Mês: fevereiro 2023

  • Pichau GCX100 tem Bluetooth? Como usar no celular ou TV

    Pichau GCX100 tem Bluetooth? Como usar no celular ou TV

    O controle GCX100 da Pichau é uma opção focada em custo-benefício interessante para quem curte jogar no PC. Além disso, o modelo também é compatível com outros dispositivos, incluindo PS3, celulares Android e até mesmo Smart TVs.

    No entanto, o Pichau GCX100 não possui suporte para Bluetooth. Ou seja, não é possível utilizar o acessório sem fio em smartphones e tablets Android, bem como em outros dispositivos.

    Se você quer jogar com o controle no celular ou em outros aparelhos, a boa notícia é que a experiência é similar ao que temos no computador.

    Como usar o GCX100 no smartphone ou TV?

    O controle da Pichau pode ser usado no celular ou em outros dispositivos por meio da conexão USB. Para isso, em alguns casos, é necessário ter um cabo adaptador.

    No caso de Smart TVs, o funcionamento é exatamente o mesmo que temos em um computador. Basta conectar o cabo em uma entrada USB para o GCX100 ser reconhecido e enviar comandos diretamente para a tela. Realizamos testes com o dispositivo em uma televisão Samsung de 2022 e o reconhecimento foi instantâneo, sem nenhuma firula extra.

    Para usar o controle no celular ou tablet, é necessário comprar um adaptador USB-C ou MicroUSB.

    Para usar o controle em celulares e tablets Android, é necessário ter um adaptador para fazer a conexão USB-A funcionar. Por aqui, utilizamos um acessório de apenas R$ 10 para fazer a ponte entre USB-A e USB-C, presente na maioria dos smartphones modernos.

    Tanto no celular quanto em um tablet, o resultado foi bom. O controle da Pichau é reconhecido automaticamente logo que a conexão via USB é realizada, o que permite controlar jogos e também a interface do aparelho.

    O Pichau GCX100 está disponível para compra online e pode ser encontrado por valores abaixo de R$ 200. O modelo utilizado para testes foi cedido pela Pichau.

  • Sons Of The Forest: vale a pena comprar agora ou devo esperar?

    Sons Of The Forest: vale a pena comprar agora ou devo esperar?

    Sons of The Forest é o novo jogo de sobrevivência da Endnight Games, que dá sequência a The Forest, game da mesma empresa lançado em 2014. Diferente da caminhada de seu predecessor, Sons of The Forest foi um sucesso desde o lançamento: em cerca de 24 horas, o título vendeu 2 milhões de cópias e, pouco tempo depois, atingiu mais de 400 mil jogadores simultâneos na Steam.

    É importante ressaltar, no entanto, que o jogo não está pronto. Sons of The Forest está disponível somente no PC em acesso antecipado. Isso significa que a experiência vem acompanhada com bugs, que devem ser corrigidos no decorrer dos próximos meses.

    Sons of The Forest: veja
    os requisitos do jogo no PC

    A dúvida que fica é: em seu estado atual, vale a pena comprar Sons of The Forest? O jogo é bom? Após testarmos o game no PC, confira as nossas primeiras impressões com o indie.

    O que é Sons of The Forest?

    Sons of The Forest foi lançado em acesso antecipado no dia 23 de fevereiro e está disponível somente no PC, por meio da Steam. Enquanto a Endnight já trabalhou com consoles no passado, a companhia não confirmou uma versão do jogo para PS4, PS5 e dispositivos Xbox até o momento.

    Com câmera em primeira pessoa, o jogador tem como objetivo resgatar um bilionário desaparecido em uma ilha remota, infestada de canibais. Com essa premissa, o Sons of The Forest visa nos entregar uma experiência completa de sobrevivência e suspense, em uma aventura instigante que se passa numa ilha cheia de segredos e com belos cenários.

    Pontos positivos

    Antes de começar a criticar o que faltou ou o que precisa ser melhorado, precisamos elogiar a Endnight Games quanto à ilha do jogo: o local, sem dúvida alguma, está muito bonito e cheio de vida. A ambientação está caprichada, garantindo uma atmosfera de suspense com belos visuais.

    Além da parte gráfica na ambientação, Sons of The Forest também impressiona no áudio, mesmo sendo um projeto independente. Com a avançada edição de som e efeitos sonoros do game, nossos ouvidos conseguem perceber todos os sons que provavelmente encontraríamos em uma floresta similar ao que temos no jogo.

    As animações e iluminação do jogo também merecem destaque. Ambas deram um salto significativo em relação ao The Forest. Eu tenho noção que isso não é algo revolucionário que torna o game melhor ou pior, já que esperamos isso dos novos jogos, pelas novas tecnologias que vêm surgindo. No entanto, outros games não se atentam tanto a isso, e ver um estúdio indie acertando nesse quesito merece atenção.

    Infelizmente os elogios a Sons of The Forest acabam aqui, já que o jogo possui muitos pontos que ainda merecem melhorias.

    Experiência de sobrevivência incompleta

    Quando comentei que Sons of The Forest tem tudo para entregar uma experiência completa de sobrevivência para o jogador, eu fui sincero. Mas o jogo não entrega nem perto disso atualmente. Enquanto o mundo do game impressiona, um dos aspectos mais importantes da jogabilidade ainda precisa de aprimoramentos.

    Para começar, a fome e a sede, condições comuns no gênero e que deveriam afetar diretamente o jogador, não são levadas a sério. O jogador pode passar dias (no tempo do jogo) com fome e sede zerados, que a única consequência será uma diminuição no nível de estamina.

    Estamina essa que só é alterada significativamente quando o jogador está fazendo algo como cortar árvores. A corrida simplesmente não afeta esse fator: você pode correr livremente, sem se preocupar em se cansar e andar lentamente.

    Carregar grandes cargas também não faz diferença no jogador, já que ele pode correr enquanto carrega dois troncos e todo o resto do inventário. Em alguns momentos, parece que o protagonista é um super-herói, algo que claramente vai contra o que esperamos de um jogo em que o foco é sobrevivência.

