switch.
    • TMNT Arcade: Wrath of the Mutants (23/04) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X, Switch.
    • Eiyuden Chronicle: Hundred Heroes (23/04) – PC, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X.
    • SaGa Emerald Beyond (25/04) – PC, PS4, PS5, Switch.
    • Another Crab’s Treasure (25/04) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X, Switch.
    • Manor Lords (26/04) – PC
    • Sand Land (26/04) – PC, PS4, PS5, Xbox Series S/X.
    • Stellar Blade (26/04) – PS5.
    • TopSpin 2K25 (26/04) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X.

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  • Confira os requisitos para jogar Ghost of Tsushima no PC

    Confira os requisitos para jogar Ghost of Tsushima no PC

    Ainda na semana passada, a Nixxies Software compartilhou a lista completa de requisitos de sistema para rodar Ghost of Tsuhsima: Director’s Cut no PC. A versão para computadores do jogo chega no dia 16 de maio para a Steam e Epic Games Store e já está disponível para pré-venda.

    A versão disponibilizada para o PC já conta com a expansão Iki Island e todas as melhorias feitas para a versão Director’s Cut do jogo no PS5. Também temos alguns bônus exclusivos para quem fizer a compra do game antes do lançamento: O cavalo do modo Novo Jogo+, o Traje do Viajante, ideal para guerreiros experientes e tintas da loja de Baku para a Armadura Quebrada.

    Além disso, o jogo traz diversas novidades que só o port para o PC possibilitam e que já vimos em outros exclusivos da PlayStation Studios:

    • Suporte ao formato ultrawide (21:9), super ultrawide (32:9) e até ao formato de monitores triplos 48:9.
    • Tecnologias de ajuste de resolução e de geração de quadros como NVIDIA DLSS 3, AMD FSR 3 e Intel XeSS.
    • Suporte para NVIDIA Reflex e melhoria de qualidade de imagem com NVIDIA DLAA.
    • Personalização dos controles do teclado e do mouse como bem entender.
    • Resposta tátil imersiva do controle DualSense
    • Gatilhos adaptáveis: resistência dos gatilhos adaptáveis ao mirar com arco e flecha

    Requisitos de Ghost of Tsushima no PC

    Ghost of Tsushima apresenta requisitos modestos, especialmente se considerarmos outros títulos lançados no início deste ano e mesmo em comparação com alguns de 2023. No entanto, ainda é preciso conferir na prática se o jogo virá com uma boa otimização.

    O game parece bem semelhante a Horizon Forbbiden West nas configurações necessárias para rodar no PC, e os dois ports foram feitos pela Nixxies Software. Veja as especificações necessárias para executar o jogo em seu PC:

    Requisitos mínimos

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 64-bit
    • Processador: Intel Core i3-7100 ou AMD Ryzen 3 1200
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 ou AMD Radeon RX 5500 XT
    • Armazenamento: 75 GB de espaço disponível
    • Outras observações: SSD Recomendado

    Requisitos recomendados

    • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
    • SO: Windows 10 64-bit
    • Processador: Intel Core i5-8600 ou AMD Ryzen 5 3600
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 2060 ou AMD Radeon RX 5600 XT
    • Armazenamento: 75 GB de espaço disponível
    • Outras observações: SSD Necessário

    A Nixxies Software lista normalmente a experiência mais próxima do PlayStation 5 na experiência de jogo “Alta”. Em 1440p 60fps ou 4K 30fps no Alto, a desenvolvedora recomenda uma RTX 3070 e um Ryzen 5 5600.

    Quanto custa Ghost of Tsushima: Director’s Cut?

    A versão completa de Ghost of Tsushima chega ao PC em 16 de mmaio custando R$ 249,90. Atualmente, o jogo pode ser comprado com desconto na loja brasileira Nuuvem.

    O título está disponível por R$ 221,99, cortesia de um desconto de 11% que está vale durante o período de pré-venda. Após a compra na Nuuvem, o jogo pode ser ativado na Steam. Você também pode tentar usar o cupom limitado GASPARZINHOSAMURAI para mais descontos.

