Mês: janeiro 2024

  • Demissões na Microsoft, Palworld investigado e impressões com Like a Dragon

    Demissões na Microsoft, Palworld investigado e impressões com Like a Dragon

    O Jornal dos Jogos está no ar trazendo muitas notícias complicadas. Além da Pokémon Company ter se incomodado com o sucesso de Palworld, muita gente foi demitida no mercado de games. Para aliviar o clima, pelo menos tivemos o novo Like a Dragon chegando com tudo.

    Tenha uma boa leitura e até mais📰🎮


    Demissões na Microsoft

    Pouco tempo depois de alcançar o valor de mercado de US$ 3 trilhões, a Microsoft anunciou, na semana passada, 1.900 demissões. Os cortes foram realizados principalmente na divisão de games da empresa, afetando Xbox, Activision Blizzard e também Bethesda.

    Blizzard cancels untitled survival game as senior execs leave - Polygon
    O novo jogo de sobrevivência da Blizzard foi cancelado.

    A demissão de 8% da força de trabalho da empresa faz parte de uma reestruturação de custos, de acordo com a companhia. O primeiro impacto dessa decisão foi o cancelamento do novo jogo de sobrevivência da Blizzard, que estava em desenvolvimento há anos e teve seu time praticamente dizimado.

    Riot e mais empresas também demitem

    Enquanto a Microsoft demitiu praticamente uma cidadezinha do interior do Rio Grande do Sul inteira, outras empresas de games também fizeram cortes “menores”. A Riot Games, responsável por LoL e Valorant, cortou 530 trabalhos e acabou com o estúdio Forge.

    Além disso, estúdios como Reikon Games, People Can Fly, Black Forest Games e Behaviour Interactive também foram afetados por cortes recentemente. Com isso, quase 6 mil pessoas já perderam emprego na indústria de games apenas em janeiro. E a tendência é só piorar.

    Palworld investigado pela Nintendo

    Palworld, Pokémon com armas, ganha janela de lançamento

    Enquanto grande parte da indústria está em crise, o jogo Palworld não para de crescer. Com mais de 8 milhões de cópias vendidas, o título se tornou um dos mais jogados da história da Steam, o que chamou a atenção de muita gente grande.

    Após acusações de plágio envolvendo Palworld surgirem na web, a Pokémon Company lançou um comunicado dizendo que vai investigar o game e tomar medidas caso necessário.

    Sucesso de GTA na Netflix

    Quem também segue fazendo sucesso é a franquia GTA. Os games da trilogia clássica de PS2 da franquia chegaram na Netflix em dezembro e já alcançaram 18 milhões de downloads. O queridinho do povo é GTA San Andreas, que, sozinho, já foi baixado mais de 11 milhões de vezes.

    Stardew Valley 1.6 está gigante

    Parece que o criador de Stardew Valley se empolgou com a atualização 1.6. O patch extra para o game nasceu como um conteúdo de refinamentos, mas acabou ganhando tantas novidades que trará muitos recursos extras, incluindo multiplayer para 8 pessoas e um novo festival — tudo isso de graça. Concerned Ape, o desenvolvedor por trás do jogo, se desculpou pela demora no lançamento do update, mas promete que a novidade chega em breve.

    Like a Dragon Infinite Wealth chega fazendo sucesso

    O novo jogo da franquia Yakuza está entre nós! Lançado na última sexta (26), Like a Dragon Infinite Wealth chegou com tudo. Além de se tornar o maior título da saga na Steam, o game faturou notas altíssimas em suas reviews, tornando-se um dos primeiros possíveis candidatos ao prêmio de Jogo do Ano em 2024.

    A SEGA enviou uma cópia do game para testarmos aqui no Jornal dos Jogos no Xbox Series X. Como recebemos o título no dia do lançamento, ainda estamos arranhando a superfície do RPG, mas já dá pra ver que temos algo muito especial no título.

    Assim como o jogo principal anterior da saga, Infinite Wealth está cheio de personalidade com o protagonista Ichiban Kasuga logo em seus primeiros minutos. Além disso, temos também o retorno de Kazuma Kiryu, que está mais badass do que nunca na nova aventura. Para quem curte as peripécias da franquia, vale a pena deixar o título no radar.

    Veja primeiras impressões


    Classificados

    💻A Epic Games liberou o jogo Infinifactory de graça no PC até quinta-feira, dia 1° de fevereiro. Você pode resgatá-lo sem custos neste link.

    💻Granblue Fantasy: ReLink entrou em pré-venda na Nuuvem com 10% de desconto na versão de PC. Você pode garantir o jogo por R$ 179,90 atualmente no PC.

    💻Custando R$ 300 nos consoles, o jogo focado em história Banishers: Ghosts of New Eden está custando R$ 164,90 na versão de PC. Você pode conferir o novo trailer do jogo, que é produzido pelos criadores de Life is Strange, neste link.

    🔴Animal Crossing: New Horizons está com 20% de desconto, saindo por R$ 209 para Nintendo Switch.

    🔵O PS5 Slim está disponível para compra na Amazon por R$ 3533, incluindo frete grátis e opção de parcelamento.


    Lançamentos da semana

    Granblue Fantasy: Relink on Steam

    Assim como na semana passada, teremos mais uma sexta-feira movimentada. Além de um novo RPG da franquia Granblue, teremos nos próximos dias a chegada do game do Esquadrão Suicida e o retorno de Persona 3! Confira:

    • Granblue Fantasy: Relink (01/02) – PC, PS4, PS5.
    • Persona 3 Reload (02/02) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X.
    • Suicide Squad: Kill the Justice League (02/02) – PC, PS5, Xbox Series S/X.
    • Jujutsu Kaisen Cursed Clash (02/02) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X, Switch.

    Veja também:


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  • Vale a pena comprar Like a Dragon Infinite Wealth no Xbox e PC? Veja primeiras impressões

    Vale a pena comprar Like a Dragon Infinite Wealth no Xbox e PC? Veja primeiras impressões

    Like a Dragon Infinite Wealth finalmente chegou! O novo jogo da franquia Yakuza continua a história de Ichiban Kasuga, trazendo também o clássico protagonista da série, Kazuma Kiryu. A SEGA enviou uma cópia do jogo para testes no Jornal dos Jogos e, enquanto ainda só arranhamos a superfície do título, já deu pra ver o que podemos esperar da experiência no Xbox Series X.

    Se você está pensando em adquirir o jogo no console da Microsoft, confira aqui como foi nossa experiência até agora testando esse aguardado game no Xbox Series X e também no Windows 10.

    A vantagem da versão de Xbox de Infinite Wealth

    Like a Dragon Infinite Wealth chegou ao mercado como o maior lançamento da história da franquia na Steam. Ou seja, muitos jogadores do PC estão garantindo sua cópia do game na plataforma da Valve, o que garante conveniência ao jogar no computador e a possibilidade de rodar o game no Steam Deck.

    No entanto, a edição do Xbox acaba tendo uma vantagem: o jogo conta com compra compartilhada no ecossistema da Microsoft. Assim, ao garantir a versão da Microsoft Store, é possível jogar em PCs com Windows 10 e Windows 11, no Xbox One e Xbox Series S e X. Considerando o valor salgado de R$ 350 do game, a garantia de múltipla compatibilidade com apenas uma compra é algo a ser levado em conta.

    Além de funcionar com vários ecossistemas, Infinite Wealth também conta com suporte para salvamento em nuvem nos consoles da Microsoft. Assim, independente da plataforma em que você jogar, será possível continuar o gameplay de onde você parou.

    Falando em continuar o gameplay, a versão de Xbox Series X de Like a Dragon Infinite Wealth também conta com suporte para o Quick Resume. A solução permite que o jogador retorne ao gameplay exatamente no momento em que parou em sua última sessão de jogo, pulando os créditos iniciais e garantindo mais agilidade na hora de jogar.