    Outro ponto crucial que precisa de refinamentos são as bases. Em Sons of The Forest, você pode andar pelo mapa inteiro e concluir a história do game sem fazer uma base sequer, apenas carregando seus itens na mochila.

    Outro ponto que é uma falha terrível da desenvolvedora é o jogo não ter 1 atalho para as armas e ferramentas. Além do básico GPS e do manual de construção, o jogo não oferece teclas para as armas rapidamente como o machado, lança e outros. Para acessar cada um deles, você precisa sempre abrir o inventário e ir selecionar o item desejado. É algo básico que a desenvolvedora pode adicionar para a versão final do game, ou algo que será consertado por modders em breve.

    Sons of The Forest tem bugs?

    Depois deste pequeno desabafo referente à sobrevivência, vale comentar sobre os bugs e desempenho do jogo no PC, já que estamos falando de um produto em desenvolvimento, mas que está à venda. Ter bugs em si não é um problema, já que até os jogos mais polidos tem bugs, mas a frequência em que os erros ocorrem torna a coisa complicada.

    No pouco tempo que joguei, experimentei vários bugs que atrapalharam a experiência de gameplay. Em um momento, por exemplo, um personagem chegou perto de um tronco e o item sumiu, o que também levou a um loop de áudio irritante. O desempenho também apresenta instalbilidades inexplicáveis, como quedas de frames mesmo quando o jogo está rodando perfeitamente.

    Como o indie ainda está em acesso antecipado, a empresa possui tempo para corrigir os erros e melhorar a experiência, tanto na parte do desempenho quanto em refinamentos gerais. No entanto, é válido levar isso em conta antes de comprar o Sons of The Forest: mesmo com tanto sucesso, o título conta com inconsistências.

    Vale a pena?

    No estado atual, e pelo preço que ele está sendo comercializado atualmente, eu ainda não consigo recomendar Sons of The Forest. Se você quer entrar na onda do momento, faça isso por sua conta e risco, sabendo que a experiência ainda precisa melhorar bastante.

    O jogo é um prato cheio para você que veio do The Forest e, há muito tempo, aguarda uma sequência. Mas os problemas de desempenho, a experiência incompleta de sobrevivência e os bugs são um empecilho durante essa aguardada jornada.

    A desenvolvedora Endnight disse que não pretende aumentar o preço de Sons of The Forest mesmo quando a versão final estiver disponível — o valor atual é de R$ 89. Ou seja, para quem está com um longo backlog de jogos e pode esperar, talvez seja uma boa aguardar por atualizações refinando a experiência no indie do momento.

  • Controle gamer da Pichau é bom? Testamos o GCX100

    Controle gamer da Pichau é bom? Testamos o GCX100

    Apesar de o mouse e teclado serem os acessórios padrão para quem joga no PC, ter um controle é uma ótima opção para certos games. A franquia Yakuza, por exemplo, abre seus títulos fazendo referência ao uso de um controle: “samurais de verdade usam um gamepad”, diz uma das primeiras telas de Like a Dragon Ishin, lançado recentemente.

    No entanto, obter um controle de qualidade nem sempre é tão barato. Em um mundo com os joysticks oficiais do Xbox custando mais de R$ 500, vale a pena ficar de olho em soluções mais acessíveis, principalmente se você não joga sempre no computador sem o mouse e teclado. Pensando nesse cenário, o Jornal dos Jogos testou o Pichau GCX100, um dos joysticks de PC focados em custo-benefício que está disponível no país.

    Cedido pela marca para testes, o controle conta com um cabo e design que lembra o Dualshock 4, mas com adaptações focadas para a experiência no PC. Confira abaixo nossas impressões após uma semana jogando com o dispositivo.

    Design

    Como dito acima, o visual do Pichau GCX100 lembra bastante um controle do PS4. O modelo conta com analógicos centralizados e botões traseiros seguindo o padrão do DualShock 4.

    No entanto, a experiência de uso é adaptada para o PC: os botões contam com o padrão “ABXY” da Microsoft e o botão Home possui integração com o Windows. Assim, quando a “casinha” é pressionada, o joystick abre a Xbox Game Bar, que permite ver informações de jogo e fazer capturas de tela.

    Falando em captura de tela, o Pichau GCX100 não possui um botão para fazer prints no PC. No entanto, existem teclas extras no controle. O produto conta com a tecla Turbo, que pode ser mapeada com ações que incluem múltiplos botões.

    A construção do controle em plástico é de qualidade e o cabo conta com 1,5 metro de comprimento, e não pode ser removido. Com conexão USB, a solução garante uma boa experiência ao jogar no PC, principalmente se você possui um setup para jogar no monitor ao invés de uma TV mais distante.

    Versatilidade

    Um ponto interessante do controle que merece destaque é a sua versatilidade. Além de funcionar no PC, o Pichau GCX100 também funciona no PS3 e pode ser utilizado em outros dispositivos com USB.

    O controle traz um cabo USB fixo que funciona no PC, PS3, celulares Android e até Smart TVs.

    Ao utilizar um adaptador USB-C no controle, por exemplo, é possível jogar em celulares e tablets Android com o dispositivo. Esse tipo de acessório pode ser encontrado facilmente na internet ou até mesmo em camelôs, garantindo mais possibilidades de uso para o produto.

    O controle da Pichau também pode ser conectado diretamente em Smart TVs, o que facilita o uso de apps como o Xbox Cloud Gaming e o Nvidia GeForce Now. Testamos a solução por aqui e foi possível jogar Fortnite na The Frame (2022) com o joystick.

    Custo-benefício vale a pena?

    O controle gamer da Pichau pode ser encontrado normalmente no mercado por valores abaixo dos R$ 200, o que é um preço interessante para a experiência entregue pelo dispositivo. Para quem não se importa com o cabo de 1,5 metro que não é removível, a solução é interessante para jogar no PC.

    A versatilidade do produto também merece destaque. Com seu design leve e a compatibilidade com celulares, tablets e até televisões mais modernas, o dispositivo pode se tornar um bom companheiro de gameplay para diversas ocasiões.

