O domingão aqui em casa é quase sempre igual: enquanto minha mãe prepara o arroz e demais acompanhamentos, meu pai e eu vamos, no nosso Golzinho quadrado branco, até o açougue do bairro em que ele nasceu, não muito longe, para pegarmos um churrasco pronto. O caçula da família, com seus 19 anos e sem muito interesse no que acontece ao redor, permanece deitado na cama usando o smartphone, longe dos ritos dominicais.
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