  • Série de Fallout, Nintendo contra emuladores e Aang no Fortnite

    Série de Fallout, Nintendo contra emuladores e Aang no Fortnite

    A edição de hoje do Jornal dos Jogos está simplesmente apocalíptica. Além de trazer detalhes sobre a série de Fallout e diversas promoções, temos um compilado com grandes, e polêmicas, notícias de games!

    Tenha uma boa leitura e até mais📰🎮


    A série de Fallout chegou!

    Fallout': Why Does Vault Dweller Lucy MacLean Look So Familiar?

    O Prime Video já lançou os oito episódios da primeira temporada de Fallout, a série de TV baseada nos games da Bethesda. Com participação de Todd Howard na produção executiva, a série é praticamente uma extensão do universo dos games para as telinhas.

    Caso você nunca tenha jogado ou conheça pouco do universo dos games de Fallout, a série é uma ótima porta de entrada, pois oferece os conceitos básicos da franquia em uma narrativa que funciona muito bem. O “feeling” dos jogos também está presente na adaptação, além de várias referências, o que pode deixar o espectador com muita vontade de revisitar os títulos da saga.

    O Amazon Prime possui um teste de 30 dias grátis, o que é tempo suficiente pra ver a primeira temporada e ainda resgatar Fallout 76 de graça no PC ou Xbox, pra sair jogando logo depois que terminar a maratona.

    Fallout 4 receberá atualização grátis

    Seguindo na franquia da Bethesda, Fallout 4 finalmente receberá uma atualização focada na nova geração de consoles, cerca de 10 anos após o seu lançamento. O patch gratuito chega em 25 de abril e inclui aprimoramentos como suporte para resoluções mais altas e 60 quadros por segundo. A versão de PC também receberá ultrawide, refinamentos e otimizações no Steam Deck, para a alegria de quem joga no portátil.

    Nintendo caçando emuladores

    A edição de hoje também remonta um assunto de semanas atrás: parece que a Nintendo voltou a caçar emuladores do Nintendo Switch. Segundo informa o The Verge, a empresa está derrubando servidores do Discord de grupos que fizeram versões alternativas do emulador Yuzu, como é o caso do promissor Suyu.

    A movimentação da Nintendo pode ser um sinal de que o próximo console da empresa é realmente uma “sequência” do Switch, compartilhando biblioteca e similaridades com o console. Segundo especulações, o lançamento da nova plataforma acontecerá em 2025.

    Apple abre as portas para emuladores

    Enquanto a Nintendo segue lutando contra softwares de emulação, a Apple alterou as regras de sua loja recentemente e abriu portas para o lançamento desse tipo de programa nos iPhones, iPads e Macs. A empresa, no entanto, não permite que os emuladores sejam usados para pirataria, barrando distribuições como o Yuzu e o Suyu. Por outro lado, iniciativas como o PPSSPP e DraStic podem dar as caras no iOS em algum momento.

    Star Wars Outlaws está chegando!

    A Ubisoft revelou um trailer recheado de conteúdo para Star Wars Outlaws, além de confirmar a data de lançamento do game: 30 de agosto no PS5, PC e Xbox Series S/X. O jogo chegará custando a partir de R$ 350, mas será possível aproveitar a versão Ultimate desde a estreia com a assinatura Ubisoft+, que custa R$ 59,90 mensais.

    The Rogue Prince of Persia também

    A Ubisoft também apresentou outro jogo promissor recentemente: The Rogue Prince of Persia. Produzido pela Evil Empire, de Dead Cells, o jogo traz um príncipe tentando proteger o seu reino com uma jogabilidade roguelite. O Mateus teve a oportunidade de testar o jogo lá no Voxel e curtiu a experiência, que combina bastante com o Steam Deck. Inclusive, o título chega no dia 14 de maio na loja da Valve, em acesso antecipado.

    Ermac em Mortal Kombat 1

    A NetherRealm divulgou o trailer e data de lançamento de Ermac em Mortal Kombat 1. O icônico lutador chega amanhã, 16 de abril, em acesso antecipado no game, com o lançamento oficial marcado para o dia 23.