    A otimização para o Windows e o xCloud também é um diferencial interessante. Afinal, como já atestamos aqui no Jornal dos Jogos, nem todo controle barato oferece uma experiência plug-and-play na hora de jogar.

    O controle Pichau GCX100 pode ser comprado na loja da Pichau neste link, além de aparecer em revendedores da marca na internet.

  • Mortal Kombat 12, sucesso de Sons of The Forest e Resident Evil 4

    Mortal Kombat 12, sucesso de Sons of The Forest e Resident Evil 4

    A semana foi recheada no mundo dos games, o que dificulta a nossa vida aqui no Jornal dos Jogos. Resumir tanta coisa boa em apenas uma edição não é fácil. Com Mortal Kombat, Sons of The Forest, Resident Evil 4 e grande elenco, confira o resumo de notícias de hoje!

    Tenha uma boa leitura e até mais 📰🎮


    Sons of The Forest voando

    Se você joga no PC, possivelmente ouviu falar de Sons of The Forest. Sequência do jogo indie The Forest, o game estreou com tudo no computador, mesmo estando inacabado. O lançamento em acesso antecipado por R$ 89 garantiu ao indie mais de 2 milhões de cópias comercializadas em 24 horas e 400 mil jogadores simultâneos.

    Com tanto sucesso, resta agora esperar por atualizações para refinar a experiência do game, que, como esperado, está com alguns bugs. Além disso, ainda não temos notícias sobre uma possível versão de consoles para Sons of The Forest.

    Um ano de Elden Ring

    Outro jogo que é sinônimo de sucesso é Elden Ring. O GOTY de 2022 está completando um ano de lançamento e ultrapassou 20 milhões de cópias vendidas. Para se ter uma ideia do tamanho do sucesso, Dark Souls 3 demorou cerca de 4 anos para conseguir vender metade disso.

    Hogwarts Legacy 2 vindo aí?

    Além de Sons of The Forest e Elden Ring, outro jogo que deu Wingardium Leviosa nas vendas é Hogwarts Legacy. Mesmo cercado de polêmicas, o jogo conseguiu vender impressionantes 12 milhões de cópias em duas semanas, angariando US$ 850 milhões, o que deixou a Warner bem contente. Já rolam papos sobre uma possível sequência, mas nada foi confirmado até agora.

    Mortal Kombat 12 chegando em 2023

    Enquanto Hogwarts Legacy 2 ainda é especulação, Mortal Kombat 12 é real: em uma chamada com investidores, a Warner deixou escapar que o jogo será lançado ainda em 2023. Ed Boon comentou a notícia com uma brincadeira, mas não trouxe novidades sobre o game. Será que teremos alguma coisa até a E3 2023?

    Nintendo fora da E3

    Falando em E3, a Nintendo confirmou que não vai para o evento em 2023. Após a feira ser duramente afetada pela pandemia, o show acabou “não entrando nos planos” da Big N para este ano. Reza a lenda que PlayStation e Microsoft também vão pular fora desse barco, mas certamente teremos algumas livezinhas com novidades na mesma época, ali por junho, além do já confirmado Summer Game Fest.

    Resident Evil 4 e mais na State of Play

    RESIDENT EVIL 4 REMAKE GAMEPLAY KRAUSER APARECE - YouTube

    Seguindo na vibe dos eventos, a Sony realizou a primeira transmissão ao vivo State of Play em 2023. Enquanto boa parte do show foi focada no PSVR2, que não é barato, também tivemos a aparição de jogos multiplataforma. Confira abaixo alguns dos destaques:

    • Resident Evil 4 Remake ganhou um novo trailer com Krauser e mais vilões. Enquanto uma demo chegará em breve, o jogo tem lançamento marcado para 24 de março.
    • Street Fighter 6 ganhou um novo trailer de gameplay com Zangief, Cammy e Lily. O novo game da saga chega no PC e consoles PlayStation e Xbox no dia 2 de junho.
    • Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça, o novo jogo da Rocksteady, recebeu um grande gameplay mostrando seu sistema cooperativo. O game também foi criticado durante a semana, já que exigirá conexão contínua mesmo para quem jogar sozinho.
    • A Bandai Namco anunciou Naruto X Boruto Ultimate Ninja Storm Connections, que vai reunir a história da saga de jogos de luta de Naruto em um novo game, além de trazer conteúdo inédito para os fãs do ninja de cabelo amarelo. O lançamento acontece em 2023 no PC, Switch e consoles PlayStation e Xbox — confira o trailer aqui.

    Xbox 🤝Rivais

    A Microsoft continua trabalhando para acalmar os ânimos dos reguladores e finalmente fechar a compra da Activision Blizzard. Em seu mais recente movimento, a empresa fechou um contrato que garante o lançamento de Call of Duty em consoles da Nintendo por 10 anos.

    Além disso, a companhia se aproximou da Nvidia, que supostamente não estava apoiando o negócio, para trazer os jogos do PC Game Pass ao streaming GeForce Now. Mesmo com o trabalho diplomático em dia, a empresa ainda não conseguiu acertar os termos com a PlayStation, que segue como principal barreira da compra de quase US$ 70 bilhões.


    Lançamento da semana: Destiny 2: Lightfall

    Destiny 2 segue vivaço: um dos principais lançamentos desta semana é a expansão Lightfall, que chega ao game em diferentes plataformas no dia 28. O DLC estreia custando R$ 150 nos consoles e PC, mas pode ser comprado com 12% de desconto na GreenManGaming, que revende chaves da Steam.

    Além disso, a semana também inclui o aguardado Wo Long: Fallen Dynasty, que estreia diretamente no Xbox Game Pass. Confira as novidades a seguir:

    • Destiny 2: Lightfall (28/02) – PC, PlayStation 4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X
    • Scars Above (28/02) – PC, PlayStation 4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X
    • Wo Long: Fallen Dynasty (03/03) – PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S/X

    Classificados💵

    🟢F1 2022 estreia no Xbox Game Pass Ultimate e PC Game Pass em 2 de março, próxima quinta-feira! Veja os requisitos e como assinar o serviço mais barato. Lembrando que Wo Long: Fallen Dynasty também está chegando na assinatura;

    🔵A promoção descontos em dobro da Sony traz diversos jogos de PS4 e PS5 em oferta digitalmente, incluindo The Last of Us 2 e FIFA 23. Confira os destaques aqui.