    E como está a versão de PC?

    Like a Dragon Infinite Wealth também não decepciona no computador. O jogo está bastante otimizado e, seguindo os padrões da franquia, conta com gráficos bonitos e não é tão pesado. Abaixo, você pode conferir os requisitos completos para rodar o game:

    Requisitos Mínimos

    • Sistema Operacional: Windows 10 1903 (OS Build 18362) de 64 bits
    • Processador: Intel Core i5-3470, 3.2 GHz ou AMD Ryzen 3 1200, 3.1 GHz
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960, 4 GB ou AMD Radeon RX 460, 4 GB ou Intel Arc A380, 6 GB
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 82 GB de espaço disponível
    • Meta: 1080p no Low em 30 FPS com FSR 1.0

    Requisitos Recomendados

    • Sistema Operacional: Windows 10 1903 (OS Build 18362) de 64 bits
    • Processador: Intel Core i7-4790, 3.6 GHz ou AMD Ryzen 5 1600, 3.2 GHz
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 2060, 6 GB ou AMD Radeon RX 5700, 8 GB or Intel Arc A750, 8 GB
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 82 GB de espaço disponível
    • Meta: 1080p no High em 60 FPS com FSR

    Para quem possui uma placa de vídeo da Nvidia de gerações mais recentes, também é possível tirar proveito do DLSS. O RPG da SEGA chegou trazendo suporte para a versão 3.0 da soluçaõ, que inclui geração de frames. Assim, é possível garantir uma melhor experiência visual com GPUs da linha RTX 40.

    A instalação do game exige cerca de 80 GB, o que é justificado com a grande quantidade de conteúdo do game. Like a Dragon Infinite Wealth é o maior jogo da história da franquia, incluindo uma campanha gigantesca e também modos extras, incluindo um minigame ao estilo “Animal Crossing”.

    Gameplay com turnos e enredo robusto

    Em relação ao gameplay e história, ainda jogamos pouco de Like a Dragon Infinite Wealth. No entanto, já podemos cravar que o jogo deve agradar quem é fã do jogo anterior principal da franquia. Ichiban continua carismático em sua nova jornada.

    Além disso, o jogo segue bastante focado em trazer uma história com temas sérios, mas sendo contada com bastante leveza e momentos de descontração. A parte de RPG também merece destaque, pois sintetiza muito bem o que tivemos nos outros jogos da franquia, trazendo toques de realismo e fantasia.

    Por fim, vale ressaltar que Infinite Wealth também conta com jogabilidade em turnos. Assim como o título principal anterior da saga, no entanto, o combate é bem movimentado e divertido, permitindo que o jogador defenda fora da sua vez, por exemplo, ou realize ações extras para otimizar ataques.

    Ainda é cedo para afirmarmos que Infinite Wealth será um dos melhores jogos de 2024. No entanto, pelo que vimos até agora, o jogo claramente tem potencial para conquistar os fãs de Yakuza: Like a Dragon e se tornar um marco para a franquia da SEGA.

  • Enshrouded vale a pena? Veja review com o RPG Online

    Enshrouded vale a pena? Veja review com o RPG Online

    Enshrouded era um dos meus jogos mais aguardados no ano e finalmente está entre nós. Muito semelhante a Valheim e com gráficos mais caprichados, o jogo parecia uma ótima pedida para suprir o gênero de sobrevivência (que também recebeu uma semana antes o popular Palworld).

    Se você, assim como eu, estava empolgado para conhecer o jogo, veio ao lugar certo. Graças a uma chave fornecida pela Keen Games, conseguimos testar Enshrouded antes do lançamento.

    A seguir, confira nossas impressões com o título, que já está disponível na Steam. No entanto, é bom ressaltar: Enshrouded está em acesso antecipado, custando R$ 80,99, e deve receber mudanças e melhorias nos próximos meses.

    Primeiras impressões

    Nós recebemos o RPG online com uma semana de antecedência aqui no Jornal dos Jogos. No entanto, para um jogo desse escopo, essa quantia de tempo ainda é pequena para explorar tudo que temos disponível. Até o momento desse texto, o gameplay confirma o sentimento que eu tinha: o jogo é até divertido, mas com ressalvas.

    Um dos destaques de Enshrouded é que o jogo é muito intuitivo, o que pode agradar quem está chegando agora nos RPGs Online. O título te pega na mão desde o início para explicar um pouco da história do game, porque nascemos ali, o que devemos fazer e como fazer essas coisas.

    Isso garante uma experiência convidativa aos jogadores que não estão acostumados com os jogos do gênero. Além disso, Enshrouded também está localizado em português brasileiro, o que melhora ainda mais o pacote para jogadores do nosso país.

    Inimigos não apresentam dificuldade significativa

    Enshrouded é um game focado em PvE e para isso ele precisa proporcionar um mapa com inimigos variados em dificuldade, design e até movimentação. Boa notícia aqui: o jogo entrega isso! Mas, infelizmente, nivelado por baixo.

    Todos os inimigos que enfrentei foram fáceis. Com um pouco de paciência e a safadeza de só se esquivar para trás, é possível derrotar todos os monstros e animais com facilidade. Felizmente o jogo é divertido em sua mecânica de combate, adotando diversas características de jogos souls likes.

    Além disso, temos uma variedade de armas como arcos e flechas de diferentes materiais, espadas, clavas, escudo, varinha mágica, cajado e etc. Opção é o que não falta para nosso jogador. 

    Árvores de habilidades variada

    Com vários tipos de armas à nossa disposição, temos também uma árvore de habilidades robusta para aperfeiçoar as habilidades do nosso personagem. O jogo te dá a chance de evoluir na questão manual de mineração de recursos, no ataque mais focado no corpo a corpo, ou se especializar para ser um mago, aumentando seus atributos mágicos.

    Enfim, há uma variedade de builds disponíveis para você jogar como quiser. Para quem ama RPGs online, o leque de possibilidades garante um poder de escolha bastante interessante. E, para quem é novato, temos diversas opções para forjar um caminho e descobrir o game com paciência.

    Modo de construção robusto, mas burocrático

    Comentei recentemente em um post de jogos mais aguardados de 2024 que o modo de construção de Enshrouded era uma das coisas que mais me chamava a atenção, porque eu “adoro brincar de casinha”. Seja no Minecraft, Valheim, Rust… e aqui não seria diferente.

    O modo de construção é realmente bem completo, garantindo diversas possibilidades para o jogador. Dá para fazer obras gigantes com ele, mas não é nada intuitivo e, em alguns momentos, o uso chega a ser burocrático.

    “O modo de construção é bem divertido, mas pode ser melhor”

    Burocrático porque não podemos fazer tudo utilizando o martelo de construção. Precisamos antes criar “blocos de construção” para parede e telhados, ou blocos de diferentes materiais para só então construirmos aquilo que queremos. Esse tipo de mecânica acaba sendo chata e desinteressante com o passar do tempo.

    Seria bem mais simples que o jogo entendesse os materiais que já temos em nossa mochila/inventário e levantasse a construção a partir disso. Felizmente o título está em acesso antecipado, então fica aí o feedback para os desenvolvedores: bora melhorar esse sistema, pois ele tem muito potencial de ser inesquecível e muito mais divertido.

    Viagem rápida, planador, gancho

    Se você gosta de explorar, você vai se sentir muito feliz em Enshrouded. O jogo te dá uma variedade de opções para passear no mapa gigantesco, algo importante para um game tão vasto.

    É possível sair voando de montanhas até pontos mais baixos com o seu planador, item essencial na sua jornada. Além disso, também dá para sair pulando de uma ponte quebrada ou como o Tarzan na floresta, mas em vez de galhos, temos um gancho.

    Essas duas ferramentas são muito importantes no jogo porque te permitem progredir mais rápido. Percebi também que o mapa é bem desenhado para que utilizemos de fato essas ferramentas, desde o relevo mais montanhoso quanto diversas passagens despedaçadas.