    GTA Plus mais caro

    A Rockstar recentemente anunciou que a assinatura GTA Plus receberá jogos como Bully e LA Noire, mas isso não virá de graça. A empresa acabou aumentando repentinamente o preço da assinatura no PlayStation e Xbox. Enquanto o valor anterior ficava na casa dos R$ 31, o serviço agora custa R$ 42,90 em ambas as plataformas. Apenas uma palavra para isso: sacanagem.

    Xbox limita Game Pass no Brasil

    Seguindo nas polêmicas, a Microsoft também faz uma mudança nada boa para o Game Pass no Brasil e outros países da América Latina. Agora, os planos PC Game Pass, Game Pass de console e Game Pass Core são limitados para um assinatura máxima de 13 meses — anteriormente, era possível ter os serviços na conta por até 36 meses. Segundo as diretrizes oficiais, a mudança não afeta a versão Ultimate do serviço no Brasil.

    Fortnite recebe Aang e mais!

    Pra terminar o giro de notícias com coisa boa, a Epic Games liberou na sexta-feira (12) o evento de Avatar: A Lenda de Aang em Fortnite. Além de trazer um passe de 1000 V-Bucks com Aang e itens do monge do ar, o game recebeu templos com dobras elementais. Desembolsando 2000 V-Bucks, também é possível comprar skins de Katara, Toph e Zuko. Estamos jogando por aqui e curtindo pra caramba.


    Classificados

    Fallout 76 é liberado de graça para jogar na Steam | Gameplayscassi

    💻A Epic Games liberou o aclamado Ghostrunner de graça! Você pode resgatar o jogo sem custos até o dia 18 de abril, quinta-feira.

    💻Fallout 76 está de graça para Xbox e PC com o Prime Gaming, que possui 30 dias grátis. Além de resgatar o jogo, você também consegue assistir Fallout no Prime Video de graça com o teste sem custos do Amazon Prime — assine aqui.

    💻Uma grande promoção de jogos de Fallout também está disponível na Steam, incluindo o icônico New Vegas por apenas R$ 9.

    ☢️Seguindo na onda radioativa, Fallout 4 está custando R$ 25 no Xbox e no PlayStation, além de estar incluso no Game Pass e na PS Plus Extra. A versão de PC custa só R$ 15.

    🔵A Sony divulgou os jogos de abril na PS Plus Extra e Deluxe, com vários lançamentos de peso chegando. A lista inclui desde Dave the Diver até Tales of Zenzera: Zau, que estreia direto na assinatura.


    Lançamentos da semana

    Mais uma semana morna de lançamentos está começando, mas temos a chegada de No Rest for the Wicked, o novo jogo dos criadores da franquia Ori. Confira a lista

    • Harold Halibut (16/04) – PC, PS5, Xbox Series S/X.
    • Kill It With Fire 2 (16/04) – PC (acesso antecipado).
    • Sker Ritual (18/04) – PC, PS5, Xbox Series S/X.
    • No Rest for the Wicked (18/04) – PC (acesso antecipado).

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  • Dragon’s Dogma 2 é um RPG simplesmente colossal – Review

    Dragon’s Dogma 2 é um RPG simplesmente colossal – Review

    A franquia Dragon’s Dogma nasceu lá na época do Xbox 360, mas acabou ficando dormente por anos. Agora, como um dragão raivoso, Dragon’s Dogma 2 chegou ao PC e consoles trazendo uma experiência colossal.

    Produzido pela Capcom na RE Engine, o jogo traz gráficos elaborados, mecânicas vastas de RPG e um sistema de personalização repleto de possibilidades. No entanto, o game tem tanta coisa que pode até ser um pouco demais para certos jogadores.

    Nós passamos as últimas semanas jogando Dragon’s Dogma 2 no Xbox Series X, cortesia de uma cópia fornecida pela Capcom. A seguir, confira nossa opinião sobre o game na review completa!