    💻O jogo grátis desta semana na Epic Store é o indie Duskers!Resgate até 2 de março;

    🐉Quer um jogo de luta maneiro e barato? A versão base de Mortal Kombat X tá saindo por menos de R$ 10 no PC, enquanto a edição XL custa só R$ 13;

    🪴O incrível Stardew Valley está completando sete anos de lançamento e pode ser comprado por apenas R$ 14,50 nos consoles Xbox — o jogo também está no Xbox Game Pass;

    Mais ofertas

    • Controle sem fio Xbox (preto) – R$ 418
    • Xbox Series S – R$ 2.129
    • Crisis Core Final Fantasy VII Reunion (PS4/PS5) – R$ 199,99
    • God of War Ragnarok (PS4/PS5) – R$ 229
    • Base de carregamento do DualSense – R$ 169
    • PlayStation 5 + God of War Ragnarok – R$ 4.499

    Vídeo em destaque: Flakes Power no Fortnite 📺

    O Brasil ganhou mais um representante em Fortnite: a Epic Games lançou uma skin do youtuber Flakes Power, o primeiro criador de conteúdo do país e ganhar um visual na coleção Ícones. O pacote já está disponível na loja e pode ser comprado por 1.800 V-Bucks. Confira o vídeo acima para saber mais detalhes do conteúdo e sua concepção.

    Veja também:

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  • Flakes Power: o brasileiro que virou skin de Fortnite

    Flakes Power: o brasileiro que virou skin de Fortnite

    Você conhece o Flakes Power? O youtuber e streamer brasileiro ganhou uma skin própria no Fortnite! O criador de conteúdo representa o país na série de personagens Ícones, que coloca pessoas do mundo real dentro do game de battle royale.

    A skin de Flakes Power foi lançada em Fortnite no dia 25 de fevereiro. Além de trazer um visual que lembra o youtuber, o conjunto inclui uma picareta e um gesto especial que representam uma versão alternativa superpoderosa do youtuber. Com cores especiais, a edição Energia Flakastica possui uma espécie de transformação em Super Saiyan chamada Transflake-se, que pode ser ativada a qualquer momento.

    Além do gesto de transformação e das picaretas Crescentes Elétricas, o conjunto também conta com o Acessório para as Costas Raio do Flakes. Mais itens especiais inspirados no youtuber chegarão em breve na loja de itens e já ficaram disponíveis de graça por meio de um campeonato realizado pela Epic.

    Qual o preço da skin do Flakes Power?

    A skin do Flakes Power está disponível em um pacote na loja do Fortnite por 1800 V-Bucks, a moeda do jogo da Epic. Se você não possui V-Bucks, é possível conseguir as moedas jogando no passe de batalha, adquirindo na loja ou assinando o Clube Fortnite, que custa R$ 38 mensais.

    A Epic Games Store vende pacotes com 1000 V-Bucks por R$ 25, enquanto 2800 V-Bucks saem por R$ 62 na loja, garantindo 12% de desconto em relação à compra básica. Para quem possui interesse em investir pesado no game, também é possível comprar 5000 V-Bucks por R$ 98 ou 13500 V-Bucks por R$ 246.

    Quem é Flakes Power?

    O youtuber João Sampaio é de Joinville, Santa Catarina, e atua na internet como Flakes Power. Dono de um dos maiores canais do YouTube do Brasil sobre Fortnite, ele possui mais de 6,7 milhões de inscritos na plataforma e é parceiro de grandes marcas, incluindo Asus, Samsung e Red Bull.

    Além da carreira como youtuber, ele também é empresário e fundou a Hero Base, uma organização de esports e criação de conteúdo. Fundada em 2021, a companhia é uma das primeiras do gênero no Brasil a dar foco em Fortnite e inclui até uma divisão para a criação de experiências no jogo, a Hero Create.

    Flakes Power foi convidado pela Epic Games para se tornar uma skin de Fortnite devido a seu trabalho envolvendo o game. Afinal, além de fazer vídeos e lives com o jogo, o criador de conteúdo está movimentando o mercado com o battle royale.

    Como a skin foi criada?

    Em um video publicado pela Epic Games, Flakes Power revelou mais detalhes sobre a criação da skin. Ele conta que queria ser transportado para o jogo como um herói, com um visual poderoso, mas sem fugir de sua personalidade.

    O criador de conteúdo também disse que, ao ser questionado sobre a presença de um óculos na skin, preferiu deixar o acessório presente no visual. O objetivo é garantir mais representatividade, já que “heróis também podem ter miopia”, comenta o youtuber.

    Além de estar disponível em Fortnite, a skin de Flakes Power também ganhou vida. O YouTuber publicou um vídeo mostrando o visual prefeito or um profissional de cosplay.

    Brasil no Fortnite

    A chegada da skin de Flakes Power no Fortnite marca um grande momento do game para o Brasil. Afinal, o criador de conteúdo é o primeiro do país a receber um visual exclusivo no jogo, o que mostra a força do youtuber e a influência do nosso público para o battle royale.

    Além de Flakes, outro brasileiro também já virou skin de Fortnite. O jogador de futebol Neymar Jr, que atualmente joga no PSG, ganhou um visual exclusivo no game em 2021. O pacote chegou com várias referências a futebol e, posteriormente, o astro da bola ainda ganhou mais espaço dentro do game, aparecendo em eventos do battle royale.

    Como jogar Fortnite pelo
    xCloud no PC ou celular de graça

    Durante a Copa do Mundo de 2022, por exemplo, era possível comprar skins de jogadores de futebol, incluindo algumas com visual do Neymar. Com ações como essa, o Brasil ganha cada vez mais espaço em Fortnite e, consequentemente, no mundo dos games.