    Algo que notei também é que o game não se restringe apenas a isso: você pode chegar a determinados locais sem utilizar essas coisas. Vai demorar mais? Sim. Vai ser mais perigoso? Sim. Mas é possível chegar. Porém, se você achar que já está longe demais, pode simplesmente fazer uma viagem rápida para sua base! 

    Pequenos bugs

    E como Enshrouded está em acesso antecipado (early access), não podemos deixar de falar dos bugs. Para quem não tá ligado, o acesso antecipado é o lançamento em que o game ainda não está pronto, mas já é vendido para a comunidade.

    Em alguns casos, os títulos chegam em um estado precário, o que não compensa a compra. Enshrouded, por outro lado, entrega uma experiência gratificante mesmo estando em desenvolvimento.

    Minha experiência na versão alpha do jogo contou com alguns bugs tanto de texturas (não carregando), quanto ficar preso em alguns lugares que não deveria acontecer. Por exemplo, em um momento que pulei de uma construção, um salto muito pequeno, o meu planador acabou abrindo e fiquei preso entre dois barris. Não conseguiria sair dali se não fosse a bendita viagem rápida, do contrário teria que fechar o jogo e abrir novamente.

    Porém, foi só isso: foi a única vez que o bug aconteceu e, desde então, as coisas estão melhores. O time por trás do projeto claramente já está na ativa em busca de erros críticos e deve manter o título funcionando e cada vez melhor.

    Vale a pena?

    Em seu estágio atual, Enshrouded conta com eventuais bugs e possui sistemas que precisam de melhorias, mas já entrega uma experiência que vai agradar quem curte RPGs online e pode ser convidativa para novatos. Segundo os desenvolvedores, o título ficará em acesso antecipado por pelo menos um ano, mantendo o preço de R$ 80,99.

    Atualmente, o jogo está bem mais otimizado que a versão de teste liberada de graça no Steam Festa. No entanto, o game ainda conta com quedas de FPS em algumas áreas

    Um dos devs do jogo, inclusive, comentou no Discord oficial que a ideia é melhorar a performance nas próximas atualizões, que devem chegar logo, considerando o lançamento com um público notável.

    Para quem curte projetos ao estilo Valheim, vale a pena ficar de olho no game, que já está disponível na Steam com legendas em português brasileiro. No entanto, se você prefere uma experiência mais redonda, a dica é ficar de olho nas atualizações que devem chegar futuramente antes de embarcar nessa jornada.

  • PS5 Slim no Brasil, sucesso de Palworld, Hellblade 2 e Indiana Jones

    PS5 Slim no Brasil, sucesso de Palworld, Hellblade 2 e Indiana Jones

    A semana foi, no mínimo, movimentada no mundo dos games. Além do primeiro grande evento do Xbox, tivemos o lançamento surpresa do PS5 Slim no Brasil e a explosão de popularidade de Palworld, que mal chegou e já está sentando na janelinha da Steam.

    Bora para o resumão da semana? Tenha uma boa leitura e até mais📰🎮


    PSS Slim chega ao Brasil

    PlayStation 5 Slim chega ao Brasil mais barato; veja o preço

    A versão “Slim” do PS5 deu as caras no Brasil. Trazendo 1 TB de armazenamento e tamanho reduzido, o modelo está em pré-venda na versão digital, que traz suporte para um leitor de disco vendido separadamente. O produto chegou R$ 200 mais barato que a versão original do console, saindo por valores partindo de R$ 3,5 mil à vista e R$ 3,7 mil parcelado em até 10 vezes.

    O resultado? O PS5 Slim já alcançou a posição de mais vendido na categoria de games e consoles da Amazon. Resta agora aguardar pelo lançamento, que está marcado para o dia 23, também conhecido como amanhã.

    Evento do Xbox com Hellblade 2 e Indiana Jones

    A Microsoft trouxe um caminhão de novidades para os jogadores do Xbox durante um evento realizado na semana passada. A apresentação inclui detalhes sobre Hellblade 2, o novo Indiana Jones e mais! Confira os destaques a seguir:

    Senua’s Saga: Hellblade 2 será lançado em 21 de maio no PC e Xbox Series S e X. Além da data de estreia, o título ganhou um vídeo recheado de informações de bastidores, que vieram acompanhadas de uma declaração: o título contará com cerca de 8 horas de duração e não será tão caro quanto os jogos AAA de atualmente.

    Indiana Jones e o Grande Círculo foi apresentado com um trailer de gameplay mostrando sua jogabilidade em primeira pessoa e o protagonista com rosto de Harrison Ford. Trazendo dublagem em português brasileiro, o game se passará no mesmo universo dos filmes e chega ainda em 2024 no PC e Xbox Series S e X.

    O RPG Avowed também ganhou um novo gameplay mostrando muita ação com espadas, varinhas mágicas e até armas, além de uma arte bonitona que pode ser vista acima. O título da Obsidian será lançado entre setembro e dezembro de 2024, chegando no PC e Xbox Series S e X.

    O evento também contou com Visions of Mana, da Square Enix, e o jogo de estratégia Ara: History Untold — confira um resumão aqui. Lembrando que os títulos da Microsoft também darão as caras diretamente no Xbox Game Pass.

    O sucesso de Palworld

    Apelidado de Pokémon com armas, o jogo Palworld foi lançado no PC e Xbox na última sexta-feira (19), mas já viveu muita coisa em apenas um fim de semana. Disponível na Steam e pelo Game Pass, o game virou um sucesso absoluto: em pouco mais de 48 horas, o título vendeu 4 milhões de cópias e se tornou um dos mais jogados da história da Steam, batendo mais de 1 milhão de usuários simultâneos.

    Com Pals armados, Palworld é sucesso entre gamers e vende 1 milhão em 8  horas

    E motivos para o sucesso não faltam. Além de ter criaturas que lembram pokémon, o jogo adota mecânicas de sobrevivência e construção que já fizeram outros indies bombarem na Steam, como Sons of The Forest, Ark e Rust. Junto com isso, temos os monstrinhos chamados de Pals, que renderam diversas piadocas infames aqui no Brasil — e a localização do game não economizou nos trocadilhos.

    A jornada em busca de pals foi tão calorosa que o jogo até já foi “cancelado”. Um dos criadores do game já fez declarações apoiando o uso de inteligência artificial na produção de jogos, além de usuários acusarem o estúdio de plágio em algumas de suas criaturas.

    Ao testamos o jogo, notamos que Palworld é uma grande mistura de várias coisas, o que eventualmente acontece com alguns jogos populares na Steam. Além disso, a experiência segue bem instável, já que o jogo está em acesso antecipado.

    Ainda assim, se você está interessado em pegar Pals, nós podemos ajudar. Além da Nuuvem ter liberado um desconto de R$ 25 em assinaturas do Game Pass Ultimate com o cupom PALAMIGO, temos neste link aqui um teste de 14 dias grátis do PC Game Pass. Mas ele só é válido para um usuário, então corre para aproveitar!

    Stalker 2 em setembro

    Seguindo no Xbox, o jogo S.T.A.L.K.E.R. 2: Heart of Chornobyl foi adiado, mas agora possui uma data de lançamento. Antes previsto para o primeiro trimestre de 2024, o game agora chega em 5 de setembro no PC e consoles Xbox Series S e X, com lançamento no Game Pass.

    The Last of Us 2 Remastered vale a pena?

    O peculiar remaster de The Last of Us Parte 2 já está disponível no PS5. Disponível por R$ 50 para quem já possui a versão de PS4, a atualização traz melhorias gráficas, o novo modo roguelike Sem Volta e conteúdos extras para fãs, como o modo de violão e fases inacabadas que não entraram no game.