    Personalização de ponta

    Um dos maiores diferenciais de Dragon’s Dogma 2 começa antes mesmo do gameplay. O jogo tem um sistema robusto e caprichado de personalização de personagens incrivelmente detalhada. Como é possível ver em vários memes na internet, o sistema é tão completo que é possível recriar personalidades reais minuciosamente dentro do RPG.

    A ferramenta é tão completa que a Capcom até mesmo liberou o criador de personagens de graça no PC e consoles PS5, Xbox Series S e X antes mesmo do lançamento. Assim, os jogadores podem aproveitar para montar seu avatar antes mesmo de comprar o game.

    É importante ressaltar, no entanto, que o sistema é tão aprofundado que pode gerar alguns momentos peculiares. A minha personagem do game, por exemplo, corre de forma desajeitada devido aos ajustes nos ângulos dos joelhos que eu fiz, algo que eu não imaginava que faria tanta diferença.

    Amigos “virtuais” durante a jornada

    Quando o assunto é jogabilidade, o principal destaque desse RPG são os peões. Eles basicamente são seguidores que você possui durante o gameplay: enquanto um deles é criado pelo jogador, os outros podem ser “alugados” em um sistema compartilhado.

    A presença dos peões é o que mais torna Dragon’s Dogma 2 um RPG único perante ao competitivo mercado do gênero. Os personagens deixam o gameplay mais interessante e dão a sensação de que você está em uma sessão multiplayer, mesmo com todo o jogo sendo focado na campanha solo.

    Montar um time com especialistas diferentes e enviar ordens estratégicas durante o combate é uma experiência gratificante. Como arqueira, pude aproveitar essa mecânica, delegando tarefas enquanto me concentrava em melhorar minhas habilidades de tiro com arco. Os peões também são muito úteis durante a navegação no mapa e na hora de direcionar o jogador pela história, o que é uma mão na roda para usuários menos experientes.

    Os peões são seus melhores amigos durante toda a jornada de Dragon’s Dogma 2.

    No entanto, assim como na questão da personalização, o sistema pode render confusão para jogadores mais casuais. Enquanto o peão principal evolui com o jogador, os outros devem ser constantemente substituídos, já que são apenas “emprestados” e não sobem de nível.

    No entanto, uma das áreas que apresentou desafios foi entender como aprimorar habilidades. Ao contrário de sistemas mais simples, Dragon’s Dogma 2 exige que os jogadores adquiram habilidades usando uma contagem de pontos separada, o que pode ser confuso no início. A necessidade de visitar um local específico na cidade para fazer essas compras pode parecer um obstáculo desnecessário.

    Viajando em um mundo mágico

    Dragon’s Dogma 2 também é um RPG com letras maiúsculas. O jogo traz uma história cheia de fantasia e bastante imersiva em um mundo mágico, que pode ser explorado de maneira bastante divertida.

    O jogo se destaca pela reatividade e aproveitamento do ambiente durante toda a experiência de exploração. Se você destruir uma ponta sem querer, por exemplo, precisará descobrir novas formas de atravessar uma área e seguir o seu caminho — felizmente, seus peões podem te dar uma força com isso.

    A personalidade e o “jeito” dos peões, inclusive, também afeta a forma de explorar o ambiente e engajar nos combates. Se um personagem tem mais iniciativa, ele vai te ajudar na hora de encontrar os caminhos, o que pode facilitar a vida de quem é iniciante em RPGs ou está com pressa para cumprir objetivos.

    O RPG traz um mundo vasto para ser explorado.

    Essa “iniciativa” também acaba sendo útil por causa dos problemas de navegação que o jogador pode enfrentar. Existem algumas discrepâncias entre a bússola e o mapa que podem gerar confusão — com o tamanho colossal do game, jogadores desatentos podem acabar se perdendo.

    Falando em se perder, o jogo também peca em alguns menus. Dragon’s Dogma 2 tem artes lindíssimas em suas interfaces, mas algumas partes dos menus possuem tantas informações que podem acabar dando trabalho para acessar algumas informações essenciais para melhorar personagens.