    Fortnite pode ser jogado de graça no PC, consoles Xbox, PlayStation e Nintendo Switch. O jogo também está disponível para celulares e roda via nuvem no xCloud e Nvidia GeForce Now.

  • Sons of The Forest será lançado para Xbox e PlayStation?

    Sons of The Forest será lançado para Xbox e PlayStation?

    A desenvolvedora Endnight Games lançou recentemente no PC o jogo Sons of The Forest, que virou um sucesso absoluto. O título de sobrevivência já alcançou a marca de mais de 400 mil jogadores simultâneos na plataforma.

    Com tanto sucesso, fica a dúvida: Sons of The Forest será lançado para PS4, PS5 e consoles Xbox? Enquanto existe a chance do game chegar a mais plataformas, ainda é cedo para confirmar a informação e o título segue exclusivo do PC.

    Virginia

    Sons of The Forest foi lançado no computador em acesso antecipado. Ou seja, o game ainda não está finalizado: os jogadores podem comprar e jogar enquanto a desenvolvedora trabalha em conteúdos e refinamentos para a experiência. Com isso em mente, podemos dizer que o game nem mesmo está completo no PC.

    Versão para PS4 e PS5

    Até o momento, a Endnight Games não confirmou uma versão de Sons of The Forest para PlayStation 5 e PS4. No entanto, é possível que o jogo chegue aos consoles da Sony no futuro.

    Em 2018, quando The Forest foi lançado no PC, a desenvolvedora independente trabalhou em conjunto com a Sony. Na época, o jogo que virou febre nos computadores foi lançado no PS4. Atualmente, o indie pode ser comprado no console por cerca de R$ 100 — R$ 36 em promoção.

    Com isso em mente, existe a chance de Sons of The Forest ser lançado futuramente nas plataformas da Sony. No entanto, nada foi confirmado até agora.

    Sons of The Forest para Xbox

    O lançamento de Sons of The Forest para Xbox One, Xbox Series S e X é possível, mas a desenvolvedora não confirmou versões para os consoles até o momento. Apesar de The Forest não ter sido lançado nas plataformas da Microsoft, a empresa melhorou bastante sua relação com estúdios independentes nos últimos anos.

    Com os programas ID@Xbox e Game Preview, a Microsoft constantemente lança jogos que estão em acesso antecipado nos consoles Xbox. Assim, existe a chance de a empresa tomar a iniciativa e tentar trazer Sons of The Forest com antecedência para seu ecossistema. No momento, porém, isso ainda não aconteceu.

    Onde jogar Sons of The Forest?

    O jogo do momento para PC pode ser jogado somente na Steam. A versão do game disponível na loja está em acesso antecipado e custa R$ 88,99 atualmente.

    Com foco na sobrevivência e terror, Sons of The Forest é a sequência de The Forest, expandindo o universo do game original, bem como suas mecânicas e gameplay. Confira aqui os requisitos mínimos e recomendados para rodar o game no computador.

  • F1 22: veja requisitos de PC do jogo que chega ao Xbox Game Pass

    F1 22: veja requisitos de PC do jogo que chega ao Xbox Game Pass

    F1 22 é o mais recente jogo da Fórmula 1, que é desenvolvido pela Codemasters e publicado pela EA. Trazendo aos videogames toda a atmosfera da maior categoria automobilística do mundo, o título inclui todos os pilotos, equipes e carros que disputam pelo campeonato mundial.

    Além dos pilotos e carros da F1, o jogo traz todo o grid da Fórmula 2, garantindo bastante conteúdo para os fãs da modalidade. O título também capricha na fidelidade e está atualizado com as novas regras da categoria.

    Para quem é assinante do Xbox Game Pass, a boa notícia é que o jogo será adicionado na assinatura em 2 de março. Será possível acessar F1 2022 por meio do PC Game Pass no computador e Game Pass Ultimate, para consoles.

    Requisitos de F1 22 no PC

    F1 22 é muito equilibrado e bem otimizado em seus requisitos, não exigindo muito para poder rodar o jogo no PC. Veja os requisitos abaixo:

    Requisitos mínimos

    • SO: Windows 10 (64-bits)
    • Processador: Intel Core i3-2130 ou AMD FX 4300
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GTX 1050 Ti ou AMD RX 470 | Para usar Ray Tracing: GeForce RTX 2060 ou Radeon RX 6700 XT
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 80 GB

    Requisitos recomendados

    • SO: Windows 10 (64-bits)
    • Processador: Intel Core i5 9600K ou AMD Ryzen 5 2600X
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GTX 1660 Ti ou AMD RX 590 | Para traçado de raio: GeForce RTX 3070 ou Radeon RX 6800
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 80 GB

    Como jogar via Game Pass?

    Enquanto o preço padrão de F1 2022 beira os R$ 300, a chegada do título ao Xbox Game Pass permite jogá-lo com um preço mais acessível! A assinatura Game Pass Ultimate pode ser testada por apenas R$ 5 no primeiro mês e inclui o serviço de computador, consoles e também nuvem.

    O PC Game Pass também pode ser assinado por somente R$ 5 no primeiro mês. A edição de computador do serviço, assim como a edição Ultimate, inclui os jogos do catálogo do EA Play.

    Se você quer economizar, vale a pena também assinar o Xbox Game Pass anualmente. Veja como fazer isso no nosso tutorial para obter o serviço mais barato.

  • Resident Evil 4: veja gameplay, detalhes do remake e preço

    Resident Evil 4: veja gameplay, detalhes do remake e preço

    A Capcom continua revelando detalhes sobre o aguardado remake de Resident Evil 4, que será lançado em março de 2023. Além de vídeos de gameplay com mais imagens da versão atualizada, a desenvolvedora trouxe mais informações sobre história e jogabilidade até agora

    Confira abaixo os trailers de gameplay legendados em português do Brasil. No lançamento, o jogo também contará com dublagem no nosso idioma.