    O modo roguelike traz o ápice do gameplay da Naughty Dog, o que deve agradar quem curte a jogabilidade da franquia. No entanto, a empresa deixou a história completamente de lado e não trouxe nenhuma migalha extra de lore no relançamento. Para quem está interessado nas melhorias gráficas, o salto visual não é tão perceptível, mas, em algumas ocasiões, dá pra notar que um aprimoramento em texturas e, principalmente, resolução.

    É válido lembrar que The Last of Us 2 já roda em 60 quadros por segundo no PS5 na versão original do game. Com isso, a compra do upgrade pode ser interessante apenas para quem é “FÔ com letra maiúscula da Naughty Dog.

    Veja a review completa


    Classificados

    💻A Epic Games liberou um jogo indie peculiar de apenas R$ 7 de graça no PC. Você pode resgatar o título “LOVE” sem custos até quinta-feira (25).

    💻O primeiro jogo da franquia Hellblade está com o menor preço histórico na Steam. Você pode adquirir o game por R$ 5,59 até dia 25. O título também está no catálogo do Game Pass.

    🟢Além de Palworld, Resident Evil 2 Remake também chegou no Xbox Game Pass recentemente. Ou seja, agora é uma ótima hora para assinar o serviço de jogos.

    🔵Precisando de um controle extra para o PS5? O DualSense preto está disponível por R$ 398 atualmente na Amazon.


    Lançamentos da semana

    A semana contará com uma sexta-feira movimentada no mundo dos games: os dois maiores lançamentos do mês de janeiro acontecem no dia 26. Além disso, temos alguns indies chegando para movimentar o mercado!

    • Enshrouded (24/01) – PC (acesso antecipado).
    • Anomaly Agent (24/01) – PC, Xbox One, Xbox Series S/X, Nintendo Switch.
    • Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy (25/01) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X, Switch.
    • TEKKEN 8 (26/01) – PC, PS5, Xbox Series S/X.
    • Like a Dragon: Infinite Wealth (26/01) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X.

    Veja também:

    • Pra ler rapidinho: 5 motivos para jogar The Last of Us 2 Remastered
    • Dina: relembre a história da personagem de The Last of Us 2
    • Palworld: veja requisitos mínimos e recomendados do jogo no PC

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  • Palworld: veja requisitos mínimos e recomendados do jogo no PC

    Palworld: veja requisitos mínimos e recomendados do jogo no PC

    Você já imaginou como seria viver em um mundo com pokémons, mas que vai além da proposta apresentada pela Nintendo? Essa é a proposta de Palworld, um novo jogo que foi lançado no PC e Xbox em janeiro de 2024 e já vendeu mais de 2 milhões de cópias. Trazendo criaturas mágicas que podem batalhar, construir e até mesmo usar armas, o jogo virou um sucesso instantâneo.

    Palworld é um jogo de sobrevivência multijogador de mundo aberto, desenvolvido pela japonesa Pocketpair, que mistura elementos de jogos como Pokémon, Minecraft e Rust. Você pode explorar um vasto cenário, cheio de recursos naturais, animais selvagens, inimigos e Pals.

    Os Pals são criaturas fofas e poderosas que podem ser encontradas em diferentes habitats e que podem se tornar seus aliados. Você pode usar os Pals para lutar contra outros jogadores ou contra caçadores ilegais que querem capturá-los. As criaturas também podem ser utilizadas para construir sua própria casa, fazenda ou fábrica, usando-os como operários, guardas ou fontes de energia.

    Como funciona o gameplay de Palworld?

    Palworld é um jogo que oferece muita liberdade e diversão para os jogadores, mas também levanta questões éticas sobre o tratamento dos Pals. Você pode cuidar bem dos seus Pals, dando-lhes comida, carinho e proteção, ou pode explorá-los, vendê-los ou até mesmo comê-los. Você pode escolher entre ser um amigo ou um tirano dos Pals.

    O jogo não impõe uma moralidade, mas simula as consequências das suas ações. Por exemplo, se você maltratar os seus Pals, eles podem ficar tristes, doentes ou rebeldes. Se você for bondoso com eles, eles podem ficar felizes, saudáveis e leais, trabalhando por mais tempo e evoluindo mais rápido, o que garante desempenho melhor em lutas.

    A mistura de elementos de sobrevivência com as criaturas fofas garantiu bastante sucesso ao game, que se tornou um dos mais jogados da história da Steam em poucas horas. No entanto, é importante ressaltar que o jogo ainda está em acesso antecipado, o que significa que ainda está em desenvolvimento e pode apresentar problemas durante o gameplay.

    O multiplayer do game, que conta com suporte para até 32 pessoas, é um dos exemplos de problemas. Com o grande número de jogadores, o título constantemente apresenta falhas de conexão. A tendência é que o time de desenvolvimento apresente melhorias para isso durante as próximas semanas.

    Meu PC roda Palworld?

    Para quem joga no computador, vale a pena ficar de olho nos requisitos mínimos e recomendados de Palworld. Como o jogo está em acesso antecipado, a tendência é que as especificações sejam atualizadas com o tempo.

    Requisitos mínimos

    • Sistema Operacional: Windows 10 ou posterior (64-Bit)
    • Processador: i5-3570K 3.4 GHz 4 Core
    • Memória: 16 GB RAM
    • Placa de vídeo: GeForce GTX 1050 (2GB)
    • Armazenamento: 40 GB disponíveis

    Requisitos recomendados

    • Sistema Operacional: Windows 10 ou posterior (64-Bit)
    • Processador: i9-9900K 3.6 GHz 8 Core
    • Memória: 32 GB RAM
    • Placa de vídeo: GeForce RTX 2070
    • Armazenamento: 40 GB disponíveis

    Como jogar Palworld de graça?

    Palworld está disponível na Steam por R$ 80 atualmente. Além disso, o game pode ser jogado no PC, Xbox One, Xbox Series S e X por meio do Xbox Game Pass. Assinantes da versão Ultimate também podem aproveitar o título via nuvem.

    Você pode jogar Palworld de graça usando uma assinatura grátis de 14 dias do PC Game Pass. Para isso, basta falar com alguém que já possui o serviço e pegar um código grátis.

    Clique neste link para garantir um teste grátis do PC Game Pass por conta do Jornal dos Jogos. Em seguida, basta entrar no aplicativo do Xbox em um computador com Windows e baixar o game.

  • The Last of Us 2 continua brilhante na versão Remastered, mas vale o upgrade? Veja review

    The Last of Us 2 continua brilhante na versão Remastered, mas vale o upgrade? Veja review

    A PlayStation é referência quando o assunto são jogos narrativos. E, dentro dos títulos com o selo da empresa, The Last of Us 2 é, com folga, um dos mais icônicos e comentados desde seu lançamento em 2020.

    Apesar do sucesso do game, que impulsionou a franquia a virar série da HBO, um terceiro jogo ainda não tem previsão de lançamento. Enquanto isso, o estúdio Naughty Dog segue revitalizando as experiências que já lançou.

    Após liberar uma versão remodelada do primeiro jogo no PS5 e PC, o estúdio agora lança, em 18 de janeiro, The Last of Us 2 Remastered. A nova edição traz o aclamado título, vencedor do prêmio de Jogo do Ano, com melhorias gráficas e outras novidades, como o modo roguelite Sem Volta.

    Jogo: The Last of Us Parte 2 Remastered
    Lançamento: 18/01/2024
    Plataforma de teste:
    PS5
    Preço: R$ 250 (ou R$ 50 para quem já possui versão de PS4)

    Mas vale a pena fazer o upgrade para a nova versão, que chega custando R$ 50 para quem já possui o jogo? Eu tive a oportunidade de jogar The Last of Us 2 Remastered por completo antes do lançamento, cortesia de uma key enviada pela Sony, e trago aqui as impressões nesta análise do game.