    Mecânicas aprofundadas e divertidas

    Quanto o assunto é narrativa, Dragon’s Dogma 2 é um dos jogos mais competentes da atualidade ao transportar o jogador para um mundo de fantasia, com monstros e dragões. O jogador acaba assumindo o papel de Nascen, um escolhido que possui uma grande ligação com um dragão.

    Enquanto esse “pano de fundo” é bastante fantasioso, é interessante ressaltar como o jogo possui alguns pontos mais “realistas” em sua construção de gameplay. Uma das principais mecânicas, por exemplo, é o ato de dormir: você precisa descansar para o personagem voltar aos status normais, algo que nem sempre acontece em grandes RPGs de fantasia.

    Dormir e cozinhar são experiências que fazem parte de Dragon’s Dogma 2.

    Com isso, gerenciar recursos, como o dinheiro gasto em hospedagem e itens, torna-se crucial para a sobrevivência, adicionando uma camada de desafio extra para a gestão de equipe. Em alguns casos, você até precisa pesar o risco de algumas incursões, já que pode estar longe de uma hospedagem e acabar morrendo ao enfrentar inimigos com pouca vida e recursos.

    Assim como outros grandes RPGs, no entanto, o jogo também sofre com a questão de inventário. Você pode coletar tanta coisa que eventualmente seu espaço na mochila acaba, o que é meio chato. Para quem joga no PC, sempre existe a opção de usar mods para contornar isso, mas a galera dos consoles terá que investir um tempinho no gerenciamento de itens.

    Vale a pena jogar Dragon’s Dogma 2?

    O novo RPG da Capcom leva os jogadores em para mundo vasto e detalhado, onde a exploração é recompensada e os desafios estão sempre presentes. Para quem está em busca de um game que consome vidas de tanta coisa para fazer, Dragon’s Dogma 2 é uma ótima pedida e vale cada centavo.

    A experiência com o jogo pode ser definida em duas palavras: liberdade e profundidade. Trazendo um mundo vasto e sistemas divertidos, como os peões, o game permite que você entre nesse mundo mágico com um personagem altamente personalizável e escolha seu caminho para enfrentar desafios de grande porte.

    Em seu lançamento, o jogo se envolveu em polêmicas por causa de desempenho e microtransações, mas esses problemas acabaram nem afetando a minha jornada no RPG. É importante ressaltar, no entanto, que Dragon’s Dogma 2 claramente não é um game para qualquer um.

    A complexidade de algumas mecânicas do game, além do excesso de informação em algumas partes do jogo, tornam a experiência sobrecarregada para quem busca uma experiência mais simples. Com isso em mente, a dica é ir além da nossa review e também conferir alguns gameplays de Dragon’s Dogma 2, para ver se o game não é muita areia para o seu caminhãozinho.

    Caso você curta RPGs abrangentes e recheados de conteúdo, vale a pena comprar ou deixar Dragon’s Dogma 2 em sua lista de desejos. Afinal, a aventura como Nascen é uma das experiências mais densas e divertidas de 2024 até agora.

    Dragon’s Dogma 2 pode ser jogado no PC, PS5 e Xbox Series S e X.

  • Sons of Valhalla é medíocre, o que não significa ser ruim – Review

    Sons of Valhalla é medíocre, o que não significa ser ruim – Review

    Quando joguei a demo de Sons of Valhalla em 2023, achei sua primeira hora espetacular. Não havia jogado muitos games desse estilo até então, o que tornou aquele primeiro “nível” incrível para mim. Porém, a realidade tende a ser decepcionante. Vou explicar melhor.

    Já disponível na Steam, Sons of Valhalla é um RPG side scrolling que tem como forte o sistema de defesa de torres, ao conquistar novos pontos. Na história somos Thorald Olavson, que parte para a Inglaterra em busca de vingança após ter sua esposa raptada.

    A história é simples e serve para nos situar no game, e segue assim durante toda a jornada: pequenas linhas de diálogo que nos explicam mais da narrativa. Narrativa essa que sempre segue o mesmo esquema: lutamos com um chefe, interrogamos ele em um diálogo que só nos dá informações para prosseguirmos com a história e, enfim, matamos o inimigo e partirmos para outro.