    O trailer acima tem como grande destaque a recriação de cenas icônicas de Resident Evil 4 com o visual renovado. Além disso, a produção exibe personagens clássicos com os novos gráficos, incluindo Ada, Ashley e Luis Sera.

    Gameplay e detalhes sobre Resident Evil 4 Remake

    Além do trailer, veja também, abaixo, uma sequência mais crua de jogabilidade, contando com mais ação e detalhes do gameplay. O vídeo foi apresentado por Yoshiaki Hirabayashi, produtor de Resident Evil 4 Remake.

    A sequência é 100% focada na jogabilidade: além de trazer parte da introdução da história de Resident Evil 4, a prévia conta com bastante ênfase nas brigas com os zumbis do início do jogo, conhecidos como Ganados.

    Podemos ver Leon em ação com armas e até mesmo se defendendo de uma serra elétrica usando uma faca. Além de aparar ataques, o personagem poderá realizar ataques finalizadores com o item.

    Leon também faz seu retorno no remake com algumas atualizações de jogabilidade. O personagem agora conta com a habilidade de desviar de inimigos e pode lutar de perto com as ameaças.

    Mercador e Maleta de inventário

    A Capcom também apresentou dois tópicos bastante importantes e icônicos de Resident Evil 4: o retorno do inventário de maleta e o Mercador. Para quem não lembra, esse é o personagem que aparece em alguns locais, vende itens e fala “Welcome” e “Hehehe, thank you.”

    “O Comerciante faz seu retorno triunfante com alguns bons equipamentos à venda, incluindo itens úteis e atualizações de armas”, explica a descrição da Capcom. “Ele também oferece recompensas exclusivas para qualquer estranho disposto a coletar joias raras e trocá-las por outros itens.”

    Já a maleta faz o seu retorno com um visual clássico, trazendo o sistema de gerenciamento de inventário clássico da série. Como de praxe, o usuário também consegue sintetizar itens no equipamento, incluindo cura e munição.

    Inimigos e demo

    Durante o State of Play realizado em fevereiro de 2023, a Capcom revelou um trailer com mais detalhes da jogabilidade do game, além de exibir vilões como Jack Krauser e Lord Saddler. A edição renovada do game trará mais desdobramentos na história de Ashley, como é possível ver no vídeo.

    Além disso, o personagem Luis deve ganhar mais tempo de tela. É possível ver embates envolvendo o personagem contra gigantes e também nos trilhos de um carrinho de mina.

    A desenvolvedora também prometeu uma demonstração do jogo, que será lançada em breve. No entanto, ainda não temos detalhes da data ou conteúdo.

    Lançamento e preço de Resident Evil 4

    O remake de Resident Evil 4 tem lançamento marcado para 24 de março de 2023. O jogo chegará no PS4, PlayStation 5, Xbox Series S e X, bem como no PC. Todas as versões contarão com legenda e dublagem em português brasileiro.

    O preço de Resident Evil 4 Remake é de R$ 259 nos consoles e R$ 199 no PC, um valor bem acessível considerando os padrões atuais da indústria. O jogo também já pode ser comprado em promoção na Nuuvem, que vende chaves da Steam.

    A edição de PlayStation também conta com upgrade gratuito para a nova geração de consoles. Saiba mais detalhes na página oficial do game em cada plataforma:

  • Análise de Like a Dragon Ishin: um grande coração com roupa de samurai

    Análise de Like a Dragon Ishin: um grande coração com roupa de samurai

    A franquia Yakuza ficou presa no oriente por muitos anos e só na última década começou a ganhar um pouco mais de espaço no nosso lado do mundo. Quando li notícias dizendo que a SEGA pensou por muito tempo que Like a Dragon Ishin, o novo remake da série, era impossível de ser adaptado para o ocidente, confesso que fiquei com um pé atrás com o game.

    No entanto, após mais de 10 horas com o jogo, posso dizer com tranquilidade que algum executivo da empresa estava redondamente enganado em achar que o título não funcionaria como um jogo global. Apesar de ter como pano de fundo uma história que se passa no Japão de 1860, Like a Dragon Ishin está longe de ser uma experiência exclusivamente asiática.

    Jogo: Like a Dragon Ishin
    Lançamento: 21/02
    Plataforma de teste: Xbox Series X/Windows 11
    Tempo de teste: 10 horas
    (só arranhamos a superfície)
    Preço: R$ 299,95 no Xbox PC e PlayStation

    Trazendo o coração da franquia Yakuza em seu gameplay, o jogo possui uma história que pode tocar muitas pessoas, inclusive no Brasil, mesmo com a ausência de legendas em português.

    Afinal, o que é Like a Dragon Ishin?

    Antes de entrarmos nos méritos de Like a Dragon Ishin, vale a pena dar um pequeno contexto sobre o lançamento do jogo. Originalmente feito para PS3, o game passou por um tratamento ao estilo Kiwami e foi atualizado para funcionar melhor em plataformas atuais, além de receber aprimoramentos de jogabilidade e gráficos.

    Como o jogo é um relançamento, o gameplay não é de turnos, como ocorre em Yakuza: Like a Dragon, o jogo mais recente da franquia. Ishin conta com um sistema de lutas com muita ação e quatro modos de pancadaria diferentes, incluindo espadas e até armas de fogo, bem como especiais, o que deixa o gameplay bem dinâmico.

    Já na parte visual, você possivelmente vai reconhecer os rostos dos principais personagens da trama. O spin-off conta com o mesmo elenco dos games da franquia principal, mas em um contexto diferente: uma história que ocorre no passado do Japão.

    Uma história de revolução

    Segundo Masayoshi Yokoyama, chefe do estúdio Ryu Ga Gotoku Studio, a SEGA considerou por anos que Like a Dragon Ishin seria praticamente impossível de se adaptar para um cenário internacional. Afinal, estamos falando do spin-off de uma franquia popularmente oriental e que possui um pano de fundo bastante específico: o Japão na metade do século XIX.