    O The Last of Us 2 que conhecemos está de volta

    Enquanto a versão remasterizada é focada em aprimoramentos técnicos e de gameplay, não podemos deixar de falar da brilhante história de The Last of Us Parte 2. Se você ainda não teve a oportunidade de jogar o game, a dica é aproveitar o relançamento, ou pegar a versão do PS4 mesmo, e conhecer o jogo o quanto antes.

    Enquanto a série de TV aclamada da HBO só receberá sua segunda temporada em 2025, já temos a confirmação de que a narrativa seguirá os acontecimentos do segundo jogo da franquia. E, olha, a narrativa é consideravelmente mais elaborada que o primeiro título.

    “A história de The Last of Us 2 é de explodir cabeças.”

    Dando bastante ênfase na temática de vingança, a história introduz a personagem Abby como nova protagonista. Além disso, também temos o retorno de Joel e Ellie, que estão mais maduros após os acontecimentos do primeiro game.

    Não vamos dar spoilers da história para quem ainda não jogou, mas a história de The Last of Us 2 é de explodir cabeças. Recheada de reviravoltas e revelações, a narrativa do game oferece diferentes pontos de vista no universo desolado em que a franquia se passa.

    A versão remasterizada não conta com mudanças na narrativa, tampouco novidades como fases que aprofundam a história. Com isso, se você já jogou o game no PS4, terá apenas a experiência anterior otimizada para a nova geração de consoles. E, para quem está chegando agora, prepare-se para uma montanha-russa de emoções.

    Melhorias gráficas e otimizações para o PS5

    Quando o assunto é performance, The Last of Us Parte 2 é a versão definitiva da obra da Naughty Dog. Enquanto o título conta com suporte para 60 quadros por segundo sem o remaster, a nova edição garante melhorias visuais e de resolução no PS5.

    Ao acessar as opções gráficas, o jogador agora possui três grandes novidades no menu:

    • O modo Fidelidade, que mira os gráficos em 4K nativo e garante visuais mais rebuscados
    • O modo Desempenho, que trabalha com resolução 1440p e upscaling
    • O modo de framerate desbloqueado, que permite jogar com mais quadros em monitores e TVs compatíveis.

    A diferença visual é perceptível na parte de resolução e texturas, garantindo melhoras em comparação ao que tínhamos na versão original. O site Digital Foundry certamente fará um comparativo técnico rebuscado mostrando todos os pormenores dessa parte, mas como jogadora mais “simples”, posso dizer que a experiência é bonita, mas não é um “gamechanger”.

    A versão remasterizada traz “gráficos no alto” para The Last of Us 2.

    No fim das contas, o upgrade gráfico é similar ao que temos em jogos do PC: jogar no PS5 com o upgrade é como rodar um game no Ultra em um computador de alto desempenho, enquanto a versão padrão traz gráficos inferiores, mas entrega 60 quadros por segundo e a exata mesma experiência.

    A única “novidade” que afeta o modo história são as melhorias no DualSense. O controle do PS5 agora é totalmente otimizado para The Last of Us 2 com o remaster, recebendo suporte para gatilhos adaptáveis no uso de arco, vibração na fala e várias opções de customização ao vibrar.

    Sem Volta: a grande novidade no gameplay

    Quando o assunto é jogabilidade, a grande novidade do remaster, e talvez a maior adição, é o modo Sem Volta. Usando mecânicas de roguelike, o “No Return” permite jogar sessões de combate contra inimigos em ambientes abertos.

    O jogador pode escolher entre o elenco de personagens, que vai crescendo na medida de tentativas realizadas, e seguir por diferentes caminhos. No final da trilha de fases, que também contam com modificadores, você deve enfrentar um chefão.

    “Modo Sem Volta transforma violência em diversão”

    O novo modo é um deleite para quem curte a jogabilidade de The Last of Us 2, permitindo explorar melhor o gameplay e os personagens do game. Afinal, você finalmente pode jogar com rostos familiares como Joel e Lev, aproveitando suas fraquezas e vantagens durante a jornada.

    É importante ressaltar, no entanto, que esse modo acaba sendo apenas um extra. Ou seja, não espere nenhuma migalha de história ao jogar Sem Volta, apenas gameplay de tiro, porrada e bomba. Além disso, é importante ressaltar que o modo é roguelike: se você morrer, todo o progresso é perdido.

    Na minha experiência, o modo serve mais para quem gosta da carnificina oferecida para quem curte a jogabilidade de The Last of Us. No entanto, com uma história que fala tanto sobre vingança e violência, é um pouco contraditório ver o estúdio investindo pesado em um modo que tem como principal objetivo matar. No fim das contas, o modo sem volta praticamente transforma em arcade e diversão o que a história principal mais critica.

    Fases extras e modo violão

    Modo de Fases Perdidas possui conteúdos cortados do game.

    Por fim, o remaster de The Last of Us Parte 2 também conta com duas outras novidades. A primeira delas são as “Fases Perdidas”, que estão disponíveis entre os Extras do game. Enquanto o nome pode dar a entender que teremos conteúdo inédito aqui, não é bem assim que a novidade funciona.

    As Fases Perdidas são basicamente “retalhos” que foram descartados do jogo final e que podem ser acessados pelo jogador, trazendo comentários de desenvolvedores. É possível, por exemplo, visitar a vila de Jackson antes da icônica festa do início do jogo, mas sem realizar muitas interações além de andar no cenário.

    Você pode mandar o cavaco chorar em The Last of Us 2 Remastered.

    Já o “modo violão” permite ficar dedilhando diferentes instrumentos musicais com Ellie, Joel e até Gustavo Santaolalla, compositor da trilha sonora de The Last of Us. Assim como as Fases Perdidas, esse modo também serve apenas como um “presente” para os fãs mais ávidos, sem trazer novidades que expandem o universo da franquia.

    Vale a pena?

    The Last of Us 2 Remastered expande a experiência do jogo original com otimizações para o PS5 e novos modos de jogo. Se você é fã da franquia, e principalmente do segundo game, e quer ter a experiência definitiva com o título, o upgrade de R$ 50 é para você.

    No entanto, se você só se importa com a história de The Last of Us 2, pagar R$ 50 pode ser demais. O modo Sem Volta é totalmente focado em gameplay, por isso é recomendado para quem curte mesmo a jogabilidade do game.

    Já as Fases Perdidas e o modo de violão servem mais como uma homenagem para a franquia do que um conteúdo realmente significativo para a franquia como um todo. Por fim, as otimizações gráficas para o PS5 são bem-vindas, garantindo melhor resolução para o game, mas dá pra viver bem jogando a versão original em 60 quadros por segundo se você está com a grana curta.

    Para quem é dono do PS5 e pretende ter a experiência completa com o jogo, principalmente antes da estreia da segunda temporada da série em 2025, vale a pena ficar de olho na edição remasterizada, principalmente se rolar um desconto maneiro durante as promoções da PS Store.

    Afinal, em um mundo com quase todo jogo custando R$ 300, The Last of Us 2 Remastered chega por R$ 250 e entrega uma boa experiência de gameplay e excelente narrativa. O lançamento está marcado para 18 de janeiro no PS5.

  • Prince of Persia arrasando, rapper no GTA 6 e Pokémon com armas

    Prince of Persia arrasando, rapper no GTA 6 e Pokémon com armas

    Seu resumo semanal de notícias de games chegou! A edição de hoje do Jornal dos Jogos conta com uma review do novo Prince of Persia, um game peculiar inspirado em Pokémon, novidades da CES 2024 e até GTA 6!

    Tenha uma boa leitura e até mais📰🎮


    Prince of Persia é muito bom (e tem demo grátis)

    Odiado por muitos jogadores em seu anúncio, o novo Prince of Persia: The Lost Crown promete ser um dos melhores jogos de 2024. Nós tivemos a oportunidade de testar o game antecipadamente e atestamos: a Ubisoft caprichou.