    Runas são essenciais

    Logo no início, em nossa primeira conversa com Odin, já somos apresentados ao sistema de runas, que estão aqui para substituir uma espécie de árvore de habilidades, comum em RPGs. Essas runas permitem que melhoremos nosso personagem com novas habilidades, além de evoluir as tropas com atributos de velocidade de ataque, energia e etc.

    Ao longos dos níveis, essas runas fazem total diferença, já que chegamos ao último nível quase que invencível. O que já nos mostrou mais 2 pontos negativos de Sons of Valhalla: quantidade de runas pequenas que não permite uma variedade maior de combinações e a falta de dificuldade.

    Falta de dificuldade porque quando o jogador é abatido, temos que sacrificar uma runa. No entanto, na dificuldade normal, morrer é muito difícil depois que você entende as principais dinâmicas do game.

    Repetição que se repete

    A falta de variedade de runas, também pode colocada nas construções, tropas, inimigos e bases inimigas. Tudo segue a mesma estrutura ao longo de 5 níveis.

    O jogo é repetitivo e isso é fato, mas não em tudo. Por exemplo, diferente da demo, o jogo introduziu uma espécie de tropa inimiga que pode ser classificada como mini chefe, não tão forte quanto nosso objetivo principal, mas que já dá um nível de dificuldade e uma cara de variedade maior.

    Por falar nisso, os chefes são dignos de elogio em quesito de combate, trazendo estilos diferentes e lutas interessantes, apesar de serem muito fáceis de serem derrotados. Isso fica gritante principalmente do 3° boss para a frente, quando já estamos muito mais fortes.

    O combate também é simples. Simples e intuitivo. Gosto que seja assim porque ao mesmo tempo que precisamos nos preocupar conosco, não podemos esquecer que há tropas a serem dirigidas, comandadas.

    Sons of Valhalla tem uma variedade de tropas pequena, mas suficiente para que possamos nos preocupar. As opções incluem armas de cerco, arqueiros, espadachins e algumas tropas especiais que são úteis passado os primeiros níveis. Como disse, são suficientes para nos preocuparmos em guiá-los contra as defesas inimigas e ataques que a IA constantemente faz às nossas.

    Felizmente todo esse controle do seu exército é feito através de uma interface muito intuitiva e simples, que abrimos ao pressionar o Shift. Outra mecânica que ajuda muito no combate são os itens arremessáveis: temos uma boa variedade nesse quesito, entre flechas, lanças e até especiais que conseguimos com esses itens através das runas.

    Nem tudo é ruim

    Além do gameplay que pode ser divisivo, os pontos mais fortes do game são os gráficos e efeitos sonoros. A pixel art é belíssima, a ambientação é muito bonita e a iluminação, caprichada. Seja dia ou noite, Sons of Valhalla entrega muito visualmente ao longo de seus 5 níveis. Não há o que reclamar de Sons of Valhalla no visual.

    Outra coisa que é bem feita e muito importante nesse tipo de jogo são os efeitos sonoros. Não só os de combate, que são ótimos e trazem algo especial durante a batalha, mas também precisamos destacar a utilidade de outros efeitos. Como quando nosso cachorro late ao sofrermos um ataque na base, nem precisamos olhar o mapa na parte inferior, porque sabemos que aquilo é um sinal.

    Também percebemos esses ataques por uma espécie de “bip”, que é comum em jogos de estratégia como, por exemplo, Ages of Empire. Assim como em AOE, não temos visão completa do mapa e dos nossos domínios, então acabamos usando esses efeitos sonoros.

    Sons of Valhalla vale a pena?

    Sons of Valhalla não é um jogo problemático, mas está cru. É repetitivo e carece de novas mecânicas e um pouquinho de mais trabalho na narrativa, já que há muito a ser explorada nessa temática nórdica. Mas eu entendo muito bem todos os problemas do jogo.