    Mesmo com tantas adversidades, você não precisa de muito tempo de jogo para conseguir encontrar identificações com a história de Like a Dragon Ishin, mesmo sendo brasileiro. Apesar de trazer alguns termos que remetem ao período histórico do Japão, o game traz uma grande história de revolução e vingança, temas que são bastante universais e conseguem captar e atenção de diferentes públicos.

    Apesar da temática japonesa, Like a Dragon Ishin possui pontos que geram conexões em qualquer pessoa.

    A história acompanha o samurai Ryoma Sakamoto em busca do assassino de seu pai, enquanto, ao mesmo tempo, lida com o sonho de sua família de acabar com o sistema que comanda a sua região no Japão. Enquanto toda a história é desenhada em cima do passado nipônico, o jogo basicamente acompanha um protagonista justiceiro que luta contra a desigualdade social e busca vingança.

    Enquanto a história conta com essa pegada que pode gerar identificação pela sua universalidade, o jogo também merece destaque pela ambientação. A temática samurai está recheada de referências culturais e é uma roupagem interessante para a jogabilidade.

    Conheça a demo grátis de Like a Dragon Ishin

    A escolha de um período histórico com pistolas e katanas garante bastante diversidade ao gameplay, dando ao jogador um leque de possibilidades na hora de enfrentar cada combate. Para quem já jogou os games principais de Yakuza, a ideia é a mesma de sempre, mas com um pouco mais de ação à distância na hora dos combos.

    A comunidade no centro

    Enquanto o combate e a história de Like a Dragon Ishin já rendem bastante diversão, o senso de comunidade do game é o que realmente chama a atenção. Assim como em outros títulos da franquia Yakuza, o jogo conta com um mundo aberto limitado em tamanho, mas gigante em conteúdo.

    O mapa pode ser explorado a pé e, no caminho para as missões principais, você facilmente vai se perder nas histórias que acontecem nos vilarejos japoneses. O jogo, inclusive, te incentiva a fazer isso: Sakamoto pode ajudar e ficar amigo dos transeuntes, o que rende virtude — uma moeda espiritual que pode ser trocada por bênçãos em um templo.

    A história principal é bem interessante, mas você simplesmente vai se pegar fazendo coisas aleatórias por pura curiosidade. No caminho para a busca do assassino do pai do protagonista, acabei parando em um restaurante só porque a fila estava grande. Em outra ocasião, ajudei uma mãe e um filho a resolverem questões familiares no intervalo da narrativa principal.

    Além disso, quando não estava com a espada na mão lutando contra bandidos, Sakamoto também aprendeu a pescar, fez aulas de dança e até deu uma passada no karaokê, para cantar a icônica “Baka Mitai” com um belo solo de flauta. Esses detalhes humanizam e universalizam o universo de Like a Dragon, até mesmo para um jogo que se passa no Japão feudal.

    Posso jogar se não conheço Yakuza?

    Mesmo trazendo o elenco principal da série e as peculiaridades da franquia Yakuza, que não é para todo mundo, Like a Dragon Ishin é bastante convidativo para novatos da saga. O jogo conta com uma história independente e que pode agradar quem está em busca de um game com várias horas de diversão e escapismo.

    Com personagens carismáticos, o jogo é convidativo para quem não está por dentro da franquia Yakuza.

    A combinação de ação, humor e uma história cheia de vingança e revolução faz o jogo lembrar um grande sucesso dos cinemas: RRR. Lançado pela Netflix, o filme indiano ganhou a atenção do mundo, mesmo tendo os clássicos trejeitos de Bollywood, com efeitos exagerados.

    A narrativa envolvendo uma grande revolução popular, aliada a protagonistas de bom coração, fez o longa-metragem ganhar fãs no mundo todo. Apesar das diferenças de mídia, podemos dizer que Like a Dragon Ishin conta com as principais características do sucesso de RRR em um jogo.

    Com jeito sério e canastrão, o protagonista Ryoma Sakamoto é apaixonante, trazendo uma vibe de justiceiro, mas com pitadas de inocência. O seu jeito de encarar o mundo pode até ser visto como uma mistura dos protagonistas do filme indiano, mas em um contexto diferente.

    Like a Dragon Ishin está repleto de momentos engraçados e únicos.

    Já o estilo de humor da franquia Yakuza pode colocado em paralelo com as produções exageradas de Bollywood. Assim como filmes ao estilo de RRR, a série Like a Dragon é recheada de poderes que não existem e momentos improváveis, mas que o jogador simplesmente aceita pelo contexto de cada momento.

    Quer um exemplo? Uma das lutas de Like a Dragon Ishin ocorre em uma casa de banho, onde as partes íntimas dos personagens são censuradas com nuvens de fumaça que os acompanham a cada movimento. É muito ridículo e, ao mesmo tempo, engraçado. No final das contas, tudo acontece pela beleza ou diversão de cada momento, seja no filme indiano ou no jogo japonês.

    Vale a pena?

    Com sua história de vingança e roupagem feudal, Like a Dragon Ishin acaba se tornando uma divertida viagem ao Japão do passado. Mesmo com sua temática bastante focada no público nipônico, o jogo conta com uma trama bastante universal e momentos que podem tocar o coração de pessoas em diferentes lugares do mundo.

    Neste contexto, Like a Dragon Ishin é uma das melhores portas de entrada para a grande franquia Yakuza. Afinal, o jogo traz uma história independente e pode servir como introdução ao gameplay da grande maioria dos títulos da série.

    O senso de comunidade criado pelas missões secundárias lembra bastante a vida de quem mora no interior ou em bairros que são conhecidos pela união. Após algumas horas de gameplay, Sakamoto já se torna um rosto conhecido da vizinhança, dando uma força para os vizinhos ou simplesmente acompanhando as fofocas da região.

    Quer algo mais brasileiro que esse sentimento de comunidade? A vibe entregue pelo game, bem como outros títulos da franquia Yakuza, me faz sonhar com um jogo da série se passando no Brasil — algo que, infelizmente, jamais deve acontecer.

    Uma pena, também, que o jogo não possui legendas em português brasileiro no momento. Afinal, grande parte da experiência de Like a Dragon Ishin é ler diálogos, o que fica bem difícil para uma grande parcela do público sem textos no nosso idioma.