    Para quem curte o gênero metroidvania, o novo Prince of Persia entrega uma experiência de ponta. E para quem é fã da clássica franquia, o game entrega uma narrativa e “jeito” que lembram muito a época simples do PS2. O grande problema mesmo é a ausência de dublagem, mas pelo menos o título conta com legendas no nosso idioma.

    Leia a review completa

    Prince of Persia: The Lost Crown será lançado em 15 de janeiro na assinatura Ubisoft+, chegando ao PC e consoles no dia 18. Uma demo gratuita já está disponível em todas as plataformas.

    Rapper confirma presença em GTA 6

    Se você está sedento por notícias de GTA 6, finalmente temos uma novidade sobre o game. O rapper T-Pain deixou escapar, durante entrevista, que está trabalhando no jogo da Rockstar. Seu papel não foi revelado, mas ele disse que foi proibido de jogar GTA RP por causa de seu trabalho no novo título da franquia. Ou seja, pode ser que o artista faça mais do que simplesmente licenciar músicas para as rádios do novo Grand Theft Auto.

    CES 2024: RTX Super, novo console portátil e mais

    CES 2024: MSI Claw traz Intel Core Ultra para competir com ROG Ally e Steam  Deck - Tudocelular.com
    • A CES 2024 rolou na semana passada e, logo na última segunda, tivemos grandes novidades da Nvidia. Além disso, um novo console portátil foi apresentado. A seguir, um breve resumo das novidades mais “gamers” do evento:
    • A Nvidia revelou a linha RTX Super de GPUs, formada atualmente pela RTX 4080 Super, 4070 Ti Super e 4070 Super. Os modelos chegam ainda neste mês ao mercado e você pode conferir os preços no Brasil aqui.
    • A tecnologia RTX Remix, que promete revolucionar os mods em jogos antigos, será liberada em beta no dia 22 de janeiro. Com isso, certamente teremos grandes remasterizações de títulos antigos dando as caras na internet.
    • A AMD também aproveitou a feira e apresentou a linha de processadores Ryzen 8000G. A empresa também revelou a GPU Radeon RX 7600 XT, que promete custo-benefício e games em 1440p.
    • A Sony revelou novas capas coloridas para o “PS5 Slim”, que agora possui versões prata, vermelho e azul. Só tá faltando lançar essa edição no Brasil.
    • A Intel e a MSI anunciaram na feira o MSI Claw, novo console portátil que chega para brigar com modelos como o Steam Deck e o ROG Ally. O produto chega ao mercado no primeiro trimestre de 2024.

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    Novo console com SteamOS

    Falando em console portátil, o Steam Deck deixou de ser o único modelo a trazer o sistema SteamOS. O Ayaneo Next Lite, produzido por uma empresa chinesa especialista em portáteis, foi revelado com o software da Valve. O modelo promete ser uma ótima opção focada em custo-benefício, garantindo mais concorrência nesse aquecido mercado.

    Palworld chegando

    Se você sempre sonhou em ver um crossover de Pokémon com Call of Duty, temos uma boa notícia: o jogo PalWorld, que mistura monstrinhos com armas de fogo, ganhou data de lançamento. O jogo estará disponível em acesso antecipado nesta semana, em 19 de janeiro, no PC e consoles Xbox One, Xbox Series S e X.

    Sand Land ganha data

    Quem também ganhou data de lançamento foi Sand Land, o novo jogo inspirado na obra do criador de Dragon Ball, Akira Toriyama. O RPG japonês vai dar as caras no mercado em 26 de abril de 2024 no PC e consoles PlayStation e Xbox.

    Fim de Minecraft Legends

    Já Minecraft Legends, o RTS da franquia dos bloquinhos, ganhou uma data de falecimento. A Mojang anunciou semana passada que está encerrando o desenvolvimento de novos conteúdos para o game, que não completou um ano de mercado. Segundo a companhia, os esforços do time continuarão voltados para o jogo principal da franquia, que permanece recebendo updates.

    Novos rostos de The Last of Us 2

    The Last of Us segue na boca do povo por causa da temporada de premiações e o lançamento do novo remaster da franquia. Na semana passada, a Naughty Dog revelou novos atores que estarão na segunda temporada da série: Abby será interpretada por Kaitlyn Dever, que parece muito com a personagem na fase “novinha”.

    The Last of Us': Every Season 2 Cast Member Revealed So Far

    Além disso, teremos Dina sendo interpretada por Isabela Merced, atriz de Madame Teia e o live-action de Dora Aventureira. Por fim, o ator Young Mazino, da série premiada Beef, assumirá o papel de Jesse. Enquanto a nova temporada só chega em 2025, os fãs inclinados a gastar com a franquia poderão se divertir com a versão remaster de PS5, que chega nesta semana com um novo modo de jogo.

    A carregar…

    Dublagem com IA

    Pra finalizar o giro de notícias, vamos falar dela: a inteligência artificial. O tema gerou polêmica nos games na semana passada por causa do sindicato de dubladores dos Estados Unidos. O SAG-AFTRA fez um acordo com um estúdio de IA para utilizar “réplicas digitais” de vozes de verdade em games.

    O acordo, anunciado durante a CES 2024, não agradou alguns dubladores. A organização se defendeu dizendo que o objetivo do acordo é garantir a participação dos artistas na produção de conteúdo via IA. Segundo o SAG-AFTRA, os atores e atrizes poderão barrar a autorização do uso de suas vozes a qualquer momento no programa de replicação. Resta agora aguardar por mais desdobramentos do assunto, que certamente vai render durante os próximos meses.


    Classificados

    Granblue Fantasy: Relink on Steam

    💻O game Sail Forth está disponível de graça no PC. O título pode ser resgatado sem custos na loja Epic Store até dia 18 de janeiro.

    💻Drug Dealer Simulator e mais jogos de simulação estão com desconto na Steam até às 15h de hoje (15). Você pode conferir todos descontos da “promoção capitalista” da loja aqui.

    💻Portal Revolution é um novo mod grátis para Portal 2 que estende a história do clássico game da Valve. Se você já possui o título, vale a pena conferir o projeto de fãs.

    👑A demo de Prince of Persia: The Lost Crown já está disponível em todas as plataformas em que o jogo será lançado. Você pode baixá-la aqui.

    ⚔️Falando em demo, Granblue Fantasy: Relink também ganhou uma versão grátis no PlayStation. Você também já pode conferir os requisitos de PC do game, que chega em 1° de fevereiro.


    Lançamentos da semana

    Prince of Persia: The Lost Crown é um metroidvania e corre a 60fps |  Eurogamer.pt

    Agora vai! Depois de um início de ano morno, nesta semana temos três lanaçmentos aguardados chegando. Além do remaster de The Last of Us 2, o novo Prince of Persia e o “Pokémon com armas” vão dar as caras no mercado. Confira os destaques:

    • Prince of Persia: The Lost Crown (15/01) – PC, Xbox One, Xbox Series S/X, PS4, PS5, Nintendo Switch.
    • The Last of Us Part II Remastered (19/01) – PS5.
    • Palworld (19/01) – PC, Xbox One, Xbox Series S/X (incluso no Xbox Game Pass).

    Veja também:


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  • Dina: relembre a história da personagem de The Last of Us 2

    Dina: relembre a história da personagem de The Last of Us 2

    Dina é uma personagem importante em The Last of Us Part II. Com o lançamento da versão Remastered do game no PS5, trazendo novidades de gameplay e a história com gráficos melhores, agora é uma ótima hora para relembrar a personagem.

    Se você está por fora da história de Dina, chegou a hora de conhecer e relembrar toda a trajetória da personagem em The Last of Us até agora. Confira tudo sobre esta imponente e icônica personagem a seguir, em um texto que inclui spoilers de The Last of Us Parte 2.

    Quem é Dina?