    O título é desenvolvido por um estúdio pequeno, fruto de financiamento coletivo e que já tem uma continuação confirmada (ao menos foi o que a história deixou clara). O preço de lançamento, ao menos, é justo pelo que entrega. Mas se não for de muita vontade sua, vale adquirir em uma promoção depois, porque é um ótimo título para jogar entre um game grande e outro. Acredito que eles irão evoluir para o segundo jogo com o dinheiro arrecadado neste lançamento e confio em uma experiência melhor num futuro Sons of Valhalla 2.

  • Hellblade 2 em 30 fps, Red Dead 2 no celular e novidades de Fortnite

    Hellblade 2 em 30 fps, Red Dead 2 no celular e novidades de Fortnite

    O Jornal dos Jogos tá no ar, minha gente! A edição de hoje inclui a polêmica de Hellblade 2, Red Dead 2 rodando em celular (é sério) e muitas novidades legais de Fortnite!

    Tenha uma boa leitura e até mais📰🎮


    Hellblade 2 rodará em 30 fps no Xbox Series X

    A galera da Ninja Theory revelou que está priorizando os gráficos e o estilo cinematográfico em Hellblade 2: Senua’s Saga. Por causa disso, o game rodará em 30 quadros por segundo no Xbox Series X e S — a galera do PC pode jogar com mais frames, desde que tenha um hardware que aguente o jogo.

    Enquanto muita gente já está usando a novidade como munição para a guerra de consoles, o fato que me preocupa é outro: a ausência de uma opção de 60 quadros por segundo. Assim como em Starfield, o jogo obrigatoriamente terá que ser jogado em 30 fps e sempre mirando em resoluções e gráficos mais altos.

    Eu, pessoalmente falando, abriria mão tranquilamente de resolução 4K e algumas sombras para ter mais quadros em certos momentos do gameplay, como em sequências de combate muito intensas. Afinal, independente da pegada cinematográfica, o game é feito para ser jogado, e não assistido.

    Carregando…

    Red Dead Redemption 2 rodando no celular

    Desafiando todas as leis da noção popular, um cara conseguiu rodar Red Dead Redemption 2 em um celular Android via emulação. A façanha foi realizada com um smartphone Red Magic 9 Pro, que é bem potente, e o software MOBOX Wow64 — assista ao vídeo aqui.

    Enquanto é possível abrir Red Dead 2 no celular, isso não significa que o jogo roda bem. Mesmo com gráficos no baixo e resolução de 960×540, o game roda na casa dos 15 frames por segundo. Ou seja, talvez seja uma boa esperar mais uns anos para testar Red Dead 2 no seu dispositivo móvel.

    Segredo revelado em GTA San Andreas

    Você já foi atingido por um avião enquanto jogava GTA San Andreas? Se você faz parte desse clube, saiba que um desenvolvedor do game quebrou os protocolos da Rockstar e revelou detalhes sobre esse acontecimento único. Em uma série de posts no antigo Twitter, ele explicou que o sistema de aeronaves possuía um bug que eventualmente causava acidentes bem peculiares durante o gameplay — saiba tudo sobre o assunto aqui.

    Invencível canonizado em Fortnite

    A segunda temporada de Invencível terminou recentemente no Prime Video com, spoiler alert, uma referência a Fortnite. Durante uma batalha, o protagonista Mark Grayson acaba sendo teleportado para o mundo do game e volta para bater no vilão com um rifle do battle royale. Seria melhor ter atirado, não é mesmo?

    Avatar Aang chegando em Fortnite

    Falando em Fortnite, as missões de crossover de Avatar: A Lenda de Korra já estão disponíveis para quem possui o Passe de Batalha. Além disso, um iceberg apareceu na ilha, indicando que Aang e sua turma chegarão ao battle royale no dia 12 de abril.

    CD Projekt Red não quer microtransações em jogos single-player

    E pra fechar o round de notícias, vamos falar de polêmica: microtransações. Continuando em sua caminhada de redenção, a CD Projekt Red disse que rejeita qualquer compra in-game feita dentro de jogos single-player, como foi o caso de pequenos itens e vantagens em Dragon’s Dogma 2, da Capcom. Nisso a companhia costuma mandar bem: tanto The Witcher quanto Cyberpunk são conhecidos pelos DLCs grátis e expansões recheadas de conteúdo. Vamos torcer para a companhia seguir nesse caminho para o futuro.