    Like a Dragon: veja ordem cronológica
    para jogar os games de Yakuza

    Até o momento, a SEGA não comentou sobre a possível chegada de legendas em PT-BR ao game, mas existe um movimento para que isso aconteça no Brasil — os modders também devem liberar a localização para a versão de PC futuramente. Ficamos no aguardo de atualizações oficiais sobre o assunto.

    Enquanto isso, vamos seguir nossa jornada, em inglês, ajudando pessoas, frequentando aulas de dança e cantando no Japão feudal. Afinal, sempre tem um transeunte precisando do auxílio de um bom samurai como Ryoma Sakamoto.

    O Jornal dos Jogos testou Like a Dragon Ishin no Windows 11 e Xbox Series X. A cópia de review foi cedida pela SEGA.

  • Wo Long Fallen Dynasty: veja preço, requisitos e mais detalhes

    Wo Long Fallen Dynasty: veja preço, requisitos e mais detalhes

    Wo Long: Fallen Dynasty é o novo soulslike desenvolvido pela TEAM NINJA, mesmo criadores de Nioh, que chega em 3 de março. O jogo segue a dramática história de um soldado da milícia lutando pela sobrevivência em uma versão de fantasia sombria dos Três Reinos, agora infestada por demônios.

    Um dos destaques do jogo fica para a sua distribuição. Wo Long: Fallen Dynasty é multiplataforma e será lançado diretamente no Xbox Game Pass. O título estará disponível na versão de PC, consoles e também em nuvem.

    Confira mais detalhes sobre o game a seguir, incluindo os requisitos de PC e preço em cada plataforma.

    História e gameplay de Wo Long Fallen Dynasty

    “184 d.C., Finais da Dinastia Han na China. A terra está mergulhada em caos e destruição. A dinastia imperial que prosperou por muitos anos está prestes a colapsar”, diz a descrição do game. “Wo Long: Fallen Dynasty é a história dramática e cheia de ação de um soldado anônimo da milícia que luta pela sobrevivência, numa versão de fantasia sombria dos Finais da Dinastia Han onde os demônios atormentam os Três Reinos.”

    O RPG da TEAM NINJA traz um esquema de evolução onde o jogador se torna mais forte ao aumentar seu nível de moral. Ao derrotar inimigos com uma classificação de moral mais alta que a sua, a moral do jogador aumenta mais rapidamente e itens mais valiosos podem ser obtidos dos inimigos.

    Além disso, o jogo traz diversas armas e estilos de jogo diferentes para você poder jogar como desejar. Wo Long: Fallen Dynasty também possui um sistema de personalização de personagem, algo até que comum no gênero, mas que sempre é bom elogiar.

    Preço de Wo Long: Fallen Dynasty

    Wo Long: Fallen Dynasty chega para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC em 3 de março. Lembrando também que o jogo chega no primeiro dia para assinantes do Game Pass, tanto nos consoles, computadores e também via nuvem.

    Os preços do game partem de R$ 250 no Xbox e R$ 299 nas demais plataformas. No entanto, já é possível encontrar o jogo com desconto no PC: a Nuuvem está vendendo Wo Long: Fallen Dynasty por R$ 223,99. Veja abaixo os valores:

    Veja requisitos de PC

    Wo Long tem um equilíbrio interessante entre as configurações mínimas e recomendadas no PC. Porém, as especificações mínimas já apresentam um perfil de hardware comum nos novos lançamentos, como a GTX 1650 sendo parâmetro como requisito inferior.

    Isso pode significar que os usuários deste perfil de hardware já devem avaliar um possível upgrade. É importante lembrar também que o jogo vai ter suporte a DLSS e XeSS, mas em uma atualização pós-lançamento.

    Requisitos mínimos

    • SO: Windows 10, Windows 11 (64-bits)
    • Processador: Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen™ 5 3400G
    • Memória: 8 GB de RAM
    • Placa de vídeo: GeForce GTX 1650 4GB ou Radeon RX 570 4GB
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 60 GB
    • Observações: HDD, 720P e 30 FPS

    Requisitos recomendados

    • SO: Windows 10, Windows 11 (64-bits)
    • Processador: Intel Core i7-8700 ou AMD Ryzen 5 3600XT
    • Memória: 16 GB de RAM
    • Placa de vídeo: GeForce RTX 2060 6GB ou Radeon RX 5700XT 8GB
    • DirectX: Versão 12
    • Armazenamento: 90 GB
    • Observações: HDD, 1080P e 60 FPS

    Desempenho dos jogos no console

    Wo Long: Fallen Dynasty vai rodar a 30 FPS nos consoles de antiga geração e alcançar 60 FPS em até 4K nos potentes Xbox Series X e PlayStation 5. Confira como o jogo vai rodar em cada console e seus modos disponíveis.

    • PlayStation 5: 60 FPS, 3840x2160p (4K) com modo de resolução e modo de desempenho
    • PlayStation 4 Pro: 30 FPS, 3840x2160p (4K)
    • PlayStation 4: 30 FPS, 1920x1080p
    • Xbox Series X: 60 FPS, 3840x2160p (4K) com modo de resolução e modo de desempenho
    • Xbox Series S: 60 FPS, 2560×1440 com modo de resolução e modo de desempenho
    • Xbox One X: 30 FPS, 3840x2160p (4K)
    • Xbox One: 30 FPS, 1920x1080p

    Wo Long: Fallen Dynasty vai ter crossplay?

    Wo Long: Fallen Dynasty vai ter multiplayer cooperativo com até 3 jogadores (incluindo você). Também será possível invadir a missão de um outro jogador (o modo de invasão pode ser desativado nas opções).

    Então a pergunta que fica é, Wo Long vai ter crossplay? A resposta é não. Só será possível aproveitar o multiplayer entre as plataformas de um mesmo ecossistema. Ou seja, PS4 com PS5, Xbox Series X|S com Xbox One e Microsoft Store, além de Steam com Steam.