    Dina é uma das moradoras da vila de Jackson, onde Joel e Ellie vão parar no final de The Last of Us por causa de Tommy, irmão do protagonista. A personagem é a parceira e namorada de Ellie, e a acompanha em sua jornada de vingança contra os responsáveis pela morte de Joel.

    A personagem aparece pela primeira vez em The Last of Us 2. No entanto, o jogo dá um pouco dos detalhes do seu passado.

    Dina antes de The Last of Us

    Dina ficou órfã quando era criança e foi criada por sua irmã mais velha, Talia. Antes dos eventos do jogo, Dina se mudou para Jackson, Wyoming, e se juntou à comunidade liderada por Tommy e Maria. Ela também teve um relacionamento com Jesse, outro sobrevivente que vivia no assentamento.

    Até o momento, isso é tudo que se sabe sobre o passado da personagem. No entanto, como Dina está confirmada na série de The Last of Us, talvez tenhamos um aprofundamento na história da personagem, do mesmo jeito que aconteceu com Bill e Frank.

    Dina em The Last of Us 2

    A história de Dina em The Last of Us Part II começa com uma festa na igreja de Jackson, onde ela dança e beija Ellie, revelando seus sentimentos por ela. No dia seguinte, as duas saem em uma patrulha juntas e enfrentam infectados em um supermercado abandonado.

    Elas encontram abrigo em uma biblioteca, onde descobrem um antigo esconderijo de Eugene, um ex-Vagalume que morava em Jackson. Lá, elas fumam maconha e se beijam novamente, mas são interrompidas por Jesse, que avisa que Tommy e Joel não voltaram da patrulha.

    Ellie sai para procurar os dois e encontra Joel sendo torturado por Abby e seu grupo. Ela tenta salvá-lo, mas chega tarde demais e testemunha sua morte brutal. Dina chega logo depois e consola Ellie, que jura vingança contra os assassinos de Joel. As duas decidem ir para Seattle, onde Abby e seu grupo estão escondidos.

    Em Seattle, elas enfrentam vários perigos, como os Lobos, uma milícia armada que controla a cidade; os Serafitas, um culto fanático que vive nas florestas; e os Ratos, um grupo de rebeldes que se opõe aos Lobos. Elas também descobrem que Jesse as seguiu até Seattle e se junta a elas na busca por Tommy e Abby. Em um certo ponto, Dina revela a Ellie que está grávida de Jesse, o que deixa Ellie chocada e preocupada.

    Dina revela para Ellie que está grávida.

    Dina passa a ficar mais fraca e enjoada por causa da gravidez, e Ellie decide deixá-la em um teatro abandonado enquanto sai para procurar Abby. No entanto, Ellie acaba sendo capturada pelos Serafitas e torturada por Nora, uma das amigas de Abby. Ellie consegue escapar e matar Nora, mas fica traumatizada com o que fez. Ela volta para o teatro e confessa a Dina que é imune ao vírus dos infectados, o que surpreende a personagem.

    No dia seguinte, Ellie sai novamente para encontrar Abby, mas é seguida por Jesse. Eles chegam até o aquário onde Abby está escondida, mas não a encontram lá. Eles voltam para o teatro, mas são surpreendidos por Abby, que os ataca. Abby mata Jesse com um tiro na cabeça e aponta a arma para Ellie. Dina tenta defender Ellie, mas Abby a derruba no chão e se prepara para matá-la. Ellie implora para Abby poupar Dina, dizendo que ela está grávida. Abby hesita, mas é impedida por Lev, um Serafita que se tornou seu amigo. Lev convence Abby a deixar Ellie e Dina vivas.

    Final de Dina em The Last of Us 2

    Ellie e Dina conseguem escapar de Seattle com a ajuda de Tommy, que sobreviveu a um tiro no rosto dado por Abby. Eles voltam para Jackson e se mudam para uma fazenda isolada, onde cuidam do bebê de Dina, chamado JJ. Eles tentam levar uma vida pacífica e feliz, mas Ellie ainda sofre com pesadelos sobre Joel.

    Um dia, Tommy aparece na fazenda e diz que descobriu o paradeiro de Abby na Califórnia. Ele pede para Ellie ir atrás dela e terminar sua vingança, mas Ellie recusa. Isso também irrita Dina, já que Ellie finalmente está superando essa história e tentando viver de forma pacífica.

    No entanto, Ellie não consegue esquecer Abby e decide ir embora da fazenda durante a noite. Ela deixa uma carta para Dina, dizendo que a ama e que precisa fazer isso.

    Dina fica arrasada e implora para Ellie ficar, mas Ellie parte mesmo assim. Ela encontra Abby em Santa Bárbara, onde ela foi capturada por um grupo de escravistas chamado Os Rattlers. Ellie liberta Abby e Lev, mas os desafia para um duelo final na praia. Elas lutam brutalmente, até que Ellie decide poupar Abby e deixá-la ir embora com Lev.

    Ellie volta para a fazenda, mas encontra o lugar vazio e abandonado. Dina levou JJ e todas as suas coisas para Jackson, deixando apenas os pertences de Ellie. Ellie tenta tocar violão, mas percebe que perdeu dois dedos na luta com Abby e não consegue mais tocar como antes. Ela deixa o violão de Joel no chão e sai da fazenda, sem saber para onde ir.

    Ou seja, o final do game dá a entender que Ellie perdeu tudo, inclusive o amor e companheirismo de Dina. Resta agora aguardar por um terceiro game para sabermos o futuro dessa amada personagem. O que será que vem por aí?

  • Granblue Fantasy: Relink – Veja requisitos e preço do game no PC

    Granblue Fantasy: Relink – Veja requisitos e preço do game no PC

    Os fãs de RPG japonês podem comemorar! Granblue Fantasy: Relink, game de ação que se passa no mundo de Granblue Fantasy, finalmente está chegando ao PC e consoles PlayStation em 1° de fevereiro. O jogo é um spin-off da série principal e conta uma história original que envolve o destino do Mundo dos Céus, um lugar onde ilhas flutuam em um vasto oceano azul.

    O jogo permite que você forme um grupo de até quatro personagens, escolhidos entre um elenco diversificado de skyfarers, cada um com suas próprias armas, habilidades e estilos de combate. Você pode jogar sozinho ou com a ajuda de outros jogadores em modo cooperativo online. O combate é em tempo real e requer que você use ataques combinados, explosões em cadeia e outras mecânicas para derrotar inimigos poderosos e conseguir itens raros para melhorar seu equipamento.

    O jogo também tem um forte componente narrativo, com uma trama cheia de intrigas e reviravoltas que se desenrola em diferentes ilhas do Mundo dos Céus. Você assume o papel de capitão de uma tripulação aérea, acompanhado por um dragãozinho chamado Vyrn e uma jovem com poderes misteriosos chamada Lyria. Juntos, vocês navegam com um grupo de aliados, incluindo reis e desajustados, em busca de Estalucia, uma ilha lendária além do fim dos céus.

    Preço, demo grátis e onde jogar

    Granblue Fantasy: Relink é um jogo desenvolvido pela Cygames, a mesma empresa responsável pelo jogo original para dispositivos móveis e pelo jogo de luta Granblue Fantasy Versus. O jogo será lançado em 1° de fevereiro de 2024 para PlayStation 4, PlayStation 5 e PC (via Steam).

    Trazendo legendas em português brasileiro, o game está em pré-venda atualmente no PlayStation por valores na casa dos R$ 300. A versão da Steam, até o momento, não teve seu valor revelado.

    • PlayStation Store – R$ 300
    • Nuuvem (PS4 e PS5) – R$ 300 com opção de parcelamento

    Atualmente, o jogo também possui uma demonstração grátis no PS4 e PS5, que pode ser baixada diretamente na PS Store de cada console.

    Requisitos de PC

    A Cygames também revelou os requisitos mínimos e recomendados do game para computador. Abaixo, você pode conferir se o seu PC atende as necessidades para encarar o game!