    Classificados

    💻A Epic Games liberou o premiado The Outer Worlds: Spacer’s Choice Edition e o game Thief de graça na Epic Games Store. Por favor, resgate os games antes de quinta-feira (11), quando Ghostrunner ficará disponível sem custos.

    💻Os jogos grátis do Prime Gaming de abril foram divulgados e incluem Fallout 76 para Xbox e PC, cortesia da nova série inspirada na franquia de jogos que tá chegando no dia 11. Você pode ver a lista completa aqui.

    ⭐A assinatura GTA+, que já conta com GTA Trilogy, receberá os games Bully e LA Noire ainda em 2024, além de mais dinheiros de GTA Online. Para quem não conhece o serviço, ele está disponível no PC e consoles por R$ 31,90 por mês. Pode ser uma boa pedida pra quem é fã de carteirinha da Rockstar.

    🔵Os jogos da PS Plus de abril já estão liberados e são: Immortals of Aveum, Minecraft Legends e Skul: The Hero Slayer. Você já pode resgatá-los diretamente no PS4 ou PS5!


    Lançamentos de abril

    Broken Roads no Steam

    Os fãs de jogos indies podem comemorar: a semana tá recheada de games promissores e que não custam um rim. Confira os destaques:

    • Children of the Sun (09/04) – PC.
    • Broken Roads (10/04) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X.
    • Inkbound (10/04) – PC.
    • Goons: Legends & Mayhem (11/04) – PC, PS5, Xbox Series S/X.

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  • Sons of Valhalla é um promissor RPG para PC! Veja requisitos e preço

    Sons of Valhalla é um promissor RPG para PC! Veja requisitos e preço

    Sons of Valhalla é uma mistura de tower defense, construção de bases, jogos de estratégia e RPGs. Uma mistura de gêneros pode assustar à primeira vista e fazer a gente pensar que isso não tem a mínima condição de funcionar.

    No entanto, por incrível que pareça, esse mix funciona muito bem e quando começamos a jogar, não queremos largar. A seguir, confira mais detalhe sobre o game, que já está disponível na Steam.

    Como funciona Sons of Valhalla

    Sons of Valhalla nos coloca no controle de Thorald Olavson, que está em busca de vingança contra o cruel viking Jarl, que matou seu pai, incendiou sua vila e roubou sua amada. Ao longo dessa jornada de vingança encontramos muitos desafios e um belíssimo mundo feito todo em pixel art. A arte de Sons of Valhalla é algo à parte, o efeito de dia e noite, seu sistema de chuva, efeitos de fogo e destruição, tudo muito lindo! 

    Além de ser belíssimo graficamente, o jogo entrega muitas mecânicas como um recompensador sistema de construção de bases, boss fight intensas e controle de tropas. Afinal, o núcleo de Sons of Valhalla são batalhas rápidas mesclando elementos de estratégia em tempo real. Algo interessante sobre o game é que ele teve uma campanha de financiamento que foi bem sucedida, ajudando assim sua pequena equipe a avançar no desenvolvimento.

    Requisitos Sons of Valhalla no PC

    O game é todo feito à mão utilizando o belo estilo que o pixel art pode nos proporcionar e sendo assim, não exige tanto em processamento gráfico. É um game muito leve. 

    Requisitos mínimos

    • SO: Windows 10 (64-bits)
    • Processador: Intel Core i5-4670 ou AMD Ryzen 3 2200G
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 550 Ti (1 GB) ou AMD Radeon HD 6850 (1 GB)
    • Armazenamento: 3 GB

    Requisitos recomendados

    • SO: Windows 10 (64-bits)
    • Processador: Intel Core i5-4670 ou AMD Ryzen 3 2200G
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 650 Ti (1 GB) ou AMD Radeon HD 6970 (1 GB)
    • Armazenamento: 3 GB

    Onde comprar

    O preço de Sons of Valhalla será liberado em breve na página do jogo na Steam. O título estará disponível para compra na loja da Valve e já possui uma demo que pode ser baixada de graça!