    Requisitos Mínimos

    • SO: Windows® 10 (64-bit obrigatório)
    • Processador: Intel® Core™ i3-9100 / AMD Ryzen™ 3 3200G
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA®GeForce GTX™ 1060 6GB / AMD Radeon™ RX 580 8GB
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 90 GB de espaço disponível
    • Outras observações: SSD recomendado (Até 1080p/30fps com gráficos em modo padrão.)

    Requisitos Recomendados

    • SO: Windows® 10 (64-bit obrigatório)
    • Processador: Intel® Core™ i7-8700 / AMD Ryzen™ 5 3600
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA® GeForce RTX™ 2080 8GB / AMD Radeon™ RX 6700 XT 8GB
    • DirectX: Versão 11
    • Armazenamento: 90 GB de espaço disponível
    • Outras observações: SSD recomendado (Até 1080p/60fps com gráficos em modo ultra.)

    Se você é fã da franquia Granblue Fantasy ou gosta de jogos de ação e aventura com elementos de RPG, Granblue Fantasy: Relink é uma ótima opção para você se divertir e se emocionar com um mundo fantástico cheio de personagens carismáticos e desafios empolgantes.

  • Prince of Persia: The Lost Crown mistura clássico e modernidade – Análise

    Prince of Persia: The Lost Crown mistura clássico e modernidade – Análise

    Com lançamento marcado para o dia 15 de janeiro, Prince of Persia The Lost Crown pode ser definido por uma palavra: surpresa. Desde seu anúncio, o jogo da Ubisoft está gerando reações inesperadas do público.

    Para começar, muitos fãs “conservadores” se decepcionaram com o retorno da franquia. Enquanto os títulos antigos de Prince of Persia eram conhecidos pelos gráficos e exploração tridimensionais, The Lost Crown chega com uma experiência em 2D, apostando no gênero Metroidvania.

    Jogo: Prince of Persia: The Lost Crown
    Lançamento: 18/01/2024
    Plataforma de teste:
    Xbox Series X
    Preço: A partir de R$ 49,99/mês no Ubisoft+

    A pergunta que fica é: a escolha da Ubisoft deu certo? Nós tivemos a oportunidade de jogar o novo game da Ubisoft aqui no Jornal dos Jogos no Xbox Series X. Confira as impressões com Prince of Persia The Lost Crown na nossa análise, realizada com uma key cedida pela desenvolvedora francesa.

    Uma nova história no universo de Prince of Persia

    Apesar de ser um jogo moderno, Prince of Persia The Lost Crown tem uma pegada naturalmente nostálgica. O visual em 2D ajuda a ambientar uma narrativa que parece feita sob medida para a era do PS2. 

    O jogo traz a clássica franquia de volta com uma história original dentro do universo de Prince of Persia. A experiência é familiar em seu cerne para quem é fã das antigas, mas também convidativa para novos jogadores que estão chegando agora.

    Outro ponto de destaque é o protagonista. O game acompanha a história de Sargus, um guerreiro casca grossa que é poderoso, jovial e bastante determinado — uma combinação que certamente pode render uma base de fãs se o personagem retornar futuramente.

    O jogo não possui dublagem em português e conta a história por meio de cards com texto.

    E se você está se perguntando onde está o “príncipe” do título do game, o personagem é parte essencial da história. A narrativa acompanha Sargus e seus parceiros do grupo de “Imortais” em busca do membro da realeza, que foi sequestrada por uma traidora de sua equipe. O plot é bem interessante e instiga o jogador a explorar cada canto do mapa, descobrindo segredos sobre os locais em que a ação acontece.

    A história é contada em cards de texto com belas artes e uma ótima dublagem em inglês, que vem acompanhada de legendas em português brasileiro. No entanto, o jogo deixa a desejar ao não trazer vozes em português brasileiro, algo que certamente ajudaria a popularizar o título por aqui.

    Gameplay simples, mas desafiador

    Adotando o gênero metroidvania, The Lost Crown equilibra um combate desafiador com muita exploração em cenários 2D. A fórmula é um prato cheio para quem é fã desse estilo, mas pode não agradar quem espera uma experiência mais “Ubisoft”.

    Enquanto a gigante francesa é famosa por fazer jogos focados em ação e que costumam dar tudo de mão beijada para o jogador, aqui a experiência é um pouco diferente. O gameplay possui um level design intuitivo e simples de entender para quem é novato no gênero, com várias marcações e formas de se localizar facilmente no mapa.

    No entanto, existe um nível de exploração bastante interessante na experiência padrão. A empresa também acerta ao dar opções aos jogadores: logo de cara, é possível escolher se você quer alguns auxílios visuais ou prefere jogar fazendo toda a exploração.

    O gameplay é intuitivo e desafiador na medida certa.

    O combate de Prince of Persia: The Lost Crown também é satisfatório. Bastante simples de entender, o estilo de gameplay garante lutas que envolvem aprender os padrões dos inimigos para abatê-los com facilidade usando golpes simples, desvios e habilidades especiais.

    Tal qual jogos como Dark Souls, a experiência parece complicada no começo, mas fica mais intuitiva e satisfatória com o passar do tempo. Durante a jornada, Sargon também recebe novas habilidades bem interessantes que tornam os combates mais bonitos e ainda mais “PS2”, lembrando clássicos como God of War.

    Visual refinado e otimização

    Prince of Persia: The Lost Crown também merece destaque pela otimização. O jogo roda em até 120 frames por segundos e 4K nos consoles de nova geração, além de funcionar em 60 quadros por segundo até no Switch. Com isso, o título roda de maneira satisfatória tanto em máquinas potentes quanto em hardwares mais simples e portáteis.

    O jogo entrega uma experiência brilhante no Xbox Series X.

    No Xbox Series X, que é o console mais poderoso da atual geração, o jogo possui gráficos tão bonitos quanto o esperado para o estilo artístico do game. Em alguns ambientes com bastante vegetação e efeitos, é possível ver que a equipe teve cuidado ao trabalhar no jogo.

    O título também se aproveita muito bem do Quick Resume do Xbox Series X. Assim, sempre que você para de jogar, é possível retornar exatamente ao momento em que parou durante o gameplay. Ponto para a dona Ubisoft.

    Vale a pena jogar?

    Prince of Persia: The Lost Crown é uma grata surpresa que combina a nostalgia de uma clássica franquia com a modernidade oferecida pelos consoles atuais. A mudança brusca para o gênero metroidvânia certamente deve afastar alguns jogadores, mas se você é fã do gênero, vale a pena dar uma chance para o título.

    A experiência é satisfatória, mas acaba deixando um gosto de que poderia ser mais trabalhada em alguns pontos e que teria mais lenha para queimar. No entanto, o projeto também pode ser visto como uma porta para o retorno dessa clássica franquia, sendo apenas a ponta de algo melhor em um possível game futuro.

    A experiência no Xbox Series X é de alta qualidade e o jogo aproveita muito bem tanto o hardware quanto recursos do console, como o Quick Resume. Uma pena que a Ubisoft não investiu na dublagem do game, que só possui legendas em português brasileiro atualmente.

    A ausência de dublagem é o maior ponto fraco do game

    Para quem quiser testar as águas antes de se comprometer com o game, uma demonstração gratuita de Prince of Persia: The Lost Crown chega hoje (11) ao PC e consoles. O game também pode ser jogado com a assinatura Ubisoft+, no computador e Xbox, a partir de 15 de janeiro graças ao acesso antecipado — o lançamento oficial é no dia 18.

    Considerando o preço que parte de R$ 50 da assinatura e a duração de aproximadamente 25 horas o game, o investimento vale a pena para quem é fã da desenvolvedora francesa. Afinal, além de Prince of Persia, a assinatura também inclui outros jogos da empresa, como Avatar: Frontiers of Pandora.